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Drogavet promove ações durante Outubro Rosa e Novembro Azul

O mês de Outubro traz comemorações como o Dia das Crianças, mas também tornou-se um período em que a conscientização ganha grande espaço visando a saúde e bem-estar de mulheres e homens, com a campanha de Outubro Rosa, seguida de Novembro Azul. Ambas têm como foco estimular a prevenção contra o câncer, garantindo assim, tratamentos mais eficazes e resultados positivos.

Pensando nessas datas, a DrogaVET, líder e pioneira em manipulação veterinária no país, preparou algumas ações exclusivas. A primeira, celebrando o mês das crianças, de forma inédita e repleta de amor. A segunda, sendo uma junção das campanhas contra o câncer, afim de dar espaço à prevenção e orientação dessa condição clínica em animais.

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Durante o mês de outubro, os clientes poderão receber nas unidades da DrogaVET, um tubete personalizado para fazer bolhas de sabão. A ação tem como foco incentivar a interação das crianças com os animais, promovendo brincadeiras divertidas e que envolvam amor entre os pequenos e seus pets.

Amor Animal: Outubro Rosa e Novembro Azul

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Foto: Melvin Quaresema

A rede também irá estimular durante os meses de outubro e novembro, a campanha Outubro Rosa e Novembro Azul. Inicialmente criada para incentivar a prevenção do câncer de mama e o de próstata, a DrogaVET inova e motiva seus clientes a realizarem exames periódicos nos animais, gerando assim uma aproximação entre eles e seus veterinários, além de contribuir para a medicina preventiva, mantendo a saúde do pet sempre em dia.

Por fim, nos canais oficiais da empresa, a rede divulgará materiais informativos que explicarão sobre tratamentos, prevenção, cuidados e informações sobre princípios ativos, destacando o compromisso com a qualidade de vida, a saúde animal e o cuidado com seus clientes.

Fonte: DrogaVET

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Conheça alternativas para evitar a utilização de animais em testes de cosméticos

Em 2019 entra em vigor a norma estabelecida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que proíbe a comercialização no Brasil de cosméticos e produtos de higiene pessoal que tenham sido testados em animais. “As empresas cosméticas deverão se adequar, dentro do prazo estabelecido, a fim de abolir totalmente os testes em animais. Dessa forma, será necessário que essas empresas se adaptem aos métodos alternativos reconhecidos para comprovar a segurança e eficácia do produto”, afirma Lucas Portilho, consultor e pesquisador em Cosmetologia, farmacêutico e diretor científico da Consulfarma.

Porém, com o final do prazo para adaptação cada vez mais próximo, começam a surgir dúvidas sobre como são realizados estes novos métodos. Segundo o especialista, o Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea) é o órgão responsável pelo reconhecimento de métodos alternativos, que consistem em eliminar o uso de animais, reduzir a sua necessidade ou diminuir o seu sofrimento.

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“Atualmente, os métodos alternativos para substituir os animais na pesquisa estão cada vez mais viáveis e eficientes. Uma destas metodologias é a tecnologia in vitro, que tem se mostrado uma das alternativas mais acessíveis para evitar o uso de animais em laboratório. Nesta técnica, células e tecidos são criados artificialmente para estudo, manipulação e teste de eficácia”, explica Portilho.

Outros métodos são a criação de pele artificial, que reproduz os mesmos tecidos biológicos da pele humana e pode ser utilizada para avaliar a toxicidade e a eficácia de novos compostos nas indústrias de cosméticos, e a bioimpressão em 3D, que permite a reprodução automatizada de tecidos humanos que imitam a forma e a função dos tecidos originais do organismo.

“Além disso, é importante ressaltar que os testes em animais não são 100% seguros, uma vez que o organismo humano responde de forma semelhante ao dos animais, porém não de forma idêntica. Um exemplo disso é que os camundongos não apresentam resposta imunológica ao níquel, mas esse componente é um dos maiores causadores de alergias em humanos”, alerta o pesquisador.

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Para saber se o produto que você está adquirindo não é testado em animais é importante checar a lista das empresas “cruelty free”, que é disponibilizada por certas ONGs, como o PEA (Projeto Esperança Animal), que indica quais empresas nacionais não promovem testes em animais. Além disso, checar o rótulo e ligar para o SAC da empresa também são métodos que podem ajudar a identificar quais produtos não são testados em animais. “É preciso lembrar que a norma da Anvisa não gera qualquer impacto no desenvolvimento de medicamentos e vacinas, pois se restringe ao teste de cosméticos e produtos de higiene pessoal”, finaliza Portilho.

Fonte: Lucas Portilho é consultor e pesquisador em Cosmetologia, farmacêutico e diretor científico da Consulfarma. Especialista em formulações dermocosméticas e em filtros solares. Diretor das Pós-Graduações do Instituto de Cosmetologia e Ciências da Pele, Hi Nutrition Educacional e Departamento de Desenvolvimento de Formulações do ICosmetologia. Atuou como Coordenador de Desenvolvimento de produtos na Natura Cosméticos e como gerente de P&D na AdaTina Cosméticos. Mestrando na Unicamp em Proteção Solar. Possui 18 anos de experiência na área farmacêutica e cosmética. Professor e Coordenador dos cursos de Pós-Graduação com MBA do Instituto de Cosmetologia e Ciências da Pele Educacional.

Tiffany & Co. apresenta nova coleção de joias Save the Wild

Desde o seu lançamento em 2017, a Tiffany continua com sua promessa de 100% de lucros e uma doação total de US$ 4 milhões em apoio à conservação da vida selvagem até janeiro de 2020

A Tiffany & Co. revela sua coleção Tiffany Save the Wild com novos modelos. A coleção expandiu para incluir leões e rinocerontes, além de elefantes, tudo em apoio à Wildlife Conservation Network e seus inovadores fundos de crise para salvar animais selvagens africanos ameaçados de extinção.

Como parte do compromisso contínuo da Tiffany com a sustentabilidade e conservação, 100% dos lucros da Coleção Tiffany Save the Wild apoiarão a proteção das respectivas espécies ameaçadas de extinção: o elefante, o rinoceronte e o leão. A Tiffany & Co. é particularmente dedicada ao bem-estar do continente africano, onde obtém muitos dos diamantes e pedras preciosas e operam oficinas de lapidação e polimento de diamante.

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Depois de lançar a coleção em 2017 como parte da campanha #KnotOnMyPlanet, a Tiffany já mais que dobrou seu compromisso original, com US$ 2 milhões arrecadados a partir de abril de 2018 para apoiar os melhores investimentos em redução da demanda de combate à caça, combate ao tráfico e marfim . Como resultado, o Fundo de Crise de Elefantes da Rede de Conservação da Vida Selvagem, junto com seus parceiros, fez lobby com sucesso pelo fechamento do comércio doméstico de marfim na China e em Hong Kong.

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A Tiffany se compromete ainda com uma doação mínima adicional de US$ 2 milhões até 31 de janeiro de 2020. Com esses novos encantos, a Tiffany continua seus esforços para aumentar a conscientização pública e contribuir com os recursos financeiros necessários para proteger a fauna ameaçada e seus ecossistemas ameaçados.

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“Por mais de 180 anos, a Tiffany & Co. tem se inspirado na beleza do mundo natural – por isso, acreditamos que temos um imperativo moral para protegê-lo”, disse Anisa Kamadoli Costa, diretora de sustentabilidade da Tiffany & Co. “ Por isso, estamos especialmente entusiasmados por poder dar o nosso apoio aos esforços de conservação da vida selvagem através do importante trabalho da Wildlife Conservation Network ”.

De proteção ao ecossistemas marinhos do mundo a realocação de rinocerontes negros para portos seguros em Botsuana, Tiffany tem sido uma defensora de longa data da conservação da vida selvagem em todo o mundo. Em colaboração com a Aliança de Tráfico de Animais Selvagens dos EUA em 2016, a marca juntou-se a uma coligação de 16 empresas que estão empenhadas em impedir a procura de produtos ilegais da vida selvagem.

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Desde a sua criação em 2000, a Tiffany & Co. Foundation concedeu mais de US$ 70 milhões em subsídios focados em esforços de conservação, incluindo conservação de corais e marinhos, e mineração responsável. A missão da Fundação de preservar as paisagens e marinhas mais valorizadas do mundo alinha-se perfeitamente com o compromisso complementar da Tiffany com a conservação.

Com a Save the Wild Collection, a Tiffany & Co. está criando novos financiamentos significativos através de suas vendas de produtos corporativos para criar um futuro positivo para espécies ameaçadas de extinção.

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“Com mais da metade da vida selvagem perdida nos últimos 50 anos e menos de 1% da filantropia para conservar o mundo natural, o planeta precisa da liderança criativa e insuperável da Tiffany & Co.”, disse Jeffrey Parrish, vice presidente de Conservação na Wildlife Conservation Network. “Estamos orgulhosos de garantir que 100% do apoio da Tiffany vá para as melhores ideias de qualquer instituição para salvar essas espécies”.

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Disponível em prata de lei e ouro rosa 18k, os mais novos encantos da Coleção Tiffany Save the Wild podem ser comprados nas lojas e online a partir deste mês. Uma edição especial do broche de diamante elefante estará disponível apenas na loja principal da Fifth Avenue.

Informações: Tiffany & Co.

Antes de presentear uma criança com um pet lembre-se das responsabilidades

Crescer ao lado de um animal de estimação traz responsabilidades, bem-estar e mais companheirismo

Amanhã é o Dia das Crianças. Meninos e meninas já estão escolhendo o presente para a data. Se entre tantas opções de brinquedos, jogos, livros, eles insistirem em pedir um animal de estimação é importante analisar – com carinho – esse desejo.

Muito tem se falado dos benefícios de crescer ao lado de cães e gatos. Um estudo divulgado pela Universidade de Cambridge, em colaboração com o Centro de Nutrição e Bem-estar Animal Waltham, da Mars Petcare, mostrou que os animais de estimação têm grande influência no desenvolvimento da criança e impacto positivo nas habilidades sociais e bem-estar emocional.

Aqueles que convivem com pets tendem a ter autoestima mais elevada, se sentem menos sozinhos, têm mais habilidades sociais e costumam demonstrar mais empatia com os colegas. Na escola, as pesquisas sinalizam que os animais podem ajudar as crianças a aprender, mantendo-os interessados e motivados a terem bons comportamentos. Ter um pet na família também traz benefícios para a saúde como redução do risco de alergias associadas a asma, além de auxiliar crianças que sofrem de transtorno de déficit de atenção.

Apesar de todos os pontos positivos dessa interação, os pais devem estar atentos a algumas questões relacionadas a posse responsável. Há quem esqueça que cuidar de um pet exige tempo para levá-lo para passear, para visitas regulares ao médico-veterinário, assim como limpar cocô e xixi, e, infelizmente, muitas vezes os motivos acima são a causa para que eles sejam abandonados ou devolvidos aos abrigos. Segundo a Organização Mundial da Saúde, existem mais de 30 milhões de cães e gatos abandonados no Brasil.

Por isso, antes de dizer sim ao pedido da criança, é preciso levar muita coisa em consideração. Confira dez pontos de atenção listados pelo Programa Pedigtree Adotar é Tudo de Bom, que há dez anos no Brasil tem como objetivo mudar a realidade de cães abandonados por meio da sensibilização, conscientização e mobilização da população para a causa da adoção, do apoio aos abrigos que resgatam e promovem a adoção consciente e da educação da população sobre a posse responsável.

1) Pesquise sobre o animal e veja se ele é compatível com o seu estilo de vida e perfil familiar.

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2) Quanto menor é a sua casa, menor deve ser o cão. Cachorros grandes, em um ambiente pequeno, podem ter problemas de adaptação.

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3) Considere que o tempo médio de vida de um animal é de 12 anos. Pergunte à família se todos estão de acordo, se há recursos necessários para mantê-lo e verifique quem cuidará dele nas férias ou em feriados prolongados. Não haja por impulso.

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4) Caso já tenha outros cães em casa, apresente o novo morador de forma gradual e fique sempre atento à convivência.

5) Mantenha o pet sempre dentro de casa, jamais solto na rua. E na hora do passeio, leve-o com uma coleira ou guia.

6) Evite as ninhadas indesejadas. Castre machos e fêmeas. A castração é a única medida definitiva no controle da procriação e não tem contraindicações.

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7) Todo pet precisa de alimentação de qualidade, que leve em conta suas necessidades, e muita água fresca e limpa. Seu bem-estar também depende de uma boa nutrição.

8) Cuide da saúde física do animal. Forneça abrigo, alimento, vacinas e leve-o regularmente ao Médico-Veterinário. Dê banho, escove e exercite-o.

9) Zele também por sua saúde psicológica. Dê atenção, carinho, ambiente adequado e reserve um momento do dia para as brincadeiras.

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10) O Brasil tem milhões de cães abandonados. Cães adultos também se adaptam com facilidade às mudanças e tem condições de oferecer e receber muito carinho.

Fonte: Mars, Incorporated

Dove é certificada como cruelty free

Selo foi concedido pela Peta e é válido em todos os produtos da marca

Dove anuncia que acaba de conquistar sua certificação global pela Peta – People for the Ethical Treatment of Animals – como sendo uma marca cruelty free, ou seja, que não faz testes em animais em toda a cadeia de fabricação de seus produtos. A partir do início de 2019, o selo de cruelte free passa a fazer parte da comunicação e das embalagens dos produtos Dove.

“Por mais de 30 anos usamos abordagens não-animais para avaliar a segurança de nossos produtos e ingredientes. E, após Dove anunciar uma política que proíbe qualquer teste deste teor em todo o mundo, estamos muito satisfeitos em dizer que nossos produtos agora carregam o selo ‘livre de crueldade’ da PETA. Essa é mais uma forma de garantir aos consumidores que a marca não faz testes em animais”, explica Sophie Galvani, vice-presidente de Dove Global.

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A obtenção do selo cruelty free é um reconhecimento importante do compromisso de Dove em não apenas em cuidar da pele e dos cabelos de mulheres, homens e bebês, mas também em zelar pelo planeta e por todos os envolvidos, incluindo animais.

“Mais do que nunca, as pessoas querem, e merecem, clareza sobre a produção e composição dos produtos que usam e admiram. O selo Peta para Dove é parte disso, além de ser também um passo importante para inspirar outras marcas a atuarem sobre a questão dos testes em animais em toda a indústria de cuidados pessoais e beleza”, diz a Galvani.

De acordo com Kathy Guillermo, vice-presidente sênior da Peta, “a organização tem o prazer de certificar uma marca de cuidados pessoais globalmente reconhecida, como Dove, como livre de teste em animais. Sabemos que os consumidores apreciarão o compromisso de Dove de terminar permanentemente estes testes em todo o mundo e, embora ainda haja muito a ser feito, esperamos que essa conquista inspire outras empresas e marcas de beleza a seguirem o exemplo”.

Essa conquista é só o início de um compromisso ainda maior da Unilever, dona da marca, que confirma apoio à proibição mundial de testes em animais para cosméticos. “Esse método foi proibido na Europa desde 2013, e esperamos que a adoção global acelere a aceitação regulamentar de abordagens alternativas e, assim, remova requisitos para testes em animais para cosméticos em qualquer parte do mundo”, comenta David Blanchard, diretor de P&D da Unilever.

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O trabalho da companhia sobre alternativas a este método e seu objetivo de promover a adoção de cruelty free também foi reconhecido pela Peta, que passa a listar a Unilever como uma “empresa que trabalha para a mudança regulatória”. Ou seja, indica que a companhia não tem a prática de realizar testes em animais para suas demais marcas, exceto em países que seja exigido por lei.

Como parte de seu acordo de apoiar a causa, a Unilever também fará parceria com a Humane Society International (HSI), organização global de proteção animal, para reforçar a iniciativa #BeCrueltyFree, cujo objetivo é divulgar reformas legislativas no mercado de beleza, proibindo testes em animais. Para isso, a Unilever ajudará no desenvolvimento de ferramentas que serão utilizadas em tomadas de decisões sobre segurança de produtos, usando métodos nos quais esses testes não sejam necessários.

“Estamos muito esperançosos de que, por meio da colaboração entre empresas, ONGs e órgãos regulatórios, em breve será possível avaliar a segurança de todos os produtos e cosméticos, sem qualquer necessidade de testes em animais”, concluiu Blanchard.

Tutores podem inscrever seus animais de estimação no concurso “Pet no Calendário”

Os vencedores do concurso estamparão o calendário 2019 da marca e receberão seis meses de alimentação gratuita

No mês em que é celebrado o Dia do Animal (4/10), a Royal Canin lança o concurso “Pet do Calendário 2019”. Sucesso em anos anteriores, a ação elege seis gatos e seis cães de todo o Brasil para estamparem o calendário anual da marca.

Participar é fácil: os tutores de cães e gatos de todo o país devem cadastrar até 3 (três) fotos do seu pet no site da campanha. A comissão julgadora é formada por representantes da Royal Canin do Brasil, responsável por selecionar 50 finalistas. Já a 2ª fase será aberta à votação do público, que elegerá os 12 vencedores que farão parte do calendário 2019 da marca.

“O Pet no Calendário é um momento muito especial para a Royal Canin, em que celebramos a conexão dos tutores e seus pets. Nesta edição, decidimos iniciar o concurso na semana do Dia do Animal como uma forma de homenagear os mais de 70 milhões de pets do Brasil, que tornam as nossas vidas muito melhores”, comenta Aline Domingues, Especialista de Marketing da Royal Canin.

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Os 12 tutores (sendo seis de gato e seis de cão) que tiverem suas fotos selecionadas ganharão seis meses de alimentação gratuita.

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Prazos da promoção:

Cadastro e envio das imagens entre os dias 1º/10/2018 e 4/11/2018.

A votação dos 12 ganhadores será entre 7/11/2018 e 27/11/2018.

O vencedor será divulgado dia 29/11/2018.

Para mais informações, acesse o Facebook, Instagram ou o site da campanha e consulte o regulamento completo da promoção.

Comunicação animal, é possível? Especialistas abordam pontos de vistas sobre o tema

No mês em que se comemora o Dia Mundial dos Animais e o Dia do Cão, muitas pessoas ainda questionam se há comunicação entre animais da mesma espécie e entre espécies. Segundo o professor do curso de Medicina Veterinária da Anhanguera de Anápolis, Marcus Vinicius Garcia de Oliveira, a comunicação entre os animais ocorre utilizando recursos como feromônio, vocalizações ou linguagem corporal.

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“Os latidos possuem timbres diferentes. Estas variações estão relacionadas com o tipo de comunicação que o cão quer estabelecer. A comunicação entre os cães e os gatos também ocorre usando os mesmos princípios (linguagem corporal, feromônio ou vocalizações). Nesse caso, deve-se se salientar que a disputa por território é o principal fator”.

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Foto: Eskimokettu/Pixabay

A comunicação animal com os humanos também é possível. A coordenadora do curso de Ciências Biológicas da Anhanguera de Brasília, Pistão Sul, Giovanna Caramaschi, explica que, de uma maneira geral, os padrões de comunicação dos animais são muito semelhantes aos nossos, de tal forma que diversas espécies que evoluíram em conjunto com a nossa são capazes de reconhecer expressões faciais e padrões de comunicações verbais.

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“Diversos casos de meninos-lobos foram estudados e relatados na Índia. Esse fenômeno ocorreu principalmente no caso de crianças que eram abandonadas muito pequenas nas florestas da região e acabavam sendo adotadas por famílias de lobos que criavam os pequenos como integrantes do grupo”.

Contudo, para Marcus Vinicius, responder como os animais pensam é uma tarefa difícil dada a complexidade do desenvolvimento neural entre os animais (evolução) e a diversidade das espécies, bem como seus comportamentos. Já Giovanna complementa que essa comunicação ocorre de diversas formas, como: acústica, química, tátil, entre outras.

Fonte: Anhanguera

Petz distribui paper toys para comemorar o Dia dos Animais

Para colecionar, basta baixar do site os bichinhos de papel, imprimir, recortar e montar

Cachorro, gato, porquinho da índia, hamster, periquito, ferret, peixe, coelho, rato e tartaruga. Agora os apaixonados por pets podem ter todos esses bichinhos de papel para brincar e colecionar. No Dia dos Animais, a Petz disponibiliza online os paper toys. Basta entrar no site, baixar os desenhos, imprimir, recortar e montar conforme as instruções.

A página traz os bichinhos, as explicações e um vídeo que mostra como fazer. Além de divertir toda a família, o paper toy é um ótimo exercício de concentração e foco para a mente. E, depois de pronto, vira também um item de decoração. “A ação marca o posicionamento da Petz de estar presente na vida da gente e de potencializar a relação entre pets e pessoas”, afirma Bia Ferman, responsável por conteúdo e redes sociais da empresa.

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Para baixar, clique aqui.

Fonte: Petz

Dia Mundial do Animal: em 20 anos, Aila mudou a vida de vários deles

Aliança Internacional do Animal trabalha no Brasil há 20 anos e contabiliza mais de 100 mil esterilizações filantrópicas, 15 mil resgates, 14 mil adoções responsáveis, aprovação de lei que aboliu animais em circos e construção da primeira clínica veterinária em uma comunidade carente no país

 

Segundo dados da OMS (Organização Mundial de Saúde), o Brasil tem mais de 30 milhões de animais abandonados, sendo 10 milhões de gatos e 20 milhões de cachorros, o que representa um grave problema de saúde pública. Segundo a médica-veterinária Ana Carolina Junqueira, os animais podem transmitir doenças infectocontagiosas, conhecidas como viroses, e que podem levá-los a óbito.

Alguns exemplos são a cinomose, a parvirose, a leptospirose, a raiva, disseminada pela saliva do animal infectado e pela mordida, e muitas outras. “Entre os animais de rua também tem um tipo de tumor que é sexualmente transmissível e chama-se Tumor de Sticker”, alerta a médica-veterinária.

Além das doenças, há o risco de superpopulação, já que esses animais não são esterilizados. Negligenciados e indefesos, eles ficam expostos à falta de vacinação e vermifugação, à violência, à fome, à sede, aos atropelamentos e a maus-tratos de todos os tipos. Quem nunca viu ou ouviu histórias de resgates extremos?

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Diante de um quadro tão desolador, ONGs como a Aila (Aliança Internacional do Animal) trabalham para ajudar a oferecer mais dignidade e qualidade de vida aos animais, com ações de conscientização da população, vermifugação, esterilização, vacinação, alimentação, desenvolvimento, campanhas de adoção responsável, além de abrigá-los em espaços planejados de acordo com suas necessidades. Em 20 anos de trabalho, a Aila comemora mais de 100 mil esterilizações filantrópicas, 15 mil resgates, 14 mil doações responsáveis e aprovação da Lei nº 14.014, de 30 de junho de 2005, responsável por abolir animais em circos em vários municípios e estados brasileiros.

“Nesses 20 anos, conseguimos salvar uma quantidade inestimável de vidas”, comemora Ila Franco, americana que trabalha há mais de 40 anos em prol dos animais e é fundadora da Aila. Em 2001, eIa e sua equipe levaram a pioneira Umee (Unidade Móvel de Esterilização e Educação) para as ruas de comunidades carentes. A unidade móvel serviu como clínica durante dois anos.

Com a demanda crescente de novos atendimentos, construíram uma clínica veterinária em Paraisópolis, a primeira do tipo no Brasil. Na época, mais de 140 mil pessoas viviam ali. A Umee passou, então, a ser usada apenas para visitar outros bairros. Hoje, está parada por falta de verba para mantê-la em funcionamento.

Ainda há muito a ser feito pelos animais. Para os próximos anos, Ila espera conseguir realizar mais esterilizações e poder educar a população em relação aos direitos fundamentais dos animais. Para isso, toda ajuda financeira e mão de obra voluntária são mais do que bem-vindas.

Sobre a Aila (Aliança internacional do Animal)

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Ila Franco trabalha focada na vida plena e segura dos animais há mais de 40 anos. Em 1999, ela fundou a Aila (Aliança Internacional do Animal) aqui no Brasil, uma entidade filantrópica não governamental, sem fins lucrativos, que tem como objetivo defender o bem-estar animal por meio de ações educativas junto às comunidades, oferecendo formação humana voltada ao respeito à vida em todas as suas manifestações. (Veja vídeo sobre a ONG clicando aqui).

A organização resgata animais vítimas de maus-tratos e oferece todo o suporte necessário para reinseri-los à sociedade. Os pets acolhidos recebem tratamento clínico, são vermifugados, vacinados, esterilizados, alimentados, cuidados com amor e preparados para adoções responsáveis. A Aliança Internacional do Animal e seus parceiros acreditam que os animais, assim como os seres humanos, têm direito à liberdade e à vida digna. Por isso, julgam inaceitável, sob quaisquer circunstâncias, a crueldade entre ambas as espécies.

Atualmente, a instituição abriga em torno de 1100 animais, entre cães e gatos. Eles são acomodados num espaço de 120 mil m², em Cotia, SP, divididos de acordo com suas condições. Quando são acolhidos pela Aila, passam por uma triagem com veterinários. Depois, são acomodados de acordo com suas necessidades físicas e emocionais, nos chamados núcleos, com casas suspensas de madeira e alvenaria em tamanhos confortáveis aos cachorros. Protegidos do frio e da chuva, eles ainda contam com lagos para se refrescar em dias de calor intenso, móveis para descansar, brinquedos, água limpa, alimentação saudável e equilibrada, espaço abundante para se exercitar, natureza farta e muito amor e atenção.

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Assim como os cães, os gatos ficam em um local amplo só para eles, divididos de acordo com o quadro de saúde de cada um, com todos os acessórios necessários para seu conforto.

Informações: Aila

Projeto pretende ajudar animais abandonados em aldeias indígenas

O projeto Animais da Aldeia visa ajudar os animais nas aldeias indígenas do Jaraguá, região noroeste da cidade de São Paulo. A região sofre diariamente com o abandono de animais. Há uma estimativa de que, atualmente, existam 800 animais abandonados na região. E esse número não para de aumentar.

O objetivo do projeto é auxiliar os indígenas nos cuidados com os animais, oferecendo ração e ajuda com cuidados veterinários, e tudo isso só será possível por meio de doações.

Com o Primeiro Evento de Adoção, um grupo de voluntários irá levar alguns dos animais adotáveis, cães e gatos, para que os interessados possam conhecer e se apaixonar. E, assim, mudar a vida desses seres negligenciados. Os peludos esperam por vocês!

Os interessados em adotar precisam levar RG, CPF e comprovante de residência. Além disso, os responsáveis pelo evento pedem uma contribuição de R$ 80,00 no ato da adoção. A renda arrecadada servirá para aliviar a fome daqueles que permanecem nas aldeias. Doações de ração, medicamentos e tudo o mais que pode ser usado pelos animais são bem-vindas.

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Local: MaisPets Alphaville
Endereço: Rua Alameda Rio Negro, 877
Dia: 29 de setembro
Horário: das 11h às 16h
Informações: Facebook