Arquivo da tag: dieta

Dez alimentos que devem ser abolidos em 2018

Se emagrecer está entre as principais metas de 2018, a nutróloga Ana Luisa Vilela – médica especialista em emagrecimento da capital paulista – foi além e separou uma lista com os dez alimentos que devem ser riscados da lista do supermercado. Ela conta que esses dez itens não servem apenas para entrar em 2018 com mais saúde, mas também colabora para evitar alguma doenças e ainda perder de maneira bem mais simples do que se imagina.

Tirando alguns alimentos que são ricos em sódio, gorduras e calorias vazias, a médica afirma que é possível melhor muito a qualidade de vida. Confira a lista:

salame pixabay
Pixabay

1- Embutidos e defumados: são ricos em sais e gorduras podem induzir doenças no trato gastrointestinal se consumidos em excesso;

sal-refinado

2- Sal de adição: colabora para a retenção de líquidos e é o inimigo de quem tem pressão alta e problemas cardíacos;

Balas Caramelizadas

3- Corantes sintéticos: são normalmente encontrados em alimentos com pigmento forte industrializado como balas sucos em pó podem causar alergias graves.

batata frita

4- Frituras em óleo: o óleo oxidado usado em frituras e um veneno para nosso colesterol aumentando muito o risco de distúrbios cardiovasculares;

salsicha e embutidos pixabay
Pixabay

5- Salsicha: é um alimento rico em gorduras, corantes e possui baixa qualidade. Se for consumir, dê preferência então para as salsichas artesanais com alimentos selecionados;

fast food

6- Biscoitos industrializados, margarina e sanduíches fast food: são ricos em gorduras e carnes processaras muito calóricos estimulam o comer rápido são macios deixando o ato de mastigar em segundo plano. O biscoitos são recheados com recheios artificiais ricos em gorduras açúcares e corantes e você nunca come um só, o que aumenta ainda mais a ingesta de gorduras ruins e calorias e induz as crianças a só comerem besteiras deixando de lado os bons alimentos como frutas e legumes.

macarrao instantaneo
Pixabay

 

7- Macarrão instantâneo: alimento que já vem industrializado pré frito, rico em sal e gorduras e calorias e com baixa ingesta de nutrientes. São famosos por serem uma opção barata e rápida porém pouco saudável.

sugar

8- Açúcar branco: além de serem calorias vazias, engorda, aumenta o risco de diabetes quando consumidos em grande quantidade.

balas

9- Balas e Marshmallow: ricos em gorduras, aumentam o ganho de peso e são calorias sem nenhum nutriente. Também pioram a qualidade dos dentes.

carne de porco gordura pixabay
Pixabay

10- Gordura visível em carnes de origem animal: mesmo sabendo a delícia que é um torresmo ou aquela gordurinha da picanha, ou a pele crocante do frango, todas são maléficas para a saúde. É melhor investir em carnes magras como filé de frango ou peixes e sempre tirar aquelas gordurinhas visíveis. Esses excessos prejudicam o bom funcionamento do coração.

Fonte: Ana Luisa Vilela é graduada em Medicina pela Faculdade de Medicina de Itajubá – MG, especialista pelo Instituto Garrido de Obesidade e Gastroenterologia (Beneficência Portuguesa de São Paulo) e pós graduada em Nutrição Médica pelo Instituto GANEP de Nutrição Humana também na Beneficência Portuguesa de São Paulo e estágio concluído pelo Hospital das Clinicas de São Paulo – HCFMUSP. Hoje, está à frente da rede da Clínica Slim Form a melhorar a autoestima de seus pacientes com sobrepeso com tratamentos personalizados que aliam beleza e saúde.

Verão: o perigo das dietas radicais

Com a chegada do verão algumas pessoas sentem a necessidade de se livrar dos quilinhos extras e, às vezes, adotam práticas alimentares radicais, como excluir totalmente determinados alimentos, exagerar nos exercícios físicos ou até usar medicamentos sem prescrição médica.

Medidas como essas, além de não serem eficazes a longo prazo, podem gerar sérios problemas de saúde. Mas então, como conseguir chegar ao peso ideal e manter a saúde em dia? A nutricionista Mayra Fiuza Silva, profissional cadastrada na plataforma Doutor123, separou dicas sobre as dietas que estão em alta, confira:

Dieta Low Carb

macarrao lamen

Como o próprio nome já diz, low (de baixo) e carb (de carboidrato), a dieta propõe reduzir a quantidade diária de carboidratos ingeridos e prioriza a alimentação baseada em vegetais e legumes, frutas com baixo teor de açúcar, oleaginosas e alimentos ricos em proteínas como carnes magras, leites desnatados e queijos brancos. A proposta é reduzir o nível de insulina na corrente sanguínea, uma vez que as células se obrigam a liberar a gordura estocada para suprir a necessidade de energia, o que resulta na perda de peso logo nos primeiros dias. Com resultados rápidos, os adeptos tendem a ficar empolgados e optam por abolir definitivamente o carboidrato, o que não é recomendado. O ideal é adequar o consumo desse grupo alimentício e escolher boas fontes do nutriente. A low carb proporciona uma maior saciedade e os picos de fome são reduzidos.

Dieta Glúten Free

pão to go 1

Glúten é uma proteína presente naturalmente em diversos cereais, como cevada, trigo e centeio. Atualmente, cerca de 1% da população mundial possui a doença celíaca, ou seja, quando o glúten não é bem aceito pelo intestino e gera diversas reações como diarreia, gases e inchaço. Com a popularidade do assunto, muitas pessoas que não têm restrição à proteína decidiram bani-la com o intuito de emagrecer. É preciso ter atenção e cautela, pois quando retiramos indiscriminadamente algo da nossa alimentação sem que tenhamos algum problema de saúde que justifique isso, podemos induzir nosso organismo a desenvolver patologias associadas à essa remoção. O próprio Conselho Regional de Nutricionistas (CRN3) emitiu o parecer técnico 10/2015 discorrendo sobre essa restrição do consumo de glúten como medida terapêutica.

Jejum intermitente

prato

Como o próprio nome já diz, é um tipo de jejum que inicia e recomeça por intervalos, que são definidos de acordo com a necessidade e disponibilidade de cada pessoa. Os protocolos mais comuns da prática são: jejum de 12 horas, de 16 horas e de 18 horas. O objetivo é fazer com que o corpo utilize os estoques de gordura e resulte em perda de massa gorda. Apesar de simples, a estratégia exige cuidado, pois para iniciá-la, o indivíduo já deve fazer refeições saudáveis e balanceadas ou o processo ficará muito mais complicado e de fácil desistência. Como qualquer outra mudança brusca na alimentação, o jejum intermitente também exige acompanhamento médico e não pode ser feito por qualquer pessoa. A dieta não é aconselhada para crianças, gestantes e idosos.

Lembre-se de sempre procurar um especialista antes de iniciar qualquer tipo de dieta, por mais simples que pareça. Cada indivíduo é único assim como seu organismo, então, nem sempre o que está na moda funciona para você.

Fonte: Doutor 123

 

 

 

 

Cortar o consumo de alimentos com lectina pode trazer riscos à saúde

 

Certamente você já ouviu falar de dietas famosas que proíbem terminantemente certos alimentos em prol da saúde ou da boa forma como, por exemplo, as dietas sem glúten, sem carboidratos e sem lactose. Devido a todo burburinho que esses métodos geralmente provocam, é comum que muitas pessoas se sintam influenciadas a mudar totalmente sua alimentação, acreditando que estão sendo de fato prejudicadas pelo cardápio convencional.

Nessa mesma linha, a dieta da vez é a “dieta sem lectina” – uma proteína potencialmente prejudicial ao organismo e que está presente em inúmeros alimentos que consumimos diariamente.

Nada de grãos

oleaginosas castanhas
Pixabay

A premissa é simples: excluir do cardápio grãos, cereais, leguminosas, além de certos tipos de legumes e sementes. Porém, convenhamos: imaginar uma refeição sem qualquer um desses itens é bem difícil, não é mesmo? Então, por que essa nova dieta está ganhando fama?

De acordo com seus adeptos, a simples exclusão de alimentos como o feijão, a lentilha, a ervilha e até mesmo a berinjela seria capaz de acabar com o inchaço, ajudar no controle da dieta e inibir processos inflamatórios no corpo. Isso porque tais ingredientes possuem alta concentração da famigerada lectina, substância que, na natureza, serve parar defender a planta de agressões externas, porém, quando ingerida pelos seres humanos, causa diversos malefícios.

Na prática, seus seguidores podem consumir apenas frutas da estação, vegetais folhosos de coloração verde-escura e alimentos ricos em gorduras boas, de origem vegetal, como por exemplo, o óleo de coco e o abacate. Até mesmo certos tipos de proteínas (carnes e laticínios) são proibidos com a justificativa de que nosso organismo não está suficientemente adaptado para digeri-los de forma eficaz. Muitos dos conceitos da dieta podem, inclusive, coincidir com o que outros cardápios restritivos preconizam, como a dieta paleolítica e a dieta do tipo sanguíneo. Saiba mais:

Consumo atrapalha o hormônio da saciedade

barrinha cereais

Uma coisa é fato: a tal substância não é bem tolerada no organismo, pois as enzimas presentes no trato gastrointestinal não conseguem digeri-la totalmente, provocando desconfortos como excesso de gases, dores na região do abdômen e “estufamento”. Segundo o nutricionista William Reis, a ingestão de lectina pode, até mesmo, aumentar o apetite de pessoas mais sensíveis à substância.

“Basicamente, essa proteína é conhecida como um antinutriente, capaz de irritar as paredes do trato intestinal e impedir a absorção de outros elementos essenciais para o organismo. O intestino pode, inclusive, ter seu poder de filtragem de toxinas prejudicado, propiciando reações alérgicas, inflamações, disfunções metabólicas e, até mesmo, maior resistência ao hormônio leptina, um regulador do apetite, essencial para a sensação de saciedade”.

Por si só, tal argumento já parece suficiente para sair excluindo tais itens da dieta, porém, conforme explica o consultor da Nature Center, é preciso ponderar – as lectinas só desenvolvem esse tipo de reação no organismo se os grãos e cereais (onde estão em maior quantidade) forem consumidos in natura.

“O consumo de lectinas é praticamente inevitável, pois elas estão presentes, direta e indiretamente, em grande parte dos alimentos que consumimos, mas é importante ressaltar que nós não costumamos ingerir leguminosas e grãos totalmente crus, pois, mesmo no preparo de saladas, esses alimentos são imersos em água antes de serem levados ao prato. Só o ato de colocá-los de molho por um tempo, já diminui bruscamente os efeitos da proteína no organismo”.

Prós x Contras da Dieta

Vantagens

frutas legumes
-Maior consumo de fibras e vitaminas: por ser uma dieta que restringe o consumo de grãos, leguminosas e todos os tipos de cereais, a ingestão de frutas e verduras deve ser elevada para compensar a falta desses itens. Assim, quando bem orientada, essa prática fornece um aporte maior de antioxidantes, minerais, fibras e vitaminas presentes nos alimentos;

mulher emagrecimento dieta
-Controle do peso: produtos com açúcar também são evitados durante a dieta, o que garante menor pico de produção do hormônio insulina no sangue e evita acúmulo de gordura. Consequentemente, esse menor consumo de açúcar também ajuda o indivíduo a controlar o peso;

mulher-comendo-saladaactivelife
-Mais saciedade: não só pelo alto consumo de fibras, mas pela redução do consumo de carboidratos de alto índice glicêmico e melhora da sensibilidade ao hormônio da saciedade;

Desvantagens

IbisMASSAS-00003
-Poucos carboidratos: a baixa diversidade de carboidratos permitidos na dieta pode fazer com que falte energia para o organismo e haja uma diminuição da massa muscular. Por isso, é importante sempre diversificar o cardápio e buscar o equilíbrio dos alimentos ingeridos, para minimizar carências nutricionais;

pães

-Pouca variedade: a ingestão de alimentos como o arroz, a batata, pães e raízes, por exemplo, fazem parte da rotina alimentar do brasileiro e estão presentes em boa parte das receitas tradicionais. Por isso, pode ser difícil, num primeiro momento, evitar o consumo desses itens e se adaptar ao novo cardápio;

suplementos vitaminas Jeltovski
Foto: Jeltovski

-Maior risco nutricional: por restringir o consumo de diversos alimentos, indivíduos que seguem essa dieta devem redobrar os cuidados em relação às carências nutricionais. Mesmo com uma dieta bem orientada, em alguns casos é preciso, até mesmo, seguir uma suplementação multivitamínica (sob orientação médica), para compensar o aporte insuficiente de nutrientes.

Sem arroz e feijão?

arroz-com-feijao-goodiegodmother
Foto: Goodiegodmother

Já pensou na sua alimentação diária sem arroz e feijão? Pois essa é uma das “normas” da controversa dieta, que além de restringir o consumo desses alimentos tão tradicionais na mesa do brasileiro, também bane a ingestão de açúcar, trigo, laticínios, tomate, berinjela, melão, batata, pimentão e sementes em geral Porém, será que essas mudanças realmente valem a pena?

Embora muitas pessoas acreditem que a famosa dupla “arroz e feijão” deva ser excluída do cardápio sempre que se busca emagrecer, a verdade é que esses grãos têm um papel primordial no metabolismo. “Por conta do seu alto teor de fibras, a ingestão desse prato pode ajudar a regular o transito intestinal, auxiliando na dieta. Os benefícios são ainda maiores se os cereais forem integrais, pois também haverá um controle maior da glicemia” – explica Reis

Além disso, por se complementarem nutricionalmente, são tidos como uma refeição ideal quando o assunto é nutrição. “O arroz, cereal, é rico no aminoácido metiona, fibras e vitaminas do complexo B. Já o feijão, leguminosa, também possui em sua composição os mesmos elementos, além de minerais como o cobre, magnésio, zinco, fósforo, cálcio e possuir em grande quantidade o aminoácido lisina. Basicamente, o que um não tem em elevada porcentagem o outro tem, por isso, muitas pessoas associam o prato a um “casamento perfeito” – explica Reis.

Por essa razão, um dos principais alertas em relação à dieta sem lectinas é seu maior risco para uma deficiência nutricional, em virtude da exclusão severa de alimentos altamente nutritivos como o trivial arroz e feijão.

Funciona como alternativa para emagrecer?

emagrecer-fita-metrica

Ainda que algumas pessoas se interessem por esse tipo de regime devido aos seus efeitos na balança, o especialista da Nature Center alerta que dietas restritivas podem dar uma falsa sensação de emagrecimento: “A exclusão dos carboidratos não causa apenas a queda brusca de energia como também a perda de tecido muscular e não especificamente de gordura, como é a intenção de muitos. Reduzir massa magra é pouco saudável, pois, sem ela o metabolismo diminui e o corpo passa a gastar cada vez menos calorias para se manter ativo. Por isso, é preciso cautela antes de seguir dietas da moda. Existem meios muito mais eficazes e seguros para atingir esse objetivo.”

Para o profissional, regimes que delimitam a ingestão energética podem ajudar na perda rápida de peso como muitas pessoas desejam, mas essa não é a forma correta de alcançar esses objetivos, principalmente, quando o paciente deseja evitar o efeito sanfona.

Medidas para reduzir as lectinas

Ainda assim, é possível alcançar os benefícios da dieta sem ter que adotar um cardápio tão restritivo. Para tal, o profissional aponta algumas técnicas simples que podem surtir efeitos positivos na eliminação da substância. Basicamente, esses métodos eliminam quase que por completo a ação da proteína e podem ajudar a diminuir os incômodos. Fique por dentro:

feijão água foto fullplateliving
Foto: Fullplateliving

=Imersão: recomenda-se deixar as leguminosas “de molho”, ou seja, colocá-las em uma bacia com água da noite para o dia a fim de diminuir a concentração de lectina e, ao mesmo tempo, ajudar na higienização do alimento. Na maioria das vezes os antinutrientes se encontram na casca dos alimentos e são solúveis em água. Portanto, quando submetidos ao “banho”, por no máximo 12 horas, os elementos se desprendem dos demais nutrientes e podem ser descartados juntamente com a água;

cozinhando comida fogão stocksnap pixabay
Foto: Stocksnap/Pixabay

=Cozimento: ferver grãos, cereais e algumas leguminosas também pode ser uma boa opção no processo de eliminação das lectinas. Isso porque o calor elevado degrada os anti-nutrientes, inibindo sua ação no organismo.

O nutricionista ressalta apenas que é importante sempre se atentar às técnicas que serão utilizadas para que os alimentos não percam também, seu valor nutricional: “Métodos como o cozimento são eficazes na eliminação de substâncias indesejáveis, porém, vitaminas e minerais essências ao organismo também se desprendem durante esse processo. Por isso, é importante adotar técnicas menos agressivas como, por exemplo, o cozimento a vapor ou no próprio microondas, que preservam mais a integridade dos nutrientes e também ajudam eliminar as lectinas”.

Cardápio equilibrado é sempre a melhor saída

Por fim, o especialista alerta que é preciso desconfiar de cardápios que excluem quase que completamente grupos de alimentos.

“Diferente de métodos que incentivam a diminuição do consumo de alimentos industrializados que, de fato, não favorecem a saúde, esse tipo de dieta exclui alimentos amplamente conhecidos por seu alto valor nutricional; ou seja, tiram do prato vitaminas, minerais e vários outros nutrientes essenciais para o bom funcionamento do organismo. O mais recomendado é que, diante de qualquer suspeita de intolerância a um determinado alimento, sempre se busque orientação médica. Dessa forma, é possível investigar a verdadeira causa de um possível desconforto sem correr o risco de desenvolver problemas ainda mais graves no futuro em virtude uma carência nutricional”– finaliza Reis.

Fonte: Nature Center

Dicas para não afundar a dieta no Natal, Réveillon e férias

O fim de ano chegou e com ele muitas comemorações. Um amigo secreto aqui, uma jantinha de confraternização da empresa ali e depois ainda temos a Ceia de natal e Ano Novo. Isso tudo é normal, anual e inevitável. E o seu planejamento alimentar em que se dedicou durante todo o ano, vai por água abaixo? Nada disso, sem pânico ou desânimo. Natasha Barros, nutricionista e bodydesign, elencou algumas dicas para manter o peso diante de tantas comemorações e férias.

= Em primeiro lugar, seu corpo ainda não tem um dispositivo que identifica que você está de férias e “precisaria” relaxar a dieta.

= Procure usar sua refeição livre na ceia de Natal e Ano Novo.

yogini fitness
Yogini

=Seja onde estiver: hotel, navio, praia, campo, leve tênis e roupas para treinar.

= Não corra em dias consecutivos, o joelho vai reclamar!!! Alterne com bicicleta por exemplo.

suplementos

= Leve seus suplementos caso vá treinar.

= Procure seguir a dieta proposta pelo nutricionista

= Lembre-se que seu prato do almoço deve conter vegetais (metade do prato), uma porção de carboidrato e uma de proteína. Sempre! Faça boas escolhas.

Hidratacao agua mulher

= Tome bastante líquido, água é sempre bom.

= Não pule os lanches da manhã e da tarde. Programe-se para levar consigo caso vá passar o dia todo fora.

= Boas opções de carboidrato na praia: milho sem manteiga, açaí (pode levar whey e misturar no açaí), levar fruta ou sanduíche como carbo e tomar o whey batido.

= Modere a bebida alcoólica, ela tem muitas calorias e aumenta a vontade de carboidratos.

chá gelado2

= Beba chá gelado no calor! Chá preto ajuda a emagrecer (pode ser de saquinho)

= Não enfie o pé na jaca o dia todo, procure sair da dieta apenas quando valer muito a pena.

natasha barros.png

Fonte: Natasha Barros é nutricionista e bodydesigner, membro do IFBB – International Federation of Body Building, da SBC – sociedade Brasileira de Coaching e membro da IBNF – Instituto Brasileiro de Nutrição Funcional. Pós-graduanda em Fitoterapia e em Nutrição Ortomolecular e Nutrigenética.  

 

Confira se há vilões dos vasos sanguíneos na sua dieta

Alguns alimentos favorecem a circulação do sangue; outros, no entanto, ajudam a acumular gordura e no aparecimento da inflamação; adeque sua dieta e fique ligado nas dicas da angiologista e cirurgiã vascular Aline Lamaita

Vários fatores interferem no funcionamento da circulação sanguínea, desde genética a hábitos como sedentarismo, tabagismo e obesidade. Mas alguns dos complicadores podem estar justamente na dieta: “Enquanto ácidos graxos como ômega-3 são benéficos para ‘afinar’ o sangue e alimentos com propriedades antibióticas naturais, como alho e cebola, ajudam a prevenir coágulos sanguíneos; alimentos ultraprocessados têm grande quantidade de sal, açúcar e gordura, todos relacionados à dificuldade da circulação sanguínea”, afirma a cirurgiã vascular e angiologista Aline Lamaita, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular.

A médica lista cinco vilões dos vasos sanguíneos. Confira:

-Excesso de sal: “Além de usar o saleiro, a maioria dos produtos industrializados tem o sódio adicionado para melhorar sua conservação. Então, no geral, o brasileiro consome muito mais sal do que deveria”, diz a médica. “O sal favorece a retenção de líquido, provoca inchaço e aumenta a pressão sobre os vasos sanguíneos e deixa o sangue mais denso, pesado, podendo favorecer a formação de coágulos”, explica. Também devemos tomar cuidado com doces light e refrigerantes, pois geralmente contém muito sódio. “Quando se fala em sódio, as pessoas automaticamente pensam em salgados e, em boa parte da população, o consumo excessivo está nos doces e produtos industrializados”, afirma a médica.

mulher bebendo drinque pixabay
Foto: Pixabay

-Bebida alcoólica: ao favorecer a desidratação, o álcool pode fazer o organismo reter mais líquidos e aumentar a pressão sobre veias e artérias. Quem gosta de fumar quando está bebendo aumenta ainda mais os riscos, já que a nicotina tem efeito constritor, explica a médica.

mulher bebendo agua pixabay
pixabay

-Falta de água: “Quanto menor a ingestão de água, maior a viscosidade do sangue. Além disso, a desidratação também favorece a queda da pressão arterial, ameaçando vários órgãos. O consumo adequado de água garante que o organismo seja irrigado e bem nutrido de sangue.”

arker refrigerante
Foto: Arker

-Alimentos processados: você ama biscoitos, macarrão instantâneo, refrigerantes, refrescos em pó e salgadinhos? Fique atento: “Ricos em sal, açúcar e gorduras, eles favorecem o ganho de peso e também a inflamação, o que pode colaborar para o aparecimento de doenças circulatórias”, afirma.

fast food.png

-Gordura hidrogenada: fast-foods, sorvetes industrializados e bolos são três exemplos de alimentos que retardam a circulação e podem agravar a inflamação dos vasos sanguíneos.

Para incluir na dieta

morango do emiliano

A médica orienta o consumo de alimentos ricos em fibras, que auxiliam na boa digestão e controle do colesterol; procure optar por alimentos com gorduras poli-insaturadas; frutas ricas em Vitamina K, como morango, uva e ameixas, têm papel importante na coagulação do sangue; e alimentos antioxidantes e que contém rutina (encontrada laranja, limão e maçã) auxiliam na diminuição da morte celular da parede das veias.

Fonte: Aline Lamaita é cirurgiã vascular e angiologista formada pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, Membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular, da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia e do American College of Phlebology. A médica possui título de especialista em Cirurgia Vascular pela Associação Médica Brasileira / Conselho Federal de Medicina.

 

Dieta com menos calorias tem efeito benéfico sobre a pele

Dieta reduz gorduras e aumenta a produção de pelos em camundongos, entre outros benefícios

Por Luiza Caires*

Dietas de restrição calórica têm sido associadas a vários benefícios para a saúde, mas seus efeitos sobre a pele ainda não haviam sido demonstrados. Uma pesquisa feita na USP verificou que, em camundongos, o controle de calorias ajuda os animais a viver mais, porém, reduz as reservas de gordura (tecido adiposo) que mantêm o corpo aquecido.

Para compensar esse efeito da dieta, observaram os pesquisadores, o tecido cutâneo dos roedores estimulou o crescimento de pelos e aumentou o fluxo sanguíneo para aquecer a pele.

Ao mesmo tempo, foram observadas alterações no metabolismo celular. Os animais revelaram uma resposta adaptativa para permanecer aquecidos – e vivos – em condições alimentares limitadas.

20171009_00_restricao-calorica
Para pesquisadora, entender como a restrição calórica age no organismo e quais são as moléculas envolvidas ajudará a encontrar alvos que permitam prevenir ou tratar doenças relacionadas ao ganho de peso e à idade – Foto: Flickr CC 2.0

O trabalho foi conduzido durante o pós-doutoramento de Maria Fernanda Forni no Instituto de Química (IQ) da USP – com bolsa da Fapesp e orientação de Alicia Kowaltowski. Foi realizado no âmbito do Projeto Temático Bioenergética, transporte iônico, balanço redox e metabolismo de DNA em mitocôndrias, coordenado por Alicia.

Resultados do estudo foram publicados em setembro na revista Cell Reports. “As mudanças na pelagem e na pele foram bastante perceptíveis. São interessantes porque se mostraram após apenas alguns meses, quando os animais ainda não são velhos”, disse Alicia Kowaltowski.

A pesquisa foi feita com dois grupos de camundongos ao longo de seis meses. Em um dos grupos, os animais puderam se alimentar como, quando e quanto queriam. Ficaram obesos. O segundo grupo foi submetido a uma dieta na qual se podia comer apenas 60% das calorias consumidas em média pelo outro grupo.

20171009_01_alicia-kowaltowski-300x300
Alicia Kowaltowski – Foto: Redoxoma

Após seis meses, os animais submetidos à restrição calórica apresentavam massa corporal 40% menor que a dos demais (não perderam peso, apenas não engordaram como os que comeram livremente). Como diminuiu a gordura que ajuda a deixar os corpos aquecidos, a resposta adaptativa da pele dos roedores foi estimular o crescimento de pelos. Após seis meses, os animais passaram a exibir pelagens mais uniformes, mais espessas e com pelos mais longos.

“O pelo tem propriedades que isolam melhor o calor. Achamos que essa é uma adaptação presente nos mamíferos. Aqueles que comem menos têm menos gordura e, portanto, precisam de mais pelos para isolar o calor”, disse Kowaltowski.

A vascularização da pele também se alterou. Comparado com os animais obesos, os camundongos com restrição calórica apresentaram três vezes mais vasos sanguíneos na pele.

Essa alteração aumentou a irrigação sanguínea das células cutâneas. Ao mesmo tempo, essas células exibiram diferenças no metabolismo.

Por outro lado, nos roedores obesos, o que se constatou foi o aparecimento de sinais de envelhecimento precoce da pele. “A mudança na vasoconstrição auxilia os camundongos magros a conservar calor. Ao mesmo tempo, a pele se manteve jovem”, disse Alicia.

Aquecimento

 

20171009_02_caloria-camundongo-768x403
Estudo feito no Instituto de Química da USP indica que dieta de restrição calórica reduz as gorduras e aumenta a produção de pelos em camundongos. Trabalho foi publicado na Cell Reports – Foto: Alicia Kowaltowski

Uma segunda etapa da pesquisa consistiu na raspagem de trechos na pelagem dos dois grupos, de modo a confirmar se o pelo extra estaria ajudando a aquecer os animais com restrição calórica. “Raspamos o pelo dos camundongos e verificamos a evolução deles ao longo de um mês”, explicou a pesquisadora.

Com base em aferições de perda de calor corpóreo, foi possível atestar que as pelagens mais espessas ajudaram a isolar o calor.

“Os camundongos em restrição calórica perderam massa muscular e se tornaram mais letárgicos. Trata-se de uma mudança no metabolismo que foi resultado direto da perda de calor corporal para o meio ambiente. Eles não conseguem viver bem sem pelos”, disse.

Por fim, tingiu-se o pelo dos animais com um corante azul para verificar se haveria diferença na quantidade de perda de pelos entre os camundongos em dieta e os obesos. O que se constatou foi que, nos animais em dieta, a perda de pelagem foi menor e o pelo se manteve espesso. “Eles perderam menos pelos e o pelo permaneceu por mais tempo, o que pode ser uma adaptação para evitar gasto de energia com o crescimento de pelos”, disse Kowaltowski.

“Essas descobertas são especialmente significativas, uma vez que revelam não apenas um efeito marcante da restrição calórica sobre a pele, mas também um mecanismo adaptativo para lidar com o isolamento reduzido derivado de alterações na pele sob condições de redução da ingestão calórica”, disse.

Proteção para o fígado

Em um outro trabalho, publicado na revista Free Radical Biology and Medicine, o grupo de Alicia mostrou que a adoção de uma dieta restrita em calorias protegeu o fígado de camundongos de danos causados pela interrupção temporária do fluxo sanguíneo para o órgão.

“Quando comparamos os animais que comiam à vontade com os submetidos a uma dieta com restrição calórica, a diferença foi enorme. Enquanto no primeiro grupo cerca de 25% do fígado ficou comprometido, no segundo, o índice foi de apenas 1%”, disse a pesquisadora.

O modelo adotado no experimento – conhecido como isquemia e reperfusão – consiste em interromper cerca de 70% do fluxo sanguíneo para o fígado durante 40 minutos, simulando um infarto. Dados da literatura científica indicam que esse tipo de procedimento induz a um aumento patológico de cálcio no tecido, o que causa uma pane no funcionamento das mitocôndrias (estruturas responsáveis pela produção da energia celular) e leva parte das células hepáticas à morte.

“O cálcio é importante para regular o metabolismo da mitocôndria e aumentar a produção de ATP [adenosina trifosfato, molécula que armazena energia]. Porém, em excesso, faz com que a organela pare de trabalhar adequadamente. Nossa hipótese, portanto, era de que o benefício observado com a dieta estaria relacionado com um aumento na capacidade das mitocôndrias de captar cálcio do meio intracelular sem deixar de produzir energia”, explicou Sergio Menezes-Filho, pesquisador do IQ e primeiro autor do artigo.

Ensaios in vitro foram feitos para confirmar a teoria e compreender melhor os mecanismos envolvidos. Para isso, os pesquisadores isolaram mitocôndrias dos dois grupos de animais incluídos no estudo: um liberado para comer à vontade (controle) e outro submetido à restrição calórica (60% das calorias do controle).

Por meio de experimento, o grupo observou que as mitocôndrias dos animais submetidos à restrição calórica conseguiam captar cerca de 70% mais cálcio que as do grupo controle – sem que seu funcionamento ficasse comprometido.

Também foi constatado que no interior das organelas extraídas de animais submetidos à dieta havia mais moléculas de ATP do que nas do grupo controle. Essa parte do estudo contou com a colaboração da professora do IQ Marisa Medeiros.

“Não sabemos ainda o que faz a mitocôndria do animal que comeu à vontade ter menos ATP, mas certamente essa diferença está relacionada à capacidade de captação de cálcio”, relatou Alicia.

Benefícios múltiplos

Os dois artigos recentemente publicados integram uma série de estudos coordenados por Alicia Kowaltowski no âmbito do Centro de Pesquisa em Processos Redox em Biomedicina (Redoxoma), um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepid) apoiado pela Fapesp. O objetivo é investigar o efeito da restrição calórica sobre diferentes tecidos.

“Dizer para as pessoas simplesmente comerem menos não está funcionando. A obesidade se tornou uma epidemia mundial. Temos tentado entender como a restrição calórica age no organismo e quais são as moléculas envolvidas, para encontrar alvos que permitam prevenir ou tratar doenças relacionadas ao ganho de peso e à idade”, disse Alicia.

Os experimentos realizados até o momento mostraram que a dieta em animais de laboratório causa efeitos muito específicos nos diferentes órgãos. No pâncreas, por exemplo, torna as células produtoras de insulina capazes de responder melhor ao aumento na taxa de glicose do sangue.

Já no cérebro, foi observado um benefício também relacionado à capacidade das mitocôndrias em captar cálcio – o que poderia evitar a morte de neurônios associada a doenças como Alzheimer, Parkinson, epilepsia e acidente vascular cerebral (AVC), entre outras.

Participaram desses estudos Ignacio Amigo, do IQ, e Fernanda Menezes Cerqueira, atualmente na Ben-Gurion University of the Negev, em Israel.

“Nos trabalhos feitos até o momento, avaliamos o efeito da restrição calórica em situações patológicas agudas. Mas acreditamos que a dieta também tenha um efeito benéfico, porém mais sutil, em condições fisiológicas. Ajudando a regular o metabolismo do dia a dia. É isso que pretendemos compreender melhor agora”, disse a coordenadora do estudo.

O artigo Caloric Restriction Promotes Structural and Metabolic Changes in the Skin, de Maria Fernanda Forni, Julia Peloggia, Tárcio T. Braga, Jesús Eduardo Ortega Chinchilla, Jorge Shinohara, Carlos Arturo Navas, Niels Olsen Saraiva Camara e Alicia J. Kowaltowski, pode ser lido aqui.

O artigo Caloric restriction protects livers from ischemia/reperfusion damage by preventing Ca2+-induced mitochondrial permeability transition, de Sergio L. Menezes-Filho, Ignacio Amigo, Fernanda M. Prado, Natalie C. Ferreira, Marcia K. Koike, Isabella F. D. Pinto, Sayuri Miyamoto, Edna F. S. Montero, Marisa H. G. Medeiros, Alicia J. Kowaltowski, pode ser acessado aqui.

*Karina Toledo e Peter Moon / Agência Fapesp, com edição do Jornal da USP. (Leia aqui o texto original)

 

Pesquisa: o que leva brasileiros a adotarem modismos em dietas e alimentos

Levantamento realizado para a Nestlé aponta que muitos brasileiros estão evitando itens como lactose e glúten e inserindo novos ingredientes na dieta, como batata-doce e óleo de coco

Pesquisa inédita realizada para a Nestlé, com mais 1.500 pessoas de todas as regiões do Brasil, mostra que uma grande parcela dos brasileiros está aderindo aos “modismos alimentares” em busca de emagrecimento rápido, retirando de sua alimentação ingredientes como glúten e lactose, de forma indiscriminada, e buscando resultados “mágicos” em alimentos como batata-doce e óleo de coco.

O levantamento foi realizado pela área de Inteligência e Pesquisa de Mercado da Editora Abril especialmente para a Revista BIO, publicação especializada da Nestlé, dirigida a nutricionistas, que passa a contar a partir deste mês de outubro com novo projeto gráfico e editorial, com o objetivo de disseminar informações científicas sobre Nutrição aos profissionais de saúde.

De acordo com a pesquisa, 19% dos entrevistados faz restrição parcial ou total do consumo de glúten, proteína presente em cereais como trigo, centeio e cevada. Desses, 30% cortaram a substância porque querem emagrecer. No entanto, apenas 4% das pessoas que evitam parcial ou integralmente o glúten o fazem pelo fato de terem doença celíaca e por recomendação profissional. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), apenas 1% da população mundial tem a doença celíaca.

pesquisa2

 

Quando o assunto é lactose, 28% das pessoas que responderam à pesquisa disseram que fazem restrição total ou parcial do seu consumo. Entretanto, um total de 79% afirmou que nunca fez um teste de intolerância à lactose. O levantamento mostra também que 26% dos entrevistados resolveram cortar a lactose por conta própria, sem consultar um profissional de saúde, e 8% admitiram que tiraram esse nutriente da sua dieta por vontade de emagrecer.

pesquisa4

pesquisa5

Segundo a pesquisa, além da motivação do peso, muitas pessoas também evitam componentes como o glúten e lactose por acharem que eles podem fazer mal à saúde, devido principalmente à utilização de dizeres como “não contém glúten” e ”sem lactose” em embalagens e anúncios, que acabam gerando a percepção de que tais componentes não são saudáveis.

pesquisa3

Alimentos da moda

O levantamento aponta que os “alimentos da moda”, associados ao emagrecimento e à melhora da saúde, também estão cada vez mais presentes no cardápio dos brasileiros e são consumidos no dia a dia por boa parte da população, como é o caso da batata-doce (61%), do óleo de coco (24%) e da chia (28%).

pesquisa7

A pesquisa mostra, ainda, outras conclusões sobre as dietas low-carb e detox, além de dados sobre o que os brasileiros consideram como uma dieta saudável. Os resultados completos podem ser conferidos na revista BIO do mês de outubro. A publicação é distribuída pela Nestlé para mais de 30 mil nutricionistas e especialistas da área de saúde com o objetivo de promover educação, atualização e conscientização sobre temas ligados a alimentação e saúde, contribuindo para disseminar o propósito da companhia de melhorar a qualidade de vida e contribuir para um futuro mais saudável.

pesquisa10

pesquisa8

pesquisa9

pesquisa6

pesquisa1

Fonte: Nestlé Brasil

 

Arroz, trigo, milho e cevada – por que consumi-los?

Os grãos fazem parte da nossa alimentação há milhares de anos e têm um papel muito importante dentro da dieta. Eles são a semente do cereal, e entre eles estão o arroz, o milho, o trigo, a aveia, o centeio e a cevada. Por serem fontes de carboidrato, têm como principal papel fornecer energia para o organismo. Além disso, possuem proteínas, lipídios, minerais e fibras.

Os grãos podem ser consumidos cozidos inteiros ou por meio de seus derivados, como a farinha, que pode ser refinada – feita apenas da parte interna do grão, ou integral – com o grão completo. As farinhas dão forma a grande parte dos produtos que são fontes de carboidratos – pães, bolos, massas, tortas e bebidas como a cerveja.

pão integral bellanapoli

Os grãos e seus derivados são a principal fonte de energia e, quando consumidos com alimentos fontes de proteínas e gorduras boas, compõe uma alimentação saudável. O pão feito de trigo, centeio, cevada e milho pode ser consumido no café da manhã ou nos lanches intermediários, acompanhado de frios magros, leite e derivados desnatados e frutas frescas ou secas.

A nutricionista Beatriz Botequio, da Equilibrium Consultoria e consultora do Sabe Portal, cita os quatro benefícios do consumo de grãos:

cerebro

Mais energia: o carboidrato é a principal fonte de energia para o organismo e fornecedor de glicose para o cérebro exercer as suas funções.

coração de pétalas

Menor risco de doenças do coração: por serem fontes de fibras, o consumo de grãos integrais pode contribuir para a saúde do coração.

pao-integral-com

Aliado contra diabetes: estudos apontam que a ingestão de fibra insolúvel, encontrada no grão integral, está associada a menor risco de diabetes tipo 2.

cereais cafe da manhã pixabay
Pixabay

Favorece a saúde intestinal: as fibras também são aliadas do intestino, pois ajudam a melhorar a formação e eliminação das fezes.

 

 

Atitudes vilãs que impedem o emagrecimento

“Vou começar uma dieta”: seja por saúde ou estética, quem já não se pegou precisando ou querendo emagrecer? É dado oficial do Ministério da Saúde: mais da metade da população brasileira está acima do peso, e um em cada cinco brasileiros está obeso.

O fato é que muitos começam uma dieta com o objetivo de emagrecer, mas não conseguem mantê-la. E vários são os motivos, mas a queixa principal é: não consigo ver resultados.

Sob o olhar da nutrição funcional, cada indivíduo tem necessidades alimentares e metabolismos diferentes, ou seja: a dieta que funciona para um, não vai, necessariamente, funcionar para outro – é preciso avaliar características genéticas e bioquímicas individuais.

No entanto, algumas atitudes boicotam qualquer dieta. “Existem diversos fatores que impedem o emagrecimento. O necessário é realizar uma mudança de hábitos, e isso com certeza impactará na perda de peso”, comenta Daniela Mensinger, nutricionista funcional do Instituto RV.

Confira atitudes vilãs que podem estar boicotando o seu processo de emagrecimento:

shake mulher pixabay
Pixabay

1) Substituições inadequadas: “As pessoas, por praticidade, costumam utilizar produtos industrializados em demasia, e chegam a substituir, por exemplo, frutas por barras de cereais, refeições por shakes e sucos naturais por sucos de caixinhas, e isso compromete demais seu processo de emagrecimento”, comenta Daniela.

xicara açucar adoçante cafe cha pixabay
Pixabay

2) Abusar de adoçantes: segundo a nutricionista, eles podem ser um facilitador da absorção de carboidratos. “Quanto mais açúcar absorvido, maior a liberação de insulina, que amenta a gordura no tecido adiposo”, alerta.

mortadela sanduiche embutido pixabay
Pixabay

3) Continuar consumindo embutidos: são extremamente cheios de sódio, corantes e conservantes – prejudiciais para a saúde e impactam no emagrecimento.

arker refrigerante
Foto: Arker

4) Consumir industrializados light e diet: isso serve inclusive para os refrigerantes. “A indústria, para retirar ou reduzir um componente, sempre adiciona outro, como, por exemplo, retira o açúcar ou a gordura e adiciona o sódio, que é tão prejudicial para a saúde e a dieta quanto os outros componentes”, diz Daniela. Portanto, evite.

torrada pao comida jantar almoço pixabay
Pixabay

5) Substituir arroz e feijão por torradas e pães: “Muitas vezes, as pessoas evitam comer arroz e feijão no almoço, por exemplo, mas optam por adicionar torradas ou pães no café da manhã e em lanches intermediários. Mesmo os que se dizem integrais, na maioria das vezes não o são, e possuem uma alta carga glicêmica. Então, não é uma substituição muito inteligente”, conta a nutricionista.

A especialista do Instituto RV ainda faz os seguintes alertas:

Agua

– Tome água. Muita água.

legumes

– Consuma quantidades suficientes de verduras e legumes.

comida oleo prato mulher
Pixabay

– Evite óleos de canola, soja, milho e margarina.

ervas-aromaticas

– Não substitua ervas e temperos naturais por temperos prontos.

salt-crystal-salt-sea-salt

– Evite o excesso de sal.

É ainda muito importante, no processo de emagrecimento, tentar levar uma vida balanceada. Uma noite de sono mal dormida, por exemplo, atrapalha muito seu processo. “As pessoas hoje em dia se preocupam muito em contar as calorias, mas se esquecem de observar a qualidade nutricional do alimento, sua carga glicêmica. O segredo está na mudança de hábitos, e não na dieta em si”, finaliza Daniela.

Fonte: Instituto RV