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Você sabe a diferença entre filtros solar físico e químico?

O protetor solar é um produto que não pode faltar na rotina de cuidados com a pele de homens e mulheres – até por questões de saúde. Seu uso é essencial em qualquer estação do ano para blindar a pele contra os raios UVA e UVB, prevenindo manchas e doenças, como o câncer de pele. Seu uso é indicado inclusive no frio, estação em que as pessoas deixam de usar proteção solar por conta dos dias mais cinzas. Mas mesmo nas temperaturas mais baixas, nossa pele continua exposta e recebendo raios solares.

Mas você sabia que existe mais de um tipo de filtro? Ele pode ser encontrado nas fórmulas química e física.

O tipo mais popular é o protetor químico, que é composto de agentes químicos, os quais penetram em uma camada superficial da pele. Ele permite que os raios solares entrem na pele, mas não causem danos. Já o protetor físico é composto de óxido de zinco e/ou dióxido de titânio, ingredientes naturais que contam com proteção natural de amplo espectro, protegendo contra os raios UVA e UVB. Diferente do protetor químico, ele não penetra a pele, criando uma espécie de camada protetora por onde os raios solares são refletidos, um verdadeiro bloqueador solar.

Conheça abaixo algumas opções de protetores com filtros químico e físico e escolha o seu:

Protetor solar químico

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Protetor Solar Corporal Anthelios XL Protect FPS 30| La Roche-Posay – R$ 59,90 (200ml)promove uma alta proteção UVA/UVB, com uma textura ultraleve que garante uma hidratação por até oito horas.

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Idéal Capital Soleil FPS 50 | Vichy – R$ 64,90 (200ml): possui avançada tecnologia de filtros (MEXORYL XL+ SX) que garantem a máxima proteção contra raios UVA + UVB com ação hidratante intensiva de até oito horas. Com textura leve e de rápida absorção, Idéal Soleil Hydrasoft não deixa resíduos brancos na pele e possui ativos hidratantes como a glicerina e vitamina E, que garantem uma pele macia e aveludada e é enriquecido com água termal mineralizante de Vichy.

Protetor solar físico

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Physical Fusion UV Defense FPS 50 | SkinCeuticals – R$ 149,90 (50ml): ideal para todos os tipos de pele, inclusive as sensíveis, sensibilizadas por procedimentos dermatológicos, como peelings e lasers. Benefícios: proporciona alta proteção solar contra a radiação UVB (FPS 50) e UVA (PPD 21) + cor de base universal que se adapta aos diferentes tons de pele.

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Sheer Physical UV Defense FPS 50 | SkinCeuticals – R$ 149,90 (50ml): ideal para todos os tipos de pele, inclusive as sensíveis, sensibilizadas por procedimentos dermatológicos, como peelings e lasers. Benefícios: proporciona alta proteção solar contra a radiação UVB (FPS 50) e UVA (PPD 21).

Fonte: Provisa

 

 

Radiação UV também é perigosa no inverno, por Neto Lima*

Com a chegada do inverno, a preocupação que antes era em relação à proteção ao sol, passa a ser manter o corpo quentinho. Porém, é justamente durante esse período que as radiações ultravioletas podem ser ainda mais perigosas.

A ausência de sol engana e a baixa nebulosidade também pode provocar um aumento do índice de raios UV. Com menos nuvens para proteger, os raios ultravioletas acabam chegando com mais intensidade à superfície. Por isso mesmo, as pessoas não devem se descuidar.

O câncer de pele é o mais frequente no Brasil e corresponde a 30% de todos os tumores malignos registrados. Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia – SBD, são cerca de 176 mil novos casos por ano no país. Entre as principais causas estão justamente a exposição excessiva a esse tipo de radiação.

Sendo assim, além dos cuidados comuns, como evitar a exposição ao sol em determinados horários e usar protetores solares, uma alternativa que tem se mostrado cada vez mais eficiente é o uso de roupas e acessórios com proteção UV.

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Capazes de absorver até 90% dos raios solares, esses produtos ainda atendem a diferentes gostos e estilos. Muito além das opções praia e esportiva, atualmente, é possível encontrar roupas e acessórios que podem ser usados no dia a dia, sem abrir mão do gosto pela moda.

Contudo, para garantir a eficácia do material é importante comprovar a qualidade dos produtos comercializados pela marca que você escolher. Para isso, é essencial verificar se as roupas são certificadas pela Arpansa**, único órgão no mundo responsável por testar fator UV em roupas e acessórios.

Não se engane acreditando que só porque as temperaturas estão mais baixas sua pele está protegida. Estar exposto à radiação pode tanto provocar o envelhecimento precoce da pele, quanto fazer surgir pintas que, futuramente, podem propiciar o surgimento de câncer. Por isso, proteção nunca é demais.

*Neto Lima é Diretor Comercial da Litoraneus, referência nacional na fabricação de roupas e acessórios com proteção UV.

**Australian Radiation Protection and Nuclear Safety 

 

Problemas de pele que surgem com o verão e como tratá-los

Durante o verão, com as altas temperaturas, algumas doenças podem ser transmitidas ou serem descobertas. É o caso da acne solar, micose, foliculite e outras. Para esclarecer algumas dúvidas frequentes sobre manchas e outros problemas que surgem na pele, a médica Anna Cecília Andriolo, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, explica quais problemas desaparecem com o tempo e quando é necessário consultar um especialista.

Queimaduras na pele por frutas ou perfume

Quando a nossa pele entra em contato com ácidos presentes nas frutas cítricas e em alguns cosméticos ou perfumes, podemos notar o surgimento de manchas escuras se há exposição solar. O sol reage com esses ácidos produzindo uma queimadura na pele e escurecimento local. Esse problema é chamado de fitofodermatose, e pode acontecer quando passamos perfume para ir à praia ou quando tomamos uma caipirinha ou suco de frutas no sol. A prevenção é simples, basta evitar o contato com essas substâncias ou, caso ocorra, lavar imediatamente a região antes de se expor ao sol. Se as manchas já apareceram, não há com o que se preocupar, elas vão sair espontaneamente. “Para acelerar o processo existem alguns clareadores”, explica a dermatologista. Em alguns casos a queimadura pode ser mais profunda e uma visita ao dermatologista se faz necessária.

Melanose e melasma

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São lesões diferentes, mas que surgem no corpo após o banho de sol. As melanoses (ou sardas) têm formato arredondado e cor acastanhada. Elas costumam aparecer no rosto, colo, braços e mãos. Já o melasma não possui um formato exato, apresenta cor acastanhada ou acinzentada. Seu aparecimento é comum nas maçãs do rosto, embaixo dos olhos, em cima dos lábios e na testa. Tem relação com hormônios femininos e outros fatores. Nos dois casos, o tratamento estético deve ser feito com um dermatologista e a prevenção inclui o uso de protetor solar com base, que oferece uma dupla camada de proteção contra a luz visível.

Acne solar

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Por vezes, surgem algumas bolinhas, principalmente nas costas, ombros e colo. Isso acontece porque, no calor, transpiramos mais e o uso de protetor solar pode tornar a pele mais oleosa. As acnes solares podem ser minimizadas com higiene constante dos lugares afetados, o que diminui a oleosidade e a obstrução dos poros. Essas espinhas não devem ser espremidas, pois pode haver infecção local e surgimento de manchas se houver exposição solar.

Insolação e queimadura de sol 

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Com a exposição excessiva ou inadequada ao sol, podem ocorrer queimaduras na pele e até mesmo insolação. Nesta última, os sintomas são: desidratação, ardor na pele, sede, tonturas, mal-estar, dor de cabeça e até vômitos. Ao perceber os sintomas, é necessário levar a pessoa até a sombra, mantê-la hidratada e se necessário procurar ajuda em um pronto-socorro. “Compressas frias, corticóides tópicos e muita reposição hídrica são medidas indicadas. Alguns casos podem ser extremamente graves”, adiciona a Dra. Anna Cecília Andriolo.

Herpes

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É uma infecção causada pelo vírus Herpes simplex. Uma vez ocorrido o contágio, o vírus fica incubado e pode reaparecer em algumas situações como no verão, por conta da baixa imunidade. Desidratação, ingestão de maior quantidade de álcool, exposição prolongada ao sol e piora na qualidade da alimentação e do sono são alguns fatores desencadeantes. Surgem áreas avermelhadas, com alteração da sensibilidade e pequenas vesículas nos lábios ou no corpo. Os sintomas desaparecem após uma ou duas semanas. Para diminuir o incômodo e acelerar a cicatrização das lesões, um dermatologista pode indicar o tratamento adequado.

Foliculite

É uma inflamação causada por bactérias, que aparece como pequenas espinhas de ponta branca na base dos pelos e a região pode ficar avermelhada. É comum que essas pequenas bolinhas surjam na virilha e nos glúteos. Elas costumam melhorar sozinhas, mas em casos graves e de muita coceira é necessário consultar um dermatologista.

Bicho geográfico

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A doença é causada por parasitas de animais que, ao defecarem na areia, deixam ovos que se transformam em larvas e penetram na pele de humanos que pisam, sentam ou se deitam no local. Por esse motivo, a contaminação ocorre principalmente nas praias. O nome é dado, pois quando a larva caminha na parte interna da pele, se forma um desenho que se assemelha ao mapa geográfico. Para que as larvas não tenham acesso ao corpo, é sempre bom utilizar toalhas, esteiras ou cangas e evitar praias frequentadas por animais. “O tratamento é simples, com medicações tópicas e orais, dependendo da gravidade da infestação”, diz a especialista.

Câncer de pele

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É um grave problema de saúde que pode ser evitado com medidas simples e acessíveis. A doença é causada pela exposição excessiva ao sol, principalmente entre 10 e 16 horas. Para diminuir a possibilidade de desenvolvimento do câncer, deve-se usar sempre filtro solar, inclusive nos dias nublados, e evitar a exposição solar nos horários inadequados. “Existem basicamente dois grandes grupos de câncer de pele: o grupo dos basocelulares e espinocelulares (mais comuns e de agressividade local) e os melanomas (mais raros porém letais)”,finaliza a dermatologista, frisando que é sempre importante consultar um médico para um diagnóstico preciso.

Fonte: Anna Cecília Andriolo é graduada em Medicina pela Universidade Federal de Goiás (UFG), Residência Médica em Dermatologia pelo Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo (IAMSPE), Especialista pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD).

Câncer de pele é o mais comum no Brasil

Segundo a Organização Mundial de Saúde, até 2030, serão mais de 27 milhões de novos casos e 17 milhões de mortes causadas pela patologia

Cuidar da pele não é meramente vaidade, é questão de saúde. “Quando alertamos os pacientes para usar protetor solar é, exatamente, para prevenção das doenças causadas pela exposição sem devida proteção. O uso do produto independe da idade ou sexo da pessoa”, explica o dermatologista Bruno Vargas.

Atualmente, o câncer de pele não melanoma é o tipo da doença mais comum no país e, só em 2016, atingiu 175 mil pessoas, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA). O fato de o Brasil ser um país tropical faz com que a incidência de raios UV seja intensa o ano todo, por isso, é preciso estar sempre atento aos cuidados com a saúde da pele. “Grande parte das pessoas pensa que só devemos nos proteger do sol quando vamos à praia ou à piscina, e esse é um hábito perigoso, pois estamos suscetíveis aos danos dos raios UV em todas as estações”, explica Vargas.

O radio-oncologista, Leonardo Chamon, explica que são vários os fatores de risco. “O sol, com certeza é o principal causador da doença e, como seu efeito é acumulativo, é mais comum a incidência da doença em indivíduos com mais de cinquenta anos”, afirma. Ainda segundo o especialista, quando se tem antecedentes familiares, é preciso estar ainda mais atento e fazer acompanhamento mais frequente.

Estudos feitos recentemente na Universidade Yale, nos Estados Unidos, sobre a melanina, pigmento que dá coloração e ajuda na proteção à pele, apontam que, ao contrário do que se pensava, não só pessoas com a pele clara (com menor quantidade de melanina) estão suscetíveis à doença. Isso acontece porque os danos causados pelos raios UV ao DNA dos melanócitos (células produtoras de melanina), fazem com que os prejuízos à pele continuem se agravando durante horas, mesmo quando a pessoa já não está exposta ao sol.

Quando se preocupar

É muito comum aparecerem manchas e irritações na pele, quando os devidos cuidados não são tomados. Então, como saber o que pode ser sintoma de um câncer? “Grande parte dos brasileiros possui pintas ou manchas e nunca procurou avaliar com um dermatologista se há algum risco. O ideal é visitar um especialista regularmente ou quando observar quaisquer anormalidades, já que a chance de cura sobe para 90%, quando diagnosticado precocemente”, aconselha Vargas.

Existem tipos diferentes de câncer de pele, os principais deles o Carcinoma basocelular (CBC), o Carcinoma espinocelular (CEC) e o Melanoma. “Nos dois primeiros casos (CBC e CEC), o câncer atinge camadas da epiderme (camada superior da pele) e apresenta mais chances de eficácia no tratamento, que pode ser feito por meio de cirurgia ou radioterapia”, conta Chamon. Ele completa que no caso do melanoma, camadas mais profundas da pele são atingidas e, consequentemente, o tratamento mais intenso e invasivo.

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Tratamento

“É preciso estar em dia com as consultas de rotina, porque quanto mais cedo for diagnosticado, maiores as chances de cura, assim como em outros tipos de câncer”, pondera o radio-oncologista. Apesar de muito se ouvir a respeito do melanoma, ele é o tipo menos frequente de câncer de pele, e também o mais grave.

Segundo o especialista, a radioterapia é um dos tratamentos indicados em casos de câncer, podendo ser utilizado como forma exclusiva de combate ou combinado a outros métodos como cirurgia e quimioterapia. “Na maioria dos casos, os efeitos da radioterapia são bem tolerados pelos pacientes, desde que a dosagem indicada para o tratamento seja respeitada”, explica.

Saiba mais sobre as manchas

Normalmente, o câncer de pele apresenta formas de manchas rosadas, pintas pretas/ castanhas ou feridas. “Elas podem surgir em diversas regiões do corpo, porém, locais mais expostos ao sol têm incidência mais frequente, como orelhas, pescoço, face, couro cabeludo, ombros e costas”, pontua o dermatologia Bruno Vargas. Caso apresente alguma das características a seguir, é preciso procurar um especialista.

• Coceira;
• Mudança da coloração da pele;
• Bordas irregulares;
• Aumento de tamanho;
• Sangramento.

Mitos e verdades sobre a exposição solar

Com a chegada do verão, dermatologista dá dicas sobre como se proteger do sol

No Brasil, o câncer mais frequente é o da pele. De acordo com dados do INCA (Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva), o câncer da pele corresponde a cerca de 30% de todos os tumores malignos registrados no país. Como o seu maior agente etiológico é a radiação ultravioleta natural, proveniente do sol, a dermatologista do Seconci-SP (Serviço Social da Construção), Jussara Gasparotto, ajuda a desvendar os mitos e verdades a respeito da exposição solar.

1-O protetor solar só deve ser usado em dias de sol, na praia ou na piscina

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MITO. O hábito de se proteger contra o sol deve ser como o de escovar os dentes, frequente e contínuo. Os raios solares continuam agindo mesmo em dias de mormaço ou chuvosos. Além disso, luzes artificiais como a do computador também danificam a pele.

2-Quem quer “pegar uma cor” deve usar bronzeador após o protetor solar

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MITO. Os bronzeadores têm como função acelerar o processo de bronzeamento apenas com a ajuda da penetração dos raios solares na pele. E como os raios UVA e UVB são altamente cancerígenos, nenhum tipo de bronzeador é recomendado.

3-Negros, mulatos e pardos também devem usar protetor solar

I can't believe I'm finally on holiday!

VERDADE. Apesar de ter uma resistência maior aos danos causados pelos raios, devido à alta concentração de melanina, o protetor ainda se faz necessário por quem quer manter a saúde e a beleza da pele negra. Os cuidados devem ser os mesmos que se tem com a pele clara, com o uso de fator de proteção 30 ou maior.

4-Posso passar o protetor solar e, logo em seguida, dar um mergulho

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MITO. É muito importante seguir as instruções da embalagem e aplicar o produto de 15 a 30 minutos antes de se expor ao sol ou de entrar na água. Dar um mergulho logo depois de passar o produto pode fazer com que ele perca o efeito.

5-É necessário reaplicar o protetor solar após mergulhar ou transpirar muito

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Foto: Pedro J. Perez/MorgueFile

VERDADE. Um produto eficaz para proteção de queimaduras deve ter FPS 30, no mínimo, e ser reaplicado a cada 2 horas, ou após cada mergulho ou transpiração excessiva.

Fonte: Seconci

Dezembro Laranja alerta sobre o câncer de pele

63% dos brasileiros não usam protetor solar no seu dia a dia, afirma pesquisa da Sociedade Brasileira de Dermatologia

Dezembro é o mês do Natal, da troca de presentes, do cuidado com o outro. E nada melhor do que lembrar carinhosamente dos cuidados com a própria saúde. A campanha Dezembro Laranja surgiu como uma iniciativa para a prevenção do câncer de pele por meio de medidas simples como uso de filtro solar, chapéu, boné e evitar a exposição excessiva ao sol.

O câncer de pele é o mais frequente no Brasil, porém apresenta altas taxas de cura quando detectado precocemente. Seus sintomas são facilmente reconhecidos. Dr. Alexandre Chiari, oncologista da Oncomed-BH, afirma que manchas, pintas e demora na cicatrização são indícios dos tumores.

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA) são estimados mais 175 mil novos casos, no Brasil, em 2016, sendo que existem duas variedades do câncer de pele: melanoma e não melanoma. O câncer de pele não melanoma é o que mais incide na população e também é o de menor taxa de mortalidade, correspondendo a 30% de todos os tumores malignos registrados no país.

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Foto: Pedro J. Perez/MorgueFile

Realizada neste ano, uma pesquisa inédita da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), junto com o DataFolha, revela dados alarmantes sobre o hábito de exposição solar do brasileiro. Foram avaliados os hábitos de fotoproteção de 2.069 lares, em 130 municípios.

• 106 milhões de brasileiros se expõem ao sol de forma intencional nas atividades de lazer – 70% da população acima de 16 anos;

• 63% dos brasileiros não usam protetor solar no seu dia a dia, o que significa que 95 milhões de brasileiros não se protegem de forma regular;

• 6 milhões de brasileiros adultos (mais de 4% da população) não se protegem de forma alguma quando estão na praia, piscina, cachoeira, banho de rio ou lago

• Dos entrevistados que têm filhos até 15 anos, 20% dessas crianças e adolescentes não se protegem de forma alguma nas atividades de lazer. Se a análise incluir as classes D/E, esse percentual sobe para 35%.

É preciso, também, ficar atento aos cuidados com a pele das crianças. Ainda de acordo com dados da SBD, a radiação solar é cumulativa ao longo da vida. Os primeiros 20 anos são responsáveis por 80% da radiação total a que o indivíduo se expõe, por isso é tão necessário que os pais fiquem atentos os cuidados com os filhos.

“Os cuidados com as crianças não são diferentes dos que os adultos devem ter. É preciso usar filtro solar todos os dias nas áreas expostas do corpo; evitar exposição ao sol entre os horários de 10h às 16h; usar boné ou chapéu com aba larga para proteção do rosto; e observar o aparecimentos de manchas e pintas”, finaliza o oncologista.

Fonte: Oncomed

Pintas, sardas e manchas de sol podem não ser inofensivas

Para muitos, pintinhas no rosto são sinônimo de charme. Além de serem características de pessoas de pele muito clara e dos ruivos, elas podem ter outras causas além do excesso de melanina. Pintas pelo corpo podem ser perigosas para a saúde e levar, inclusive, à morte, no caso de cânceres de pele (melanoma) sem tratamento.

As manchas na pele podem surgir em diferentes situações, a partir de uma reação do corpo contra doenças, infecções e inflamações, distúrbios hormonais, exposição exagerada ao sol, acne ou tumores.A maioria das alterações no pigmento da pele causam um grande prejuízo estético, dependendo do lugar e do tamanho.

Para ter certeza se suas pintas são apenas inofensivas sardas ou alguma patologia mais grave da pele e os cuidados que devem ser tomados, a visita a um dermatologista é fundamental e deve ser realizada sempre que for percebida alguma alteração na pele.

 

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Foto: Freckles.org

As manchas mais comuns são:

Sardas: ou efélides são manchas arredondadas ou geométricas de cor castanha ou marrom, causadas pelo aumento da melanina (pigmento que dá cor à pele). Existe uma tendência familiar e as sardas surgem principalmente nas pessoas de pele clara (fototipo I e II) e ruivas. São causadas pela exposição continuada da pele ao sol e tendem a escurecer mais durante o verão. Por isso surgem nos locais mais expostos ao sol, como a face, ombros e colo. O tratamento inclui o uso de protetores solares sempre que houver exposição da pele ao sol ou mormaço e o uso de substâncias despigmentantes associadas a alguns tipos de ácidos. Peelings superficiais e luz intensa pulsada podem acelerar o processo de clareamento. O tratamento deve ser orientado de acordo com cada caso, pelo médico dermatologista.

Manchas na gravidez: o período gestacional é muito delicado e é possível que apareçam algumas manchas no rosto da gestante, devido à alteração hormonal e à possível exposição ao sol. Essas manchas são chamadas de cloasmas. O tratamento consiste no uso de protetores solares sempre que houver exposição da pele ao sol ou mormaço e no uso de substâncias despigmentantes e ácidos permitidos durante a gestação. Microdermoabrasão pode ser associada para acelerar o clareamento.

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Foto: Freckles.org

Melanose solar (mancha senil): as melanoses solares são manchas escuras, de coloração castanha a marrom, geralmente pequeninas, mas que podem chegar a alguns centímetros de tamanho. Como aparecem em consequência do dano causado pelo sol ao longo dos anos, surgem apenas nas áreas que ficam muito expostas ao sol, como face, dorso das mãos, braços, colo e ombros. São mais frequentes em pessoas de pele clara. O dano solar acumulado ao longo dos anos induz ao aumento do número de melanócitos (célula que produz o pigmento que dá cor à pele) e da sua atividade, produzindo mais melanina e escurecendo a pele. O ideal é a prevenção do surgimento das manchas, que deve ser feita através do uso de proteção solar nas áreas continuamente expostas ao sol. O tratamento pode ser feito de várias maneiras:

• cauterização química
• criocirurgia
• peelings químicos
• luz intensa pulsada

Os resultados costumam ser bons, desde que a técnica seja empregada de forma adequada.

Fonte: Anelise Ghideti, dermatologista formada pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo; membro efetivo da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD); e médica colaboradora no Ambulatório de Doenças das Unhas no Departamento de Dermatologia do Hospital das Clínicas da FMUSP. Erick Omar, dermatologista formado pela USP, especialista em Tricologia, tendo adquirido vasta experiência no assunto como médico colaborador no Ambulatório de Doenças dos Cabelos e Couro Cabeludo do Hospital Padre Bento, de Guarulhos, sob supervisão de José Marcos Pereira. Ambos são diretores da AE Skin Center.

Hoje é o Dia Nacional de Combate ao Câncer da Pele

São Paulo é campeão de casos; Hospital das Clínicas e Heliópolis participarão

Pelo 17º ano consecutivo, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) promove, em todo o Brasil, o Dia C – Dia Nacional de Combate ao Câncer da Pele. No dia 26 de novembro, de 9 às 15 horas, cerca de 3.000 dermatologistas voluntários, realizarão consultas gratuitas em 129 postos de atendimento, em 25 estados brasileiros. A previsão é que mais de 30 mil pessoas sejam atendidas durante a mobilização. O atendimento será restrito para análise, diagnóstico e tratamento do câncer da pele.

São Paulo, campeão de casos

A Regional São Paulo da SBD estará envolvida com a campanha. Na campanha o ano passado, realizada em 7 de novembro de 2015, contou com a participação de três mil dermatologistas voluntariados e uma procura significativa da população. Cerca de 20 mil pessoas buscaram atendimento gratuito, e 13,28% (2.651) delas apresentaram lesões de câncer da pele.

O público feminino buscou mais assistência médica que os homens, com a participação de 58,98%. O estado e a cidade com maiores registros de câncer da pele foram São Paulo e sua capital, com 1.566 e 4.870 casos, respectivamente. A cidade com menor quantidade de registros de câncer de pele foi Macaé (RJ), com 11. O estado da Paraíba apresentou a menor quantidade de registros (88).

Para as pessoas terem acesso aos locais de atendimento, tanto na capital quanto no interior do estado, basta acessar aqui.

Alguns dos locais de atendimento na capital:

-Ambulatório de Dermatologia da Faculdade de Medicina da USP – Av. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, 155 – 5º andar – Bloco 2B – Prédios dos Ambulatórios – Cerqueira César

-Ambulatório de Dermatologia do Hospital Heliópolis – Rua Cônego Xavier, 276 – Cidade Nova – Heliópolis

-Hospital AC Camargo Câncer Center – Rua Antonio Prudente, 211 – Liberdade

-Ambulatório – IBCC – Instituto Brasileiro de Controle do Câncer – Hospital João Sampaio Góes Jr. Ambulatório do SUS – Av. Alcântara Machado, 2.576 – Moóca

2015

Na edição de 2015, 23 estados contaram com a participação de mais de 3 mil dermatologistas voluntários e uma procura significativa da população. Cerca de 20 mil pessoas tiveram atendimento gratuito e 13,28% (2.651) delas apresentaram lesões de câncer na pele, sendo já encaminhadas para tratamento.

– O Dia C é um dia de voluntariado no qual queremos mostrar que a identificação precoce do câncer na pele evita danos ou mutilações mais profundas. É importante também reforçar a importância de usar o protetor solar durante todos os dias do ano, independente da estação. A atitude preventiva ao câncer da pele deve ser diária, uma atitude de responsabilidade. – afirma o Dr. Emerson Lima, coordenador da Campanha Nacional de Prevenção ao Câncer da Pele da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

Desde a sua implementação, em 1999 a campanha da SBD atingiu 538.687 pessoas. Em 5 de dezembro de 2009, a SBD recebeu a certificação do Guinness World of Records por ter promovido a maior campanha médica do mundo realizada em um único dia, e a maior campanha mundial de prevenção ao câncer da pele, com mais de 34 mil atendimentos em diferentes regiões do Brasil.

O Dia C conta com o patrocínio das marcas Episol, Sunmax, La Roche Posay, Vichy, Adcos e Sundown.

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Sobre o câncer da pele

O câncer da pele pode se manifestar como uma pinta ou mancha, geralmente acastanhada ou enegrecida, como também uma ferida que não cicatriza. A regra do ABCDE ajuda na suspeita de uma lesão maligna e sinaliza que um dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia deve ser procurado.

A= lesão assimétrica
B= bordas irregulares
C= alteração de cor
D= diâmetro maior que 6 mm
E= evolução ou modificação da lesão

Outra forma de avaliar o risco da doença é através da “Calculadora de Risco para Câncer da Pele”, também disponível no site.

A Sociedade Brasileira de Dermatologia orienta que as pessoas se examinem com periodicidade, consultando um dermatologista em caso de suspeita. Também é importante que se examine familiares, pois muitas vezes os cânceres podem aparecer em regiões que não conseguimos ver sozinhos. Ao se expor, é importante que se use o protetor solar nas áreas expostas, mesmo em dias frios e nublados, reaplicando o produto a cada quatro horas no dia a dia e a cada duas horas nos períodos de maior exposição solar.

A SBD lembra que a melhor forma de evitar a doença é a prevenção! Vale reforçar que nem o autoexame, nem a calculadora de risco, substituem a consulta ao dermatologista da Instituição.

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#DezembroLaranja

No próximo mês, a Sociedade Brasileira de Dermatologia promove o Dezembro Laranja, que objetiva alertar a população para a prevenção ao câncer da pele. A ação prevê um alerta ao tipo de câncer mais incidente no Brasil, com 176 mil novos casos ao ano. Encontre aqui um associado da SBD.

Outubro rosa e novembro azul também valem para cães e gatos

Quando o assunto é câncer a prevenção continua sendo a melhor amiga dos humanos – e dos pets também. É o que garante o médico veterinário da Oncovet, Robson Pasquale. Segundo ele, que atua na área de oncologia desde 2006, “o diagnóstico tardio, infelizmente, ainda é um desafio enfrentado na rotina da oncologia veterinária, especialmente pela falta de cuidado do tutor que busca o atendimento quando a doença já está bastante avançada”. Por isso a necessidade de conscientização sobre a relevância de exames periódicos e de diagnóstico precoce da patologia, período em que normalmente não há sinais de desconforto ou dor.

O veterinário explica que, embora exista um estigma em torno da doença – que normalmente aparece associada à morte e a um tratamento doloroso – a grande maioria dos pacientes diagnosticados precocemente pode, sim, ter cura. “Um tratamento adequado traz benefícios tanto na qualidade de vida do animal como no aumento de sua expectativa de vida”, observa.

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O câncer pode acontecer em qualquer região do corpo do animal, da ponta do focinho à ponta da cauda. Entre as neoplasias mais comuns destacam-se os tumores de mama, os tumores de pele e o linfoma. De acordo com a médica veterinária da DrogaVET – a maior rede de farmácias veterinárias do Brasil – Andressa Felisbino, embora as campanhas contra o câncer de mama sejam geralmente mais focadas em fêmeas, este tipo de neoplasia também pode ocorrer em machos. “Tem pouca incidência mas alta malignidade, por isso a importância da prevenção”, declara.

Para evitar o câncer de mama em cães e gatos, Andressa recomenda a castração precoce (antes do primeiro cio) e não utilizar anticoncepcionais. “O tutor deve aproveitar os momentos de brincadeira para apalpar o animal e ver se há a existência de nódulos, inchaços, secreções, carocinhos, dores ou aumento das mamas além de promover visitas regulares ao veterinário”, completa a veterinária da DrogaVET.

Assim como nos humanos, a idade ou propensão genética podem ser desencadeadoras de neoplasia. Mas os distúrbios também podem ser influenciados por questões hormonais, ambientais e fatores de risco como a exposição à radiação solar. Entre os cães mais propensos ao desenvolvimento de neoplasias estão os das raças Rottweiler, Golden Retriever e Boxers.

Os sintomas mais comuns são perceptíveis visualmente como o aumento de volume em regiões como a face, pele, ossos e abdômen. Em alguns casos os sintomas são inespecíficos e podem ser confundidos com outras doenças pois acarretam perda de peso e apetite, tosse e sangramentos na região nasal ou genital.

Pasquale ressalta que o tutor deve sempre estar atento a qualquer aumento de volume ou nódulos na pele do pet. “É preciso buscar um diagnóstico para qualquer nódulo aparente. Jamais esperar que esse nódulo ou tumor cresça para buscar atendimento”, enfatiza. No caso dos cães das raças Rottweiler e Golden Retriever ele recomenda ultrassonografia abdominal preventiva a partir dos 7 anos, quando inicia a fase geriátrica dos animais.

“Outro ponto importante é ter algum programa de prevenção junto ao médico veterinário que acompanha o seu animal de estimação”, acrescenta. No caso de detecção de um tumor, cabe ao médico veterinário o diagnóstico através de exames de biópsia, para determinar a malignidade deste tumor além da necessidade de ultrassom, raio x, e avaliação de linfonodos para verificar a existência de metástases, no caso do mesmo apresentar malignidade.

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O veterinário observa que, além do diagnóstico precoce, o tratamento é outro ponto de atenção, uma vez que muitos pets não aceitam medicamentos com facilidade. Neste caso “as fórmulas manipuladas são de suma importância no manejo do paciente oncológico”.

“Isso porque, uma quantidade significativa dos medicamentos utilizados cronicamente como estimulantes de apetite, analgésicos anti-inflamatórios e até mesmo quimioterápicos orais possuem formulações que são de difícil ajuste para estes pacientes que precisam de uma dose certa e adequada ao seu peso”, conclui.

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Fonte: DrogaVet

Nivea Sun lança protetor solar com FPS 70

Com fórmula exclusiva, produto oferece alto índice de proteção e hidratação prolongada

Nivea traz o novo Nivea Sun Protect & Hidrata com FPS 70, o primeiro protetor solar da marca com índice de proteção muito alta indicado para corpo e rosto, com fórmula exclusiva oil-free e panthenol.

A exclusiva fórmula oil-free de Nivea Sun Protect & Hidrata com FPS 70 oferece toque seco com rápida absorção, facilita a aplicação do produto e proporciona conforto para a pele, eliminando a sensação de oleosidade. Já o panthenol é um ativo que promove hidratação e equilíbrio prolongado à pele que, junto a uma combinação de ingredientes emolientes e umectantes, a mantém hidratada enquanto oferece proteção muito alta contra os raios solares UVA/UVB. Além disso, a novidade também apresenta um sistema de filtro que previne o envelhecimento causado pela exposição solar e radiação.

“A Nivea é uma marca com mais de 100 anos de expertise em cuidados com a pele. E sabemos o quanto a atenção com o sol é importante para prevenir o envelhecimento da pele e doenças, como o câncer de pele. Nós estamos sempre em contato com nossos consumidores, e percebemos que os brasileiros estão criando maior consciência sobre a proteção solar. Queremos contribuir com esse cuidado, por isso lançamos o Nivea Sun Protect & Hidrata com FPS 70 exclusivamente no Brasil”, afirma Tatiana Ponce, diretora de marketing da Nivea Brasil e Vice-presidente de Inovação da Nivea nas Américas.

Uso do protetor solar

Estudos recentes revelam que o protetor solar é um item indispensável para manter a saúde da pele e principalmente prevenir contra danos nocivos do sol a longo prazo, como o envelhecimento precoce e o câncer de pele. Apesar disso, no Brasil, segundo dados de pesquisa da Kantar Worldpanel, mais da metade das pessoas (50,2%) não usam protetor solar e não fazem nada para se proteger do sol.

Dicas para usar corretamente o protetor solar:

– A quantidade ideal para aplicação no rosto é de uma colher chá e para o corpo uma colher de sopa para frente do tronco, outra para trás e uma para cada membro (braços e pernas)

– O protetor solar deve ser reaplicado a cada duas horas ou após sudorese intensa, nadar ou banhar-se.

– É importante passar protetor na orelha, nuca, dorso das mãos e pés.

Novo Nivea Sun Protect & Hidrata FPS 70

Com alto índice de proteção solar, sua fórmula exclusiva oil-free, contém panthenol, que promove hidratação prolongada da pele enquanto protege. Possui toque seco, textura leve e suave, o que facilita a aplicação do protetor solar. O produto oferece muito alta proteção contra os efeitos nocivos dos raios UVB e UVA, é resistente à água e indicado para corpo e rosto.

nivea

Preço sugerido: FPS 70 (200ml): R$ 51,90