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Drogavet apresenta fórmula exclusiva para medicar pets

Tutores de pets de todo o país passam a ter acesso aos medicamentos oftálmicos exclusivos manipulados pela empresa

A Drogavet lançou oficialmente seu e-commerce durante a Pet South America, que foi realizada em São Paulo. Os produtos oftálmicos, são os primeiros itens já disponíveis para venda online, tais como: EDTA-Na2, Tacrolimus e Ciclosporina, em suas diferentes concentrações, e foram escolhidos pelo ineditismo da rede em criar o primeiro laboratório estéril oftálmico exclusivamente pet no país, localizado em Curitiba, de onde partirão todos os pedidos.

Foto: Priscilla Fiedler
Foto: Priscilla Filder

Após selecionar o medicamento e a composição ideal, o internauta deve anexar a receita do veterinário do pet e o site o direcionará à área de pagamento. O sistema Getnet aceita todos os cartões, nas modalidades débito e crédito. Além disso, por se tratarem de produtos de uso contínuo, a rede concede 5% de desconto na compra de duas unidades do mesmo produto e de 10% na compra de três.

As demais formas farmacêuticas como, biscoitos medicamentosos, pastas, filmes orais, pomadas, sprays, emulsões, géis, mouses, sachês, suspensões, xampus, condicionadores, xaropes e as novas caldas doces e molhos salgados podem ser orçados pelo site institucional da empresa e a venda é concluída pela unidade mais próxima do internauta. “Nossa expectativa é aumentar nosso cardápio de medicamentos para venda online até o fim do ano”, informa a sócia-fundadora da empresa, Sandra Schuster.

Caldas (doces) e  molhos (salgados) 

Caldas e Molhos

As caldas e os molhos trazem uma inovação substancial no modo de medicar os pets: em novos frascos com válvula pump dosadora, com capacidade de 30ml e 50ml, na qual cada pulsação libera 1ml de medicamento. Os sabores variam entre abacaxi, banana, baunilha, canela, doce de leite, nozes, cenoura, frango, queijo, picanha e salsicha, entre outros.

Informações: Drogavet

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Saiba como evitar doenças que afetam os olhos dos pets

Além da conjuntivite comum na época de tempo seco, veterinária da Petz explica sobre a importância do diagnóstico precoce para problemas como glaucoma e catarata, que podem cegar

Tropeçar e bater em objetos, olhos vermelhos e lacrimejantes, aumento de secreção, piscar compulsivamente e dores na região ocular são sinais de que alguma coisa não está bem com os pets. A veterinária Natalie Rodrigues, especialista em oftalmologia da Petz, explica que além da conjuntivite, comum nesta época de tempo seco, doenças graves como o glaucoma e catarata também afetam os pets. Por isso, a consulta veterinária todos os anos é essencial para a prevenção e o diagnóstico precoce.

“O glaucoma é a doença mais séria, porque normalmente o dono só consegue perceber quando o pet já está cego. Na maioria das vezes é uma doença dolorida na sua fase aguda e precisa ser diagnosticada e medicada o quanto antes. A catarata também pode cegar, porém na maioria das vezes, é resolvida com a cirurgia e o animal pode recuperar totalmente a visão. O quanto antes diagnosticada, melhor o sucesso da cirurgia”, afirma Natalie.

gato no veterinario pixabay

Para o diagnóstico de uma doença ocular, o veterinário oftalmologista precisa examinar e fazer todos os testes: teste de fluoresceína, teste de schirmer, fundo do olho, pressão ocular. Os tratamentos são vários, depende do problema que o pet apresenta. Muitas doenças são tratadas com antibióticos, lágrimas artificiais, outras com procedimentos cirúrgicos.

Entre as raças mais propícias a terem problemas estão as braquicefálicas, de focinho achatado, como pug, shih tzu e buldogues, por apresentarem o bulbo ocular maior e a órbita mais rasa.

Prevenção

Além da visita ao veterinário oftalmologista duas vezes ao ano, Natalie orienta o uso de xampu específico só na cabeça, para não arder os olhos. E quando for passear de carro, não deixar que o pet fique com a cabeça para fora da janela, assim evita um ressecamento da córnea e as úlceras. Manter os pelos ao redor dos olhos limpos e curtos, ou se forem longos, manter de forma que não entrem dentro dos olhos.

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Outra dica é acostumar desde cedo a limpeza dos olhos com gaze e água filtrada ou soro fisiológico. Assim, caso um dia precise usar colírio ou pomada, o pet já está adaptado com a manipulação nessa região.

As doenças oculares nos pets

1 – Úlceras de córnea são feridas que ocorrem por trauma, bactérias e fungos.

2 – Ceratoconjuntivite seca (CCS) é uma doença ocular comum em cães, caracterizada pela deficiência da parte aquosa do filme lacrimal, na qual resulta em ressecamento, inflamação da conjuntiva e até pigmentação da córnea.

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3 – Distiquíase são cílios que nascem em lugar que não deveriam existir (rima palpebral) e podem ficar em contato com a córnea.

4 – Entrópio – inversão das pálpebras, que ficam em contato com a córnea, podendo causar úlceras.

5 – Glaucoma é uma neuropatia óptica que pode ocorrer o aumento da pressão intraocular.

6 – Catarata é a opacidade do cristalino, ou seja, da lente do olho que pode comprometer a visão.

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Foto: Warren Photographic

7 – Conjuntivite – com o tempo seco, os olhos dos pets podem ficar mais vermelhos, lacrimejar e coçar. Isso pode fazer com que eles tentem aliviar a coceira com as patinhas, provocando lesões ou até levar bactérias para os olhos, causando a infecção chamada de conjuntivite.

Fonte: Petz

Fogos de artifício na Copa e Festa Junina podem cegar

Segundo o CFM (Conselho Federal de Medicina), nos últimos dez anos, o Brasil registrou mais de 5 mil internações causadas por fogos de artifício; especialista do H.Olhos – Hospital de Olhos dá dicas de como se proteger e do que fazer em caso de acidente​

A cada quatro anos, dois eventos muito queridos no Brasil acontecem na mesma época. Desde meados de junho, brasileiros de todas as regiões se unem em comemorações da Copa do Mundo e Festa Junina. Em meio às celebrações, a presença dos fogos de artifício aumenta consideravelmente, trazendo alguns riscos, que podem até ser fatais. Um dos órgãos mais expostos aos perigos são os olhos, sujeitos a lesões graves, como queimaduras, danos na córnea ou perda irreversível da visão.

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Segundo levantamento do CFM (Conselho Federal de Medicina), entre 2008 e 2017, foram registradas 5.063 internações no Brasil, causadas por acidentes com fogos de artifício. Os dados mostram que 2014, quando o País recebeu a Copa do Mundo, foi o ano com maior número de casos. O estudo sugere que um fato esteja associado ao outro.

“Os acidentes mais comuns no período de Festas Juninas e Copa Do Mundo vêm dos fogos de artifício, que causam queimaduras e explosões, com acometimento das mais variadas partes do corpo”, ressalta Pedro Antonio Nogueira Filho, chefe do pronto-socorro do H.Olhos – Hospital de Olhos.

“Os olhos ficam extremamente expostos. Os principais riscos são os traumas, tanto os contusos quanto os contuso-perfurantes, que podem prejudicar a função visual de forma imediata, temporária ou definitiva”, explica.

De acordo com o especialista, é fundamental que a manipulação dos fogos seja feita exclusivamente por adultos, pois são compostos por materiais altamente inflamáveis. O médico também aconselha a utilização de equipamentos básicos de segurança, como óculos de proteção individual e luvas, além de manter a distância mínima do produto, determinada pelo fabricante.

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“Em caso de acidente, a vítima deve lavar incessantemente, em água corrente, a região da queimadura. Em seguida, deve ir imediatamente ao pronto-atendimento oftalmológico mais próximo”, alerta Nogueira Filho.

Fonte: Grupo H.Olhos

N.R.: Mais um ótimo motivo para você não soltar fogos

Bastante comum nesta época do ano, conjuntivite pode ser evitada

Mudanças na temperatura, ambientes mais fechados e má higienização das mãos favorecem a transmissão da doença

Engana-se quem pensa que é apenas a pele que precisa de atenção especial durante os períodos mais frios. Os olhos também pedem cuidados redobrados nesta época do ano. “É durante a estação de transição entre os meses quentes e frios, em que a umidade do ar é mais baixa, que há grande proliferação de micro-organismos no ar que causam a conjuntivite”, explica o médico oftalmologista André Luís Alvim Malta, consultor das Óticas Diniz – maior rede do varejo óptico do Brasil.

Ainda de acordo com o especialista, outros fatores contribuem para a disseminação da doença. “Por causa das folhas das árvores, que caem com maior frequência no período, e os ambientes mais cheios e fechados, com grande aglomeração de pessoas por conta do tempo seco, os olhos ficam mais sucetíveis à afecção, inclusive porque há maior quantidade de poeira no ar. Tudo isso facilita a transmissão da conjuntivite”, afirma.

Existem três formas mais comuns da doença: bacteriana, viral e alérgica. Os principais sintomas são coceira, lacrimejamento, olhos vermelhos, secreção e sensibilidade à luz. Na conjuntivite viral os olhos ficam ainda mais inchados, podendo haver lesão nas córneas.

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Foto: WebMd

“No caso da conjuntivite alérgica, pessoas que sofrem com rinite, asma, tosse alérgica ou dermatites são mais propensas. Isso acontece porque há uma reação de hipersensibilidade a um agente específico ou substância estranha ao organismo. Normalmente poeira, ácaros e o pólen das plantas desencadeiam a doença. Porém, diferentemente dos dois primeiros casos, a conjuntivite alérgica não é transmissível”, explica Malta.

O tratamento deve ter sempre a orientação de um médico oftalmologista. “Este é o único profissional capacitado para isso. Cada colírio tem uma indicação específica que pode ter como efeito colateral o aumento da pressão ocular e o desenvolvimento da catarata, por exemplo. Já o uso de compressas geladas, com o descarte da gaze ou do algodão no lixo logo após serem utilizados, aliviam o desconforto e a coceira, e evitam a contaminação”, explica o especialista.

A falta de hábitos saudáveis de higiene, como o compartilhamento de objetos pessoais, favorecem a doença nesta estação. “A prevenção deve ser feita o ano inteiro, e não apenas durante o outono&inverno, que costuma ter mais casos de conjuntivite. Por isso, evite usar fronhas e maquiagens de outras pessoas, mantenha as mãos limpas e longe do contato com o olhos, enxague o rosto apenas com toalha de papel e fique longe da exposição de agentes irritantes, como fumaça e alérgenos”, finaliza Malta.

Fonte: Óticas Diniz

Diabetes é tema de palestra educativa do H.Olhos Paulista

Evento acontece em função do Dia Mundial do Diabetes, celebrado em 14 de novembro

Com objetivo de alertar a população sobre o diabetes, uma das principais causas de cegueira em adultos, em 11 de novembro, o H.Olhos Paulista, em parceria com o Instituto Verter, realizará uma palestra para conscientizar e informar sobre como os altos níveis de glicose no sangue podem levar ao surgimento de problemas oculares, como retinopatia diabética e catarata. Afinal, 40% dos diabéticos são acometidos por alterações oftalmológicas.

O palestrante, Renato Magalhães Passos, especialista em retina do H.Olhos Paulista, abordará as causas, diagnóstico, tratamento e controle do diabetes, em busca da promoção de uma melhor qualidade de vida.

Os participantes poderão tirar dúvidas com o médico e, ao final do evento, será realizado gratuitamente o exame de fundo de olho, que consiste em examinar as artérias, veias e nervos da retina e identificar quaisquer tipos de alterações que possam indicar retinopatia diabética.

A palestra é gratuita e aberta ao público.

Confira a programação:

9h Recepção/Coffee
9h30 Palestra: Diabetes, do diagnóstico ao tratamento
10h

 

Bate-papo com Renato Magalhães Passos, especialista em retina do H.Olhos Paulista
10h45 Avaliação de fundo de olho
12h30 Encerramento

OFTALMOLOGISTA OLHOS EXAME

Ação Educativa – Dia Mundial do Diabetes

Data: 11/11 – Sábado
Horário: das 9h às 12h30
Local: Anfiteatro H.Olhos Paulista
Endereço: Rua Abílio Soares, 218 – Paraíso – São Paulo (SP)
Inscrições: secretaria@institutoverter.com.br até dia 10/11/17
Informações: (11) 3050-3342

 

Quatro dicas para aplicar colírio da forma correta e evitar doenças

Colírio é um medicamento utilizado normalmente por quem tem frequente irritação nos olhos ou trata de alguma enfermidade ocular. É por isso que existem diversos tipos do remédio, com diferentes composições e indicações, que devem ser utilizados com bastante cautela.

“Muitas pessoas não conhecem as diferenças e acabam prejudicando a vista pelo uso incorreto. Além dos colírios convencionais, existe o antibiótico para uso mais complexo, que só pode ser adquirido com prescrição médica”, explica  Alexandre Misawa, oftalmologista do Hospital San Paolo, centro hospitalar de média complexidade localizado na zona norte de São Paulo.

Contudo, há colírios que são vendidos sem receita – entre eles, os anti-inflamatórios -, utilizados normalmente para quadros de inflamação e pós-operatório. E é aí que está o perigo. “O uso desse tipo de colírio em excesso e sem orientação médica pode provocar catarata e glaucoma medicamentoso, doenças que podem levar à cegueira”, ressalta.

Segundo o médico, o colírio é, sim, o melhor medicamento para tratar enfermidades dos olhos, pois ele atinge diretamente o globo ocular e apresenta uma ação mais eficiente. Entretanto é preciso cautela na administração. Confira algumas dicas para evitar reações adversas:

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Pixabay

-Certifique-se de que está usando um colírio, pois muitos pacientes confundem o medicamento com remédios antifúngicos;

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Imagem: Farmacêutico Digital

-Cheque sempre a validade do produto;

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-Não compartilhe o mesmo colírio com outras pessoas. O uso compartilhado pode facilitar a contaminação e desencadear doenças em olhos que antes eram livres de enfermidades;

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ClipArt/Pixabay

-Aplique o remédio e mantenha os olhos fechados por alguns segundos. O comum ato de piscar continuamente faz com que o colírio escorra, o que além de desperdiçar acaba diminuindo o efeito do medicamento.

Fonte: Hospital San Paolo

Glaucoma: certas posições de ioga podem afetar a pressão ocular

Os pacientes com glaucoma podem sofrer aumento da pressão ocular como resultado de várias posições de cabeça para baixo, enquanto praticam ioga, informa um novo estudo, publicado na revista PLOS ONE.

O glaucoma é a principal causa de cegueira irreversível, nos Estados Unidos, e pode afetar dramaticamente a qualidade de vida dos pacientes, causando perda visual de moderada a grave.

“Danos ao nervo óptico ocorrem em pacientes com glaucoma quando a pressão dos fluídos que circulam dentro dos olhos aumenta. A pressão intraocular elevada (PIO) é o fator de risco mais conhecido para o dano glaucomatoso e, atualmente, o único fator modificável para o qual o tratamento tem um efeito comprovado na prevenção ou no retardamento da progressão da doença”, afirma o oftalmologista Virgílio Centurion, diretor do IMO, Instituto de Moléstias Oculares.

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Foto: FreeGreatPicture

“Embora todo médico encoraje seus pacientes a adotar um estilo de vida ativo e saudável, certos tipos de atividades físicas, incluindo flexões e levantamento de peso, devem ser evitadas por pacientes com glaucoma devido ao risco de aumento da PIO e de possíveis danos ao nervo óptico. O novo estudo ajuda os oftamologistas a aconselharem os seus pacientes sobre o risco potencial associado com várias posições de ioga e outros exercícios que envolvem poses invertidas”, explica a especialista em glaucoma do IMO, a oftalmologista Márcia Lucia Marques.

Em pesquisas anteriores, estudos e relatos de casos tinham testado apenas a posição headstand da ioga, que mostrou uma elevação da PIO. No novo estudo, os pesquisadores contaram com participantes saudáveis, ​​sem doença ocular, e pacientes com glaucoma, que realizaram uma série de posições de ioga invertida. Os pesquisadores mediram a PIO, em cada grupo, na linha de base sentada, por dois minutos enquanto mantinham a pose, logo após terem executado as poses invertidas e depois novamente 10 minutos depois de descansarem na posição sentada.

“Os participantes – com e sem glaucoma – mostraram um aumento da PIO em todas as quatro posições de ioga invertidas, com um maior aumento de pressão ocorrendo durante a postura cão olhando para baixo. Quando as medições foram feitas depois que os participantes retornaram a uma posição sentada e novamente depois de esperar dez minutos, a pressão, na maioria dos casos, permaneceu ligeiramente elevada a partir da linha de base”, afirma Márcia.

Como sabemos que qualquer PIO elevada é o fator de risco mais importante para o desenvolvimento e a progressão de danos aos nervo óptico, o aumento da PIO, após a realização de poses de ioga invertidas é uma preocupação para os pacientes com glaucoma e seus oftalmologistas. “Os pacientes devem ser aconselhados a compartilhar com seus instrutores de ioga sua doença para permitir modificações durante a prática de ioga”, destaca a oftalmologista.

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A equipe de pesquisadores enfatiza também a importância de educar os pacientes com glaucoma sobre todos os riscos e benefícios relacionados aos exercícios físicos e à visão, bem como quaisquer outros fatores que possam afetar a progressão do glaucoma, incluindo dieta, estilo de vida e outras co-condições mórbidas, como o diabetes.

Fonte: IMO

 

Dia Nacional de Combate ao Glaucoma alerta sobre doença silenciosa

Data de 26 de maio é marcada para lembrar de patologia que é uma das principais causas de cegueira no mundo

O glaucoma é a segunda maior causa de cegueira irreversível no mundo. Estima-se que atualmente existam 4,5 milhões de pessoas acometidas pela doença. Só no Brasil, segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), existem 1,2 milhões de cegos e acredita-se que entre 60% e 80% dos casos são decorrentes do glaucoma e poderiam ser evitados e/ou tratados.

Para chamar a atenção da sociedade para o problema, hoje, 26 de maio, é celebrado o Dia Nacional de Combate ao Glaucoma, que visa à prevenção e disseminação de informações sobre a doença. Segundo a oftalmologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, Renata Rabelo Ferretti, existem vários tipos de glaucoma e o ideal é trabalhar com a prevenção.

“O tipo mais comum é o glaucoma de ângulo aberto e está, na maioria dos casos, relacionado à idade. Porém, existem outros que podem ser decorrentes da predisposição genética ou relacionados a doenças como Hipertensão Arterial e Diabetes. Portanto, o ideal é que a partir dos 40 anos, todos procurem um oftalmologista anualmente para prevenção e detecção precoce da doença.”

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Em sua forma mais comum, o glaucoma é uma doença assintomática. Os seus danos mais sérios aparecem com o decorrer do tempo, o que reforça a importância da prevenção e das consultas anuais, principalmente para o grupo de risco. Em uma fase mais avançada, a doença tem sintomas como perda progressiva da visão e o estreitamento do campo visual.

Segundo a oftalmologista, a medicina tem conquistado muitos avanços nos tratamentos do glaucoma, que é muitas vezes uma doença ignorada pelos pacientes. “O tratamento inicial consiste em uso de colírios hipotensores e, em alguns casos, indica-se a cirurgia filtrante ou com implantes de válvulas para controle da pressão intraocular. Porém, a medicina vem avançando nos tratamentos e hoje existem outras opções mais avançadas. O implante de microválvula, por exemplo, consiste em um procedimento cirúrgico, onde é implantada uma microválvula na câmara anterior do olho para que haja um maior escoamento do humor aquoso – líquido contido na parte anterior do olho – que pode ser responsável pelo aumento da pressão intraocular, levando ao glaucoma”, explica a especialista.

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Foto: J. Durham/MorgueFile

Para identificar a doença, é importante que sejam realizados exames específicos que podem constatar se a pressão dentro do olho está alta. Na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo estão disponíveis exames de tecnologia avançada como a Campimetria Computadorizada, procedimento que avalia as alterações no campo de visão que não são perceptíveis ao paciente e que podem ser ocasionadas por diversas patologias, principalmente o glaucoma.

Fonte: Hospital São Camilo de São Paulo

Qual a pior coisa que poderia acontecer? Pessoas responderam “ficar cego”

Um ensaio publicado no The New York Times, em novembro de 2016, por Edward Hoagland, escritor, romancista, 84 anos, amante da natureza e de viagens, vem causando repercussão, pois expressou temores comuns sobre os efeitos da perda de visão sobre a qualidade de vida.

Hoagland, que ficou cego há cerca de quatro anos, projetou uma profunda tristeza ao descrever os desafios que ele enfrenta ao derramar café, para chegar ao banheiro, localizar um número de telefone, encontrar a comida no prato e saber com quem ele está falando, isso para não falar das compras e viagens, quando ele, muitas vezes, tem que depender da bondade de estranhos. E, naturalmente, ele lamenta profundamente não poder admirar a natureza, que inspirou a sua escrita, embora ele ainda possa ouvir os pássaros nas árvores, as folhas se mexendo com o vento e as ondas quebrando na praia.

Hoagland não está sozinho em sua angústia. De acordo com a Action for Blind People, uma ONG britânica, aqueles que perderam alguma ou toda a visão “lutam com uma gama de emoções: choque, raiva, tristeza, frustração e depressão”.

“Quando a visão falha, algumas pessoas se tornam socialmente desengajadas, o que leva ao isolamento e à solidão. A ansiedade sobre uma série de questões – quedas, erros de medicação, perda de emprego, erros sociais – é comum”, afirma o oftalmologista Virgílio Centurion, diretor do IMO, Instituto de Moléstias Oculares.

Enfrentando a cegueira

Um estudo recente de pesquisadores do Wilmer Eye Institute, da Escola de Medicina da Universidade Johns Hopkins, descobriu que a maioria dos americanos considera a perda de visão a pior doença que pode acontecer a eles, superando condições como perda de membros, memória, audição ou fala, ou ainda descobrir que tem HIV / AIDS. “De fato, a baixa visão fica atrás da artrite e das doenças cardíacas como a terceira causa crônica mais comum de deficiência em pessoas com mais de 70 anos”, diz Virgílio Centurion.

Cerca de 23,7 milhões de adultos americanos relataram em 2015 que eram incapazes de ver ou tinham dificuldade em ver mesmo com lentes corretivas. Este número pode dobrar até 2050 com base no envelhecimento da população e no aumento da prevalência de doenças que podem causar perda de visão. No entanto, o estudo do Wilmer Eye Institute, com 2.044 adultos, descobriu que muitos americanos não têm conhecimento das doenças e dos fatores que podem colocar sua visão em risco e quais as medidas que podem tomar para reduzir seu risco.

A mensagem mais valiosa advinda do estudo sobre a perda de visão é a importância de fazer um exame completo do olho pelo menos uma vez, a cada dois anos, se não anualmente. Muitas condições de perda de visão podem ser efetivamente tratadas se detectadas precocemente, em muitos casos limitando ou eliminando os danos à visão.

Conhecer as doenças oculares

Quatro doenças oculares – degeneração macular relacionada à idade, retinopatia diabética, glaucoma e catarata – são responsáveis ​​pela maioria dos casos de cegueira de adultos e de baixa visão entre pessoas nos países desenvolvidos. Ao contrário de muitas outras doenças associadas com o envelhecimento, elas não causam dor e, muitas vezes, não apresentam sintomas iniciais e, portanto, não fazem o paciente automaticamente procurar cuidados médicos. Mas um exame completo, feito por um oftalmologista, pode detectá-las em seus estágios iniciais, iniciar um tratamento que possa retardar ou interromper sua progressão ou, no caso de catarata, restaurar a visão normal.

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Catarata

“As cataratas são a causa mais comum de perda de visão entre as pessoas com mais de 40 anos. Elas formam uma nuvem gradual no cristalino, um tecido normalmente transparente atrás da íris e da pupila que ajuda a focar imagens na retina. Conforme as cataratas progridem, torna-se cada vez mais difícil ver claramente, prejudicando a capacidade de ler, dirigir ou reconhecer rostos”, afirma Virgílio Centurion, autor do livro Cirurgia de Catarata com Femtosegundo, CICAFE, pela editora Cultura Médica.

Prevenir ou retardar o desenvolvimento da catarata envolve proteger os olhos de danos causados ​​pelo sol, não fumar, consumir uma dieta rica em vegetais e frutas e, se o paciente tiver diabetes, manter o açúcar no sangue sob controle.

No passado, os oftalmologistas geralmente aconselhavam os pacientes com catarata a esperar até que a catarata estivesse avançada ou “madura”, antes de removê-la cirurgicamente. Isso não é mais o caso hoje. A cirurgia de catarata agora é feita quando a condição começa a afetar a qualidade de vida de uma pessoa ou interfere na sua capacidade de realizar atividades normais.

“A cirurgia é quase sempre realizada sob anestesia local em regime ambulatorial. Se ambos os olhos têm catarata, como é geralmente o caso, o segundo olho é tipicamente tratado algumas semanas após o primeiro para evitar o risco raro de uma infecção pós-operatória em ambos os olhos. A operação envolve a remoção da lente nublada e, na maioria dos casos, a substituição por uma lente artificial clara que, muitas vezes, dá ao paciente uma visão melhor do que a que ele tinha, mesmo antes de desenvolver catarata”, conta Centurion.

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Degeneração macular

“A degeneração macular, uma das principais causas de perda de visão entre os americanos de 60 anos ou mais, envolve uma perda irreversível de células retinianas que rouba a visão central necessária para ler, assistir a um programa de TV ou identificar um rosto ou objeto à sua frente. Existem dois tipos, seca e úmida. No tipo seco, as células sensíveis à luz na mácula, uma estrutura próxima ao centro da retina, gradualmente se danificam. No tipo úmido, vasos sanguíneos anormais crescem sob a mácula”, afirma o oftalmologista Juan Caballero, que também integra o corpo clínico do IMO.

Para diminuir o risco de degeneração macular ou retardar sua progressão é recomendável não fumar, comer muitos vegetais verdes folhosos escuros, usar óculos escuros para bloquear a luz ultravioleta e tomar um ou mais suplementos formulados para apoiar a saúde macular. “Existem também tratamentos específicos para a doença em sua forma úmida, incluindo cirurgia a laser, terapia fotodinâmica e fármacos que são injetados no olho para retardar o crescimento de vasos sanguíneos anormais”, diz Juan Caballero.

Retinopatia diabética

“A retinopatia diabética, causa da maioria dos casos de cegueira em adultos americanos, também afeta a retina sensível à luz, prejudicando a visão de mais da metade das pessoas com diabetes com 18 anos ou mais. A prevenção mais eficaz é manter um nível normal de glicose no sangue através de medicação e um equilíbrio adequado de dieta e exercícios. A glicose no sangue deve ser monitorada rotineiramente, a pressão arterial elevada efetivamente tratada e o tabagismo evitado completamente”, destaca Caballero.

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Cena do Filme Ray, sobre o músico Ray Charles, que teve glaucoma

“O glaucoma, outra causa principal de cegueira, envolve um aumento na pressão do fluido dentro do olho que danifica o nervo óptico. Afeta mais de quatro milhões de americanos, cerca de metade dos quais não sabem que têm a doença, e é especialmente comum entre negros e hispânicos. Pode ser detectado com um exame oftalmológico abrangente, que deve ser feito anualmente por negros e aqueles com uma história familiar da doença. Embora o glaucoma não seja curável, o tratamento para reduzir a pressão no olho é feito com colírios, e, em alguns casos, medicamentos ou cirurgia podem controlar a condição”, afirma a especialista em glaucoma do IMO, a oftalmologista Márcia Lucia Marques.

Fonte: IMO

Como limpar óculos

As dicas para limpar as lentes de óculos sem riscar as lentes ou causar outros danos são as mesmas para óculos de grau, óculos de sol, óculos de segurança e óculos de esportes

Limpar os óculos diariamente é a melhor maneira de preservá-los e de evitar arranhões nas lentes e outros problemas oculares. Mas há uma forma correta de se fazer isso. E muitas maneiras erradas quando se trata de como limpar os óculos.

O oftalmologista Virgílio Centurion, diretor do IMO, Instituto de Moléstias Oculares, ensina: “As dicas para limpar as lentes de óculos sem riscar as lentes ou causar outros danos são as mesmas para óculos de grau, óculos de sol, óculos de segurança e óculos de esportes”, destaca o médico.

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1. Lave e seque bem as mãos. Antes de limpar seus óculos, certifique-se de que suas mãos estão livres de sujeiras, cremes, óleos ou qualquer outra substância que possa ser transferida para as lentes. Use um bom sabonete, que pode ser líquido ou em barra, para lavar as mãos e as seque numa toalha limpa e sem fiapos;

2. Lave seus óculos sob um fluxo constante e suave de água da torneira morna. Isto removerá a poeira e outras substâncias e pode ajudar a evitar riscar suas lentes quando você as está limpando. Evite a água quente, que pode danificar o revestimento das lentes de alguns óculos;

3. Aplique uma gota de detergente líquido em cada lente. A maioria dos detergentes para lavar louça é concentrado, por isso use apenas uma pequena quantidade. Ou aplique uma gota ou duas na ponta do seu dedo. Use apenas marcas que não incluem loções ou hidratantes para as mãos;

4. Esfregue suavemente ambos os lados das lentes e todas as partes da armação por alguns segundos. Certifique-se de limpar cada parte, incluindo as almofadas de nariz e as extremidades que repousam atrás das orelhas. Certifique-se de limpar a área onde a borda das lentes faz a moldura do rosto, local onde poeira, detritos e óleos da pele podem se acumular;

5. Enxágue bem os dois lados das lentes e da armação. Não conseguir remover todos os vestígios de detergente fará com que as lentes fiquem manchadas quando você as secar;
6. Agite suavemente os óculos para eliminar a maior parte da água das lentes. Inspecione as lentes com cuidado para se certificar de que estão limpas;

7. Seque cuidadosamente as lentes e a armação com uma toalha limpa e sem fiapos. Use um pano de prato que não tenha sido lavado com um amaciante (esta substância pode manchar as lentes). Uma toalha de algodão que você usa para limpar vidros é uma boa escolha. Certifique-se de que a toalha está perfeitamente limpa. Sujeira ou detritos presos nas fibras de uma toalha podem arranhar suas lentes;

8. Inspecione as lentes novamente. Se as manchas permanecerem, use um pano de microfibra limpo para removê-las. Esses panos sem fiapos estão disponíveis na maioria das óticas ou lojas de fotografia.

Para limpeza dos óculos, quando você não tiver os suprimentos acima disponíveis, tente embalar cada lente, individualmente, em lenços de limpeza de lentes descartáveis. Eles são formulados especificamente para este uso. Não use substitutos.

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Foto: Vintandyork

Limpadores de óculos e panos de limpeza

“Sprays limpadores de óculos estão disponíveis nas drogarias. Eles podem ser úteis se você estiver viajando ou não têm acesso a sabonete, detergente e água da torneira limpa. Se a água da torneira não estiver disponível para enxaguar as lentes, antes de limpá-las, use o spray em abundância para limpar a poeira e outros detritos antes de limpar as lentes”, orienta a oftalmologista Meibal Junqueira, que também integra o corpo clínico do IMO.

Se suas lentes têm revestimento antirreflexo (AR), certifique-se que o limpador de óculos que você escolheu é aprovado para uso em lentes desse tipo.

Ao usar lenços de limpeza de lentes descartáveis pré-umedecidos e embalados individualmente, primeiro inspecione as lentes quanto à poeira ou detritos. Sopre todas as partículas antes de limpar as lentes, para evitar arranhões.

Panos de limpeza de microfibra são uma excelente escolha para limpeza de óculos. Estes panos secam as lentes de forma muito eficaz e eliminam a oleosidade, o que evita manchas.

Certifique-se também de lavar os panos de limpeza dos óculos com frequência. Lave-os com água e detergente e deixe o pano secar ao ar.

Como remover arranhões de óculos?

“Infelizmente, não há solução mágica para lentes riscadas. Uma vez riscadas, não há reparo possível. Alguns produtos prometem deixar os arranhões menos visíveis – mas são essencialmente substâncias cerosas que se desgastam facilmente, e os resultados são pobres, dependendo da localização e da profundidade dos arranhões. Além disso, estes produtos, muitas vezes, estragam as lentes que têm revestimento AR”, alerta a oftalmologista Meibal Junqueira.

Além de refletir luz e interferir na visão, arranhões podem afetar a resistência ao impacto das lentes. “Para melhor visão e segurança, a melhor coisa a fazer quando os arranhões são significativos é comprar lentes novas. Ao comprar novas lentes, priorize as que têm um revestimento durável resistente a riscos”, recomenda a médica.

Quando fazer uma limpeza profissional nos óculos?

Se as lentes estão em boa forma, mas as almofadas de nariz ou outros componentes da armação tornaram-se impossíveis de limpar, consulte o seu oftalmologista. Às vezes, os óculos podem ser limpos mais cuidadosamente com um dispositivo de limpeza ultrassônica e as almofadas do nariz amareladas podem ser substituídas por novas. Essas modificações podem ser feitas nas óticas.

Use um estojo de armazenamento protetor

As lentes dos óculos podem facilmente ser arranhadas se você não as armazenar em algum lugar seguro. Isso inclui quando você tirá-los ao deitar. Sempre armazene seus óculos em uma caixa de óculos limpa e nunca os coloque em uma mesa ou balcão com as lentes voltadas para baixo.

“Se você não tem um estojo de óculos à mão, coloque seus óculos de cabeça para baixo com as pernas abertas em algum lugar seguro, de onde eles não possam ser derrubados”, ensina a médica do IMO.

Lentes não duram para sempre

“Todas as lentes de óculos vão apresentar alguns arranhões, ao longo do tempo, devido ao uso normal, à exposição ao ambiente e às quedas. As lentes são resistentes a arranhões, mas não são à prova de arranhões”, destaca a oftalmologista.

O que não fazer na hora de limpar os óculos

1. Não use a camiseta ou outras peças de roupa para limpar as lentes, especialmente quando as lentes estão secas. Isso pode arranhá-las;
2. Não use saliva para molhar suas lentes;
3. Se você não tiver spray limpador, não use produtos de limpeza da casa, como limpa-vidros, para limpar os óculos. Estes produtos têm componentes que podem danificar as lentes e os revestimentos, principalmente o antirreflexo;

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4. Não use toalhas de papel, papel higiênico ou guardanapos para limpar suas lentes. Eles podem riscar ou manchar suas lentes ou deixá-las cheios de fiapos;
5. Não tente eliminar um arranhão em suas lentes. Qualquer ação nesse sentido só vai piorar a situação.

Fonte: IMO