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Saciedade em alta: como afastar a fome e facilitar a perda de peso

 

Para muitas pessoas, iniciar uma dieta é quase sempre sinônimo de sacrifício. Isso porque, para boa parte delas, a perda de peso está associada à privação. Dizer adeus às refeições habituais, normalmente generosas, e ter que encarar pratos menores causa certa ansiedade e, principalmente, a sensação de fome constante. Quem nunca desistiu da dieta após um deslize e chegou à conclusão que seria impossível vencer essa sensação?

Embora uma das premissas do emagrecimento seja, de fato, a redução da ingestão calórica, isso não significa que “fechar a boca” seja a melhor estratégia. Para quem deseja perder peso de forma saudável, sem correr o risco de enfrentar o efeito sanfona, é preciso apostar em um cardápio rico em elementos que mantenham a saciedade em alta. Nesse âmbito, alguns alimentos ganham destaque por sua capacidade de suprimir o apetite e, dessa forma, ajudar no controle da dieta. Saiba mais:

Por que a fome é tão irresistível?

De acordo com a nutricionista Sinara Menezes, a resposta para essa pergunta tem tanto razões físicas quanto emocionais: “O mecanismo da fome é um dos sistemas mais complexos e eficazes do organismo, pois, além de estar ligado à sensação de satisfação, está envolvido na própria preservação da vida. Para nosso corpo, comer e armazenar gordura são formas de garantir energia para manutenção das suas atividades vitais.”

E para alertar qualquer “baixa” nesse estoque, nosso corpo conta com agentes específicos, responsáveis por fazer a comunicação entre o cérebro e o sistema digestivo: os hormônios.

A insulina, por exemplo, é um hormônio produzido pelo pâncreas que tem a função de carregar a glicose liberada pelos carboidratos para dentro das células, afim de que o corpo a utilize como combustível. Quando a secreção desse hormônio ocorre de forma normal, o corpo mantém o nível de glicose, ou seja, de energia, estável e não precisa “acionar” a fome. Porém, algumas situações colocam esse balanço em cheque.

“Quando seguimos uma dieta desequilibrada, rica em açúcares e carboidratos refinados, o corpo precisa liberar muita insulina de uma vez para dar conta de tanta glicose. Acontece que logo após esse pico, ocorre uma queda brusca na glicemia, fazendo com que o organismo entenda que a energia está em baixa. É exatamente por isso que voltamos a sentir fome mesmo após uma refeição calórica como uma macarronada, um doces ou fast food. Por mais que pesem no estômago, esses alimentos são rapidamente absorvidos pelo organismo, provocam uma gangorra na glicemia e propiciam a fome recorrente”– explica a profissional da Nature Center.

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Outra situação que pode resultar no descontrole do apetite é a desequilíbrio da grelina e da leptina, os hormônios da fome e saciedade, respectivamente. A grelina é a principal responsável por alertar o esvaziamento do estômago, sendo que, quanto mais tempo uma pessoa ficar sem alimentar, maior será sua produção e, consequentemente, a sensação de fome. Por outro lado, a leptina exerce justamente o papel contrário, suprimindo o apetite e aumentando a queima calórica.

Numa situação ideal, o corpo vai produzindo leptina a partir das suas reservas, sinalizando que não precisa mais “comer”, pois seus níveis energéticos são suficientes. “O grande problema é que a própria obesidade (inflamação do tecido adiposo) faz com que o organismo crie uma resistência ao hormônio, dificultando a sinalização de saciedade”, alerta a nutricionista.

Além disso, há também a questão psicológica: “Determinados alimentos, especialmente ricos em açúcar, estimulam a liberação de neurotransmissores responsáveis pela sensação de prazer. Por isso, muitas pessoas descarregam no prato sua ansiedade, fadiga ou estresse, como uma espécie de ‘recompensa’ emocional”, acrescenta a profissional.

Driblando a fome exacerbada

Não é à toa que se manter firme na dieta não é uma tarefa fácil. Porém, a culpa não é só do organismo: de acordo com a nutricionista, o grande problema é que a maioria das pessoas aposta no radicalismo e não na reeducação alimentar: “Nem sempre é preciso reduzir drasticamente a quantidade de alimentos ingeridos ou ficar longos períodos de jejum. A melhor aposta é fazer substituições estratégicas, apostando na qualidade do que entra no cardápio. Além disso, alimentos funcionais são grande aliados nessa hora, alguns deles são capazes, inclusive, de manter a glicemia estável e retardar o esvaziamento gástrico, proporcionando assim um controle melhor do apetite”.

Muita fibra!

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Uma das maneiras mais eficazes de reduzir a fome é apostar em alimentos ricos em fibras solúveis: além de exigirem um trabalho maior do sistema digestivo devido sua complexidade, esses elementos são capazes de formar uma espécie de gel no estômago, aumento seu “volume” e, portanto, a saciedade. Essa sensação de “estômago cheio” ajuda na diminuição da grelina – o hormônio da fome, pois sua produção cai, justamente, quando o alimento “toca” a parede estomacal.

Outra grande vantagem é que as fibras não são totalmente digeridas pelo organismo e, ao atravessar o aparelho gastrointestinal, carregam consigo parte da gordura dos alimentos, reduzindo sua absorção. “Dentre os funcionais, o agar agar é um tipo de alga composta quase que totalmente por fibras solúveis (mais de 90%), propriedade que além de melhorar o transito intestinal, faz com que uma pequena quantidade ingerida seja suficiente para driblar a sensação de fome”.

Aposte nas proteínas

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Proteínas, sobretudo de fonte animal, são muito conhecidas na dieta de atletas. Isso porque, além de serem responsáveis pela formação dos músculos, auxiliam na saciedade. Além de serem digeridas de forma mais lenta, são fontes de aminoácidos, pequenos compostos que, no organismo, têm o papel de formar os tecidos. Embora esta seja sua principal função, alguns aminoácidos, em especial, podem ajudar significativamente no emagrecimento.

“A fenilalanina ajuda a suprimir o apetite, pois estimula a produção de substâncias como a dopamina, norepinefrina e colecistocinina, todos relacionados ao controle da fome. O triptofano reduz a ansiedade e é precursor da serotonina, substância que, quando em falta, propicia o descontrole alimentar”, diz Sinara.

De acordo com a nutricionista, a lista de benefícios da ingestão de aminoácidos para quem deseja perder peso é extensa, porém, isso não significa que aqueles que não gostam de comer carnes devam encarar um prato cheio do alimento em prol da dieta.

“A spirulina é uma microalga que possui praticamente todos os aminoácidos, essenciais e não essenciais. Uma pequena quantidade deste funcional já confere uma porção elevada de proteínas e fibras, ajudando tanto na saciedade quanto na recuperação muscular”.  Estudos apontam, inclusive, que a spirulina é um dos alimentos mais completos do ponto de vista nutricional, tendo uma concentração de ferro, cálcio e proteínas muito mais elevada do que um corte de carne, por exemplo.

Controlando o volume estomacal

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Manter as medidas após o emagrecimento é tão importante quando conseguir perder peso. Afinal, muitas pessoas relaxam após o fim da dieta e acabam recuperando todo, ou mais, peso perdido. Para evitar o temido efeito sanfona, a melhor medida é apostar numa alimentação equilibrada, sem dietas extremamente restritivas e reduzir, gradativamente, o tamanho do prato.

“Quando comemos demasiadamente, o estômago vai se tornando flácido, o que, com o tempo, exigirá uma ingestão cada vez maior de alimentos para ter a sensação de saciedade. Porém, é possível mudar esta condição naturalmente, por meio de hábitos saudáveis, como fracionar as refeições, ingerindo pequenas porções a cada 3 horas, por exemplo. Além disso, leva um tempo até o cérebro “entender” que estamos comendo, portanto é recomendado fazer as refeições sem pressa, mastigando bem os alimentos”, ensina Sinara.

Sede ou fome?

Preservar o tônus muscular e combater a flacidez também é uma preocupação daqueles que estão no processo de emagrecimento. Nesse momento, existem alimentos que podem tanto ajudar a saciar o apetite quanto manter a elasticidade da pele, evitando as temidas estrias. Já não é novidade nenhuma que o colágeno é um nutriente famoso por seu poder de preservar a saúde da pele. Mas você sabia que ele também ajuda a controlar a fome? Ao entrar em contato com a água, a proteína se expande, ocupando mais espaço no estômago.

Além dele, existem as antocianinas, compostos vegetais presentes em alimentos como a berinjela, capazes de proteger os tecidos contra a ação dos radicais livres – moléculas que destroem a estrutura das células e propiciam diversas inflamações. E tem mais: por ser rico em fibras, o legume propicia uma digestão mais lenta, evitando a fome fora de hora. Mas, e se ela acontecer?

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A nutricionista dá a dica: “Nosso cérebro não sabe distinguir a fome da sede, pois ambas necessidades são sinalizadas na mesma região. Portanto, é aconselhável sempre beber um copo de água quando sentir aquela fome fora de hora. Muitas vezes o que precisamos neste momento não é de comida, mas sim de hidratação. Dessa forma, estamos, ao mesmo tempo, atendendo uma demanda fisiológica, hidratando a pele (e todo o corpo), e evitando o consumo de calorias desnecessárias” – finaliza.

Fonte: Nature Center

 

 

Café “blindado”: saiba mais sobre a nova moda das dietas de emagrecimento

Combinação inusitada de café, manteiga e óleo de coco promete tirar a fome por horas. Mas será o suficiente para proporcionar uma perda de peso segura?

Quando o assunto é perda de peso, de tempos em tempos surge um novo “queridinho” das dietas. Algumas vezes esses ingredientes são um tanto exóticos, de nomes complicados e origens distantes, porém, em outros casos, são tão comuns no dia a dia que até surpreendem pelo fácil acesso. Mais que um reflexo do crescente desejo de emagrecer, tantas novidades também são fruto dos avanços em pesquisas científicas e da reavaliação de conceitos no campo da nutrição. Alimentos antes condenados, hoje são apontados como grandes aliados do cardápio, como é caso do ovo, do cafezinho e, até mesmo, das temidas gorduras.

A mais nova onda entre as famosas dietas de emagrecimento é, justamente, uma bebida que combina o tradicional matinal com gorduras consideradas boas: o polêmico “Bulletproof Coffee”. Também conhecido como “café blindado”, “café turbo” ou “café cetogênico”, a preparação inusitada promete afastar o apetite por horas, aumentar a concentração e, ao mesmo tempo, potencializar a queima de gordura. Porém, existe fundamento? Esse pode, de fato, ser o grande segredo para controlar a fome e enxugar a silhueta? Veja o que é fato e o que é questionável nessa tendência:

De onde surgiu?

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Reprodução Facebook BulletproofCoffee

O tal “café à prova de balas” (em tradução livre) ganhou fama no ocidente graças ao empresário americano Dave Asprey que, após uma viagem sabática ao Tibete, decidiu pesquisar a fundo uma prática muito comum entre os povos do Himalaia: a ingestão diária de um chá com manteiga pura (proveniente, naquela região, do leite de iaques – um tipo de gado selvagem). Asprey reparou que essa era praticamente a única refeição dos nativos por longas horas e, ainda assim, possuíam concentração mental e energia para realizar trabalhos pesados.

Após essa experiência, o empreendedor do Vale do Silício se aprofundou nos efeitos da bebida, criou sua própria receita e encorpou o hábito em sua rotina. Sua “criação” logo ganhou popularidade nos Estados Unidos e, desde então, tem se espalhado pelo mundo e conquistado cada vez mais adeptos, principalmente entre praticantes de dietas como a low carb, cetogênica e paleolítica. Isso porque, de acordo com seus seguidores, uma simples xícara pela manhã seria o suficiente para manter a saciedade por horas, o que auxiliaria, inclusive na prática do jejum intermitente.

A receita

A principal premissa do famigerado bulletproof coffee é que todos os ingredientes sejam os mais saudáveis possíveis. É recomendada a utilização de um café de alta qualidade (preferencialmente orgânico e, se possível, moído na hora), manteiga de leite de alta qualidade, a mais pura possível (ghee, clarificada ou proveniente de vacas que se alimentam de pasto) e um óleo rico em triglicerídeos de cadeia média (o mais usado é o de coco).

Tal “cuidado” garantiria os efeitos benéficos e aumentaria o potencial da bebida, porém é possível encontrar dezenas de receitas diferentes na internet, desde as mais “refinadas” às mais simples. Basicamente, o “elixir” é obtido por meio da mistura de uma xícara (cerca de 300 ml) de café coado, com uma colher (sopa) de manteiga e duas colheres (sopa) de óleo de coco. Para deixá-lo ainda mais cremoso e encorpado, pode-se utilizar um mixer ou liquidificador. Porém, existe uma regra de ouro: jamais adoçar, nem mesmo com adoçantes naturais.

Funciona mesmo?

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Embora alguns adeptos afirmem que a bebida é agradável, a razão pela qual o bulletproof coffee ganhou fama certamente não foi por seu sabor, mas, sim, por sua capacidade de acelerar a queima calórica, diminuir a fadiga, melhorar a concentração e diminuir a fome. E o que especialistas dizem a respeito? De acordo com a nutricionista Sinara Menezes, individualmente, os três ingredientes têm propriedades que podem, de fato, auxiliar a dieta:

“Por estimular o sistema nervoso central, a cafeína aumenta o estado de atenção, reduz a sensação de cansaço e ainda possui propriedades termogênicas. Já as gorduras boas, como óleo de coco, ajudam a manter a saciedade por mais tempo e, quando consumidas moderadamente, podem beneficiar a dieta. Ainda que polêmico, o óleo de coco em particular, é um ácido graxo TCM, ou seja, rico em triglicerídeos de cadeia média. Essa característica faz com que ele seja rapidamente absorvido pelo organismo, convertendo-se em uma fonte de energia imediata sem alterar significativamente a glicemia, como acontece com os carboidratos, por exemplo.”

Efeito emagrecedor

Ainda assim, a especialista da Nature Center afirma que intitular a bebida de “emagrecedora” é um exagero, pois a perda de peso depende de fatores que vão muito além da simples ingestão do “café turbinado”.

“É preciso considerar alguns pontos: substituir um café da manhã completo, com diversidade de alimentos e, consequentemente, de nutrientes por uma bebida rica em gordura pode ser uma armadilha, especialmente se a pessoa não controlar a ingestão calórica ao longo do dia. Embora as gorduras boas possuam um papel importante no emagrecimento, seu consumo excessivo pode igualmente levar ao ganho de peso e ainda elevar o colesterol. Além disso, ficar muito tempo sem se alimentar pode causar um efeito rebote e desacelerar o metabolismo, sobretudo se a pessoa não corrigir seus hábitos alimentares antes de apostar numa dieta”.

O alerta vale também para aqueles que seguem uma alimentação mais regrada e apostam na bebida como um pré-treino: “Nada substitui uma refeição equilibrada. Embora o bulletproof coffee possa fazer parte do pré-treino nos dias corridos, quando não é possível parar para fazer um lanche antes da atividade física, é importante saber que os mesmos benefícios podem ser alcançados se esses ingredientes estiverem no cardápio do dia, em preparações mais nutritivas e, até mesmo, mais saborosas”.

Sem café, por favor!

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Mesmo que os efeitos da bebida sejam atrativos, encarar seu gosto peculiar e ainda ter que prepará-la diariamente (uma vez que a recomendação é de que a bebida seja consumida fresca) pode parecer uma tarefa árdua. Porém, como mencionado por Menezes, os ingredientes do bulletproof coffee podem compor o cardápio sem que seja preciso, necessariamente, reservar um tempo todas as manhãs para seu preparo. Apostando nos alimentos certos, tanto a cafeína e quanto as gorduras boas podem proporcionar os mesmos benefícios, desde que façam parte de um cardápio equilibrado. Veja como:

Cafeína: nem só do tradicional cafezinho se obtém a cafeína. Para aqueles que não apreciam tanto a bebida (ainda mais acrescida de gordura!) é possível apostar em outros matinais ou alimentos ricos na substância. O popular chá mate, chá preto e, principalmente, o chá verde, também possuem níveis significativos do estimulante. O verde, em especial, possui um potente efeito termogênico.

Para os que não abrem mão do café, o grão da mesma coloração também pode ser um grande aliado: por conter ácido clorogênico em sua composição, o café verde é rico em antioxidantes, auxilia na saciedade e, conforme evidenciam estudos, seria capaz de inibir as enzimas amilase e a lipase pancreática, responsáveis pela absorção de gorduras, facilitando assim, sua eliminação do organismo. O chocolate amargo é outra fonte de cafeína, porém, além da moderação, atenção quanto à qualidade do produto, que deve ter pelo menos 50% de cacau em sua composição.

Gorduras boas: já não é segredo que as gorduras são fundamentais no cardápio, inclusive de quem deseja emagrecer, pois propiciam saciedade. Essenciais em diversos processos fisiológicos, os ácidos graxos são responsáveis, entre outras coisas, pela secreção de hormônios (muitos deles ligados à quebra das gorduras acumuladas no tecido adiposo) e pelo transporte de vitaminas lipossolúveis. É inegável que se um indivíduo não está devidamente nutrido ou em desequilíbrio hormonal, a perda de peso será ainda mais dificultosa.

Porém, nem todas as gorduras são benéficas ao organismo. Se o objetivo é perder peso e ganhar em saúde as melhores escolhas são: óleo de coco – “Ainda que seja uma gordura satura, algumas propriedades são consideravelmente vantajosas: é rico em vitamina E, antioxidantes e TCM”; o ômega 3, famoso também por combater os radicais livres, e o óleo de cartamo, rico em ômegas 6 e 9. Quanto à manteiga? “Quando pura e de alta qualidade, é fonte de diversos nutrientes importantes como as Vitaminas A, K e D, e os minerais cromo, zinco e selênio”.

Vale a pena apostar?

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De acordo com a nutricionista, a bebida pode, sim, ser benéfica, quando apoiada por uma dieta equilibrada e, principalmente, orientada por um profissional de saúde. Porém, ela não deve ser considerada milagrosa, pois, isoladamente, sem uma reeducação alimentar, não surtirá o efeito desejado.

“O segredo não está na bebida, mas sim nos nutrientes presentes nos ingredientes, que podem perfeitamente fazer parte do cardápio de outras formas. É possível aumentar a saciedade ingerindo gorduras boas por meio de alimentos variados como o abacate, as oleaginosas e os peixes gordos. Os óleos podem entrar nas preparações dos pratos e saladas, obviamente, pensando sempre no equilíbrio de toda a dieta”.

Já a cafeína pode ser consumida de acordo com o gosto pessoal, porém, com uma ressalva: por serem estimulantes, suas fontes devem ser ingeridas, no mais tardar, até as 16 horas, para não prejudicar o sono. E se o desejo é emagrecer, é recomendado evitar o açúcar nas preparações. Para os adeptos da suplementação, o uso de cápsulas ou extratos, tanto de óleos funcionais quanto de cafeína, deve ser sempre orientado por um médico/nutricionista, pois certos grupos podem apresentar maior sensibilidade aos efeitos dessas substâncias.

Fonte: Nature Center

Benefícios da suplementação com a maca peruana

Originária da Cordilheira dos Andes, a maca peruana tem atraído cada vez mais a atenção de pessoas que cultivam hábitos saudáveis. Trata-se de um tubérculo, cultivado já mais de 2000 anos na Cordilheira dos Andes, com inúmeros benefícios à saúde. Pode ser consumida em pó, mas, fora de seu país de origem, é encontrada somente em cápsulas.

As propriedades da maca peruana, que pode ser usada como suplementação, resultam de uma rica combinação de componentes biologicamente ativos, chamada de fito complexo. Ela ainda é rica em nutrientes como vitaminas, sais minerais, fibras e até mesmo proteínas.

Veja 5 propriedades do superalimento, listadas pelo nutricionista esportivo da Growth Supplements Diogo Círico:

1.Fornece vitaminas, sais minerais, fibras e proteínas

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Foto: Urbol

A maca é um alimento completo que fornece, em média, 43% de carboidratos, 5% de fibras solúveis,14% fibras insolúveis, 2% de gorduras e 10% de proteínas. Contém aproximadamente 600 kcal numa porção de 100 gr de produto.

2.Fornece energia, vitalidade e reduz o estresse

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Possui grande quantidade de compostos bio ativos (macaenas, macamidas e fitoesterois), diferentes tipos de glucosinolatos (GLs) e compostos fenólicos. Estes elementos proporcionam aumento na saúde das células e efeito adaptógeno (adaptação) frente ao estresse mental.

3.Tem propriedades antioxidantes

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Foto: Urbol

Os nutrientes presentes na maca peruana podem exercer proteção para as células de nosso organismo no combate a elementos tóxicos que podem ser tanto produzidos por nós mesmos quanto consumidos por meio da alimentação. Esta capacidade antioxidante está intimamente ligada à capacidade de regenerar os tecidos musculares de um indivíduo que treina pesado.

4.Combate a osteoporose

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Entre os alimentos tuberosos, a maca peruana é um dos que contém maior concentração de cálcio e fosforo, minerais intimamente ligados à saúde óssea, que combate a desmineralização do tecido ósseo.

5.Ajuda no emagrecimento

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A maca peruana contém fibras solúveis e também insolúveis, por este motivo ajuda no controle das taxas de açúcar no sangue. Esse efeito é muito desejado em dietas de redução de peso ou dietas de pessoas diabéticas, ou propensas a desenvolver a doença.

O que você come à noite pode atrapalhar o emagrecimento?

Quem luta contra a balança com certeza já ouviu centenas de “regras” na hora de montar o cardápio. “Comer a cada 3 horas, apostar nas saladas, reduzir a ingestão de doces”… Estes são apenas alguns dos mandamentos que norteiam o emagrecimento. Porém, é comum que muitas pessoas, mesmo fazendo dieta ao longo do dia, não resistam e acabem “escorregando” na refeição noturna. Seria este, portanto, o motivo dos quilinhos a mais?

Uma refeição farta no final do dia tem mais chances de acabar se transformando na temida barriguinha do que um almoço generoso? No meio de tanta informação, é realmente difícil identificar quais alimentos são mais adequados para momentos específicos do dia. Porém, com o auxilio dos nutrientes certos na hora adequada é possível beneficiar a perda de peso sem comprometer o prazer à mesa. Quer saber como o jantar influencia sobre essa questão? Saiba mais agora:

Jantar ou não?

Certamente você já ouviu a famigerada frase “tome café da manhã como um rei, almoce como um príncipe e jante como um plebeu”. É fato que o desjejum é considerado, inclusive por médicos, uma das refeições mais importantes do dia. Porém, seria esse um indício de que estamos mais propensos a engordar durante o jantar? Muitos acreditam que o grande culpado é o metabolismo que, durante o sono, tende a diminuir o ritmo. Porém, isso é o suficiente para condenar a refeição noturna?

Conforme explica a nutricionista Sinara Menezes, embora isso realmente aconteça, não é o ponto mais relevante quando se trata do ganho de peso: “Até mesmo porque o corpo continua queimando energia para manter a respiração, o batimento cardíaco, a secreção de hormônios e centenas de outras atividades durante o sono. O problema está mais relacionado à qualidade do sono e, principalmente, ao balanço energético, que é a soma de tudo que foi consumido no dia menos o que foi gasto no mesmo período”.

De acordo com a profissional da Nature Center, devemos considerar a alimentação ao longo do dia como uma poupança: “Se começamos o dia, por exemplo, com um saldo zerado, mas com o passar das horas depositamos mil e, posteriormente, gastamos apenas 800, ao final ficamos com uma poupança de 200. Não importa se esse ‘depósito’ foi feito pela manhã, à tarde ou à noite. No organismo, funciona dessa forma, se não ‘gastamos’ o saldo de 24 horas, acabamos com um depósito energético, principalmente em forma de gordura”.

Sono x Peso

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Foto: Dieter Robbins/Pixabay

Embora a ciência não tenha uma resposta conclusiva sobre a relação peso e sono, algumas fatos são unanimidade entre os profissionais: a qualidade e a quantidade da alimentação antes de dormir. Estudos têm apontado que os níveis de melatonina, também conhecido como hormônio do sono, tem relação significante com o balanço energético. Curiosamente, seu pico de liberação só ocorre durante a noite, quando estamos em repouso absoluto.

Pesquisas evidenciaram que quando a melatonina encontra-se em baixa no organismo existe uma predisposição a comer mais, fora de hora e ainda armazenar mais gordura do que o normal. Coincidentemente, o período no qual o corpo baixa, naturalmente, a produção do hormônio é precisamente durante o dia, quando comemos mais e “estocamos” energia. E o que isso tem a ver com o jantar?

O principal estímulo para a produção desse hormônio é a escuridão natural, ou seja, o “cair da noite”. Ao final do dia o corpo passa a produzir melatonina, alcançando seu pico de secreção no meio da madrugada. Refeições exageradas ou muito próximas da hora de dormir podem atrapalhar o sono, provocando o despertar do indivíduo ao longo da noite e, consequente, afetando a atividade do hormônio.

Para se ter uma ideia da sensibilidade desse processo, até mesmo a luz da TV ou do celular pode prejudicar esse ciclo. Isso sem contar que uma noite mal dormida pode gerar o desequilíbrio de outros hormônios que, igualmente, podem afetar o peso, como é o caso do hormônio do crescimento (gH) e da leptina, o hormônio da saciedade.

Portanto, conforme explica a nutricionista “um prato com uma quantidade x de calorias terá o mesmo valor energético no almoço ou no jantar, a diferença é o quanto esses alimentos vão impactar no sono e, principalmente, qual a qualidade dessa refeição. Dependendo dos alimentos ingeridos, o processo de emagrecimento pode ser sabotado ou beneficiado”.

Carboidrato à noite, pode?

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Nesse momento, entra em questão outro grande mito do emagrecimento: “comer carboidrato a noite engorda”. Esse conceito é tão difundido que não é difícil ver pessoas recusando qualquer lanchinho após as 18 horas por medo de que o alimento consumido vai se tornar, imediatamente, uma gordurinha localizada.

Porém, Sinara esclarece: “É preciso entender que nosso organismo não funciona de forma tão cronometrada: os carboidratos são tão importantes à noite quanto pela manhã. A diferença é que, como a maioria das pessoas costuma diminuir o nível de atividade ao fim do dia, deve-se também diminuir a quantidade desses alimentos no prato, principalmente perto da hora de dormir. Ainda assim, a forma como eles vão compor o cardápio depende do estilo de vida de cada indivíduo”.

A profissional pontua que pessoas que treinam à noite, por exemplo, podem precisar de porções iguais ou até maiores do que as consumidas durante o almoço, pois demandam mais energia neste momento do dia.

“Para qualquer pessoa, o grande segredo é o equilíbrio e a qualidade destes carboidratos. Se eles forem bem distribuídos ao longo do dia e, principalmente, forem consumidos por meio de fontes saudáveis, como legumes, verduras, grãos e cereais integrais, certamente darão energia e, até mesmo, beneficiarão a boa forma. Agora, se grande parte da alimentação for composta por carboidratos refinados como massas brancas, farináceos, doces e produtos industrializados, certamente haverá o ganho de peso, não importa se eles foram consumidos às 8 da manhã ou da noite”.

Ajustando os ponteiros

Se, basicamente, não existe diferença na quantidade de calorias consumidas de dia ou de noite o mesmo valeria para o tipo de alimento? Quando se trata de nutrientes, não. Se o plano for eliminar os quilinhos a mais, alguns podem ser mais benéficos em determinados horário do dia. Da mesma forma, algumas substâncias podem não ser tão bem-vindas quando se aproxima a hora de ir pra cama. Porém, com uma combinação estratégica é possível aproveitar o melhor de cada alimento, regular o sono e ainda destravar o metabolismo. Veja quais nutrientes são mais adequados no almoço e no jantar:

Para o dia

Reserve este período para potencializar o metabolismo e o gasto de energia. Aposte nos alimentos e chás termogênicos. Sinara explica: “Substâncias ricas em cafeína, além de melhorarem a disposição o estado de atenção, aumentam o gasto calórico. Por isso, um cafezinho é a melhor maneira de começar o dia, além de ser estimulante, também contribui para o raciocínio”.

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Mas isso não é tudo, ela acrescenta: “O potássio é fundamental para manter os níveis de glicose estáveis, ajudando no aproveitamento da energia. Justamente por isso, frutas como a banana são indispensáveis tanto no café da manhã como nos lanches intermediários, assim como os legumes, vegetais e hortaliças. Esses carboidratos complexos são ricos em diversas vitaminas e fibras que, por sua vez, propiciam maior saciedade e uma digestão mais tranquila”. Porém, com uma ressalva: “Para obter as fibras, deve-se consumi-los, sempre que possível, com cascas, folhas e talos”.

Para a noite

Aquela sensação reconfortante ao tomar um copo de leite quente antes de dormir não é mera impressão: fontes de triptofano, leite e derivados realmente ajudam o corpo relaxar. Isso porque, assim como a serotonina, este aminoácido auxilia na secreção da melatonina, o tal hormônio do sono. Porém, para aqueles que não toleram bem alimentos lácteos a dica é apostar num cardápio rico em vitaminas do complexo B, em especial a Niacina (B3), a Piridoxina (B6) e a Cobalamina (B12) – todas precursoras dos neurotransmissores responsáveis por uma boa noite de sono.

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Foto: Pixabay

Com exceção da vitamina B12, cujas fontes estão majoritariamente em proteínas animais (carnes, ovos, leite e derivados), os demais nutrientes podem ser obtidos a partir de fontes vegetais como a banana, o abacate, a aveia, o gérmen de trigo e as oleaginosas como nozes e amendoim. E quando se trata da perda de peso vale apostar no cromo, um mineral que ajuda a controlar aquela vontade de comer carboidratos, especialmente doces, a principal tentação após o jantar. Onde encontrá-lo? Cereais integrais, na maçã, nos brócolis e, até mesmo no vinho, que também pode ajudar a relaxar após um dia cheio de trabalho (obviamente, com moderação para não sabotar o sono e a dieta).

Para finalizar, a nutricionista ressalta que é importante não fazer refeições pesadas durante a noite, bem como não consumir nada estimulante depois das 16 horas. Além disso, não adianta pular todas as refeições e atacar um prato generoso ao final do dia: “Quando ficamos muito tempo sem comer, nosso metabolismo desacelera, pois entende que está passando por uma ‘privação’, assim ele passa a armazenar mais do que gastar”, finaliza Sinara.

No final, colocando “na balança” o que vale mesmo é o equilíbrio: com as escolhas certas, é possível jantar sem medo e sem afetar a boa forma.

Fonte: Nature Center

 

Pílulas da beleza: nutracêuticos cuidam da pele, cabelos e auxiliam no emagrecimento

Sucesso na Europa e nos Estados Unidos, os nutracêuticos começam a conquistar seu espaço no Brasil. As pílulas combinam substâncias benéficas ao organismo, capazes, por exemplo, de diminuir a flacidez da pele, fortalecer as unhas, melhorar o aspecto da celulite e acelerar o crescimento do cabelo.

Vale ressaltar que as pílulas não substituem uma boa alimentação ou eximem da responsabilidade de praticar atividades físicas regularmente, mas são boas aliadas no complemento de um cardápio cada vez mais deficiente por conta da correria diária. Deficiência vista na pele, nos cabelos, nas unhas…

Veja quatro nutracêuticos para complemento de sua beleza e saúde:

Óleo de coco

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De ação termogênica, auxilia no processo de emagrecimento (com destaque para a região do abdômen), é antioxidante (vitamina E), controla os níveis de colesterol, glicose e triglicerídeos (ácidos graxos), colaborando com a manutenção dos níveis de insulina. Também é indicado para regulação do intestino e fortalecimento do sistema imunológico. Proporciona sensação de saciedade e melhora a imunidade. Preço: R$ 38,50
Gelatina

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Fonte de aminoácidos, contribui para a hidratação, firmeza e elasticidade da pele. Contribui para o fortalecimento dos ossos e na prevenção de doenças como a osteoporose. Para quem pratica esportes, é uma boa fonte para formação de músculos e para resistência das articulações. E mais: colabora para a manutenção da juventude, deixando cabelo, unhas e pele mais saudáveis e bonitos. Preço: R$ 35,00
Gérmen de Trigo

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Poderoso antioxidante, auxilia na hidratação das células do corpo. É fundamental para manter a pele bronzeada saudável, combater o envelhecimento precoce e otimizar o metabolismo devido à concentração de vitamina E. Atua na regulação dos intestinos, fortalecimento da imunidade, controle de níveis de colesterol (Ômega 3), no controle da pressão arterial (minerais com destaque para o potássio) e na redução de toxinas do organismo. Dá a sensação de saciedade. O gérmen de trigo ajuda na prevenção de câncer intestinal, manutenção da saúde cardiovascular e redução de açúcar no sangue. Preço: R$ 32,00
Óleo de Prímula

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Fonte de ácidos graxos essenciais da família do ômega 6, o Óleo de Prímula é um importante aliado no fortalecimento do sistema imunológico e para problemas de pressão arterial, além de proporcionar bem-estar à mulher e melhorar a saúde da pele. Preço: R$ 41,90

Magnésio Dimalato

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Segundo estudos, a suplementação do magnésio na forma molecular de Magnésio Dimalato se obtém a otimização da produção de energia pelo corpo e no metabolismo de carboidratos. O magnésio favorece a absorção do cálcio da alimentação e reduz a incidência de câimbras e fraqueza muscular. O composto é indicado como coadjuvante na prevenção da osteoporose, da fibromialgia e na manutenção da saúde do coração. De absorção prolongada, não produz desconforto gástrico e pode ser usado em alterações emocionais, como irritabilidade, insônia e TPM. Preço (60 cápsulas de 400 mg): R$ 42,40

Fonte: Naiak

Aliados: chás e cápsulas que auxiliam no controle do peso

Para ajudar a acelerar o metabolismo, eliminar a gordura localizada, emagrecer ou manter o peso sob controle, a Schraiber apresenta algumas sugestões de chás e cápsulas à base de ingredientes naturais, que proporcionam ainda outros efeitos positivos no organismo, pois auxilia na eliminação de toxinas e na neutralização dos efeitos dos radicais livres. Confira as opções e lembre-se: é preciso apostar em uma alimentação mais saudável!

Berinjela em Cápsulas Schraiber: a berinjela é considerada uma importante fonte de vitaminas e minerais, como magnésio, zinco e vitaminas B1 e B2. Ela é indicada para quem deseja emagrecer, pois ajuda a aumentar a queima de gorduras no organismo. Além disso, ajuda a eliminar a água acumulada no corpo, reduzindo o excesso de peso causado pela retenção de líquidos. Contém fibras que contribuem para o correto funcionamento do trato gastrointestinal e ajudam a aumentar o tempo dos nutrientes no nosso estômago, estimulando a sensação de saciedade. Preço médio: R$ 48,00 – frasco com 120 cápsulas.

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Óleo de Cártamo e Óleo de coco em Cápsulas: essa combinação de ingredientes naturais age sobre o metabolismo dos lipídios, auxiliando na queima de gordura localizada e no aumento de massa magra, promovendo a queima de gordura. Estes dois óleos exercem funções importantes no organismo, contribuindo para a redução das taxas de triglicerídeos. Eles contêm ômega-9, que é um ácido graxo oleico, que possui propriedades que colaboram com a metabolização de gordura. Preço médio: R$ 42,00 – frasco com 90 cápsulas.

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Hibisco com Chá Branco Instantâneo Schraiber: o hibisco é uma flor rica em antocianina e polifenóis, que ajuda a estimular a queima de gordura corporal, além de combater a retenção de líquidos e neutralizar a ação dos radicais livres. Já o chá branco, produzido a partir de folhas jovens da Camellia Sinensis, é rico em nutrientes potencialmente mais ativos e de antioxidantes (polifenóis, bioflavonóides e catequinas), contribuindo com a queima de gordura, desinchando, acelerando o metabolismo e proporcionando ação termogênica. Indica-se sua ingestão duas vezes ao dia. Já vem adoçado com sucralose. Basta dissolver uma colher de sopa em líquido. Preço médio: R$ 58,00 – pote com 200g.

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Chá Verde Instantâneo Schraiber: o chá verde (Camelia sinensis) é rico em catequinas e outras substâncias com ação antioxidante e que ajudam no processo de emagrecimento, diminuindo a absorção de gordura. O produto da Schraiber contém na sua composição vitaminas C, B1, B2, manganês, potássio e ácido fólico, auxiliando na prevenção dos efeitos de envelhecimento precoce devido aos seus ingredientes. É uma bebida solúvel de fácil preparo, que não contém açúcar ou glúten. Este produto é considerado cruelty free e vegan, porque não foi testado em animais e nem possui ingredientes de origem animal. Comercializado em embalagem com 200g. Preço médio: R$ 38,00 – – pote com 200g.

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Informações: Schraiber

Café e verão: combinação acelera o metabolismo e potencializa a dieta

Férias, calor, sol, praia e piscina são sinônimos de roupas mais leves e curtas e, consequentemente, corpo à mostra. Há quem diga que prefere o inverno ao verão, mas, amando ou odiando, o fato é que ninguém quer aparecer fora de forma. Todos desejam exibir uma silhueta mais enxuta e definida. Por isso, muitos ainda aderem a medidas extremas, cheias de restrições e nada saudáveis, visando apenas acelerar o processo de emagrecimento, porém, felizmente, cada vez mais pessoas estão em busca de novidades para perder peso de forma segura e natural.

A boa notícia é que, atualmente, já é comprovada a existência de alimentos funcionais que ajudam nessa luta, e o melhor, unindo sabor e saúde na mesma receita. Um deles é o café, que está no pódio das bebidas mais amadas e consumidas no país.

Vai um cafezinho aí?

É difícil achar alguém que não goste de saborear um café fresquinho, principalmente aqui no Brasil, onde apreciar a bebida já é uma tradição cultural antiga que ainda move a vida de muita gente. Atualmente, cerca de 8 milhões de pessoas trabalham com café. Os grãos nacionais estão entre os melhores e mais caros do mundo. A produção da região serrana do Espírito Santo pode chegar a custar R$ 16 mil e parte da safra tem como destino a família real da Noruega. Mas é Minas Gerais que sustenta o país na liderança mundial de produção e exportação de café.

Há muitos anos a substância vem sendo alvo de controvérsias que questionam seus efeitos em decorrência de sua propriedade mais marcante: a cafeína – componente químico encontrado nas sementes, frutos ou folhas de muitas plantas, e em alguns alimentos e bebidas – que age no sistema nervoso central. Porém vários estudos estão desconstruindo os mitos sobre seus malefícios.

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Cafeína: vilã ou mocinha?

Os amantes do cafezinho já podem respirar mais aliviados, isso porque um estudo da Universidade de São Francisco na Califórnia (USCF -EUA), publicado no Jornal da Associação Americana do Coração, desmistifica a fama de vilã que a cafeína adquiriu na crendice popular e afirma que não é possível associar seu consumo ao aumento do risco de doenças como AVC (acidente vascular cerebral) e arritmias cardíacas. A pesquisa, que contou com 1.388 participantes, é a maior amostra sobre o impacto da cafeína ao sistema cardiovascular realizado até então e ressalta que ao contrário do que se imaginava, seu consumo regular não causa alterações nos batimentos cardíacos e ainda pode trazer benefícios a saúde do coração.

Principais fontes

A substância é encontrada naturalmente em diversos alimentos como o chá, o cacau e o guaraná. E ainda pode ser adicionada artificialmente a outros produtos como refrigerantes, energéticos e, até mesmo, em algumas medicações. No entanto, a quantidade presente é bem menor do que a concentrada no café. Contudo, é difícil dizer ao certo qual a quantidade de cafeína extraída por grama de grão devido às várias formas de preparações existentes – filtração, instantâneo, expresso etc. – que causam uma variação nesse processo.

Café e boa forma

Devido ao seu poder termogênico, a cafeína se tornou muito popular entre os suplementos para redução das medidas. A substância ajuda na performance, retarda a fadiga e auxilia a perda de peso, pois tem a capacidade de quebrar o tecido de gordura, favorecendo a eliminação dos excessos. Obviamente, seu consumo precisa estar associado a uma dieta saudável para que suas propriedades contribuam para o emagrecimento e potencializem os resultados da malhação.

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Café verde

Se o tradicional já pode ser considerado um grande aliado da saúde, imagine a versão verde, conhecida também como green coffee. O nome deve-se ao processo de fabricação do produto, que não passa pela torra, preservando assim suas propriedades naturais como a cafeína, os antioxidantes e o ácido clorogênico em maior concentração. Isso acontece, pois, como foi dito, o café verde não passa pelo processo de torrefação que, apesar de reduzir o gosto amargo do grão, também diminui sua concentração de cafeína.

Este é o principal diferencial do café verde: a alta concentração de cafeína. De acordo com a nutricionista Sinara Menezes, a grande vantagem para aqueles que seguem uma dieta de redução de peso é o efeito estimulante do grão: “Devido às suas propriedades, o café verde é capaz de acelerar o metabolismo e aumentar o gasto calórico, favorecendo tanto a dieta, quanto a prática de exercícios”. E não para por aí, de acordo com a especialista da Nature Center “por ser feito a partir do grão in natura, boa parte dos nutrientes benéficos são mantidos em uma taxa muito mais elevada”.

Bom para quem pratica exercícios

O efeito estimulante da cafeína ativa regiões importantes no cérebro e os benefícios vão muito além. A substância tem a capacidade de melhorar o desempenho físico, pois diminui a percepção de esforço ao realizar uma atividade física, assim, a pessoa tem a sensação de ser mais fácil do que realmente é. Ela também retarda a fadiga ao poupar os estoques de glicogênio muscular.

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De olho na dosagem

O segredo para aproveitar ao máximo os benefícios de alimentos funcionais como o café está na dose. Por mais clichê que pareça aquela frase que indica o “beba com moderação”, neste caso, ela é uma observação muito válida, pois existem aqueles que devem ter atenção redobrada e orientar-se com profissionais ao incluir produtos e alimentos à base de cafeína à dieta como gestantes, nutrizes e pessoas com problemas crônicos.

A nutricionista também alerta para evitar o exagero, principalmente por parte daqueles que enfrentam dificuldades para dormir, pois seu efeito estimulante pode prejudicar o sono. “É muito importante ter o acompanhamento de um profissional da saúde e controlar as porções ingeridas, pois o ideal é extrair os efeitos benéficos sem se tornar dependente. Além disso, é fundamental buscar fontes seguras para alcançar todos os benefícios que o nutriente pode oferecer”, acrescenta a especialista.

Composto

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Foto: Parmentier.de

O composto, feito puramente à base de cafeína concentrada, é a aposta do momento. Sua fama – por beneficiar as dietas de emagrecimento e potencializar o desenvolvimento das atividades físicas – já fez adeptos até entre as celebridades e estrelas de Hollywood. A forma mais prática de consumir a substância é por meio da ingestão de pílulas de extrato do nutriente, que possibilitam os efeitos sem ter que ingerir o café ou outras bebidas que possam conter açúcares ou ingredientes indesejáveis e calóricos na sua composição. É possível encontrar o café verde comercializado de diversas formas e sua administração varia de acordo com as orientações de cada uma. Em geral, é recomendado ingeri-lo durante o dia, antes das refeições e do treino, para otimizar o rendimento dos exercícios físicos.

Fonte: Nature Center

Dieta e moda: dicas para otimizar guarda- roupa durante emagrecimento

Consultora de estilo dá sete dicas de como ter um melhor aproveitamento das peças mesmo com a perda de peso

Seja para cuidar da saúde ou somente por estética, o início de uma dieta traz bons resultados: além da melhora da disposição e da autoestima, é possível visualizar a perda de peso logo nos primeiros dias e, consequentemente nos números de manequim. Isso gera um susto inicial, já que vemos perder muitas de nossas roupas. Como otimizar o guarda roupa sem ter gastos extras com ajustes e peças novas? A consultora de moda e estilo Marci Marciano traz algumas dicas:

1. Transformar calça normal em calça boyfriend

Um bom recurso é utilizar um cinto e deixar a calça, que antes era usada como modelo mais justo, ser usada na modelagem boyfriend, mais larga e dobrar a barra para deixar o look atualizado.

2. Usar broche para ajustar blusas

Para as blusas que já estão largas, uma boa alternativa é colocar um broche na parte de trás deixando-a com aspecto acinturado. Outra maneira de uso é usarmos um alfinete de segurança por dentro da peça.

3. Abusar de cintos

O uso por cima das blusas só tem a favorecer. Para as pessoas que tem mais volume na parte superior é interessante posicionar o cinto mais próximo do quadril.
Para quem tem mais peso visual nos quadris, a recomendação é posicionar o cinto na cintura, sempre evidenciando a parte mais fina do corpo.

4. Linhas verticais são as melhores aliadas

Focar em linhas verticais, tanto internas quanto externas, é sempre uma boa opção.

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5. Looks monocromáticos

Eles alongam, retraem e transmitem a sensação de elegância.

6. Lenços

Devem ser usados sempre com as pontas para fora, nunca muito grudados ao pescoço, pois dessa forma tem o efeito contrário. Para parecer mais esbelta e alongada, use sempre aberto e criando linhas verticais, deixando o colo à mostra. Além de acrescentar personalidade ao look, traz informação de moda, criatividade e elegância.

7. Colares longos

Eles alongam a silhueta e retraem o olhar. São ótimos aliados no verão pois tornam o look leve, trazendo informação de moda e gerando um up em qualquer combinação.

Fonte: Marci Marciano – com canais no Instagram e Youtube e autora do blog Marci Marciano, ela mostra que a moda é para todos e está em todos os lugares. Apresenta posts de filmes e séries falando sobre seus figurinos, de dicas de estilo e uma pitada de lifestyle. Defende a ideia de como otimizar o guarda roupa e o consumo consciente, de uma forma leve e didática mesclando com tendências com moda do dia a dia.

Psicologia do Emagrecimento: 18 dicas valiosas para perder peso para sempre

Adquirir novos hábitos nem sempre é tão simples quanto parece. Isso porque a lógica comportamental encontra as barreiras das emoções mais profundas do inconsciente. Por isso, para algumas pessoas é tão fácil manter-se magras sem esforços, e para outras, mudar o hábito alimentar é bem mais difícil.

O psicólogo Reinaldo Renzi dá 18 dicas de hábitos alimentares saudáveis, levando em conta alguns aspectos comportamentais, que podem ajudar e muito na luta contra a balança:

1 – Quando você estiver diante do alimento em uma festa ou qualquer reunião que oferecerá um buffet, inverta as prioridades de prazer! “O magro vai pensar no prazer de encontrar com amigos, paquerar, interagir de uma forma geral. Assim a comida se torna secundária como realmente deve ser”, explica Renzi. “Posicione-se longe dos alimentos e tire da mente que se você não comer o quanto aguentar, estará perdendo a oportunidade de prazer e felicidade”.

2 – Em self-service, programa-se antes de se servir. O magro costuma olhar tudo o que tem antes de começar a se servir, dessa maneira já tem um parâmetro melhor de quanto pode colocar de cada alimento, e quais vai deixar de comer em prol dos preferidos. “Lembre-se que pegar um pouco de tudo significa comer muito”.

3 – Em sua casa, faça pequenas mudanças. Aprenda a se servir em pratos rasos e pequenos, e após se servir, guarde os alimentos, não leve travessas e panelas à mesa, nem as deixe sobre o fogão.

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Foto: Giraffas

4 – Não tenha em casa pacotes de balas ou guloseimas, caixas de bombom, barras de doces nem sacos de salgadinhos, mas se outras pessoas que moram com você os compram, peça para que deixem bem guardados. Exponha ao seu alcance frutas maduras e apetitosas. “É o que está ao seu alcance que vai mais facilmente ser consumido”.

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5 – Nunca vá ao mercado com fome. A tendência é de você comprar muitas coisas calóricas quando faz compras assim.

6 – O ser humano consegue fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo, porém sua atenção fica sempre maior para apenas uma. Por isso, ao se alimentar, foque no alimento! Evite comer em frente ao computador ou a TV, comer enquanto dirige, ou durante qualquer outra atividade. “Distrações fazem as pessoas comerem sem se dar conta”.

7 – Comer sozinho também ajuda! Quando se está acompanhado de amigos, a conversa agradável distrai, e muitas vezes as pessoas querem alongar esses momentos, e sem perceber acabam se servindo sempre mais e mais, para se manterem na conversa.

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Foto: Seemann / Morguefile

8 – Coma devagar. “Nosso cérebro nos dá a resposta de saciedade por volta de 20 minutos após começarmos a comer e esse tempo para o apressado ou o ansioso é suficiente para comer bem mais que o dobro que o necessário”. Mastigar bem e com calma vai, inclusive, melhorar a sua digestão.

9 – Avalie seu comprometimento relembrando várias vezes ao dia a sua meta de perda de peso e como isso é importante para você.

10 – Aprenda a ser mais tolerante à fome, e resista à sua gula. Aliás, aprenda a distinguir o que é fome do que é gula! A melhor técnica para driblar a gula é evitar a fome, e para isso basta comer com maior regularidade. Quando comemos sem fome, comemos pouco e nos sentirmos mais capazes de escolher os alimentos certos.

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Foto: Morguefile/Bonnie Henderson

11 – Motive-se para seus exercícios. Separe as roupas da academia com antecedência, verifique os pneus da sua bicicleta, combine de passar na casa do amigo para não esperá-lo, evite que programações de ultima hora priorizem o tempo dedicado aos exercícios físicos.]

12- Organize o seu dia de forma a dar tempo para comprar, preparar e comer alimentos saudáveis.

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Foto: SDRandCo/Morguefile

13 – Se for fazer algo que possa te distrair como ver TV, ficar no computador ou mesmo ler um livro, programe um alarme para não correr o risco de ficar muito tempo sem comer.

14 – Dentre os alimentos saudáveis, descubra os que mais agradam seu paladar e se apoie neles, principalmente nos momentos que você se sentir tentado.

15 – Lembre-se de buscar prazer em outras fontes: esporte, livros, sexo, meditação, trilhas e cursos, entre outras coisas.

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Foto: Gabor / Morguefile

16 – Motive-se. Escreva uma lista das razões por que quer perder peso e leia essa lista diariamente. Cole em seu espelho uma imagem de quando você era magro, ou mesmo monte uma imagem com colagens com sua cabeça e o corpo que você idealiza.

17 – Experimente novos hábitos e comportamentos, mude seu estilo, roupas, cabelo, lugares onde frequenta. Quando você se torna uma pessoa mais flexível você se permite mudar até seu hábito alimentar.

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18 – Lembre-se: assim como qualquer vício, comer pode oferecer satisfação em curto prazo e arrependimento no momento seguinte.

Especialista ensina como superar piores pesadelos do processo de emagrecimento

Rodrigo Polesso destaca os segredos para manter uma alimentação saudável

Muitas pessoas só se preocupam com as atividades físicas, mas a verdade é que o principal fator a ser considerado para o emagrecimento é a alimentação, conforme explica Rodrigo Polesso, certificado em Nutrição Otimizada para Saúde e Bem-Estar pela Universidade Estadual de San Diego, Califórnia. Criador do programa online de emagrecimento Código Emagrecer de Vez, o especialista conta que existem muitos fatores importantes que devem ser trabalhados ao longo do processo de reeducação alimentar.

“É preciso encarar a busca por uma vida mais magra e saudável como uma meta muito mais importante que qualquer outra”, explica Polesso. “Saúde é o pré-requisito para se ter relacionamentos, trabalho, bens materiais, e o que mais for importante. Sem saúde, não há nada que possa existir com sucesso”. O especialista ensina os cinco vilões do emagrecimento, e como vencê-los.

1-Os hábitos 

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Os nossos hábitos alimentares foram construídos ao longo de muitas décadas, e por isso podem ser tão difíceis de se vencer. “Nenhum hábito de longa data é fácil de ser quebrado, e alimentação é particularmente mais difícil, porque está relacionada a algo que fazemos todos os dias”, conta Polesso. Além dos fatores metabólicos e hormonais, que fazem as pessoas serem praticamente viciadas em elementos como o açúcar e farináceos, por exemplo, a falta de informação correta sobre alimentação pode atrapalhar ainda mais na mudança de hábitos. “Ninguém tem motivação de seguir em frente com algo que não está dando resultado”, explica.

2-A expectativa

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Foto: PublicDomainPictures

O especialista destaca que é importante não colocar expectativas altas logo no começo do processo de emagrecimento. “Na primeira semana de um processo como o Código Emagrecer de Vez, é muito normal perder até cerca de quatro quilos logo nos primeiros dias, mas eu fico receoso sempre que as pessoas comemoram demais, pois isso pode significar que a barra de expectativas ficará muito alta”, conta. Assim, é preciso compreender que as primeiras semanas são atípicas, e não criar expectativas de emagrecer com tanta rapidez. “Uma verdadeira reeducação alimentar não é um passe de mágica, por isso precisa ser encarada como um processo mais longo. É por isso que é preciso definir uma decisão muito forte de mudar e voltar-se totalmente ao objetivo de emagrecer”, explica. O especialista completa que essa vontade precisa ser reforçada e renovada ao longo do tempo. “Esteja focado na tendência dos seus resultados e não nos resultados pontuais de cada dia ou da semana”, resume.

3-A balança

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Outro vilão do emagrecimento pode ser, por mais estranho que pareça, a balança! Polesso explica que as pessoas são condicionadas a considerar o equipamento como único método de se medir o progresso de uma dieta ou de um programa de alimentação. “É importante lembrar sempre que a balança mede o peso bruto, mas não mostra o que está realmente acontecendo dentro do corpo”, explica, sugerindo que outros pontos sejam pensados. “Preste atenção em como você se sente no dia a dia, na sua disposição e nas medidas do seu corpo”. O especialista também alerta que o peso do corpo muda ao longo do dia. “Procure entender a medição da balança como apenas um dos muitos fatores a serem analisados, e não fique se pesando o tempo todo”.

4-O paladar

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Segundo Polesso, é preciso aceitar as mudanças no paladar, especialmente quando se trata de restringir os carboidratos refinados e processados – e consequentemente o açúcar – da dieta. “Tenha a cabeça aberta para mudanças”, sugere. Em seu programa de emagrecimento, ele conta já ter visto muitas pessoas que se espantam ao descobrirem o verdadeiro sabor de certos alimentos, e que encontram prazer no sabor do café, por exemplo. “Muitas pessoas acostumadas a bebidas adocicadas, a princípio acham ruim colocar o Estévia no café, por exemplo”, relata, sugerindo que as pessoas ousem na mudança e passem a consumir, gradativamente, a bebida sem açúcar. “Não é o café que é ruim, seus hábitos que não estão alinhados ainda, então você precisa passar por um período de adaptação”, ensina, destacando que muitas pessoas se espantam quando começam a consumir alimentos diferentes e encontram prazer no sabor deles. “Tenha uma cabeça aberta: se você quer começar a seguir uma direção diferente, você precisa começar a fazer coisas diferentes”.

5-As pessoas

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Por fim, o especialista alerta para que sejam evitadas as pessoas que atrapalham a transformação da alimentação e o processo de emagrecimento. “Procure se cercar de pessoas que estejam no mesmo barco ou que te apoiem em sua decisão”, destaca. Polesso destaca o quanto somos suscetíveis à influência do meio em que estamos, e conta a importância dos fóruns e espaços de interação que oferece, tanto no programa de emagrecimento quanto no portal Tribo Forte. “Nós somos pessoas sociais, e tendemos a ser parecidos com a média das cinco pessoas com quem mais convivemos”, conclui, lembrando que o emagrecimento é sempre mais rápido e fácil quando se convive com quem apoia.

Fonte: Rodrigo Polesso é especialista em Nutrição Otimizada e criador do programa online de emagrecimento, Código Emagrecer de VEZ

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