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Bar Pátio SP participa pela primeira vez do projeto Rabo de Galo

Com receitas exclusivas, para cada drinque vendido, R$ 1,50 será revertido para Slow Food do Brasil

O coquetel chamado de rabo de galo é tipicamente brasileiro e está entre os mais consumidos no país. Como uma homenagem a este clássico, acontece a 2ª edição do projeto Rabo de Galo, de hoje (13 de setembro) a 1º de outubro.

Desde o princípio, o coquetel tem como base dois ingredientes: cachaça e bitter (infusão amarga de raízes, folhas, frutos e/ou especiarias em bebida alcoólica neutra). No projeto, o barman de cada bar participante usa a criatividade e os conhecimentos em coquetelaria e cria uma receita especial do rabo de galo utilizando a cachaça Yaguara branca, orgânica ou ouro.

Um dos bares participantes, em São Paulo, é o Pátio SP, localizado na esquina das ruas Mourato Coelho e Wizard, na Vila Madalena. Lá está o bartender João Vieira – entre drinques, copos e bebidas desde 1999 – que elaborou uma receita para participar do projeto, que leva: cachaça Yaguara ouro, vermute e bitter de laranja, a R$ 22. “Optei pelo simples e funcional, menos é mais, porque não queria fugir do padrão. Usei o bitter de laranja que deixa o sabor mais elevado. O resultado é um coquetel suave e refrescante” diz Vieira. “Também usaremos um gelo especial quadrado, ele demora mais para derreter e não fica aguado. O sabor fica igual do começo ao fim, fica refrigerado”, explica.

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Para cada drinque vendido no projeto, R$ 1,50 será doado para o Slow Food do Brasil, movimento que, entre outras coisas, luta pelo reconhecimento do patrimônio gastronômico do país.

História do Coquetel

Por volta de 1950, a fábrica do vermute Cinzano veio para o Brasil. Em pouco tempo, a empresa italiana percebeu que o que o brasileiro consumia era cachaça e não vermute. Foram, então, inventando maneiras de adaptar o produto deles ao mercado. Misturaram vermute e cachaça e desenvolveram um copo exclusivo com as linhas da marcação das doses para fazer um coquetel. “Até aqui, vermute. Daqui pra cima, cachaça.” Para essa criação, deram o nome de cocktail, termo já usado há tempos nos EUA para nomear a mistura de bebidas. Não demorou muito e, para aproximar as pessoas do drinque, traduziram para Rabo de Galo (Cock, galo em inglês, e Tail, rabo).

Projeto Rabo de Galo

O Rabo de Galo foi inventado no Brasil e é um dos coquetéis mais vendidos no país. Para homenagear esse clássico e fortalecer seu reconhecimento como legítimo representante da coquetelaria brasileira, chega à sua segunda edição o Projeto Rabo de Galo. A cachaça Yaguara, criadora do projeto, convidou grandes nomes da coquetelaria de São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS) para a ação. Durante o período, cada chef de bar das casas participantes apresentará sua versão exclusiva do drinque.

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Pátio SP Bar –  Rua Mourato Coelho, 1.272, Vila Madalena, São Paulo  – Horário de funcionamento: terça a quinta das 17h à 1h; sexta das 17h às 2h; sábado das 12h às 2h e domingo das 12h às 23h.

 

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13 de Setembro: Dia da Cachaça

Delfino Golfeto, o Embaixador da Cachaça no Brasil, explica como avaliar uma boa cachaça de alambique

O especialista, que preside a rede Água Doce – Sabores do Brasil, com mais de 90 restaurantes com uma carta de cachaças degustada e aprovada por ele, com cerca de 100 rótulos, alerta: nem toda marca que faz um bom marketing é uma cachaça artesanal, de alambique

A cachaça é o verdadeiro destilado nacional. Delfino Golfeto, considerado o Embaixador da Cachaça no Brasil, defende a versão artesanal, de alambique, como um produto nobre, que deve ser apreciado como uma bebida especial.

“Foi-se o tempo em que as pessoas tomavam a ‘pinguinha’ no boteco e eram discriminadas. Primeiro, porque pinga e cachaça são muito diferentes. Pinga é um produto sintético, cheio de produtos químicos e vendido comercialmente, em larga escala. Já a cachaça é produzida a partir da fermentação da cana de açúcar, em tonéis de madeira, naturalmente. Esse nobre produto, de alambique, é artesanal e, como já citei, natural. Não tem qualquer adição química e seu sabor é completamente diferente. É esse o nobre produto nacional, que deve ser apreciado e valorizado”, diz ele.

Em sua rede de restaurantes, a Água Doce – Sabores do Brasil, há uma carta de cachaças degustada por especialistas, na qual figuram somente produtos de altíssima qualidade, que são avaliados a cada dois anos. “Nós degustamos uma a uma e as que perdem qualidade são excluídas do cardápio”, explica Golfeto.

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Aqui, ele mostra como avaliar uma boa cachaça:

– Quando se toma uma cachaça, é preciso observar a ‘agressividade’, a acidez, o sabor alcoólico inicial e residual. A doçura também deve ser observada: é positiva se ela for resultante dos compostos doces do próprio produto e do método de armazenamento (quando também recebe açúcares provenientes da madeira na qual a cachaça é armazenada). É negativa quando é resultante da adição de sacarose. Muitas vezes, o açúcar mascara sabores ruins;

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– Uma boa cachaça é límpida, transparente e sem resíduos. O degustador também avalia a aparência da bebida e não só o seu sabor. Em seguida, ele a cheira: o aroma deve ser agradável e dar vontade de continuar cheirando – além de despertar a vontade de saboreá-la;

– A boa cachaça deixa no copo uma oleosidade que escorre lentamente. É por isso que o cálice deve liso, transparente e de boca larga. A bebida queima agradavelmente na boca, “descendo bem suave”;

– O degustador de cachaça, quando a coloca em contato com a língua por alguns segundos, sabe definir o paladar: adocicado, ácido, amargo ou salgado.

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– No processo de degustação de várias cachaças de gradação alcoólica diferentes é importante tomar água mineral gasosa e comer pedaços de pão puro.

– Para degustar uma dose, o ‘cachaçólogo’ demora de 15 a 20 minutos. Um coquetel e uma batida requerem de 20 a 30 minutos.

– Geralmente, a boa cachaça tem aroma suave. Alguns degustadores costumam agitar a garrafa para verificar a quantidade de bolhas que se formam. Quanto maior o número de bolhas, melhor a qualidade da bebida.

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– A busca pela qualidade começa no preparo do solo. O processo requer a escolha correta do terreno, um bom preparo do solo e a seleção criteriosa da variedade da cana. O plantio precisa ocorrer na época correta, assim como a colheita. A moagem, extração da sacarose, fermentação e destilação são igualmente importantes.

– A cachaça de qualidade precisa ficar armazenada por, no mínimo, dois anos numa boa madeira. Se ficar acima de oito anos, vira produto nobre e ganha status.

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Informações: Água Doce

Sagatiba tem pack especial para presentear pais que gostam de cachaça

Todo ano bate aquela dúvida de qual o melhor presente para o Dia dos Pais. Buscamos algo diferente e, por vezes, acabamos repetindo o presente. Então, que tal inovar com algo criativo e tipicamente brasileiro para o seu pai esse ano? Sagatiba preparou um pack com uma garrafa de Sagatiba Envelhecida – cachaça premiada internacionalmente, de alta qualidade, envelhecida por no minimo dois anos em barris de carvalho americano, anteriormente usados na produção de de bourbon nos EUA – com dois copos de shot para apreciar a bebida.

O liquido é produzido artesanalmente em pequenos lotes em uma fazenda no interior de Minas Gerais, teve seu processo aperfeiçoado para criar uma bebida única. A cana-de-açúcar fresca é moída menos de 24 horas após sua colheita e fermentada com uma levedura exclusiva para depois ser destilada em alambique de cobre e envelhecida por pelo menos dois anos em barris de carvalho americano com torrefação intensa (ex-Bourbon).

Com graduação alcóolica de 38%, a cachaça possui um buquê agradável, sabor suave a corpo macio. Perfeita para os pais degustarem pura com um bom petisco ou nas mais variadas combinações e caipirinhas (receita sugestão no verso do pack). Recentemente, Sagatiba Envelhecida conquistou diversos prêmios internacionais, que comprovaram a alta qualidade do produto, sendo medalha de ouro pelo BTI (Beverage Tasting Institute) em Chicago, prata pelo New York Internacional Spirits Competition, prata pelo San Francisco Word Spirits e double gold pela Blue Lifestyle.

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Preço sugerido: R$ 59,90

Que tal uma caipirinha diferente para o Dia dos Pais? Conheça uma versão com abacaxi e pimenta:

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Ingredientes
– 50 ml de Sagatiba Envelhecida
– ½ limão
– 2 fatias de abacaxi
– 2 colheres de sopa de mel
– 1 punhado de pimenta rosa

Modo de preparo
Em uma coqueteleira, adicione o limão cortado em cubos, as fatias de abacaxi e o mel. Macere suavemente. Adicione gelo, a dose de Cachaça Sagatiba e bata todos os ingredientes. Sirva em um copo baixo, adicione a pimenta rosa para decorar e aproveite.

Informações: Sagatiba

 

10 motivos para ir ao 1° Festival de Inverno de Cabreúva

Durante os dias 8 e 9 de julho, a cidade de Cabreúva sedia seu primeiro Festival de Inverno. Se você está procurando uma opção de viagem no inverno, veja dez motivos para escolher o Primeiro Festival de Inverno de Cabreúva.

1. É gratuito!
Totalmente gratuito, o Festival vai acontecer na Praça Comendador Martins, Centro de Cabreúva. A principal atração vai ser um show da banda Ira!, que vai se apresentar no novo formato, o Ira!Folk, um show com somente voz e violão.

2. Cabreúva

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Localizada na Serra do Japi, fica apenas há 80 quilômetros da capital do estado, Cabreúva vem atraindo turistas por vários motivos. A cidade possui 100% de território de Área Preservada Ambiental (APA), portanto tem inúmeras belezas naturais. Além disso, possui um charme de cidade histórica do interior, por conta de seu centro ter preservado a praça central, e mais algumas propriedades.

3. Queijo produzido na cidade

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Um dos destaques gastronômicos do festival é o queijo produzido no Sítio 7 Luas. O produtor, foi aprender técnicas de produção de queijo na Alemanha e Suíça. Hoje em dia, elabora os queijos mais famosos da região. Além do queijo, no Festival de Inverno, ele fará queijos quentes com pão caseiro.

4. Caldo Verde da Nena
Desenvolvido pelo Restaurante da Nena, o caldo verde tem uma receita única, que transforma o tradicional caldo verde em um dos pratos mais procurados da cidade.

5. Cocada histórica
A Dona Maria Bonini aprendeu uma receita de cocada que faz sucesso até hoje. Abriu a Oficina dos Doces da Tia Maria em 1955, e agora sua receita de cocada assada está quase para virar patrimônio cultural da cidade. Cremosa, e com sabor único, tem muita gente de fora que dá uma passada em Cabreúva para experimentar.

6. Canja de Cabreúva
De todas as particularidades da culinária cabreuvana, a canja do Bistrô do Sossego é uma das mais famosas. Receita passada de geração em geração, a cozinheira já cozinha colocando os ingredientes no olho. Acrescentando cheiro verde à gosto, dá um sabor diferenciado.

7. Cidade da pinga

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Além de ser conhecida como a cidade da amizade, Cabreúva ainda é muito reconhecida como roteiro da pinga. Seus alambiques produzem as melhores cachaças do estado. Os produtores Rainha da Praia e Vilela estarão no festival.

8. Vila Cervejeira
A Vila Cervejeira vai ser uma das áreas no Festival de Inverno. Os visitantes poderão degustar cervejas artesanais elaboradas do mais puro malte e sem conservantes, ideal para harmonizar com as comidas típicas da estação.

9. Gastronomia que não acaba nunca

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Culinária japonesa, caldo de queijo no pão italiano, hambúrguer, escondidinho de costela e outros pratos desenvolvidos somente para o festival estarão lá. E quem não gosta de estar com a barriga cheia no frio?

10. Opção confortável para o inverno

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Com temperaturas parecidas com o de Vale do Ribeira, a cidade de Cabreúva não fica atrás para quem quer curtir o frio. Com boas opções de hospedagem, a cidade é bem confortável para quem quer passar uns dias.

Serviço:
1º Festival de Inverno de Cabreúva
Local: Praça Comendador Martins – Centro
Data: de 08 a 09 de julho (sábado e domingo)
Horário: Sábado das 18h às 24h
Domingo das 11h às 16h

Receitas de drinques para deixar as estações do ano mais especiais

 

Zero-Cal, líder absoluta em adoçantes no Brasil, apresenta série de vídeos “As Quatro Estações de Zero-Cal”, com receitas de drinques exclusivos feitos com Zero-Cal Sucralose para os consumidores aproveitarem ainda mais as diferentes estações do ano. Em parceria com o mixologista Dhyan Mesquita, foram criados drinques inéditos, alcoólicos e não alcoólicos, para mostrar que é possível fazer bebidas deliciosas e práticas com adoçante e ainda ter o sabor doce como o açúcar, com zero calorias.

Cada estação contará com três vídeos que ensinarão a preparar drinques específicos para manhãs, tardes e noites, e abordarão as características de cada estação, como ingredientes e temperatura mais adequados para cada época do ano.

O objetivo da marca com a ação é oferecer conteúdos digitais diferenciados e práticos para se aproximar ainda mais do público jovem. Além disso, o visual convidativo e envolvente dos vídeos também busca incentivar a variação do uso da sucralose, que é o adoçante ideal para quem adora o sabor doce do açúcar, mas quer adotar uma vida mais saudável.

Confira abaixo os três primeiros vídeos da série, com sugestões de drinques e sucos deliciosos. Os próximos filmes serão lançados no decorrer de cada uma das estações e poderão ser assistidos no Facebook de Zero-Cal e no canal oficial da marca no Youtube.

Frozen de Limão Siciliano e Iogurte Grego – veja o vídeo

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Ingredientes:
1/2 xícara de iogurte grego, 50 ml suco de limão siciliano, 50 ml de água, 5 cubos de gelo e 2 sachês de Zero-Cal Sucralose.

Modo de preparo: Bater tudo no liquidificador e servir!

Dica especial: Raspe a casca do limão siciliano para finalizar.

Frapuccino Cream de Maracujá com Vanilla – veja o vídeo

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Ingredientes:
1/2 xícara de leite, 1/2 xícara de iogurte grego, 1 xícara de café expresso, 2 colheres de sopa de polpa de maracujá, 3 gostas de essência de baunilha, 3 cubos de gelo e 2 sachês de Zero-Cal.

Modo de preparo: Bata tudo no liquidificador e servir!

Dica especial: Finalize com chantilly e maracujá fresco.

Caipirinha de Abacaxi, Água de Coco e Alecrim – veja o vídeo

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Ingredientes:
1 dose cachaça, 3 cubos de abacaxi, 30 ml de água de coco, 1 ramo de alecrim, 1 sachês de Zero-Cal Sucralose e 4 cubos de gelo.

Modo de preparo: Macerar o abacaxi com um pequeno pedaço do ramo de alecrim e Zero Cal, adicionar o gelo, cachaça e sheikar bem. Finalizar completando com água de coco e o restante do ramo de alecrim para decorar!

Dica especial: Finalize com gelo picado por cima da caipirinha, adicione lascas de coco e alecrim fresco para decorar.

Informações: Zero-Cal

Simples Assim oferece vasta carta de cachaças em Curitiba

Cachaça, pinga, cana ou branquinha. O nome não importa, mas não se discute que a aguardente é uma bebida de grande importância cultural, social e econômica para o Brasil. Pensando neste histórico, o bar curitibano Simples Assim elaborou uma carta especial para os seus clientes, que traz as principais cachaças brasileiras.

“Desde que foi inaugurado, há três anos, o Simples Assim tem como objetivo principal unir cervejas e cachaças especiais a um cardápio com as tradicionais comidinhas de boteco. Pensando nisso, fizemos uma seleção bem criteriosa para oferecer as melhores opções para o nosso público. Hoje, temos uma das principais cartas de cachaças de Curitiba”, explica o chef Guilherme De Rosso.

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Atualmente, o estabelecimento oferece uma carta com 26 rótulos de cachaças. São bebidas de alta qualidade e premiadas, vindas dos estados do Paraná, Rio Grande do Sul e Minas Gerais. Os destaques paranaenses ficam por conta da Porto Morretes Prata, Porto Morretes Ouro, Cataia Made in Morretes e Banana Made in Morretes.

Do Estado de Minas Gerais, um dos principais produtores de cachaças do Brasil, chegaram, entre outras, as premiadas João Andante, Prazer de Minas, Casa dos Ventos e Saliníssima. Já do Rio Grande do Sul, o Simples Assim tem como destaque as cachaças Weber Haus, Harmonie Schnaps Ouro e Terra Vermelha.

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Informações: Simples Assim

 

Cachaça Mazzaropi agora nos supermercados St Marche, em São Paulo

Lojas da rede oferecem a versão escura da premiada bebida, envelhecida em barris de carvalho francês

Paulistanos que apreciam uma boa cachaça artesanal, como a Mazzaropi, agora podem degustá-la em casa, sem obrigatoriamente precisar ir aos bares e restaurantes da cidade que a vendem, como o Esquina Mocotó e o Cão Véio. É que a rede de supermercados St Marche, com diversas unidades na capital paulista, fechou uma parceria com a distribuidora Amburana e passou a oferecer aos clientes a cachaça Mazzaropi na versão escura, que é envelhecida em barris de carvalho francês – a bebida também está disponível nas versões clara e blend.

Produzida artesanalmente num alambique de São Luís do Paraitinga (SP) desde 1985 e tendo o processo de envelhecimento realizado em Taubaté (SP), a cachaça Mazzaropi escura é licorosa, moderadamente picante, de cor caramelo, ingestão aveludada e lágrimas densas e consistentes. A composição aromática é de tons amadeirados intensos, de café, chocolate, especiarias e frutas secas.

O cuidado e o rigor que acompanham o processo de produção da bebida fazem com que a cachaça Mazzaropi seja reconhecida no mercado por sua alta qualidade. Não à toa, a bebida está na carta de bares e restaurantes renomados, como o Esquina Mocotó, do chef Rodrigo Oliveira, e o Cão Véio, comandado por Henrique Fogaça, um dos jurados do programa MasterChef, ambos da capital paulista.

Além disso, conquistou diversos prêmios, como o primeiro lugar no Concurso de Avaliação da Qualidade da Cachaça, promovido pela USP São Carlos, com o blend quatro anos. As variações clara e escura, ambas envelhecidas, ficaram em segundo lugar na mesma avaliação. A cachaça ganhou ainda medalha de prata no Concurso Mundial de Bruxelas de 2015 e é a 17ª colocada no Ranking da Cachaça, elaborado pelo grupo Cúpula da Cachaça, integrante da Câmara Setorial da Cachaça, do Ministério da Agricultura do Brasil.

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Com produção entre 5 mil e 6 mil litros por ano, a bebida é vendida, além de São Paulo, nas cidades de Belo Horizonte, Campos do Jordão, Pindamonhangaba, Taubaté e Ubatuba.

Informações: Cachaça Mazzaropi 

Sagatiba lança versão saborizada

 

Com uma proposta totalmente inovadora, Sagatiba reinventa uma tradicional mistura brasileira e apresenta uma nova categoria de saborizadas no mercado nacional. Sagatiba Mel, Lima e Limão introduz o sabor da lima como diferencial com criatividade e modernidade. Além do sabor da lima, o produto tem como base a cachaça Sagatiba Cristalina, que é multidestilada, um processo de produção que destila o líquido mais de uma vez, eliminando qualquer impureza e garantindo um sabor único.

A novidade chegoi às lojas e bares em fevereiro e faz parte da estratégia de reposicionamento da marca iniciado em 2016 com a reformulação das embalagens dos produtos Sagatiba Envelhecida e Sagatiba Cristalina. Além do novo sabor – que levou cerca de um ano para ser desenvolvido –, a embalagem é um diferencial. Colorida e chamativa, a garrafa não vai passar desapercebida pelos consumidores.

Pronta para beber, Sagatiba Mel, Lima e Limão deve ser consumida bem gelada ou com gelo. A garrafa de 700 ml com preço sugerido de R$ 40,00, é uma pedida perfeita para curtir o Carnaval e também para compartilhar no churrasco, no esquenta, na praia, no happy hour, em qualquer época do ano.

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“Sagatiba dá um toque de inovação em tudo o que faz. Foi assim logo em seu lançamento há 12 anos, quando a bebida ficou conhecida por trazer uma abordagem diferente para a categoria, com um posicionamento premium, uma garrafa moderna, um líquido de alta qualidade e pureza. Agora a ideia é ampliar a família Sagatiba para o consumidor trazendo mais criatividade e reinventando o segmento”, explica Marina Santos, diretora de marketing do Gruppo Campari.

A família Sagatiba

Sagatiba Cristalina: multidestilada em coluna de aço, na qual durante todas as etapas da produção a bebida entra em contato apenas com revestimentos de aço inox, bloqueando influências de sabores externos. Um sistema de aquecimento de destilação por vapor indireto mantém as características originais da cana-de-açúcar como o aroma e o sabor. O processo de alto padrão de qualidade, resulta em uma cachaça destilada premium com sabor suave, aroma agradável, graduação alcóolica de 38% e aspecto cristalino, ideal para a preparação de caipirinhas e coquetéis. Medalha de ouro pelo BTI (Beverage Tasting Institute).

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Sagatiba Envelhecida: produzida artesanalmente em pequenos lotes em uma fazenda no interior de Minas Gerais, teve seu processo aperfeiçoado para criar uma bebida única. A cana-de-açúcar fresca é moída menos de 24 horas após sua colheita e fermentada com uma levedura exclusiva para depois ser destilada em alambique de cobre e envelhecida por pelo menos dois anos em barris de carvalho americano com torrefação intensa. Com graduação alcóolica de 38%, a cachaça possui um buquê agradável, sabor suave a corpo macio. Perfeita para ser apreciada pura ou nas mais variadas combinações e drinques. Medalha de ouro pelo BTI (Beverage Tasting Institute).

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Sagatiba Preciosa: é uma edição limitada de três mil garrafas de um lote único, produzida artesanalmente no “Engenho Central”, uma das usinas mais antigas do Brasil, fundada em 1902 na região de Ribeirão Preto. A bebida foi encontrada no local depois de passar 23 anos envelhecendo em tonéis de carvalho do século XIX, importados da França por Francisco Schmidt. Após ser encontrada por acaso em 2004, a bebida foi filtrada e purificada para preservar e destacar as características originais da cachaça. O resultado é uma bebida intensa de cor dourada e graduação alcoólica de 42%. Sua garrafa de design sofisticado foi desenvolvida pela Saverglass de Paris, uma das mais renomadas empresas de vidro do mundo. Medalha de platina pelo BTI (Beverage Tasting Institute), integrando a categoria Superlative, a mais alta do instituto.

Informações: Sagatiba

Kit de cachaça Premium Santo Grau é opção de presente de final de ano

Um dos presentes preferidos nos festejos de fim de ano são as bebidas como forma de celebrar as conquistas e traçar novas metas. Nessa proposta, o Kit Santo Grau é uma opção certeira, em que o produto legitimamente brasileiro compõe uma embalagem especial. São três garrafas com diferentes rótulos da cachaça Premium e três copos de dose para degustação, conjunto que vai agradar pela excelência.

A marca Santo Grau é referência no setor e reconhecida por preservar as origens e peculiaridades dos melhores engenhos históricos do Brasil. No kit SANTO GRAU estão as cachaças de origem Santo Grau Coronel Xavier Chaves, Santo Grau Paraty e Santo Grau Itirapuã, todas em garrafas de 375 ml. Está disponível em diversos pontos de venda do varejo em todo o Brasil, além de lojas de bebidas e empórios com e-commerce. O preço médio é de R$ 105,00.

Mineira, a Santo Grau Coronel Xavier Chaves é uma cachaça destilada em pequenos alambiques de cobre de baixa capacidade, aproveitando-se somente da parte mais nobre da cachaça. Tem graduação alcoólica de 40% por volume.

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A fluminense Santo Grau Paraty é uma cachaça elaborada pela mesma família desde 1803, possui graduação alcoólica de 43% e é extremamente perfumada, com sabor intenso.

Já a paulista Santo Grau Itirapuã é uma cachaça armazenada em tonéis de carvalho e jequitibá, que resulta em um aroma suavemente amadeirado, com sabor aveludado e macio. Sua graduação alcoólica é de 41%.

Informações: Cachaça Santo Grau Cachaça de Origem

Cachaça: Coleção Espírito de Minas Artistas Brasileiros

Aldemir Martins, Claudio Tozzi, Elifas Andreato, Ivald Granato e Newton Mesquita são os autores das obras exclusivas que ilustram a Coleção Espírito de Minas Artistas Brasileiros

A “Coleção Espírito de Minas Artistas Brasileiros” acaba de ser lançada pela Natique para o mercado nacional e rapidamente está expandindo a atuação da marca no varejo, conquistando novos apreciadores e ampliando as possibilidades de negócios a tempo das festas de final de ano. “Já estamos nas principais capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Curitiba, além de cidades do interior paulista e região do Grande ABC”, comenta Luis Henrique Munhoz.

A marca Espírito de Minas já é referência em cachaça artesanal Premium. E a nova edição especial numerada apresenta, além do sabor com maior presença de madeira por ter envelhecido mais de três anos em barris de carvalho, obras de arte exclusivas nas embalagens, criadas por artistas consagrados, como Aldemir Martins, Claudio Tozzi, Elifas Andreato, Ivald Granato e Newton Mesquita.

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Obra de Elias Andreato

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São cinco diferentes rótulos personalizados e únicos, numerados. As garrafas individuais têm 750 ml e preço sugerido de R$ 85,00. O kit vem com três garrafas de 250 ml e três copos de dose personalizados e custa, em média, de R$ 110,00.

De acordo com Munhoz, a companhia prevê aumento expressivo nas vendas de cachaças em 2016, em torno de 15%, comparando com igual período do ano anterior. E a nova edição Espírito de Minas é um dos principais impulsionadores desse balanço positivo.

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Obra de Claudio Tozzi

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A Coleção Espírito de Minas Artistas Brasileiros já está disponível em empórios, lojas do varejo e e-commerce.

Informações: SAC 0800-558018 / sac@espiritodeminas.com.br