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100% PET inaugura primeira loja conceito com adoção permanente em Fortaleza

A nova unidade chega à capital cearense neste sábado (29) para atender carência de serviços especializados, integrados e de qualidade em um mesmo ambiente

A 100% PET, rede de franquias de lojas especializadas em produtos e serviços Pet com base em Campinas – SP, inaugura na cidade de Fortaleza – CE sua primeira loja conceito, que traz para a capital cearense o primeiro estabelecimento que integra serviços, produtos, medicamentos e centro de adoção em um mesmo local. Localizada na Avenida Antônio Sales, 2926, no bairro Dionísio Torres, o espaço de 200m² possui um ambiente diferenciado, que oferece conforto e segurança e agrega ainda um café e videolocadora.

O espaço reúne também um pet shop com a maior variedade em alimentos, medicamentos e artigos para os pets. A estratégia da 100% PET, com a inauguração da nova unidade em Fortaleza, é chegar às grandes capitais do país, com conceito inovador e atendimento diferenciado. No caso da capital cearense, a carência de serviços integrados e especializados em um único estabelecimento foi a origem da demanda que levou à inauguração da loja.

centro estéticas

Segundo os proprietários, Marcelo e Daniele Arrais Maia dentre as franqueadoras pesquisadas e analisadas, a 100% PET, foi a que mais se alinhou com a filosofia de trabalho, focando sempre no bem-estar dos animais e em um atendimento diferenciado. “Estou muito otimista com o mercado pet que não para de crescer. Pretendo em breve, montar novas unidades em Fortaleza até o próximo ano”.

Marcelo cita que vem do ramo de entretenimento de locação e venda de filmes, onde atua desde 1986, mas sempre foi um apaixonado por animais. “Crio cães e gatos desde minha adolescência e sempre tive vontade de montar um Pet Shop. Ano passado vi que seria o momento oportuno. Busquei na franquia uma maior segurança, apoio e o know-how de um mercado que só conheço como consumidor”, conclui.

Adoção responsável

Com parceria das ONGs: ABRACE e DEIXA VIVER e o apoio da adestradora da CÃO CIDADÃO, a loja traz um conceito totalmente novo de adoção permanente, com um espaço que privilegia o bem-estar do animal e estimula a guarda responsável. “Faremos um forte trabalho voltado a adoção de cães e gatos, ressalta Marcelo, proprietário da franquia 100% PET de Fortaleza.

Programação

A loja abre oficialmente dia 29, sábado, e estará em funcionamento de segunda a sábado das 8 às 20 horas. Aos domingos das 8 às 17 horas.

O evento de inauguração será aberto ao público com um café da manhã e um feirão de adoção de animais, a partir das 8h. A programação inclui ainda sorteios de serviços, brincadeiras, carrinhos de crepe e pipoca.

ração loja

Serviço:
Inauguração oficial 100% PET Fortaleza
Data: 29/04/2017
Horário: a partir das 8h
Endereço: Av. Antônio Sales, 2926, Dionísio Torres – Fortaleza-CE
Telefones: (85).32644924/cel. (85)987280145

Influência da alimentação na saúde intestinal de cães e gatos, por Rafael Santana*

De acordo com a última Pesquisa Nacional de Saúde, divulgada em 2015 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 44,3% dos lares brasileiros têm ao menos um cão e 17,7%, ao menos um gato. No total, o país apresenta 132,4 milhões de pets, dos quais 52,2 milhões são cachorros e 22,1 milhões são gatos.

Diante de tantas pessoas apaixonadas e preocupadas com os seus animais, a indústria de alimentos pets evoluiu expressivamente nos últimos dez anos e, cada vez mais, está se especializando na produção de itens que não somente atendam às exigências nutricionais, mas que também tragam benefícios à saúde.

Sempre que falamos em alimentos ligados à saudabilidade, não podemos deixar de pensar na importância da avaliação com o trato gastrointestinal (TGI) para garantir o seu bom funcionamento. Em geral, a saúde do intestino se traduz nas boas características morfológicas do epitélio (criptas, vilosidades e integridade); no equilíbrio do microbioma; na resposta imunológica adequada dos tecidos linfoides adjacentes; na boa digestão; e no aproveitamento de nutrientes.

Quanto ao bom funcionamento intestinal dos pets, tem-se como principal parâmetro o fluxo e a morfologia das fezes que devem ser bem formadas, levemente úmidas e regulares, além dos padrões morfológicos e anatômicos avaliados no exame clínico do abdômen.

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Todos esses aspectos são passíveis de alteração por conta da dieta ou de doenças intestinais que irão refletir diretamente na condição geral de saúde dos cães e gatos. Quando acometidos por doenças – sejam elas do próprio TGI ou secundárias -, os animais podem apresentar sintomas que vão desde o emagrecimento até a desidratação, a perda de apetite, fezes mal formadas e fétidas, aumento de volume abdominal e a redução do escore de condição corporal.

A importância do estímulo por meio do alimento diário tem feito com que as indústrias incluam ingredientes e aditivos funcionais em suas formulações, em busca de auxiliar o TGI nas suas interfaces e relações com os demais sistemas e fatores diretos e indiretos. O principal exemplo é a inclusão dos prebióticos e probióticos que têm como objetivo promover o equilíbrio do microbioma intestinal, estimulando a multiplicação e o predomínio dos organismos benéficos que estão presentes no intestino dos animais.

Expandindo mais a visão sobre todas as estratégias adotadas, muitos outros aditivos e ingredientes apresentam potencialidades interessantes. Elas vão desde a modulação da resposta imunológica local do intestino até a contribuição para mudanças morfológicas do epitélio intestinal e a proteção contra microtoxinas. No entanto, alguns desses aditivos e ingredientes ainda precisam superar desafios para comprovar os seus benefícios, sendo submetidos a experimentos bem estruturados, rigorosos e com resultados consistentes.

Mais recentemente, muitas linhas de pesquisas são formadas para entender melhor como os animais em condições especiais lidam com as dietas e quais estratégias nutricionais podem ser adotadas para auxiliá-los no processo digestivo, no aproveitamento de nutrientes e na manutenção da saúde intestinal.

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Essas contribuições à saúde intestinal também passaram a ter destaque no atendimento das demandas dos consumidores, que a cada dia compreendem que animais de diferentes raças, tamanhos e idades podem apresentar necessidades diversas na complementação de suas dietas, que por sua vez exige a orientação e acompanhamento de médicos veterinários especializados.

Diante dessas diferentes situações, conclui-se que a saúde e o bom funcionamento intestinal são influenciados diretamente por uma complexa combinação de fatores. Para atuarmos nesse processo, é fundamental o bom entendimento de tudo o que envolve o seu contexto.

* Rafael Santana é responsável pelo mercado de nutrição animal da Concepta Ingredients, unidade de negócio pertencente ao Grupo Sabará, especializada no desenvolvimento de soluções naturais e tecnológicas, com foco nas indústrias de alimentos, bebidas, nutrição animal e farmacêutica veterinária.

Oito dicas de segurança para evitar que seu pet seja roubado

Segundo dados do IBGE, os lares brasileiros contam com 74 milhões de animais de estimação, sendo 52 milhões de cães e 22 milhões de gatos. Aproveitando-se desses números, a criminalidade tem se voltado para os animais domésticos. Cães e gatos, principalmente, têm sido alvos de furtos, assaltos à mão armada e até mesmo crimes de extorsão.

A ADT, maior empresa de monitoramento de alarme do Brasil, elaborou algumas medidas que devem ser levadas em consideração para a segurança do seu bichano. Veja a seguir:

-Coloque grades ou telas de proteção nas janelas e varandas para evitar que seu pet vá para a rua. Não deixe seu animal doméstico sozinho na área frontal da residência, isso pode despertar interesse de bandidos;

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-Tente não sair para passear com o pet durante a noite, madrugada ou início da manhã, quando as ruas estão vazias. Esses são os horários favoritos dos assaltantes;

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-Coloque a coleira no bicho ainda dentro de casa; se ele sair sem coleira, não o perca de vista;

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-Ao sair para passear com o animal, opte por andar no sentido contrário do fluxo de veículos. Dessa forma, é mais fácil notar alguma atitude suspeita por bandidos; se achar que há criminosos por perto, pegue o pet no colo e ande imediatamente para um ambiente seguro;

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Foto: Dr.Dobias

-Grave seu número residencial e de seu celular na coleira do animal. Na pior hipótese, isso poderá ajudar na localização do pet;

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-Enquanto você faz compras, não deixe seu animal sozinho dentro do carro;

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-Se seu pet for roubado, registre, imediatamente, um boletim de ocorrência na delegacia mais próxima. Divulgue fotos do bichinho em suas redes sociais e espalhe cartazes nas ruas da cidade. É importante não oferecer recompensa, pois o tutor está sujeito a trotes ou pode se tornar vítima de falso sequestro;

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-Soluções tecnológicas, como minirrastreador via satélite acoplado na coleira ou microchip inserido de forma subcutânea no dorso do animal, são opções para rastrear o animal.

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Mudança de hábito impulsiona aumento na busca por serviços de pet sitter

A mudança na forma como os pets são tratados por seus tutores impulsiona o mercado. Eles passaram a ser membros da família e usufruem de serviços formulados especialmente para o seu bem-estar. A rede de limpeza e cuidados domésticos e empresariais, Maria Brasileira, registrou um aumento de 20% na busca de seus serviços destinados a esse público em 2016.

“Houve uma mudança de comportamento por parte dos tutores. Os animais de estimação são vistos como filhos. Percebemos uma carência por serviços especializados em cuidados para pets, respeitando a necessidade de cada um deles e facilitando a vida dos tutores”, comenta Eduardo Pirré, sócio-fundador da Maria Brasileira sobre os serviço pet oferecidos pela rede.

O Pet Sitter é parecido com o serviço de Baby Sitter, porém destinado a animais de estimação, e não a crianças. Um profissional vai até onde o bicho reside e cuida dele na ausência do tutor. Providencia alimentação, interação e cuidados com a higiene.

Este serviço custa em média R$ 35,00, por visita. É utilizado por pessoas que não tem onde deixar o bichinho durante uma curta viagem e não são adeptas dos já famosos hotéis para animais de estimação.

“O acompanhamento do cão e do gato se torna menos estressante se realizado em seu próprio ambiente, evitando mudanças e novas situações de risco. Os cuidados na própria casa são uma boa opção aos pets que não se adaptam ao sistema de hospedagem em hotéis e, principalmente, para gatos”, esclarece Monique Rodrigues veterinária e fundadora da Clinicão.

Os números também confirmam o aumento na demanda. Segundo dados da Abinpet – Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação – o mercado pet brasileiro é o terceiro maior do mundo. Hoje já existem mais cães que crianças dentro dos lares brasileiros

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A empresa possui um serviço voltado somente aos cachorros. O passeador de cães é responsável por levar o pet para passear, promovendo exercício físico e socialização. É pensando, principalmente, para os animais que vivem em apartamentos e não têm espaço para brincar e correr. A contratação desse serviço é diária por um período de uma hora.

Informações: Maria Brasileira

 

Mitos e verdades sobre água e pets

Água fresca e de boa procedência é essencial, junto à ração de qualidade, para que a nutrição do animal esteja completa. O organismo do seu animalzinho não funcionará corretamente se ele não fizer a ingestão necessária de líquidos durante o dia, explica Laís Alarça, veterinária da Hercosul Alimentos.

A Hercosul Alimentos vai esclarecer dúvidas sobre o assunto e revelar alguns mitos e verdades sobre a água na vida dos pets.

Os animais que não tomam muita água podem desenvolver problemas nos rins.

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Verdade: o jejum hídrico é uma das possíveis causas que ocasionam insuficiência renal nos animais. A falta de água pode diminuir a quantidade de urina produzida, que é essencial para carregar os metabólitos produzidos pelo organismo. Se isso acontecer, se o animal não ingerir água na quantidade adequada, os rins podem ser danificados por este jejum com o passar do tempo. Além de acarretar os rins, a falta de água na quantidade correta pode levar a um quadro de desidratação. Por isso, é extremamente importante que o animal sempre tenha água limpa e fresca ao seu alcance.

A água servida aos animais deve ser filtrada.

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Mito: porém, a água fornecida para os pets deve ser sempre tratada, de modo a garantir a qualidade e segurança para o animal, assim como para nós. A água da torneira, caso seja tratada, pode ser oferecida diretamente ao pet.

Tomar água em excesso pode ser um sinal de insuficiência renal.

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Verdade: dois sintomas da insuficiência renal são a polidipsia, o aumento do consumo de água, e a poliúria, aumento da micção. Porém, o aumento do consumo de água pode ser sinal de outros problemas de saúde.

Espalhar vários potes de água pela casa estimula o animal a consumir mais líquido.

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Foto: Pixabay
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Foto: Warren Photographic

Verdade: é aconselhável que seja fornecido vários potes de água em diferentes pontos da casa para os animais.

Comidas pastosas devem ser oferecidas com frequência, pois possuem grande quantidade de água em sua composição.

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Verdade: alimentos úmidos possuem alta quantidade de água na composição, ajudam no processo de hidratação e são extremamente palatáveis, por isso os animais adoram.

Meu pet não toma muita água. Se substituir a água por comida pastosa, ele vai ter ingerido a quantidade de líquidos necessários.

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Foto: Warren Photographic

Mito: pois as comidas pastosas não substituem o consumo de água em si, que deve ser estimulado do mesmo jeito.

Pets: você conhece a verdadeira diferença entre cães e gatos?

Afetuosas e carinhosas, as duas espécies são paixão nacional. No entanto, para manter os animais de estimação saudáveis é preciso entender que suas necessidades são diferentes. A especialista da Hercosul Alimentos fala sobre isso e esclarece algumas dúvidas comuns dos donos de pets.

Cães e gatos possuem metabolismos diferentes e necessidades bem especificas. Além disso, muito embora ambos precisem de nutrientes, as quantidades de cada espécie variam significativamente. Quem alerta isso é a especialista da Hercosul Alimentos, Esther Reinheimer, que também explica as peculiaridades de cada um.

“Para manter a saúde em dia, os pets necessitam de uma alimentação balanceada com nutrientes que supram todas as suas necessidades diárias. Água, proteína, carboidratos, gordura, fibra, minerais e vitaminas são alguns exemplos. Importante também é a adição de probióticos, agentes condroprotetores e gorduras especiais, tudo para aumentar a prevenção de futuras doenças”, explica.

Os cães domésticos são descendentes dos lobos, que caçam em grupos e sempre comeram suas presas rapidamente. Por esse motivo é que esses animais costumam competir no momento da refeição, comendo com agilidade para que os demais cães da casa não “roubem” seu alimento.

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“Já os gatos são descentes de regiões africanas, desérticas, onde viviam solitários e caçavam pequenos roedores, insetos e pássaros ao longo do dia. Isso explica exatamente porque os gatos domésticos apresentam um hábito alimentar de ingestão mais lenta”, completa.

Diferentes dos cães, os gatos já possuíam uma dentição orientada para o processamento de carne, pois a proteína é de consumo obrigatório para a saúde dos felinos. Ou seja, para crescer saudável e bem disposto, a carne é indispensável na dieta desses bigodinhos.

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“Os gatos também necessitam de outros aminoácidos específicos em sua alimentação além da proteína, como a taurina, arginina, metionina e cisteína, visto que o seu organismo não produz a quantidade necessária”, acrescenta.

Os cuidados com fornecimento alimentar também são importantes, pensando no trato urinário dos felinos e propensão da concentração da urina, o que aumenta a formação de cálculos urinários.

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“A estimulação de ingestão de água limpa, colocada em lugar calmo e seguro, é fundamental, sempre observando a preferência do animal. Alguns gostam de água corrente, outros preferem uma bacia bem larga”, conta. Uma ração completa e balanceada é o principal alimento para garantir uma ingestão equilibrada de minerais, reduzindo a formação de cristais e cálculos.

Vale lembrar que os gatos têm o hábito de consumir alimentos frescos e limpos. Por isso, os alimentos parados muito tempo no pote não são do agrado dos gatos, pois eles oxidam e já não fazem mais parte da dieta dos felinos.

A principal diferença dos cães e gatos está na quantidade de espécies que cada um possui pelo mundo. “Os cães são muitos em sua totalidade, mas não tanto quanto os felinos. Em se tratando de raças, os cachorros ganham em quantidade”, conta.

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As diferenças existem, mas Esther alerta : “Há quem diga que os gatos se apegam ao local e não ao dono. Isso é mito, pois os felinos têm muito afeto pelo seu tutor e podem até ficar doentes se ficarem muitos dias longe”, fala.

O que acontece é que os cachorros vivem em bandos, ou seja, a socialização acaba sendo mais evidente. Além disso, os caninos procuram um líder e são completamente fiéis a ele. Esse comandante costuma ser o próprio tutor, o que faz essa relação muito mais dependente.

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No entanto, os gatos não vivem em bandos e também não necessitam de um líder. “É importante compreender que isso não tem nada a ver com solidão. Ou seja, os felinos não são animais solitários, eles gostam e necessitam de companhia. A diferença nessas relações explica porque cães vítimas de maus-tratos seguem no local onde sofrem e os gatos não permanecem onde não são bem tratados”, revela.

Fonte: Hercosul Alimentos

Campanha contra abandono de animais ganha a via Dutra

Com apoio da CCR NovaDutra, 50 mil folhetos serão distribuídos em praças de pedágio da rodovia em nova fase de campanha

A campanha “Quando a gente gosta é claro que a gente cuida”, promovida pelo Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV-SP) para conscientizar a sociedade sobre o problema do abandono de animais domésticos, chega a uma nova fase. Depois de atingir mais de 5 milhões de pessoas em todo o Brasil com o vídeo do cachorro Zeca (confira aqui) e peças de comunicação no Metrô da capital e nos principais terminais rodoviários, agora a campanha será destaque em uma das rodovias mais importantes do país, a via Dutra.

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A concessionária CCR NovaDutra junta-se à campanha do CRMV-SP e passa a divulgar os materiais de conscientização. Serão 50 mil panfletos distribuídos nas praças de pedágio de Arujá e Jacareí nos dias 20 e 27 de abril. Além dos panfletos, 10 faixas da campanha serão dispostas no trecho paulista da rodovia e spots serão veiculados na CCRFM 107,5 NovaDutra, emissora oficial de informações da via Dutra. Todo este esforço se dá justamente em um dos períodos mais críticos de abandono de animais, os feriados. Entidades como ONGs de cuidado animal e CCZs de várias cidades registram um aumento de até 70% no abandono de pets nestas ocasiões.

“Em períodos de festas e feriados prolongados, cresce o índice de abandono. Seja qual for o motivo, nenhum deles justifica a crueldade de largar um animal na rua desprotegido”, afirma o presidente do CRMV-SP, Mário Eduardo Pulga. “Os animais abandonados estão mais suscetíveis a maus-tratos, a acidentes e, principalmente, a doenças, que podem ser, inclusive, uma ameaça para outras espécies e para a saúde humana”, completa.

A previsão é que em cada feriado mais de 400 mil veículos circulem pela via Dutra nos dois sentidos.

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Fonte: CRMV-SPCRMV-SP

Hotéis econômicos e de luxo hospedam agora o seu melhor companheiro

Dados do IBGE indicam que 44,3% dos domicílios brasileiros têm ao menos um cachorro; demanda cada vez maior por hotéis “pet friendly” faz com que estabelecimentos se adaptem a uma nova realidade e abram suas portas para animais

O mercado pet se mostrou mais forte do que a crise em 2016 e apresentou crescimento. A projeção para 2017 é de um crescimento de 6,6%. Em 2015, os consumidores brasileiros desembolsaram R$ 16,7 bilhões com produtos e serviços para os animais de estimação, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet).

Diante deste cenário, viajar sem o pet hoje não é mais uma opção para muitas pessoas que consideram o animal um membro da família. O reflexo deste comportamento pode ser visto no mercado de hotelaria.

No Rio de Janeiro, por exemplo, os hotéis da rede hoteleira AccorHotels recebem os animais de estimação de seus donos. O Grand Mercure Riocentro aceita cães de médio porte com até 15 quilos, desde que estejam sempre acompanhados dos proprietários, tanto nos quartos quanto nas áreas comuns do hotel, e utilizando a coleira. Eles são bem-vindos, inclusive, no Restaurante Bisa Bistrô. É permitido um animal por quarto e o hotel cobra R$ 45 + 5% de ISS de limpeza por dia. Cães-guia têm acesso a todos os ambientes sem cobrança extra. Durante a estada, o hotel fornece cama e vasilhas para água e comida para os bichinhos.

Na orla mais famosa do Rio de Janeiro, o Sofitel Rio de Janeiro Copacabana recebe animais pequenos de até cinco quilos nos apartamentos localizados no primeiro andar. Para a segurança dos bichinhos, os pets não podem ficar desacompanhados dentro dos quartos, ou seja, devem estar sempre com a coleira e os donos precisam deixar um número de celular na recepção para casos de emergência. É aceito um animal por quarto e a limpeza diária custa R$ 50,00 + 15% de taxas. Em áreas como piscina, restaurantes, bares, academia, centro de conferências, lobby e corredores os animais não podem circular. Caminha e vasilha para água e comida são oferecidas durante a hospedagem. Cães-guia não têm restrição de acesso.

Animais de pequeno e médio portes com até nove quilos são aceitos sem nenhuma taxa adicional no MGallery by Sofitel, localizado no boêmio bairro de Santa Teresa. O hotel aceita um pet por quarto e permite acesso livre aos cães-guias. Os demais animais não têm acesso às áreas da piscina, bar, restaurante ou spa. Durante a arrumação dos quartos, os pets devem ficar dentro da caixa de transporte e, sempre que estiver fora do apartamento, eles precisam estar de coleira. Na recepção, o dono deve deixar um telefone celular para casos de emergência.

O apart-hotel Adagio Rio e o Mercure Arpoador recebem pets com até 15 quilos que estejam vermifugados e protegidos contra pulgas e carrapatos. Com exceção dos cães-guias, que têm livre acesso, os pets não podem circular nas áreas de alimentação e, nas áreas sociais, devem ser carregados no colo. Para a segurança das camareiras, durante a limpeza do quarto – que precisa ser agendada na recepção – os animais não podem ficar soltos ou sozinhos no apartamento.

ibis e ibis budget também aceitam um pet de pequeno porte de até 15 quilos por quarto, desde que o dono apresente a carteira de vacinação do animal no momento do check in. A taxa da hospedagem do bichinho varia de R$ 30 a R$ 50 por dia e a limpeza dos resíduos é de responsabilidade do próprio dono, que também deve levar consigo os utensílios e recipientes usados pelo pet. A circulação pelos elevadores é permitida apenas no colo do dono e proibida nas áreas de bar e restaurante.

Em todos os casos, vale sempre lembrar que o pet nunca deve ficar sozinho, que a permanência do pet no hotel está condicionada ao seu comportamento, que eventuais danos serão cobrados na saída, que o silêncio deve ser respeitado e que o hotel não se responsabiliza em casos de fuga.

cachorro beagle quarto

Hotel Grand Mercure Riocentro
Av. Salvador Allende, 6555 – Barra da Tijuca. Telefone: (21) 2153-1800

Sofitel Rio de Janeiro Copacabana
Av. Atlântica, 4240 – Copacabana. Telefone: (21) 2525-1232.

MGallery by Sofitel
Rua Almirante Alexandrino, 660 – Santa Teresa. Telefone: (21) 3380-0261

Mercure Arpoador
Rua Francisco Otaviano 61 – Copacabana. Telefone: (21) 2113-8600.

Adagio Rio de Janeiro Ipanema
Av. Rainha Elisabeth, 440 – Ipanema, Duas Barras – RJ, 22081-031, Telefone: (21) 2114-8100

Pets: saiba o que fazer em casos de intoxicação

Curiosos e travessos, pets são suscetíveis à ingestão de substâncias perigosas como plantas e produtos de limpeza. Segundo o Centro de Informação Toxicológica do RS (CIT-RS), os animais de companhia, principalmente cães e gatos, são responsáveis por 90% dos casos registrados.

A especialista da Hercosul Alimentos, a veterinária Esther Reinheimer, explica que os sintomas de uma intoxicação são parecidos com o de outras doenças, o que requer ainda mais atenção. “Uma simples indisposição alimentar pode causar vômitos nos animais, porém, esse sintoma aliado a outros como febre, anorexia, diarreia, salivação excessiva e convulsões, por exemplo, indicam que o pet pode estar intoxicado”, conta.

No entanto, todo cuidado é pouco, pois cães ou gatos podem não apresentar todos os sintomas de uma vez só. Porém, em casos de intoxicação, se o tutor observar bem vai notar que algo não está bem com o pet, isso inclui depressão e tristeza também.

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O primeiro passo é levar ao veterinário com urgência para que as medidas sejam tomadas o mais rápido possível, evitando possíveis sequelas ou até o óbito do animal. “Muitos pets não suportam o nível de toxicidade de uma planta ou de um desinfetante, por exemplo. Além  da contaminação oral, pode ocorrer a intoxicação mista – que afeta também a pele do bichinho”, alerta.

Animais peçonhentos, abelhas, marimbondos, medicamentos armazenados incorretamente, plantas, desinfetantes de vaso sanitário, cosméticos, bebidas alcoólicas, cigarros e gás de cozinha são apenas alguns dos riscos que encontrados dentro da casa do tutor. “O perigo está muito perto da gente e na primeira distração somos surpreendidos pelo acidente. Um simples chocolate, por exemplo, pode causar uma séria intoxicação, pois esse alimento é extremamente tóxico para os cães”, completa.

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Os gatos são mais sensíveis às substâncias tóxicas e muito seletivos na ingestão de qualquer coisa. Porém, o ato de lamber os pelos pode acarretar a intoxicação de algum produto utilizado na limpeza da casa. Optar por materiais atóxicos é uma prova de prevenir. Além disso, são muitos os produtos desenvolvidos especialmente para quem tem pets em casa.

“As medidas preventivas podem evitar um acidente grave com seu bichinho de estimação. O banheiro, a cozinha e a área de serviço devem estar trancados ou sem exposição de produtos químicos. Informe-se sobre quais plantas são tóxicas para os animais e evite tê-las em casa”, diz. Antúrio, Comigo-ninguém-pode, Azaleia, Lírio e Lírio da Paz e a Violeta são alguns exemplos de plantas com alta toxicidade para os animais.

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Pixabay

Outro erro comum dos tutores é a automedicação. “A única pessoa capaz de receitar um remédio para o pet é o veterinário, pois o profissional leva em consideração não somente os sintomas, mas o peso, o porte e outros fatores que a maioria desconhece”, avalia.

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A decisão por adotar ou comprar um animal de estimação influencia positivamente na vida de todos os envolvidos. Porém, é preciso estar ciente da responsabilidade que isso envolve. “Quem ama, cuida. Além disso, prevenir acidentes e incidentes é um grande ato de amor”, conclui Esther.

Surto de esporotricose em gatos pode chegar a São Paulo

Veterinária da Petz orienta sobre os cuidados para evitar ou tratar a doença que virou epidemia no Rio de Janeiro e também pode ser transmitida para cães e humanos

O Rio de Janeiro vive uma epidemia de esporotricose em gatos. A doença, causada pelo fungo Sporothrix schenckii, é uma micose que afeta mais os felinos, mas pode ser transmitida para cães e humanos. Por causa do grande número de notificações na capital fluminense e da proximidade, há risco de que o surto chegue a São Paulo, onde já houve casos nos últimos anos.

A doença causa problemas na pele, com feridas profundas, que podem levar a complicações e até a óbito, no caso dos gatos. Por isso, qualquer sinal de lesão na pelagem é preciso levar o pet ao veterinário para avaliação e tratamento adequado. Outros sintomas são a falta de apetite, cansaço, espirros, secreção nasal e apatia.

“Quanto mais cedo for realizado o diagnóstico, melhor será a resposta ao tratamento e a recuperação do bichinho, além de diminuir o risco de complicações”, afirma a veterinária Camila Lozano, da Petz. Ela explica que o diagnóstico pode ser feito por citologia, biópsia, cultura de fungos, entre outros, e o tratamento é à base de antifúngico. ”Mas é importante que a prescrição do medicamento somente seja feita após avaliação de um veterinário”, alerta Camila. O tratamento pode durar meses e até mais de um ano e não existe vacina.

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Foto: SOS FELINO ORG

Contágio

O fungo que causa a doença fica no solo, palhas, vegetais e madeiras. A transmissão ocorre pelo contato com cascas de árvores, palhas, farpas e espinhos contaminados, ou por arranhões, mordidas e contato direto com a pele lesionada.

Nas pessoas, a doença se manifesta com o aparecimento de um pequeno caroço vermelho, que pode virar uma ferida nas mãos, nos braços, nas pernas ou no rosto. Às vezes, pode formar uma fileira de pequenos nódulos ou feridas. É importante procurar um dermatologista para obter um diagnóstico adequado.

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Foto: Isabella Dig Gremião

Os cuidados

1 – Em caso de suspeita da doença, não abandone o gato. Procure um veterinário para o tratamento adequado e se informe sobre os cuidados para evitar risco para a saúde da família.

2 – Limpe bem o ambiente onde o pet costuma ficar, pois a higienização ajuda a diminuir a quantidade de fungos e evitar novas contaminações.

3 – Lave sempre as mãos e use luvas para cuidar do bichinho com suspeita da doença.

4 – Caso tenha outros animais na casa, deixe o pet com suspeita da doença separado, em um ambiente onde possa receber os cuidados sem comprometer a saúde da família.

5 – Nunca use areia trazida da rua nas caixas dos gatos. Ela pode estar contaminada e fazer com que pet contraia o fungo.

Fonte: Petz

N.R.: Se o seu gato não sair de casa, as chances de ser contaminado com esta, ou outra doença, são muito baixas. Além de sofrer outros problemas como ser atropelado ou envenenado. Portanto, não deixe que seu bichano dê uma saidinha, um passeio. Isso pode custar a vida dele!

Leia mais:Unesp desenvolve vacina contra esporotricose