Arquivo da tag: animais

Baixas temperaturas podem causar problemas à saúde de aves, répteis e roedores

O frio chegou de forma intensa e já vem afetando a saúde dos pets. Normalmente, os tutores de cães e gatos dão uma atenção a mais para os bichos, disponibilizando roupinhas e cobertas extras. Mas aves, répteis e roedores, animais que vem ganhando cada vez mais espaço nos lares brasileiros, também merecem cuidados especiais nessa época do ano.

Para cuidar melhor desses pets no inverno, confira as dicas do veterinário George Ortmeir Velastin, que presta atendimento nos consultórios do pet center HiperZoo, em parceria com o Centro Médico Vetsan.

Cobertura de gaiolas e casinhas

porquinho da índia no fundo branco

Nos dias de frio mais intenso, a principal medida para proteger pássaros, roedores e pequenos mamíferos é cobrir a gaiola com capas para esse fim ou tecido, deixando apenas uma lateral aberta. Isso evita a entrada de ar frio, mantém o calor no espaço do animal e garante a troca de ar no espaço. Outra dica importante é disponibilizar tocas e casinhas para roedores e pequenos mamíferos.

“As gaiolas nunca devem permanecer em áreas com corrente de ar, pois, além do frio, o vento também prejudica demasiadamente a saúde dos animais. Deve-se evitar correntes de ar até mesmo nas estações mais quentes do ano”, alerta o médico veterinário responsável pelo atendimento de animais selvagens e pets não-convencionais.

Aquecedores

aquecedor

O uso de aquecedores de ambiente também é uma boa dica para o conforto dos pets, porém é preciso tomar cuidado para que não fiquem muito próximos aos animais, esquentando-os excessivamente ou, até mesmo, causando queimaduras. A dica é utilizar aquecedores apenas durante à noite e manter umidificadores ou vasilhas com água próximos ao aquecedor para evitar o ressecamento do ar.

Já para os répteis, que são animais exotérmicos, ou seja, precisam de fontes externas para manter sua temperatura corporal, a dica é utilizar pedras, tocas ou placas aquecidas no terrário. É fundamental cuidar com a temperatura do acessório, que deve ficar entre 24ºC e 26ºC. Para os demais animais, a orientação é também manter essa temperatura no ambiente, pois o calor excessivo pode causar desidratação.

Banho de sol

pássaro na gaiola pixabay
Pixabay

A exposição ao sol, além de ajudar a aquecer, é importante para manter equilibrada a produção de vitamina D. Mesmo no inverno é preciso cuidar para que haja um espaço com sombreamento na gaiola para o animal se proteger caso sinta calor.

“A exposição ao sol deve ser direta. Não vale colocar a gaiola ou terrário próximos à janela, pois o vidro filtra os raios ultravioletas (UVA e UVB), fundamentais para a saúde dos animais”, comenta Velastin. O ideal é que os banhos de sol sejam diários e com duração de 20 a 30 minutos.

Sinais de alerta

jiboia-constritora

Para saber se os animais estão sentindo frio é preciso ficar de olho em algumas posturas ou manias que eles podem demonstrar. Por exemplo, as aves ficam com o pescoço para trás e as penas arrepiadas para acumular ar embaixo das penas e manter o calor do corpo. Roedores, pequenos mamíferos e répteis costumam ficar mais escondidos e as cobras mais enroladas.

“Ao contrário do que muitas pessoas pensam, os répteis não hibernam”, comenta o veterinário. “Como eles não têm capacidade de termorregulação, sofrem uma queda no metabolismo se sentirem muito frio. Eles ficam sem se alimentar e se mexer, dando a impressão de que estão em estado de hibernação”. Nesse cenário, os répteis podem desenvolver pneumonia, quadros de diarreia e problemas no crescimento.

A atenção deve ser ainda maior com as aves, pois geralmente elas não param de se alimentar (um sinal comum de alerta), e podem desenvolver aerosaculite, uma inflamação dos sacos aéreos, que é o primeiro estágio para desenvolvimento de pneumonia. Roedores e pequenos mamíferos também podem ficar suscetíveis a diversas doenças e desenvolver pneumonia.

Fonte: HiperZoo – Rua Desembargador Westphalen, 3.448 – Curitiba/PR

N.R. Sou contra ter animais presos, especialmente aves em gaiolas

Anúncios

Células-tronco em produtos anti-idade podem ‘poupar’ animais em testes

Muitos estudos com células-tronco podem abrir caminho para três tendências em tratamentos dermatológicos: rejuvenescimento facial cosmético com células-tronco humanas; regeneração da pele com células-tronco derivadas de plantas; e substituição de animais em testes cosméticos

Talvez nada seja tão aguardado no ramo da dermatologia como a utilização de células-tronco em tratamentos para a pele. Estudos recentes vêm demonstrando uma série de atuações desse tipo de células no rejuvenescimento e regeneração do tecido cutâneo, com excelentes perspectivas para uso cosmético ou injetável.

Além disso, conforme acrescenta a dermatologista Thais Pepe, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia, as células-tronco podem ser usadas como substitutos de animais no desenvolvimento de cosméticos. “As células-tronco embrionárias humanas foram apresentadas na União Europeia como alternativa ao uso de animais em testes de toxicidade. Esses testes baseados em células humanas evitariam as variações entre espécies e, como tal, preveem efeitos adversos mais precisos para o corpo humano. Mas ainda há uma questão ética que precisa ser debatida”, acrescenta.

Mas além da esperança na substituição dos animais em testes cosméticos, um artigo científico, publicado em novembro do ano passado no Biochemical and Biophysical Research Communications, corrobora a aplicação desse tipo de tecnologia na pele.

“O estudo afirma que exossomos* derivados das células-tronco mesenquimais do sangue do cordão umbilical humano estimulam o rejuvenescimento da pele humana. Elas desempenham um papel importante na cicatrização de feridas cutâneas e ativam várias vias de sinalização, que são favoráveis na cicatrização de feridas e no crescimento celular. O estudo detectou que, assim que absorvido na pele humana, as células-tronco promovem a síntese de colágeno I e elastina na pele, que são essenciais para o rejuvenescimento da pele”, afirma a médica.

Outro importante periódico, o Journal of Drugs In Dermatology, publicou em 2016 um estudo que destaca uma glicoproteína, apelidada de Alpha 2-HS (Fetuína), produzida por células-tronco humanas que demonstrou ser um ingrediente cosmético revolucionário.

“As secreções celulares derivadas das células-tronco foram incorporadas em duas formulações cosméticas simples (soro e loção), sem adição de outros ingredientes, e investigadas em um ensaio humano de 12 semanas que incluiu 25 indivíduos em cada grupo. As análises de proteínas nas secreções celulares revelaram uma alta concentração da glicoproteína multifuncional alfa 2-HS (fetuína), juntamente com uma multiplicidade de fatores proteicos envolvidos em desenvolvimento e manutenção de pele humana saudável”, diz a médica.

A investigação clínica, segundo o artigo, demonstrou melhora significativa dos sinais clínicos do envelhecimento cutâneo intrínseco e extrínseco, achados que foram confirmados por mudanças significativas na morfologia da pele, em proteínas de hidratação da pele como filagrina, aquaporina e conteúdo de colágeno I. “Os dados apoiam fortemente a hipótese de aplicação cosmética de secreções precursoras de linhagem de pele derivada de células-tronco, contendo fetuína e fatores de crescimento benéficos para o desenvolvimento e manutenção da pele humana, para influenciar positivamente o envelhecimento intrínseco e extrínseco”, concluiu o estudo.

A aplicação injetável de células-tronco na pele também vem sendo estudada. Um trabalho da Malásia concluiu que as células-tronco mantiveram suas propriedades celulares após serem injetadas na pele em injeções únicas e múltiplas, comprovando que podem ser usadas com segurança para fins clínicos e terapêuticos.

celula tronco.jpg

Células-tronco vegetais

Se o desenvolvimento cosmético com células-tronco humanas demanda uma questão ética importante que precisa ser debatida, uma realidade pode ser obtida das células-tronco derivadas de plantas.

Em 2014, foi publicado na Dermatologic Clinics, o estudo Next Generation Cosmeceuticals – The Latest in Peptides, Growth Factors, Cytokines and Stem Cells que destacou: as células-tronco xenogênicas derivadas de plantas possuem propriedades antisenescentes, diminuindo o processo de envelhecimento celular.

No mesmo ano, artigo publicado no Plastic Surgical Nursing apontou vantagens das células-tronco vegetais ao afirmar que as células-tronco humanas têm a capacidade de se diferenciar em apenas um outro tipo de célula, enquanto as células-tronco derivadas de plantas são totipotentes, o que significa que elas têm a capacidade de criar uma planta totalmente nova.

“O papel da maioria desses extratos de células-tronco derivados da planta é proteger as células-tronco humanas, existentes que residem na camada basal da pele humana, de danos causados ao DNA e induzidos por radicais livres. O artigo afirma que pesquisas recentes identificaram que extratos de células-tronco da planta apresentam atividade antioxidante substancial comprovada para proteger as células-tronco da pele desse estresse oxidativo induzido pelo ultravioleta, além de inibir a inflamação, neutralizar os radicais livres e reverter os danos de fotoenvelhecimento”, diz a médica.

shutterstock células.jpg

Como resultado, prossegue o estudo, os produtos cosmecêuticos agora estão incorporando esses extratos derivados de células-tronco da planta para promover a proliferação celular saudável e proteger contra danos celulares induzidos pelos ultravioletas em seres humanos. “Embora existam potencialmente muitas células-tronco botânicas que poderiam proporcionar benefícios à pele, a maior parte da pesquisa tem sido focada em três: a planta lilás, a uva e a maçã suíça”, finaliza.

*complexo proteico multienzimático envolvido em diferentes passos do processamento e degradação de vários tipos de moléculas de ARN (ácido ribunocleico), por meio da sua atividade exonucleolítica. Os complexos do exossoma podem encontrar-se tanto em células eucariotas como nas arqueobactérias. Nas bactérias equivale a um complexo mais simples, o degradossoma, que desempenha funções similares. 

Fonte: Thais Pepe é especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, membro da Sociedade de Cirurgia Dermatológica e da Academia Americana de Dermatologia. Diretora técnica da clínica Thais Pepe, tem publicações em revistas científicas e livros, além de ser palestrante nos principais Congressos de Dermatologia

Corrupção Verde: aqui começa a prática criminosa que contaminou o país

Por Clóvis Borges e Caetano Fischer Ranzi*

A existência de um bem que possa ser usurpado de maneira ilícita, gerando lucro para quem busca vantagens fora de preceitos legais ou em detrimento de terceiros, representa a fórmula que garantiu uma exploração descontrolada sobre o patrimônio natural brasileiro ao longo dos últimos séculos.

A exploração sem limites do período em que éramos ligados a Portugal já aponta para a existência de uma cultura pragmática de busca pelo enriquecimento a qualquer custo. Com vistas, inclusive, a buscar o desfrute desses ganhos em outras paragens, muito distantes do Novo Mundo.

Os ciclos econômicos que se seguiram à época do descobrimento foram eminentemente extrativistas espoliativos. Tanto que o final desses ciclos, reiteradamente, deu-se pela exaustão desses produtos, ocasionada pela exploração desenfreada. Seguiram as práticas agrícolas e de pecuária, subsequentes à devastação da vegetação nativa. Sempre em busca do uso máximo do território, desrespeitando encostas, beiras de rios ou mesmo a existência de remanescentes naturais em alguma proporção nas regiões exploradas.

corrupção wearedominica

A prática de troca de favores entre o privado e o público para obtenção de permissões para avanços exacerbados no uso da natureza foi, portanto, a maneira como uma significativa fração de nossa sociedade acumulou vantagens e enriqueceu indevidamente em nosso país. E, em boa parte, esse entendimento de ajustar acordos ilícitos para garantir vantagens continua em plena atividade.

O ciclo da madeira no sul do Brasil, ocorrido em décadas passadas, gerou um grupo de famílias abastadas que até hoje desfruta do resultado da empreitada destruidora que assumiu ser a maneira de desenvolver suas atividades, sempre com um aval conivente dos governantes. Mudam os negócios, pelo fim da madeira nativa, mas fica a origem dúbia e o péssimo exemplo de como esse processo de geração de riquezas foi executado.

Somente há poucas décadas, as leis ambientais começaram a ser estabelecidas em nosso país. E não foi a falta de inteligência e de qualidade que impediu a nossa passagem para uma condição mais iluminada. O exímio contexto estabelecido pelo Código Florestal de 1965 – talvez o maior marco de evolução na compreensão do interesse público sobre a propriedade privada – nunca obteve um entendimento pleno de parte da sociedade. Falou mais alto a garantia de impunidade e a expectativa de ganho maior, em detrimento do resto da sociedade.

O descompasso entre o que o Código Florestal preconizava e o arrebatador descompromisso leviano da sociedade rural em cumprir o que se estabeleceu como limite ao uso da terra, gerou o verdadeiro desmonte desse arcabouço legal , em 2012. E que foi vergonhosamente referendado pelo Supremo Tribunal Federal em 2018. O poder quase ilimitado de grupos setoriais, que avança na estruturação de uma legislação de conveniências, é uma das maiores e mais perversas demonstrações de corrupção que podemos oferecer nos dias atuais, contaminando todas as esferas de poder.

Portanto, a corrupção endêmica e amplamente espalhada em nosso meio, pode-se afirmar, começa com práticas ilícitas envolvendo a sina de destruição da natureza, com amplas e variadas modalidades. E continua muito ativa na forma de excessos conscientes e negociados em troca de vantagens. São atividades de mineração, silvicultura, pecuária, agricultura, implantação de indústrias e até ações envolvendo infinitas iniciativas mais pontuais.

Como uma farsa programada para não atender à sua missão primordial, delimita-se um complexo de estruturas frágeis e suscetíveis a todo o tipo de pressões, chamadas formalmente de órgãos ambientais. É de conhecimento amplo a prática de licenciamentos ilícitos, facilitados para o atendimento aos amigos do rei. Uma moeda de troca na forma de favores políticos e repasses de recursos sem procedência. Evidencia-se a garantia para campanhas eleitorais ou postos estratégicos em estruturas de governo para os elementos coniventes com o crime.

O desenvolvimento a qualquer custo, assim pontuado como uma forma de exploração que não atende ao respeito aos limites da natureza, ou mesmo aos preceitos estabelecidos em lei, é uma atividade intimamente ligada à corrupção. Gera resultados econômicos abusivos e imorais. E consolida um comportamento que, nos dias de hoje, todos percebemos, tomou conta da nação.

natureza-globo-vida-silvestre-animais

Incorporamos na pele esse comportamento, na forma de uma cultura institucionalizada, crônica e patológica. De nada importa o prejuízo coletivizado, nem a perda irreversível de recursos que poderiam ser usados de maneira contínua. Agimos em apoio cego em prol da destruição da natureza por meio de ações sem nenhuma coerência estratégica, impostas a partir de atos inconsequentes e criminosos.

Somos hoje, de fato, uma sociedade de corruptos. Um povo que cultua um profundo e irresponsável descompromisso com o futuro de todas as gerações que nos seguirão logo mais, por tratar a natureza como um bem descartável e que é visto como simples forma de usura. Depois de tantas Marianas, o que ainda precisamos viver para que uma virada aconteça? Ou estamos diante de uma condição inexorável que assume a mediocridade como uma sina sem volta?

*Clóvis Borges é diretor-executivo da Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS) e membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza
*Caetano Fischer Ranzi é psicólogo e Mestre em Meio Ambiente e Desenvolvimento

Rastreador acoplado à coleira mostra localização do pet

Olá, escrevo antes da matéria para avisar que criei um novo blog para tratar apenas dos temas pets, animais de estimação, natureza, meio ambiente, comportamento: Se meu pet falasse. Vou começar a postar esses assuntos por lá, portanto, se gosta desses temas, comece a seguir clicando aqui. Os demais assuntos continuam neste espaço. Obrigada.

Você certamente ficaria preocupado se o seu bichinho de estimação sumisse, certo? Agora imagine um produto que possa rastreá-lo a qualquer hora do dia, no Brasil inteiro, e que faça esse monitoramento minuto a minuto.

Imaginou? Pois esse é o Mili, um GPS desenvolvido para ser acoplado às coleiras dos pets. Um dos maiores atrativos do rastreador está na cobertura. Enquanto alguns GPS só funcionam em determinadas regiões, o Mili pode ser utilizado em todo o Brasil. Ele recebe as informações e as transmite, utilizando as tecnologias GSM (Global System for Mobile Communication) e GPRS (General Packet Radio Service), padrões digitais de comunicação celular de voz e dados para os servidores em nossa Central de Atendimento, que disponibiliza, via web, todas as informações em tempo real, para os clientes.

Graças a essa conexão, é possível localizar e visualizar, em um mapa virtual, qualquer pessoa, animal, ou objeto que esteja portando o Mili dentro de uma área com cobertura GSM ou GPRS. Além disso, tem também plantão de monitoramento durante as 24 horas do dia.

mili coleira.jpg

Marcelo Berlim, um dos sócios da empresa que está lançando o produto, a Hitec, conta que quando resolveram investir em um produto para este mercado, um dos dados que mais chamaram a atenção da equipe foi o valor que cada tutor gastava com seus animais todos os meses.

“Já sabíamos que era um nicho com crescimento acelerado, mas não imaginávamos a gama de produtos existentes. As pessoas, muitas vezes, gastam mais com os animais do que com os próprios filhos”, comenta.

Sobre a funcionalidade do produto, além do rastreamento caso o animal se perca, Berlim contou um caso curioso: “Um dos nossos clientes colocou o Mili no cachorro, que era levado por um passeador todos os dias para caminhar. O combinado era contornar todo o condomínio, para que o animal gastasse a energia necessária. Até que um dia ele resolveu olhar o trajeto que percorriam pelo nosso aplicativo e descobriu que o tal passeador não saia da esquina, onde ficava conversando com amigos e o cachorro parado. Neste caso, embora o produto tenha sido colocado no cão para achá-lo caso fugisse, o tutor descobriu que o profissional contratado por ele não cumpria o prometido”, comenta Berlim.

cachorro mulher

Com rastreamento que indica a posição do animal em um raio de 40m², o Mili já está à venda em todo o Brasil pelo site Meu Mili. O valor da adesão é de R$ 299,00, com mensalidade de R$ 139,00.

Cuidados ao dar banho em animais de estimação em casa

Olá, escrevo antes da matéria para avisar que criei um novo blog para tratar apenas dos temas pets, animais de estimação, natureza, meio ambiente, comportamento: Se meu pet falasse. Vou começar a postar esses assuntos por lá, portanto, se tiver interesse, comece a seguir clicando aqui. Os demais assuntos continuam por aqui. Obrigada.

Pessoas que têm animal de estimação em casa sabem dos cuidados que se deve ter com a higiene do pet. Identificar a frequência do banho e da escovação é importante para que o animal seja tratado corretamente.

De acordo com Karina Delia Albuquerque, Médica Veterinária da Universidade Univeritas/ UNG, os cuidados incluem uso de produtos adequados para a espécie, idade e comprimento dos pelos, por isso, é importante verificar a indicação quando fizer compras no Pet Shop.

“Os produtos contra pulgas e carrapatos, por exemplo, devem ser utilizados apenas com orientação de um Médico Veterinário, pois se tratam de substâncias tóxicas com suas indicações e contraindicações”, ressalta.

Confira os ensinamentos da Médica Veterinária e cuide de seu pet com responsabilidade.

Pergunta-A água do banho tem que ter uma temperatura específica?

cachorro banho amanda cullingford pixabay
Foto: Amanda Cullingford/Pixabay

Resposta-Sim, o ideal é manter em aproximadamente 37 graus (morna).

P-Quais são os melhores locais para se banhar o pet? É melhor usar, chuveiro, chuveirinho ou um tanque com água? Por quê?

gato tomando banho

R-O ideal é usar o chuveirinho, pois evita que a água penetre nos ouvidos gerando otites.

P-Como precisa ser feita a proteção dos olhos e ouvidos?

R-O indicado é colocar um chumaço de algodão hidrofóbico nos condutos auditivos, antes o início do banho, para proteger os ouvidos. Esse algodão deve ser retirado após o término do banho, secando-os externamente (pavilhão auricular e pina) com a toalha. Nas áreas dos olhos é necessário evitar espuma do sabonete ou xampu.

P-Quais os cuidados gerais na hora do banho?

banho gato luvas pawesome cats
Foto: Pawesome cats

R-Antes de iniciar o banho, a pessoa deve calçar luvas descartáveis, ou lavar as mãos e sempre ter as unhas curtas para não gerar ferimentos no animal. Distribuir o xampu nas mãos e espalhá-lo por todo o corpo do animal massageando-o (o mesmo deve ser feito caso seja um sabonete). Enxaguar totalmente o “pet”, pelo menos duas vezes em sequência, para que não se deixem resquícios do produto na pele e pelos, causando irritações. Retirar o excesso de água com uma toalha de uso do animal, seca. Após secar com secador em temperatura morna, penteando-o ou escovando-o, em sentido da distribuição dos pelos (não contra os mesmos).

P-Quais são os produtos ideais para o animal?

cachorro pequeno tomando banho

R-Existem diversos xampus e sabonetes neutros para os “pets”, devendo ser escolhidos conforme idade, espécie e raça.

P-Pode ser usado remédio em caso de pulgas e carrapatos?

gato tomando banho pinterest

R-Os produtos contra pulgas e carrapatos devem ser utilizados apenas com orientação de um médico veterinário, pois são substâncias tóxicas com suas indicações e contraindicações.

P-Secar o animal com secador de cabelo é perigoso? Por quê? E quais são as formas de fazer a secagem?

cachorro banho secador doggroomingnottingham
Foto: DogGroomingNottingham

R-Sim, conforme a temperatura e distância da pele do animal. Caso a temperatura esteja alta pode gerar lesões por queimaduras que às vezes não são notadas de imediato, mas que causam sérios problemas dermatológicos. Por isso, o secador deve ser utilizado em temperatura média. Quanto à distância entre secador e pele do “pet” ela deve ser de no mínimo 10 cm. Caso o proprietário tenha dúvidas, deve testar a temperatura e distância focando o ar no dorso da própria mão.

P-É errado escovar o cachorro durante o banho? Por quê?

cachorro banho meninos dreamstime

R-Não, pelo contrário, pois esse procedimento auxilia no desembaraçar dos pelos em “pets” de pelo longo, além de retirar pelos mortos em animais, independentemente do comprimento dos pelos. Para o uso no banho, deve-se utilizar pente adequado para a espécie e tipo de pelo. Lembrando sempre que o pentear deve ser feito com delicadeza, para não lesar a pele do animal.

P-Tem uma forma certa de escovar? Como, por exemplo, começar a escovar os pelos do cachorro pela cabeça e terminar na cauda?

escovando o cachorro quickanddirtytips
Foto: QuickandDirtyTips

R-Existem diversas formas, mas a proposta de iniciar a escovação a partir da cabeça em direção à cauda é bastante efetiva, pois segue a direção dos pelos. No entanto, se o animal tiver camadas de subpelo, como por exemplo, cães da raça Husky Siberiano, Collie e Golden Retriever, e felino das raças, Maine coon e Himalaia, antes da escovação no sentido cranial-caudal, deve-se escová-lo no sentido contrário ao crescimento dos pelos para retirar pelos mortos e desfazer nós. É importante fazer o uso de escovas próprias para cada tipo de pelo, especialmente para os animais com subpelo e pelos longos. Independente dos banhos, os animais devem ser escovados ao menos uma vez por semana. Isso auxilia na saúde da pele e pelos e pode evitar excesso de banhos.

P-Todos os cachorros precisam de spray para desembaraçar?

Não. Geralmente, somente os de pelo fino e longo. Mas sempre que for usado deve-se ter muita cautela, devido aos riscos já pontuados anteriormente.

R-Qual deve ser a frequência de banho de um cachorro? No inverno diminui a quantidade de banhos?*

cachorro banho pethealthzone
Foto: Pethealthzone

A frequência não deve ser inferior a sete dias. Cães com muito pelo (densos) como, por exemplo, Husky Siberiano, Pastor Alemão, Shar-pei e Chow-chow devem ter intervalo entre banhos entre 15 e 30, mas associado a escovações no mínimo, semanais. No inverno, a quantidade de banhos deve ser reduzida para prevenção de quadros respiratórios e alérgicos. Em filhotes, os banhos devem ser iniciados apenas após o término do protocolo de vacinação. Antes disso, podem-se utilizar produtos para banho seco e escovações semanais.

Fonte: Univeritas/ UNG

*O texto enviado não menciona gatos, porém, pesquisando em sites sérios, verifiquei que a frequência recomendada de banhos para um gato é de no mínimo uma vez por mês, dependendo do tipo de pelagem do felino.

N.R.: Dar banho em casa é mais econômico, porém é preciso lembrar que os secadores de pet shop são bem mais eficientes que os caseiros, ou seja, se o trabalho for bem feito, os animais sairão realmente com o pelo seco.

 

Campanha de arrecadação de roupas e cobertores para animais carentes

São quase 60 pontos de arrecadação nas regiões Sudeste, Sul e centro-oeste e 25 ONGs ajudadas

A Cobasi, uma das maiores varejistas pet do país, inicia a “Campanha do Agasalho Pet”. É uma iniciativa da empresa em que transformará todas as lojas Cobasi do Brasil em pontos de coleta para receber roupas, caminhas e cobertas para animais e tudo que for recolhido será doado para ONGs parceiras.

As lojas receberão uma caixa tematizada da campanha que será posicionada próxima a entrada para fácil visualização dos clientes. Além disso, o ato de doar será incentivado por meio das redes sociais da Cobasi.

“Esta campanha endossa a filosofia da Cobasi em apoiar a causa animal e as instituições que atuam diretamente nela, desde 1999 incentivamos as adoções com a criação do centro de adoções na Cobasi Villa Lobos, em São Paulo, e nos últimos três anos ampliamos as parcerias com as ONGs e transformamos muitas unidades Cobasi, aos finais de semana, em centros de adoções, com muitos eventos e ajudando mais de 25.000 animais a encontrarem um lar. Além disso, nas nossas campanhas de aniversário em 2016 e 2017 optamos por volta-la para ajudar as instituições na arrecadação de ração”. Daniela complementa que “a Campanha do Agasalho Pet vem para ampliar esse apoio as instituições parceiras para ajudar a proteger os animais nesse inverno, que promete ter semanas bem frias”, afirma Daniela Bochi,  gerente de marketing da empresa.

É a primeira vez que um varejo pet organiza uma campanha de arrecadação sazonal para animais carentes contemplando diferentes regiões do Brasil. A Cobasi está presente nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul e Distrito Federal e todas as lojas desses locais serão pontos de coleta. Com o lema “A sua doação vai aquecer os animais carentes nesse inverno”, a Cobasi espera ajudar muitos animais das suas 25 instituições parceiras. A campanha encerra no dia 31 de julho.

cachorro gato cama.jpg

Campanha do Agasalho Pet
Data de início: 11/06/2018
Data de término: 31/07/2018
Lojas participantes: Todas as lojas Cobasi dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul e Distrito Federal (consulte a mais próxima aqui)

 

Dia Mundial do Doador de Sangue: seu pet também pode salvar vidas

Ação é comemorada no dia 14 de junho; Conheça a boa causa com dicas especiais e espante o receio de colocar seu bichinho para fazer parte

Doar sangue sempre foi uma ação com muitos preconceitos. No mundo pet não é diferente, já que os donos de animais desconhecem a causa e possuem receios sobre essa atitude. Hoje, 14 de junho, é o Dia Mundial do Doador de Sangue, assim, é importante destacar que muitos bichinhos também aguardam essa ajuda.

Para quebrar esses receios e incentivar a ação, Carolina Rocha, médica veterinária especialista em comportamento animal e fundadora da Pet Anjo, separou algumas dicas importantes que tranquilizam os donos sobre a causa.

Critérios para a doação de sangue:

=Animais saudáveis com peso mínimo de 27 kg para cães e 4 kg para gatos
=Idade entre 1 e 8 anos
=Temperamento calmo
=Sem doenças infecciosas
=Vacinado e desparasitado
=Não fazer uso de medicação
=Não estar prenha ou no cio
=Não tomar medicação
=Não tenha tido carrapatos

doaçao sangue gato toronto star
Foto: Toronto Star

Quais quadros mais comumente necessitam transfusão de sangue entre animais?

 

=Perda de grande volume de sangue, como atropelamentos
=Anemias, como no caso das doenças de carrapato
=Alterações de coagulação do sangue, como em casos de tumores

Além da atitude nobre, os bichinhos doadores possuem vantagens já que por meio do sangue retirado, garantem um diagnóstico completo que avaliam a saúde do pet. O animal além de fazer a doação acaba ganhando exames que verificam a sua saúde, dentre eles o hemograma, testes para doenças transmitidas por carrapato, leishmaniose e FIV (conhecida popularmente como a aids felina).

O processo é gratuito e dura em torno de 15 minutos e cada doação são retirados, em média, 450 ml de sangue nos cães e de 20 a 40 ml de sangue nos gatos.

A causa não traz nenhum risco para o animal e leva esperança da vida para um animal que precisa dessa transfusão de sangue. “É preciso se colocar do outro lado e imaginar que poderia ser o nosso pet precisando dessa mão amiga. As pessoas precisam se conscientizar e abandonar o receio da doação, já que os animais doadores não sofrem ou são prejudicados”, argumenta a médica veterinária.

Fonte: Pet Anjo

 

 

 

 

Inverno: instituições lançam campanha para animais abandonados

Assim como os seres humanos, os animais também reagem às mudanças de temperatura, principalmente agora no inverno. Por isso, a ESPA – Equipe Singulariana de Proteção aos Animais e a OAB-SP/ Seccional Santo André lançaram ontem(13)  a Cãopanha de Inverno, na sede da instituição jurídica.

Para marcar o lançamento da ação, o advogado Cristiano De Souza Oliveira, ministrou a palestra Animais em condomínio.

A campanha visa colaborar com os animais que não têm um lar e arrecadará cobertores, mantas, agasalhos, lonas, papelão, jornal e casinhas. As doações podem ser entregues diretamente na OAB Santo André ou em uma das unidades do Colégio Singular ou do Cursinho, cujos endereços estão disponíveis no portal da Singular.

cachorro abandonado na rua

ESPA é um projeto educacional inserido na programação pedagógica do Singular que reforça junto aos estudantes a importância da guarda responsável, com abordagens diferenciadas de acordo com a faixa etária. O projeto também promove campanhas constantes de arrecadação de ração, arroz, vasilhas, casinhas, medicamentos, entre outros itens, encaminhados para protetores de animais cadastrados.

Copa do Mundo: pets também ficam estressados

Cães, gatos, hamsters e porquinhos da índia podem ser tratados com fitoterápicos para evitar estresse e outras doenças decorrentes da exposição ao barulho excessivo

 

O principal evento de futebol se aproxima. De 14 de junho a 15 de julho, o mundo se concentrará nas habilidades técnicas das equipes de cada país, com destaque para o Brasil, que terá a incumbência de virar o jogo e reconstruir a fama de melhor seleção do mundo. Por outro lado, tutores de pets também devem entrar em campo para observar a mudança de comportamento de seus animais de estimação, dada a sequência frenética de jogos no período e, por consequência, o aumento do uso de fogos de artifício.

O alerta é dado pela veterinária da DrogaVET, Mariana Mauger. “Os animais podem sofrer com estresse, depressão, ansiedade e até hiperatividade, tudo pela exposição ao barulho alto e ao movimento intenso de diferentes pessoas na residência para a recepção em dia de jogo”, informa a especialista.

cao-medo-estrondos

Segundo Mariana, o uso de calmantes naturais é o mais indicado para evitar que essas doenças se desencadeiem, como os florais e alguns medicamentos fitoterápicos, porém, cada animal responde à situação de forma diferente. “É sempre importante receber uma avaliação de um médico veterinário para determinar como pode ser feita a prevenção e o tratamento”, ressalta a especialista da DrogaVET.

O alerta vale tanto para os animais mais dóceis e que rotineiramente não apresentaram sinais de ansiedade quando ocorre algum evento: aniversário, réveillon ou mesmo em festa junina, mas, sobretudo, aos animais que já têm pré-disposição a essas doenças, requerendo, consequentemente, cuidados extras. “A dica é mantê-los em ambientes familiares, ou seja, aqueles que eles já conhecem e onde se sentem seguros. Outro ponto importante é seguir com a rotina, levando-os para passear normalmente, mas alterando os horários se estes coincidirem com os dos jogos”, aconselha a veterinária.

Para a profissional, os animais filhotes ou idosos devem ser tratados com maior cautela para que não se machuquem. “Os filhotes requerem atenção para não desenvolverem traumas futuros. Já os idosos, para evitarem complicações em doenças pré-existentes, como: diabetes, cardiopatias e insuficiência renal, em decorrência do estresse”, orienta Mariana, enfatizando também que, no momento do desespero, é normal os pets procurarem abrigo em diversos locais, chegando a pular de alturas perigosas ou, ainda, a se esconder em locais de difícil acesso, podendo vir a se machucar gravemente.

A preocupação com a saúde dos animais está tão em evidência que no dia 23 de maio de 2018, na cidade de São Paulo, foi sancionada a Lei nº 16.897, que proíbe o manuseio, utilização, queima e soltura de fogos de artifício, rojões ou qualquer artefato de efeito sonoro ruidoso. A multa para aqueles que descumprirem a determinação legal será de R$ 2 mil, podendo ser dobrada em caso de reincidência, se a mesma for cometida num prazo inferior a 30 dias.

Tratamentos por meio de manipulados

gato floral bach

Entre as soluções para os casos apontados anteriormente está a manipulação de medicamentos fitoterápicos e florais, que devem ser devidamente prescritos pelo médico veterinário do pet, tais como:

1. Para os animais de pequeno porte, cães, gatos ou outros, que, constantemente, sentem medo diante de eventos de longa duração, como o Mundial de Futebol ou longos dias festivos e de movimento intenso de pessoas, a veterinária da DrogaVET recomenda o uso de Passiflora, Valeriana, Melissa e Hypericum; no caso de Florais pode ser usado essências específicas para casos de emergência, como o Rescue.

floral para pets

2. Aos cães que, no dia a dia, não demonstram emoções fortes, mas que, diante de um evento pontual, às vezes apresentam sintomas de ansiedade leve ou medo, é possível a prescrição da Passiflora combinada com Triptofano ou com Valeriana. Contudo, para os gatos, a especialista não recomenda o uso da Valeriana, que pode causar, em alguns casos, o efeito inverso, como excitação e euforia.

3. Outro ponto importante é deixar os manipulados com um paladar mais atraente. “No caso do gato, recomendamos o uso da pasta oral, com sabor de peixe ou leite condensado. Em relação aos cachorros, os fitoterápicos podem ser manipulados no formato de biscoitos medicamentosos, sendo a carne, o bacon e a picanha os sabores preferidos deles”, detalha Mariana.

4. Quanto aos pets de menor porte, como hamster e porquinho da índia, a recomendação é para o uso dos manipulados em xaropes adociacados, no sabor avelã ou maçã, administrados em gotas. “Aqui também aconselhamos que fiquem num ambiente familiar sempre dentro da gaiola, já que os fogos podem assustá-los, levando-os a fugir da residência”, finaliza a veterinária da DrogaVET.

Fonte: DrogaVET

 

Missões de resgate e salvamento de animais são temas de série inédita

Atração produzida em parceria com marca digital The Dodo traz histórias emocionantes de pessoas que se dedicam a salvar e cuidar
de animais indefesos

A partir deste sábado, 9 de junho, às 23h10, o Animal Planet revela detalhes de histórias emocionantes de salvamento de animais em sua nova série Dodo Heroes: Resgate Sem Fronteiras (Dodo Heroes). As câmeras acompanham pessoas que lutam para garantir saúde e bem-estar a animais das mais variadas espécies – entre domésticas e silvestres – em diferentes partes do mundo.

Cada episódio está centrado em uma missão de resgate e salvamento e na história daqueles que são responsáveis por ela. A série sugere uma extensão do formato que ganhou o mundo com The Dodo, marca digital de conteúdo sobre o mundo animal: no início dos episódios, vídeos curtos resumem as histórias com a utilização de imagens atuais e de arquivo, junto a legendas explicativas. Depois, a produção procura os personagens centrais e segue com abordagem aprofundada e entrevistas exclusivas que revelam detalhes sobre cada um dos casos.

Dodo Heroes: Resgate Sem Fronteiras registra interações comoventes, o desenvolvimento de vínculos entre humanos e animais e o surgimento de grandiosas missões de salvamento que, em muitos casos, se transformaram em propósito para seus protagonistas. As histórias são contadas nas próprias palavras desses homens, mulheres e crianças que vão além do imaginável pela vida de bichos indefesos.

Ao longo da primeira temporada, a série trará casos como o do fuzileiro naval britânico que criou uma rede de resgate de cães em zonas de guerra; a família australiana que salva filhotes de coala depois de desastres naturais e o médico que constrói próteses especiais para animais que tiveram membros amputados – de pequeninos coelhos a elefantes.

O episódio de estreia começa com a história de Nowzad, o cão que entrou em uma base militar no Afeganistão e lá encontrou um novo amigo inseparável, o fuzileiro naval britânico Pen Farthing. Ali, naquele encontro improvável, teve início a amizade entre Pen e Nowzad e, com ela, nasceu um projeto de resgate de animais em zonas de conflito que leva o nome do cão. Pen mais tarde construiria uma base de acolhimento e abrigo para os cães em solo afegão – até hoje mais de mil animais foram resgatados pelo projeto Nowzad e adotados por soldados.

A série retorna com Pen ao Afeganistão, onde segue a missão no abrigo. Ali, os cães, gatos – e até um cavalo! – recebem tratamento veterinário e amor, são reabilitados e direcionados às famílias dos soldados que ajudaram no resgate. Entre os moradores do abrigo está uma ninhada de seis filhotes que foi encontrada em uma vala por Sebastian, soldado americano que já tem definidas as novas famílias para cada um dos cachorrinhos.

O episódio conta as histórias de alguns dos cães que fazem parte do projeto e relata o envolvimento profundo de Pen com a causa – até hoje ele volta periodicamente ao Afeganistão, onde realiza rondas para encontrar e resgatar animais em situação de extrema vulnerabilidade.

Animal Planet

Dodo Heroes: Resgate Sem Fronteiras (Dodo Heroes)
Estreia: sábado, 9 de junho, às 23h10
Classificação indicativa: 10 anos