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Seleção de anéis Tiffany&Co inspirada no casamento real

Meghan Markle e o príncipe Harry anunciaram o seu noivado em novembro de 2017 e se casaram hoje (19). Com o casamento real, a Tiffany&Co aproveitou para selecionar algumas alianças inspiradas no modelo que a noiva ganhou do príncipe Harry.

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Tiffany Setting: verdadeira obra-prima do design, o Tiffany Setting é o anel de noivado mais emblemático do mundo. Com detalhes perfeitos, a cravação delicada com seis garras permite que o diamante brilhante flutue acima do aro e em direção à luz, resultando em um anel tão belo que tem sido o símbolo das maiores histórias de amor do mundo há mais de 130 anos. Preços a partir de R$ 71.000,00

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Tiffany Soleste: assim como os raios de sol irradiam luz em todas as direções, o anel de noivado Tiffany Soleste também. Rodeado por duas auréolas de diamantes brilhantes e uma pedra central com lapidação cushion marcante, a luz é reunida e espelhada com este design, resultando em uma exposição de brilho incrível. Preços a partir de R$ 78.000,00

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Tiffany Grace: uma faixa de platina com cintilantes brilhantes complementa o brilho puro de um diamante com lapidação princesa. Preços a partir de R$ 64.000,00

Informações: Tiffany&Co.

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Tiffany & Co. celebra o poder do amor

O fotógrafo Conrado Carvalho (Conradis) é o primeiro brasileiro a participar da campanha Believe in Love, da Tiffany & Co.. A marca compartilhou a experiência dele com fotos do pedido no Stories da @tiffanyandco.

“Meu pedido de casamento foi no dia 23 de março de 2018, quando ele me levou para andar de helicóptero, tocou piano, fez a declaração mais linda que já ouvi e me deu uma aliança Tiffany para provar o seu amor”, conta Danilo Assis, noivo.

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A Tiffany & Co. apresenta sua campanha, Believe In Love, que homenageia o compromisso em suas mais diversas formas e apresenta diversos casais reais. Mostrando apenas mãos em momentos íntimos, gestos pessoais que captam a conexão emocional de cada casal, a campanha celebra conexões únicas entre duas pessoas, com seu desejo e crença do poder duradouro do amor.

“Como uma marca que celebra o amor verdadeiro em todas as suas formas, a Tiffany é a marca para símbolos icônicos de compromisso, que vão além do tradicional”, diz Reed Krakoff, diretor artístico da Tiffany&Co. “Esta campanha celebra o amor de uma forma única, que apenas a Tiffany consegue”.

A trilha musical é composta por uma versão a capella de “No One”, música de Alicia Keys vencedora do Grammy. “Amor e compromisso são os únicos, como nós somos, e toda relação merece ser reconhecida e celebrada”, diz Alicia Keys. “Nós precisamos de amor mais do que nunca, e estou orgulhosa de emprestar a minha voz para algo tão belo. Isto é o verdadeiro espírito da música”.

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A campanha mostra as mãos dos casais e suas iniciais. Suas identidades serão reveladas posteriormente por meio de um layer digital da campanha, que conta a história de cada casal e convida o público a interagir e compartilhar por que eles também acreditam no amor. A campanha foi fotografada pelo icônico fotógrafo Cass Bird e produzido por Alex White. O filme foi dirigido por Darius Khondji.

Assista a um dos vídeos clicando aqui.

 

Romântica e sensual: coleção DeMillus para o Mês das Noivas

A DeMillus traz uma linha especialmente desenvolvida para exaltar o romantismo e a sensualidade da mulher, em um dos momentos mais especiais de sua vida. Tendo a lingerie um dos papéis de destaque no evento, todo cuidado é pouco na sua escolha.

A linha Di Carla DeMillus é romântica e sensual na medida certa, resultando em peças chiques, além de muito confortáveis.

Numa combinação de renda e tule elástico, na cor pérola, a camisola Di Carla tem taças forradas em tule contrastante e uma abertura sensual nas laterais e nas costas. O sutiã-top tem taças em espuma moldada de cor contrastante sob renda drapeada, aro e barbatana nas laterais. O fio-dental, todo em renda bem macia, vem com laterais reguláveis, em elástico contrastante.

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Preços: camisola R$ 53,00; sutiã R$ 50,00; fio-dental R$ 19,00.

Informações: DeMillus –  sac@demillus.com.br – Tel.: 21-3545-5000

 

Discutir e resolver os conflitos faz bem ao casamento, diz pesquisa

Há pessoas que detestam discussões e acabam protelando a solução, ou como diz o ditado popular, “jogam a sujeira para debaixo do tapete”. Por outro lado, há pessoas que querem resolver o problema na hora, mesmo que para isso seja preciso brigar ou discutir. Se você tem o segundo perfil, a boa notícia é que quem prefere negociar o conflito a adiar a discussão tem dez vezes mais chance de ser feliz em um relacionamento amoroso.

Essa foi a conclusão de uma pesquisa de opinião feita nos Estados Unidos, em fevereiro deste ano. A pesquisa mostrou que os casais que brigam com maior frequência são mais felizes do que aqueles que evitam os conflitos.

Segundo a psicóloga Marina Simas de Lima, terapeuta de casal, família e cofundadora do Instituto do Casal, ao contrário do que se possa pensar, discutir não é um sinal de que o relacionamento está indo mal, mas sim de que ambos estão dispostos a conversar para resolver situações que, no futuro, podem se tornar problemas. “O sinal de alerta é maior quando o casal não está disposto a negociar e procurar uma solução para seus conflitos. Isso pode indicar que falta vontade e disposição para investir no relacionamento”.

O poder das palavras

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Embora procurar solucionar os problemas da vida a dois seja importante, é preciso ter cuidado com o que se fala e de que maneira se fala. “Discussões saudáveis não têm espaço para comentários agressivos ou violentos. Partir para ofensas é um hábito que, em vez de colaborar para a construção de um relacionamento duradouro, acaba ferindo o/a parceiro (a) e provocando rachaduras na intimidade do casal”, comenta a psicóloga Denise Miranda de Figueiredo, terapeuta de casal, família e cofundadora do Instituto do Casal,

Para tornar discussões passos importantes na construção da intimidade e na solidez do relacionamento, é fundamental pensar antes de falar, pois as palavras são reflexo de nossos sentimentos e pensamentos. “Normalmente, não mensuramos o impacto que uma palavra pode ter. Quando falamos sem pensar, podemos ferir e ofender o outro de forma irreversível, ou ainda gerar mágoas que podem durar muito tempo”, dizem as especialistas.

Como melhorar a comunicação na vida a dois

“Os casais precisam estar atentos em como apresentam os problemas durante a discussão. Existem alguns vícios que as pessoas têm na hora de discutir, como interromper o outro ou até mesmo tentar vencer uma discussão em vez de procurar uma negociação boa para o casal. É importante estar atento a isso para melhorar a comunicação na vida a dois”, orienta Denise.

Veja abaixo algumas dicas das especialistas:

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=Estilo de comunicação: procure conhecer o estilo de comunicação de seu(sua) parceiro (a) e tenha consciência de qual é o seu. Cada um tem um jeito de se expressar, especialmente durante discussões. Saber qual é a sua própria tendência colabora para tornar suas ideias mais claras.

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Ilustração: Kabaldesch0/Pixabay

=Clareza: antes de começar uma discussão, tenha clareza sobre o que vai dizer. Discussões proveitosas são as que têm um objetivo claro. Expressar ideias com clareza é um aspecto importante para deixar os conflitos mais saudáveis.

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=Empatia: entenda as necessidades do outro ou ainda do que o(a) parceiro(a) precisa para se sentir seguro(a). Todas as pessoas têm necessidades emocionais que precisam ser atendidas para que o relacionamento continue a funcionar. Alguns precisam de contato físico, por exemplo, enquanto outros precisam de palavras positivas e elogios. Conhecer a necessidade do outro ajuda a colocar um fim em brigas e discussões de uma maneira saudável.

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=Respeito: priorize respeito, o carinho e valide os sentimentos e frustrações do outro. Reconhecer os sentimentos da outra pessoa é uma parte importante de uma discussão evoluída. “Esse exercício também ajuda a manter o respeito. Reconhecer um sentimento de frustração ou de tristeza em outra pessoa colabora para que o casal trabalhe junto para solucionar problemas”, explica Marina. Responder com respeito e carinho também demonstra que, apesar dos problemas, o amor ainda está acima de tudo.

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=Meça suas palavras: pratique o autocontrole, respire fundo. Busque dizer a si mesmo o que diria ao outro. Evite criticar o outro. Pratique a escuta ativa. Use palavras amáveis, que possam construir e não destruir ou acarretar em mágoas ou em mais conflitos.

“Como dizia o poeta Victor Hugo, ‘as palavras têm a leveza do vento e a força da tempestade’, portanto, o casal precisa investir para melhorar a comunicação, principalmente nos momentos de conflito”, concluem Marina e Denise.

Fonte: Instituto do Casal

Cerimonialista fala como harmonizar bolo e espumante no casamento

Todo mundo adora brindes de casamento: eles são muito bonitos e emocionantes. E, para tornar esse momento ainda mais inesquecível, nada melhor do que ter um espumante que harmonize bem com o cardápio e, principalmente, com o bolo.

Porém, essa é uma combinação que gera muitas dúvidas entre os casais. A cerimonialista Shalimar Catramby, que está a frente da equipe da casa de festas Casuarinas há mais de 10 anos, explica que harmonizar o espumante com o bolo é uma tradição bem antiga e que ajuda a deixar o cardápio mais coerente.

“Existe um monte de teorias para explicar porque determinados sabores combinam mais com outros, mas no que diz respeito a espumantes e bolos fazer essa combinação é bem simples. Quanto mais doce o bolo, mais o espumante parecerá seco. Partindo daí, fica bem fácil escolher tanto o sabor do bolo quanto a opção de espumante que será servido no evento”, explica Shalimar.

Ela conta que o espumante do tipo brut é a opção mais popular para casamentos, pois apesar de seco, ainda tem um pouco de açúcar, o que agrada a maioria das pessoas. “Eles ficam ótimos com praticamente todo tipo de bolo, mas combinam especialmente bem com sabores frutados e menos doces”.

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A cerimonialista conta que os espumantes tipo demi-sec também são opções populares para casamentos. “Eles têm uma boa quantidade de açúcar, harmonizando bem não só com bolo e doces, como também com a maioria dos cardápios. É comum oferecer um demi-sec quando a festa é do estilo bolo com espumante”.

Já os espumantes extra-brut ou nature são os mais secos, não tendo praticamente nada de açúcar. Essa ausência de doçura faz com que esses espumantes não combinem muito bem com doces em geral. “Em geral, apesar de elegantes, eles não deixam a boca com um sabor agradável quando combinados com bolo”.

Shalimar lembra que há também o espumante moscatel, o mais doce de todos, o que o faz combinar muito bem com todo tipo de bolo de casamento. “O espumante moscatel faz muito sucesso, principalmente entre as mulheres, devido a sua doçura. Porém, é também esse motivo que faz muita gente evitá-lo. Portanto, é bom pensar bem antes de optar por este tipo de bebida”.

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Foto: Casuarinas Casa de Festas

A cerimonialista finaliza lembrando que pode ser uma boa ideia fazer a prova do bolo junto com alguns sabores de espumante antes de se decidir. “Dessa forma, fica bem mais fácil saber o que fica mais saboroso, evitando desperdícios tanto de bolo quanto de bebidas na festa”.

Fonte: Casuarinas Casa de Festas

 

Existe casamento sem sexo? Psicólogo explica

Os interesses do mundo moderno mudaram também os casamentos e os relacionamentos?

Antigamente, casamento era sinônimo de procriar e  de formar família. Hoje em dia, os relacionamentos a dois estão cada vez mais adquirindo outras funções nas vidas dos cônjuges. Para o psicólogo, especialista em terapia de casais e sexualidade, Oswaldo M. Rodrigues Jr , do InPaSex (Instituto Paulista de Sexualidade de São Paulo), a valorização do casal como companheiros para viverem a vida, os prazeres, as diversões, o trabalho e a dedicação para a vida a dois aumenta de importância a cada dia mais e, assim, toma o espaço de outras funções conjugais.

E esse valor da troca emocional e afetiva pode ser desenvolvida por outros meios, mas que ainda podem ser sexuais. Afinal, o relacionamento sexual não se restringe e nunca foi restrito apenas as partes genitais. “Então temos visto muitos casamentos nos quais o sexo não é o primordial. Isso apareceu nas últimas décadas e chegou ao fenômeno da assexualidade”, fala o psicólogo.

Acabou o desejo, acabou o amor?

Para o especialista, ainda existem preocupações de que sexo seja uma resposta ao amor, e que se o sexo diminuísse ou acabasse seria uma referência à diminuição ou fim do amor. Mas ele explica que o amor é um elemento afetivo, algo mais complexo do que as emoções primárias, reativas e animais existentes no ser humano. E as emoções e vivências que ocorrem durante o sexo, diferenciam-se dos afetos.

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Revertendo o caso

A boa notícia é que casais que reconhecem a diminuição de atividades sexuais e de motivação para terem contatos íntimos podem mudar esta situação. “Reencontrar os caminhos para as atividades sexuais é algo plenamente possível, mas que exige reorganizações que nem sempre os casais percebem que podem executar, o que os leva a procurar auxílio em psicoterapia de casais ou na psicoterapia sexual”, diz o psicólogo.

Rodrigues fala que no Brasil ainda não é tão comum um casal buscar ajuda para superar os problemas que ocorreram antes da separação. Mas que essa pode ser uma das melhores alternativas para retomada de um casamento.

“Se o casal soubesse como retomar a vida a dois sozinhos, já o teria feito” diz acrescentando: “A psicoterapia focada na sexualidade auxiliará cada um a reconhecer as atividades que conduzem a sensações prazerosas e desenvolver coerência entre o que fazem, pensam e sente (tanto fisicamente quanto emocionalmente). Assim, o caminho poderá ser muito prazeroso para o casal e a psicoterapia funciona para casais que se propõem a mudar e chegar a um objetivo com essa ajuda psicológica”, completa.

Oswaldo M. Rodrigues Jr é psicólogo formado pela UNIMARCO (1984); foi Secretário Geral e Tesoureiro da WAS – World Association for Sexology (2001-2005); Presidente da ABEIS – Associação Brasileira para o Estudo da Inadequação Sexual (2003-2005); dedica-se a tratar de problemas sexuais junto ao InPaSex – Instituto Paulista de Sexualidade – do qual é fundador e diretor. Autor de mais de 100 artigos científicos e mais de 35 livros; co-cordenador do CEPES – Curso de Qualificação em Psicoterapia Sexual do Instituto Paulista de Sexualidade

 

Minha sogra veio morar em casa, e agora?

60% dos conflitos familiares são entre noras e sogras e apenas 15% entre genros e sogras

Em um país no qual a expectativa de vida da população aumentou e que os idosos já são mais de 20 milhões, é comum encontrar famílias que precisam se reestruturar para receber em casa novos integrantes, como os pais ou ainda os sogros. Mas, como lidar com essa mudança sem afetar a relação do casal?

Segundo Denise Miranda de Figueiredo e Marina Simas de Lima, ambas psicólogas, terapeutas de casal e fundadoras do Instituto do Casal, trata-se de um enorme desafio, como também uma prova de maturidade e empatia.

“Nessa situação é preciso se colocar no lugar de quem precisa de abrigo, assim como no lugar do filho ou da filha. É um momento de colocar a empatia e a solidariedade em prática. Como filho ou filha é a hora de retribuir tudo o que os pais já fizeram por nós. Isso pode ajudar a lidar muito melhor com a mudança”, afirmam.

Por outro lado, essa compreensão nem sempre pode ser tão fácil para genros e noras. Segundo um estudo da psicóloga Terri Apter, 60% das noras e 15% dos genros têm problemas com as sogras. O estudo virou um livro “What Do You Want From Me?” (O Que Você Quer de Mim”). Entre os principais problemas da rivalidade entre noras e sogras estão os cuidados com as crianças e o trabalho doméstico.

Como resolver esse dilema?

“O casal precisa sentar e conversar para chegar a um acordo. Precisa fazer um planejamento para decidir todos os detalhes, como reorganização do espaço físico, contas, logística de médicos, pagamentos, etc. Depois, é importante comunicar os filhos. O processo de adaptação pode ser longo e é preciso paciência e flexibilidade para dar certo”, diz Denise.

Veja agora, segundo o Instituto do Casal, algumas dicas para ajudar na transição:

Regras da casa: mostre desde o começo qual é a rotina da casa, assim como os horários das crianças, atividades etc. Peça para que esses limites sejam respeitados.

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Foto: Sylvie Bliss/Pixabay

Resolução de conflitos: procure resolver o problema diretamente com a sogra ou o sogro. Isso porque quando há conflitos o (a) parceiro (a) fica no meio do fogo cruzado, sem saber qual lado escolher. E o fato é que em um relacionamento saudável não é preciso fazer nenhuma escolha. Pelo contrário, o ideal é somar esforços para o bem de todos.

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Cena do filme A Sogra, com Jane Fonda e Jennifer Lopez

Relação amigável: certamente antes de casar você fazia um esforço para agradar os sogros, por que não continuaria agora? Então, procure manter uma boa relação para o bem-estar da família e, claro, da relação a dois.

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Foto: GrandparentsAmerica

Preserve a sua intimidade: o casal deve procurar preservar a intimidade, reservar momentos para o namoro, o sexo, como fazia antes. E neste caso, o(a) sogro(a) precisa respeitar esses momentos.

Inclusão: é importante que o (a) sogro (a) seja incluído nos programas familiares, pense que agora a família tem um novo membro. Se a condição de saúde permitir, deixe que ele (ela) participe das atividades da casa, como regar plantas, lavar louça, atender ao telefone etc. Assim, ele (ela) pode construir um papel dentro da família para não se sentir apenas um hóspede de passagem, mas sim fazer parte desse novo sistema familiar.

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“Talvez essa seja uma das questões familiares mais complexas para se administrar. O desafio é passar por esta situação da melhor forma possível e de uma maneira suave. É preciso ajudar a família nuclear e a família de origem a se adaptarem a esse novo contexto, que deve ser desenhado conjuntamente, com combinados claros e preestabelecidos por meio do diálogo franco. A relação a dois tende a ganhar novos significados, se fortalecer em função vivência da lealdade e dos cuidados com os pais e irá ao mesmo tempo ensinar aos filhos um modelo relacional afetivo melhor enquanto membro dessa família”, concluem as especialistas.

Fonte: Instituto do Casal

Saiba quais os direitos de visita dos avós aos netos de pais separados*

Muitos avós, paternos ou maternos, a cada dia que passa, buscam o poder judiciário para garantir o direito de serem avós.

A cada dia, há um crescimento no judiciário do reconhecimento da alienação parental, praticada por um dos genitores, ou seus familiares, criando assim uma forma de buscar o afastamento do genitor alienado e seus parentes da convivência dos menores alienados.

Esta complexidade, criada com a prática da alienação parental, ainda traz à baila a complexidade de regulamentação da convivência do genitor alienado com sua prole, mais ainda complexo é a convivência dos avós com estes netos.

Parece até absurdo esta nossa afirmação, mas não é, muitos genitores obstruem ao máximo a convivência dos avós com seus netos, em especial, aqueles que são pais dos genitores alienados.

O espírito de vingança pela falência do relacionamento muitas vezes reflete na penalização de todos os parentes daquele que é hostilizado, daquele que leva a culpa pela falência do matrimonio.

Os avós são parte integrante da vida das crianças. Quem não se lembra da macarronada da avó? Daquele passeio no parque com o avô? Daquele carinho especial dado pelos avós?

A convivência da criança com todas as gerações dos familiares é de suma importância ao seu desenvolvimento cultural e psicológico.

O sentimento de ser amado é primordial a qualquer ser humano, imaginem então para as crianças. E aos avós, que lutaram uma vida para poderem proporcionar o melhor aos seus filhos e com a esperança de desfrutar dos netos? É justo afastá-los desta convivência?

Sabe quando, nesses casos, os avós são lembrados? Quando aquele genitor guardião busca incansavelmente receber pensão alimentícia e o outro genitor não possui meios de comparecer com os valores que se entende justo (sabemos que nem sempre o são), alicerçam-se na lei (art. 1.696 do código civil) para buscar contra o idoso a obrigação de alimentar (prestar auxílio material). A lei determina que esta medida somente pode ser utilizada quando se esgotarem todos os meios processuais disponíveis para obrigar os alimentantes primários (genitores) a fazê-lo, porém, repisa-se, é quando os avós são lembrados pelo alienador.

Porém, ainda há de se falar que existem muitos casos de pais não separados, mas que um dos genitores (genro ou nora) não convive bem com seus sogros, ou mesmo, caso de filhos que não convivem bem com seus pais, e em retaliação a isto, proíbem a convivência dos netos com os avós.

A própria lei da alienação parental (12.318/10) prevê que a prática da alienação parental fere o direito da criança ou do adolescente de convivência familiar saudável, prejudica a realização de afeto nas relações com genitor e com o grupo familiar. Assim, entende-se que avós pertencem ao grupo familiar saudável ao desenvolvimento da criança e adolescente.

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Foto: Sylvie Bliss/Pixabay

O direito dos avós de conviverem com seus netos ainda está previsto na própria Constituição Federal em seu art. 227, entre outros deveres da família, sociedade e Estado de garantir à criança, ao adolescente e ao jovem a liberdade e a convivência familiar, o próprio ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) em seus artigos 16 (V) e 19 garantem à criança e ao adolescente participar da vida familiar e comunitária, sem discriminação. A IV Jornada de Direito Civil, no seu enunciado 333 afirma que o direito de visitas pode ser estendido aos avós e pessoas com as quais a criança ou o adolescente mantenha vínculo afetivo, atendendo ao seu melhor interesse.

As medidas judiciais que cuidam da convivência de avós com seus netos são as mesmas da regulamentação de visitas de pais separados, podendo ainda, se for o caso, requerer uma tutela de urgência, podendo o Juiz determinar liminarmente e de forma provisória a visitação dos avós, com ou sem a oitiva dos pais da criança ou adolescente.

Portanto, o nosso maior objetivo é dizer “Vovô e vovó, vocês possuem, sim, direito de conviver com seus netos”.

*Paulo Eduardo Akiyama é formado em economia e em direito 1984. É palestrante, autor de artigos, sócio do escritório Akiyama Advogados Associados, atua com ênfase no direito empresarial e direito de família

Lingerie para o mês das noivas

O cuidado com cada detalhe do casamento exige especial atenção à lingerie. Afinal, não há momento mais propício para que a underwear entre em cena com tudo o que tem direito. Além de proporcionar conforto durante a cerimônia e a festa, é ela, a lingerie que vai atrair toda a atenção no final. E lembrando que nada como uma lingerie certa para fazer com que a mulher se sinta mais poderosa e confiante!

A DeMillus desenvolveu a coleção Tatiana, pensando no durante e no após a cerimônia. Numa combinação de elastano com tule bordado, cor pérola, as peças vêm para agradar aquela noiva que quer esbanjar sofisticação e sensualidade, com muita elegância. Sem esquecer o conforto, primordial para que a noite possa curtida do começo ao fim.

O sutiã top Tatiana traz beleza, sofisticação e conforto. Tem taças moldadas e suporte, além de barbatanas nas laterais. Preço sugerido: R$ 55,00. Tamanhos: 42 a 48. A calça de cintura baixa tem forro em malha 100% algodão e frente toda bordada. (R$ 20,00; tamanhos P a EG).

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Para a noite de núpcias, a camisola Tatiana, em jersey de microfibra e alças finas que se cruzam nas costas, é a opção para fechar com muito estilo um dia intenso e tão especial. Preço sugerido: R$ 60. Tamanhos: P a XG.

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E a lua de mel, como será?

Lingerie já escolhida para a cerimônia? É hora de pensar no que vem depois

Quer ocasião melhor para a lingerie assumir seu protagonismo do que durante a lua de mel? É quando ela pode exibir toda a sua sensualidade e beleza e fazer a diferença… Então, todo o capricho na escolha!

DeMillus traz várias novidades para noivas e para toda mulher que gosta de se sentir sexy e poderosa. O que dizer do sutiã Negri com costas estilo nadador com um bem planejado decote? É confeccionado em renda elástica com desenho de zebra, na cor preta. Tem taças em espuma moldada e suporte (R$ 45,00).

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Acompanha o biquíni em tule levemente transparente (R$ 18,00), além da camisola Negri, também levemente transparente com alças finas cruzadas nas costas (R$ 50,00).

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Pura sensualidade é o que sugere o sutiã Aubade, em renda elástica, com decote diferenciado nas costas (R$ 42,00). Para acompanhar, fio-dental Aubade, leve e aderente (17).

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Para finalizar, o sutiã Iridien é todo sofisticação. Confeccionado em renda elástica com taças em espuma moldada e suporte (R$ 50,00). O biquíni Iridien vem com costas em microfibra elástica e detalhe em renda na frente (R$ 18).

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Informações: DeMillus – SAC: 21 3545-5000 – sac@demillus.com.br

Faça uma Festa de Divórcio e deixe a tristeza de lado com o fim do casamento

Comemorar o fim do relacionamento, para algumas pessoas pode ser bem estranho, para outras nem tanto. O tema que já é bem comum em outros países, especialmente nos Estados Unidos, está ganhando força no Brasil, fazendo com que o término não seja tão doloroso e sofrido.

A Festa de Divórcio assemelha-se a uma de casamento, porém, a diferença fica por conta da temática, com os rituais e itens peculiares, como bolo dividido ao meio, doce “bem-separado”, ao invés do bem-casado, atrações divertidas, a aliança é martelada, o buquê queimado, entre outros.

“Depois de fazer em 2009 a minha festa de divórcio neste formato, as pessoas começaram a me procurar para fazer também. Para mim, foi uma forma de seguir em frente e não ficar amargurada, mostrar para minha família e amigos que não queria sofrer. E o melhor de tudo, ainda fiz dessa comemoração um negócio”, diz a empresária Meg Sousa.

Utilizada como um “rito de passagem”, no país ainda são poucos os casais que comemoram juntos como no exterior, a maioria dos adeptos são mulheres, que fazem da Festa de Divórcio uma forma de libertação.

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Meg explica que eventos desse tipo podem ser simples, para até 20 convidados, ou grandiosas, para 200 convidados. E que é um evento divertido, que serve para quebrar o tabu que diz que esse momento deve ser sempre triste.

Informações: Festa de Divórcio