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Os efeitos silenciosos da hipertensão

Especialista alerta para a importância do tratamento da pressão arterial elevada, mesmo quando não há sintomas

A hipertensão arterial é o principal fator de risco para doenças cardiovasculares. Trata-se de uma doença silenciosa e assintomática na maioria dos casos. Sintomas como dor de cabeça, dor na nuca, náuseas, tonturas e falta de ar são frequentemente associados a essa condição, mas podem estar relacionados a outras doenças associadas.

No Brasil, cerca de 30% dos pacientes apresentam elevação da pressão arterial e o número de pessoas diagnosticadas cresceu em quase 15% nos últimos dez anos, segundo dados do Ministério da Saúde. O tratamento inadequado pode levar a complicações cardiovasculares e a redução na expectativa de vida.

A elevação da pressão arterial causa alterações nos principais órgãos – coração, cérebro, olhos e rins – e nas artérias que os irrigam. Assim, o hipertenso sem tratamento está sujeito a sofrer uma série de consequências, como infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral, aneurisma, insuficiência cardíaca, insuficiência renal, alterações visuais, impotência sexual e até demência.

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“Como medida de prevenção, em pessoas que não são hipertensas, é importante a aferição da pressão arterial, por um profissional de saúde, pelo menos uma vez ao ano. Quando o paciente é hipertenso, a frequência da medida depende do valor da pressão e do risco de cada caso. O valor ideal para a redução do risco cardiovascular é de 120 por 80, ou menos. Quando superior, principalmente se isso ocorre com frequência, é importante procurar um médico. Por não apresentarem sintomas, muitos hipertensos só o fazem quando já ocorreu repercussão sobre algum órgão”, afirma o cardiologista Thiago Macedo, do Hospital TotalCor.

Mesmo quando o paciente não apresenta sintomas, o tratamento da hipertensão deve ser feito de forma contínua e com acompanhamento médico periódico, o que reduz consideravelmente o risco cardiovascular. Na consulta, o profissional pode avaliar se há necessidade de ajustes na medicação e pode fornecer orientações sobre alimentação e prática de exercícios físicos, assim como solicitar exames para verificar a evolução clínica.

Fonte: Hospital TotalCor

 

Dia Mundial da Hipertensão: cardiologista esclarece dúvidas

Hoje, 17 de maio, comemora-se o Dia Mundial da Hipertensão que tem como o objetivo mostrar à população a importância de aferir a pressão arterial com regularidade e incentivar hábitos de vida saudáveis.

Segundo a Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH), a doença acomete uma em cada quatro pessoas adultas. Estima-se que a doença atinja em torno de 25% da população brasileira adulta, chegando a mais de 50% após os 60 anos, e 5% das crianças e adolescentes no Brasil. A doença é responsável por 40% dos infartos, 80% dos derrames e 25% dos casos de insuficiência renal terminal.

De acordo com o cardiologista e diretor médico do Hospital Santa Paula, Otavio Gebara, a pressão arterial se eleva por vários motivos, mas principalmente pela contração dos vasos sanguíneos. “A pressão alta compromete os vasos sanguíneos, coração, rins e cérebro. A doença atinge pessoas de qualquer idade ou peso, mas prevalece em adultos”, explica.

A pesquisa Vigitel divulgada recentemente pelo Ministério da Saúde fez um levantamento com mais de 53 mil pessoas que vivem nas capitais e mostrou um aumento de 60% nos casos de obesidade entre 2006 e 2016. De acordo com a pesquisa, o Brasil viveu nos últimos dez anos uma transição de desnutrição para obesidade que contribuiu para o crescimento de 61% de incidência do diabetes e de 14% nos diagnósticos de hipertensão. Para conter esses números, uma das metas do Ministério da Saúde é a retirada de 14 mil toneladas de sódio dos alimentos industrializados em quatro anos.

Quando um indivíduo apresenta hipertensão arterial e não tem acompanhamento médico pode apresentar dores de cabeça, vômito, dispneia (falta de ar, dificuldade para respirar), agitação e visão borrada. A pressão alta não tem cura, mas deve ser tratada para evitar complicações. O tratamento engloba medidas gerais de reeducação no estilo de vida, como alimentação, prática de exercícios físicos e medicamentos.

Veja a seguir 10 dicas do cardiologista:

1) Reduza a quantidade de sal. Use no máximo 1 colher de chá para toda a alimentação diária. Não utilize saleiro à mesa e não acrescente sal no alimento depois de pronto. Dê preferência aos temperos naturais como limão, ervas, alho, cebola, salsa e cebolinha.

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2) Diminua drasticamente o consumo de açúcar.

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3) Mantenha um peso saudável. Também é importante avaliar a medida da circunferência abdominal (cintura). O homem não deve ultrapassar 102 cm e a mulher 88 cm. Uma pesquisa recente do Ministério da Saúde aponta que a obesidade atinge 18,1% da população da capital de São Paulo. A obesidade é um fator que predispõe a hipertensão. A perda de peso ajuda a controlar os níveis.

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4) Pratique atividades físicas pelo menos 5 dias por semana entre 30 e 50 minutos. Faça caminhadas, substitua o elevador pela escada, ande de bicicleta, nade, dance etc.

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5) Evite o consumo de bebidas alcoólicas.

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6) Não fume.

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7) Procure manter a mente tranquila para controlar o estresse.

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8) Preste atenção: a pressão ideal é 12 x 8. Abaixo de 14 x 9 é aceitável. Se existe a presença de diabetes ou doença renal esse nível é mais baixo. Em idades acima de 70 anos pode-se aceitar níveis até 15 x 8.

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9) A hipertensão é uma doença com herança genética. Quem tem pais hipertensos deve se atentar para as medidas desde jovem.

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Lumpi/Pixabay

10) A Síndrome da Apneia do Sono (despertares noturnos, ronco e sonolência durante o dia), predispõe a hipertensão. Se a apneia for tratada, a pressão pode normalizar.

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Depositphotos

Fonte: Hospital Santa Paula

9 verdades e 1 mentira sobre doenças cardiovasculares

Inspirado na corrente “9 verdades e 1 mentira”, que circula pelo Facebook, a Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP) elenca alguns fatores de risco para doenças cardíacas

Em 2016, ocorreram 349 mil óbitos por doenças cardiovasculares no Brasil, um aumento de 1,39% em relação a 2015. Mesmo sabendo da importância da prevenção e sobre os fatores de risco que desencadeiam doenças cardiovasculares, algumas pessoas não conseguem aderir uma rotina e hábitos alimentares mais saudáveis.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que, a cada ano, 17,3 milhões de pessoas falecem em todo o mundo vítimas de doenças cardiovasculares. A estimativa para 2030 é preocupante, pois o total de óbitos deverá chegar a 23,6 milhões.

Confira, a seguir, as verdades e a mentira sobre doenças cardiovasculares:

Etnia – existem fatores de risco não evitáveis, controláveis ou tratáveis, como a etnia. Certos grupos étnicos têm maior risco para desenvolver doenças cardiovasculares.

Hipertensão – a Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) ou Pressão Alta (PA), sozinha, é a principal causa de doenças do coração, dos rins, de Acidente Vascular Cerebral, de comprometimento das artérias e dos olhos, além de matar mais que doenças como câncer e até mesmo a AIDS.

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História familiar – se familiares próximos, como pais e irmãos, têm ou tiveram problemas do coração, as pessoas têm mais chances de desenvolver as mesmas doenças. Este é mais um fator de risco não evitável, controlável ou tratável, mas serve de alerta para os membros da família.

Idade – com o envelhecimento, aumentam os problemas que afetam a saúde do coração e, consequentemente, os riscos de desenvolver doenças também aumentam. Outro fator de risco não evitável, controlável ou tratável, mas serve de alerta para os membros da família.

Estresse excessivo – consequência do ritmo da vida moderna, o estresse é inevitável e é preciso aprender a conviver porque também está relacionado ao aumento do risco cardíaco.

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Bebida alcoólica –  consumo excessivo de álcool pode ser danoso à saúde do coração e está relacionado ao desenvolvimento de hipertensão, alteração no ritmo do coração e aumento de peso.

Colesterol elevado – elemento importante para vários processos orgânicos, entre eles, a formação das células, a produção de hormônios, de vitamina D e de ácidos que ajudam a digerir as gorduras. O problema é que o ser humano necessita apenas de uma pequena quantidade de colesterol no sangue, produzida quase que totalmente pelo fígado. O excedente acaba se acumulando nas paredes das artérias, aumentando o risco de problemas cardiovasculares, como infarto do miocárdio ou acidente vascular cerebral.

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Sedentarismo – a falta de atividade física é importante fator de risco para as doenças cardiovasculares. O sedentarismo contribui para o desenvolvimento de hipertensão arterial, obesidade, diabetes, colesterol elevado e outras doenças.

Tabagismo – a maior causa evitável de mortes no mundo é o tabagismo. Os fumantes têm o risco de morte súbita até quatro vezes maior do que não fumantes. O vício do cigarro aumenta as chances de ter infarto do miocárdio, Acidente Vascular Cerebral, conhecido como derrame, angina e outras doenças, como câncer.

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Banco de imagens/Google

Apenas obesos têm problemas no coração – obesidade é apenas um dos fatores que fazem acelerar o processo de aterosclerose coronária, podendo aumentar a chance de o indivíduo desenvolver hipertensão arterial, diabetes e doença cardíaca, mas as pessoas magras também podem ser afetadas, principalmente se tiverem fatores de risco.

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Fonte: SOCESP

Incor e da ViaQuatro orientam população no combate à hipertensão

Campanha acontece nesta quarta-feira (26), das 9 às 17 horas, na Estação Butantã da Linha 4-Amarela de metrô

A pressão alta é a origem de 40% dos infartos, 80% das ocorrências de AVC (acidente vascular cerebral) e 25% dos casos de insuficiência renal terminal, alerta o Dr. Luiz Bortolotto, diretor da Unidade Clínica de Hipertensão do Incor (Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da FMUSP). A prevenção, de acordo com ele, é a maneira mais segura de combater esse mal que acomete 30% da população adulta brasileira. As pessoas na faixa etária acima de 60 anos formam o grupo mais vulnerável: mais de 50% têm a doença. Nem os mais jovens estão seguros: 5% das crianças e adolescentes brasileiros são hipertensos.

E a situação só tende a piorar, se nada for feito. Segundo dados do Relatório de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) do Ministério da Saúde, divulgado no início de abril de 2017, houve aumento nos casos de obesidade na população, que é um dos principais fatores de risco para a hipertensão. O excesso de peso no Brasil cresceu 26% nos últimos dez anos, passando de 42% em 2006 para 54% em 2016, com possível impacto no aumento da hipertensão, sobretudo entre os mais jovens.

Pressão arterial é medida em apenas 29% das consultas

O quadro é ainda mais grave porque a hipertensão é uma “inimiga silenciosa”: o doente não sente qualquer sintoma dela até que surja algo mais grave, como o infarto. “As pessoas acabam confundindo as manifestações mais comuns da hipertensão, como dor de cabeça, cansaço, tonturas e sangramento pelo nariz, a outros fatores que não a doença e acabam por não procurarem o médico para diagnóstico e tratamento”, explica o médico.

Embora a pressão alta não tenha cura, suas graves consequências podem ser evitadas, explica o médico do Incor. “Para isso é fundamental que, primeiro, os hipertensos conheçam sua condição e, segundo, mantenham-se em tratamento para o resto de suas vidas”.

As campanhas de conscientização da população são importantes, na visão do especialista, exatamente porque auxiliam na identificação dos hipertensos e das pessoas que têm risco elevado para desenvolver a doença, no curto e médio prazo. “No Brasil, em apenas 29% das consultas médicas se faz a medição da pressão arterial do paciente”, diz Bortolotto.

Depois do diagnóstico feito por uma simples medição da pressão tem início outra luta que é a de buscar a adesão do paciente ao tratamento. Essa batalha também está longe de ser fácil. Somente 23% dos hipertensos controlam corretamente a pressão; 36% não fazem controle algum e 41% abandonam o tratamento logo depois da melhora inicial nos níveis de pressão arterial – “infelizmente esses pacientes confundem a hipertensão com uma doença aguda, como uma simples gripe, ou com um sintoma passageiro, como uma dor de cabeça”, lamenta o médico.

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Campanha Incor e ViaQuatro

Nesta quarta-feira (26), Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial, o Incor (Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da FMUSP) e a ViaQuatro (concessionária responsável pela operação e manutenção da Linha 4-Amarela de metrô de São Paulo) realizarão campanha de conscientização da população, das 9h às 17h, na Estação Butantã de metrô, em Pinheiros (acesso pela Rua Pirajussara).

A equipe de médicos, enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas, psicólogos, farmacêuticos e assistentes sociais do Incor fará medição de pressão arterial, orientação de prática de atividade física e de alimentação saudável, combate ao stress, uso correto da medicação e direitos do paciente.

Os usuários também poderão participar de uma pesquisa, respondendo a questionário sobre qualidade de vida, atividade física, nível de estresse, alimentação consumida, perfil sociodemográfico, além da medição da pressão arterial, peso e circunferência abdominal. O objetivo é identificar a incidência dos fatores de risco associados à hipertensão nesse público.

A Campanha do Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial do Incor e ViaQuatro tem apoio da Sociedade Brasileira de Hipertensão.

Serviço
Campanha de Combate à Hipertensão
Promoção: Incor (Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da FMUSP) e ViaQuatro
Quando: 26 de abril de 2017, das 9h às 17h.
Onde: Estação Butantã da Linha 4-Amarela de metrô de São Paulo (acesso pela Rua Pirajussara).
Capacidade de atendimento: as primeiras 250 pessoas que retirarem senha.

Saiba mais sobre hipertensão arterial e previna-se

No Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial, Nemer Luis Pichara, cardiologista da rede dr.consulta, explica um pouco mais sobre a doença e como tratá-la

A hipertensão arterial sistêmica é uma doença caracterizada por altos e constantes sustentados níveis de pressão arterial. Está diretamente ligada a alterações de outros órgãos, como coração, cérebro, rins e vasos sanguíneos, que causam aumento do risco de complicações cardiovasculares.

Apesar de ser uma doença comum, possui baixas taxas de controle adequado na população brasileira e é considerada o principal fator de risco de doenças cardiovasculares, como infarto e acidente vascular cerebral (AVC). A chamada “pressão alta”, como é conhecida popularmente, está relacionada, dentre outros fatores, a idade, sexo, etnia e modo de vida.

Condições que aumentam o risco de hipertensão arterial
1. Excesso de peso.
2. Obesidade.
3. Consumo excessivo de sal e álcool.
4. Tabagismo.
5. Sedentarismo.
6. Abuso de alimentos ricos em gorduras saturadas e açúcares. Essa condição pode ser um gatilho para doenças como infarto, derrames, hipertensão, obesidade, diabetes e até câncer.

Diagnóstico e tratamento

Em geral esta doença não apresenta sintomas, sendo muitas vezes denominada como “inimigo silencioso”. O médico deve obter o quadro clínico completo do paciente, o histórico familiar e saber sobre a vulnerabilidade dos fatores de risco, além do estilo de vida, para dar um diagnóstico.

Caso o paciente tenha hipertensão arterial, deve fazer acompanhamento com o médico regularmente (pelo menos a cada seis meses) e manter a pressão arterial controlada, de acordo com cada paciente. Além do tratamento com remédio, é preciso também diminuir o peso, melhorar o padrão alimentar, reduzir o consumo de sódio (sal), bebidas alcoólicas e tabaco e fazer atividade física regularmente.

A hipertensão arterial é uma doença crônica e necessita de acompanhamento médico permanente. A rede de centros médicos dr.consulta possui cardiologistas altamente capacitados para identificar e prevenir casos, assim como orientar pacientes que têm a doença.

Dicas para minimizar os riscos de infarto ou AVC

Melhorar a alimentação: uma dieta equilibrada pode ser a chave para uma boa saúde. A dica é consumir mais oleaginosas (nozes, castanhas, avelãs, amêndoas e pistache), pois são ricas em gorduras boas, em especial o ômega 3, que diminuem as taxas de colesterol ruim.

Dormir bem: repor as energias do dia com uma boa noite de sono é muito importante para a sua saúde.

Pratique exercícios físicos regularmente: a atividade física diminui a obesidade, a hipertensão, as doenças cardiovasculares, o diabetes, além de proporcionar mais disposição e energia.

Estudos recentes comprovam que não é apenas a falta de atividade física que pode diminuir a expectativa de vida, mas também a quantidade de tempo gasto sentado. Quem trabalha sentado deve fazer alongamento e reposicionar o corpo frequentemente durante a jornada do trabalho.

Cuide-se: alguns cuidados do dia a dia como controlar o peso corporal e a ansiedade, parar de fumar, cultivar bons amigos e outras atividades também podem ajudar a prevenir as doenças cardiovasculares.

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Fonte: dr.consulta

Hoje é o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão

Hoje, 26 de abril comemora-se o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão. No Brasil, a data é promovida pela Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH). O objetivo é mostrar à população a importância de aferir a pressão arterial com regularidade e incentivar hábitos de vida saudáveis.

Segundo a SBH, a doença acomete uma em cada quatro pessoas adultas. Estima-se que a doença atinja em torno de 25% da população brasileira adulta, chegando a mais de 50% após os 60 anos, e 5% das crianças e adolescentes no Brasil. A doença é responsável por 40% dos infartos, 80% dos derrames e 25% dos casos de insuficiência renal terminal.

De acordo com o cardiologista e diretor médico do Hospital Santa Paula, Otavio Gebara, a pressão arterial se eleva por vários motivos, mas principalmente pela contração dos vasos sanguíneos. “A pressão alta compromete os vasos sanguíneos, coração, rins e cérebro. A doença atinge pessoas de qualquer idade ou peso, mas prevalece em adultos”, explica.

A pesquisa Vigitel divulgada recentemente pelo Ministério da Saúde fez um levantamento com mais de 53 mil pessoas que vivem nas capitais e mostrou um aumento de 60% nos casos de obesidade entre 2006 e 2016. De acordo com a pesquisa, o Brasil viveu nos últimos dez anos uma transição de desnutrição para obesidade que contribuiu para o crescimento de 61% de incidência do diabetes e de 14% nos diagnósticos de hipertensão. Para conter esses números, uma das metas do Ministério da Saúde é a retirada de 14 mil toneladas de sódio dos alimentos industrializados em quatro anos.

Quando um indivíduo apresenta hipertensão arterial e não tem acompanhamento médico pode apresentar dores de cabeça, vômito, dispneia (falta de ar, dificuldade para respirar), agitação e visão borrada. A pressão alta não tem cura, mas deve ser tratada para evitar complicações. O tratamento engloba medidas gerais de reeducação no estilo de vida, como alimentação, prática de exercícios físicos e medicamentos.

Veja a seguir 10 dicas do cardiologista Otavio Gebara, do Hospital Santa Paula:

1) Reduza a quantidade de sal. Use no máximo 1 colher de chá para toda a alimentação diária. Não utilize saleiro à mesa e não acrescente sal no alimento depois de pronto. Dê preferência aos temperos naturais como limão, ervas, alho, cebola, salsa e cebolinha.

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2) Diminua drasticamente o consumo de açúcar.

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3) Mantenha um peso saudável. Também é importante avaliar a medida da circunferência abdominal (cintura). O homem não deve ultrapassar 102 cm e a mulher 88 cm. Uma pesquisa recente do Ministério da Saúde aponta que a obesidade atinge 18,1% da população da capital de São Paulo. A obesidade é um fator que predispõe a hipertensão. A perda de peso ajuda a controlar os níveis.

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4) Pratique atividades físicas pelo menos 5 dias por semana entre 30 e 50 minutos. Faça caminhadas, substitua o elevador pela escada, ande de bicicleta, nade, dance, etc.

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5) Evite o consumo de bebidas alcoólicas.

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6) Não fume.

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7) Procure manter a mente tranquila para controlar o estresse.

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8) Preste atenção: a pressão ideal é 12 x 8. Abaixo de 14 x 9 é aceitável. Se existe a presença de diabetes ou doença renal esse nível é mais baixo. Em idades acima de 70 anos pode-se aceitar níveis até 15 x 8.

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9) A hipertensão é uma doença com herança genética. Quem tem pais hipertensos deve se atentar para as medidas desde jovem.

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Imagem: Pixabay

10) A Síndrome da Apneia do Sono (despertares noturnos, ronco e sonolência durante o dia), predispõe a hipertensão. Se a apneia for tratada, a pressão pode normalizar.

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Fonte: SBH

 

Amanhã tem campanha de hipertensão arterial na Avenida Paulista

Medição de pressão arterial, dicas de nutrição e atividades físicas serão oferecidas à população, gratuitamente, junto da campanha Menos Pressão

No Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial, comemorado amanhã, 26 de abril, a Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH) vai realizar, das 8às 17 horas, no Conjunto Nacional (Avenida Paulista, 2073), a campanha gratuita “Menos Pressão”. Médicos e outros profissionais de saúde vão alertar e conscientizar as pessoas sobre os cuidados com a hipertensão arterial, um problema de saúde pública que hoje atinge 32,5% da população adulta brasileira, que deve ser bem diagnosticado e controlado.

Durante esse dia, orientações com profissionais de saúde vão acontecer e toda a população poderá medir a pressão arterial gratuitamente, se informar e obter orientações nutricionais e de atividades físicas. Essa ação também acontece em outros locais, inclusive ao longo do mês, e são realizadas pela Sociedade Brasileira de Hipertensão e a embaixadora desse ano é a atriz Luma Costa.

O principal objetivo dessa campanha da Sociedade Brasileira de Hipertensão é levar informação adequada, direcionar as pessoas para serviços de saúde e evitar que tantos problemas relacionados à hipertensão arterial ocorram. Com essa campanha, a SBH procura fazer um alerta geral e, se a hipertensão for bem tratada junto de outras medidas, pode ser devidamente controlada, sempre com o devido acompanhamento médico.

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O que é Hipertensão?

Hipertensão, usualmente chamada de pressão alta, é ter a pressão arterial, sistematicamente, igual ou maior que 14 por 9. A pressão se eleva por vários motivos, mas principalmente porque os vasos nos quais o sangue circula se contraem. O coração e os vasos podem ser comparados a uma torneira aberta ligada a vários esguichos. Se fecharmos a ponta dos esguichos a pressão lá dentro aumenta. O mesmo ocorre quando o coração bombeia o sangue. Se os vasos são estreitados a pressão sobe.

A pressão alta é uma doença “democrática”, atingindo homens e mulheres, idosos e crianças, obesos e magros, pessoas calmas e nervosas. De acordo com a SBH, a estimativa é de 32,5% de adultos que convivem com o problema e é responsável 40% dos infartos, 80% dos acidentes vasculares cerebrais (derrames) e 25% dos casos de insuficiência renal.

Sobre a Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH)

A Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH) foi criada em 1991 com o objetivo de estimular o intercâmbio de informações e pesquisas sobre hipertensão arterial, educar médicos e profissionais da saúde e promover a detecção, controle e prevenção da doença na população brasileira.

Datas e locais das ações:

26/4 – Metrô Butantã (das 9h às 17h)

5/5 – Centro Universitário São Camilo (das 14h às 17h)

10/5 – Universidade Presbiteriana Mackenzie (das 9h às 16h30)

17/5 – Terminal Metropolitano Jabaquara (das 9h às 16h30)

24/5 – Universidade Uninove/Campus Memorial (16h às 19h)

31/5 – Terminal Metropolitano São Mateus (das 9h às 16h30)

Ação de combate à Hipertensão no Carioca Shopping

Hipertensão é a doença crônica que mais afeta as pessoas no planeta e é um dos principais fatores de risco cardiovascular. Chamada de “mal silencioso” por se instalar no organismo muitas vezes sem apresentar sintomas, a hipertensão arterial é considerada uma epidemia, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Há pelo menos 600 milhões de hipertensos no mundo. Desses, 500 milhões necessitam de intervenção médica imediata.

As graves consequências da pressão alta podem ser evitadas, desde que o paciente conheça sua condição e siga em tratamento com o controle da pressão. “A única maneira de saber se a pessoa é hipertensa é aferir sua pressão com regularidade”, afirma Paulo Granato, médico e CEO da Policlínica Granato.

Para esclarecer a população sobre os riscos, a Policlínica Granato vai realizar a ação “Granato Em Dia com a Saúde”m hoje (7), data que se comemora do Dia Mundial Da Saúde. O evento acontece das 15 às 19 horas, no Carioca Shopping.

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Foto: Taiana Medeiros/Hochmüller

Entre as atividades oferecidas estão a aferição da pressão arterial, dosagem da glicemia e do colesterol. . “A hipertensão arterial pode não apresentar sintomas, então é preciso adotar hábitos saudáveis. A conscientização da população é o primeiro passo para combatermos esse mal”, diz Granato. “A parceria da Granato com Carioca Shopping é importantíssima. Ela nos ajuda a chamar atenção do público para esse perigo invisível”, completa.

Serviço:Campanha “Granato em Dia com a Saúde”
Data: 07 de Abril, das 15h às 19h
Local: Carioca Shopping – Estacionamento G5
Endereço: Av. Vicente de Carvalho, 909, estacionamento G5 – Vila da Penha

Fonte: Policlínica Granato

Empada Brasil apresenta opções light e diet para hipertensos e diabéticos

Linha de empadas da marca é feita com farinha 100% integral e está livre de açúcar e gorduras trans

É cada vez mais comum encontrarmos pessoas com algum tipo de restrição alimentar, principalmente, a ingredientes como açúcar e sódio, presentes na maioria dos industrializados. Nesses casos, pior do que a dieta é a dificuldade de encontrar produtos adequados ao seu consumo quando precisa se alimentar fora de casa. Visando justamente atender esse público, a Empada Brasil, franquia especializada em salgados, acaba de apresenta sua linha de empadas Light & Diet.

A empresa é uma das primeiras focada em lanches e salgados a atender este mercado. “A ideia surgiu quando a equipe percebeu o quanto o público que possuía alguma dieta restritiva sofria uma enorme dificuldade para se alimentar na rua. A partir dessa observação e demanda, decidimos desenvolver uma opção totalmente direcionada a esses clientes, como os diabéticos e hipertensos, que precisam de uma ingestão moderada de açúcar e sódio e não costumam encontrar opções adequadas”, comenta Débora Medeiros, nutricionista da Nutrilev, empresa responsável pela criação do produto.

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Segundo dados da última Pesquisa de Orçamento Familiar, a população brasileira excede em mais de 50% o limite máximo de consumo de açúcar estabelecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Em uma dieta saudável, por exemplo, a recomendação é que o consumo não ultrapasse 10% das calorias ingeridas, uma realidade bem diferente da adotada no país. Os dados são alarmantes. Mais da metade (54%) da população brasileira está acima do peso, 18% está obesa e cerca de 9 milhões de pessoas são diabéticas, de acordo com o Ministério da Saúde. Já em relação aos número de hipertensos, as estatísticas também não são animadoras, uma vez que 17 milhões de brasileiros sofrem com a doença.

Normalmente, esse público fica bastante vulnerável na alimentação fora de casa. A eles, resta levar algo de casa ou romper a dieta, o que ocorre na maioria das vezes. Para evitar que isso aconteça, a linha de empadas Light & Diet da Empada Brasil é zero açúcar e gordura trans, tem uma redução superior a 50% no sódio e farinha 100% integral. “Além de desenvolver um produto capaz de atender completamente a população com dietas restritivas, também adicionamos alguns benefícios extras, como o aumento de proteína e a cúrcuma na massa, que é um alimento funcional e a retirada de corantes, conservantes e outros produtos químicos”, explica a nutricionista.

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A grande vantagem da nova linha é que ela não perde em nada no sabor, proporcionando uma experiência extremamente satisfatória ao cliente. “Quando temos uma restrição a qualquer tipo de alimento é comum sentirmos vontade de consumir algumas comidas que já apreciávamos antes. Por isso, nossas empadas integrais são uma excelente opção para resgatar os prazeres de uma alimentação saborosa sem abrir mão da saúde”, comenta Márcio Rangel, máster-franqueado de São Paulo. As empadas Diet & Light estão disponíveis nos sabores frango com requeijão, palmito, queijo cottage com espinafre, queijo minas com tomate seco e ainda chocolate diet. O valor médio é de R$ 6,50.

Informações: Empada Brasil

Hipertensão é um dos principais fatores desencadeantes de AVC

Associação Americana de Cardiologia indica que 3 em cada 4 pessoas que sofrem o primeiro AVC têm a pressão sanguínea elevada

Popularmente chamado de derrame cerebral, o AVC (acidente vascular cerebral) tem colocado a vida do brasileiro na berlinda. Segundo último levantamento do Ministério da Saúde, das mais de 100 mil mortes registradas por ano no Brasil devido às doenças cerebrovasculares, 42 mil foram causadas pelo AVC (2013).

A doença pode ocorrer de duas formas: AVC isquêmico quando há um entupimento dos vasos por coágulo ou AVC hemorrágico quando existe o rompimento dos vasos que levam o sangue ao cérebro, ambos provocando a paralisia da área cerebral que ficou sem circulação sanguínea. Pessoas que são hipertensas, não realizam atividade física, têm má alimentação, possuem quadro de obesidade, fumam e fazem alto consumo de bebidas alcoólicas são as mais propensas ao AVC.

No passado, os indivíduos mais suscetíveis eram idosos, hoje, os jovens e adultos também tem se tornado vítimas da doença como consequência do estilo de vida. Caso não haja mudanças nos hábitos da população, até 2025, a quantidade de hipertensos nos países em desenvolvimento deverá crescer 80% e, no Brasil, pode haver um aumento de 150% na mortalidade causada por infarto cardíaco ou acidente vascular cerebral (AVC). O dado alarmante faz parte de uma pesquisa realizada pela Escola de Economia de Londres, da Universidade do Estado de Nova York e do Instituto Karolinska da Suécia.

Recentemente, a Associação Americana de Cardiologia fez um alerta sobre cinco informações importantes que todos precisam saber em relação ao AVC e chama atenção para os seguintes pontos:
1. O risco da doença aumenta com a idade; no entanto, jovens, crianças e até mesmo fetos podem ter acidentes vasculares cerebrais. Se um dos seus pais teve um AVC isquêmico antes dos 65 anos, você tem um risco três vezes maior de sofrer um AVC.
2. A pressão alta é o principal fator desencadeante do AVC. 3 em cada 4 pessoas que sofrem o primeiro AVC têm a pressão sanguínea elevada.
3. Grupo étnico influencia na incidência do AVC – Afrodescendentes têm quase o dobro das chances de desenvolver o problema.
4. O AVC pode ser tratado – medicamentos anticoagulantes e aparatos médicos possibilitam o tratamento da doença, mas cada segundo conta. Quanto mais rápido houver intervenção médica, melhores as chances de uma recuperação sem sequelas.
5. Você pode salvar a vida de um amigo – aprenda a reconhecer os sintomas do AVC. Se o indivíduo apresentar reações de boca torta, fraqueza nos braços e dificuldade ao falar é sinal de que algo está acontecendo.

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Imagem: Bayer

Maurício Hoshino, neurologista e Assistente da Divisão de Clínica Neurológica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, alerta: “É fundamental que as pessoas fiquem atentas aos sintomas de dor de cabeça forte e que não cessa; desequilíbrio e tontura; visão embaçada ou com duplicidade; fraqueza muscular da face: os olhos ou canto da boca estão caídos ou alteração para sorrir; dificuldade para compreender e falar; fraqueza corporal – somente um lado do corpo não responde aos estímulos e há dificuldade para caminhar e para mover os braços”.

O neurologista reforça ainda que, cerca de 90% dos casos tem prevenção com o controle dos fatores de risco (hipertensão arterial, diabetes, tabagismo, sedentarismo, altas taxas de colesterol e doenças cardíacas) para evitar consequências mais graves, porém, pacientes com hipertensão e fibrilação atrial – é uma arritmia que gera o batimento cardíaco descompassado – precisam ter atenção redobrada, pois são mais propensos ao AVC.

Para tratar a arritmia, uma das recomendações médicas é a cardioversão (por meio de remédios ou choque) e, para a prevenção da formação de coágulos, uma das terapias que pode auxiliar o paciente é o uso do anticoagulante rivaroxabana (Xarelto, da Bayer). O medicamento possui rápido início de ação com um efeito dose-resposta previsível e alta biodisponibilidade, não exige o monitoramento da coagulação e também possui um baixo potencial de interação com alimentos e outros medicamentos.

Fonte: Bayer