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Confira as doenças que mais levam animais ao hospital

Os animais domésticos estão propensos a males como alergias, doenças infecciosas e do metabolismo. Em muitos casos, são levados às pressas ao hospital veterinário para tratamento. O CEO do Hospital Veterinário Cão Bernardo, Fernando Stival, afirma que as emergências com gatos e cachorros que mais chegam no ambulatório são vômitos e diarreias e piometra.

Em alguns casos, é possível prevenir e tomar cuidados para evitar algumas dessas enfermidades tão prejudiciais à saúde do animal. “Precisamos também tomar cuidado com envenenamentos, principalmente com raticidas, verificar quais produtos em casa podem ser nocivos e tirar do alcance dos pets. Outro fator que precisamos estar atentos é com as quedas, é importante que janelas estejam protegidas, caso o tutor seja apartamento e sobrado”, afirma Carolina Ferreira, médica veterinária.

Seguem algumas doenças e as precauções que devem ser tomadas:

Alergia alimentar

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A alergia pode se manifestar de diversas formas, como coceiras, vermelhidão e descamação da pele provocada pelas unhas do animal. Para prevenir é preciso tomar cuidado com rações de qualidade duvidosa, porque o corante pode causar alguma reação no organismo do pet. Dar banhos em excesso também pode prejudicar a saúde do bichinho, pois retiram a oleosidade natural que protegem a pele.

Síndrome urológica felina

A obstrução da uretra é um problema grave que afeta principalmente os gatos machos, mas também pode acometer cães. É uma condição que implica risco de morte, já que, se a obstrução for total, a urina não poderá sair da bexiga. Por isso é preciso levá-los o quanto antes ao hospital. Os principais sintomas e causas são a dificuldade e dor ao urinar, falta de atividades físicas, idade avançada, obesidade, dieta seca e até falta de hidratação constante.

Torção gástrica

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É um problema, sobretudo, de cães de grande porte e que, excepcionalmente, pode ocorrer em felinos. A doença pode aparecer quando os ligamentos do estômago não suportam a dilatação provocada pela acumulação de gases, alimentos ou líquidos. Para diminuir o risco da enfermidade é preciso evitar que o pet coma apenas uma vez por dia e não beba grandes quantidades de água de uma vez.

Convulsões

Quando os cães convulsionam sofrem de contrações musculares involuntárias, incluindo a musculatura da mandíbula. Puxar a língua do animal para fora apenas é válido em situações de engasgamento, porque pode ajudar a liberar a traqueia. Preste atenção ao ambiente para evitar algum trauma enquanto o cão se debate. Caso a convulsão dure mais de 2 minutos, use um cobertor grosso para transportar o pet e evitar mordidas. As convulsões aumentam a temperatura corporal, o ideal é não cobrir.

Piometra

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Doença que atinge particularmente as cadelas e gatas, por consistir em uma infecção bacteriana que atinge o útero. Os principais sintomas são: expansão do abdômen, aumento do consumo de água, febre e falta de apetite. É uma enfermidade que pode levar à morte. Por isso é importante castrar as cadelas, porque na cirurgia o órgão é removido.

Diarreias e vômitos

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As diarreias e os vômitos são sintomas de uma grande variedade de doenças, inclusive as graves. Estes sintomas devem ser analisados atentamente pelos profissionais de emergência, principalmente ao realizarem exames.

Fonte: Cão Bernardo

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Chega ao Brasil tapete higiênico que identifica doenças em cães

Pet Trends traz com exclusividade para a Peth South America a tecnologia Clinical Pads, que promete ser a maior aliada no diagnóstico precoce de problemas de saúde caninos

Eles não falam nossa língua, por isso, nem sempre é fácil saber quando algo não vai bem com nosso amigo de quatro patas. Boa parte dos tutores só percebe que o cão está doente quando os sintomas estão muito aparentes e a doença em estágio avançado e, assim como nos seres humanos, um diagnóstico precoce favorece o tratamento e aumenta muito a chance de cura.

Para facilitar a vida dos tutores, a importadora multimarcas Pet Trends, traz, com exclusividade ao mercado brasileiro, um método inovador de detecção de doenças antes mesmo da manifestação de sintomas físicos: os tapetes higiênicos Clinical Pads. O produto será apresentado ao mercado brasileiro durante a Pet South America 2018, que está sendo realizada em São Paulo e é voltada apenas a profissionais do setor e veterinários.

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O produto usa uma reação química que capta, por meio do contato com a urina, a presença de quatro das principais anomalias que cobrem os problemas mais comuns de saúde em cachorros (bilirrubina, alcalinidade, sangue e proteína elevada* conforme tabela abaixo). O processo é semelhante aos testes de gravidez modernos: basta o cão urinar no tapete higiênico como faz normalmente e, caso exista alguma anomalia na urina que possa indicar doenças, o tapete muda de cor. Qualquer tom de amarelo é considerado normal. Se outras cores, como verde, azul, marrom ou vermelho aparecerem, o cão deverá ser levado imediatamente ao médico veterinário de confiança para diagnóstico exato.

“É um método de detecção bastante simples e não causa stress no pet. Nosso objetivo é auxiliar no diagnóstico precoce e estimular os tutores a levarem seu cão ao veterinário regularmente. O tapete revela doenças prováveis no cão de acordo com o que foi eliminado com a urina, mas é fundamental consultar um médico veterinário para um diagnóstico preciso e exames específicos”, explica Denise Debiasi, CEO da Pet Trends.

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Além do indicador de saúde, os tapetes Clinical Pads trazem outras tecnologias inovadoras como a eliminação de odores – por meio do ácido cítrico existente na sua composição, o tapete é capaz de neutralizar odores e bloquear as emissões de amônia por 48 horas. Além disso, conta com poder antibacteriano, que bloqueia o desenvolvimento de bactérias, como E. Coli (instantaneamente), Pseudomonas Aeruginosa (em 20 dias) e Staphylococcus Aureus (em 26 dias). Além disso o tapete é atóxico e eco firendly.

Lançamentos

Além dos tapetes Clinical Pads, durante a Pet South America, a Pet Trends traz também outros lançamentos. Entre eles estão a Linha Floatiez: Lançamentos de verão, a linha Flotiez traz brinquedos com estrutura de bolas de tênis ou bóia macarrão para pular e flutuar. São feitos com com material durável e projetados com os personagens do mar mais bonitos: Baleia Unicórnio, Arraia, Tartaruga Marinha, Água-Viva e Estrela-do-mar.

As cores são vibrantes, com estampas lúdicas que tornam os brinquedos visíveis e fáceis de encontrar na água ou no chão. Ótimo para piscinas e lagos, estes brinquedos flutuantes ajudam os cães a se divertir e gastar mais energia durante a brincadeira.

Almofada Quentinha para filhotes de Cães e Gatos – Puppy Cuddle Paw e Kitty Cuddle Paw. A almofada é perfeita para pets que tem ansiedade de separação, remete ao aconchego quentinho da mãe e irmãos da ninhada. Pode ser aquecida no microondas e dessa forma ajuda a reduzir o estresse e dormir.

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Almofada Purr Pillow para Gatos – essa almofada reproduz um som de ronronar suave quando pressionada. Este som, que normalmente é emitido por gatos de relaxamento, ajuda a acalmar gatos de todas as idades com ansiedade de separação ou estresse. Ótimo para aconchego na hora de dormir.

Jogos Inteligentes Nina Ottosson – voltados para cães, são da marca Nina Ottosson e internacionalmente reconhecidos como ferramenta de treinamento e estímulo para cães. A Pet Trends traz para o Brasil, com exclusividade, esses jogos que desafiam as habilidades de resolução de problemas dos cães, melhorando ativamente suas habilidades cognitivas. Os jogos estão disponíveis em 3 níveis de dificuldade, cada jogo tem um desafio diferente para os cães conseguirem o petisco/prêmio.

Nível 1 – Fácil : *Bola Recheável Treat Tumble – conforme o cão brinca vai liberando os petiscos, basta ele empurrar até o ponto de saída.

Nível 2 – Intermediário : *João Bobo Recheável Pirâmide – tem base com peso, conforme o cão gira e empurra, os petiscos são liberados.

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Foto: Divulgação/Nina Ottosson

*Jogo Inteligente Tijolinhos – Dog Brick – tem portinhas, tijolinhos e partes deslizantes que escondem os petiscos. Exige mais trabalho do cão para conseguir o prêmio.

Nível 3 – Difícil: *Jogo Inteligente Casino – tem gavetas que só são “desbloqueadas” após o encaixe na posição correta de chaves-osso. Bem mais complexo que os outros.

Informações: Pet Trends

 

A relação da mente com as doenças crônicas

Nossa mente vive em looping e nos traz de forma recorrente situações, medos e ansiedades que são os provocadores de muitas doenças crônicas. Pense um pouco e responda: você tem uma relação saudável com a sua mente?

Fresia Sa, fisioterapeuta especializada em microfisioterapia, fala sobre a relação da mente com as doenças crônicas: “quando dizemos que a mente vive em looping, não é brincadeira: sabemos que mais de 60 mil pensamentos passam pelo nosso cérebro por dia e que 80% deles se repetem no dia seguinte. Ou seja, estamos sempre pensando as mesmas coisas. Então, se pensamos na doença, no medo, se alimentamos pensamentos destrutivos, autossabotadores, eles persistirão. E mudar essa linha de raciocínio é uma questão de consciência e treino”, enfatiza.

Fresia lembra que a grande questão é que muitas das doenças que temos e que não conseguimos curar são causadas exatamente por nossos pensamentos destrutivos. “Nossa imunidade mental precisa estar em dia para que possamos ter autonomia, gerenciar nossa rotina e permanecer no centro, sem nos deixarmos levar por um fluxo automático e negativo”.

Segundo ela, existem alguns passos que podem facilitar:

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=Crie uma rotina saudável – começar o dia com práticas tranquilas, praticar exercícios, fazer afirmações positivas, ler algumas páginas do seu livro preferido, ouvir músicas que te fazem feliz. Vale tudo para que a rotina comece de uma forma mais saudável e que o dia seja menos estressante.

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=Determine um tempo por dia para as redes sociais – embora seja nossa grande porta de conexão com o mundo nos dias de hoje, as redes sociais podem ser bem tóxicas. A dica é: tenha momentos para ver Facebook, Instagram e até mesmo notícias.

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WiseGeek

=Esteja mais presente nas suas atividades – estar presente significa efetivamente viver o momento. Quando vivemos no passado, geramos saudosismo e depressão, quando estamos pensando no futuro, alimentamos a ansiedade e as doenças conectadas a ela. Foque no que está fazendo agora.

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=Tenha consciência da respiração – a respiração é uma das chaves para a boa saúde e ajuda inclusive no próximo passo, porque permite que a gente pare, silencie e olhe para dentro. Melhorar o ritmo e a capacidade respiratório é pura saúde.

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=Investigue sua mente: que pensamentos são recorrentes? Agora sim, esse trabalho é um processo mais longo, mas que pode ajudar muito, inclusive em tratamentos que você esteja fazendo: anote o que vem sempre à mente. Faça isso por alguns dias e compare: quais são os pensamentos que você mais tem, eles são referentes ao que, são positivos ou negativos?

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=Leia mais e bons títulos – ler ajuda a ter mais capacidade de lidar inclusive com o que nos acontece, porque gera repertório de vida junto com as nossas experiências. Leia, nos deixa mais inteligente e mentalmente saudáveis.

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=Inicie um processo de cura – se você sofre de algum mal, dor crônica, doença que não consegue curar, insônia, depressão, estresse, ansiedade e sente que precisa de ajuda, procure! Não espere ficar pior. Ninguém precisa viver com dor e todo mundo merece uma vida plena e saudável.

Fonte: Fresia Sa é formada pela Faculdades Integradas Pitágoras de Montes Claros, possui curso de aperfeiçoamento em Terapia Manual e especialização em Microfisoterapia – na França. Faz parte da equipe da Biointegral Saúde.

Especialista dá dicas de como prevenir doenças típicas de inverno

Com a chegada do inverno, vem também as epidemias características desta estação. As pessoas tendem a ficar mais tempo em ambientes fechados o que favorece a transmissão de vírus e bactérias e, também, o tempo frio e seco tende a diminuir os mecanismos de defesas naturais do aparelho respiratório.

Rodrigo Athanazio, pneumologista do InCor, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, e membro da plataforma Doctoralia, dá dicas de como prevenir doenças como gripe, rinite, asma, sinusite e outras.

Evite locais sem ventilação

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Foto: Emily Beeson/Morguefile

São nos locais abafados que doenças respiratórias infecciosas e alérgicas mais tendem a se manifestar. É importante que as pessoas com um sistema imunológico mais comprometido tenham ciência de evitar esse tipo de ambiente. Para quem tem doenças crônicas, idosos e crianças, todo cuidado é pouco. Nestes ambientes fechados existe um maior acúmulo de substâncias que podem desencadear crises alérgicas, além do maior risco de propagação de vírus e bactérias.

Deixe a carteirinha de vacinação em dia

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Foto: Milton Michida / Governo do Estado de S. Paulo

De acordo com as secretarias municipais e estaduais de Saúde, a vacina da gripe teve uma baixa adesão esse ano e atingiu somente 66,2% do público-alvo até 13 de junho. Pouco mais de 10 dias antes da chegada do inverno.
É fundamental estar com a vacinação em dia. No caso da vacina da gripe, ela é aplicada anualmente e é gratuita para os grupos de risco. A vacina contra pneumonia também é indicada para pacientes com doenças respiratórias.

Mantenha ambientes de convívio limpos

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Com o tempo seco, o acúmulo de sujeira e pó costuma se espalhar mais rapidamente. Para evitar doenças alérgicas, como rinite e sinusite, evite o mofo e os ácaros da poeira doméstica e do ambiente de trabalho. Pelos de cão e gato e poluição também podem contribuir para o aumento das crises alérgicas.

Mantenha hábitos de vida saudáveis

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Foto: C_Scott/Pìxabay

Um dos principais fatores para ter essas doenças durante o inverno é o comprometimento do sistema imunológico. No clima frio e seco é fundamental manter-se bem hidratado, alimentar-se de forma saudável e garantir uma boa qualidade do sono. Uma boa imunidade pode garantir quadros respiratórios mais leves e prevenir complicações como, por exemplo, pneumonias e sinusites bacterianas após um quadro viral de um resfriado.

lavar as mãos

Athanazio ainda lembra da importância de lavar as mãos para passar tranquilo por esta estação do ano. Mãos contaminadas são uma das principais vias de transmissão de vírus e bactérias, muitas vezes até mais importante do que a via inalatória através de tosse e espirros. Desta forma, além de lavar as mãos, o uso frequente de álcool gel também pode ser uma boa estratégia preventiva, principalmente após usar transporte público ou frequentar ambientes com grande fluxo de pessoas.

Fonte: Doctoralia

Inverno: medicamento manipulado pode minimizar dores em pets

Problemas nas articulações, dores musculares, traqueobronquite canina e rinotraqueíte felina são algumas doenças típicas da estação mais fria do ano e que podem ser tratadas de maneira eficaz com medicamentos manipulados.

“Apoiada em diversas pesquisas científicas e em um rigoroso controle de qualidade, a manipulação veterinária reúne matérias-primas importadas e, muitas vezes, exclusivas, garantindo a eficácia do tratamento. Além disso, o medicamento é manipulado na dose certa para cada tipo de animal, levando-se em conta seu porte, raça e características biológicas”, explica a veterinária da rede DrogaVET, Mariana Mauger.

Dessa forma, em uma mesma manipulação o medicamento pode reunir diferentes princípios ativos com o objetivo de tratar não só a doença principal, mas também aquelas associadas às características do pet, tais como a idade, a obesidade ou alergias. “Neste último caso, é possível tratar, por exemplo, a osteoartrose em forma de biscoito hipoalergênico. Já um animal obeso pode ser medicado com biscoitos que ajudam no emagrecimento, incluindo, na fórmula, os ativos chitosan e berinjela. Aos idosos com osteoartrose, a manipulação veterinária permite associar a Condroitina e um complexo antienvelhecimento como a Coenzima Q10 e o Ômega 3”, exemplifica a veterinária.

No caso da idade, a profissional salienta ainda que, a partir dos sete anos, o animal já tende a desenvolver doenças hormonais, articulares e a diminuir a musculatura, agravado pela diminuição das camadas de gordura eliminadas pelo organismo. Desse modo, se torna muito mais suscetível ao frio e ao vento gelado, característicos dessa estação.

Como saber se o meu animal está com dores articulares?

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As doenças articulares podem apresentar os seguintes sintomas:

Dores ao se locomover; maior tempo de repouso; indisposição para realização de atividades físicas; movimentos lentos; dores ao realizar ações normais do dia a dia, como subir uma escada e relacionados; mudanças de humor, irritabilidade ao fazer carinho pode ser sinal de dor.

Como proteger o pet do frio do inverno

Esta é a parte mais importante sobre inverno: como proteger os nossos melhores amigos das doenças típicas da época. Confira dicas:

=Manter o ambiente fechado e arejado, em temperatura amena;

=Vestir o animal com roupinhas de lã quentinhas;

=Cobertores e mantas em sua caminha/casinha;

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=Alimentação adequada e pote de água sempre cheio; 

=Fortalecimento do organismo com uso de suplemento nutricional – verifique a possibilidade com seu veterinário.

Seria o inverno um grande vilão aos animais idosos?

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Não. Assim como qualquer outra época do ano, o inverno traz doenças típicas de sua temperatura e umidade do ar. Cabe a nós, tutores, entendermos quais são estas doenças e quais os cuidados necessários para garantir saúde aos nossos pets nessas condições. Aliás, o inverno é muito bom para pegar o seu amigão no colo e apertar bem forte, curtir uma série ao lado do seu companheiro animal e vê-lo todo lindo vestindo as roupinhas compradas/feitas com muito amor e carinho.

Fonte: DrogaVET

 

Inverno pode agravar diversas doenças dermatológicas

Baixas temperaturas podem desencadear inclusive, as dermatites e a psoríase

Com a chegada do inverno nesta quinta-feira, 21 de junho, e das baixas temperaturas, é comum o surgimento de diversas doenças, inclusive dermatológicas. Nesta época do ano, costumamos tomar banhos mais quentes e demorados, transpiramos menos, o que ocasiona a diminuição da proteção natural da pele, deixando-a, mais seca e frágil.

De acordo com a dermatologista Monalisy Rodrigues existem algumas doenças que são mais comuns na época do frio. A dermatite atópica é mais comum em crianças, principalmente entre aquelas que apresentam alguma alergia respiratória. Já a dermatite seborreica, é conhecida pelo aparecimento de placas que descamam, como caspas no couro cabeludo e/ou pele, sendo mais frequente no rosto, tronco e costas.

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Segundo Monalisy, outra doença que está propensa a manifestar-se nessa estação é a psoríase. Trata-se de uma doença inflamatória crônica e nesta época do ano pode apresentar placas avermelhadas com descamação e coceira em muitos casos. A psoríase pode acometer a pele, cabelos e unhas. “ Para pacientes com psoríase, recomendo um cuidado maior com a pele, mantendo uma hidratação adequada e caso não haja melhora é aconselhável procurar um dermatologista.

A dermatologista ressalta que alguns fatores contribuem para que as doenças de pele apareçam. Um dos principais sinais é a diminuição da oleosidade natural da pele, que ajuda na proteção contra a penetração de bactérias, fungos, vírus e agentes que desencadeiam alergias. Essa camada diminui durante o tempo frio porque transpiramos menos. Assim, as células que produzem a gordura trabalham menos. Somado a isto o hábito de banhos quentes e demorados agravam o ressecamento da pele.

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“Para prevenir que a pele fique desidratada, sem viço e suscetível a diversas doenças, recomendo que as pessoas usem hidratantes corporais logo após o banho à base de ceramidas, ureia, óleos vegetais essenciais e antioxidantes. Podemos também optar por banhos mais mornos e utilizar sabonetes neutros, evitando assim o ressecamento intenso da pele”, esclarece Monalisy.

Por fim, a médica diz ser muito importante um acompanhamento dermatológico no caso do aparecimento de doenças, para que sejam indicados os tratamentos e produtos mais adequados para as características de cada pele.

Fonte: Monalisy Rodrigues é médica, graduada pela Universidade Gama Filho, na cidade do Rio de Janeiro/ RJ. Após conclusão do curso de Medicina, foi para Belo Horizonte/MG, onde fez residência em Clínica Médica, em seguida concluiu Pós-Graduação em Dermatologia e Medicina Estética pela Sociedade Brasileira de Medicina Estética (SBME), com sede no Rio de Janeiro/RJ

 

Sírio-Libanês tem programa para quem quer parar de fumar

Fumante recebe apoio médico e psicológico; índice de cessação do tabagismo chega a 60%, número bem superior à média de quem tenta parar por conta própria

Apesar de o número de fumantes estar caindo no país, o Brasil ocupa o oitavo lugar no ranking de número absoluto de fumantes (7,1 milhões de mulheres e 11,1 milhões de homens), de acordo com estudo de 2015 do The Lancet, que contou com ajuda do governo federal. A publicação é considerada uma das principais revistas médicas independentes do mundo. Já está provado cientificamente que o tabaco causa vários malefícios à saúde.

Porém, segundo médicos de diversas especialidades, um dos maiores receios do fumante e do ex-fumante é descobrir algum nódulo no pulmão – são considerados nódulos pulmonares as manchas ovais ou arredondadas, de até três centímetros, encontradas no meio do tecido pulmonar e que não se assemelham ao tecido normal.

O câncer de pulmão, na verdade um grupo de tumores malignos, pode crescer por muitos anos sem nenhum sintoma específico. Quando um nódulo pulmonar é encontrado, a maior preocupação é descobrir se ele é ou não um câncer de pulmão. É importante frisar que a maioria dos nódulos pequenos encontrados pela tomografia não se trata de câncer de pulmão.

Em geral, estes nódulos são ligeiras infecções ou cicatrizes de infecções anteriores. “Mas, se for um tumor maligno, quanto mais cedo for identificado, maiores as chances de cura”, explica o oncologista Fernando Santini, do Centro de Oncologia do Hospital Sírio-Libanês.

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Pixabay

O pneumologista André Nathan Costa, do Núcleo de Doenças Pulmonares e Torácicas, explica que o melhor a fazer é parar de fumar, não importa a idade da pessoa. Segundo ele, as vantagens de se parar de fumar são imensas. “Cinco anos após parar de fumar, o risco de câncer de pulmão cai à metade. Quinze anos após parar de fumar, o risco de doença coronária é igual ao de um não fumante.”

Para quem deseja parar de fumar e não sabe se conseguirá isso sozinho, o Sírio-Libanês, por meio do Núcleo de Cessação de Tabagismo, com profissionais do Núcleo de Doenças Pulmonares e do Centro de Cardiologia, oferece o Programa de Prevenção e Tratamento do Tabagismo, que inclui atendimento médico e psicológico e ocorre em um período de aproximadamente 12 semanas.

O interessado responde a um questionário e realiza exames em que serão levados em conta os aspectos físicos, psicológicos e antecedentes familiares. São realizados atendimentos médicos e psicológicos individualizados, incluindo sessões de manutenção para controle e prevenção de recaída.

De acordo com Costa, o índice de cessação, que normalmente é de 30% a 40%, chega a 60% com este programa.

Fonte: Sírio-Libanês

Dia Mundial Sem Tabaco: sete dicas para abandonar o cigarro

Hoje, 31 de maio, é lembrado como o Dia Mundial Sem Tabaco. A data é uma iniciativa da Organização Mundial da Saúde (OMS) e tem o objetivo de alertar a população sobre os perigos causados pelo hábito de fumar.

A entidade afirma que as doenças relacionadas ao tabaco matam mais que tuberculose, Aids e malária juntas. Segundo estudo da organização, no início deste ano, o tabagismo mata quase 6 milhões de pessoas anualmente, sendo 600 mil vítimas do fumo passivo. Até 2030, este número deve aumentar para 8 milhões.

No Brasil, em 25 anos, o número de fumantes diários caiu de 29% para 12% entre homens e de 19% para 8% entre mulheres. Mesmo assim, o país ainda ocupa o oitavo lugar no ranking de número absoluto de tabagistas no mundo, com o total de 18 milhões de tabagistas, segundo pesquisa do INCA (Instituto Nacional de Câncer José de Alencar Gomes da Silva).

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Riscos do Tabagismo

De acordo com o oncologista Tiago Kenji, especialista em câncer de pulmão do Instituto de Oncologia do Hospital Santa Paula (IOSP), o risco de câncer de pulmão em um ex-fumante será sempre maior quando comparado a alguém que nunca tenha fumado.

“Comparados aos não fumantes, os tabagistas têm cerca de 20 a 30 vezes mais risco de desenvolver o câncer de pulmão. Geralmente os sintomas aparecem apenas quando a doença já está avançada como: tosse frequente, mudança no padrão da tosse, tosse com sangue, rouquidão, chiado no peito, falta de ar e dor no tórax”, explica o especialista.

O câncer de pulmão pode ser classificado em quatro estágios. O estágio 1 representa os tumores iniciais, o 2, os tumores um pouco maiores, mas ainda restritos aos pulmões, o 3, os tumores avançados dentro do tórax, e o 4 são os tumores que já se disseminaram pelo organismo. O tratamento é feito com cirurgia, radioterapia e quimioterapia.

“Costumo dizer para meus pacientes que, hoje, o maço de cigarros custa em média R$ 7,00. Em vinte anos, o indivíduo gastará em média R$ 50 mil, ou seja, se parar de fumar, ele pode comprar um carro zero km ou fazer uma viagem para o exterior”, diz Kenji.

Para quem convive com fumantes, o médico aconselha a evitar ao máximo o contato com o cigarro, determinando a área externa como o único ambiente possível para quem quiser fumar. O médico afirma que o simples fato de ser fumante passivo já aumenta em 30% o risco de ter câncer de pulmão. “O tabagismo é uma doença crônica e transmissível, basta olhar alguém fumando para sentir vontade. É por isso que 85% dos tabagistas começam a fumar aos 16 anos. De 80% que tentam parar, apenas 3% conseguem”, afirmou.

Se o tabagista está em tratamento, é importante que a família e amigos saibam lidar com as possíveis recaídas. “Em média, é na terceira tentativa que a interrupção definitiva é alcançada pelo paciente.”

Outras doenças

Além do câncer de pulmão, o cigarro pode causar cerca de 50 outras doenças, especialmente problemas ligados ao coração e à circulação. De acordo com o médico, cada tragada é responsável pela inalação de aproximadamente 4,7 mil substâncias tóxicas.

As principais são a nicotina, associada aos problemas cardíacos e vasculares (de circulação sanguínea); o monóxido de carbono (CO), que reduz a oxigenação sanguínea no corpo; e o alcatrão, que reúne vários produtos cancerígenos, como polônio, chumbo e arsênio.

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Entre os principais danos causados ao corpo estão:

Boca: mau hálito, irritação da gengiva, aparecimento de cáries, alteração nas papilas gustativas, o que afeta o paladar, e aumento do risco de câncer de boca.

Cérebro: a dificuldade de circulação sanguínea no órgão pode comprimir os vasos e aumentar a pressão arterial, resultando em um derrame cerebral.

Coração: aumento do colesterol total, da pressão arterial e da frequência cardíaca, que pode subir em até 30% durante as tragadas. Além disso, todo fumante é mais propenso a ter infarto.

Corrente sanguínea: o fumante está mais sujeito a problemas relacionados à circulação como aneurisma, trombose, varizes e tromboangeíte obliterante, que afeta as extremidades do corpo, podendo levar à amputação de membros.

Estômago: náuseas e irritação das paredes do estômago. As substâncias tóxicas do cigarro também podem gerar gastrite, úlcera e câncer no estômago.

Fígado: a nicotina é metabolizada no fígado e, consequentemente, aumenta a chance de desenvolver câncer no órgão.

Pulmão: os tecidos dos pulmões perdem a elasticidade e são destruídos aos poucos. A doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) é um dos problemas causados e manifesta-se de duas maneiras: enfisema pulmonar e bronquite crônica. Das mortes provocadas por essas enfermidades, 85% estão associadas ao cigarro. Elas geralmente se desenvolvem depois de muitos anos de agressão aos tecidos do pulmão por causa das toxinas do cigarro.

Sete dicas para abandonar o cigarro:

O oncologista listou sete dicas para quem quer parar de fumar:

1 – Em média, é na terceira tentativa que a interrupção definitiva é alcançada, tenha paciência.

2 – Existem vários grupos de apoio antitabagistas para orientar os pacientes que desejam parar de fumar. As pessoas se reúnem em grupos de autoajuda, no mínimo, uma vez por semana. Em alguns casos essa frequência pode ser ajustada para mais dias por semana.

3 – No Brasil, os tratamentos farmacológicos podem ajudar, eles incluem o uso de adesivos e goma de mascar.

4 – Evite bebidas alcoólicas e café, pois a ingestão desses líquidos estimula a vontade de fumar.

5 – A abstinência é normal e dura somente alguns minutos. Neste momento, beba água, masque chiclete ou coma algum doce.

6 – A prática de exercício físico contribui muito para a melhora respiratória. As atividades mais indicadas são natação, caminhada, corrida e ciclismo.

7 – Busque o apoio de sua família e amigos para lidar com possíveis recaídas.

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Benefícios para quem para de fumar

Algumas das vantagens em largar o vício são:

– Ter a pressão sanguínea de volta ao normal após 20 minutos sem fumar.

– Ter a circulação sanguínea adequada após três semanas sem cigarro.

– Depois de 5 a 10 anos, ter o risco de infarto igual ao de uma pessoa que nunca fumou.

– Os que largarem o cigarro aos 30 anos podem viver até dez anos mais do que viveriam.

– Diminuir a ansiedade e o risco de calvície.

Fonte: Hospital Santa Paula

 

Quedas da temperatura e da umidade do ar fazem mal à saúde dos pets

O outono chegou e, com ele, começa a menor incidência de luz solar, o aumento dos ventos, a redução gradativa das temperaturas, a baixa da umidade do ar, e em determinados estados brasileiros, o aumento da incidência de nevoeiros e geadas pelas manhãs. Se para adultos e crianças a estação pode ser sinônimo de doenças, para os pets a reciproca é verdadeira.

Segundo Andressa Cris Felisbino, veterinária da unidade de Curitiba da DrogaVET -líder na manipulação de medicamentos de uso veterinário no País-, tais características da estação trazem malefícios à saúde dos pets, dada a proliferação de doenças, como a traqueobronquite infecciosa canina, mais conhecida como tosse canina, ou simplesmente, gripe canina.

“Ela é causada por vírus e bactérias, sendo que os principais sintomas nos animais de estimação são: tosse, espirros, secreção nasal, febre e a falta de apetite. Essa doença pode acometer os pets de todas as idades”, explica a veterinária.

Os felinos não saem ilesos nesta estação. “Nos gatos a doença característica da estação é a rinotraqueíte felina, também causada por um vírus”, diz Andressa. Os sintomas da doença são: secreção nasal e oculares, febre, espirros, perda de apetite, e é considerada altamente contagiosa. A veterinária indica que, aos primeiros sinais das doenças nos cães e nos gatos, o tutor deve encaminhá-los ao veterinário.

“Tanto a traqueobronquite infecciosa quanto a rinotraqueíte felina são tratadas com antibióticos e anti-inflamatórios. Nestes casos, a atenção deve ser redobrada quanto à hidratação dos animais e à sua alimentação”, enfatiza a profissional.

Além das doenças já mencionadas, outros males podem afetar a saúde dos pets nesse período: a conjuntivite, ocasionada pelo tempo mais seco devido o aumento da poluição acarretada pela baixa umidade do ar e doenças relacionadas às articulações, em especial, em animais de idade mais avançada.

No outono, a maior incidência de parasitas como o carrapato, pode acarretar em sérios riscos à saúde dos pets. Entre as doenças transmitidas pelo parasita, cabe ressaltar os perigos que envolvem a Babesiose. “Essa doença é causada por um protozoário e transmitida pelo carrapato. Ela destrói glóbulos vermelhos e pode levar à morte. Além disso, também causa anemia e gera outros graves sintomas, como a palidez, a perda de apetite, pele e olhos amarelados e a urina de cor escura”, enfatiza a veterinária da DrogaVET.

Dicas e cuidados

Para minimizar as chances dos pets contraírem uma das doenças mencionadas, Andressa, lista algumas medidas que podem ser tomadas pelos tutores:

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=Pets de pelo curto podem utilizar roupa nos dias mais frios;

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=Animais de pelo longo não devem passar por tosa durante o outono;

banho em casa
=Diminuir frequência de banhos é indicada para minimizar as chances de o pet adoecer;

gato com medo cama
=Abrigá-los em local apropriado;

recreação cachorros
=Evitar levar os pets em hotel e onde haja aglomerações de animais, uma vez que essas doenças são altamente transmissíveis;

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=Vacinação em dia é a melhor prevenção;

cachorro chuva
Foto: La Tienda de Frida

=Evitar passeios em dias e noites com chuva;

gato no veterinario colirio
=Manter os olhos dos pets sempre limpos;

gato e cachorro bebendo agua
=Hidratação é fundamental;

cachorro antipulga
=Utilizar repelentes, carrapaticidas e afins;

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=Realizar a higienização mesmo que com lenços umedecidos e banhos secos;

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=Proteção contra frio, disponibilizando um cobertor, além de manter a caminha seca e protegida do chão frio, forrando os ambientes com jornal, principalmente para os pets que dormem fora de casa. A esses, recomenda-se a adoção de um abrigo próprio;

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=Alimentação de boa qualidade.

Fonte: DrogaVet

A importância de vacinar os animais de estimação

Assim como os humanos, os bichinhos de estimação estão suscetíveis a dezenas de doenças que podem ser facilmente prevenidas com algumas vacinas de reforço anual.
A imunização deve ser iniciada o quanto antes, logo quando o pet é filhote ou assim que é adotado na fase adulta.

O que são vacinas?

Vacinas são imunizações permanentes ou temporárias contra doenças bacterianas, virais, entre outras. Sua função é auxiliar na criação de anticorpos pelo organismo, para que o sistema imunológico esteja preparado para combater doenças antes de o indivíduo entrar em contato com os micro-organismos causadores. Entenda melhor a virose em cães.

Sua matéria-prima é o próprio organismo causador da enfermidade, mas de uma forma enfraquecida ou inativada. Com isso, ocorre uma reação imunológica do corpo que recebe essa quantidade de vírus ou bactéria e são criadas defesas específicas para combater esse respectivo agente infeccioso.

Qual a importância da vacinação para pets?

Em cães, a vacina previne doenças como:

cinomose;
coronavirose;
hepatite infecciosa;
leishmaniose visceral;
leptospirose;
parvovirose;
parainfluenza e Adenovírus Tipo 2;
raiva.

Já em gatos, as principais doenças são:

calicivirose;
clamidiose;
leucemia viral felina (FeLV);
panleucopenia felina;
raiva;
rinotraqueíte.

Alguma dessas doenças — como a cinomose — possuem taxas de contágio e de mortalidade altíssimas e, inclusive, algumas são zoonoses — como a raiva — e, portanto, podem passar para os seres humanos.

Como a imunização deve ser feita?

O correto é sempre checar com o médico veterinário para ele passar o protocolo adequado para o animal, já que não se pode vacinar animais com a saúde debilitada, ou que estejam passando por estresse, afirma o veterinário Cauê Toscano do Vet Quality Centro Veterinário 24h.

Em cachorros, as principais vacinas são as polivalentes, que podem cobrir 8 (V8), 10 (V10) ou 11 (V11) doenças. Elas incluem doenças como cinomose, coronavirose, hepatite infecciosa, parvovirose, leptospirose (de 2 a 5 tipos), parainfluenza e adenovírus tipo 2.

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Em cães filhotes recomenda-se que a vacinação seja assim:

6 a 8 semanas de vida — primeira dose da Polivalente;
10 a 12 semanas — segunda dose da Polivalente;
14 a 16 semanas — terceira dose da Polivalente;
a partir de 120 dias de vida — primeira dose da vacina anti-rábica;
o reforço deverá ser anual para a Polivalente e para a anti-rábica;

Em adultos ou cães que nunca foram vacinados:

mais de 12 semanas de vida — primeira dose da Polivalente e da vacina anti-rábica;
21 a 30 dias após a primeira dose da polivalente, aplicar a segunda dose;
o reforço de ambas vacinas será anual.

gato veterinario pixabay
Foto: Pixabay

Em gatos filhotes o esquema de vacinação é assim:

60 dias de vida — primeira dose da Múltipla;
90 dias de vida — segunda dose da Múltipla;
120 dias de vida — primeira dose da anti-rábica;
o reforço das duas será todo ano.

Em gatos adultos ou que não foram vacinados ainda:

mais de 120 dias de vida — primeira dose da Múltipla e da anti-rábica;
21 a 30 dias após a primeira dose — aplicar a segunda dose da Múltipla;
o reforço deverá ser anual para ambas.
A vacina Múltipla dos gatos inclui doenças como Rinotraqueíte, Clamidiose (Tríplice, Quádrupla e Quíntupla), Calicivirose, Panleucopenia e Leucemia Felina.

Confira a carteira de vacinas de seu cão ou gato e agende uma consulta com o veterinário o quanto antes para deixar tudo em dia.

Fonte: Vet Quality