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Suplemento auxilia no tratamento de síndrome que causa infertilidade nas mulheres

A Síndrome do Ovário Policístico, também conhecida pela sigla SOP, é uma desordem endócrina que atinge cerca de 15% das mulheres em idade reprodutiva em todo o mundo e é uma das principais causadoras da infertilidade. “Durante o processo de ovulação, é normal o aparecimento de cistos, que fazem parte do funcionamento dos ovários e desaparecem a cada ciclo menstrual.

A SOP interfere neste processo de ovulação devido ao desequilíbrio hormonal, fazendo com que estes cistos permaneçam ali e modifiquem a estrutura ovariana, tornando o órgão até três vezes maior que o tamanho normal”, explica a farmacêutica Luisa Saldanha, diretora técnica da Pharmapele.

Segundo a especialista, as causas da SOP ainda não são totalmente conhecidas. Porém, acredita-se que alguns fatores como a genética e, principalmente, a resistência insulínica tem relação com a origem do distúrbio, pois levam ao desequilíbrio hormonal.

“Os sintomas variam de pessoa para pessoa, assim como a gravidade da doença. A falta de ovulação, a menstruação anormal e altos níveis de hormônios masculinos são os principais sinais da síndrome. Porém, outros sintomas como o aumento de pelos no rosto, seios e abdômen, a formação de acne e o ganho de peso também podem indicar a presença do distúrbio”, afirma. “Além disso, em casos mais graves, podem surgir complicações a longo prazo como diabetes, doenças cardiovasculares e câncer do endométrio.”

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O diagnóstico da síndrome dos ovários policísticos é feito por meio de exames clínicos e laboratoriais como o ultrassom ginecológico e a verificação dos níveis de hormônios através do exame de sangue. Já para o tratamento da SOP, manter uma dieta leve e balanceada acompanhada da prática de exercícios físicos é fundamental para a melhora da resistência insulínica, fertilidade e a regulagem da ovulação.

“A parte medicamentosa do tratamento consiste no controle dos sintomas e complicações. Por isso, são receitados anticoncepcionais para regular o ciclo menstrual, indutores de menstruação para ajudar no processo de ovulação, hipoglicemiantes para controlar a resistência insulínica, além de medicamentos para reverter o quadro de infertilidade”, destaca a farmacêutica.

Recentemente, estudos descobriram que uma molécula que nosso corpo produz a partir da glicose chamada de inositol também pode melhorar os sintomas associados com a síndrome dos ovários policísticos, especialmente os inositóis Mio-inositol (MI) e D-Chiro Inositol (DCI).

“Baixos níveis de DCI foram observados em pessoas com resistência à insulina e SOP, dando suporte a teoria de que estes pacientes experimentam uma severa desregulação do metabolismo de inositol. Por isso, a administração de ambas as isoformas do inositol é um tratamento simples e seguro que age sobre a modulação da insulina, melhorando assim a função ovulatória e diminuindo as concentrações de andrógenos”, explica a especialista.

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Pixabay

De acordo com Luisa Saldanha, outros ativos também podem ser suplementados junto com o tratamento medicamentoso convencional para otimiza-lo e diminuir a ocorrência de efeitos colaterais. Por exemplo, a suplementação da Coenzima Q10 reduz o stress oxidativo e melhora a ovulação. Já o Extrato de feno-grego (50%) favorece a redução dos cistos e o retorno do ciclo menstrual normal.

“É importante que antes de tomar qualquer medicamento você consulte um médico. Cabe a ele a avaliação do melhor tratamento, levando sempre em conta fatores como os sintomas, as complicações e a pretensão da paciente de engravidar ou não”, finaliza.

Fonte: Pharmapele é uma rede de farmácias de manipulação, com 30 anos de experiência em medicamentos personalizados e cosméticos de tratamento

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“Cabaré Solanas” ressalta poder e propõe domínio feminino

Espetáculo sugere mudança radical na sociedade em busca de justiça e poder para a mulher

Sete mulheres provocadas pelo manifesto SCUM (um manifesto feminista radical feito publicado em 1967), de Valerie Solanas, se unem para apresentar um cabaré/ato em busca de justiça para a condição da mulher na sociedade. Feminicídio, assédio, gaslighting, abuso e abandono são temas abordados em Cabaré Solanas, em cartaz até 8 de abril no Habitat Cultural, em São Paulo.

Com dramaturgia de Elle Henriques e Mario Spatizziani, que também assina a direção, o espetáculo convida a plateia a refletir sobre uma ficcional transformação radical do mundo centrada no poder da mulher. O manifesto feminista radical, publicado em 1967, é o condutor das cenas que dialogam com a realidade da mulher e inflamam impulsos que estão prestes a explodir.

As personagens que integram o “Cabaré Solanas” foram livremente inspiradas em mulheres que desafiaram padrões vigentes, como a escritora Patrícia Galvão (Pagu), a heroína francesa Joana d’Arc, a atriz norte-americana Frances Farmer, a dançarina Mata Hari, entre outras. As experiências reais vividas pelas atrizes que compõem o elenco e seus depoimentos pessoais também motivaram a criação de cenas e a composição de suas personagens.

Todas as músicas do espetáculo são interpretadas ao vivo com acompanhamento do pianista Murilo Emerenciano que também integra a cena. O repertório, idealizado pelo diretor, traz desde o clássico do cinema Love Is A Many Splendored Thing (do filme “A Colina da Saudade”, 1955), até sucessos de grandes nomes como Maysa e Os Mutantes, chegando à atualidade com a cantora Ekena e sua composição “Todxs Putxs”.

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O espetáculo está em cartaz aos sábados, às 20h30, e aos domingos, às 19h30, no Habitat Cultural, localizado no Jardim São Paulo, zona norte da capital.

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Sinopse: sete mulheres provocadas pelo manifesto SCUM, de Valerie Solanas, se unem para apresentar um cabaré/ato em busca de justiça para a condição da mulher na sociedade. Feminicídio, assédio, gaslighting, abuso e abandono são temas abordados nas cenas que inflamam impulsos radicais que estão prestes a explodir. Em um mundo que precisa de transformações radicais, é possível promover mudanças sem ações radicais?

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Sobre o SCUM: manifesto feminista radical escrito por Valerie Solanas e publicado em 1967. Nele, a autora argumenta que os homens têm arruinado o mundo e que cabe às mulheres corrigi-lo. Para atingir este objetivo, sugere a formação da “SCUM”, uma organização dedicada a dominar a sociedade e eliminar o sexo masculino.

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Ficha Técnica
Concepção Geral e Direção: Mario Spatizziani
Dramaturgia: Elle Henriques e Mario Spatizziani
Elenco: Bianca da Costa, Cynthia Azevedo, Denise Muramatsu, Drika Nascimento, Elle Henriques, Julia Mafra e Kellen Rodrigues
Piano: Murilo Emerenciano
Iluminação: Mario Spatizziani
Fotos: Adrianne Henriques
Produção: Alex Olobardi e Kellen Rodrigues.

Local: Habitat Cultural – Rua Capitão Rabelo, 279 – Jardim São Paulo.
Próximo à estação Jardim São Paulo/Ayrton Senna do metrô
Informações e reservas: (11) 98050-7777
Capacidade: 40 lugares
Data: Até 8 de abril. Sábados, 20h30. Domingos, 19h30.
Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia)
Duração: 75 min
Classificação: 16 anos

 

 

 

Menopausa pode aumentar incidência de infecção urinária

Diminuição do estrogênio é o principal motivo para as mulheres ficarem mais suscetíveis ao problema nesse período. Uso de lubrificantes vaginais antes das relações sexuais e o consumo de extrato de cranberry são medidas preventivas eficazes

Durante a menopausa, que geralmente ocorre em mulheres na faixa etária entre 45 e 55 anos, o organismo reduz a produção do estrogênio. Com isso, a tendência é que as mucosas da vagina e da uretra fiquem finas e secas, tornando-se mais sensíveis. As consequências são dificuldade na relação sexual e infecções urinárias de repetição (ITUs).

A mulher fica mais suscetível às ITUs neste período justamente porque o estrogênio oferece proteção para todo o trato urinário. Com a diminuição desse hormônio, ocorrem a elevação do pH e alteração da flora vaginal. “Com a redução da quantidade de lactobacilos, bactérias que oferecem proteção natural, o organismo fica mais suscetível à Escherichia coli (E. Coli), responsável por 80% dessas infecções”, explica a ginecologista Daniela Gouveia.

Mulheres que têm histórico de ITU na juventude costumam apresentar a infecção de repetição durante a menopausa. Por isso, é importante tratar o problema o quanto antes e adotar medidas preventivas, como o uso de lubrificantes vaginais antes das relações sexuais, fazer reposição hormonal via vaginal, para reestabelecer o trofismo e a flora vaginal, e consumir extrato de cranberry.

Rico em proantocianidinas, conhecidas pelas propriedades antiadesivas que evitam a fixação das bactérias nas paredes do trato urinário, o cranberry atua como coadjuvante no tratamento e ajuda a bloquear a capacidade desses micro-organismos infectarem a mucosa da bexiga.

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O Aché Laboratórios reconhece as propriedades do extrato de cranberry e apresenta o nutracêutico Cisberry. Produzido a partir do fruto moído e desidratado, o produto é o único do mercado com formato de mini cápsula. Diferente dos sucos, Cisberry tem o rigor de manter em cada cápsula uma alta concentração de proantocianidinas, consideradas “o poder do cranberry”, além de ser muito mais prático.

Fonte: Aché

Mês da Mulher: cuidados com a saúde vão além dos exames ginecológicos

Especialista explica a importância dos cuidados com a saúde emocional e também da alimentação para manter um bom funcionamento de todo o corpo

O conceito de saúde definido pela Organização Mundial da Saúde é: um estado de completo bem estar físico, mental e social e não somente a ausência de enfermidades. Muitas mulheres acreditam que o cuidado com a saúde envolve apenas a visita ao ginecologista uma vez por ano para realizar os exames preventivos, que são de suma importância, porém não garantem sozinhos longevidade ou qualidade de vida.

A maior parte das pessoas ao pensar em saúde e qualidade de vida se esquece, por exemplo, da saúde mental e emocional. Segundo Cíntia Pereira, ginecologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, a visita ao ginecologista envolve aspectos que vão muito além da ginecologia em si e que se refletem na sua saúde física, emocional e em suas relações familiares, no trabalho e na sociedade como um todo.

“Uma pessoa com saúde emocional debilitada pode comprometer vários setores da sua vida: tem dificuldade em manter relacionamentos, desempenhar funções no trabalho e, até mesmo, cuidar dos filhos. Esse abalo emocional pode também prejudicar a saúde física da mulher colaborando para o surgimento de doenças alérgicas, infecciosas, autoimunes e até o câncer, além de favorecer comportamentos de risco como o sedentarismo, a qualidade nutricional ruim, o abuso de álcool, cigarro e drogas”, afirma a médica.

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Um estudo sobre saúde mental divulgado pela OMS em 2011 apontou que depressão é uma questão grave de saúde pública em todas as regiões do mundo. O estudo, conduzido em 30 países revelou que a ocorrência de transtornos mentais é duas vezes maior em mulheres. No Brasil, a pesquisa foi realizada no estado de São Paulo e apontou que 20% das mulheres apresentam episódios depressivos pelo menos uma vez ao longo da vida.

“Uma das justificativas para isso seria o acúmulo de responsabilidades sociais e expectativas no papel feminino que se intensificaram no último século, e embora representem conquistas importantes, trouxe ao universo feminino um desdobramento entre o passado e o contemporâneo num acúmulo de tarefas e expectativas que muitas vezes a levam a um colapso emocional”, explica a ginecologista.

Já a ansiedade, segundo a OMS, atinge 1 a cada 3 pessoas no mundo, o que representa 4% da população global. Entre as mulheres, 42% sofrem desse transtorno, que é definido pela Organização como sentimento constante de preocupação, de incapacidade, frustração e medo, pode manifestar-se fisicamente com náuseas, taquicardia ou “aperto” no peito, dor no estômago, problemas no sono, dificuldade de manter a concentração, entre outros.

A especialista explica ainda que a observação desses transtornos de natureza mental também deve ser avaliada na conversa com o ginecologista, que muitas vezes é o único veículo de comunicação dessa mulher e que pode, assim, indicar cuidados que vão muito além dos exames periódicos.

Alimentação e Atividade Física

Outro aspecto de grande importância na abordagem da saúde da mulher é seu estado nutricional e a realização de atividades físicas. Em uma visita ao ginecologista, o médico pode fazer o diagnóstico de distúrbios alimentares, como obesidade, anorexia ou bulimia ou mesmo comportamentos nutricionais, que se refletem no perfil metabólico e agravam doenças como diabetes, cardiopatias, hipertensão e hipercolesterolemia.

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Mais uma vez, cabe ao especialista um olhar atento. “As pacientes que passam no Hospital São Camilo com a equipe de ginecologista recebem não só a orientação para uma boa dieta rica em frutas, vegetais, leguminosos, peixes, fibras, vitaminas, sais minerais, antioxidantes, beber água, mas também são aconselhadas a mudar a atitude alimentar podendo receber um atendimento multidisciplinar com diversos especialistas, como nutricionista, nutrólogo, cardiologista, geriatra ou mesmo um psiquiatra”, explica Cíntia.

A atividade física também faz parte das atitudes que são necessárias para que a mulher mantenha sua saúde em dia como um todo garantindo uma melhor qualidade de vida e longevidade maior. No mundo contemporâneo onde desde muito jovens as mulheres assumem uma rede de compromissos entre trabalho, estudo, família e entretenimento, é comum ouvir o discurso que justifica a vida sedentária: “a falta de tempo”.

“Nos últimos anos, as pesquisas médicas apontam que boa parte da falta de saúde tem relação íntima com a falta de atividade física. Podemos observar que pessoas ativas são mais autoconfiantes, menos deprimidas e estressadas, apresentam maior vigor físico resistindo mais às doenças, mantém um peso dentro da normalidade e apresentam uma pressão arterial e frequência cardíaca em níveis mais baixos que uma pessoa sedentária. Além disso, pessoa ativa tem maior volume de oxigênio pulmonar, o que facilita suportar atividades de longa duração com mais facilidade, melhora a postura e combate os maus hábitos como cigarro, álcool e outras drogas”.

Desde junho de 2016, a Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo passou a contar nas Unidades Pompeia e Santana com o Centro de Saúde da Mulher, dedicado ao serviço de Ginecologia, suas subespecialidades e exames de diagnóstico.

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Foto: UC Health

O maior diferencial do serviço é atender todos os tipos de patologias ginecológicas em uma abordagem integral da saúde da mulher, desde a prevenção, diagnóstico e cirurgias de patologias benignas, até casos como oncologia mamária, pélvica e miomatose uterina (tumores não cancerosos no útero que surgem na fase reprodutiva da mulher), além de poder contar com toda a rede de especialistas – como nutricionistas, ortopedistas, endocrinologistas, neurologistas, cardiologistas, entre outros – do Hospital, que trabalham de forma multidisciplinar e integrada.

O atendimento ambulatorial às pacientes com horário marcado ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h às 19h, e aos sábados, das 8h às 13h.

Fonte: Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo

Mulheres bebem de graça nesse domingo em ação promocional do Zé Delivery*

*Quero pedir desculpas por esta nota que publiquei originalmente no sábado à tarde, pois não sei se alguma mulher que a leu resolveu participar. Falo isso porque eu mesma tentei, ontem, logo que o relógio marcou 14 horas eu entrei no site e comecei a me cadastrar. Até que chegou em uma parte na qual eu precisava aguardar um código que seria enviando ao meu celular por SMS. Pois é, estou aguardando o tal código até agora. Isso porque eu clicava em “reenviar” e nada. Resolvi, então, baixar o aplicativo em meu celular. Consegui, mas na hora de fazer o pedido, que tinha de ser da cerveja Corona, não havia esta marca.

Publiquei confiando no conteúdo e, infelizmente, ao menos para mim, a promoção mostrou-se ou inexistente ou muito mal feita. Portanto, desculpem novamente. Espero que isso não ocorra novamente com outras marcas. Se isso aconteceu com você também, me escreva. 

O “Zé Delivery”, serviço de entrega de bebidas, vai fazer a festa da mulherada nesse domingo (11), em parceria com a cerveja Corona. Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, o Zé vai entregar um pack com 6 longnecks para todas as usuárias que fizerem novos cadastros no aplicativo ou no site da marca. Os pedidos devem ser realizados entre às 14 e às 17 horas (ou até o término do estoque de 1.000 packs), sendo válidos exclusivamente para a cidade de São Paulo.

Para participar da ação é necessário baixar o aplicativo do “Zé Delivery” (disponível para iOS e Android), inserir o endereço ou CEP e pedir um pack de longneck Corona. Também é possível efetuar o pedido pelo site. Depois de realizar o cadastro, basta que a usuária insira o cupom #ZEMEUCRUSH dentro do horário da promoção para ter a sua bebida entregue em até uma hora, geladinha e sem custo.

Esse Zé sabe como ser fofo, né meninas?

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“Zé Delivery”

Serviço de entrega de bebidas disponível na região da grande São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Além de entregar as cervejas mais conhecidas no mercado, o aplicativo também oferece cervejas artesanais. A parceria com diversos pontos de venda da cidade garante preços super competitivos e rapidez na entrega”.

 

Magazine Luiza vai “meter a colher em briga de marido e mulher”

“Em briga de marido e mulher, não se mete a colher”. O Magazine Luiza vai desafiar o ditado popular nesta época em que se comemorada o Dia Internacional da Mulher. O Magalu venderá — em suas 860 lojas físicas e no site magalu.com — uma colher especial com os dizeres: “Em briga de marido e mulher, tem que meter a colher, sim. Ligue 180 e denuncie”.

Cada colher custará R$ 1,80, uma referência ao número de denúncia para casos de violência contra as mulheres, o Ligue 180. O valor arrecadado com a venda, ao final da campanha, será revertido a duas entidades: Instituto Patrícia Galvão, uma organização social que desde 2001 trabalha pela garantia do direito das mulheres de viver sem violência, e a rede colaborativa Mete a Colher, que funciona por meio de um aplicativo mobile, que conecta mulheres vítimas de violência com outras que podem oferecer apoio.

“Denunciar é sempre um grande desafio”, diz Ilca Sierra, diretora de marketing multicanal do Magalu. “Por isso, a empresa, que já tem um histórico de engajamento nessa luta, considera de grande importância promover campanhas que incentivem mulheres e homens a dar esse grande passo”. A ação é assinada pela agência David.

Há oito meses, o Magalu lançou uma iniciativa interna para reduzir os casos de violência contra a mulher entre suas mais de 11 000 funcionárias. Elas têm acesso ao Canal da Mulher, um sistema de denúncia – monitorado diretamente por Luiza Trajano, presidente do Conselho de Administração – cuja função é apoiar as funcionárias expostas a esse tipo de violência.

Dados publicados pelo portal G1 mostram que o Brasil registrou 4.473 assassinatos de mulheres em 2017, um aumento de 6,5% em relação ao ano anterior — o que significa uma mulher morta a cada duas horas no país.

“O envolvimento e a contribuição das empresas no enfrentamento da violência contra as mulheres são extremamente importantes. Essa campanha mostra que esse é um problema de todos: das empresas, como o Magazine Luiza, e da sociedade”, diz Jacira Melo, diretora do Instituto Patrícia Galvão.

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el Carbón brindará Dia das Mulheres com uma taça de cava

Conhecido como espumante espanhol, a bebida é tradicional na região da Catalunha, na Espanha, e será servida às mulheres que almoçarem ou jantarem na casa neste dia

Com ambiente próprio para comemorações, o espanhol el Carbón, localizado no mais novo rooftop de São Paulo – Jardim Pamplona Shopping, fará mais uma grande comemoração no Dia Internacional da Mulher. Todas as clientes que passarem pela casa em 8 de março, ganharão uma taça de Cava, bebida tradicional da região de Catalunha, Espanha, para celebrarem o seu dia.

Atum Carbón selado no carvão com purê de batatas roxa e vinagrete de manga
Atum Carbón selado no carvão com purê de batatas roxa e vinagrete de manga – Foto: Bernardo Martins

Segundo os catalães, sempre há uma boa harmonização para um Cava. Sendo assim, o Chef Martino recomenda algumas sugestões, como a Salada de Pupunha com queijo de cabra no carvão, mix de folhas com molho de mostarda e mel (Pequena: R$ 39,00 |Grande:R$ 55,00); o delicioso Atum Carbón: selado no carvão com purê de batatas roxa e vinagrete de manga (R$ 75,00) e um delicioso Brownie com calda Toffe e sorvete de caramelo com flor de sal (R$ 25,00).

delicioso Brownie com calda Toffe e sorvete de caramelo com flor de sal
Brownie com calda Toffe e sorvete de caramelo com flor de sal – Foto: Bernardo Martins

Além disso, para embalar as comemorações, assim como já está se tornando tradicional na cidade, o el Carbón traz sempre um DJ convidado às quintas, a partir das 20 horas e, no Dia Internacional da Mulher, não poderia ser diferente. Na data, o DJ Rodolpho Freitas estará a partir das 20 horas animando os clientes do restaurante.

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el Carbón: Rooftop (4º andar) do Jardim Pamplona Shopping – Rua Pamplona, 1704, Jardim Paulista. Horário de Funcionamento:Segunda a Quinta – das 12h às 15:30 e das 18h30 às 23h / Lounge – das 12h às 23h. Sexta – 12h às 15:30 e 19h à 0h / Lounge – das 12h às 24h. Sábado – das 12h às 24h / Lounge – das 12h às 24h. Domingo – 12h às 22h / Lounge – das 12h às 22h

Dia da Mulher: luta contra a violência e a violação dos direitos

Brasil registra assassinato de uma mulher a cada duas horas e quase
50 mil estupros ao ano

Chegamos a mais um dia 8 de março e, novamente, não há motivos para comemorar a data. O momento ainda deve ser se reflexão e mobilização para que, quem sabe, um dia possa ser comemorado.

Ainda hoje, não apenas no Brasil, mas em todo o mundo, mulheres lutam por seus direitos, no combate à discriminação, violência moral, física e sexual.

De acordo com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, levantamento realizado em 2017 constatou, no ano anterior, 4.606 homicídios de mulheres, ou uma a cada duas horas. O mesmo documento aponta 49.497 ocorrências de estupro, número 3,5% maior que no ano anterior.

“Estas mulheres precisam de profissionais treinados e capacitados para identificar os casos de violência, pois nem sempre elas apresentarão marcas físicas ou saberão expressar com clareza o que passaram”, afirma  Thomaz Gollop, coordenador do Grupo de Estudos sobre o Aborto (GEA) e membro da Comissão de Violência Sexual e Interrupção da Gestação Prevista por Lei da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo).

O número seria ainda maior se todos os casos fossem registrados, mas não é o que acontece. Muitos deles não são denunciados por medo, vergonha ou falta de informação. Prova disso está na conclusão de um levantamento realizado pela Fundação Perseu Abramo: uma em cada cinco mulheres considera já ter sofrido algum tipo de violência por parte de algum homem, conhecido ou não.

“Está na hora de acordarmos para esta triste realidade. A brutalidade da violência contra a mulher não está apenas no Estado Islâmico ou na Índia, mas também no Brasil, sem distinção de classe social ou grau de instrução”, alerta Gollop.

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Direitos humanos

A violência contra a mulher acontece em diferentes frentes. Na saúde, inclusive. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 830 mulheres morrem em todo o mundo de complicações com a gravidez ou relacionadas com o parto todos os dias.

A morte materna engloba episódios ocorridos durante a gestação ou até 42 dias após o parto. Isso inclui também as mortes por aborto inseguro, que são uma das principais causas, depois da hipertensão arterial na gravidez, hemorragia após o parto e infecções.

De acordo com o Ministério da Saúde, a mortalidade materna, no Brasil, em 2013, foi de pouco mais de 1500 mulheres.

“O aborto inseguro é a quinta principal causa. Em algumas localidades, como Salvador, é a primeira”, adverte o médico.

Parte destas mortes poderia ser evitada se as mulheres que recorrerem ao aborto clandestino não tivessem medo de procurar um serviço médico em caso de intercorrências. Este medo está relacionado à legislação brasileira, que considera o aborto crime, previsto nos artigos 124 a 128 do Código Penal Brasileiro, e prevê punição tanto para quem realiza o aborto como para a gestante.

O aborto só não é considerado crime quando espontâneo ou acidental, ou ainda nos casos em que existe risco à vida da gestante, quando a gravidez é resultado de violência sexual ou nos casos de fetos anencéfalos.

Vale destacar que nem o médico, nem o hospital que receber uma mulher com complicações resultantes de um aborto inseguro podem denunciá-la. Esta conduta é prevista pelo Código de Ética Médica. Sua violação é uma grave infração ética.

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Novo juramento médico

Além do Código de Ética Médica, o Juramento Médico, atualizado no final de 2017, também reforça a importância do sigilo médico e do respeito aos direitos humanos. O novo texto traz trechos como “respeitarei os segredos que me forem confiados, mesmo após a morte do doente” e “não usarei os meus conhecimentos médicos para violar direitos humanos e liberdades civis, mesmo sob ameaça”.

O novo Juramento Médico foi subscrito pela Associação Médica Mundial, pela Associação Médica Brasileira e pelo Conselho Federal de Medicina. Tendo sido publicado no Brasil, deve ser utilizado já a partir dos novos médicos que se formam este ano.

Embora ainda preserve a essência do Juramento de Hipócrates, o novo documento reflete a evolução na relação entre médico e paciente, fazendo referência ao respeito pela autonomia e dignidade do doente. Destaca, também, que o dever do médico está acima de considerações sobre idade, doença ou deficiência, crença religiosa, origem étnica, sexo, nacionalidade, filiação política, raça, orientação sexual, estatuto social ou qualquer outro fator.

Fonte: Febrasgo

 

Igualdade salarial entre homens e mulheres: tema (ainda) polêmico em pleno 2018*

Sempre que o Dia Internacional da Mulher se aproxima, aproveito para fazer um balanço do ano que passou – e também da vida.

Sei bem o quanto nos custa, como mulheres, cada conquista. E também o quanto ainda temos para conquistar, apenas para nos equipararmos em direitos a nossos pares masculinos. A batalha diária é mesmo árdua, mas estou longe de encampar slogans como “o homem é uma fêmea imperfeita”, por exemplo. Elizabeth Gould Davis, a célebre autora do também célebre O Primeiro Sexo, tem importância fundamental na luta feminista, com certeza, mas nossos inimigos, creio, não são os homens.

O que temos de mudar (aliás, isso já deveria ter acontecido) é a consciência da própria mulher, consciência de que pode ser o que quiser, escolher o próprio caminho, ser feliz consigo mesma. Esse talvez seja o maior desafio, porque estamos lidando com a autoestima, tão minada ao longo dos séculos.

Claro, não podemos dizer que nada mudou nos últimos anos. Hoje é possível detectar uma série de evoluções na vida das brasileiras. Basta lembrarmos da Lei Maria da Penha, de 2006, que já salvou a vida de milhares de mulheres desde então (e que precisa ser ainda mais intransigente no combate à violência doméstica); e também da mais recente lei que fez do feminicídio um crime qualificado de homicídio, com pena de 12 a 30 anos, e o incluiu no rol dos crimes hediondos, em 2015.

São ações essenciais como essas que devemos comemorar, assim como cada polegada conquistada no decorrer dos anos.

executiva - M. Connors

Mas também precisamos investir mais tempo e dedicação a uma questão que não poderia (ainda) ser tema polêmico, a estampar capas de revista ou editoriais de jornais mundo afora. Refiro-me ao atual estágio da desigualdade salarial nas empresas. Segundo o Fórum Econômico Mundial, em um prognóstico que considero bastante perturbador, a remuneração de homens e mulheres que ocupam o mesmo cargo só será a mesma em… 2095.

Não sei você, leitora, mas não gosto da opção de ter de viver mais 77 anos (na esperança, muito reduzida, de ainda estar por aqui palpitando) para finalmente ver transformado em realidade um cenário que não faz sentido já nos dias atuais.

Afinal, já há exemplos importantes no mundo de que é possível, sim, superar essa barreira. O mais impressionante é o da Islândia, onde, desde o início de 2018, vigora uma lei pioneira que obriga as empresas a pagarem salários iguais a homens e mulheres no desempenho das mesmas funções.

De acordo com a lei, que foi aprovada em junho do ano passado e entrou em vigor em janeiro de 2018, todas as empresas com mais de 25 funcionários terão de provar que não praticam diferenças salariais de gênero.

Na Alemanha, onde a disparidade salarial entre homens e mulheres bate os 20% – valor idêntico na Áustria e na Hungria, com a Estônia em estratosféricos 30% e a Eslovênia com a melhor performance da UE, com 10% -, uma nova lei também já obriga as empresas a informarem suas funcionárias sobre o salário de seus colegas homens em cargos idênticos. Uma saia-justa muito bem-vinda.

No Reino Unido, as empresas com mais de 250 trabalhadores têm, a partir deste ano, de tornar públicas as desigualdades salariais. E, na Espanha, trava-se uma batalha parlamentar por uma lei que obrigue a essa mesma transparência.

Em qualquer latitude, é questão, pura e simples, de se fazer justiça. Levando-se em consideração que, no Brasil, as mulheres são maioria em cursos de graduação, mestrado e doutorado desde o começo desta década (de acordo com dados recentes do Capes), creio que podemos cobrar, já na próxima década, a inversão da balança de empregos entre eles e elas.

As mulheres, no mundo inteiro, estão cada vez mais preparadas, intelectual e emocionalmente, para alcançar o sucesso pessoal e profissional – isso é um fato. O exemplo mais insólito talvez seja a Universidade de Oxford, que, em 2017, admitiu mais mulheres do que homens em seus cursos de graduação pela primeira vez em seus mais de 800 anos de existência.

Então, por que as mulheres continuam a receber menos? No Brasil, elas ganham cerca de 75% do salário dos homens na mesma função. São números do Pnad, que mudaram muito pouco nos últimos anos.

mulher executiva

Não, não vou citar a badalada capacidade multifuncional das mulheres, nem a tão festejada sensibilidade feminina. Isso não significa que estou negando as duas qualidades, muito pelo contrário, só não acho que é preciso enaltecer características inatas para provar que merecemos o que há muito já fazemos por merecer.

Não somos melhores do que ninguém e não deve ser esse o objeto da discussão. O que queremos é, apenas, respeito pela verdade dos fatos, pela verdade que estamos escrevendo há décadas.

Como diria Gloria Steinem, famosa jornalista e ativista pelos direitos femininos, “a verdade te libertará, mas, primeiro, ela vai te enfurecer”. É preciso buscar essa liberdade todos os dias, evitando apenas que a fúria bloqueie a nossa capacidade de ação e reação.

Um feliz Dia Internacional da Mulher para todas nós!

*Paula Paschoal é diretora geral do PayPal Brasil. A empresa, com sede em San Jose, na Califórnia, estabeleceu, em 2016, que mulheres e homens em cargos idênticos recebam o mesmo salário

 

Dia da da Mulher com flores e croissants na Benjamin a Padaria

Rede comemora data presenteando suas clientes com uma das atrações do cardápio

Hoje, 8 de março, a Benjamin a Padaria irá presentear as mulheres que forem às lojas da rede com flores e minicroissants de chocolate para comemorar o Dia Internacional da Mulher.

A ação irá acontecer durante o dia nas lojas da rede, exceto nas unidades instaladas nas universidades.

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Confira os endereços:

PAULISTA – Av. Paulista, 1463
AUGUSTA – Rua Augusta, 2046
PARAÍSO – Rua Desembargador Eliseu Guilherme, 86
VILA MARIANA – Rua Pedro de Toledo, 590
GALERIA OSCAR – Rua Oscar Freire, 1052
HIGIENÓPOLIS – Rua Maranhão, 220
CONSOLAÇÃO – Rua da Consolação, 2096
JARDINS I – Alameda Joaquim Eugênio de Lima, 1220
JARDINS II – Alameda Casa Branca, 720
PAMPLONA I – R. Pamplona, 1704
PAMPLONA II – R. Pamplona, 676
PINHEIROS – R. dos Pinheiros, 573
SHOPPING ELDORADO – Piso Térreo – Avenida Rebouças, 3970
ITAIM BIBI – Avenida São Gabriel 491
ITAIM BIBI BANDEIRA PAULISTA – Rua Bandeira Paulista 485
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