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Como cuidar dos olhos no verão

Confira dicas de como evitar os graves problemas causados pelo calor e sol 

A chegada do verão vem acompanhada dos altos índices de radiação solar. A incidência dos raios ultravioleta e as altas temperaturas desta estação podem ser muito prejudiciais à saúde e o uso de protetor solar não é o único cuidado a ser tomado. Os óculos solares com proteção UV também são fundamentais, já que evitam queimaduras oculares e exposição às radiações nocivas, além de trazerem conforto e estilo.

Pensando nisso, é fundamental que se tenha um critério rigoroso no momento da compra do acessório. A maioria dos produtos piratas não possui filtros e geram efeito reverso ao desejado, provocando um estrago ainda maior. Para evitar doenças, como catarata e, até mesmo, alterações na retina, é preciso escolher o produto certo e levar em conta diversas variáveis, porque cada modelo, material, tamanho, cor, tratamento e tipo de lente tem uma especificidade.

Essa demanda do mercado, de quem está procurando óculos não só pela estética, mas, também pela segurança dos olhos, já está no radar de importantes empresas do setor, como explica Bruno Ballardie, fundador e CEO da eÓtica, maior e-commerce de vendas de óculos e lentes de contato do Brasil. “Devemos nos preocupar com a saúde e bem-estar consumidor. É essencial que os óculos de sol sejam originais, de qualidade, com proteção UV e que estejam acessíveis aos mais diversos públicos” – afirma.

Veja alguns outros cuidados recomendados pela eÓtica para proteger seus olhos e aproveitar a época mais quente do ano:

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-No momento da compra, certifique-se de que está adquirindo óculos com proteção UV;

-Escolha a cor de lente que mais te traga conforto no momento do uso;

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-Tenha mais de uma opção de óculos, afinal, eles farão parte da sua rotina;

-Leve em consideração o tamanho e o formato de seu rosto. A eÓtica, por exemplo, oferece o serviço de Personal Stylist, em que o cliente envia uma foto e um profissional especializado indica qual é o modelo e armação ideal para aquele rosto;

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-Opte pelo modelo que seja mais adequado para às atividades que você pratica no dia a dia;

-Utilize colírios após banhos de mar ou piscina para evitar inflamações como conjuntivite, mas apenas com recomendação médica;

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-O contato dos olhos com o filtro solar costuma causar ardência e irritação, por isso, fique atento na hora de espalhar o produto no rosto;

-Prefira sempre tomar sol entre 6 e 10 horas da manhã ou depois das 16 horas para diminuir a ação dos raios nos olhos.

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Foto: Ashley Frogley/MorgueFile

Fonte: eÓtica

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Mais de 150 produtos em promoção na quem disse, berenice?

Com produtos a partir de R$ 7,90, ação acontece até 1º de fevereiro

Chegou aquele esperado momento pra se jogar nas promoções incríveis de quem disse, berenice?. A marca, especialista em maquiagem, promove mais uma edição da liquida berê, que acontece até dia 1º de fevereiro em todas as lojas e também pelo e-commerce. São mais de 150 produtos entre batons, esmaltes, acessórios, itens pra pele, cabelos e olhos com até 50% de desconto!

Com preços a partir de R$ 7,90, a liquida berê ainda trará a cada semana um produto com super desconto que vale a pena ficar de olho. Na primeira semana, entre 8 e 14 de janeiro, a máscara ousada, por exemplo, que custa R$ 37,90, será vendida por R$ 29,90. É uma baita oportunidade pra renovar os itens da nécessaire. Confira:

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Pálpebras viram preocupação mundial pela incidência de câncer de pele

Estudo da Universidade de Liverpool, apresentado na conferência anual britânica de dermatologistas, mostra que ao usar filtro solar no rosto, uma área de 10% (incluindo pálpebras e região entre olho e nariz) é negligenciada. Entre 5 e 10% dos cânceres de pele acontecem nas pálpebras

As pálpebras e toda região dos olhos viraram preocupação mundial pelo aumento da incidência de câncer de pele, que já chega a 10% nessas áreas frequentemente negligenciadas, segundo pesquisa da Universidade de Liverpool apresentada na conferência anual da Associação Britânica de Dermatologistas, no Reino Unido.  O estudo constatou que, ao passar filtro solar no rosto, a tendência é esquecer cerca de 10% da face – incluindo pálpebras e região entre o canto interno do olho e o nariz.

“Uma proteção solar adequada deve ser feita efetivamente com a cobertura de todo o rosto, além do uso de chapéus e principalmente óculos de sol, já que a área dos olhos tem uma pele extremamente fina e susceptível a danos, inclusive câncer”, explica a dermatologista Thais Pepe, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia.

Aliás, a preocupação com a região tem crescido pelo mundo: a Associação Canadense de Dermatologia, por exemplo, anunciou, em junho, parceria com a Sociedade Canadense de Oftalmologia para criar um nível de proteção UV oferecido pelos óculos de sol, a fim de garantir fotoproteção adequada para a região.

A pesquisa da Universidade de Liverpool foi feita com 57 participantes, do sexo masculino e feminino. Eles foram convidados a aplicar protetor solar no rosto sem mais informações ou instruções dadas pelos pesquisadores. Foram tiradas fotos de cada um dos participantes com uma câmera sensível ao UV antes e depois da aplicação de protetor solar; as áreas cobertas de protetor solar aparecem em preto devido à câmera UV. Essas imagens foram então segmentadas e analisadas por um programa personalizado para julgar o sucesso que cada pessoa estava em cobrir todo o seu rosto.

A dermatologista afirma que, como a aplicação de protetor solar nestas áreas não é necessariamente prática, é importante usar outras formas de proteção, como óculos de sol. “Como a pele da região dos olhos é muito delicada, alguns filtros podem causar irritação; dessa forma, o paciente deve priorizar produtos oftalmologicamente testados, protegendo a área sem correr risco de reação”, afirma.

“Mas o dado mais importante para tirar desta pesquisa é a importância de acessórios na proteção solar, como os óculos de sol, que não resguardam apenas os olhos e córneas; eles são importantes para proteger, também, a pele das pálpebras propensas a câncer “, afirma.

A cirurgiã plástica Beatriz Lassance, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e da Isaps (International Society of Aesthetic Plastic Surgery), já atendeu casos de reconstrução de pálpebras por motivos de câncer e acrescenta: “O procedimento de retirada do tumor e reconstrução é muito delicado, por ser uma região que pode comprometer a funcionalidade das pálpebras e prejudicar a visão”.

Recomendações para uso correto do fotoprotetor

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Foto: Bigstock

A Sociedade Brasileira de Dermatologia recomenda o uso de protetores solares de FPS mínimo de 30. “Em peles mais claras e em fotoexposição direta, o ideal é usar FPS 50”, explica Thais. Além disso, os filtros solares devem atender a legislação brasileira de apresentar proteção UVA (PPD) de no mínimo 1/3 do valor de FPS.

“A primeira aplicação do filtro deve ser feita com atenção e cuidado, pelo menos 15min antes da exposição, de preferência sem roupa, ou com a menor quantidade possível. É ideal aplicar em duas camadas cobrindo bem a superfície da pele, sendo que cada camada deve ser equivalente a uma colher de chá. O filtro deve ser realizado a cada duas horas ou após longos períodos de imersão”, acrescenta a dermatologista.

Raios UVA, UVB e IR

Os três principais promotores do envelhecimento precoce e que também favorecem o aparecimento do câncer de pele são os raios UVA, UVB e IR (Infravermelho A). A médica explica que UVA é o principal responsável pelo envelhecimento precoce (manchas e rugas), sendo um tipo de radiação que atravessa nuvens, vidro e epiderme, é indolor e penetra na pele em grande profundidade, até às células da derme — sendo o principal produtor de radicais livres.

“Já a radiação ultravioleta B deixa a pele vermelha e queimada, danificando a epiderme e é mais abundante entre as 10 da manhã e 4 da tarde. Seu grau de proteção é medido pelo FPS e é uma radiação que pode furar o bloqueio dos filtros químicos e aumentar o risco de cancerização”, comenta Thais.

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Por fim, o Infrared é sentido através do calor ou mormaço. “É uma radiação que acomete num comprimento de onda suficiente para atingir a derme mais profunda — a derme reticular — onde estão as fibras de ancoragem e sustentação da pele. E isso provoca um dano muito importante, com menor elasticidade, além de um maior potencial de cancerização”, completa.

Fontes:

Thais Pepe é dermatologista especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, membro da Sociedade de Cirurgia Dermatológica e da Academia Americana de Dermatologia. Diretora técnica da clínica Thais Pepe, tem publicações em revistas científicas e livros, além de ser palestrante nos principais Congressos de Dermatologia.

Beatriz Lassance é Cirurgiã Plástica formada na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e residência em cirurgia plástica na Faculdade de Medicina do ABC. Trabalhou no Onze Lieve Vrouwe Gusthuis – Amsterdam -NL e é Membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, da ISAPS (International Society of Aesthetic Plastic Surgery) e da American Society of Plastic Surgery (ASPS).

Acidentes envolvendo os olhos aumentam durante as férias escolares

Especialista reforça importância dos pais na prevenção de acidentes e ensina o que fazer em casos graves

Todos os anos, cerca de 250 mil crianças com menos de 15 anos sofrem algum tipo de acidente envolvendo os olhos – principalmente durante o período de férias escolares e feriados prolongados. De acordo com a Academia Americana de Oftalmologia, 41% dessas ocorrências acontecem entre 10 e 14 anos – como resultado de brincadeiras com armas de brinquedo, flechas, bastões e bolas.

“Qualquer coisa que puder atingir os olhos, certamente vai atingir os olhos. Não dá para obrigarmos as crianças a usar capacetes de motociclista o tempo todo”, diz David Hunter, médico oftalmologista e porta-voz da instituição.

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Pixabay

O médico comenta que até mesmo uma aparente simples brincadeira de “guerra de toalhas” pode resultar numa catástrofe se uma das pontas atingir a córnea. Acidentes envolvendo espadas, tacos e bastões também ocorrem bastante. Apesar de graves, esses exemplos nem são os mais comuns quando comparados aos acidentes com produtos de limpeza – que queimam, ardem, agridem, irritam e cortam os olhos das crianças. Hunter diz que nas salas de emergência ocular é muito comum encontrar como causa do acidente lençóis, garrafas, cintos, livros, vassouras, pauzinhos, luzes de árvore de Natal, lápis, chaves, clipes, grampeadores, zíperes etc.

De acordo com Renato Neves, cirurgião-oftalmologista e presidente do Eye Care Hospital de Olhos, em São Paulo, é preciso que os pais estejam mais bem informados sobre os riscos escondidos dentro de casa e imponham limites de acordo com a faixa etária da criança. “O bom senso é o melhor dos professores. Ou seja, se acha que determinada brincadeira pode acabar mal, é porque pode mesmo. Os brinquedos de propulsão, como as armas de ar, de água ou até mesmo aquelas de jato de tinta, oferecem risco grande de dar errado. Abrasão da córnea, aumento da pressão ocular e até mesmo uma catarata traumática podem resultar desse tipo de acidente”, diz o médico.

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O especialista afirma que a própria agressividade de crianças entre seis e dez anos de idade pode elevar a ocorrência de acidentes. Nestes casos, os pais devem procurar com urgência um serviço especializado, a fim de que os olhos da criança sejam examinados com mais detalhes e tratados sem perda de tempo – o que, em alguns casos, pode significar a preservação do sentido. “Enquanto o paciente é levado ao médico, é recomendável usar compressas geladas no local contundido, sem massagear ou esfregar. Já em caso de perfurações, o ideal é colocar uma proteção ao redor dos olhos, como um copo plástico, sem fazer pressão no olho afetado”.

Neves alerta, também, que os olhos costumam ser muito afetados nos acidentes com aerossol, quando a criança está tentando utilizar ou brincar com desodorantes, perfumes, protetor solar, repelente, produtos de limpeza, tintas etc.

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Pixabay

“Quando a criança aponta o spray em sua própria direção, as irritações são as consequências mais frequentes, seguidas de queimaduras químicas, arranhões e ferimentos no globo ocular provocados por coceira. Os danos dependem do produto borrifado nos olhos. Por isso, dependendo da gravidade, é importante enxaguar bem os olhos da vítima e seguir sem demora até uma clínica oftalmológica, tomando o cuidado de levar a embalagem do produto para que o médico saiba exatamente que medida tomar”.

Fonte: Renato Neves, cirurgião oftalmologista, diretor-presidente do Eye Care Hospital de Olhos

Como os cães enxergam?

Com menos cores, mas com uma visão periférica poderosa, os pets veem o mundo de uma forma única

Em preto e branco, cinza, com apenas duas cores, muitos são os mitos em torno da visão dos cães, porém o fato é que eles realmente enxergam o mundo de forma diferente dos humanos.

“Os cones, células sensíveis às cores que estão presentes na retina dos cães, detectam apenas algumas tonalidades, assimilando o restante como sendo cores repetidas. Além disso, os cães não enxergam o vermelho e o verde”, explica a Médica Veterinária e Gerente de Produtos da Unidade Pet da Ceva Saúde Animal, Priscila Brabec.

Apesar de verem menos cores, os cães possuem uma visão periférica superior à dos humanos, o que faz com que consigam enxergar objetos que estão fora de seu campo de visão, principalmente quando estão em movimento.

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Estima-se que a visão dos cães chegue a um ângulo de alcance de até 250°. Isso é possível por conta da constituição fisiológica da retina. “Eles possuem um número elevado de bastonetes nos olhos, que são as células fotorreceptoras responsáveis pelo reconhecimento da luminosidade e dos movimentos, essa é uma das razões pela qual a visão noturna deles é mais apurada”, explica Priscila.

Em locais de pouca luminosidade, os receptores dos olhos dos cães são ajustados para detectar movimentos. Pesquisas indicam que nessas condições os animais consigam identificar um item em movimento a 900 metros de distância, enquanto no caso de objetos estáticos, as capacidades de reconhecimento caem para aproximadamente 500 metros.

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Além disso, por conta da amplitude de visão, os cães conseguem enxergar o que está atrás deles. “Isso ocorre pois os animais possuem olhos mais laterais que permitem esse alcance maior, porém a amplitude irá variar de acordo com a raça, já que a posição dos olhos muda dependo do tipo físico do animal”, informa a veterinária.

Por outro lado, identificar objetos muito próximos pode ser um desafio.“Devido à estrutura dos olhos e da órbita ocular, os cães têm maior dificuldade para focar em objetos que estejam muito próximos aos olhos”, finaliza Priscila.

Fonte: Ceva Saúde Animal

Diabetes é tema de palestra educativa do H.Olhos Paulista

Evento acontece em função do Dia Mundial do Diabetes, celebrado em 14 de novembro

Com objetivo de alertar a população sobre o diabetes, uma das principais causas de cegueira em adultos, em 11 de novembro, o H.Olhos Paulista, em parceria com o Instituto Verter, realizará uma palestra para conscientizar e informar sobre como os altos níveis de glicose no sangue podem levar ao surgimento de problemas oculares, como retinopatia diabética e catarata. Afinal, 40% dos diabéticos são acometidos por alterações oftalmológicas.

O palestrante, Renato Magalhães Passos, especialista em retina do H.Olhos Paulista, abordará as causas, diagnóstico, tratamento e controle do diabetes, em busca da promoção de uma melhor qualidade de vida.

Os participantes poderão tirar dúvidas com o médico e, ao final do evento, será realizado gratuitamente o exame de fundo de olho, que consiste em examinar as artérias, veias e nervos da retina e identificar quaisquer tipos de alterações que possam indicar retinopatia diabética.

A palestra é gratuita e aberta ao público.

Confira a programação:

9h Recepção/Coffee
9h30 Palestra: Diabetes, do diagnóstico ao tratamento
10h

 

Bate-papo com Renato Magalhães Passos, especialista em retina do H.Olhos Paulista
10h45 Avaliação de fundo de olho
12h30 Encerramento

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Ação Educativa – Dia Mundial do Diabetes

Data: 11/11 – Sábado
Horário: das 9h às 12h30
Local: Anfiteatro H.Olhos Paulista
Endereço: Rua Abílio Soares, 218 – Paraíso – São Paulo (SP)
Inscrições: secretaria@institutoverter.com.br até dia 10/11/17
Informações: (11) 3050-3342

 

Compressas e make ajudam a disfarçar olhos inchados e cansados

Chá gelado de camomila e corretivos são aliados poderosos na hora de atenuar o olhar após uma noite maldormida

Os olhos são realmente a “janela da alma”. Quando não estamos bem, eles refletem alguns dos nossos problemas. Uma noite maldormida, uma gripe, aquele choro incontrolável antes de dormir, poucas horas de descanso ou uma alergia podem resultar em olhos inchados ao despertar. Como ninguém gosta de desfilar com olhos cansados, existem algumas maneiras de atenuar esse aspecto.

Além das bolsas térmicas em formato de máscaras que ficam na geladeira, há outras maneiras de reduzir o inchaço dos olhos. Uma delas é fazer um bom chá de camomila, deixá-lo gelar e, pela manhã, aplicá-lo na região dos olhos, molhando chumaços ou rodelas de algodão (tipo de compressa), e deixando-os sobre os olhos por alguns minutos.

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Foto: chamomileteaonline

Usar um creme noturno roll-on para a área dos olhos é outra artimanha para disfarçar o cansaço no olhar, pois eles ajudam a diminuir o inchaço no dia seguinte. O melhor é dar preferência a produtos que tenham fórmulas enriquecidas com cafeína, retinol, vitamina C e ácido hialurônico, pois essas substâncias estimulam a circulação sanguínea local, clareiam os pigmentos escuros e diminuem o acúmulo de líquidos que causam inchaço.

A maquiagem, por sua vez, também ajuda a disfarçar olhos cansados e inchados. Por isso, um item indispensável é o corretivo. “Pense num triângulo de cabeça para baixo e passe o produto com ação corretiva dessa forma abaixo dos olhos. Dê leves batidinhas na pele para espalhá-lo de forma homogênea na pele”, recomenda Camilla de Moraes, maquiadora e consultora da Netfarma.

Olhos inchados, em geral, estão menores e mais fechadinhos. “Por isso, recomendo somente o uso de uma máscara de cílios. Também evite os lápis escuros na linha d’água dos olhos, já que o produto neste momento pode reduzir ainda mais o tamanho dos olhos”, complementa.

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Mais uma dica: iluminar outras áreas do rosto é uma das estratégias para tirar a atenção dos olhos. Uma ideia é usar um iluminador logo abaixo da sobrancelha, uma forma de aumentar o olhar. Depois disso, finalize com o blush para dar uma cor saudável à pele e um batom colorido, com a mesma função.

Fonte: Netfarma 

Quatro dicas para aplicar colírio da forma correta e evitar doenças

Colírio é um medicamento utilizado normalmente por quem tem frequente irritação nos olhos ou trata de alguma enfermidade ocular. É por isso que existem diversos tipos do remédio, com diferentes composições e indicações, que devem ser utilizados com bastante cautela.

“Muitas pessoas não conhecem as diferenças e acabam prejudicando a vista pelo uso incorreto. Além dos colírios convencionais, existe o antibiótico para uso mais complexo, que só pode ser adquirido com prescrição médica”, explica  Alexandre Misawa, oftalmologista do Hospital San Paolo, centro hospitalar de média complexidade localizado na zona norte de São Paulo.

Contudo, há colírios que são vendidos sem receita – entre eles, os anti-inflamatórios -, utilizados normalmente para quadros de inflamação e pós-operatório. E é aí que está o perigo. “O uso desse tipo de colírio em excesso e sem orientação médica pode provocar catarata e glaucoma medicamentoso, doenças que podem levar à cegueira”, ressalta.

Segundo o médico, o colírio é, sim, o melhor medicamento para tratar enfermidades dos olhos, pois ele atinge diretamente o globo ocular e apresenta uma ação mais eficiente. Entretanto é preciso cautela na administração. Confira algumas dicas para evitar reações adversas:

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Pixabay

-Certifique-se de que está usando um colírio, pois muitos pacientes confundem o medicamento com remédios antifúngicos;

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Imagem: Farmacêutico Digital

-Cheque sempre a validade do produto;

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-Não compartilhe o mesmo colírio com outras pessoas. O uso compartilhado pode facilitar a contaminação e desencadear doenças em olhos que antes eram livres de enfermidades;

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ClipArt/Pixabay

-Aplique o remédio e mantenha os olhos fechados por alguns segundos. O comum ato de piscar continuamente faz com que o colírio escorra, o que além de desperdiçar acaba diminuindo o efeito do medicamento.

Fonte: Hospital San Paolo

Os perigos da maquiagem vencida

Usar um cosmético cuja validade expirou pode ser perigoso. “No caso da maquiagem, a ameaça é ainda pior, porque a quantidade de corante potencialmente alergênica é maior. Esses cosméticos muitas vezes entram em contato com os lábios, uma área conhecida como epitélio de transição, sendo muito mais fina e delicada e por isso mais sujeita a agressões, irritação e infecção por fungos”, explica Rodrigo Kury, farmacêutico e diretor técnico da Ecenne.

Máscaras de cílios e cosméticos que têm proximidade com mucosas ou olhos são geralmente os mais perigosos e os campeões das queixas nos dermatologistas. “A pele já tem um sistema de defesa e uma microbiota muito eficaz de proteção contra bactérias e ácidos, mas os olhos e as mucosas são mais desprotegidos”. O uso de maquiagens vencidas na região dos olhos pode causar conjuntivite bacteriana.

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Foto: J. Durham/MorgueFile

Outra ameaça é a do uso do lápis de olho vencido, segundo o especialista. “Ele pode causar uma hipersensibilidade local que pode irritar a região e fazer com que a glândula tente se livrar daquele depósito de pigmento. Além disso, o lápis pode provocar um processo inflamatório pela presença da sujidade que obstrui o ducto de saída da glândula, criando uma inflamação como o terçol”, explica.

“Posteriormente, as bactérias da nossa própria pele podem contaminar a área e fazer o terçol propriamente dito, com um nódulo que inicialmente é inflamatório, mas pode vir a ser infeccioso”, completa.

Os perigos

“Quimicamente falando, as maquiagens vencidas podem, além de oxidar (começa a escurecer), separar a fase oleosa da aquosa, talhar, alguns ativos podem se depositar no fundo do recipiente e não se misturarem mais, formando uma placa sólida; o pH pode alterar drasticamente, queimando o local de aplicação; ou pode também haver contaminação bacteriana que, por sua vez, contamina o usuário. E tudo pode acontecer ao mesmo tempo”, alerta. Os processos alérgicos, acne, dermatites e até infecções graves podem acontecer quando se usa um cosmético vencido.

Nem sempre esse processo de contaminação é visível, pois quando é recente não altera cor nem odor do produto. “Mas, pode contaminar o usuário, mesmo com poucas colônias formadas. Deve-se lembrar que bactéria é microscópica! Quando o produto mudou de cor, o odor está bem alterado, então, é contaminação na certa. Por isso, não confie naquele blush lindo e com cara de novinho, ainda depois de vários meses”, explica.

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Como armazenar sua maquiagem

Algumas questões de armazenamento também são importantes para que o cosmético tenha eficácia durante o período de validade. O farmacêutico lista algumas:

*Não armazenar no banheiro: “Este é o pior lugar por causa da umidade. Maquiagem tem que ser guardada em lugar seco. Coloque em uma caixa ou frasqueira no closet ou armário, e leve para o banheiro quando for maquiar-se”.

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*Cole as datas de validade dos produtos para não esquecer de conferir periodicamente.

*Use sempre sua maquiagem, para quando chegar o dia de jogá-la fora você saber que aproveitou bem. Hoje em dia, as maquiagens de boa qualidade protegem e tratam a pele como se fossem bons cremes.

*Escolha tons apropriados para sua pele e seu estilo de vida. E não compre em excesso. Assim você usará constantemente e quase até o fim do produto.”

*Lave seus pincéis de quinze em quinze dias e seque-os com secador de cabelos. Muitas vezes são eles que contaminam a maquiagem.

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*A cada mês, passe aspirador de pó na gaveta ou necessaire de maquiagem. Note como ficam sujas de pó. Isto é uma grande fonte de alimentação para bactérias e ácaros.

*Anote as médias das datas de validade e guarde no fundo da sua gaveta ou na tampa da sua caixa de maquiagens:

* Rímel: 3 meses
* Base: 6 meses
* Corretivo: 8 meses
* Pó de rosto: 12 meses
* Sombras: 12 meses
* Gloss e batom: 12 meses
* Blush em creme: 12 meses
* Lápis de olhos, sobrancelhas e lábios: 12 meses
* Blush em pó: 24 meses
* Pó bronzeador: 24 meses
* Creme de olhos: 3 meses
* Cremes de rosto hidratantes, de limpeza e demaquilantes: 6 meses
* Tônicos de rosto: 12 meses
* Filtro solar: 12 meses
* Cosméticos naturais: duram muito menos tempo do que os cosméticos tradicionais

Fonte: Ecenne

 

Ceratocone acomete entre 0,5% a 3% da população mundial

Doença é causada pelo encurvamento e afinamento progressivo da córnea, o que compromete a visão e gera alto grau de miopia e astigmatismo

Em todo o mundo, entre 0,5% e 3% das pessoas são acometidas pela doença. Seu aparecimento é mais comum na adolescência, de forma espontânea e em ambos os sexos. Dificilmente o Ceratocone se desenvolverá após os 30 anos.

“Uma córnea normal tem um formato arredondado, quase esférico, o que faz com que as imagens sejam focalizadas corretamente. Com Ceratocone, ela sofre uma deformação progressiva, tendo sua resistência e elasticidade alteradas, deixando-a mais fina e com formato cônico”, explica Myrna Serapião, vice-diretora do H.Olhos Paulista e oftalmologista especializada na doença.

Causas

Alguns estudos indicam que esta doença ocular pode estar relacionada a mudanças físicas e bioquímicas no tecido corneano. Entre 5% e 27% dos casos têm histórico da doença na família e aproximadamente um terço dos pacientes tem alergia ocular, com consequente coceira nos olhos. O ato de coçá-los com frequência está diretamente ligado ao afinamento da córnea, uma das características da doença.

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Diagnóstico

Muitos pacientes não percebem o Ceratocone em seu início, quando a córnea começa a se curvar. Seu nível de gravidade é classificado em quatro estágios, sendo o primeiro o mais leve.

Na maioria das vezes, a doença caracteriza-se pelo surgimento de miopia ou astigmatismo. Em estágios iniciais, o paciente começa a se queixar de mudanças frequentes na prescrição dos óculos, visão borrada, embaçada, com halos de luz ou distorcida e alta sensibilidade à luz.

Tratamento

Apesar de o transplante de córnea ser o único tratamento definitivo da doença, atualmente existem outros métodos que, quando indicados adequadamente pelo oftalmologista, podem melhorar a visão e a qualidade de vida dos pacientes. As opções variam de acordo com os quatro estágios da doença. Na fase inicial, a visão pode ser corrigida com o uso de óculos. Na fase moderada, recomenda-se o uso de lentes de contato específicas para ceratocone ou o implante de anel intracorneano. Já nas fases mais avançadas, o tratamento baseia-se no transplante de córnea.

“Os pacientes que apresentam progressão documentada da doença podem ser tratados com o cross-linking em qualquer fase da doença”, acrescenta Dra. Myrna. Esse é um procedimento que aumenta a resistência e a estabilidade da córnea. Sua finalidade é minimizar o desenvolvimento da doença.

Quando a doença não pode mais ser corrigida com os óculos ou com lentes de contato, recomenda-se o implante do anel Intraestromal, uma técnica cirúrgica que pode corrigir imperfeições e irregularidades da superfície da córnea geradas pelo Ceratocone.

“Quando a doença já está em um grau muito evoluído e nenhuma das outras técnicas consegue restaurar a visão, é necessário fazer o transplante de córnea, que pode ser realizado de três formas diferentes”, explica Myrna.

-Ceratoplastia lamelar: é o transplante da porção anterior ou posterior da córnea, indicado em casos de doenças que afetam a córnea em suas diferentes camadas;

-Ceratoplastia penetrante: é o transplante que envolve toda a espessura da córnea. Indicado em casos de doenças que afetam todas as camadas da córnea;

-Transplante de córnea a laser: é o transplante de córnea realizado por um laser com pulsos de energia de curta duração e altíssima velocidade – o laser de femtosegundo. Este permite maior precisão na incisão corneana, pois utiliza o laser ao invés de lâminas, o que aumenta a segurança do procedimento.

Fonte: H. Olhos Paulista