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Nutricionista orienta como prevenir doenças cardiovasculares em crianças

Obesidade, hipertensão e diabetes. Essas doenças, que estão cada vez mais presentes na vida da população adulta, também têm afetado as crianças, e os cuidados devem começar desde o nascimento do bebê. Nos seis primeiros meses de vida, o leite materno fornece todos os nutrientes que a criança precisa, sem a necessidade de alimentação complementar.

Dos seis meses em diante é hora de introduzir novos alimentos ao cardápio infantil. A dica é abusar dos alimentos naturais, como frutas, legumes, verduras, tubérculos e carnes, que devem ser introduzidos de forma lenta e gradual. Guloseimas e produtos industrializados estão fora da lista.

Mesmo com a alimentação complementar, a amamentação em livre demanda deve ser mantida até dois anos ou mais, conforme recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS). A alimentação complementar oferecida de forma inadequada também pode resultar em problemas como anemia, excesso de peso e desnutrição.

“Alimentos com grandes quantidades de açúcar, gordura e corantes devem ser evitados, pois podem prejudicar a qualidade da dieta, resultando no aumento do peso e na ingestão deficiente de micronutrientes”, alerta Natane Souza, nutricionista da Cardiopediatria do HCor (Hospital do Coração).

Evite mel e embutidos

Apesar de suas excelentes propriedades medicinais, o mel também não deve ser consumido por crianças com menos de um ano. Se contaminado, ele pode levar ao botulismo, assim como o palmito e o picles em conserva, além de alimentos embutidos como salsichas, salames, presuntos e patês.

“Já o consumo de sal em excesso está associado ao aparecimento de hipertensão arterial, inclusive na infância e, consequente, ao aumento no risco de doença cardiovascular quando adulta. Há diversas opções de temperos que podem ser utilizados, como alho, cebola, ervas frescas, entre outros ingredientes”, orienta a nutricionista do HCor.

Cuidando dos pequenos corações

Para proteger o coração dos pequenos, é fundamental introduzir uma alimentação saudável desde cedo, começando com o aleitamento materno de forma exclusiva até o sexto mês, sem oferecer chás, sucos, água ou fórmulas artificiais.

Chegando ao sexto mês, deve-se introduzir a alimentação complementar, além de manter o aleitamento materno até os dois anos de idade ou mais. “A partir dos seis meses, atendendo ao desenvolvimento neuropsicomotor do lactente, é possível iniciar a introdução de outros alimentos de forma gradual (com todos os nutrientes) inteiros ou amassados, sob a forma de papas (alimentação de transição), oferecida com a colher”, esclarece Natane.

E a nutricionista completa: “Vale ressaltar que a preferência por determinados sabores (muito doce ou salgado, por exemplo) pode ser modificada pela exposição precoce a esse tipo de alimento. O sal não deve ser adicionado às papas, sendo suficiente o conteúdo de sódio intrínseco dos alimentos utilizados no preparo”.

Abuse da criatividade

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Foto: The Yummy Mummy Club

O período da primeira infância é o momento em que o visual da alimentação é de suma importância. Quanto mais estímulos uma atividade possui, seja cores, formas e sabores, melhor para os pequenos. Os pratos bem coloridos e divertidos são uma aposta incrível que pode transformar a hora das refeições.

Ingredientes saudáveis devem estar dentro dos pratos sempre. Por isso, o ideal é abusar da criatividade. Evite misturar uma variedade grande de alimentos, para não gerar confusão no paladar da criança. Seja para o lanche com frutas ou para as refeições principais com legumes e cereais. Montar um prato colorido e criativo vai conquistar os pequenos.

“A criança deve ser apresentada a uma grande diversidade de alimentos e preparações, priorizando os de boa qualidade nutricional como frutas, legumes, verduras e carnes magras. Neste momento não se deve oferecer alimentos industrializados ou ultra processados, pois estes irão prejudicar a introdução de alimentos saudáveis”, finaliza Natane.

Dicas da nutricionista da Cardiopediatria do HCor para uma alimentação saudável (crianças menores de 2 anos):

-Oferecer somente leite materno até os seis meses, sem oferecer água, chás ou quaisquer outros alimentos;

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Foto: Beautiful Breastfeeding

-A partir dos seis meses, introduzir de forma lenta e gradual outros alimentos, mantendo-se o leite materno até os dois anos de idade ou mais;

-Após os seis meses, dar alimentos complementares (cereais, tubérculos, carnes, leguminosas, frutas e legumes) três vezes ao dia se a criança receber leite materno e cinco vezes ao dia se estiver desmamada;

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Bundoo

-A alimentação complementar deverá ser oferecida nos horários de refeição da família, em intervalos regulares, respeitando-se sempre a vontade da criança;

-A alimentação complementar deve ser espessa desde o início e oferecida com colher. Começar com consistência pastosa (papas/purês) com alimentos amassados e, gradativamente, aumentar a consistência até chegar à alimentação da família;

-Oferecer à criança diferentes alimentos todos os dias. Uma alimentação variada é, também, uma alimentação colorida;

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-Estimular o consumo diário de frutas, verduras e legumes nas refeições;

-Evitar açúcar, café, enlatados, frituras, refrigerantes, balas, salgadinhos e outras guloseimas nos primeiros anos de vida. Usar sal com moderação;

-Cuidar da higiene no preparo e manuseio dos alimentos e garantir armazenamento e conservação adequados;

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Foto: Philmech

-Estimular a criança doente a se alimentar, oferecendo a alimentação habitual e seus alimentos preferidos e respeitando sua aceitação.

Fonte: HCor

 

 

 

 

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Doenças cardiovasculares podem ser evitadas com alimentação saudável

Hoje, 29 de setembro, é celebrado o Dia Mundial do Coração e um dos objetivos da data é alertar a população sobre as doenças que colocam em risco a saúde cardiovascular, além de ensinar como preveni-las por meio de uma alimentação saudável e balanceada.

O consumo excessivo, de gordura de origem animal, frituras, alimentos industrializados feitos com gorduras trans e de carboidratos refinados podem favorecer o acúmulo de placas de gordura nas artérias, dificultando a passagem do sangue e aumentando, assim, o riscos de infartos e AVC.

A importância da alimentação adequada na redução do risco cardiovascular e no controle dos fatores de risco já está demonstrada por uma série de evidências científicas. Estudos demonstraram que as doenças cardiovasculares podem ser reduzidas em 30% com modificações no estilo de vida, e uma das melhores formas de evitar o problema é através da prevenção, que inclui uma alimentação saudável.

De acordo com a gerente de Nutrição do HCor (Hospital do Coração), Rosana Perim, a gordura saturada e a trans, os açúcares simples e o sal estão entre os nutrientes que aumentam o risco quando consumidos em quantidades excessivas, pois exercem efeito direto sobre a saúde do coração aumentando a incidência dos fatores de risco, como a hipertensão, a dislipidemia, a obesidade e o diabetes. “Aumentar o consumo de frutas, verduras, legumes, cereais integrais, carnes magras e derivados de leite desnatados, são boas opções para manter o peso e controlar os fatores de risco”, alerta a nutricionista.

Para cuidar da saúde do coração, a gerente de Nutrição do HCor dá algumas dicas de alimentos que são amigos e os que são considerados “vilões” para o coração:

Amigos do coração:

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– Peixes: ricos em ômega-3, possuem ação anti-inflamatória e também auxiliam na redução do colesterol ruim (LDL) e triglicérides e aumento do bom colesterol (HDL)

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– Azeite de oliva: o tipo extra virgem reduz os níveis de colesterol ruim e aumenta o colesterol bom. Dessa forma, previne doenças cardíacas e aterosclerose

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– Aveia: o farelo de aveia é o alimento mais rico em fibras solúveis e com maior capacidade de diminuir o colesterol sanguíneo, reduzindo a absorção de colesterol e retardando a digestão das gorduras

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– Soja: possui efeito em reduzir os níveis de colesterol sanguíneo, pela ação das proteínas da soja e das isoflavonas, classe de substâncias vegetais que têm funções semelhantes ao estrógeno humano. As principais fontes são o feijão de soja, o queijo de soja (tofu), o molho de soja (shoyo), a farinha e o leite de soja, dentre outros

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Foto: Site Plantei

– Suco de uva: os flavonoides presentes na uva podem agir como substâncias antioxidantes, reduzindo o risco de doenças cardiovasculares.

Vilões do coração:

  • Sal: em grandes quantidades, pode elevar a pressão arterial, contraindo as artérias e consequentemente aumentando as chances de infarto e derrame, além de comprometer o funcionamento dos rins. Atenção aos alimentos industrializados e processados, sopas instantâneas, temperos prontos, salgadinhos de pacote, enlatados, conservas e defumados
  • Açúcares: o excesso de açúcar na alimentação pode levar ao aparecimento da obesidade e diabetes. Não exagere no consumo de doces, chocolates, refrigerantes, massas e pães

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  • Gorduras saturadas, trans e colesterol: promovem o aumento dos níveis de colesterol ruim (LDL) no sangue. Estão presentes na gordura animal, óleo e polpa de coco, dendê, banha, gema do ovo, frutos do mar (camarão, lula, marisco, polvo), vísceras (fígado, coração), leite e laticínios integrais, manteiga, queijos amarelos, frios e embutidos. Já as gorduras trans, aparecem em algumas bolachas recheadas, sorvetes cremosos, molhos prontos, folhados e alimentos com consistência crocante

Fonte: HCor

 

Dormir mal pode aumentar chances de hipertensão

A pressão alta, um dos principais fatores de risco da doença cardíaca, pode ser desencadeada por sono de má qualidade, comprometendo o bom funcionamento do coração

Para celebrar o Dia Mundial do Coração, 29 de setembro, o HCor (Hospital do Coração) escolheu como tema um dos fatores de risco mais preocupantes relacionado à doença cardiovascular: a hipertensão arterial. A Campanha “Hipertensão – prevenir está em suas mãos” visa conscientizar a população sobre os riscos da pressão alta – que vem aumentando anualmente.

A ação ocorrerá no coração de São Paulo: na Av. Paulista. Na sexta-feira (29), a partir das 12 horas, quem passar em frente aos prédios da Faculdade Cásper Líbero, FIESP ou Conjunto Nacional receberá um coração antiestresse, para ajudar a controlar um dos gatilhos da hipertensão – o estresse. O coração também poderá ser retirado nas unidades Paraíso e Cidade Jardim do HCor.

Mas afinal, o que fazer para prevenir a doença? “Uma das recomendações é dormir bem”, orienta Celso Amodeo, cardiologista e especialista em hipertensão do HCor. Isso porque o distúrbio do sono aumenta as chances de ter hipertensão arterial. “Dormir mal pode causar sonolência, dificuldade de concentração e irritabilidade, além de predispor a problemas cardiovasculares, como as arritmias cardíacas, por exemplo”, afirma.

Enquanto estamos dormindo todo o nosso organismo passa por um período de descanso e restabelecimento. Com o coração e o cérebro não é diferente. “Nas fases profundas do sono, os hormônios que controlam a circulação são produzidos. Assim, pela manhã, os níveis hormonais estão em ordem. Se o indivíduo dorme mal, ele produz menos hormônios que controlam a nossa circulação, e isso pode levar a problemas cardiovasculares como a hipertensão e doenças do coração.

“Durante o sono, tanto a frequência cardíaca quanto a pressão arterial são reduzidas, como uma forma de descanso e regeneração do sistema cardíaco”, explica o cardiologista.

Por ser a mais prevalente em aproximadamente 35% da população adulta, a hipertensão arterial é considerada o principal fator de risco para as complicações cardiovasculares – que são responsáveis pela maioria das mortes nessa população. Quando a pressão está acima de 140 / 90 mmHg, pode haver comprometimento dos chamados órgãos alvo da hipertensão como o coração, rins e cérebro, que acabam levando a insuficiência cardíaca, infarto, derrame cerebral e insuficiência renal”, ressalta.

“Hipertensão – prevenir está em suas mãos”

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Tema da ação da campanha do HCor para o Dia Mundial do Coração de 2017, a hipertensão arterial também dificulta a circulação de sangue pelas artérias coronárias, que são as artérias que nutrem o coração, podendo levar ao infarto. Assim, uma das melhores maneiras de prevenir as doenças cardíacas, além de diminuir o peso e parar de fumar, é controlar muito bem a pressão arterial.

Para conseguir este controle é preciso fazer uma dieta com pouco sal, praticar exercícios físicos regularmente, e principalmente tomar corretamente a medicação para diminuir a pressão arterial conforme o médico prescrever.

“Quase um quarto da população adulta brasileira é hipertensa, de acordo com o último levantamento realizado pelo Ministério da Saúde. Pensando nestes dados alarmantes, no Dia Mundial do Coração vamos fazer de tudo para ter um coração mais saudável e controlar a pressão arterial o melhor possível, pois só dessa maneira podemos viver com um coração feliz para o resto de nossas vidas”, salienta Amodeo.

Dicas do cardiologista do HCor para o controle da hipertensão arterial:

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=Pratique exercícios físicos regularmente pelo menos três vezes por semana com duração mínima de 40 minutos;

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Foto: Kamdora

=Mantenha o organismo hidratado. Além de água, beba sucos naturais e água de coco;

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=Cuide da alimentação. Receitas simples, como saladas e pratos leves, não aumentam o colesterol e são fáceis de serem preparadas em casa. Cuidado com alimentos industrializados, enlatados e embutidos, pois são ricos em sal;

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=Somente faça dietas com acompanhamento nutricional. Desconfie de regimes milagrosos que prometem perda de peso em poucos dias. Além de não ser um hábito saudável, fechar a boca enfraquece o organismo e pode provocar hipoglicemia, ou seja, perda de açúcar no sangue.

Aprenda a controlar o estresse

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Procure ter uma boa noite de sono. O ideal é dormir em um ambiente silencioso e escuro. Assim podemos atingir várias vezes as fases profundas do sono com “recarga” da quantidade de hormônios que vamos precisar para o dia seguinte.

Fonte: HCor

Os efeitos silenciosos da hipertensão

Especialista alerta para a importância do tratamento da pressão arterial elevada, mesmo quando não há sintomas

A hipertensão arterial é o principal fator de risco para doenças cardiovasculares. Trata-se de uma doença silenciosa e assintomática na maioria dos casos. Sintomas como dor de cabeça, dor na nuca, náuseas, tonturas e falta de ar são frequentemente associados a essa condição, mas podem estar relacionados a outras doenças associadas.

No Brasil, cerca de 30% dos pacientes apresentam elevação da pressão arterial e o número de pessoas diagnosticadas cresceu em quase 15% nos últimos dez anos, segundo dados do Ministério da Saúde. O tratamento inadequado pode levar a complicações cardiovasculares e a redução na expectativa de vida.

A elevação da pressão arterial causa alterações nos principais órgãos – coração, cérebro, olhos e rins – e nas artérias que os irrigam. Assim, o hipertenso sem tratamento está sujeito a sofrer uma série de consequências, como infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral, aneurisma, insuficiência cardíaca, insuficiência renal, alterações visuais, impotência sexual e até demência.

hipertensão pressão

“Como medida de prevenção, em pessoas que não são hipertensas, é importante a aferição da pressão arterial, por um profissional de saúde, pelo menos uma vez ao ano. Quando o paciente é hipertenso, a frequência da medida depende do valor da pressão e do risco de cada caso. O valor ideal para a redução do risco cardiovascular é de 120 por 80, ou menos. Quando superior, principalmente se isso ocorre com frequência, é importante procurar um médico. Por não apresentarem sintomas, muitos hipertensos só o fazem quando já ocorreu repercussão sobre algum órgão”, afirma o cardiologista Thiago Macedo, do Hospital TotalCor.

Mesmo quando o paciente não apresenta sintomas, o tratamento da hipertensão deve ser feito de forma contínua e com acompanhamento médico periódico, o que reduz consideravelmente o risco cardiovascular. Na consulta, o profissional pode avaliar se há necessidade de ajustes na medicação e pode fornecer orientações sobre alimentação e prática de exercícios físicos, assim como solicitar exames para verificar a evolução clínica.

Fonte: Hospital TotalCor

 

Dia Mundial da Hipertensão: cardiologista esclarece dúvidas

Hoje, 17 de maio, comemora-se o Dia Mundial da Hipertensão que tem como o objetivo mostrar à população a importância de aferir a pressão arterial com regularidade e incentivar hábitos de vida saudáveis.

Segundo a Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH), a doença acomete uma em cada quatro pessoas adultas. Estima-se que a doença atinja em torno de 25% da população brasileira adulta, chegando a mais de 50% após os 60 anos, e 5% das crianças e adolescentes no Brasil. A doença é responsável por 40% dos infartos, 80% dos derrames e 25% dos casos de insuficiência renal terminal.

De acordo com o cardiologista e diretor médico do Hospital Santa Paula, Otavio Gebara, a pressão arterial se eleva por vários motivos, mas principalmente pela contração dos vasos sanguíneos. “A pressão alta compromete os vasos sanguíneos, coração, rins e cérebro. A doença atinge pessoas de qualquer idade ou peso, mas prevalece em adultos”, explica.

A pesquisa Vigitel divulgada recentemente pelo Ministério da Saúde fez um levantamento com mais de 53 mil pessoas que vivem nas capitais e mostrou um aumento de 60% nos casos de obesidade entre 2006 e 2016. De acordo com a pesquisa, o Brasil viveu nos últimos dez anos uma transição de desnutrição para obesidade que contribuiu para o crescimento de 61% de incidência do diabetes e de 14% nos diagnósticos de hipertensão. Para conter esses números, uma das metas do Ministério da Saúde é a retirada de 14 mil toneladas de sódio dos alimentos industrializados em quatro anos.

Quando um indivíduo apresenta hipertensão arterial e não tem acompanhamento médico pode apresentar dores de cabeça, vômito, dispneia (falta de ar, dificuldade para respirar), agitação e visão borrada. A pressão alta não tem cura, mas deve ser tratada para evitar complicações. O tratamento engloba medidas gerais de reeducação no estilo de vida, como alimentação, prática de exercícios físicos e medicamentos.

Veja a seguir 10 dicas do cardiologista:

1) Reduza a quantidade de sal. Use no máximo 1 colher de chá para toda a alimentação diária. Não utilize saleiro à mesa e não acrescente sal no alimento depois de pronto. Dê preferência aos temperos naturais como limão, ervas, alho, cebola, salsa e cebolinha.

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2) Diminua drasticamente o consumo de açúcar.

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3) Mantenha um peso saudável. Também é importante avaliar a medida da circunferência abdominal (cintura). O homem não deve ultrapassar 102 cm e a mulher 88 cm. Uma pesquisa recente do Ministério da Saúde aponta que a obesidade atinge 18,1% da população da capital de São Paulo. A obesidade é um fator que predispõe a hipertensão. A perda de peso ajuda a controlar os níveis.

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4) Pratique atividades físicas pelo menos 5 dias por semana entre 30 e 50 minutos. Faça caminhadas, substitua o elevador pela escada, ande de bicicleta, nade, dance etc.

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5) Evite o consumo de bebidas alcoólicas.

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6) Não fume.

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7) Procure manter a mente tranquila para controlar o estresse.

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8) Preste atenção: a pressão ideal é 12 x 8. Abaixo de 14 x 9 é aceitável. Se existe a presença de diabetes ou doença renal esse nível é mais baixo. Em idades acima de 70 anos pode-se aceitar níveis até 15 x 8.

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9) A hipertensão é uma doença com herança genética. Quem tem pais hipertensos deve se atentar para as medidas desde jovem.

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Lumpi/Pixabay

10) A Síndrome da Apneia do Sono (despertares noturnos, ronco e sonolência durante o dia), predispõe a hipertensão. Se a apneia for tratada, a pressão pode normalizar.

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Depositphotos

Fonte: Hospital Santa Paula

9 verdades e 1 mentira sobre doenças cardiovasculares

Inspirado na corrente “9 verdades e 1 mentira”, que circula pelo Facebook, a Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP) elenca alguns fatores de risco para doenças cardíacas

Em 2016, ocorreram 349 mil óbitos por doenças cardiovasculares no Brasil, um aumento de 1,39% em relação a 2015. Mesmo sabendo da importância da prevenção e sobre os fatores de risco que desencadeiam doenças cardiovasculares, algumas pessoas não conseguem aderir uma rotina e hábitos alimentares mais saudáveis.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que, a cada ano, 17,3 milhões de pessoas falecem em todo o mundo vítimas de doenças cardiovasculares. A estimativa para 2030 é preocupante, pois o total de óbitos deverá chegar a 23,6 milhões.

Confira, a seguir, as verdades e a mentira sobre doenças cardiovasculares:

Etnia – existem fatores de risco não evitáveis, controláveis ou tratáveis, como a etnia. Certos grupos étnicos têm maior risco para desenvolver doenças cardiovasculares.

Hipertensão – a Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) ou Pressão Alta (PA), sozinha, é a principal causa de doenças do coração, dos rins, de Acidente Vascular Cerebral, de comprometimento das artérias e dos olhos, além de matar mais que doenças como câncer e até mesmo a AIDS.

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História familiar – se familiares próximos, como pais e irmãos, têm ou tiveram problemas do coração, as pessoas têm mais chances de desenvolver as mesmas doenças. Este é mais um fator de risco não evitável, controlável ou tratável, mas serve de alerta para os membros da família.

Idade – com o envelhecimento, aumentam os problemas que afetam a saúde do coração e, consequentemente, os riscos de desenvolver doenças também aumentam. Outro fator de risco não evitável, controlável ou tratável, mas serve de alerta para os membros da família.

Estresse excessivo – consequência do ritmo da vida moderna, o estresse é inevitável e é preciso aprender a conviver porque também está relacionado ao aumento do risco cardíaco.

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Bebida alcoólica –  consumo excessivo de álcool pode ser danoso à saúde do coração e está relacionado ao desenvolvimento de hipertensão, alteração no ritmo do coração e aumento de peso.

Colesterol elevado – elemento importante para vários processos orgânicos, entre eles, a formação das células, a produção de hormônios, de vitamina D e de ácidos que ajudam a digerir as gorduras. O problema é que o ser humano necessita apenas de uma pequena quantidade de colesterol no sangue, produzida quase que totalmente pelo fígado. O excedente acaba se acumulando nas paredes das artérias, aumentando o risco de problemas cardiovasculares, como infarto do miocárdio ou acidente vascular cerebral.

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Sedentarismo – a falta de atividade física é importante fator de risco para as doenças cardiovasculares. O sedentarismo contribui para o desenvolvimento de hipertensão arterial, obesidade, diabetes, colesterol elevado e outras doenças.

Tabagismo – a maior causa evitável de mortes no mundo é o tabagismo. Os fumantes têm o risco de morte súbita até quatro vezes maior do que não fumantes. O vício do cigarro aumenta as chances de ter infarto do miocárdio, Acidente Vascular Cerebral, conhecido como derrame, angina e outras doenças, como câncer.

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Banco de imagens/Google

Apenas obesos têm problemas no coração – obesidade é apenas um dos fatores que fazem acelerar o processo de aterosclerose coronária, podendo aumentar a chance de o indivíduo desenvolver hipertensão arterial, diabetes e doença cardíaca, mas as pessoas magras também podem ser afetadas, principalmente se tiverem fatores de risco.

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Fonte: SOCESP

Incor e da ViaQuatro orientam população no combate à hipertensão

Campanha acontece nesta quarta-feira (26), das 9 às 17 horas, na Estação Butantã da Linha 4-Amarela de metrô

A pressão alta é a origem de 40% dos infartos, 80% das ocorrências de AVC (acidente vascular cerebral) e 25% dos casos de insuficiência renal terminal, alerta o Dr. Luiz Bortolotto, diretor da Unidade Clínica de Hipertensão do Incor (Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da FMUSP). A prevenção, de acordo com ele, é a maneira mais segura de combater esse mal que acomete 30% da população adulta brasileira. As pessoas na faixa etária acima de 60 anos formam o grupo mais vulnerável: mais de 50% têm a doença. Nem os mais jovens estão seguros: 5% das crianças e adolescentes brasileiros são hipertensos.

E a situação só tende a piorar, se nada for feito. Segundo dados do Relatório de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) do Ministério da Saúde, divulgado no início de abril de 2017, houve aumento nos casos de obesidade na população, que é um dos principais fatores de risco para a hipertensão. O excesso de peso no Brasil cresceu 26% nos últimos dez anos, passando de 42% em 2006 para 54% em 2016, com possível impacto no aumento da hipertensão, sobretudo entre os mais jovens.

Pressão arterial é medida em apenas 29% das consultas

O quadro é ainda mais grave porque a hipertensão é uma “inimiga silenciosa”: o doente não sente qualquer sintoma dela até que surja algo mais grave, como o infarto. “As pessoas acabam confundindo as manifestações mais comuns da hipertensão, como dor de cabeça, cansaço, tonturas e sangramento pelo nariz, a outros fatores que não a doença e acabam por não procurarem o médico para diagnóstico e tratamento”, explica o médico.

Embora a pressão alta não tenha cura, suas graves consequências podem ser evitadas, explica o médico do Incor. “Para isso é fundamental que, primeiro, os hipertensos conheçam sua condição e, segundo, mantenham-se em tratamento para o resto de suas vidas”.

As campanhas de conscientização da população são importantes, na visão do especialista, exatamente porque auxiliam na identificação dos hipertensos e das pessoas que têm risco elevado para desenvolver a doença, no curto e médio prazo. “No Brasil, em apenas 29% das consultas médicas se faz a medição da pressão arterial do paciente”, diz Bortolotto.

Depois do diagnóstico feito por uma simples medição da pressão tem início outra luta que é a de buscar a adesão do paciente ao tratamento. Essa batalha também está longe de ser fácil. Somente 23% dos hipertensos controlam corretamente a pressão; 36% não fazem controle algum e 41% abandonam o tratamento logo depois da melhora inicial nos níveis de pressão arterial – “infelizmente esses pacientes confundem a hipertensão com uma doença aguda, como uma simples gripe, ou com um sintoma passageiro, como uma dor de cabeça”, lamenta o médico.

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Campanha Incor e ViaQuatro

Nesta quarta-feira (26), Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial, o Incor (Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da FMUSP) e a ViaQuatro (concessionária responsável pela operação e manutenção da Linha 4-Amarela de metrô de São Paulo) realizarão campanha de conscientização da população, das 9h às 17h, na Estação Butantã de metrô, em Pinheiros (acesso pela Rua Pirajussara).

A equipe de médicos, enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas, psicólogos, farmacêuticos e assistentes sociais do Incor fará medição de pressão arterial, orientação de prática de atividade física e de alimentação saudável, combate ao stress, uso correto da medicação e direitos do paciente.

Os usuários também poderão participar de uma pesquisa, respondendo a questionário sobre qualidade de vida, atividade física, nível de estresse, alimentação consumida, perfil sociodemográfico, além da medição da pressão arterial, peso e circunferência abdominal. O objetivo é identificar a incidência dos fatores de risco associados à hipertensão nesse público.

A Campanha do Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial do Incor e ViaQuatro tem apoio da Sociedade Brasileira de Hipertensão.

Serviço
Campanha de Combate à Hipertensão
Promoção: Incor (Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da FMUSP) e ViaQuatro
Quando: 26 de abril de 2017, das 9h às 17h.
Onde: Estação Butantã da Linha 4-Amarela de metrô de São Paulo (acesso pela Rua Pirajussara).
Capacidade de atendimento: as primeiras 250 pessoas que retirarem senha.

Saiba mais sobre hipertensão arterial e previna-se

No Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial, Nemer Luis Pichara, cardiologista da rede dr.consulta, explica um pouco mais sobre a doença e como tratá-la

A hipertensão arterial sistêmica é uma doença caracterizada por altos e constantes sustentados níveis de pressão arterial. Está diretamente ligada a alterações de outros órgãos, como coração, cérebro, rins e vasos sanguíneos, que causam aumento do risco de complicações cardiovasculares.

Apesar de ser uma doença comum, possui baixas taxas de controle adequado na população brasileira e é considerada o principal fator de risco de doenças cardiovasculares, como infarto e acidente vascular cerebral (AVC). A chamada “pressão alta”, como é conhecida popularmente, está relacionada, dentre outros fatores, a idade, sexo, etnia e modo de vida.

Condições que aumentam o risco de hipertensão arterial
1. Excesso de peso.
2. Obesidade.
3. Consumo excessivo de sal e álcool.
4. Tabagismo.
5. Sedentarismo.
6. Abuso de alimentos ricos em gorduras saturadas e açúcares. Essa condição pode ser um gatilho para doenças como infarto, derrames, hipertensão, obesidade, diabetes e até câncer.

Diagnóstico e tratamento

Em geral esta doença não apresenta sintomas, sendo muitas vezes denominada como “inimigo silencioso”. O médico deve obter o quadro clínico completo do paciente, o histórico familiar e saber sobre a vulnerabilidade dos fatores de risco, além do estilo de vida, para dar um diagnóstico.

Caso o paciente tenha hipertensão arterial, deve fazer acompanhamento com o médico regularmente (pelo menos a cada seis meses) e manter a pressão arterial controlada, de acordo com cada paciente. Além do tratamento com remédio, é preciso também diminuir o peso, melhorar o padrão alimentar, reduzir o consumo de sódio (sal), bebidas alcoólicas e tabaco e fazer atividade física regularmente.

A hipertensão arterial é uma doença crônica e necessita de acompanhamento médico permanente. A rede de centros médicos dr.consulta possui cardiologistas altamente capacitados para identificar e prevenir casos, assim como orientar pacientes que têm a doença.

Dicas para minimizar os riscos de infarto ou AVC

Melhorar a alimentação: uma dieta equilibrada pode ser a chave para uma boa saúde. A dica é consumir mais oleaginosas (nozes, castanhas, avelãs, amêndoas e pistache), pois são ricas em gorduras boas, em especial o ômega 3, que diminuem as taxas de colesterol ruim.

Dormir bem: repor as energias do dia com uma boa noite de sono é muito importante para a sua saúde.

Pratique exercícios físicos regularmente: a atividade física diminui a obesidade, a hipertensão, as doenças cardiovasculares, o diabetes, além de proporcionar mais disposição e energia.

Estudos recentes comprovam que não é apenas a falta de atividade física que pode diminuir a expectativa de vida, mas também a quantidade de tempo gasto sentado. Quem trabalha sentado deve fazer alongamento e reposicionar o corpo frequentemente durante a jornada do trabalho.

Cuide-se: alguns cuidados do dia a dia como controlar o peso corporal e a ansiedade, parar de fumar, cultivar bons amigos e outras atividades também podem ajudar a prevenir as doenças cardiovasculares.

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Fonte: dr.consulta

Hoje é o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão

Hoje, 26 de abril comemora-se o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão. No Brasil, a data é promovida pela Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH). O objetivo é mostrar à população a importância de aferir a pressão arterial com regularidade e incentivar hábitos de vida saudáveis.

Segundo a SBH, a doença acomete uma em cada quatro pessoas adultas. Estima-se que a doença atinja em torno de 25% da população brasileira adulta, chegando a mais de 50% após os 60 anos, e 5% das crianças e adolescentes no Brasil. A doença é responsável por 40% dos infartos, 80% dos derrames e 25% dos casos de insuficiência renal terminal.

De acordo com o cardiologista e diretor médico do Hospital Santa Paula, Otavio Gebara, a pressão arterial se eleva por vários motivos, mas principalmente pela contração dos vasos sanguíneos. “A pressão alta compromete os vasos sanguíneos, coração, rins e cérebro. A doença atinge pessoas de qualquer idade ou peso, mas prevalece em adultos”, explica.

A pesquisa Vigitel divulgada recentemente pelo Ministério da Saúde fez um levantamento com mais de 53 mil pessoas que vivem nas capitais e mostrou um aumento de 60% nos casos de obesidade entre 2006 e 2016. De acordo com a pesquisa, o Brasil viveu nos últimos dez anos uma transição de desnutrição para obesidade que contribuiu para o crescimento de 61% de incidência do diabetes e de 14% nos diagnósticos de hipertensão. Para conter esses números, uma das metas do Ministério da Saúde é a retirada de 14 mil toneladas de sódio dos alimentos industrializados em quatro anos.

Quando um indivíduo apresenta hipertensão arterial e não tem acompanhamento médico pode apresentar dores de cabeça, vômito, dispneia (falta de ar, dificuldade para respirar), agitação e visão borrada. A pressão alta não tem cura, mas deve ser tratada para evitar complicações. O tratamento engloba medidas gerais de reeducação no estilo de vida, como alimentação, prática de exercícios físicos e medicamentos.

Veja a seguir 10 dicas do cardiologista Otavio Gebara, do Hospital Santa Paula:

1) Reduza a quantidade de sal. Use no máximo 1 colher de chá para toda a alimentação diária. Não utilize saleiro à mesa e não acrescente sal no alimento depois de pronto. Dê preferência aos temperos naturais como limão, ervas, alho, cebola, salsa e cebolinha.

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2) Diminua drasticamente o consumo de açúcar.

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3) Mantenha um peso saudável. Também é importante avaliar a medida da circunferência abdominal (cintura). O homem não deve ultrapassar 102 cm e a mulher 88 cm. Uma pesquisa recente do Ministério da Saúde aponta que a obesidade atinge 18,1% da população da capital de São Paulo. A obesidade é um fator que predispõe a hipertensão. A perda de peso ajuda a controlar os níveis.

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4) Pratique atividades físicas pelo menos 5 dias por semana entre 30 e 50 minutos. Faça caminhadas, substitua o elevador pela escada, ande de bicicleta, nade, dance, etc.

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5) Evite o consumo de bebidas alcoólicas.

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6) Não fume.

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7) Procure manter a mente tranquila para controlar o estresse.

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8) Preste atenção: a pressão ideal é 12 x 8. Abaixo de 14 x 9 é aceitável. Se existe a presença de diabetes ou doença renal esse nível é mais baixo. Em idades acima de 70 anos pode-se aceitar níveis até 15 x 8.

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9) A hipertensão é uma doença com herança genética. Quem tem pais hipertensos deve se atentar para as medidas desde jovem.

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Imagem: Pixabay

10) A Síndrome da Apneia do Sono (despertares noturnos, ronco e sonolência durante o dia), predispõe a hipertensão. Se a apneia for tratada, a pressão pode normalizar.

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Fonte: SBH

 

Amanhã tem campanha de hipertensão arterial na Avenida Paulista

Medição de pressão arterial, dicas de nutrição e atividades físicas serão oferecidas à população, gratuitamente, junto da campanha Menos Pressão

No Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial, comemorado amanhã, 26 de abril, a Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH) vai realizar, das 8às 17 horas, no Conjunto Nacional (Avenida Paulista, 2073), a campanha gratuita “Menos Pressão”. Médicos e outros profissionais de saúde vão alertar e conscientizar as pessoas sobre os cuidados com a hipertensão arterial, um problema de saúde pública que hoje atinge 32,5% da população adulta brasileira, que deve ser bem diagnosticado e controlado.

Durante esse dia, orientações com profissionais de saúde vão acontecer e toda a população poderá medir a pressão arterial gratuitamente, se informar e obter orientações nutricionais e de atividades físicas. Essa ação também acontece em outros locais, inclusive ao longo do mês, e são realizadas pela Sociedade Brasileira de Hipertensão e a embaixadora desse ano é a atriz Luma Costa.

O principal objetivo dessa campanha da Sociedade Brasileira de Hipertensão é levar informação adequada, direcionar as pessoas para serviços de saúde e evitar que tantos problemas relacionados à hipertensão arterial ocorram. Com essa campanha, a SBH procura fazer um alerta geral e, se a hipertensão for bem tratada junto de outras medidas, pode ser devidamente controlada, sempre com o devido acompanhamento médico.

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O que é Hipertensão?

Hipertensão, usualmente chamada de pressão alta, é ter a pressão arterial, sistematicamente, igual ou maior que 14 por 9. A pressão se eleva por vários motivos, mas principalmente porque os vasos nos quais o sangue circula se contraem. O coração e os vasos podem ser comparados a uma torneira aberta ligada a vários esguichos. Se fecharmos a ponta dos esguichos a pressão lá dentro aumenta. O mesmo ocorre quando o coração bombeia o sangue. Se os vasos são estreitados a pressão sobe.

A pressão alta é uma doença “democrática”, atingindo homens e mulheres, idosos e crianças, obesos e magros, pessoas calmas e nervosas. De acordo com a SBH, a estimativa é de 32,5% de adultos que convivem com o problema e é responsável 40% dos infartos, 80% dos acidentes vasculares cerebrais (derrames) e 25% dos casos de insuficiência renal.

Sobre a Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH)

A Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH) foi criada em 1991 com o objetivo de estimular o intercâmbio de informações e pesquisas sobre hipertensão arterial, educar médicos e profissionais da saúde e promover a detecção, controle e prevenção da doença na população brasileira.

Datas e locais das ações:

26/4 – Metrô Butantã (das 9h às 17h)

5/5 – Centro Universitário São Camilo (das 14h às 17h)

10/5 – Universidade Presbiteriana Mackenzie (das 9h às 16h30)

17/5 – Terminal Metropolitano Jabaquara (das 9h às 16h30)

24/5 – Universidade Uninove/Campus Memorial (16h às 19h)

31/5 – Terminal Metropolitano São Mateus (das 9h às 16h30)