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Férias à vista: como ficam os cuidados com os pets?

Confira dicas para viajar tranquilamente com seu pet ou escolher hotel e pet sitter

As tão esperadas férias devem ser um período para se divertir e relaxar. Por isso, os cuidados com os animais de estimação devem ser bem planejados, tanto para os pets que vão acompanhar a família durante a viagem como para aqueles que vão permanecer na cidade.

Confira as dicas do médico veterinário e responsável técnico do HiperZoo,  Adolfo Sasaki, e aproveite as férias com tranquilidade.

Preparativos para quem vai ou fica

gato antipulga pepeta

Antes da viagem ou hospedagem em hotel é preciso consultar o veterinário de confiança e realizar um check up no animal. “Consultar o veterinário e conferir se o esquema vacinal está em dia é essencial para proteger o pet contra algumas doenças”, comenta Sasaki. A emissão de um documento para a comprovação da saúde do animal também pode ser exigido em alguns hotéis e é obrigatório para viagens de avião.

Para o veterinário, um cuidado essencial nessa época é a administração de vermífugo específico ou medicamento para a prevenção da Dirofilariose, doença causada por vermes que atacam o coração dos cães e que pode levar a óbito. Outra grave patologia que pode ser evitada é a Leishmaniose, uma infecção parasitária que ataca o sistema imunológico do animal e também pode ser fatal.

“A Leishmaniose visceral canina é uma zoonose, ou seja, pode ser transmitida de animais para humanos ou vice-versa, sendo o mosquito o vetor. A boa notícia é que existe uma vacina com alto índice de proteção para a doença e, por isso, os tutores podem proteger seus animais e também colaborar com a saúde pública”, alerta Sasaki. Como ambas as doenças são transmitidas por picadas de mosquitos contaminados, uma forma de aumentar a proteção é o uso de repelentes, em coleira ou spray.

A administração de vermífugos e antipulgas são ainda mais importantes antes da viagem ou estadia em hotel, pois o calor, contato com outros animais, passeios em gramados e locais de grande circulação deixam os pets mais expostos. O tutor pode escolher entre diversas opções de marcas e apresentações de antipulgas e carrapaticidas, como sprays, ampolas pour on, coleiras ou comprimidos.

O pet vai acompanhar a família? Veja os cuidados com transporte e estadia

cachorro cinto carro

A segurança durante o trajeto é fundamental. Os gatos devem ser transportados em caixas ou bolsas apropriadas, e os cães em caixas de transporte ou com peitorais fixos por cinto de segurança ou em cadeirinhas, no caso de raças de pequeno porte. “O tamanho da caixa de transporte deve permitir que o animal fique em pé e dê uma volta ao redor do próprio corpo. A caixa deve ser presa ao cinto de segurança, pois em caso de acidente ou freada brusca, ela pode ser arremessada, ferindo o animal e os passageiros do veículo”, explica Sasaki.

O ideal é que o bichinho seja alimentado até três horas antes de iniciar a viagem, evitando assim que enjoe durante o trajeto. Já a temperatura no interior do veículo é outra preocupação importante, pois o calor excessivo pode causar hipertermia no animal. A recomendação para evitar a situação é fazer pequenas pausas para que o pet possa beber água, fazer suas necessidades fisiológicas e esticar as perninhas.

gato na caixa transporte

A mala de viagem do bichinho também precisa ser planejada. Cama, cobertas e brinquedos preferidos do animal o ajudarão a se sentir mais confortável. Medicamentos de uso contínuo, carteira de vacinação, coleira com placa de identificação, filtro solar e acessórios para passeio, além da ração, alimentos úmidos e petiscos que o animal costuma consumir devem fazer parte da bagagem. “É aconselhável se informar sobre clínicas e hospitais veterinários localizados na cidade destino. Assim, caso ocorra alguma emergência, o tutor já tem as informações em mãos”, lembra o veterinário.

cachorro brincando agility

Os passeios ao ar livre devem ser feitos até 10 da manhã e após às 17 horas, evitando assim que os cães sofram os efeitos do calor excessivo, como mal-estar, hipertermia e queimaduras nas patas e pele. Antes do passeio é fundamental aplicar filtro solar no focinho, ventre e pontas das orelhas, cuidado que deve ser redobrado nos cães de pelagem e focinhos claros.

O pet não poderá acompanhar a viagem. Veja as dicas para a estadia em hotel ou cuidados com pet sitter

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Catland

A escolha por hotel ou contratação de pet sitter (pessoa que cuida dos animais na própria residência) depende muito da personalidade do pet. Animais mais medrosos e idosos, além de gatos, podem ficar muito estressados ao serem retirados de seu ambiente e ter sua rotina alterada. Nesses casos, o mais indicado é contratar um pet sitter. Já o hotel pode ser uma boa opção para os animais mais sociáveis e que precisam de mais exercícios.

Se a escolha for por um hotel, é preciso buscar referências e fazer uma visita antecipada para observar as instalações, o conforto, higiene do local e disponibilidade de funcionários para tratar os animais. “Se o hotel também oferecer o serviço de day care, uma boa ideia é levar o pet algumas vezes antes da estadia. Assim ele já estará familiarizado e o tutor pode aproveitar para observar a rotina de cuidados e atividades”, aconselha o veterinário.

Outra dica é se informar sobre as precauções durante os horários de muito calor, segurança e conforto dos canis e verificar as atividades físicas propostas, bem como se são realizadas em grupos de cães do mesmo porte e perfil, evitando assim brigas e acidentes.

A mala do pet também deve ser planejada como em uma viagem. Além disso, é importante alertar o hotel sobre a administração de medicamentos, se necessário, e informar os contatos do veterinário e hospital de confiança. Também vale enviar uma peça de roupa do tutor, para que o pet se sinta mais calmo devido ao odor familiar.

Dog sitting in the suitcase

Os animais que ficam sob cuidados de um pet sitter podem ficar mais confortáveis por não mudarem de ambiente, porém perceberão a mudança na rotina e falta da família. Por isso, é importante que a contratação do profissional responsável seja realizada com antecedência, e que seus hábitos e horários de alimentação, brincadeiras e passeios não sofram alterações.

O profissional também deve ser orientado sobre as doenças, medicações e cuidados específicos, assim como receber os contatos do veterinário e clínica aptos a atender o animal, se for preciso. Vale ainda solicitar envio de fotos e vídeos do animal nos momentos de visitação do pet sitter para acompanhamento durante o período. E lembre-se: as dicas sobre placa de identificação e roupas do tutor também ajudam a acalmar o pet nesse período de mudanças.

Fonte: HiperZoo

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Passo a passo: faça um gorrinho de Papai Noel para seu pet

As festas de fim de ano estão chegando e a família inteira entra no espírito natalino, e os pets não podem ficar de fora. A Sigbol Fashion, primeira rede de franquia de cursos profissionalizantes na área de moda, preparou um passo a passo para você fazer um gorrinho para seu animalzinho entrar no clima do natal em apenas quatro passos e gastando pouco.

Para fazer o gorrinho você vai precisar de:

material gorro

– Tesoura
– Feltro branco (30 cm)
– Feltro vermelho (30 cm)
– Papel para molde
– Caneta ou lápis
– Régua
– Linha
– Agulha
– Giz de Alfaiate

1º passo: faça a modelagem do gorro e da barra, de acordo com o tamanho do animalzinho faça as medidas e recorte com margem de 0,5 cm para depois costurar.

2º passo: encaixe o molde no tecido da cor correspondente e recorte.

terceiro passo

3º passo: costure o gorro e a barra na abertura, e encaixe um no outro, com a barra branca dobrada ao meio.

4º passo: com uma máquina ou costurando à mão, feche a abertura da cabeça e junte o pompom ao gorro. Costure uma tirinha na abertura para segurar o gorrinho na cabeça. Pronto! Seu pet está pronto pra cantar Jingle Bell com você.

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Fonte: Sigbol

Presentear com um pet no Natal exige muita responsabilidade

Confira, ainda, alguns cuidados que devem ser tomados com os animais de estimação no período de festas e férias

Na corrida pela escolha dos presentes de Natal, não é raro que cães e gatos se tornem uma opção irresistível. Por mais adorável que seja, ter um pet significa um compromisso de longa data e há quem esqueça que cuidar de um animal exige dedicação, paciência, ensinamentos, tempo para levá-lo para passear, visitas regulares ao Médico-Veterinário e, ainda, gera gastos.

Será que quem vai receber um pet de presente tem tudo isso a oferecer? É preciso pensar duas vezes ao comprar, adotar ou presentear familiares e amigos com pets; eles não são brinquedos e o abandono de animais pós período de festas, infelizmente, não é raro. Segundo dados da ONG Gavaa (@adotegavaa), entre os meses de dezembro e janeiro o abandono de animais aumenta, em média, 60%.

Uma pesquisa conduzida no Brasil pelo Ibope e o Centro de Nutrição e Bem-Estar Animal Waltham, da Mars Petcare, mostrou que os motivos que geram o abandono ou a devolução aos abrigos são inúmeros. Apenas 41% dos tutores afirmam que levariam o animal junto, caso tivessem que se mudar. Outros 14% justificam o abandono alegando motivos facilmente contornáveis, alguns deles como: não ter tempo para cuidar como gostaria; porque o comportamento era inadequado; porque o filho nasceu; porque era muito caro, não ter com quem deixar o pet na hora de viajar etc.

Por isso, antes de comprar ou adotar um pet para presentear alguém é preciso refletir bem sobre o assunto e ficar atento a algumas responsabilidades. Confira 10 dicas do Programa Pedigree Adotar é tudo de bom, que há 10 anos no Brasil tem como objetivo mudar a realidade de cães abandonados por meio da sensibilização, conscientização e mobilização da população para a causa da adoção, do apoio aos abrigos que resgatam e promovem a adoção consciente e da educação da população sobre a posse responsável.

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1) Quanto menor é a casa, menor deve ser o pet. Cachorros grandes, em um ambiente pequeno, podem ter problemas de adaptação.

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2) Antes de adotar ou adquirir um animal, importante considerar o tempo médio de vida que é de 12 anos. Pergunte à família se todos estão de acordo, se há recursos necessários para mantê-lo e verifique quem cuidará dele nas férias ou em feriados prolongados. Não faça nada por impulso.

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Foto: Warren Photographic

3) Pesquise sobre as características do animal e veja se ele é compatível com o seu estilo de vida e perfil.

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4) Caso você já tenha outros pets em casa, apresente o novo morador de forma gradual e fique sempre atento à convivência.

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5) Mantenha o animal sempre dentro de casa, jamais solto na rua. E na hora do passeio, leve os cães com uma coleira ou guia.

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6) Evite as crias indesejadas. Castre machos e fêmeas. A castração é a única medida definitiva no controle da procriação e não tem contraindicações.

cão e gato comendo ração

7) Cães e gatos precisam de alimentação de qualidade e muita água fresca e limpa.

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8) Cuide da saúde física do animal. Forneça abrigo, alimento, vacinas e leve-o regularmente ao Médico-Veterinário. Dê banho, escove e exercite-o.

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Foto: Eskimokettu/Pixabay

9) Zele pela saúde psicológica do pet. Dê atenção, carinho e ambiente adequado a ele.

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10) O Brasil tem milhões de cães e gatos abandonados. Esqueça o mito característico da adoção: pets adultos se adaptam com facilidade às mudanças.

Vale também ficar atento aos cuidados necessários nas festas e viagens de final de ano

Encontros de família, casa enfeitada, viagens… A chegada do mês de dezembro é esperada por muita gente, mas pode representar um perigo para os pets. Os animais costumam sofrer com fogos de artifício, podem ingerir alimentos inadequados nas festas e, ainda, sentem muito calor nos dias mais quentes. Para que os pets passem bem nesta época do ano, conheça algumas recomendações para garantir o bem-estar e a segurança dos animais de estimação.

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– Cuidado com os enfeites de Natal, especialmente as luzes das árvores. Eles provocam a curiosidade dos animais, que costumam mastigar e ingerir os objetos. O ideal é evitar decorações que possam se partir, e que ao serem ingeridas provoquem perfurações intestinais.

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– Não compartilhe a ceia de Natal e Ano Novo, por menor que seja a porção. Parece um carinho, mas nem tudo o que é bom para nós é bom para os pets. Além de uma pequena porção de comida poder ultrapassar as necessidades energéticas diárias dos pets (e ajudar na obesidade), alguns alimentos podem causar alterações gastrintestinais, que podem ser discretas ou graves.

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– Fuja dos rojões e fogos de artifícios. Muito utilizados nesta época do ano, eles causam terrível sofrimento aos animais. Por terem a audição mais sensível, os cães são os que mais sentem incômodos, que se manifestam através de tremores, latidos, tentativas de fuga e, muitas vezes, eles acabam se machucando. O ideal é não deixar o animal sozinho. Se possível, isole o som e a iluminação para diminuir o estresse.

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– Levar gatos e cães à praia exige cuidados especiais com alguns tipos de parasitas. Informe-se, previamente, com o Médico-Veterinário de sua confiança e lembre-se que em muitas praias a permanência de animais de estimação é proibida.

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– Fique atento ao piso quente, que pode queimar as patas e causar sofrimento aos pets. Também atente ao calor que ele sente quando exposto ao sol, principalmente os gatos e cães de pelos longos. Mantenha sempre água limpa e fresca à disposição e prefira horários mais frescos para os passeios (início do dia e começo da noite).

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Foto: Cohdra/MorgueFile

– Se a viagem for de carro, passeie com o animal antes dele entrar no veículo para que ele faça suas necessidades. O ideal é acostumar o animal com o movimento antes de iniciar o percurso. Não é indicado que o pet seja alimentado antes das viagens e durante o trajeto, já que eles podem ficar enjoados. Nunca deixe-o solto dentro do carro. O recomendado é utilizar caixa de transporte adequada ou, para cães, cinto de segurança próprio. Não permita que o animal coloque a cabeça para fora da janela, pois isso pode causar otite ou machucados em caso de impacto com insetos ou pedras.

Fonte: Mars, Incorporated

Animal de estimação requer cuidados especiais no verão

Especialista dá dicas sobre hidratação, banhos, tosa e vacinação durante a estação mais quente do ano

Não há dúvida que a chegada das estações mais quentes do ano altera a rotina das pessoas. Com os animais de estimação, a situação não é diferente. Cães e gatos, os preferidos entre as famílias brasileiras, também necessitam de cuidados especiais para manter a disposição, higiene e saúde em dia durante a primavera e, principalmente, o verão.

O primeiro cuidado que deve ser tomado durante as estações mais quentes do ano faz referência ao modo como os animais se alimentam. Segundo a médica veterinária da Esalpet, Anne Karine Romanel, os bichos de estimação precisam de uma alimentação leve e de muita água. “Os animais sentem tanto ou até mais calor que os seres humanos. Em casa ou durante viagens, cães, gatos e outros bichinhos devem ter água à vontade, comida fresca e espaços para se abrigarem do sol forte”, explica.

Além disso, a veterinária destaca a importância de estar com a vacina contra a raiva e vermífugos em dia. “Nesse período mais quente, os animais são levados para passeios em parques, regiões litorâneas, grama e mato, além do contato com pessoas diferentes do convívio diário. Por esse motivo, é importante que ele esteja com a saúde em dia”, diz, lembrando que o ideal é que as pessoas evitem passear com seus pets entre 10 da manhã e 5 da tarde, horário de sol mais intenso e prejudicial à saúde do animal e do próprio dono.

Higiene redobrada

Anne Karine reforça, também, que os cuidados com higiene de cães e gatos devem ser redobrados nas estações mais quentes, isso inclui a utilização de xampus antipulgas. “A quantidade de banhos semanais pode aumentar. Duas vezes é o ideal, além da tosa no caso de bichos mais peludos. Isso aumenta a sensação de conforto para o animal”, garante a veterinária da Esalpet. Por fim, ela ressalta a importância de levar o pet para uma consulta com o veterinário antes de grandes deslocamentos e viagens.

Confira os principais cuidados com animais de estimação durante o calor:

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– Em casa ou durante viagens, cães, gatos e outros animais devem ter água à vontade, comida fresca e espaços para se abrigarem do sol forte;

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Foto: Cityofchicago

– As vacinas contra a raiva e os vermífugos precisam estar em dia;

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– Evite passear com seus pets entre 10 da manhã e 5 da tarde;

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– Para banho, utilize xampus antipulgas;

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– A tosa é indicada para os bichos mais peludos durante as estações mais quentes;

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– Leve seu animal de estimação para uma consulta com o veterinário antes de viagens longas.

Fonte: Esalpet

Dezembro Verde: campanha contra o abandono de animais

A ação visa conscientizar a população sobre a guarda responsável dos pets, principalmente nos meses de dezembro e janeiro, quando o número de animais abandonados aumenta

Para conscientizar a população sobre a guarda responsável dos pets, diversas cidades brasileiras aderem à campanha ‘Dezembro Verde – Não ao abandono de animais’. A escolha do mês de dezembro foi justamente por ser o período em que o número de abandonos cresce em relação à média anual, principalmente por ser um período de férias, quando muitas famílias viajam e optam por rejeitá-los.

Há ainda outros fatores que motivam o abandono dos companheiros de quatro patas, como ninhadas inesperadas, animais de grande porte para espaços pequenos, alteração do nível econômico ou desemprego do tutor, mudança de endereço, perda de interesse ou comportamento problemático do animal, alergia de algum membro da família, nascimento de um filho, internação ou morte do tutor ou cuidador, entre outros. Estima-se que no Brasil existam cerca de 30 milhões de pets abandonados, sendo 10 milhões de gatos e 20 milhões de cães, o que representa quase 4% dos cães abandonados no mundo.

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BarkPost

A Vetnil, uma das líderes em saúde animal no Brasil, apoia a campanha Dezembro Verde e como parte de suas ações sociais, firmou parceria com a ONG Amalo (Associação Amigos dos Animais de Louveira), na cidade sede da empresa.

“É necessário ter consciência que ao decidir ter um pet, o tutor precisa fornecer alimentação, moradia adequada, bem-estar e saúde ao animal. Os pets que são abandonados não foram criados para sobreviver nas ruas e podem sofrer com a fome, atropelamentos, envenenamentos, maus-tratos e enfrentar inúmeras outras situações adversas. Sabemos, infelizmente, que há ainda muitos casos de abandono no país e o nosso compromisso em contribuir com a ONG Amalo nos coloca como agentes para a minimização do sofrimento destes animais”, afirma Cristiano Sá, diretor de marketing e novos negócios da Vetnil.

O executivo ressalta que o abandono de animais é crime e o infrator pode sofrer penalidades previstas na Lei de Crimes Ambientais (lei federal 9.605/1998), como detenção de três meses a um ano e multa, podendo ser ampliada caso o animal morra.

De acordo com Priscilla Finamore, fundadora da ONG Amalo, desde a abertura da instituição já foram resgatados cerca de 600 animais e direcionados à adoção. Ela conta que havia aberto, em 2013, um pet shop com hotel para hospedar os bichinhos dos amigos nos períodos de férias, mas como a ocupação das vagas eram esporádicas, Priscilla começou a resgatar animais de rua, que precisavam de abrigo ou cuidados.

“Chegou uma época em que percebi que o meu hotel não conseguia mais aceitar hóspedes, então decidi que iria me dedicar a cuidar destes cães e gatos necessitados e criei a ONG Amalo. Na cidade de Louveira, o abandono e os maus-tratos são constantes, com o aumento de animais rejeitados a partir de novembro”, conta.

Em 2018, a ONG resgatou cerca de 200 animais, realizou 47 cirurgias complexas, acompanhou 32 nascimentos, castrou 432 animais e já conseguiu um novo lar para 132 cães e 59 gatos em Louveira e região. “Esta parceria com a Vetnil é de extrema importância, porque nos ajuda a cuidar dos animais. Estamos muito gratos e felizes com esta iniciativa”, complementa Priscilla.

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A ONG Amalo é parceira da Petz Jundiaí nos eventos quinzenais de adoção. Confira as próximas datas: 5 e 19 de janeiro de 2019 (sábados), das 10h às 14h, na Av. Antônio Frederico Ozanan, 3003 (junto ao Atacadista Roldão) – Vila de Vito – Jundiaí – SP. Para mais informações sobre o trabalho da ONG e adoção de pets visite o site, clicando aqui.

Fonte: Vetnil

Shopping Parque das Bandeiras tem feira de adoção e encontro de raças no fim de semana

O fim de semana do Shopping Parque das Bandeiras promete ser animado com duplo evento focado no universo pet. No sábado, o centro de compras recebe a Feira de Adoção de Animais e no domingo os cães Bull Terrier prometem encantar no Encontro de Raças, ambos realizados no Espaço Pet.

Os cães e gatos presentes na Feira de Adoção foram resgatados pela Like Bichos, uma instituição que abriga cerca de 50 animais. Para auxiliar nos cuidados dos bichos resgatados, a associação pede a doação de ração.

Para adotar, os novos tutores precisarão ter mais de 18 anos, apresentar documento de identificação e comprovante de endereço. Além disso, todos passarão por uma triagem e precisarão assinar um termo permitindo o contato dos voluntários que irão acompanhar o bem-estar dos bichinhos de estimação.

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Encontro

Nos domingos de novembro e dezembro, o Shopping Parque das Bandeiras ganhou novos e diferentes visitantes com os Encontros de Raças. O centro de compras já recebeu animais de estimação sem raça definida, Pug, Spitz Alemão, Pastor Alemão e Border Colie. O último evento do mês será com cães da raça Bull Terrier, neste domingo, a partir das 14 horas.

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A Eco Center Pet marcará presença com seu mascote e sorteará um presente específico para a raça do encontro. A Dog Power distribuirá amostras de ração.

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Feira de Adoção e Encontro de Raças
Datas: Sábado e domingo, 15 e 16 de dezembro, respectivamente
Horário: Sábado (Feira de Adoção), das 14 às 18 horas
                   Domingo (Encontro de Raças), das 14 às 16 horas
Local: Espaço Pet do Shopping Parque das Bandeiras (Border Colie)
Endereço: Av. John Boyd Dunlop, nº 3900, Jardim Ipaussurama, Campinas, Piso L3, próximo ao Acesso A
Entrada gratuita

Aspirador promete eliminar ácaros e dar mais qualidade de vida a alérgicos

Com tecnologia alemã, o limpador inteligente Vivenso remove os principais vilões das doenças alérgicas, como ácaros, fungos e bactérias

De acordo com uma pesquisa revelada pelo Ibope, cerca de 44% dos brasileiros afirmaram sofrer com condições como asma, bronquite, sinusite e rinite, sendo as duas primeiras as mais comuns. A maioria dos entrevistados revelam que o impacto desses males no dia a dia é significativamente negativo, causando desde indisposição para a prática de exercícios físicos, até dificuldade de respirar e dormir.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), se essas enfermidades não forem devidamente tratadas, agravam-se para um quadro crônico, quando não há mais cura, e podem comprometer as vias respiratórias.

Embora existam vários fatores que contribuem para os problemas respiratórios, o principal deles é, sem dúvida, os ácaros, seres microscópicos que vivem em locais úmidos e pouco arejados, como colchões, almofadas e travesseiros. E como se atacar as vias que levam ar aos pulmões fosse pouco, eles também são responsáveis por alergias cutâneas, como a dermatite atópica.

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Para evitar todos estes transtornos, a solução, então, é investir na limpeza profunda de móveis e objetos que servem como habitat para os micro-organismos. Foi pensando nisso que a empresa alemã Pro-Aqua trouxe para o Brasil o limpador inteligente Vivenso, um aspirador de pó que remove 99% das bactérias, fungos e ácaros dos ambientes.

A tecnologia do smartcleaner possibilita a limpeza de toda a casa com a utilização de apenas três litros de água e é capaz de higienizar estofados, colchões e cortinas, além de remover sujeiras e impurezas de paredes, vidros e pisos. Apesar de não ser de conhecimento geral, a utilização de aspirador de pó comum desencadeia o efeito contrário do que se espera.

No método convencional, a poeira é atraída pela diferença de pressão que ocorre dentro do aparelho quando ligado à corrente elétrica, mas que não é suficientemente capaz de reter no filtro cheio de poros todas as partículas, principalmente as menores, que são as mais nocivas à saúde. Também remove do ambiente todo os pelos do seu bichinho de estimação, já purificando e aromatizando.

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“Vivenso, com tecnologia de limpeza a vácuo que utiliza água como filtro, contém um separador de partículas que faz com que o pó e a sujeira aspirada sejam aprisionados na água e não voltem ao local higienizado. O ar sai lavado e purificado do aparelho. É como respirar o ar após a chuva”, afirma Gerson Marçal, CEO da Vivenso Brasil.

Com essa tecnologia, é possível não apenas aposentar o antigo aspirador de pó, como também todo o arsenal da limpeza, como vassouras, rodos, panos de chão e produtos químicos.

“Desenvolvemos um aparelho que supera as expectativas de quem faz a limpeza, já que também possibilita tirar manchas de estofados e até mesmo desentupir a pia. Além disso, também conta com a função de ‘purificação do ar’; função esta que permite utilizar fragrâncias naturais enriquecidas com florais, aromatizando os cômodos”, finaliza o executivo.

O Vivenso pode ser adquirido pelo site pelo valor de R$ 5.990,00

 

 

Cãezinhos se transformam em cosplays para estimular a adoção

A Blizzard Entertainment, desenvolvedora de games, e a ONG Adote um Focinho, realizaram um ensaio com nove animais do abrigo vestidos com fantasias inspiradas no lançamento da nova expansão do game Hearthstone, Ringue de Rastakhan – jogo gratuito de cards digitais da desenvolvedora – que lançado no começo de dezembro, com o intuito de estimular a adoção dos animais do abrigo.

Cada animal recebeu uma fantasia diferente, representando os Loas, entidades espirituais que fortalecem os guerreiros que se enfrentarão na arena. As fantasias foram criadas pelo premiado cosmaker Rafael Pereira e sua equipe. Ele nunca tinha criado cosplay para cachorros, mas o resultado foram novas versões caninas dos loas. Confira o vídeo com o resultado da ação clicando aqui.

A ONG Adote um Focinho é uma renomada organização que está há mais de dez anos resgatando animais doentes e abandonados nas ruas e os tratando no interior de São Paulo. Atualmente, a entidade está com sua capacidade máxima, abrigando mais de 150 cães de todas as idades e que buscam um novo lar. Para aqueles que se interessarem em ajudar a entidade ou adotar um companheiro clique aqui.

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Gonk, o Raptor: Duffy é uma linda cadelinha de três anos que, certa noite, chegou ao abrigo em busca de um lugar pra morar. Agora ela representa Gonk, o Raptor, e caça presas desavisadas na selva com um magnífico cocar.

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Hir’eek, o Morcego: Sebastian foi encontrado perdido nas ruas num dia feio e chuvoso. Agora, representando o loa Hir’eek, é uma criatura da noite, com asas compondo o cosplay de morcego mais fofo de que se tem notícia.

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Akali, o Rinoceronte: Akali, o Rinoceronte, não podia estar melhor representado! O Brian é tão parrudo que quase não coube no cosplay. Mesmo com todo esse tamanhão, os olhos castanhos dele são pura doçura.

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Gral, o Tubarão: Judy, a cadelinha com olhos coloridos, representa perfeitamente Gral, o Tubarão. Os olhos lindos dela combinam muito bem com o temível predador! Ela é muito alegre e adorou se fantasiar.

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Halazzi, o Lince: Estrela é uma das cadelinhas mais dóceis do abrigo. Nem as cicatrizes de guerra que ela tem no nariz diminuem a beleza dela como o Lince.

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Bwonsamdi, o Morto: O cosplay exótico de Bwonsamdi, o Morto, ficou perfeito no Café. O guerreirinho de seis anos perdeu uma orelha por causa de uma doença. Dizem que ele é o mais inteligente do abrigo, uma boa qualidade pra um sacerdote.

Dragon_A_PetCosplay_Instag_1080x1080Dragon_B_PetCosplay_Instag_1080x1080

Jan’alai, o Falcodrago: Juliete é uma senhorinha que viu os irmãos serem adotados, e agora chegou a vez dela de achar uma casa nova. Com as asas coloridas do Falcodrago, nada vai conseguir detê-la.

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Krag’wa, o Sapo: Choquito foi resgatado da rua e adorou usar esse cosplayzão e representar Krag’wa, o Sapo. Todo mundo concordou que ele ficou uma gracinha com essa fantasia incrível.

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Shirvallah, a Tigresa:  Zoe é uma das várias doguinhas especiais do abrigo. Mesmo sendo muito nova (só três aninhos), ela perdeu os dois olhos. Mesmo assim, é um docinho, cheia de determinação, e agora representa a orgulhosa loa Shirvallah, a Tigresa.

Startup CatMyPet resgata mais de 2.000 gatos em dois anos

Gatos pretos são mais vulneráveis a maus-tratos devidos a superstições e rituais

Além de criar uma série de produtos para atender as necessidades dos gatos, a CatMyPet, startup fundada em 2015, também desenvolve projetos de resgate dos animais que se encontram em situações de risco por meio de parcerias com ONGs como Projeto Segunda Chance, Projeto PetVan, Adote um Gatinho, SOS Gatinho, Mundo Gato, Confraria dos Miados e Latidos, Gaama ONG, Meu Anjo Peludo e Ammar (Associação Mundo Melhor para os Animais de Rua).

A empresa tem uma base de seguidores grande e fiel nas redes sociais (84 mil no Instagram e 55 mil no Facebook) e usa isso para potencializar as buscas por gatos perdidos, a procura de novos donos para animais resgatados e para promover ações mensais nas quais parte do faturamento é direcionado para projetos de ajuda aos animais.

Destacam-se entre os resgates as histórias envolvendo gatos pretos, muito suscetíveis por serem tidos como animais “mágicos”: um exemplo marcante é o da Vicky, resgatada logo após uma sexta-feira 13 com uma faca atravessada na barriga, que, por sorte, não feriu nenhum órgão vital. Acredita-se que ela tenha sido vítima de um ritual de magia.

A Cat My Pet teve o suporte da ONG Miados Urbanos para resgatá-la e, por meio de uma campanha nas redes, levantou fundos para a cirurgia e encontrou uma família para cuidar da gatinha.

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Informações: Cat My Pet

Humanos e pets: muito em comum

Considerados como membros da família, os pets têm ocupado um espaço cada vez maior nas casas, com mais proximidade e compartilhamento de tempo. A mudança de comportamento dos tutores fez com que eles passassem a ter um melhor acompanhamento, principalmente na área de saúde, que se tornou preventiva em vez de curativa.

“Ano a ano, vemos como os donos têm se preocupado mais com seus animais, investindo em alimentação, segurança e saúde. Mas, acima de tudo, eles têm ficado mais atentos às alterações de comportamento e físicas, permitindo uma rápida intervenção quando algum sintoma se manifesta”, comenta o médico veterinário e responsável técnico do HiperZoo, Adolfo Sasaki.

Essa alteração de comportamento dos donos, somada aos avanços da medicina veterinária, resultou no aumento da expectativa de vida dos pets. E o resumo de tudo isso é a incidência cada vez maior de doenças “humanas” em cachorros e gatos. Segundo Sasaki, assim como acontece com os humanos, a vida mais longeva faz com que haja maior observação de doenças como diabetes e câncer nos pets.

Entretanto, a manifestação de patologias comuns acontece pelas similaridades compartilhadas entre mamíferos, que vão desde a presença de pelos até na forma como funcionam os sistemas digestivo, reprodutor e respiratório. “Essas doenças sempre existiram, mas devido à falta de acompanhamento ou tecnologia, não recebiam o prognóstico correto”, complementa o médico veterinário.

Conheça algumas das doenças e problemas de saúde que humanos e pets compartilham:

Câncer

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Câncer é o nome dado ao crescimento desordenado e anormal de células. Podem se manifestar em forma de neoplasias benignas ou malignas, sendo que estes se replicam rapidamente, invadindo tecidos e se espalhando para outras partes do corpo. Dentre os tumores mais comuns em pets estão os de mama (que podem ser prevenidos com castração), de pele (ocasionados pela exposição à radiação solar) e o venéreo transmissível (comum no Brasil pela falta de castração, mas com alta taxa de cura). O tratamento do câncer é idêntico ao realizado em humanos, com o uso de quimioterapia, radioterapia e intervenção cirúrgica. “Há muita semelhança genética entre humanos e cães, e isso até tem ajudado em pesquisas e tratamentos para combater o câncer”, acrescenta o responsável técnico do HiperZoo.

Diabetes

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O diabetes é a elevação de glicose no sangue que, se não tratada, pode prejudicar o funcionamento de diversos órgãos, como rins, olhos e coração. Nos pets, os primeiros sinais da doença podem ser emagrecimento (mesmo com ingestão normal de alimentação), consumo alto de água e muita urina. Assim como nos humanos, a obesidade é um dos fatores de risco para o desenvolvimento do diabetes. Fatores genéticos também influenciam na aparição da doença, que pode ser do tipo 1 ou 2 em cães e gatos, e o tratamento inclui exercícios físicos, dieta controlada e, algumas vezes, aplicação de insulina.

Lúpus

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Foto: LoveToKnow

O lúpus é uma doença autoimune e sem cura, que tem duas variações nos cachorros: afetando somente a pele (lúpus eritematoso discoide – DLE) ou o corpo todo (lúpus eritematoso sistêmico – LES). A doença se manifesta por meio de inflamações em diversas partes do corpo do animal, como pulmões, corações e pele (com bastante frequência na pele da face e do focinho). Os casos de LES demandam mais atenção, uma vez que podem resultar em insuficiência renal e anemia, além de quadros mais graves que podem provocar o óbito. Alguns dos sintomas são febre, aumento do volume de urina, gengivas pálidas e dores nos membros inferiores. Já as ocorrências de DLE se manifestam em forma de lesões ou feridas. A despigmentação do focinho e a perda de ranhuras são exemplos de prognósticos. Algumas das raças que têm mais predisposição para o desenvolvimento da patologia são Pastor Alemão, Poodle e Beagle.

Cardiopatias

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Problemas cardíacos são bem comuns em pets, sendo que 10% dos cães jovens manifesta alguma alteração. O caso mais frequente de cardiopatia é a insuficiência mitral, quando a válvula mitral não fecha totalmente, ocasionando no retorno para os pulmões de um pequeno volume de sangue. “A falta de ar e tosse são sintomas comuns dessa patologia, que é diagnosticada por meio de uma ecografia”, comenta Sasaki. O médico veterinário tranquiliza os tutores: “se tratada corretamente, é possível da cardiopatia não progredir. Por isso, é importante o acompanhamento veterinário e a administração correta da medicação recomendada”.

Tártaro

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Foto: Pets4Homes

O tártaro é uma doença muito comum em cães e gatos, uma vez que grande parte dos tutores não investe tanto tempo na higiene dentária dos pets. Essa patologia ocorre quando há a formação de placa bacteriana nos dentes, ocasionada por restos de alimentos. “Além do mau hálito, essa situação pode resultar em outras doenças e infecções graves, como a meningite. Nesse caso, se houver evolução e atingir a corrente sanguínea do pet, pode levar ao óbito do animal”, alerta Sasaki. Além da escovação e uso de produtos para atenuação da placa bacteriana, é possível efetuar a limpeza dos dentes do animal em intervenção cirúrgica simples, mas que demanda anestesia para garantir que o pet não se machuque.

Fonte: HiperZoo