Arquivo da tag: pesquisa

Casados têm índices menores de doenças cardiovasculares em comparação aos solteiros

Cardiologista do HCor analisa pesquisa sobre os benefícios do casamento para a saúde do coração; o ser humano é uma figura altamente social e viver com outra pessoa protege contra ocorrência de doenças como as cardiovasculares

Ao mesmo tempo em que o casamento é uma união, ele também é o início de uma nova etapa na vida. Os benefícios são muitos e vão desde o fato de contar com um apoio emocional, bem como poder recorrer nos momentos mais difíceis. Mas não é só isso. Pesquisadores da Michigan State University descobriram que o casamento está diretamente relacionado a um coração mais saudável.

Para chegar a esse valor, foram descartados outros fatores como o consumo de álcool ou remédios. Entre os motivos que poderiam explicar essa diferença, os pesquisadores elencaram a melhor saúde financeira dos casais e a maior atividade física de pais e mães nas brincadeiras com seus filhos.

Os pesquisadores hipotetizaram que a razão está no estilo de vida diverso. Pessoas casadas têm horários de sono mais regulares e atividades menos nocivas à saúde, além de um convívio social mais intenso – algo importante para manter uma boa saúde mental.

No estudo, publicado no Journal of Marriage and Family e conduzido nas últimas duas décadas com mais de dois milhões de pessoas entre 42 e 77 anos, mostrou, ainda, que na outra ponta, os divorciados, viúvos ou os nunca casados são 42% mais propensos a sofrer de males cardiovasculares e 16% mais chances de ter doenças coronárias, como obstrução das artérias. O risco de morrer também é elevado para os não casados em 42% de doença cardíaca coronária e em 55% de acidente vascular cerebral.

mãos casal

De acordo com o cardiologista e coordenador do Programa de Infarto Agudo do Miocárdio do HCor (Hospital do Coração), Leonardo Piegas, o casamento garante suporte social, emocional e financeiro, fundamentais à saúde.

“O estudo reforça o que a gente já sabia: o ser humano é uma figura altamente social e viver com outra pessoa protege contra ocorrência de doenças como as cardiovasculares. É aquele parceiro que recomenda procurar um médico ou ajuda a identificar os sintomas de alguns males. Porém independentemente de ser casado ou solteiro, para garantir um coração saudável, o fundamental é evitar os principais fatores que causam as doenças cardiovasculares, como estresse, má alimentação e sedentarismo. A única relação da vida conjugal com a saúde do coração, é que pelo menos na teoria as pessoas casadas levariam uma vida mais regrada”, explica.

Diga sim e proteja o seu coração!

A pesquisa da Michigan State University descobriu que pessoas casadas são capazes de viver por mais tempo e as pessoas comprometidas produziram menores índices de cortisol, o hormônio que as deixa estressadas. De acordo com os cientistas, as pessoas que são casadas ou moram com namorados são mais felizes, e experimentam menos sintomas de pressão do que pessoas solteiras.

Os pesquisadores analisaram registros de um banco de dados de mais de 2 milhões de pessoas avaliadas para doenças cardiovasculares nos EUA, com o objetivo de obter informação demográfica de pacientes e fatores cardiovasculares de risco. Depois, eles estimaram a probabilidade de doença por estado civil e analisaram a presença de doença vascular em locais diferentes dos vasos sanguíneos, como as artérias coronárias, artérias carótidas e pernas, a aorta abdominal.

“Fatores de risco cardiovasculares tradicionais, como hipertensão, diabetes, tabagismo e obesidade foram semelhantes aos da população geral dos EUA, de acordo com os autores. Após o ajuste para idade, sexo, raça e outros fatores de risco cardiovasculares, os pesquisadores descobriram que o estado civil foi independentemente associado à doença cardiovascular. Estes resultados foram consistentes, tanto para homens e mulheres em todas as quatro condições”, analisa o cardiologista do HCor.

CASAL VENDO O MAR

As pessoas casadas apresentaram 5% menos probabilidade de ter uma doença vascular em comparação aos solteiros. Eles também tiveram 8%, 9% e 19% menos chance de aneurisma da aorta abdominal, doença cerebrovascular e doença arterial periférica, respectivamente. As chances de doença coronariana foram menores em indivíduos casados em comparação com os viúvos e divorciados.

“Por outro lado, ser divorciado ou viúvo foi associado a uma maior probabilidade de doença vascular em comparação com solteiros ou casados. Viúvos tiveram 3% mais risco de qualquer doença vascular e 7% mais de doenças nas artérias coronárias. O divórcio foi relacionado a uma maior probabilidade de qualquer doença vascular, aneurismas abdominais aórticos, doenças nas artérias coronárias e doença cerebrovascular. Para pessoas de 50 anos ou menos, o casamento está associado a 12% menos risco de doenças vasculares em geral, índice que cai para 7% em pessoas de 51 a 60 anos e apenas 4% para as de 61 anos ou mais”, conclui Piegas, do HCor.

Fonte: HCor

Anúncios

Brasileiros estão entre os que mais se preocupam com os ingredientes daquilo que consomem

Análise da GfK revela que gordura trans, gordura saturada, conservantes, corantes, açúcar branco e sal/sódio estão entre os principais vilões para os consumidores.

O Brasil é um dos países onde a preocupação com a saúde é altíssima e crescente. Talvez por conta de alguns índices extremamente preocupantes. Entre eles, que 25% dos brasileiros sofrem de hipertensão arterial e este percentual sobe a partir dos 55 anos, 40% tem problemas com colesterol alto, 8% tem diabetes e um a cada três adultos com mais de 18 anos está com excesso de peso e 10% é considerado obeso. Sem dúvida, são números alarmantes.

E podem ser a explicação de porque os brasileiros, cada vez mais, preocupam-se com os ingredientes daquilo que consomem. É o que revela o mais recente estudo da GfK, uma das mais respeitadas empresas globais de pesquisa, sobre os ingredientes que os brasileiros consideram serem as maiores ameaças à sua saúde.

gfk030718_clip_image1

Na comparação com o resto do mundo, o consumidor brasileiro, em média, tem um interesse por alimentos saudáveis 9% acima da média global: 70% no Brasil, contra 61% no resto do mundo e 66% na América Latina. 86% dos brasileiros dizem evitar alimentos processados, no resto do mundo esse número é de 73% e na América Latina 82%. Ainda na liderança da média global, 73% dos consumidores do Brasil dizem buscar alimentos nutritivos contra 63% da média global e 72% dos latino-americanos.

gfk030718_clip_image2

Outra conclusão que o estudo revelou foi que o brasileiro se julga consciente dos ingredientes que são potencialmente prejudiciais dos alimentos e bebidas que tenham em casa. “Porém, mesmo que avaliem a tabela nutricional dos produtos em seus rótulos, ainda tem duvidas como Até quanto de carboidrato/açúcar é nocivo, por exemplo”, afirma Renato Oliveira, diretor da GfK e coordenador do estudo.

Na mesma direção, ainda segundo a GfK, 66% dos brasileiros consideram importante que as informações dos rótulos sejam fáceis de ler e entender, contra 58% da média global. “Na opinião dos entrevistados, um produto saudável é caracterizado pela redução de ingredientes considerados prejudiciais à saúde” pondera Renato. Entre os maiores vilões, lideram a lista, pela ordem das citações, as gorduras trans ou hidrogenadas para 65% dos ouvidos, a gordura saturada para 64%, conservantes 64%, corantes 58%, açúcar branco 54% e sal/sódio também 54%.

gfk030718_clip_image3

Entre os alimentos e bebidas considerados mais prejudiciais à saúde, os refrigerantes são os mais citados pelos entrevistados com um percentual de 36%, com a justificativa de conter açúcar, gás, conservantes, corantes e aromas. Logo em seguida, citada por 34% dos consultados vem as bolachas doces e para 33% as salgadas, ambas pela presença de carboidratos, corantes, conservantes, gorduras e glúten. No caso das doces, os consumidores também citaram a presença de açúcar como item presente e prejudicial. Os salgadinhos vem logo a seguir como produto prejudicial para 32% dos consultados pelo estudo.

gfk030718_clip_image4

Já entre os produtos que as famílias mais citaram terem reduzido o consumo em suas casas, a lista é encabeçada pelos refrigerantes, seguidos por frituras, sucos em pó, embutidos, fast foods, congelados, e sopas industrializadas. A principal razão para a redução destes (e de outros) produtos foi a presença, pela ordem, de gorduras (trans e saturadas), açúcar e sódio especialmente.

O estudo também identificou quais os principais efeitos negativos de cada ingrediente, na opinião dos consumidores brasileiros. A gordura saturada é citada por 80% dos respondentes como associada a aumentar o colesterol, por 67% como um ingrediente que engorda e por 61% que aumenta o risco de doenças cardiovasculares e hipertensão. Já o açúcar branco é citado por 80% dos consultados como um produto que engorda, por 71% que aumenta o risco de diabetes e por 62% que produz cárie. O sódio é citado por 79% dos respondentes como um produto que aumenta o risco de doenças cardiovasculares e hipertensão.

“Por outro lado, o adoçante, que em países desenvolvidos é considerado um temido vilão, aqui no Brasil é citado por apenas 35% dos ouvidos como um produto que aumenta o risco de diabetes e por outros 35% de que aumenta o riso de câncer”, finaliza Oliveira.

gfk030718_clip_image5

GfK

A GfK é uma corporação global nascida na Alemanha em 1934. Listada na bolsa de valores de Frankfurt, há mais de 80 anos é fonte confiável de informações relevantes sobre mercados e consumidores, permitindo que seus clientes – varejo e indústria – tomem decisões mais assertivas em seu cotidiano. Conta com mais de 13 mil especialistas em pesquisa de mercado que combinam a paixão pelo que fazem com uma longa e vasta experiência em ciência de dados. Isso permite que a GfK forneça insights globais, combinados à inteligência de mercado local, em mais de 100 países. Por meio de tecnologias inovadoras e da interpretação de dados, a GfK transforma o big data em dados inteligentes, possibilitando que seus clientes alavanquem sua vantagem competitiva, enriquecendo suas experiências, b em como as escolhas dos consumidores.

Hoje é o Dia do Biscoito; pesquisa aponta os mais consumidos em São Paulo

O estado é responsável por 19,7% do consumo nacional, cerca de 358 mil toneladas

No café da manhã, nos lanches intermediários e até mesmo como acompanhamento das refeições principais, os biscoitos estão presentes em 99,6% dos lares das famílias residentes no estado de São Paulo. A popularidade deste alimento fez com que ele ganhasse uma data no calendário especialmente em sua homenagem: 20 de julho é o Dia do Biscoito.

Pelo segundo ano consecutivo, a Abimapi (Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados) encomendou para a Kantar WorldPanel uma pesquisa sobre as diferenças entre as preferências e os perfis dos consumidores de biscoito no país.

biscoito_integral_de_gergelim_com_linhaça_recepedia

A região metropolitana é responsável pelo consumo de mais de 183 mil toneladas deste alimento ao ano; no interior do estado, este número ultrapassa 174 mil toneladas. De acordo com o levantamento, 33% total de biscoitos consumidos em 2017 na Grande São Paulo foram do tipo seco doce, como Maria, maisena e rosquinhas. Em segundo lugar ficaram os salgados tradicionais (água e sal/cream cracker), com 30,7%, seguidos pelos recheados, com 26,5%. No interior do estado o cenário foi 40% do tipo seco doce e, praticamente empatados, os salgados tradicionais, com 25,4%, e os recheados, com 25,3%.

“Acompanhamos o consumidor desde antes do início da crise econômica, com todas as mudanças nos hábitos de compras que foram necessárias. Percebemos que os biscoitos não saíram da cesta dos brasileiros, apenas aconteceram substituições de um tipo com maior valor agregado por outro mais simples. Para 2018, acreditamos na retomada do poder de compra e, consequentemente, diversificação dos produtos, aumentando o consumo dos cookies, recheados especiais, cobertos com chocolate, entre outros” diz Claudio Zanão, presidente-executivo da Abimapi.

crackers biscoito bolacha agua e sal

Assim como no ano anterior, em 2017 o ranking nacional de compras do segmento apresentado pela consultoria apontou que Norte e Nordeste formam a macrorregião que apresentou maior índice de compra, responsáveis por 39,1% do consumo de biscoitos no país. Em seguida aparecem Leste e interior do Rio de Janeiro (13,9%), Sul (11,4%), Grande São Paulo (10,1%), Interior de São Paulo (9,6%), Centro-Oeste (8,7%) e, por fim, a Grande Rio de Janeiro (7,2%).

Os dados levantados apontaram os principais motivos de compra na hora de buscar os biscoitos nas prateleiras: 56% dos consumidores gostam dos sabores e prezam pelo prazer do momento que ele proporciona, enquanto 9,5% dão preferência para experimentação das novidades.

“Os biscoitos são alimentos práticos e versáteis. Nas gôndolas dos mercados nós encontramos dos mais nutritivos aos indulgentes. A indústria se inova para buscar ingredientes que destacam cada vez mais a saudabilidade destes produtos e atendam as necessidades dos consumidores, sem afetar o sabor”, ressalta Zanão.

O estudo apontou que 42% das ocasiões de consumo são feitas por pessoas entre 11 a 29 anos (em 2016, 56% representavam jovens de 15 aos adultos de 34 anos); na segmentação por classe socioeconômica, 50% dos consumidores são da classe C, 27% DE e 23% AB, igual ao observado no estudo anterior.

bolachas
Foto: Xandert/Morguefile

Durante a semana (segunda a sexta-feira) continua sendo o período de destaque para o consumo, quando 71% compraram estes produtos. Deste total, 38% buscaram o alimento em super e hipermercados, 24,9% em mercearias e estabelecimentos de bairros e 2,5% em lojas de conveniência. O lanche da tarde é o momento mais relevante, representando 52% das ocasiões de consumo.

O estudo analisou uma mostra de 11.300 lares que representam um universo de 53 milhões de famílias espalhadas por sete macrorregiões brasileiras. Para acessar informações sobre as demais localidades e respectivos hábitos de consumo, acesse aqui.

Fonte: Abimapi

A verdade sobre pets e personalidades (deles e dos tutores)

Olá, escrevo antes da matéria para avisar que criei um novo blog para tratar apenas dos temas pets, animais de estimação, natureza, meio ambiente, comportamento: Se meu pet falasse. Vou passar a postar esses assuntos por lá, portanto, se tiver interesse neste assunto, comece a seguir clicando aqui. Os demais assuntos continuam por aqui. Obrigada.

 

Este texto é uma tradução de uma matéria que li e gostei bastante, do site norte-americano WebMD. O estudo mostra a relação entre os americanos e os animais de estimação, mas creio que os resultados seriam iguais ou muito próximos se a pesquisa tivesse sido realizada por aqui. Veja se concorda:

Um animal de estimação pode predizer sua personalidade?

webmd_rf_photo_of_cat_and_dog_people 1

Você é uma cat people (pessoa de gato) ou uma dog people (pessoa de cachorro)? A resposta pode dizer muito sobre sua personalidade. Uma pesquisa feita pela Universidade do Texas, em Austin, EUA, descobriu que algumas ideias comuns sobre os amantes de animais podem ser verdadeiras. Você também pode ser muito mais parecido com seu amigo peludo do que jamais imaginou. Navegue pela nossa galeria para ver onde você está – e como outros se dividem em cat people vs. dog people.

Traço de Personalidade: consciente

photolibrary_rm_photo_of_dog_holding_newspaper

A pesquisa on-line pediu que as pessoas se classificassem como “pessoas de gato” ou “pessoas de cachorro”. Então elas responderam a perguntas destinadas a revelar sua verdadeira personalidade. As pessoas caninas eram 11% mais conscienciosas do que as pessoas felinas. O que significa:

=Autodisciplinado
=Forte senso de dever
=Tendem a ser “planejadores”

Traço de personalidade: extrovertido

photolibrary_rm_photo_of_spaniel_running

Você aproveita o dia? Se você é uma pessoa de cachorro, é provável que você faça isso. As pessoas caninas eram 15% mais extrovertidas do que as de gatos na pesquisa. O que significa que são:

=Extrovertidas
=Entusiasmadas
=Positivas
=Energéticas

Traço de Personalidade: aberto

photolibrary_rm_photo_of_cats_looking_out_window

Você está aberto para tentar coisas novas? Cat people foram 11% mais propensas a serem abertas, de acordo com a pesquisa. Pessoas abertas tendem a ser:

-Curiosas
-Criativas
-Artísticas
-Pensadoras não tradicionais

Traço de personalidade: agradável

photolibrary_rm_photo_of_golden_retriever

De acordo com a pesquisa, se você é uma pessoa de cachorro, tem 13% mais chances de ser agradável do que uma pessoa de gato. Pessoas agradáveis tendem a ser:

=Confiantes
=Altruístas
=Bondosas
=Afetuosas
=Sociáveis

Traço de personalidade: neurótico

photolibrary_rm_photo_of_wide_eyed_kitten

Se você ficar estressado facilmente, você pode ser uma pessoa de gato. Pessoas gatos eram 12% mais neuróticas que pessoas cães. Pessoas neuróticas são:

-Facilmente estressadas
-Ansiosas
-Preocupadas

A pessoa típica de cão

webmd_rf_photo_of_dog_person

Se os cães tendem a ser enérgicos, fiéis e fáceis de conviver, bem, as pessoas que os amam também são. Mas o psicólogo e autor da pesquisa, Sam Gosling, admite que as diferenças entre os gatos e os cães não são enormes: “Certamente há muitas, muitas pessoas de gatos que são extrovertidas e muitas, muitas pessoas cães que não são”.

A pessoa típica de gato

photolibrary_rf_photo_of_cat_and_woman

Você prefere passar tempo sozinho? Sempre joga para tentar coisas novas? Então você poderia ser uma pessoa de gato. A pesquisa descobriu que os tutores de gatos eram mais propensos a serem curiosos, não convencionais em pensamentos e ações, e mais propensos a se preocupar do que as pessoas caninas.

Pessoas cães superam pessoas gatos

getty_rm_photo_of_dog_and_cat

Quase metade das pessoas que participaram da pesquisa se autodenominam pessoas caninas. Apenas 12% dizem que são pessoas de gatos. Quantas pessoas amam gatos e cachorros? Um pouco mais de um quarto do grupo. No geral, os amantes de animais dominam a nação. Apenas 15% das pessoas disseram que não gostam de gatos ou cães.

Amoroso e leal

getty_rf_photo_of_girl_napping_with_dog

Os cães merecem a reputação de melhor amigo do homem. Não importa o tamanho ou a raça, um cão proporciona uma vida inteira de amor e lealdade. Cães são animais sociais e prosperam na companhia humana. Certas raças, como os rottweilers, também são excelentes protetores.

Devem ser treinados

getty_rf_photo_of_puppy_biting_pant_leg

Até mesmo o melhor cachorro pode ter alguns comportamentos não tão fofos. Cachorros latem, pulam em cima, cavam, puxam a coleira ou até rosnam e mordem. Para reduzir o mau comportamento, você precisa ensinar ao seu cachorro o que é certo e o que não é. Alguns cães são fáceis de treinar, enquanto outros levam mais tempo. De qualquer forma, o seu tempo e dinheiro gasto em aulas de obediência farão com que seu cão seja um amigo delicioso nos próximos anos.

Independente

photolibrary_rm_photo_of_cat_in_a_tree

Os gatos são notoriamente “de baixa manutenção”. Eles não precisam ser banhados ou levados para passear. Eles podem ficar sozinhos por horas a fio. Mesmo que os gatos gostem de fazer suas próprias coisas, eles ainda precisam de muito amor e atenção. Dedique algum tempo todos os dias a brincar com o seu gato, acariciá-lo ou apenas dar-lhe algum carinho.

Reservado

photolibrary_rm_photo_of_cat_playing_in_grass

Alguns gatos adoram se socializar, mas outros preferem ficar escondidos, especialmente quando novas pessoas o visitam. Na verdade, seus amigos podem nem perceber que você tem um gato. Gatos que não estavam perto de pessoas quando filhotes podem ser nervosos. Até o gato mais simpático pulará do seu colo e se soltará após ter o suficiente de sua atenção.

Energia Ilimitada

getty_rm_photo_of_woman_running_with_dog

Se você está procurando um companheiro de brincadeira, não há um muito melhor do que um cachorro. A maioria das raças é brincalhona e adora estar ao ar livre. Um cão pode ser um ótimo companheiro para fazer jogging, caminhar ou passear no parque. Se você está tentando entrar em forma, cães são ótimos companheiros de exercícios, que são tão importantes para os cães quanto para as pessoas.

Pelo em toda parte

webmd_rf_photo_of_dog_hair

Todos os cães perdem pelo menos um pouco de pelos, até as raças consideradas melhores para pessoas com alergias. Quanto mais longo e grosso o pelo, mais você o encontrará em suas roupas, tapetes e móveis. A pele e pelo dos cães também podem ficar sujos e emaranhados, então dê banho e escove o seu cão ou pague alguém para fazer isso por você.

Companheiro acolhedor

photolibrary_rm_photo_of_older_man_with_cat

Quando se trata de carinho, os gatos levam o prêmio. E a maioria dos tutores de gatos lhe dirá que o som de um gato ronronante é profundamente reconfortante. Na verdade, quando os pesquisadores olharam de perto, descobriram que os níveis de estresse e a pressão sanguínea caíam ligeiramente nas pessoas que se aconchegavam a um gatinho ronronante.

A caixa de areia

getty_rm_photo_of_litter_box
Ninguém gosta de limpar a caixa de areia. Mas ela é essencial se você tiver um gato em ambientes fechados. Ela precisará ser limpa pelo menos uma vez por dia. A areia restante deve ser trocada semanalmente para evitar odores desagradáveis (embora algumas mais novas não precisem ser completamente trocadas toda semana). Se você tiver mais de um gato, precisará de várias caixas de areia para acomodá-los.

O que seu cão está dizendo?

photolibrary_rm_photo_of_growling_dog

Se você conhece a linguagem corporal do cachorro, pode dizer como ele está se sentindo e o que está tentando dizer. Cães podem:

=Alargar os olhos se eles se sentirem ameaçados
=”Sorrir” como sinal de submissão
=Erguer as orelhas e a cauda quando alerta ou agressivo
=Fazer-se parecer menor quando está com medo

O que seu gato está dizendo?

photolibrary_rm_photo_of_cat_rubbing_on_leg

Assista ao comportamento do seu gato para descobrir o estado de espírito dele. Gatos podem:

=Deixar a cauda cair quando estiver doente ou infeliz
=Torcer as orelhas e a cauda quando agitado
=Tremular as pálpebras para mostrar confiança
=Massagear algo com as patas para mostrar contentamento

Fonte: WebMD

 

Falta de sono pode prejudicar controle dos movimentos do corpo

“Jetlag social” causado por privação de sono no dia a dia pode provocar problemas de atenção em tarefas simples

Por Júlio Bernardes – Editorias: Ciências/Jornal da USP

 

Insonia_mulher faisal akram wikimedia commons
Obrigações sociais reduzem os períodos de sono, o que pode levar a problemas de atenção e concentração, além de mudanças abruptas nos horários de dormir e sonolência, fenômeno que é conhecido como “jetlag social”- Foto: Faisal Akram via Wikimedia Commons/CC 

A falta de sono no dia a dia também pode causar problemas de atenção e concentração em pessoas aparentemente saudáveis, fenômeno conhecido como “jetlag social”, comprova pesquisa com participação da Escola Politécnica (Poli) da USP. Em testes realizados com estudantes, o desempenho em tarefas simples que exigem controle dos movimentos do corpo era melhor às segundas-feiras, após as horas de sono compensadas no final de semana. A descoberta pode ajudar a entender quais as áreas do cérebro são afetadas pela privação de sono, comprometendo o controle corporal.

O professor Arturo Forner Cordero, que coordenou a pesquisa, conta que o Laboratório de Biomecatrônica da Poli estuda a modelagem do controle motor humano para a aplicação em robôs e exoesqueletos. “Para isso, são realizadas experiências de controle motor, como, por exemplo, simular tarefas de aprendizado, controle dos movimentos das mãos, em caminhadas e de postura”, diz. “Esses testes costumam ser realizados com alunos de graduação. Em determinados períodos, como no final dos semestres letivos, porém, o desempenho dos estudantes era ruim e não havia ideia do motivo.”

20180625_01_postura (1)
Um dos experimentos realizados em pessoas com restrição de sono realizados na Poli é um teste de aprendizagem no qual é preciso apontar alvos projetados por um computador com o dedo – Foto: Cedida pelo pesquisador

Os pesquisadores realizaram um experimento com alunos do Instituto Federal do Sudeste de Minas Gerais, em Barbacena. “Os estudantes utilizaram durante nove dias um actímetro, um relógio de pulso que mede a atividade física e distingue os períodos de sono, repouso, vigília e atividade, os quais são registrados em um gráfico”, explica o pesquisador Guilherme Umemura, que integrou o grupo de estudos. “Também foram aplicados questionários sobre hábitos diários, para complementar a avaliação sobre restrições de sono.”

20180625_03_postura
Na sequência acima, etapas da realização do teste de aprendizagem realizado no Laboratório de Biomecatrônica da Poli – Foto: Cedida pelo pesquisador

Nas sextas e segundas-feiras foram realizados testes de controle postural. “Os participantes eram instruídos a ficarem em cima de uma plataforma e eram submetidos a vários desafios estáticos e dinâmicos, como abrir e fechar os olhos”, diz Umemura. “O corpo humano, quando está em pé, nunca está totalmente parado, ele se movimenta em várias direções, e isso envolve mecanismos de controle do cérebro, como os da visão e da audição, por isso é importante o controle postural”, explica o professor.

“Jetlag” social

Os experimentos mostraram que o desempenho no controle postural era melhor na segunda-feira, depois do final de semana. “Acredita-se que as obrigações sociais reduzem os períodos de sono, o que pode levar a problemas de atenção e concentração, além de mudanças abruptas nos horários de dormir e sonolência. Esse fenômeno é chamado de ‘jetlag social’”, aponta Umemura.

“Nos finais de semana, em geral há uma compensação das horas de sono e, coincidentemente, o desempenho nos testes era melhor”, ressalta o pesquisador. “As comparações entre as respostas dos questionários e os gráficos de atividade e repouso revelaram uma diferença de aproximadamente duas horas entre o tempo de sono considerado ideal pelos alunos e a quantidade de sono apurada nos gráficos.”

20180625_04_postura
Actímetro (à esquerda), aparelho em formato de relógio de pulso que registra os períodos de sono, repouso, vigília e atividade ao longo do dia, os quais são mostrados em um gráfico (à direita) – Imagem: Cedida pelo pesquisador

De acordo com o professor, a hipótese para explicar o problema é que as áreas do cérebro mais sensíveis à privação do sono são as responsáveis pela cognição e pela integração sensorial. “Essas áreas são o córtex pré-frontal, responsável pela cognição e o planejamento motor; o tálamo, que da integração sensorial, que teria sua atividade diminuída”, descreve, “e o cerebelo, que faz o controle em tempo real do movimento; em resumo, todos esses processos possivelmente estão envolvidos no déficit motor.”

Forner Cordero alerta que é surpreendente encontrar problemas de controle postural em pessoas jovens e saudáveis, mas que não percebem a privação de sono. “Este não foi um estudo em que as pessoas ficam sem dormir, elas pensam que estão dormindo bem, mas a diferença no controle postural é significativa”, ressalta. “Também não são pessoas com restrições declaradas de sono, como trabalhadores de turnos. O estresse na qualidade e na quantidade do sono possivelmente traz malefícios ainda piores, como o aumento do risco de quedas, acidentes laborais e de trânsito.”

20180625_02_postura
Equipamento utilizado em testes de controle postural – Foto: Cedida pelo pesquisador

O estudo é descrito no artigo Social jetlag impairs balance control. Escrito por Guilherme Silva Umemura, João Pedro Pinho, Bruno da Silva Brandão Gonçalves, Fabianne Furtado e Arturo Forner Cordero, o texto foi publicado na revista Scientific Reports em 21 de junho. Além dos testes relatados no estudos, outros experimentos para avaliar desempenho motor e aprendizagem em pessoas com restrições de sono estão em andamento.

Fonte: Jornal da USP

 

Mulheres que vivem relacionamentos abusivos não seguem padrão

Estudo que buscou o porquê de mulheres permanecerem nessas relações concluiu a impossibilidade de classificá-las

Por Ane Cristina

violencia_mulher_genero pixabay.jpg

Em 2014, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou erroneamente um dos resultados da pesquisa Tolerância social à violência contra as mulheres. Na época, o órgão federal informou que 65% dos entrevistados concordavam com a afirmação “Mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas”.

A veiculação da notícia gerou uma série de protestos nas redes sociais que denunciavam o machismo na sociedade brasileira, dentre eles a campanha Eu não mereço ser estuprada. Na semana seguinte o Ipea corrigiu o dado, informando que a porcentagem de 65% se referia à afirmação “Mulher que é agredida e continua com o parceiro gosta de apanhar”. A correção não gerou a mesma repercussão que a afirmação incorreta causou, mostrando o “pouco espanto” em relação à violência contra a mulher nas relações de conjugalidade.

Fabiana de Andrade pesquisou durante quatro anos o que faziam as mulheres que sofriam violência doméstica permanecerem ou saírem de uma relação violenta. Dentre suas conclusões, está a similaridade das narrativas de violência, a impossibilidade de classificar essas mulheres e a formulação de Pedagogias do Cuidado de Si, ferramentas de mudança de pensamento e de conduta.

Autora da tese de doutorado Mas vou até o fim: narrativas femininas sobre experiências de amor, sofrimento e dor em relacionamentos violentos e destrutivos, defendida na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, ela acompanhou e conversou com mulheres que passavam ou tinham passado por relacionamentos destrutivos em três locais diferentes. Ela esteve no Mulheres que Amam Demais (Mada), em Campinas, grupo de autoajuda formado por mulheres que sofrem por amar demais. O espaço existe há muito tempo e segue os moldes do Alcoólicos Anônimos (AA).

Também em Campinas, a pesquisadora conheceu o Centro de Referência e Apoio à Mulher (Ceamo), serviço fornecido pelo município que tem o objetivo “de acolher e prestar atendimento psicológico, social e orientação jurídica à mulher em situação de violência de gênero no âmbito doméstico, visando romper o ciclo da violência através de atendimento individual, familiar ou em grupo”. Ela também foi a Paris, onde seu objeto de estudo foi a associação francesa Libres Terres des Femmes (LTDF), que assim como o Ceamo acolhia mulheres em situação de violência, mas não fazia parte de uma política pública, sendo dependente de outras verbas.

info_relacionamentos_abusivos.jpg

 

Pedagogias do Cuidado de Si

Fabiana selecionou as quatro principais ferramentas discutidas nos grupos que visavam à mudança de pensamento e de conduta, chamando-as de Pedagogias do Cuidado de Si. “Eu chamei dessa maneira porque entendi que esses grupos funcionavam como espaços pedagógicos de produção de um outro olhar sobre estar no mundo, de produção de desejos, de coisas que as mulheres queriam na vida delas, porque eu observei que nesses espaços muitas das mulheres tinham uma forma de viver e de estar no mundo que era voltado para o bem-estar do outro”, conta a pesquisadora.

Questionamento das normas de gênero e sexualidade

No Ceamo e no LTDF falava-se muito sobre a existência de papéis diferentes para homens e mulheres, que pode tornar aceitável uma situação de violência para a mulher. No Mada eram apresentadas as normas do homem como “príncipe encantado” e “provedor da casa”.

Controlar excessos

Principalmente no Mada existia a ideia de que o “excesso” de controle da conduta do outro era muito perigoso: querer saber onde o outro está, o que ele pensa, querer provas de amor, ligá-lo compulsivamente. “A ideia do controle dos excessos era começar a criar formas de aprender a estar sozinha, saber que o sucesso amoroso não depende que o casal seja uma pessoa só, a importância da liberdade do outro e delas” explica Fabiana.

Uma mulher empoderada empodera outra mulher

No Ceamo e no LTDF, o termo “sororidade” era muito utilizado, ressaltando a importância de que mulheres entendam que não são inimigas. No Mada, o termo usado era “irmandade”. Os três grupos tentavam passar a ideia de que mulheres não devem competir entre si, uma vez que tal competição é mais um resultado da cultura machista.

Autoconhecimento

As mulheres buscavam o autoconhecimento para entender qual seu lugar numa cultura machista e poder questionar essa cultura. Nos grupos, elas percebiam que não sabiam sequer do que gostavam de fazer, por não se conhecerem. O autoconhecimento produziria uma outra maneira de olhar para si mesmas e de estar no mundo.

Fonte: Jornal da USP

 

Pesquisa mostra diferenças e semelhanças entre tutores de cães e gatos

Olá, escrevo antes da matéria para avisar que criei um novo blog para tratar apenas dos temas pets, animais de estimação, natureza, meio ambiente, comportamento: Se meu pet falasse. Vou começar a postar esses assuntos por lá, portanto, se tiver interesse, comece a seguir clicando aqui. Os demais assuntos continuam por aqui. Obrigada.

 

Entrevistados foram questionados sobre diferentes aspectos e particulares, com o objetivo de encontrar tendências entre os tutores de cães e os de gatos e entender como seus animais influenciam suas vidas.

De dietas a preferência de exercícios físicos até escolhas de relacionamento e carreira, a pesquisa mostra que os cães geralmente têm uma influência maior nas decisões de seus tutores do que os gatos.

A Mars Petcare, maior empresa de alimentos para pets do mundo, tem como propósito fazer do mundo um lugar melhor para os pets e realizou uma pesquisa com mil tutores de cães e mil tutores de gatos para observar as diferenças e semelhanças entre eles.

Os resultados mostraram que as pessoas que gostam de gatos têm mais propensão a serem criativas – têm quase quatro vezes mais chances de trabalhar com áreas que envolvem inovação e criação. Os amantes de cães tendem a ganhar mais dinheiro em média, o que pode estar ligado ao fato de serem mais propensos a trabalhar na área financeira. A renda extra pode ajudar os tutores de cães, já que eles tendem a gastar 33% a mais em roupas e acessórios e 26% a mais em entretenimento do que os tutores de gatos.

Woman and dog running on beach at sunset

Falando sobre entretenimento, os chamados ‘gateiros’ são mais propensos a assistirem documentários, musicais e filmes indie. Os amantes de cães são grandes fãs de terror e ação, mas também gostam de histórias românticas.

Os tutores de gatos são mais propensos a desfrutar de hobbies mais leves, gostam de ler, escrever e realizar trabalhos manuais como, por exemplo, jardinagem. Já os de cães, por outro lado, gostam de atividades mais agitadas, como esportes, ioga, dança e viagens – demonstrando a necessidade de gastar energia em um nível semelhante ao de seus próprios amigos peludos.

Dia difícil? Terapia com animais realmente funciona

Seja por meio de exercícios, abraços ou um ‘ouvido amigo’, o impacto positivo que recebemos de nossos pets é nítido. A pesquisa descobriu que os cães são muito mais propensos a melhorar a vida de seus tutores por meio de atividades físicas do que os gatos (45% contra 8%). Os tutores de cães também são mais propensos a serem corredores, com um quarto (25%) dizendo que correm regularmente, contra apenas 16% dos tutores de felinos.

eu e sting 2.JPG

Embora os gatos possam não ser os melhores amigos de treino, seus tutores são mais propensos a dividir os pensamentos e segredos mais íntimos com seu pet (23% contra 19% para tutores de cães). E ter aquele pequeno “ombro” para chorar realmente parece ajudar, já que os tutores de gatos são mais propensos a dar crédito ao seu animal de estimação pela a redução do estresse (70% contra 66%) e também pelo conforto em momentos de tristeza, como a perda de um ente querido ou após uma ruptura de relacionamento.

“Os benefícios dos animais de estimação para a saúde e o bem-estar dos seres humanos é um assunto amplamente estudado por nós. Os pets representam uma parte essencial da sociedade e fornecem um apoio valioso em facilitar a interação humana e os contatos sociais, além de proporcionar companhia. As evidências científicas têm demonstrado os inúmeros benefícios advindos dos pets, não só para os seus tutores, mas também para a sociedade como um todo”, afirma Jam Stewart, Vice-Presidente de Assuntos Corporativos da Mars Pet Nutrition.

Pets nos fazem felizes de muitas maneiras

Apesar dessas diferenças, os tutores de gatos e cães têm algumas coisas em comum – especialmente quando se trata de viagens e planejamento de vida. Mais de um quinto deles leva seu animal de estimação junto nas férias, um quarto faz as refeições diárias acompanhados de seus pets e mais de um terço compra presentes em aniversários e datas comemorativas – embora os tutores de cães tenham duas vezes mais chances (19% x 9%) de celebrar o aniversário de seus melhores amigos com uma festa completa.

Com laços tão fortes, não é surpresa que os pets influenciem fortemente o planejamento de vida semanal de seus tutores. Os cães têm um pouco mais de influência sobre como seus tutores tomam decisões, com mais de dois terços confirmando que o pet influencia diretamente seu planejamento (67% x 58%).

menina com gato e cachorro

É interessante pensar nas formas como os nossos animais de estimação moldam as nossas personalidades – mas, no final, parece que os tutores de cães e gatos não são tão diferentes. Uma importante tendência é notar o papel significativo que os pets desempenham em suas vidas, seja influenciando decisões de viagem, ajudando com rotinas de exercícios ou apenas ouvindo atentamente, ou seja, os animais de estimação podem melhorar nossa vida de várias maneiras.

Principais tendências observadas

  Tutores de Gatos Tutores de Cães
Áreas de atuação Saúde, Negócios, Empreendedorismo, Criação Finanças, Educação, Direito, Governo, ONGs
Estado civil Solteiro, comprometido, divorciado e viúvo Namorando, noivo e casado
Seriados preferidos Seinfeld, Breaking Bad, House, Downton Abbey Game of Thrones, The Big Bang Theory, Grey’s Anatomy, The Walking Dead, House of Cards, The Sopranos, Law and Order, Modern Family
Estilos de filmes preferidos Suspense, animação, indie, musicais, comédia, documentário e filmes de época Terror, ação, romance, família e drama
Música Jazz, blues, rock e clássica Hip hop, rap, pop e sertanejo
Traços de personalidade Tímido, ansioso e mal-humorado Aventureiro, confiante, otimista e animado
Quantidade de melhores amigos 5 6
Quantas vezes saem à noite por mês? 2 3
Hobbies Ler, escrever, trabalhos manuais, assistir TV Yoga, dançar, viajar e esportes

Pesquisa_Tutores de cães e gatos.jpg

Sobre a pesquisa: o estudo foi realizado em setembro de 2017, pela OnePoll para a Mars Petcare. Foram entrevistados 1.000 tutores de gatos e 1.000 tutores de cães nos Estados Unidos.

N.R.: Posso dizer que concordo com a pesquisa, pois sou mais gateira e o perfil bateu com minha personalidade. E você, concorda?

 

 

Pesquisa: como brasileiros se informam sobre nutrição em tempos de fake news

Levantamento exclusivo realizado para a Nestlé mostra os canais de comunicação mais acessados, o nível de confiança e de checagem da informação veiculada sobre alimentação

Como os brasileiros se informam sobre nutrição em meio a um bombardeio de conteúdo, dicas e informações disseminadas em tempo real pela internet? Para entender essa busca por conhecimento, a área de Inteligência e Pesquisa de Mercado da Editora Abril realizou um levantamento exclusivo com 500 participantes em todo o País, publicado na edição de junho da Revista BIO, publicação especializada da Nestlé, dirigida a nutricionistas, com o objetivo de disseminar informações científicas sobre Nutrição aos profissionais de saúde.

Sixty-and-Me mulher computador

A pesquisa mapeou, por exemplo, quais são as principais fontes de informação sobre alimentação saudável. O resultado chama a atenção, já que 51% dos entrevistados afirmou que tem no YouTube o meio de comunicação de referência de conteúdo sobre o tema. Em seguida, estão os sites especializados, com 50% da preferência dos participantes; acompanhados pela televisão (43%), sites de notícias (41%), Facebook (41%), revistas (38%), Instagram (32%), blogs (31%), jornais (22%), WhatsApp (20%) e rádio (11%).

Checagem da informação

Um dos temas mais relevantes que a pesquisa abordou – e que tem sido pauta de debates, matérias e inúmeras discussões na internet e no dia a dia – é sobre como as pessoas filtram as informações disseminadas pela internet, especificamente nas redes sociais. O levantamento mostra que 46% dos entrevistados disseram que sempre checam as fontes e a veracidade das notícias sobre alimentação nas redes; 45% checam às vezes e 9% afirmaram nunca checar.

A pesquisa levantou, ainda, o nível de confiança das pessoas nas notícias sobre alimentação veiculadas e/ou postadas em diversos meios de comunicação. Em uma escala de 0 a 10, a lista é liderada por blogs e perfis de profissionais de saúde, com nota média de 7,2; depois aparecem as reportagens publicadas pela imprensa em jornais, revistas, sites, TV e rádio, com média de 6,3 – na última posição está o WhatsApp, com nota 3,2.

Alimentação saudável

O tipo de fonte varia também conforme a pauta. Quando se fala em dieta e emagrecimento, por exemplo, a pesquisa mostra que 32% dos entrevistados têm no nutricionista a principal fonte de informação sobre o assunto; seguido por sites especializados (16%); médico (15%); redes sociais (12%) e blogueiros/youtubers (7%). Se o assunto é alimentação infantil, o contexto é parecido, com o nutricionista em primeiro lugar como principal fonte de informação, com 21% da preferência dos entrevistados, seguido pelos sites especializados (19%) e o médico (18%).

alimentação saudável

Vale destacar, também, os dados quanto ao nível de preocupação com a alimentação saudável dos entrevistados. As respostas indicam que 42% das pessoas se consideram um pouco preocupadas com o tema; enquanto 44% se dizem preocupadas e 14% muito preocupadas. Os resultados completos podem ser conferidos na revista BIO de junho.

A publicação é distribuída pela Nestlé para mais de 30 mil nutricionistas e especialistas da área de saúde com o objetivo de promover educação, atualização e conscientização sobre temas ligados a alimentação e saúde, contribuindo para disseminar o propósito da companhia de melhorar a qualidade de vida e contribuir para um futuro mais saudável.

Fonte: Nestlé

Pesquisa: solteiros gostam do Dia dos Namorados, mas se sentem pressionados

Nesse Dia dos Namorados, o Tinder, maior aplicativo do mundo para conhecer novas pessoas, realizou uma pesquisa com 1.235 usuários, sendo 48% dos respondentes homens e 52% mulheres de todo o Brasil, para descobrir o que eles pensam da data. Além disso, o aplicativo também vai promover uma festa surpresa para comemorar a ocasião com os usuários.

O levantamento revela que a ocasião tem um lugar especial no calendário dos brasileiros, já que 84% afirmam que gostam do dia, mas 27% afirmam que se sentem incomodados com a pressão para estar com alguém na data e 25% sinalizam que também acham inconveniente a pressão para sair para algum lugar legal e comprar presentes caros.

E, apesar da maioria (97%) já ter passado a data sem ter um namorado para chamar de seu e 41% ter compartilhado que já vivenciou um Dia dos Namorados ruim, 42% acreditam que essa é uma ocasião para celebrar o amor, enquanto 32% acreditam que é uma oportunidade para reforçar o compromisso com a pessoa amada (32%).

“O Dia dos Namorados é uma data muito especial para o Tinder, já que nossa missão é justamente promover o encontro entre as pessoas e eliminar barreiras nesse processo. Como trata-se de uma experiência única baseada no interesse mútuo, nós temos sido bem-sucedidos no mundo todo, e especialmente no Brasil, que é o nosso segundo maior mercado. Queremos continuar empoderando as pessoas e promovendo conexões para comemorar diversos Dias dos Namorados ao lado de nossos usuários”, comenta Andrea Iorio, Country Manager do Tinder para América Latina.

Confira abaixo os todos os resultados

lareira inverno casal

Qual o seu sexo?
Homem 48%
Mulher 52%
Você gosta do Dia dos Namorados?
Sim 84%
Não 16%
Você já passou o Dia dos Namorados sozinho(a)?
Sim 97%
Não 3%

casal boca beijo

Dentre as afirmações abaixo, qual você acha que é o principal propósito do Dia dos Namorados?
É uma ocasião para celebrar o amor 42%
É uma oportunidade de reforçar o meu compromisso com a pessoa que amo 32%
É uma ocasião para trocar presentes, o que é sempre bom 15%
Não acho que tenha um propósito especial, é uma data como qualquer outra 11%
Dentre as afirmações abaixo, qual você menos gosta a respeito da data do Dia dos Namorados?
É só uma data comercial 23%
Existe muita pressão para estar com alguém 27%
Existe muita pressão em comprar um bom presente, e sair para algum lugar legal 25%
Não tenho nada contra 25%
O que você gosta de fazer no Dia dos Namorados?
Se estou solteiro(a), gosto de ficar em casa assistindo TV 41%
Se estou solteiro(a), gosto de festejar com os meus amigos 20%
Se estou namorando, gosto de passar um tempo com o meu namorado fazendo algo romântico 59%
Se estou namorando, nada de especial, apenas passar um tempo juntos 22
Você já teve um Dia dos Namorados ruim?
Sim 41%
Não 59%
casal festa vinho pixabay
Pixabay
Você acha que o Dia dos Namorados é a data mais especial para um casal?
Sim, com certeza 12%
Sim, é uma data importante 21%
Não, o dia que os dois se conheceram ou do primeiro beijo é o mais importante 10%
Não, o aniversário de namoro ou casamento é mais importante 41%
Não acredito em datas especiais, todos os dias são importantes para um casal 16%

Fonte: Tinder – Junho 2018

Quem são os solteiros online, como se comportam e o que esperam do futuro

Estudo dos Solteiros 2018 entrevistou mais de 5.200 pessoas para determinar o perfil e o comportamento dos brasileiros que usam sites e apps de relacionamento

Você sabia que o companheirismo é o elemento mais procurado pelos solteiros em um relacionamento? E que beleza é o último critério para escolher um pretendente? Essas descobertas fazem parte do Estudo dos Solteiros 2018, realizado pelo Match Group LatAm – detentor dos principais aplicativos e sites de relacionamento da América Latina, como ParPerfeito, OurTime, Femme, Divino Amor, SingleParentMeet e G Encontros– que ouviu mais de 5.200 pessoas para entender como o solteiro brasileiro pensa, se comporta e o que espera para o futuro.

Entre os homens e mulheres entrevistados, 92% deles têm mais de 30 anos. Sendo que São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná e Bahia são os estados com as maiores concentrações de solteiros no país. É interessante ressaltar que, com o avanço da tecnologia, o smartphone é o principal meio para encontrar uma nova paquera.

Segundo a pesquisa, os dispositivos mais utilizados para buscar um novo amor são: smartphones com sistema Android, notebook ou PC e iPhones. Além disso, os entrevistados ainda dizem que sexta (12%), sábado (31%) e domingo (34%) são os melhores dias para usar sites e apps de relacionamento.

trabalho mesa laptop computador mulher

Quando questionados sobre as expectativas para um futuro relacionamento, 87% procuram por alguém que seja companheiro em todos os momentos. Além disso, os brasileiros também afirmam o que mais os atrai em um primeiro encontro: gentileza e educação (51%), interesses em comum (24%), bom humor (11%) e inteligência (10%).

“A pesquisa comprova que é possível ter êxito na paquera utilizando principalmente da gentileza e do bom humor. A aparência não é o mais importante para aqueles que estão em busca de um relacionamento sério”, analisa Marina Simas, consultora de relacionamento do Match Group LatAm.

Sites e apps de relacionamento já fazem parte do cotidiano dos solteiros brasileiros, já que 72% dos entrevistados acreditam que não há mais preconceito em usar esse recurso na busca por um novo amor. “Essa constatação remete ao aumento da conectividade dos brasileiros com a democratização da internet. Assim, cada vez mais ela é reconhecida como uma aliada para a busca de um novo amor, como já acontece em outros países, como Estados Unidos, há algum tempo”, complementa Marina.

LGBT

E tem mais revelações que mostram que não está fácil para ninguém! Segundo homens e mulheres homossexuais e bissexuais (48%), a maior dificuldade deles é encontrar alguém que queira um relacionamento sério. Outro dado curioso é a diferente forma de enxergar um (a) parceiro (a) bissexual: 76% delas se incomodam se a parceira for bissexual, enquanto 66% deles não se importam com isso.

50+

estudante laptop computador

Já os solteiros acima de 50 anos acreditam que estão na melhor fase para começar um novo relacionamento. De acordo com a pesquisa, 55% dos entrevistados consideram mais fácil encontrar um novo amor nessa fase da vida porque as pessoas já são mais maduras. Além disso, os solteiros dessa faixa etária não se importam com questões de idade e começariam um relacionamento com alguém mais novo, segundo 78% deles e delas.

“Nessa fase da vida as pessoas têm mais certeza do que desejam e do que esperam em um novo relacionamento. Com as expectativas alinhadas, a relação amadurece com mais qualidade”, explica a consultora de relacionamento do Match Group LatAm.

Solteiros com filhos

mulher celular café

Os pais e as mães também estão aproveitando os sites e apps de relacionamento para procurar um novo amor. Diante da rotina de trabalho e dedicação com os filhos, o universo online se torna uma ótima opção para quem está buscando um recomeço, mas a missão não é muito fácil. Segundo 64% das pessoas com filhos, a maior dificuldade é o medo de que o (a) parceiro (a) não goste e/ou não respeite os filhos. Encontrar alguém que aceite a sua rotina, segundo 30% dos entrevistados, é o segundo maior obstáculo para uma nova relação.

“Os pais e as mães enxergam a necessidade de preservar as relações com filhos para manter o equilíbrio e a segurança deles e consideram isso prioridade antes de engatar em um novo relacionamento. Por isso, buscam pessoas que tenham essa mesma realidade e os mesmos valores para uma relação”, comenta Marina.

Os dados completos do Estudo dos Solteiros podem ser conferidos aqui.

Fonte: Match Group LatAm