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Pesquisa AccorHotels: mulheres têm mais interesse por alimentação saudável

A descoberta de uma consumidora mais seletiva e atenta à alimentação saudável é um dos principais destaques de pesquisa realizada pela AccorHotels, líder mundial em viagens e estilo de vida. A consulta reuniu mais de 4.600 respostas de hóspedes mulheres sobre bem-estar em 25 marcas da rede.

O estudo colheu impressões entre junho e julho de 2017 e 93% das participantes são brasileiras. Com perfil de 25 a 50 anos, majoritariamente, as mulheres entrevistadas indicam que as mudanças relacionadas à saúde já transpassam o dia a dia.

“Percebemos que, cada vez mais, nossas hóspedes querem manter os hábitos saudáveis adquiridos na rotina diária, como alimentação mais equilibrada e exercícios físicos, também nos momentos de viagens a trabalho ou lazer”, explica Magda Kiehl, SVP Jurídica e de Riscos AccorHotels América do Sul e líder do WAAG (Women at AccorHotels Generation) na região.

No âmbito alimentar, 81% das mulheres entrevistadas preferem refeições balanceadas. Já o interesse por encontrar opções orgânicas no restaurante é de 53%. Na mesma linha, as hóspedes também indicam que, na suíte, gostariam de encontrar frutas (68%), iogurte (62%), itens detox (27%) e chá verde (24%).

A pesquisa também apurou que, em viagens solitárias, 69% das clientes participantes da pesquisa tendem fazer suas refeições no próprio hotel, seja no restaurante ou usufruindo do room service. Motivo pelo qual a AccorHotels prioriza o contínuo investimento no setor de Alimentos & Bebidas.

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“Na AccorHotels, acreditamos que seja fundamental ouvir nossos hóspedes e entender suas necessidades para proporcionar o melhor atendimento possível”, explica Magda. “Temos o objetivo de fortalecer o equilíbrio de gênero dentro dos nossos hotéis, seja para o público interno ou externo. Exemplo disso é a nossa iniciativa WAAG, que contribui para a representatividade feminina em nossa empresa”, finaliza a executiva.

O WAAG visa construir uma realidade mais humana e igualitária para todos. No Brasil, as mulheres representaram, em 2016, 56% da força de trabalho da AccorHotels e 51% dos cargos de chefia e/ou gerência. A AccorHotels também promove, por meio do WAAG, o programa de Mentoring – para as colaboradoras das sedes e dos hotéis da AccorHotels na América do Sul que une mentores (gestores) e mentoradas (mulheres em cargos de chefias com potencial de crescimento) para incentivar a gestão igualitária.

Fonte: AccorHotels

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Quando a mulher perde o desejo

O Cresex (Centro de Referência e Especialização em Sexologia), do Hospital Pérola Byington, de São Paulo, revela que mais de 48% das mulheres atendidas ali se queixam de falta ou diminuição do desejo sexual. Esse problema pode ter origem orgânica, mas a maioria dos casos é mesmo emocional e pode ser resolvido.

“Entre os fatores físicos da falta de desejo podemos citar os períodos fisiológicos da gestação, puerpério e amamentação. Após o parto, a mulher leva ao menos 40 dias para voltar à rotina sexual, necessitando readaptar o corpo às modificações sofridas durante à gestação e ao parto. A prolactina, hormônio da amamentação, inibe o desejo e afeta a lubrificação feminina. Outra época mais complicada é o período da menopausa, cujas alterações hormonais determinam interferências na resposta sexual natural, desde o desejo sexual (que pode ser reduzido), até a própria lubrificação, sensibilidade do clitoris e intensidade do orgasmo”, explica a ginecologista e obstetra Flávia Fairbanks, membro da Sogesp (Associação de Ginecologia e Obstetrícia de São Paulo) e coordenadora da Ginecologia do ProSex do HCFMUSP.

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Ela cita ainda doenças que podem interferir no desejo.

“Diabetes, hipertensão e hipotireoidismo podem reduzir a libido, assim como os maus hábitos, sedentarismo, alcoolismo, uso de drogas e medicamentos psiquiátricos como antidepressivos e ansiolíticos. Todos dificultam a libido.”

A perda ou reduçāo do desejo sexual também pode ser psicológica e estar ligada a problemas como cansaço, estresse, depressão, baixa autoestima e insatisfação com o corpo.

“São questões que tiram o foco da mulher em relação ao desejo sexual e diminuem a libido. No relacionamento, a infidelidade, brigas e discussões com o parceiro, e outros problemas também afetam negativamente a sexualidade.”

O tratamento depende da causa e cada paciente precisa ser diagnosticada individualmente: “O médico deve tratar as questões médicas gerais e ginecológicas, além de resolver os fatores clínicos e fisiológicos, mas é preciso inserir a terapia sexual. Aliás, o tratamento adequado requer, muitas vezes, uma equipe multidisciplinar com participação do ginecologista, psiquiatra, fisioterapeuta e psicólogo.”, informa Flávia.

Vale ressaltar que, se os fatores são hormonais, as terapias de reposição poderão trazer benefícios. Quando emocionais ou psicológicos, o acompanhamento com psicólogos e terapeutas darão o suporte. “No caso de mulheres casadas ou que possuam um parceiro fixo, é importante o diálogo e a sinceridade”, adverte. “Muitos relacionamentos se fortalecem quando ambos os membros se envolvem no tratamento”.

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Se a mulher não está satisfeita com a aparência de sua região íntima, a plástica genital poderá ajudar quando a estética afeta o psicológico.

“Algumas queixas como vagina larga e crescimento excessivo dos pequenos lábios podem ser melhoradas com a cirurgia plástica genital, mas sempre temos uma conjunção de fatores envolvidos nas questões sexuais”, garante Flávia.

A perda do desejo pode causar sofrimento à mulher e ainda interferir na relação entre os parceiros. “Relacionamentos podem ruir pela indisponibilidade da parceira para o ato sexual, afetando a autoestima das mulheres e dos parceiros que se sentirão indesejados. Perder a qualidade de vida sexual pode afetar muito o dia a dia das mulheres, sejam casadas ou não. Manter-se sexualmente bem controla o estresse e pode fortalecer a autoimagem das mulheres em geral”, conclui.

Fonte: Sogesp (Associação de Ginecologia e Obstetrícia de São Paulo)

Loungerie celebra o prazer feminino em sua linha Fetiche Noir

Com a atenção sempre voltada para o público feminino, seu bem-estar e valorização da autoestima, a Loungerie comemora oito anos da grife com novidades (quentes!) – a coleção de acessórios e toys Fetiche Noir.

Criada para explorar intensamente a sensualidade da mulher, de forma divertida e elegante, a linha – que já oferece lingeries para lá de ousadas – traz agora acessórios inéditos como máscaras adesivas, nipple pads, vibradores – todos da espanhola Bijoux Indiscrets com exclusividade no Brasil para a Loungerie – e cosméticos que prometem liberdade e diversão para o universo feminino.

Os vibradores possuem design inovador e diferente de tudo que já foi visto por aí. O primeiro toy, em formato de um imponente diamante, desperta ainda mais a curiosidade e estimula a imaginação. O outro, mais discreto, em formato bullet, tem tamanho ideal para ser transportado com facilidade na bolsa.

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Os charmosos adesivos para o seio, conhecidos como nipple pads, aparecem em diversos formatos e são sugeridos para complementar produções com transparências ou até mesmo para serem usados sozinhos.

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Já as máscaras adesivas com desenho de renda deixam qualquer olhar ainda mais sexy. Um sutiã muito envolvente e luvas em renda também são sugeridos para complementar o look.

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A Loungerie ainda traz uma linha de cosméticos sensuais para momentos mais íntimos. Os óleos corporais para massagens trazem aroma de amora e pêssego enquanto os géis íntimos possuem essências que proporcionam sensações de aquecimento ou frescor.

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As novidades estão disponíveis em todas as lojas da Loungerie e no e-commerce com entrega para todo o Brasil.

Estudo mostra que homens desejam viver mais que mulheres

Desejo por viver muda de acordo com hábitos e saúde; dores prejudicam o comportamento social e reduzem a ambição por longevidade

Uma pesquisa realizada entre setembro e outubro de 2017 revelou que os homens desejam viver mais que as mulheres. Intitulada “Saúde e qualidade de vida: a relação com os pés, tornozelos e joelhos”, a consulta mostra ao longo de suas 64 páginas que o desejo por longevidade muda também de acordo com os hábitos, a saúde e a própria idade.

O levantamento mostra que o homem brasileiro deseja viver em média 90 anos e 10 meses. Já a mulher, afirma querer viver 88 anos e 7 meses. Somente 24% dos homens e 16% das mulheres desejam viver por mais de 100 anos.

“Por meio de um método chamado regressão múltipla, conseguimos concluir a estreita relação de bons hábitos com a longevidade” afirma o octagenário Thomas Case, um dos autores do estudo, que lista os resultados mais alarmantes:

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Banco de imagens/Google

1. Fumantes apresentam um desejo por longevidade quase 5 anos menor que os não fumantes. Na amostra, 8,9% dos homens e 7,4% das mulheres fumam.

2. Os que consomem bebidas alcoólicas não querem viver tanto quanto aqueles que não bebem. Para cada dia da semana que a pessoa tem o hábito de beber, o desejo de vida diminui em 4 meses.

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Foto: Shutterstock

3. Pessoas que fazem exercícios aeróbicos todos os dias querem viver 4 anos mais que os que não fazem essas atividades.

4. Pessoas que consideram sua saúde excelente desejam viver 40 anos mais do que aquelas com saúde ruim.

5. Quanto mais velha, mais a pessoa quer viver. Cada ano de vida, aumenta o desejo de longevidade em quatro meses.

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6. Dores nos pés prejudicam a expectativa por longevidade. Os participantes da pesquisa apontaram redução em aproximadamente quatro meses para cada nível de dor a mais.

“A dor nos pés prejudica a saúde, a atividade física e o comportamento social. Isso tudo se traduz em menos desejo por viver. O exercício físico é um grande aliado da nossa saúde e influencia positivamente no nosso próprio desejo de viver. A dor, por outro lado, prejudica a qualidade de vida e a ambição pela vida longa!” conclui Case.

O desejo de viver mais está intimamente relacionado com o que o ser humano faz no dia a dia. Comportamentos não saudáveis são traduzidos em menos expectativa por longevidade, enquanto bons hábitos refletem não só mais desejo como também em mais longevidade real.

A consulta foi realizada com 3.316 brasileiros e traz ainda dados sobre doenças crônicas e também características dos pés, tornozelos e joelhos da amostra. O estudo completo e dicas de prevenção e alívio de dores estão disponíveis ao público no site da Pés Sem Dor  e a pesquisa completa pode ser lida aqui.

Fonte: Pés Sem Dor 

 

Depressão e estresse: os ladrões da libido feminina

Para um dos maiores estudiosos da mente humana da história, Sigmund Freud, a libido é a força motriz da vida sexual. Para ele, inclusive, o desejo sexual é o que nos motiva e nos dá forças para nossas tarefas diárias. Porém, para uma boa parcela das brasileiras, incluindo as mais jovens, nada anda mais em baixa do que a libido. Segundo o estudo Mosaico 2.0, do Projeto Sexualidade da Universidade de São Paulo (SP), uma em cada três entrevistadas tem dificuldade em se interessar pelo sexo.

De acordo com psicóloga e neuropsicóloga, Carolina Marques, cofundadora da Estar Saúde Mental, atualmente a falta de desejo sexual atinge mulheres e homens. Entretanto, a mulher apresenta algumas peculiaridades que faz com que a prevalência da queda ou da ausência da libido seja mais alta nelas do que neles.

Montanha-russa hormonal

“As mulheres são marcadas pela oscilação dos hormônios sexuais durante toda a vida. Além das mudanças hormonais típicas do ciclo menstrual, há aquelas que ocorrem durante a gravidez, no pós-parto e na menopausa. Até mesmo o anticoncepcional, dependendo do tipo, pode reduzir a libido”, explica Carolina.

Além de lidar com a montanha-russa hormonal, as mulheres têm duas vezes mais risco de desenvolver o estresse, a ansiedade e a depressão, transtornos que mexem muito com o desejo sexual. “Aliado a esses dois fatores, precisamos levar em conta que a mulher moderna, em geral, trabalha fora, cuida dos filhos e do lar, numa tripla jornada exaustiva. Portanto, a chance de pensar em sexo no final do dia, pode ser realmente mínima”, conta a especialista.

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Como a depressão afeta o sexo

A depressão afeta 11,5 milhões de brasileiros, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), sendo o Brasil o país com maior prevalência da doença na América Latina e nas Américas só perde mesmo para os Estados Unidos. Um dos sintomas da depressão é justamente a queda ou a perda da libido.

“A depressão afeta o funcionamento normal da mente e isso se reflete na vontade de fazer sexo de várias maneiras. Uma delas é que para despertar o desejo sexual precisamos usar a imaginação, ter fantasias, ideias ou lembranças. Além disso, exige uma disponibilidade para a estimulação dos sentidos, do contato com o outro. Mas, as pessoas deprimidas tendem a se isolar socialmente e ficar mais apáticas, o que também impacta na libido. Sem contar que o efeito colateral mais comum de vários antidepressivos é justamente a perda da libido ou a dificuldade de se atingir o orgasmo”, explica Carolina.

Estresse crônico afeta sexualidade

Outro fator que pode detonar a vida sexual é o estresse, presente em 70% da população economicamente ativa no Brasil. Um estudo mostrou que o aumento dos níveis do cortisol, o hormônio do estresse, interfere na resposta sexual das mulheres.

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Sexo alivia o estresse

Os motivos para a baixa da libido, como vimos, são quase óbvios. Porém, a pergunta que fica é: será que tem solução? “Uma vida sexual saudável é um dos pilares da qualidade de vida. Mas, a sexualidade é muito individual. Há pessoas que não sentem necessidade ou falta de manter relações sexuais e convivem muito bem com isso. Já para quem gosta de sexo e enfrenta problemas nessa área, o ideal é procurar ajuda”, comenta Carolina.

Descartados os problemas físicos, a psicoterapia pode ajudar muito a recuperar o desejo sexual e ter mais alegria debaixo dos lençóis. Carolina explica que para recuperar a libido é preciso identificar o que a está afetando, como depressão, estresse, insônia, cansaço, pós-parto etc. A partir disso, é possível tratar a condição e melhorar a sexualidade.

Além do tratamento por meio da psicoterapia, por exemplo, é bom lembrar que o sexo é uma ótima maneira de relaxar, já que libera neurotransmissores responsáveis pela sensação de bem-estar e prazer. Então, depois de um dia estressante, fazer sexo pode ser, sim, uma boa ideia.

Fonte: Estar Saúde Mental

Obesidade atinge mais mulheres e pode desencadear doenças graves e crônicas

Diabetes; infertilidade; ansiedade; depressão; problemas cardiovasculares; cânceres; e o aumento da pressão arterial são algumas das possíveis consequências do sobrepeso, que atinge mais da metade da população feminina (53,8%), e principalmente da obesidade, que está presente em 19,6% das mulheres brasileiras.

De acordo com o médico e diretor do Instituto Mineiro de Obesidade (IMO), Leonardo Salles, é importante que quando se deseja tratar o peso é justamente, não tratar somente o peso, pois esse é apenas um sintoma do problema.

“Temos que discutir a síndrome da obesidade, debatendo suas causas, que acabam por levar ao ganho de peso. Independente da técnica utilizada para a perda de peso, o fundamental é abordar a obesidade como síndrome que é, abordando seus fatores desencadeantes, com boa psicoterapia, reeducação alimentar, incorporando a atividade física no dia a dia, e aceitando a necessidade da mudança de estilo de vida”, afirma.

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Foto: Xenia/Morguefile

Conforme uma pesquisa recente realizada pelo Instituto Verhum, mulheres obesas submetidas à fertilização in vitro tiveram uma taxa de abortamento espontâneo de 66,6%, contra 17,8% entre aquelas que tinham sobrepeso e 13,8% entre as que estavam no peso normal.

Segundo Leonardo Salles, no âmbito da fertilidade feminina, a obesidade além de dificultar a gravidez natural ou por técnicas de reprodução assistida, também provoca o aumento das possibilidades de aborto, prematuridade, diabetes gestacional, pré-eclâmpsia, infecções pós-parto e a geração de filhos com propensão a obesidade.

“O fator principal que influencia na infertilidade da mulher obesa é o excesso de estrogênio (hormônio sexual feminino). A produção deste hormônio está diretamente associada a gordura corporal, e o seu excesso causa um desequilíbrio hormonal que pode impedir a ovulação, e por consequência a diminuição das chances de gravidez e instalação da infertilidade”, explica.

Outra doença que já foi associada aos homens, mas que atualmente está se sobressaindo dentre as mulheres é o diabetes. Cerca de 9,9% das mulheres brasileiras declarou ter diabetes em 2016, contra 7,8% dos homens, segundo uma pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), do Ministério da Saúde.

Geralmente, o diabetes afeta pessoas com menos anos de estudo e acima dos 55 anos. As mulheres com mais de 35 anos com obesidade abdominal, hipertensão arterial e triglicérides elevados são o público com maior risco de desenvolver a doença.

Leonardo Salles esclarece que a obesidade abdominal ocorre entre pessoas com circunferência da cintura acima de 88 cm, no caso das mulheres, e de 102 cm, nos homens. “E este tipo de obesidade em mulheres também podem desenvolver o diabetes gestacional, desencadeado por alterações no metabolismo materno e agravada pelo ganho de peso excessivo durante a gestação, idade materna avançada e quadro de hipertensão arterial. Na maioria dos casos, o diabetes gestacional desaparece após o nascimento do bebê, mas a condição aumenta as chances de a mulher desenvolver doenças cardiovasculares e a probabilidade de apresentar a doença após a menopausa”, aponta.

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Pixabay

Ainda segundo dados levantados pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), houve um crescimento na quantidade de mortes por Acidente Vascular Cerebral (AVC) entre as mulheres de 2010 a 2015. A quantidade de óbitos por AVC é praticamente igual entre os sexos, sendo 50.251 de homens e 50 252 de mulheres em 2015. Mas a diferença é que há uma tendência de queda na porcentagem de casos dentre os homens e o oposto está acontecendo com as mulheres.

Por fim, uma pesquisa da Agência Internacional para Pesquisa do Câncer, da Organização Mundial de Saúde, e o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), dos Estados Unidos, constatou que o sobrepeso e a obesidade são causadores dos principais cânceres que atingem a população feminina, são eles: câncer de colo do útero, endométrio, mama, útero e ovário.

Informações: Instituto Mineiro de Obesidade (IMO) 

 

FIV: pesquisa revela que obesidade dificulta gravidez e causa mais abortos

Além das taxas de gestação bem menores, as pacientes obesas que se submeteram à fertilização in vitro apresentaram taxas de abortamento quase cinco vezes maiores se comparadas com as mulheres com peso normal

O impacto da obesidade nos resultados dos tratamentos fertilização in vitro. Esse foi o tema do estudo, realizado em Brasília, com pacientes com média de idade entre 34 e 37 anos, que se submeteram a ciclos de fertilização in vitro entre janeiro de 2014 e dezembro de 2016. No total, o estudo envolveu 567 ciclos de fertilização in vitro.

O objetivo foi avaliar a influência do Índice de Massa Corpórea (IMC) nos resultados da FIV. O estudo constatou que há uma diminuição progressiva nas taxas de gestação e um aumento progressivo nas taxas de abortamento de acordo com o aumento do IMC. A outra conclusão é que as pacientes obesas e com sobrepeso devem reduzir o peso antes de submeter-se a uma FIV.

A pesquisa, realizada pelos ginecologistas e especialistas em Reprodução Humana, Vinicius Medina Lopes, Jean Pierre Barguil Brasileiro e Natália Zavattiero, do Instituto Verhum, em Brasília, concluiu que a possibilidade de engravidar diminui quando a mulher sofre de obesidade e, ao mesmo tempo, quando ela consegue engravidar as chances de uma aborto aumentam.

“A recomendação para as mulheres com obesidade ou sobrepeso que vão iniciar um tratamento para engravidar é que elas percam peso antes”, explica o médico Vinicius Medina Lopes, diretor do Instituto Verhum e um dos responsáveis pela pesquisa. “A obesidade causa irregularidade nos ciclos menstruais, diminuição de ciclos ovulatórios e compromete a capacidade reprodutiva. Por isso, a mulher que deseja ter filhos e está acima do peso deve buscar orientação médica e nutricional antes de iniciar o tratamento”, esclarece o médico Jean Pierre Barguil Brasileiro, diretor do Instituto Verhum e também responsável pela pesquisa.

“Mais da metade da população brasileira, que reside nas capitais, está acima do peso e essa realidade tem contribuído para reduzir a taxa de fecundidade no país”, afirma o Lopes.

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Dados do Estudo

No estudo, as mulheres com peso normal que se submeteram ao tratamento de fertilização apresentaram uma taxa de gravidez de 54,8%. Esse índice entre as mulheres com sobrepeso ficou em 45,9%. Já as mulheres obesas tiveram apenas 40,9% de taxa de gravidez nos ciclos de fertilização in vitro realizados.

Nas mulheres com peso normal, as taxas de abortamento espontâneo ficaram em torno de 13,8%. Dentre as mulheres com sobrepeso, o índice ficou em 17,8%. Já nas pacientes obesas, essas taxas foram de 66,6%.

Uma pessoa com Índice de Massa Corporal (IMC) acima de 30 é considerada obesa. O IMC é calculado dividindo-se o peso da pessoa em quilos por sua altura ao quadrado. Para a realização da pesquisa, as pacientes foram divididas em três grupos de acordo com seu IMC. Um dos grupos era de pacientes com IMC menor ou igual a 25, ou seja, com o peso normal; o outro era formado por pacientes com sobrepeso e IMC entre 26 e 30. O terceiro grupo era de pacientes com IMC superior a 30, aquelas que sofrem de obesidade.

Obesidade e infertilidade feminina

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A obesidade e o sobrepeso causam diversas consequências para a saúde. Uma delas é a infertilidade. O excesso de peso afeta o processo de ovulação. A produção de estrogênio, hormônio sexual feminino, está associada à gordura corporal e o seu excesso no organismo causa um desequilíbrio hormonal e diminui as chances de engravidar naturalmente.

O excesso de peso também diminui as chances de obter resultados positivos nos tratamentos envolvendo as técnicas de reprodução humana assistida. As probabilidades de insucesso no tratamento e na gravidez aumentam significativamente em pacientes obesos.

Além de causar infertilidade, elevar as taxas de aborto e aumentar os riscos da gravidez, a obesidade pode causar complicações sérias, colocando a vida da mãe e do bebê em risco durante e após o parto. Mulheres obesas apresentam um risco muito maior de partos prematuros, hipertensão arterial, diabetes relacionada à gestação e pré-eclâmpsia. Essas mulheres também apresentam, com mais frequência, infecções de feridas cirúrgicas e complicações anestésicas.

Fonte: Instituto Verhum

A dor nas mulheres e nos homens

Diz o ditado popular que homem não chora. Em relação à dor, a crendice tem certa razão. Devido a uma série de fatores, o comportamento é diferente do da mulher quanto à percepção do estado doloroso.

“As dores são sentidas de maneira diferente entre os sexos. Experimentos revelaram que as mulheres têm maior capacidade de distinguir as regiões com dor, menor limiar de percepção dolorosa e menor tolerância aos estímulos da dor induzidos do que os homens. Estudos com ressonância magnética funcional demonstraram diferenças no processamento cerebral da dor. Além disso, é fato que as mulheres sejam mais comumente afetadas por dores crônicas”, explica o neurologista Rogério Adas Ayres de Oliveira, coordenador do Departamento Científico de Dor da ABN (Academia Brasileira de Neurologia).

Entre as principais causas possíveis para a predisposição feminina para a ocorrência de dor estão, segundo o neurologista, os ritmos hormonais sexuais cíclicos e grandes variações nas concentrações dos principais hormônios (estrogênio, progesterona e testosterona). Mas ele ressalta que a dor é uma experiência subjetiva e individual que recebe a influência de uma ampla gama de fatores – biológicos, psicocomportamentais, cognitivos e socioculturais – que são orquestrados pelo encéfalo.

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Foto: AdobeStock

“Por isso, a percepção da dor varia muito de pessoa para pessoa. Um determinado estímulo pode ser percebido como mais ou menos doloroso por fatores que vão desde a espessura da pele, limiares das fibras nervosas, atividade inflamatória, fatores hormonais, até atenção, padrões de pensamento e flutuações do humor, ansiedade, medo e humor depressivo, bem como contextos e expectativas sociais, experiências passadas, entre outros”, avalia o neurologista.

Mais propensas às dores crônicas, “as mulheres sofrem com as enxaquecas e as cefaleias causadas por tensão, as dores temporomandibulares, a fibromialgia (dor que ocorre nos tecidos fibroso e muscular de diferentes partes do corpo), dores crônicas da coluna cervical e lombar, as dores pélvicas, entre outras, enquanto os homens são mais vulneráveis às cefaleias em salvas (que atinge um só lado da cabeça), neuralgias pós-herpéticas (lesões na pele observada após a herpes zoster), entre outras”, relata o médico. Apesar das diferenças na percepção da dor, os tratamentos são similares para ambos os sexos.

“Foram descritos, contudo, diferenças quanto ao perfil de utilização e eficácia de analgésicos entre homens e mulheres. Condições dolorosas cíclicas como as enxaquecas peri-menstruais (antes da menstruação), as dismenorreias (menstruações mais difíceis), entre outras condições podem demandar abordagens específicas”, garante Oliveira.

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O médico afirma ainda que é muito difícil diferenciar o papel de cada
fator na experiência dolorosa. “Aspectos genéticos, ambientais, socioculturais são relevantes em proporções variadas em cada indivíduo ou população”, confirma. E além das diferenças na percepção de dor entre os sexos, há as variações entre faixas etárias, etnias e culturas.

“Isso demonstra que a combinação de fatores ambientais associada a diferenças genéticas individuais vai determinar as diferentes suscetibilidades para a ocorrência de dor crônica no decorrer da vida e grande variabilidade na expressão da experiência dolorosa”, conclui.

Fonte: ABN (Academia Brasileira de Neurologia)

 

Vivência Mulher oferece um dia para se reconectar com a essência feminina

Projeto possibilita que as mulheres tenham um dia dedicado exclusivamente para elas e sem culpa

Mulheres contemporâneas vivem a mil por hora. Desempenham os mais diversos papéis em casa, no trabalho, socialmente. Cuidam de todos e muitas vezes se esquecem de cuidar de si mesmas.

Pensando nisto, a especialista em relações interpessoais e consultora de imagem Débora Loureiro criou o projeto “Vivência Mulher“ cuja primeira edição acontece no sábado, 11 de novembro, em Ibiúna, a apenas 50 minutos de São Paulo.

A ideia é que o grupo, de até 25 mulheres, tenha a oportunidade de se cuidar em um local agradável e com profissionais especializados em diversos assuntos do universo feminino, com foco na autoestima, para que todas as participantes se sintam conectadas consigo mesmas, em um processo de autoconhecimento em meio à natureza.

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É um grupo de Sagrado Feminino? De certa forma é uma vivência do Sagrado Feminino ao reunir apenas mulheres, em meio à natureza para falar de assuntos que permeiam a vida feminina. Mas não é apenas isso. No encontro serão trabalhados temas como feminismo, feminino, autoestima, imagem pessoal e estilo por meio de atividades ao ar livre, meditação, massagem indiana, relaxamento, dinâmicas e outras ferramentas comportamentais.

Café da manhã, almoço e piquenique estão incluídos no pacote que custa R$ 200,00 fora as taxas de conveniência para comprar online clicando aqui.

Sobre Débora Loureiro

Debora Loureiro - foto Chris Ceneviva
Foto: Chris Ceneviva

É diretora do Instituto Loureiro Desenvolvimento Humano, atua há mais de 17 anos na área de relacionamentos interpessoais, é também consultora de imagem e estilo e especialista em marketing pessoal e negócios. Débora atua pelo empoderamento feminino há bastante tempo por acreditar que as mulheres precisam se reconectar com o poder do feminino principalmente em tempos conturbados como o atual.

 

Pesquisa: mulheres acima de 60 anos consideram a beleza importante

Estudo da REDS destaca a relação das consumidoras seniores brasileiras com a beleza e os produtos cosméticos

Sim, este blog é voltado para mulheres na faixa dos cinquenta anos, mas falamos de assuntos interessantes para várias idades. E por que não saber como pensam as mulheres que estão com 60 anos agora? Idade que estaremos em alguns anos ou uma década.

População que mais cresceu na última década, segundo dados do IBGE, as pessoas acima de 60 anos até 2050 vão representar 1/3 da população brasileira. E longe do que os estigmas e preconceitos dizem, esse público, em especial o feminino, ainda se preocupa bastante com os cuidados para o corpo.

Para 83% das 382 mulheres entrevistadas na pesquisa Beleza na Melhor Idade, desenvolvida pela REDS em parceria com o Mundo do Marketing e a eCGlobal, a beleza é importante, mas somente 44% estão satisfeitas com sua aparência, revelando enorme potencial a ser explorado junto a esse público.

Dentre as 56% das entrevistadas insatisfeitas, o rosto (50%) e o cabelo (43%) são as partes do corpo com as quais mais se preocupam. Outro fator de atenção é o peso, pois 74% afirmam estar fora da forma que consideram a ideal. Dentro da divisão demográfica a Classe A e a região Sul ficam mais apreensivas com o rosto, enquanto a C e as outras regiões do país com os cabelos.

Práticas de saúde e beleza

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O uso de produtos de higiene pessoal e beleza/ cosméticos específicos é o principal hábito para cuidar da aparência adotado pelas entrevistadas, com 78% seguido por uma alimentação equilibrada (55%), procedimentos no cabelo e frequentar manicure, ambos tem 43%.

Entre as entrevistadas que fazem algum tipo de procedimento no cabelo, a tintura/coloração (84%) e a hidratação/massagem nos cabelos (77%) são as formas de tratamento mais comuns. Para as que realizam procedimentos no rosto (22%), a limpeza de pele facial (82%) e a esfoliação facial (69%) são as ações mais comuns. Nas mulheres que optam por tratamentos corporais (10%), a massagem relaxante (55%) e a limpeza de pele corporal (50%) se destacam.

Produtos específicos

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Além da grande maioria das entrevistadas utilizarem cosméticos, a aderência a produtos específicos para mulheres acima de 60 anos também é grande (64%), com 9 em cada 10 considerando importante ter produtos / cosméticos específicos para sua idade. Contudo, apenas 6 em cada 10 entrevistadas acreditam que esses produtos são melhores ou muito melhores que os produtos / cosméticos em geral.

Comunicação e divulgação

Atualmente a comunicação de cosméticos para mulheres seniores as motiva pouco, com apenas um terço delas declarando serem impactadas positivamente, e 59% não se sentindo representadas nas propagandas.

“Mais do que apenas desenvolver ou lançar produtos específicos, a indústria tem a oportunidade de fomentar a beleza da mulher da terceira idade”, ressalta Karina Milaré, diretora da REDS.

Ao buscar informações sobre cosméticos e tratamentos de beleza, os catálogos de produtos (Avon, Natura, entre outros) e a internet (sites, blogs, redes sociais) são os mais utilizados, ambos com 47%. Dentro da web, os sites das marcas (60%) e o Google/sites de busca (58%) têm mais procuras.

Impressões sobre as marcas

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Quando perguntadas quais marcas mais atendem as mulheres da terceira idade no quesito cabelo, L’Oréal, Natura e Pantene, nessa ordem, foram as mais lembradas. Nos produtos de beleza e cosméticos para pele, o pódio ficou com Natura, Avon e O Boticário.

“O mercado, embora comece a perceber sua importância, ainda está engatinhando na forma de comunicar-se e conectar-se com esse público, pois os estereótipos não definem mais estas mulheres, sedentas por ofertas de produtos voltados para suas especificidades, mas que não as reduzam simplesmente a mulheres de terceira idade”, destaca Karina.

Preocupações e cuidados com rosto, corpo e cabelo

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Em grande parte as entrevistadas da pesquisa mostraram estarem satisfeitas com o rosto, corpo e cabelo, sendo o rosto a parte que gera maior insatisfação com 29%.

Ainda sobre o rosto, os problemas relatados com mais frequência são as linhas de expressão (67%), rugas (44%) e flacidez (38%). Na divisão demográfica, as mulheres da classe AB, de 55 a 59 anos mencionam, em média, um número maior de problemas nessa região.

Nos produtos de maquiagem utilizados para o rosto, apesar de conhecerem uma grande variedade, as entrevistadas utilizam os mais básicos, como o batom (71%), lápis para os olhos (48%) e máscara para os cílios/rímel (43%). Dentro dos cosméticos de tratamento, diferente das mulheres mais jovens, elas priorizam o uso de produtos de cuidado específicos para a área e/ou problema que querem tratar, como antienvelhecimento/anti-idade (61%), hidratante específico para o rosto (56%) e protetor solar facial (47%). Na limpeza facial os mais utilizados são o tônico ou loção adstringente (30%), leite de rosas (23%) e sabonete específico para o rosto (21%).

Para o corpo, o acúmulo de gordura/gordura localizada e a flacidez, ambos com 54%, são as queixas mais comuns, seguido por vasinhos/ varizes/ veias aparentes com 40%. Dentre os produtos mais usados nessa região os destaques ficam para o hidratante corporal (80%), protetor solar corporal (63%) e hidratante específico para as mãos (49%). Na limpeza da pele, os itens mais comuns são o desodorante para as axilas (68%) e o sabonete corporal (54%).

No cabelo, os fios brancos e a queda são as maiores preocupações. Contudo, outros problemas como ressecamento, frizz e fios danificados também incomodam as mulheres maduras.

Metodologia: a pesquisa Beleza na Melhor Idade desenvolvida pela REDS, em parceria com o Mundo do Marketing e a eCGlobal, foi realizada em duas etapas, com 382 mulheres, acima de 55 anos nas classes A,B e C de todas as regiões do país. Na primeira fase quantitativa as mulheres preencheram um questionário estruturado e participaram de entrevistas de autopreenchimento por meio de um painel online. A segunda fase, qualitativa, promoveu discussões e atividades interativas, além de um fórum online e um chat inteligente.

Aqui, uma galeria com mulheres maravilhosas que estão na faixa dos 60 anos:

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Stevie Nicks In Concert - Los Angeles, CA

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Fonte: REDS