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Life by Vivara lança coleção My Pet, My Life

A Life by Vivara, tradicionalmente conhecida pela pulseira que coleciona momentos
especiais através de pingentes, criou uma linha inovadora, descolada e fashion voltada para pets. Agora o seu cão também pode levar com ele os momentos divertidos que vocês passam juntos.

A coleção My Pet, My Life, possui seis opções de coleiras e guias em diferentes
tamanhos em couro, nas cores da Vivara, salmão e café. Para enfeitar seu melhor
amigo a marca desenvolveu trinta e cinco berloques em prata com variadas raças
como Jack Russell, Golden Retriever, Bulldog francês, Border Collie e Poodle, e
desenhos que remetem ao universo canino para colecionar e combinar.

As peças estão disponíveis nas lojas Vivara, quiosques e no e-commerce da marca, com preços a partir de R$ 120,00 os pingentes, R$200,00 as guias e coleiras a partir de R$ 350,00.

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Eventos para cachorros e tutores serão realizados neste sábado em São Paulo

Sábado, 20 de outubro, das 11 às 17 horas, estará na unidade Cobasi Marginal Tietê, a turma da Bayer composta por cães que viajam todo o Brasil. Os cãezinhos da turma irão apresentar seu show de agility e interagir com os espectadores. E, enquanto não ocorre a apresentação, os pets dos espectadores podem se exercitar nos obstáculos.

Quem participar do evento também poderá tirar lindas fotos com essa turminha. Para mais informações sobre a turma acesse o site aqui.

Essa apresentação faz parte da comemoração dos 33 anos da Cobasi que ocorre no mês de outubro. Será um mês com uma densa programação de eventos nas unidades Cobasi de todo o Brasil.

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Apresentação de Agility Turma da Bayer
Organização: Cobasi e Bayer
Data: 20/10
Local: Cobasi Marginal Tietê – Rua Maria Prestes Maia, 745
Horário: das 11 às 17h

 

Cobasi patrocina Action Race no Ibirapuera e leva atrações para pets

Outro evento que será realizado neste sábado, no Parque Ibirapuera, é a Action Race, da Academia Action 360, realizada em parceria com a Corrida Insana. A corrida consiste em um circuito de 3km entre obstáculos infláveis gigantes.

Além da corrida, o evento traz atrações como oficina de pilates, exame de bioimpedância (analisa a composição corporal), eletroestimulação, oficina de contação de histórias, entre outros.

A Cobasi, além de patrocinadora do evento, levará atrações para a família e seus animais de estimação, como um show de cães, as 10 horas, com o grupo Estrelas Animais formado por pets que já fizeram filmes e comerciais e avaliação nutricional dos animais. Será também distribuídos balões e cupom de desconto.

A corrida não tem restrições quanto à participação, nem limite de idade. A única exigência é que a pessoa tenha altura mínima de 1,05 metro. As largadas são em ondas com cerca de 170 pessoas por vez, o que garante segurança e permite que grupos pratiquem a atividade juntos e sem atropelos. Não há cronometragem, nem obrigatoriedade de ultrapassar todos os obstáculos do percurso.

As inscrições devem ser feitas pelo site oficial do Circuito Insano ou clicando aqui.

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Action Race
Data: 20 de outubro
Horário: 8h
Local: Parque do Ibirapuera

Show de Cães
Horário: 10h

Fonte: Cobasi

Purina Dog Chow apoia ação com entregadores aposentados

Em parceria com o Projeto 50 Mais e a Cobasi, marca realizará entregas especiais em São Paulo, até o final de outubro, no lançamento de Dog Chow Adulto 7+

Nestlé Purina acredita que pessoas e pets vivem melhor juntos e compartilha o compromisso em proporcionar uma vida longa e saudável aos pets. Com isso, Purina Dog Chow, marca de alimentos premium para cães lança uma ação especial, em São Paulo, apoiando o Projeto 50 Mais, que proporciona oportunidades de remuneração por meio de entregas para aposentados acima dos cinquenta anos, em parceria com a Cobasi.

A ação possibilita que as vendas do lançamento de Dog Chow Adulto 7+, realizadas pelo site da Cobasi, até o final de outubro, sejam entregues por um motorista sênior, do Projeto 50 Mais. O consumidor que participar da ação ganhará um colchonete exclusivo para o seu cão e será surpreendido por uma carta com a foto e relato de quem realizou a entrega.

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“Queremos chamar a atenção para a qualidade de vida na idade sênior, transformando histórias e famílias que acompanham de perto as necessidades nessa fase de vida que é compartilhada entre pessoas e seus pets. Purina Dog Chow sabe que o cão é parte da família e entende que essa fase especial exige ainda mais cuidado, carinho e nutrição e por isso buscamos essa parceria”, conta Christiane Amorim, diretora de marketing da Nestlé Purina no Brasil.

Depois dos sete anos, o cachorro precisa receber alimentação apropriada à sua idade para viver saudável e ativo. Dog Chow Adulto 7+ é especialmente formulado com ingredientes e nutrientes de alta qualidade, que ajudam a digestão, mantêm a condição corporal ideal e dentes e ossos fortes, proporcionando mais saúde e vitalidade aos cães por mais tempo.

50 Mais

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O Projeto 50 Mais é uma plataforma de entrega formada por aposentados que utilizam de sua sabedoria, dedicação e seriedade como uma oportunidade de remuneração no mercado atual. Com auxílio de tecnologia móvel, cada courrier entrega as encomendas nos bairros em que residem, levando o sorriso de sua experiência a cada entrega realizada.

Fonte: Nestlé Purina

Salvar

O passeio é do cachorro, e não do tutor

A famosa “voltinha” pode até ser um alívio para os tutores, mas não deixa de ser estressante para os animais se alguns cuidados básicos não forem seguidos

 

Ao caminhar pelos bairros de São Paulo é comum vermos pessoas passeando com os cães, seja tutor, dogwalker, ou, até mesmo, um zelador dos prédios da redondeza, que busca uma grana extra. O passeio, aparentemente simples, esconde cuidados que, se não realizados, transforma o momento que deveria ser divertido, em uma ocasião estressante para o animal. Por isso, é preciso ter em mente que este momento é do animal e não da pessoa que o leva. Para proporcionar uma recreação prazerosa, Carolina Rocha, veterinária e fundadora da PetAnjo, separou algumas dicas:

mulher cachorro passeio caminhada

Escolha uma rota tranquila: tente procurar um caminho mais arborizado e sem muito tumulto. Os episódios mais estressantes para os animais são: aproximação de outros cães, pessoas desconhecidas querendo fazer carinho, que sejam impedidos de farejar e fazer necessidades, barulho de skate, bicicleta, moto e crianças correndo. Evite essas situações;

Prestar atenção aos sinais corporais: medo, ansiedade, agressão, latidos, brincadeiras e temperatura corporal, principalmente em animais com focinhos curto;

cachorro na grama

Verifique o ambiente: todo animal é curioso, por isso, atenção aos objetos e restos de alimentos que estão no chão. Machucados como cortes e abrasões também ocorrem, é preciso estar atento ao espaço;

cachorros brincando

Animais soltos na rua: atenção também precisa estar voltada para outros animais abandonados ou sem guia. Ao perceber isso,  vire para o outro lado do cão, mude de sentido fazendo com que ele ignore o outro animal;

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Foto: Pixabay

Coleira: é importante verificar o estado da coleira e guia, e evitar puxões. Os animais precisam de espaço para cheirar e ter estímulos diferentes;

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Tempo: todo cachorro, independente da raça, precisa ter pelo menos 30 minutos de passeios diários. Além de estimulação física, a caminhada traz benefícios mentais; Antes de sair para o passeio, mostre ao cachorro que ele está indo para algo divertido, mas calmo. Sempre dar um tom focado antes mesmo da caminhada. Isso evita ansiedade, reatividade e latidos do cão.

Além de todos esses cuidados, os tutores precisam ter consciência da importância de colocar seus cães nas mãos de profissionais que entendam do assunto. Saber que passear com o cachorro não é apenas colocá-lo para ir olhar a rua, pois situações que ocorrem durante essas caminhadas podem acabar causando um trauma ao animal e, muitas vezes, acidentes.

Fonte: Pet Anjo

Diagnóstico precoce de Alzheimer garante bem-estar aos pets

Com o aumento da expectativa de vida, cada vez mais bichinhos de estimação apresentam a degeneração cognitiva, doença que causa mudança no comportamento

Os pets estão vivendo mais e enfrentam os riscos de doenças crônicas e degenerativas. A síndrome da disfunção cognitiva é um dos problemas que têm sido frequentes entre os cãezinhos idosos. Assim como o Alzheimer nos humanos, a doença é caracterizada pelo envelhecimento das células do cérebro.

“Apesar de não ter cura, quando diagnosticada no início é possível retardar o seu avanço e controlar os sintomas, proporcionando cuidados para garantir melhor qualidade de vida aos bichinhos de estimação”, afirma a veterinária Carolina Dias Jimenez, especialista em neurologia da Petz.

Por isso, o Dia Mundial de Conscientização do Alzheimer, comemorado hoje, 21 de setembro, é importante também para alertar sobre os riscos nos bichinhos de estimação. Com o envelhecimento, ocorre a deposição de uma proteína chamada amiloide nos neurônios e em todo tecido cerebral, que causa a morte gradual das células.

Sinais

cachorro deitado doente

A doença se manifesta geralmente a partir dos dez anos, com a desorientação (envolve momentos de agitação e/ou de sonolência), redução de atividade física, mudanças no padrão do sono, perda de memória visual e alteração nos hábitos de higiene. “Eles começam a olhar para o nada, se perdem atrás de móveis, não reconhecem o dono, dormem mais tempo durante o dia e, à noite, ficam zanzando pela casa compulsivamente”, explica a veterinária.

Com a evolução do problema, eles passam a não saber mais como beber água ou comer, não conseguem mais deglutir, podem parar de andar, perder a atividade locomotora, com uma série de consequências à saúde.

Tratamento

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Além do acompanhamento veterinário, o tratamento é feito com antioxidantes, que vão retardar o envelhecimento celular e, consequentemente, a liberação da substância amiloide. Também é usada medicação que aumenta a vascularização no cérebro, melhorando o seu funcionamento. “É uma doença degenerativa, como no ser humano. O acompanhamento veterinário poderá retardar os sintomas e minimizar os efeitos, mas vai continuar evoluindo”, esclarece Carolina.

Quando o animal começa com os sinais neurológicos, é importante fazer uma ressonância magnética ou algum outro tipo de exame mais apurado para excluir problemas como tumor cerebral, que tem tratamento oposto ao Alzheimer. Mas o diagnóstico é clínico, pois nenhum exame mostra as alterações.

Prevenção

Além de ter uma alimentação equilibrada e praticar atividades físicas frequentemente, a indicação é começar com antioxidantes e vitaminas o mais precoce possível, por exemplo, a partir dos 8 anos. Outra opção são rações ricas em antioxidantes que auxiliam no combate aos radicais livres e, por sua vez, combatem o envelhecimento.

Normalmente, as raças pequenas como Yorkshire, Maltês e schnauzer são mais predispostas à doença, principalmente porque a expectativa de vida delas é maior. Para que o pet fique bem, no entanto, a compreensão e atenção dos donos são ótimos tratamentos. Veja abaixo algumas dicas da veterinária.

1 – Não deixar o pet sozinho por longos períodos, já que eles podem ficar confusos ao se enfiarem em lugares restritos da casa e não conseguirem sair, como embaixo de móveis, atrás de portas.

cachorro dormindo cama coberto

2 – Eles vão dormir por mais tempo. Isso acontece não só pela doença, como pelo envelhecimento. O ideal é levá-los mesmo dormindo para fazer as necessidades ou recorrer às fraldas descartáveis (mas nem todos se adaptam).

cachorro idoso

3 – Se possível, deixar o espaço livre onde eles ficam para que possam caminhar, quando desejarem, sem acidentes. Manter a caminha higienizada e respeitar a lentidão nos momentos de passeio.

cachorro comendo

4 – Como podem ocorrer também mudanças no apetite do pet, que troca o dia pela noite, deixe a ração disponível e a água por tempo indeterminado. Converse com o veterinário para indicar opções pastosas para facilitar a mastigação do cão.

veterinarian dogs

5 – Faça check-up e acompanhamento veterinário de seis em seis meses para garantir bem-estar e controlar os efeitos da doença.

Fonte: Petz

Raiva: o que é e como prevenir

Especialistas explicam como evitar a doença que pode comprometer o Sistema Nervoso Central (SNC)

Muito se fala sobre a raiva, uma doença grave que pode comprometer o Sistema Nervoso Central (SNC), mas dificilmente encontramos pessoas que realmente sabem como ela é transmitida, quais são seus sintomas e como prevenir.

Transmitida por meio da saliva de animais infectados, que pode entrar em nosso corpo por meio de uma mordida ou até mesmo após lambedura de uma lesão já existente na pele, o vírus pode viajar até o cérebro humano, causando inchaço ou inflamação.

“O tempo entre a transmissão e o aparecimento da infecção pela raiva é de, em média, 45 dias. os principais sintomas são febre, babar em excesso, dor ou sensibilidade exagerada no local da mordida, excitabilidade, perda de sensibilidade ou força em uma área do corpo, espasmos musculares, agitação, ansiedade, dificuldade de engolir e até mesmo convulsões”, explica Marianna Lago, infectologista do Docway.

Segundo a especialista, caso uma pessoa seja mordida por um animal desconhecido é importante manter a calma e obter o máximo de informações sobre ele. Isso vai facilitar muito o tratamento. A ferida deve ser limpa com sabão e água e um médico deve ser procurado para que sejam realizadas as medidas necessárias. “Se houver risco de raiva, o paciente receberá uma série de vacinas preventivas”, explica a especialista.

As vacinas são aplicadas, geralmente, em cinco doses durante 28 dias. A maioria dos pacientes também recebe um tratamento chamado imunoglobulina humana para raiva (HRIG). “Ele é administrado no dia do acidente, se a probabilidade do animal apresentar raiva for muito alta”, detalha Marianna.

Mesmo não existindo um tratamento efetivo conhecido para raiva, a vacina antirrábica ainda é a melhor maneira de se prevenir o contágio. “E mesmo nessa situação delicada, se possível, entre em contato com o controle de animais para que aquele animal seja capturado de forma segura e caso haja suspeita de raiva, ele possa ficar em observação e receber o tratamento adequado”, aconselha.

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Pixabay

Os animais e a raiva

Quanto aos animais que transmitem a doença, Jueli Berger, veterinária da EsalPet, explica que qualquer mamífero pode ser infectado pela raiva, que afeta o sistema nervoso central e pode levar o animal a óbito em apenas alguns dias após a contaminação. Mas os principais transmissores são animais silvestres como morcegos, gambás e macacos, além de cães, gatos, bovinos, suínos, caprinos, ovinos e equídeos.

Segundo Jueli, nos animais a doença tem um período de incubação que pode variar de 15 dias a dois meses e pode se manifestar de duas formar: a furiosa e a muda. “A furiosa, que é a mais comum, apresenta três fases de sintomas”, detalha a especialista. Na primeira, que costuma durar cerca de três dias, o animal contaminado apresenta mudança de comportamento, esconde-se em locais escuros, não obedece e tem momentos de agitação.

Na segunda fase, o pet começa a se mostrar extremamente agressivo, mordendo e atacando, e sendo comum, inclusive, a automutilação, além de apresentar salivação intensa e latido rouco devido à paralisia dos músculos de deglutição e das cordas vocais causados pela doença. Na fase final, o animal tem convulsões generalizadas, falta de coordenação motora e paralisia do tronco e membros que geralmente após 48 horas evolui para óbito.

cachorro lindo

Já na forma muda, o animal se torna melancólico e calmo demais, esconde-se em locais escuros, não come, não late, não responde aos chamados do dono e, também, apresenta paralisia gradativa dos músculos. “A melhor maneira de prevenção é a imunização adequada. Animais domésticos devem receber uma dose anual da vacina, para que não corram riscos”, completa a veterinária.

 

Unifran realiza o 4º Dia do Cão Idoso

Docentes e alunos do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal e Medicina Veterinária darão orientações aos proprietários de cães com mais de oito anos de idade

A Universidade de Franca (Unifran) realiza no sábado,  dia 25 de agosto, das 9 às 12 horas, o 4º Dia do Cão Idoso. A ação oferece orientação e avaliação gratuita em cães com mais de oito anos, independente da raça, a fim de detectar possíveis alterações cardiológicas, oftalmológicas, nefrológicas, dermatológicas e odontológicas, comuns em cães nessa faixa etária.

Os atendimentos serão realizados por docentes e alunos do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal e do curso de Medicina Veterinária, os quais orientarão os proprietários a respeito das alterações que acometem os idosos e as características inerentes à idade, além disso os cães em que se detectarem alterações terão seus proprietários orientados a procurarem auxílio veterinário.

A partir das 8h30 serão distribuídas 50 senhas para o atendimento gratuito. Apenas cães acima de oito anos terão direito às triagens básicas e aos exames oferecidos no local:

Cardiologia: ausculta cardíaca, eletrocardiograma e orientações sobre as cardiopatias nos cães idosos;

Dermatologia: inspeção geral, avaliação da qualidade do pelame e pele e orientações básicas;

Nefrologia: realização de urinálise e orientação sobre as nefropatias;

Oftalmologia: mensuração da produção lacrimal e da pressão intraocular e orientação sobre cuidados e principais doenças oculares;

Odontologia: avaliação da qualidade dentária dos cães e orientação sobre forma e frequência de escovação dos dentes dos cães e sobre os hábitos alimentares e tipos de dietas;

Doenças infecciosas: avaliação da presença de ectoparasitas, coleta de sangue para hemograma e orientação da importância de prevenção de pulgas e carrapatos.

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4º Dia do Cão Idoso
Dia: 25 de agosto (sábado) – das 9h às 12h
Valor: Gratuito
Vagas: 50 – senhas distribuídas por ordem de chegada, a partir das 8h30
Pré-requisitos: Serão avaliados cães a partir de oito anos, independente de raça
Local de atendimento: Hospital Veterinário da Universidade de Franca (Unifran)
Endereço: Av. Dr. Armando Salles Oliveira, 201. Pq. Universitário – Franca/SP
Informações: (16) 3711-8783

Fonte: Unifran

Chega ao Brasil tapete higiênico que identifica doenças em cães

Pet Trends traz com exclusividade para a Peth South America a tecnologia Clinical Pads, que promete ser a maior aliada no diagnóstico precoce de problemas de saúde caninos

Eles não falam nossa língua, por isso, nem sempre é fácil saber quando algo não vai bem com nosso amigo de quatro patas. Boa parte dos tutores só percebe que o cão está doente quando os sintomas estão muito aparentes e a doença em estágio avançado e, assim como nos seres humanos, um diagnóstico precoce favorece o tratamento e aumenta muito a chance de cura.

Para facilitar a vida dos tutores, a importadora multimarcas Pet Trends, traz, com exclusividade ao mercado brasileiro, um método inovador de detecção de doenças antes mesmo da manifestação de sintomas físicos: os tapetes higiênicos Clinical Pads. O produto será apresentado ao mercado brasileiro durante a Pet South America 2018, que está sendo realizada em São Paulo e é voltada apenas a profissionais do setor e veterinários.

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O produto usa uma reação química que capta, por meio do contato com a urina, a presença de quatro das principais anomalias que cobrem os problemas mais comuns de saúde em cachorros (bilirrubina, alcalinidade, sangue e proteína elevada* conforme tabela abaixo). O processo é semelhante aos testes de gravidez modernos: basta o cão urinar no tapete higiênico como faz normalmente e, caso exista alguma anomalia na urina que possa indicar doenças, o tapete muda de cor. Qualquer tom de amarelo é considerado normal. Se outras cores, como verde, azul, marrom ou vermelho aparecerem, o cão deverá ser levado imediatamente ao médico veterinário de confiança para diagnóstico exato.

“É um método de detecção bastante simples e não causa stress no pet. Nosso objetivo é auxiliar no diagnóstico precoce e estimular os tutores a levarem seu cão ao veterinário regularmente. O tapete revela doenças prováveis no cão de acordo com o que foi eliminado com a urina, mas é fundamental consultar um médico veterinário para um diagnóstico preciso e exames específicos”, explica Denise Debiasi, CEO da Pet Trends.

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Além do indicador de saúde, os tapetes Clinical Pads trazem outras tecnologias inovadoras como a eliminação de odores – por meio do ácido cítrico existente na sua composição, o tapete é capaz de neutralizar odores e bloquear as emissões de amônia por 48 horas. Além disso, conta com poder antibacteriano, que bloqueia o desenvolvimento de bactérias, como E. Coli (instantaneamente), Pseudomonas Aeruginosa (em 20 dias) e Staphylococcus Aureus (em 26 dias). Além disso o tapete é atóxico e eco firendly.

Lançamentos

Além dos tapetes Clinical Pads, durante a Pet South America, a Pet Trends traz também outros lançamentos. Entre eles estão a Linha Floatiez: Lançamentos de verão, a linha Flotiez traz brinquedos com estrutura de bolas de tênis ou bóia macarrão para pular e flutuar. São feitos com com material durável e projetados com os personagens do mar mais bonitos: Baleia Unicórnio, Arraia, Tartaruga Marinha, Água-Viva e Estrela-do-mar.

As cores são vibrantes, com estampas lúdicas que tornam os brinquedos visíveis e fáceis de encontrar na água ou no chão. Ótimo para piscinas e lagos, estes brinquedos flutuantes ajudam os cães a se divertir e gastar mais energia durante a brincadeira.

Almofada Quentinha para filhotes de Cães e Gatos – Puppy Cuddle Paw e Kitty Cuddle Paw. A almofada é perfeita para pets que tem ansiedade de separação, remete ao aconchego quentinho da mãe e irmãos da ninhada. Pode ser aquecida no microondas e dessa forma ajuda a reduzir o estresse e dormir.

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Almofada Purr Pillow para Gatos – essa almofada reproduz um som de ronronar suave quando pressionada. Este som, que normalmente é emitido por gatos de relaxamento, ajuda a acalmar gatos de todas as idades com ansiedade de separação ou estresse. Ótimo para aconchego na hora de dormir.

Jogos Inteligentes Nina Ottosson – voltados para cães, são da marca Nina Ottosson e internacionalmente reconhecidos como ferramenta de treinamento e estímulo para cães. A Pet Trends traz para o Brasil, com exclusividade, esses jogos que desafiam as habilidades de resolução de problemas dos cães, melhorando ativamente suas habilidades cognitivas. Os jogos estão disponíveis em 3 níveis de dificuldade, cada jogo tem um desafio diferente para os cães conseguirem o petisco/prêmio.

Nível 1 – Fácil : *Bola Recheável Treat Tumble – conforme o cão brinca vai liberando os petiscos, basta ele empurrar até o ponto de saída.

Nível 2 – Intermediário : *João Bobo Recheável Pirâmide – tem base com peso, conforme o cão gira e empurra, os petiscos são liberados.

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Foto: Divulgação/Nina Ottosson

*Jogo Inteligente Tijolinhos – Dog Brick – tem portinhas, tijolinhos e partes deslizantes que escondem os petiscos. Exige mais trabalho do cão para conseguir o prêmio.

Nível 3 – Difícil: *Jogo Inteligente Casino – tem gavetas que só são “desbloqueadas” após o encaixe na posição correta de chaves-osso. Bem mais complexo que os outros.

Informações: Pet Trends

 

Como tratar gastrite em cães

A gastrite em cães é um problema de saúde que causa muita dor, vômitos e não permite que os alimentos sejam digeridos adequadamente. Muitas vezes, esse distúrbio gastrointestinal é ocasionado por outras doenças, como alergias alimentares, infecções renais, pancreatite e câncer. Também pode ser causado por outras questões, como rotina alimentar inadequada, ingestão de determinados produtos químicos agressivos, vírus, parasitas, bactérias e determinados medicamentos.

“Essa doença canina é caracterizada pela inflamação da mucosa que reveste o estômago. Pode se apresentar de forma aguda (repentina e rápida) ou crônica (aparece lentamente e leva mais tempo para se resolver)’, explica a médica veterinária da Equilíbrio e Coordenadora da Comunicação Científica da Total Alimentos, Bárbara Benitez.

Estar atento aos primeiros sintomas é fundamental para evitar o avanço do problema que causa muita dor e incômodo ao animal.

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Quais os sintomas da gastrite em cães?

Vômito e dores abdominais são os principais sintomas da gastrite em cães, mas outros sintomas também podem aparecer. Sempre que notar algum deles, não hesite em procurar um veterinário para fazer o diagnóstico correto do problema. Saiba quais os sintomas:

=vômitos frequentes podendo ter sangue;
=dor abdominal;
=perda de peso;
=cachorro não quer comer;
=diarreia.

Raças de cães com predisposição à gastrite canina

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Além dos agentes causadores da gastrite canina que já citamos, as raças de cães pequenos, miniaturas ou braquicéfalos apresentam predisposição para o desenvolvimento do distúrbio. Conheça algumas dessas raças para ter atenção redobrada caso tenha uma delas em casa:

=Bulldog;
=Maltês;
=Shih Tzu;
=Lhasa Apso.

Alimento para cães com gastrite

“O diagnóstico e o tratamento só podem ser feitos por um veterinário e, em casos crônicos, é fundamental um acompanhamento bem próximo. Uma das principais questões que envolvem o tratamento da gastrite é a alimentação dos cães, que deve ser adequada para evitar uma sobrecarga do sistema digestivo que já está debilitado”, orienta a médica veterinária da Equilíbrio.

Para a nutrição do animal durante o tratamento, a melhor ração é Equilíbrio Veterinary Intestinal – desenvolvida com ingredientes selecionados, para facilitar a digestão sem deixar de oferecer todas as calorias, além de conter nutrientes e vitaminas que o seu animal de estimação precisa para as suas atividades diárias.

“Esse alimento possui proteína vegetal hidrolisada, que tem alta digestibilidade, e é enriquecido com FOS e MOS, ingredientes importantes na recuperação e na manutenção da saúde intestinal”, acrescenta Bárbara.

Fonte: Total Alimentos

Mitos e verdades sobre alimentação natural para cães

Assim como para os seres humanos, os cachorros também precisam de refeições equilibradas para manter a saúde em dia. A Alimentação Natural (AN) para cães é uma opção para quem deseja mudar os hábitos alimentares dos cães. Muitos tutores, porém, têm dúvidas sobre como oferecer dieta.

“A AN é uma dieta balanceada composta por ingredientes naturais e minimamente processados, diferente do que acontece com as rações”, explica Bárbara Freire, veterinária e anfitriã da DogHero, aplicativo que conecta pais de cachorros a anfitriões que hospedam os pets em casa. “O único tipo de tratamento que os alimentos sofrem ocorre dentro da nossa cozinha: o cozimento e o congelamento.”

Pensando em todas as questões que ainda existem sobre a AN para cães, Bárbara respondeu algumas delas. Confira:

O que é a Alimentação Natural para cães?

cachorro simple dog comida

Os cães são animais carnívoros por natureza e, por isso, seu organismo está preparado para receber dietas com maior percentual de proteína, o que não ocorre na maioria das rações O ideal é que a dieta do cão seja equilibrada e composta por proteínas, gorduras de boa qualidade, carboidratos vitaminas, minerais e água. “A composição nutricional da comida natural para cachorro deve ser feita sob a orientação de um médico veterinário nutricionista e de acordo com o estilo de vida do animal, idade, porte e nível de atividade”, explica Bárbara.

Comida natural para cachorro x ração

cão ração

As rações industrializadas surgiram no Brasil na década de 1970, ou seja, os cães passaram muito mais tempo consumindo alimentos naturais do que processados. A maior diferença é que a alimentação natural para cães busca adaptar o alimento para a melhor digestão e aproveitamento dos pets. Os dentes dos cães já indicam isso: são presas que servem para rasgar carnes e têm menor capacidade para triturar alimentos como vegetais, por exemplo.

Alimentação Natural funciona para todos os cães?

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Por ser feita de forma individualizada, a alimentação natural pode ser adaptada para todos os tipos de cães (jovens, adultos ou idosos), castrados ou não e também para portadores de doenças crônicas. Algumas das enfermidades que apresentam boas respostas à mudança de dieta para a alimentação natural para cães: obesidade, diabetes, alergias de pele e alimentar, doença renal crônica, cardiopatias, pancreatite, câncer, gastrite, doenças do trato intestinal e urinário.

Como introduzir a alimentação natural para cães?

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O primeiro passo é procurar um especialista no assunto. O veterinário vai pedir exames de rotina e complementares para que possa avaliar todas as necessidades nutricionais do cão. A partir daí, o tutor e o veterinário devem conversar sobre a rotina do animal para que possa ser estipulada a quantidade de calorias que devem ser ingeridas diariamente. Outro ponto importante é incluir na dieta alimentos que sejam fáceis de encontrar e cozinhar, para que não haja desistência do tutor no meio do caminho. Com o cardápio inicial em mãos, é hora de colocar em prática.

Principais alimentos usados na comida natural para cachorro

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– Proteínas: peixe, frango, boi, ovos, cordeiro, porco, coelho, além de vísceras de animais (fígado, língua, coração, baço, rins, pulmão).
– Carboidratos e fibras: abobrinha, chuchu, vagem, rúcula, brócolis, cenoura, beterraba, inhame, batata doce, mandioca, ervilha, arroz integral, lentilha, psyllium, extrato de yucca, entre outros.
– Gorduras: óleo de coco, óleo de borragem, óleo de peixe, banha suína.

Já alguns alimentos devem ser evitados na dieta dos cães, por serem de difícil digestão ou potencialmente tóxicos, como carambola, cebola, chocolate, leite, pão, salsicha, uva, café, macadâmia, entre outros.

Fonte: DogHero