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Nutricionista orienta sobre alimentos para combater a gripe

Nesta época do ano, quando aumentam casos de gripe e resfriado, a alimentação é fundamental para fortalecer o sistema imunológico. A rede de supermercados Hirota promove o bem-estar com dicas sobre os produtos que auxiliam a prevenir ou combater os sintomas da doença. “A ingestão adequada de vitaminas e minerais garante ao corpo uma imunidade muito mais forte”, afirma a nutricionista da rede, Adriana Miyuki.

A dica é manter uma dieta equilibrada, composta por frutas, legumes, verduras, cereais integrais e carnes magras, para deixar o organismo mais resistente a vírus e bactérias. Além de ajudar na prevenção, alguns alimentos também podem ser um complemento ao tratamento, para amenizar os sintomas.

“Chás quentes, gengibre, mel e limão ajudam a melhorar a congestão nasal e aliviar dores de garganta momentaneamente”, orienta a nutricionista, que lembra que cebola e alho são considerados antivirais e ótimos aliados no combate à gripe.

Outra medida importante é ingerir bastante líquidos, principalmente com a baixa umidade do ar que costuma registrar esta época do ano. Mas a nutricionista alerta que nada substitui o acompanhamento médico. “Os alimentos são aliados importantes, mas não devem substituir uma visita ao médico.”

Para fortalecer a imunidade:

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Vitamina A: cenoura, mamão, abóbora, folhas verde escuras;

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Vitamina B: leite, ovos, leguminosas, brócolis, cereais integrais;

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Vitamina C: folhas verde escuras, laranja, limão, abacaxi;

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Pixabay

Vitamina E: carnes magras, leite e derivados, folhas verde escuras, oleaginosas;

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Zinco: ostras, soja, sementes de abóbora, amêndoa, amendoim e grão de bico;

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Selênio: castanha-do-pará, farinha de trigo, feijão, frango e carnes bovina, arroz, ovos.

Fonte: Hirota

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Idosos devem adotar cuidados especiais no inverno

Bruno Topis, clínico geral do Hospital Villa-Lobos, da Rede D’Or São Luiz, explica a importância da alimentação, prática de atividades físicas, vacinação e outros pontos que merecem destaque nesta época do ano

Uma alimentação balanceada é fundamental independente da estação. Porém, é comum no inverno o aumento da ingestão de carboidratos e bebidas alcoólicas. De acordo com Bruno Topis, clínico geral do Hospital Villa-Lobos, da Rede D’Or São Luiz, o equilíbrio de nutrientes garante um sistema imune para combater infecções. O especialista respondeu cinco questões sobre os pontos importantes como vacinação, hipotermia e prática de atividades físicas especialmente para idosos.

Quais precauções os idosos devem tomar com o inverno?

bicicleta idosos cachorro pexels
Durante o inverno, é necessário ter uma atenção especial com a alimentação, que tende a manter o seu sistema imune preparado para combater as infecções mais comuns desta época do ano, e manter a prática de atividades físicas que, desde que não haja contraindicação, vai ajudar a evitar atrofia muscular e complicações de doenças. É muito importante também se proteger contra a hipotermia, uma situação potencialmente fatal principalmente em idosos que tendem a ter uma baixa reserva funcional para se manter aquecidos espontaneamente. Além disso, é fundamental manter o calendário de vacinas atualizado. A vacinação é o modo mais eficaz e comprovado cientificamente de proteger-se contra algumas doenças.

A vacina da gripe é importante? Todos devem tomar?

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Sim, extremamente importante. Todas as pessoas podem tomar a vacina, exceto aquelas que possuem contraindicações, como reações alérgicas. Os grupos prioritários têm distribuição gratuita garantida pelo SUS: crianças de 6 meses a 5 anos, pessoas com mais de 60 anos, gestante, mulheres que deram a luz nos últimos 45 dias, profissionais de saúde, população indígena, portadores de doenças crônicas como diabetes, asma e artrite reumatoide, indivíduos imunossuprimidos, portadores de trissomias com síndrome de down e klinefelter, pessoas privadas de liberdade.

Como deve ser a alimentação neste período?

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Um erro muito comum em idosos neste período é exagerar na quantidade de carboidratos (pães, doces) e bebidas alcoólicas ocasionando todos os efeitos deletérios desta dieta inadequada.

Quais sintomas indicam a necessidade da ida ao pronto-socorro?

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Geralmente, resfriados com febre baixa podem ser tratados em casa, e casos mais brandos de gripe podem ser observados antes da ida ao pronto-socorro. Porém, quando os sintomas são mais fortes, como febre alta persistente, tosse aguda, falta de ar ou dor torácica, é importante passar pela avaliação de um médico com a finalidade de excluir doenças graves ou que demandem algum medicamento específico como antibióticos. Casos mais graves podem demandar internação.

É necessário repor alguma vitamina?

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Não é necessária nenhuma suplementação adicional neste período. Se a pessoa possui uma alimentação saudável, e seus estoques de vitaminas (identificados em exames de sangue) estiverem bons, não há nenhuma conduta adicional a ser tomada pelo fato de estarmos no inverno.

Fonte: Rede D’Or São Luiz

Médica alerta sobre algumas doenças comuns no inverno

O inverno chegou e, com ele, as doenças características do frio aparecem: resfriados, gripe, rinite e asma, entre outras. O motivo? Segundo Priscila Moraes, médica especialista em alergia e imunologia do Docway, baixas temperaturas e o ar seco fazem com que os poluentes e micro-organismos permaneçam mais tempo suspensos no ar. Além disso, as pessoas tendem a ficar mais tempo fechadas, sem ventilação adequada, o que favorece o aparecimento tanto de doenças respiratórias infecciosas como alérgicas.

Um cuidado especial deve ser dado às pessoas mais suscetíveis a complicações por vulnerabilidade do sistema imunológico, como crianças, idosos e aquelas com doenças crônicas. Saiba reconhecer as principais doenças do inverno:

1) Resfriado x Gripe

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Popularmente, as infecções virais de vias aéreas superiores são chamadas, de modo generalizado, de gripe. No entanto, são doenças diferentes. Ambas são causadas por vírus, porém se apresentam de maneiras distintas. O resfriado é provocado por adenovírus, rinovírus e vírus sincicial respiratório. Em geral, provoca sintomas mais brandos, com coriza, tosse, congestão nasal, dor no corpo e dor de garganta leve. A febre, quando presente, costuma ser baixa. Normalmente, os sintomas duram até três dias e apresentam melhora espontânea.

Já a gripe, provocada pelos vírus Influenza, entre eles o H1N1, provoca sintomas mais intensos, como febre alta, calafrios, dor muscular, dor de cabeça, coriza e, algumas vezes, pode evoluir com complicações respiratórias. A duração é mais prolongada, podendo chegar a 7 dias, com melhora espontânea. Em alguns casos, pode ter como consequências infecções bacterianas, como pneumonia e sinusite.

2) Rinite x Sinusite

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Rinite é uma inflamação da mucosa nasal, caracterizada por dois ou mais destes sintomas: coriza, espirros, nariz entupido e coceira. Ela pode ser de causa alérgica ou não alérgica. Os principais desencadeantes da rinite alérgica são os ácaros presentes na poeira doméstica, seguidos por pelos de cão e gato, mofo e pólen. Entre as não alérgicas, as de maior importância no inverno são as infecciosas, provocadas por vírus, e as irritativas, provocadas pela poluição. O tratamento inicial deve ser com antialérgicos e, dependendo de cada caso, pode ser necessário corticoide local.

A sinusite pode ser uma consequência tanto da rinite alérgica como da não alérgica. Os principais achados são secreção nasal esverdeada, nariz entupido e dor de cabeça/face. Muitas vezes, só melhora após tratamento com antibiótico.

3) Bronquite x Asma

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A bronquite é uma doença aguda, provocada pela inflamação das vias aéreas inferiores (brônquios) e tem como principal causa as infecções virais. Além da tosse, quase sempre presente, também pode apresentar febre e falta de ar. Tem duração de poucos dias e a melhora costuma ser espontânea, com auxílio de medicamentos sintomáticos.

A asma é uma doença inflamatória crônica, na maioria das vezes de causa alérgica, que provoca sintomas de falta de ar, chiado no peito e tosse. Quase sempre os sintomas melhoram após o uso de medicamentos para aumentar o espaço da passagem do ar, os broncodilatadores. Dependendo da frequência e gravidade dos sintomas, é necessário usar corticoide oral ou inalatório.

4) Bronquiolite

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Bronquiolite é a infecção dos bronquíolos dos bebês causada por vírus, normalmente o Vírus Sincicial Respiratório (VSR). É mais comum até 3 anos de idade e costuma ser o primeiro episódio de chiado na infância. Provoca tosse, respiração ofegante, queda da saturação de oxigênio no sangue e é motivo comum de internação nessa faixa etária. Em geral, melhora espontaneamente, com medicamentos sintomáticos; em alguns casos, há necessidade de suporte respiratório com oxigênio.

5) Pneumonia

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É a infecção que se instala nos pulmões. Pode ser causada por vários micro-organismos diferentes (bactérias, vírus, fungos) e provoca tosse, dor no tórax, mal-estar, falta de ar e, ainda, pode apresentar secreção amarela ou esverdeada. O tratamento, na maioria das vezes, é feito com antibiótico.

As medidas de prevenção que devem ser tomadas:

=Manter vacinas em dia, a da gripe deve ser aplicada anualmente e é gratuita para grupos de risco.
=Lavar bem as mãos sempre que possível e, indispensavelmente, antes de se alimentar, após espirrar ou tossir, e depois de usar o banheiro.
=Proteger com o braço (e não com as mãos) quando espirrar ou tossir
=Fazer higiene da casa adequadamente, de maneira que diminuam os alérgenos do ambiente, como ácaros da poeira
=Evitar lugares com aglomerados de pessoas e/ou sem ventilação adequada
=Em locais com ambiente seco, é recomendável o uso de um umidificador de ar no ambiente, desde que usados por poucas horas e com saída de vapor de até 60%.
=Beber muita água

Fonte: Docway

Alimentos para fortalecer a imunidade e evitar resfriados neste fim de inverno

 

Ainda resta pouco menos de um mês para o fim do inverno, e pode ser que nos últimos dias da estação o frio resolva se intensificar. Associado à umidade, que está mais proeminente nestes dias, a variação de temperatura – o vento gelado na rua e ambientes fechados em casa ou no escritório – colaboram para facilitar com que as pessoas fiquem gripadas ou resfriadas com maior facilidade.

Para evitar o desconforto gerado por esses males, além de se agasalhar bem, é possível investir na alimentação adequada para potencializar o sistema imunológico. Afinal, já é difícil sair da cama de manhã em dias frios para ir trabalhar, imagine ter que fazer isso com o corpo todo dolorido mais o mal-estar.

Uma boa alternativa para melhorar a imunidade e diminuir à propensão a ter pequenas ou grandes infecções e quadros como gripes está em dar atenção aà alimentação.

“Alimentos são ricos em vitaminas, minerais e outras substâncias que auxiliam na manutenção do sistema imunológico. Muitos também ajudam a proteger as células do organismo contra alterações que podem levar a problemas de saúde, além de ajudar a combater infecções e reduzir inflamações”, explica Rita Scarpato, nutricionista da Splendido Alimentação.

Segundo Ida Helena Poltronieri, nutricionista e diretora comercial da Splendido, não só funcionários, mas empresas também podem e devem se atentar com a alimentação neste período.

“Muitas empresas estão percebendo que proporcionar alimentação para seus colaboradores é muito mais do que um benefício de ‘RH’, é proporcionar qualidade de vida que será refletida no desempenho deste trabalhador. Essas empresas que se preocupam com a alimentação de seus colaboradores possuem equipes mais dispostas e sofrem menos com ausências e licenças de trabalhadores por conta de doenças que podem ser facilmente evitadas como uma boa nutrição”, comenta ela, ao recordar que obesidade, pressão alta e diabetes também sofrem influência da alimentação.

Para Rita uma ótima pedida para evitar estes infortúnios é apostar em um prato de comida bem equilibrado e colorido, principalmente com os ingredientes certos. Confira a seguir alguns alimentos que a nutricionista sugere acrescentar no cardápio neste período:

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Foto: Uwe Tuchen / Pixabay

1. Tomate: rico em vitaminas A, B e C, bem como em sais minerais como fósforo, potássio, cálcio e magnésio. Por isso, auxilia na proteção do sistema imunológico. A substância responsável por esses benefícios, que dá a coloração vermelha ao alimento, é o licopeno. Esse nutriente é antioxidante, auxiliando no combate aos radicais livres, que leva ao envelhecimento precoce, e também a manter o coração saudável. “Muitas pessoas não gostam de comer salada no inverno. Por isso, uma boa opção para ingerir este alimento é prepará-lo em sopa ou mesmo um caldo. Além de consumir o nutriente, a versão quente do alimento ainda serve para aquecer o organismo no frio”, comenta Rita.

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Foto: Hotblack

2. Temperos: alho, cebola, pimenta e gengibre. O alho tem função imunoprotetora e uma boa dose de selênio e zinco, nutrientes importantes para evitar gripes, resfriados e outras doenças, explica Rita. “É por isso que muitas pessoas, quando gripadas, recorrem ao chá de alho para melhorar os sintomas”, comenta a nutricionista. Sobre a maneira de utilizá-lo na prevenção, ela recomenda que pode ser consumido no tempero das preparações e adicionado cru para temperar o tofu, por exemplo. A cebola possui quercitina, outro potencializador da função imune, prevenindo doenças virais e alérgicas.

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Pixabay

Durante os períodos de festa juninas e julinas, o gengibre é muito utilizado para o preparo do quentão. Elaborado desta forma ele pode ficar até muito saboroso, mas não é nada recomendado ingerir bebidas alcóolicas para trabalhar. Rico em vitamina C e B6, o gengibre é expectorante, reduz a inflamação e a dor, tem ação bactericida e também auxilia no fortalecimento do sistema imunológico. O alimento também é um excelente termogênico capaz de diminuir inflamações da garganta, típicas de gripes e resfriados. Porém, é muito importante ter cuidado ao ingerir este alimento, porque algumas pessoas são alérgicas e podem passar mal com uma tosse seca e muito forte, obstrução da garganta e surgimento de manchas avermelhadas pelo corpo. “De toda forma, nunca use grandes pedaços e, sim, lascas fininhas e pequenas”, recomenda Rita. A nutricionista indica que o gengibre pode ser usado em muitas sobremesas doces, mas também pode ser utilizado ralado em molhos salgados, sucos, chás e outros alimentos.

pimenta

Já a pimenta por si só já é considerada um alimento que provoca “calor” em muitas pessoas. Não é à toa que na Bahia, ela é sinônimo de “quente”. “Isso também se deve ao fato de ser um alimento termogênico, que auxilia na aceleração do metabolismo e, assim, favorece o emagrecimento. O fitoquímico responsável pelos benefícios é denominado de capsaicina, responsável pelo ‘ardido'”, comenta Rita. Esta substância tem a capacidade de reduzir a quantidade de radicais livres no organismo, sendo considerada um antioxidante e também um expectorante natural. As pimentas vermelhas também são fontes de vitaminas A, C e do complexo B, podem ser utilizadas moderadamente.

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3. Vegetais verde-escuros: “Brócolis, couve, couve de Bruxelas, rúcula e espinafre são fontes importantes de ácido fólico e vitaminas A, B6 e B12, que possuem papel na maturação das células imunes, ajudando na resistência às infecções”, diz a nutricionista da Splendido Alimentação. Rita complementa que os alimentos ricos em ácido fólico são importantes porque este nutriente participa da formação de glóbulos brancos, responsáveis pela defesa do organismo. “O brócolis é um dos vegetais mais saudáveis que você pode colocar na sua refeição e um dos alimentos que ajudam na imunidade. A chave para manter seu poder intacto é cozinhá-lo o mínimo possível, no vapor, para que não perca suas propriedades. Pode ser colocado em molhos, arroz, risotos, lanches, saladas, recheio de tortas e onde mais a imaginação permitir”, aconselha Rita.

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4. Iogurte ou leite fermentado: segundo a nutricionista, o iogurte natural e o leite fermentado são ricos em lactobacilos com propriedades probióticas, que melhoram a flora intestinal e fortalecem o sistema imunológico. “Além de serem consumidos no café da manhã e no lanche da tarde, são ótimas opções de ceia, antes de dormir ou para quando bate aquela fome de madrugada, pois é justamente neste período noturno que a ação dos lactobacilos é mais eficiente” indica Rita. A nutricionista acrescenta que ainda é possível utilizá-lo na preparação de molhos para saladas.

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5. Ômega 3: está presente, por exemplo, no azeite e no salmão, auxilia as artérias a permanecerem longe de inflamações, ajudando a imunidade do corpo. “Salmão, cavala e arenque são exemplos de mariscos ricos em gorduras ômega-3, que reduzem a inflamação, aumentam o fluxo de ar e protegem os pulmões de resfriados e infecções respiratórias”, observa Rita.

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6. Morango: assim como outras frutas cítricas (laranja, acerola, limão e kiwi), o morango é rico em vitamina C, antioxidantes, fibras, flavonoides e propriedades anti-inflamatórias. “A vitamina C é importante porque aumenta a produção das células de defesa do corpo, aumentando, assim, a resistência a infecções. Além de serem ricas em antioxidantes, que evitam a ação dos radicais livres responsáveis por enfraquecer as células, deixando o organismo mais propenso a agentes invasores, grande parte das frutas cítricas têm percentual significativo de água, fator que acaba auxiliando na hidratação”, pondera a nutricionista. Ela recorda que, apesar de teoricamente a temporada do morango começar só em setembro, já é possível encontrar esta fruta em grandes quantidades pelas feiras, sacolões e supermercados. “Em muitos destes locais já está com preço bem acessível ou em promoção, por isso é ótima pedida para incluir na alimentação neste período”, pondera completando que, além de consumir a fruta in natura, é uma excelente opção para sucos e vitaminas, que auxiliam a dar um ‘up’ no organismo.

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7. Cogumelos: como o champignon contêm selênio, um forte antioxidante que combate os radicais livres, melhorando a imunidade do corpo e acelerando a cicatrização do organismo. Já o shitake é rico em lentinana, nutriente capaz de estimular a produção das células de defesa e aumentar a imunidade. “Cogumelos diferentes como shiitake, champignon, shimeji podem trazer inúmeros benefícios. Pode-se consumir um punhado todos os dias. Ficam deliciosos em risotos, massas, saladas ou acompanhado de carnes” orienta Rita.

Fonte: Splendido Alimentação

Dicas de Inverno do Dr. Bactéria

O inverno não traz somente o frio. Há um verdadeiro pavor da possibilidade de um caminhão de doenças que pode vir com ele. Na tentativa de evitar, ou pelo menos minimizar seus efeitos, há uma gama de procedimentos que nossas mães vivem nos dizendo como “mantenha tudo bem fechado” e “não tome soverte”. Mas essas informações são baseadas em crendices ou na ciência. Se forem totalmente erradas, apesar das intenções, podem resultar em problemas de saúde.

Veja as dicas do biomédico Roberto Martins Figueiredo, mais conhecido como o Dr. Bactéria:

Mantenha tudo bem fechado (janelas):

– Este ato pode acarretar na diminuição da aeração da casa, sobretudo dos quartos, com uma concentração de poeira. Sabemos que este material é constituído por 80% de pele humana, mais cabelos e pelos. Isso, aliado à umidade, pode servir como um verdadeiro banquete para ácaros que, ao se alimentar, liberam cápsulas microscópicas fecais que podem agravar ou causar processos relacionados a doenças respiratórias como a asma. Isso sem falar na concentração de esporos de fungos (bolores) que podem agravar estas situações.

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O que fazer?

Manter arejados os ambientes internos. Abrir as janelas entre dez da manhã e cinco da tarde.

Não tome sorvete ou gelado!

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Gelato do Paradiso

Realmente se trata de uma lenda. Sorvetes, sobretudo os mais calóricos (com chocolate ou leite condensado), não acarretam de maneira alguma em nenhum tipo de doença, nem infecções de garganta, resfriados ou gripes. Ao contrário, são alimentos que podem até evitar, quando integrantes de uma nutrição adequada, várias doenças, inclusive as citadas.

Coloque uma bacia de água no quarto para manter a umidade ambiente:

Esta informação é baseada na ideia que o ar seco pode implicar na suspensão de poeira na casa agravando processos respiratórios. Inicialmente, pode parecer até uma informação correta. Porém, sou totalmente contra este procedimento, pois um aumento da umidade ambiental pode acarretar em um aumento da população de ácaros (que adoram quartos úmidos). Esses, sim, podem aumentar a incidência de doenças respiratórias. Outras dicas:

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. O uso de aparelhos para purificação do ar é recomendado.
. Evitar carpetes ou cortinas que acumulem poeiras.
. Use aspiradores de pó que tenham um elemento filtrante do tipo HEPA.
. Passe no chão panos umedecidos com desinfetantes ou, então, em alguns casos, uma mistura de um copo de querosene para 10 litros de água.

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. Recobrir colchões, travesseiros e almofadas com sacos protetores que sejam permeáveis na parte superior e impermeável na parte interna e fechados por zíper. A cama deve estar afastada da parede. Coloque livros e objetos em armários fechados.

Outros procedimentos que devem ser efetuados para se evitar doenças:

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– Lave muito bem as mãos! Elas servem de vetores para muitos germes, são os verdadeiros responsáveis pela transmissão de gripes e resfriados, entre outras doenças. Somente o fato de lavar as mãos já reduz em 99% o índice de doenças hospitalares.

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– Não permitir que fumem em ambientes internos. Os fumantes passivos, sem falar nos ativos, podem apresentar agressão no epitélio e nos cílios existentes na traqueia. Isso acarreta em uma diminuição da capacidade de eliminação de substâncias estranhas como germes, poeira, fezes de ácaros entre outros elementos, podendo agravar ou trazer complicações e doenças respiratórias.

– Lavar os cobertores, pelo menos, de 10 em 10 dias, secar muito bem ao sol, colocar em sacos plásticos fechados e guardar. No caso da presença de pessoas com problemas respiratórios, levar os cobertores e agasalhos de lã até o freezer por 12 horas (dentro de sacos plásticos) – este procedimento mata os ácaros, que não aguentam o frio. Em seguida, guardá-los em armários protegidos.

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Foto: The SweetHome

Não podemos esquecer que no inverno temos uma quantidade de ar frio muito grande. Ele é mais pesado que o ar quente, o que implica em uma não renovação de ar e acúmulo de poluentes em locais de maior frequência de pessoas. Portanto, evite aglomerações. Nos casos de ônibus e metrôs, não esquecer de deixar algumas janelas abertas, por mais frio que pareça, isto implica em uma renovação de ar e diminuição da presença de poluentes.

Fonte: Roberto Martins Figueiredo, biomédico, conhecido como o Dr. Bactéria

Doenças respiratórias infecciosas são as principais vilãs no outono

As doenças respiratórias são as principais vilãs da população no outono e costumam aumentar 40% durante a estação. A causa disso é que no frio o ar fica mais seco, concentrando mais poluentes. As pessoas também possuem mais secreção no nariz e tendem a ficar confinadas em ambientes fechados, facilitando a transmissão dos vírus e bactérias. Isso afeta o organismo por conta da mucosa nasal, que fica menos eficaz na infiltração de impureza.

Esse conjunto de ações faz com que o nosso sistema respiratório perca um pouco da capacidade de defesas contra microrganismos nocivos e alérgenos irritantes. Dentre as doenças infecciosas as mais comuns são a gripe e o resfriado. “Muitos pensam que ambas são a mesma coisa, porém existe uma diferença. A gripe é causada pelo vírus influenza. Já os resfriados são causados pelo rinovírus. Os sintomas também são diferentes. A gripe além de ter os mesmos sintomas do resfriado, como dor no corpo, mal-estar e coriza, também provoca febre e dor de cabeça, explica Alexandre Colombini, Otorrinolaringologista da Clínica Fares.

Segundo o especialista as principais vitimas são crianças, idosos e pacientes de doenças crônicas, como bronquite, asma, rinite e sinusite. Pessoas desses grupos devem redobrar os cuidados para evitar um quadro mais grave. Os principais alertas para a busca de ajuda médica são dificuldade para respirar e febre alta persistente.
“A prevenção desse tipo de doença é simples e deve ser seguida por todos. Aqui na Fares, sempre falamos para os nossos pacientes a importância de evitar locais fechados, tossir ou espirrar com a mão na boca, lavar a mão com frequência e, principalmente estar com as vacinas em dia”, conclui.

Saiba mais sobre algumas doenças infecciosas e suas características

-Resfriado (viral): apresenta como sintomas a obstrução nasal, coceira no nariz, espirros e mal – estar;
-Influenza (gripe viral): Causa os mesmos sintomas do resfriado, porém com febre, muito mal-estar e dores pelo corpo;
-Sinusite (viral ou bacteriana): É a infecção dos seios da face. Os sintomas são secreção nasal, dores de cabeça, febre, tosse e dores no corpo.

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-Faringite (viral ou bacteriana): Causa dor de garganta, febre e até dor no ouvido;
-Amigdalite (viral ou bacteriana): É a inflamação e/ou infecção nas amígdalas, por conta disso é comum ter mau hálito, dores no corpo, febre, rouquidão, dor de garganta. Em muitos casos é comum que saia pus das amígdalas.

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Fonte: Clínica Fares

Como driblar doenças respiratórias que são comuns nesta época do ano

Uma em cada sete pessoas tem doenças respiratórias, inflamatórias e alérgicas que tendem a aumentar nesta época do ano, segundo a OMS

É só esfriar um pouco que os problemas respiratórios começam a aparecer. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, uma em cada sete pessoas sofre com doenças inflamatórias, alérgicas e respiratórias, que tendem a aumentar nesta época do ano. Mas o que muita gente não sabe é que gripe, rinite e outros problemas comuns – que aumentam com o frio – não são provocados por andar descalço no chão gelado ou pelo vento fresco, mas, principalmente, por infecções virais.

“Estas infecções muitas vezes acontecem por termos contato da pele e mucosas, como boca e nariz, com locais infectados. O frio faz com que fiquemos mais aglomerados em ambientes fechados, o que ajuda na proliferação dos vírus. Há grupos de risco como idosos, gestantes, portadores de doenças crônicas e crianças, que devem se vacinar contra a gripe, por exemplo”, explica Tally Aranha, cardiopediatra do CECAM – rede de clínicas de saúde.

A especialista orienta sobre os cuidados necessários para prevenção de três das doenças mais recorrentes no outono:

Gripe

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O principal sintoma da gripe é a febre alta, normalmente acima de 38ºC, acompanhada de dor muscular, dor de cabeça, dor de garganta, fadiga e tosse seca. A febre costuma durar em torno de três dias e a tosse seca tende a piorar com o progresso da condição. “É importante fazer um diagnóstico para evitar complicações como a pneumonia”. A melhor maneira de prevenir a gripe é estar com a vacina em dia. Além disso, é importante ter bons hábitos de higiene como lavar as mãos com sabão, evitar o contato com pessoas que estejam contaminadas e locais com muita aglomeração.

Rinite

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Inflamação crônica ou aguda da mucosa que reveste o nariz, a rinite é uma reação imunológica do corpo aos alérgenos – substâncias consideradas estranhas. Os sintomas mais comuns são: obstrução nasal, coriza, coceira no nariz, espirros e lacrimejamento nos olhos. “As principais causas, geralmente, estão presentes no ar. Mas poeira, bactérias, fungos e ácaros e até mesmo alguns tipos de alimentos como leite de vaca, soja, ovo, trigo, peixes e crustáceos podem provocar rinite”. O diagnóstico é feito por exames de sangue e teste cutâneo e uma das melhores formas de prevenção contra a rinite é a higienização do ambiente, que deve estar sempre arejado. O uso de soro fisiológico para limpar as impurezas do nariz também ajuda a evitar uma crise de rinite alérgica.

Amidalite

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Trata-se de uma inflamação com inchaço nas amídalas, que são gânglios localizados na garganta e na parte de trás da garganta. Estes gânglios são importantes pois evitam o acúmulo de bactérias e germes em locais onde infecções podem aparecer. “A amidalite é uma doença normalmente causada por vírus ou bactérias. Os sintomas mais comuns são amídalas inchadas e vermelhas ou com placas brancas e amareladas, dor de garganta e dificuldade para ingerir alimentos”.

A prevenção pode ser complicada, uma vez que a amidalite causada por vírus não tem tratamento específico ou remédio que promova a cura. Os anti-inflamatórios são usados apenas para aliviar os sintomas e reduzir o inchaço. Por outro lado, é necessário um tratamento com antibióticos por cerca de 7 a 10 dias quando a amidalite é provocada por infecção bacteriana. Neste caso, atenção! Quando não tratada de forma correta, a infecção pode evoluir para febre reumática – doença grave que pode atingir o coração, destruindo suas válvulas –, além de possíveis problemas de audição.

Fonte: CECAM

 

É gripe ou resfriado? Entenda as diferenças e quando deve procurar um médico

Tosse, dor no corpo e espirro são sintomas que quase todo mundo tem pelo menos uma vez por ano. Mas como distinguir a gripe do resfriado? A pneumologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, Denise Onodera, afirma que o resfriado costuma atingir as vias aéreas, já a gripe tem um início mais repentino e abrupto.

“Normalmente, o resfriado apresenta dor e irritação na garganta, evoluindo para congestão nasal, coriza, espirros e obstrução das vias. A gripe tem como sintomas febre, calafrios, dor no corpo e fraqueza, acompanhado de problemas respiratórios contínuos”, explica.

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Com relação ao tempo em que o vírus fica instalado no corpo, Denise afirma que na gripe a recuperação pode ser mais longa em relação ao resfriado. “O vírus da gripe fica entre três e sete dias no organismo, podendo persistir por mais tempo a fadiga e a fraqueza. O resfriado tende a desaparecer em uma semana”. Em ambos os casos, o aconselhável é a pessoa permanecer em repouso absoluto por 72 horas.

Para evitar as doenças, o indicado é manter alguns hábitos de higiene, como lavar as mãos, não compartilhar objetos de uso pessoal, manter os ambientes bem ventilados e evitar contato próximo a pessoas que apresentem sinais ou sintomas de gripe. “Outra dica fundamental é cobrir o nariz ao tossir ou espirrar com área interna entre o braço e o antebraço ao invés da mão”.

janelas abertas
Foto: Emily Beeson/Morguefile

Sobre o contágio, a especialista explica que não necessariamente uma doença é mais fácil de transmitir do que a outra. O resfriado pode ocorrer durante todo o ano e a gripe, geralmente, em surtos com características sazonais, entre o outono e inverno.

Mas quando é o momento certo de procurar um especialista? A pneumologista é enfática: “quando a dor no peito, a falta de ar e a febre alta permanecerem por mais de 48 horas”.

Outra questão importante destacada por Denise Onodera é que, quando mal cuidado, o resfriado pode evoluir para doenças como bronquite aguda e bronquiolite. Já a gripe pode se tornar uma pneumonia e síndromes de Reye (caracterizada por náuseas, vômitos e sintomas neurológicos) e Guillain-Barré.

Por isso, a especialista indica sempre uma atenção especial em ambos os casos, para que o quadro não evolua para uma situação de maior risco.

Informações: Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos

 

Gripes e resfriados: diferenças e formas de prevenção

Alguns cuidados básicos, como manter as mãos higienizadas, podem prevenir o contágio e transmissão dos vírus da gripe e resfriado

Com a chegada de épocas mais frias, a incidência de gripes e resfriados aumenta. O que muita gente não sabe é que existem diferenças entre essas doenças e complicações que podem surgir, caso não sejam bem tratadas. Para alertar a população sobre isso, MultiGrip, com o mote “Educação Contra a Gripe”, apresenta alguns pontos importantes sobre o tema, como forma de oferecer mais informação para que as pessoas possam se prevenir.

Segundo Artur Timerman, membro da Sociedade Brasileira de Infectologia e presidente da Sociedade Brasileira de Dengue e Arbovirose, tanto gripes quanto resfriados são doenças infecciosas. “As diferenças giram em torno da agressividade dos sintomas, que são muito mais fortes nos casos de gripe. Pacientes com esse quadro, devem repousar, ingerir grandes quantidades de líquido e evitar ingestão de álcool”, explica.

Timerman ainda reforça que a maior incidência de casos acontece em períodos mais frios, já que as pessoas costumam ficar em locais fechados, o que facilita a transmissão do vírus. “Entre as formas de transmissão, uma delas pode acontecer de maneira direta, ou seja, quando uma pessoa infectada espirra ou tosse, expelindo partículas mucoides no interior dos olhos, nariz ou boca de outra pessoa.  Outra forma muito comum é a transmissão via mãos-boca, tanto por intermédio de superfícies contaminadas (por exemplo, apoio de mãos em veículos de transporte coletivo) ou contato pessoal direto, como aperto de mãos ou beijos”, diz.

Caso a gripe não seja tratada de forma correta, o quadro pode apresentar algumas complicações, como Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), pneumonia, sinusite, otite e até desidratação.

gripe mulher

Para evitar que isso aconteça, MultiGrip lista abaixo as principais diferenças entre gripes e resfriados e formas de prevenção:

Diferenças entre gripe e resfriado*

Gripe e resfriado são doenças distintas, causadas por vírus diferentes, mas que partilham vários sintomas em comum, motivo pelo qual muitas pessoas acham que ambas são sinônimos.

A gripe é uma infecção mais forte que o resfriado, costuma durar menos tempo e apresenta maior taxa de complicações, como problemas pulmonares e cardíacos. A gripe pode ser perigosa em idosos, bebês e pessoas com imunidade baixa. O resfriado, por sua vez, raramente causa complicações.

Duas das principais diferenças entre a gripe e o resfriado são a febre e o estado geral do paciente. Enquanto o resfriado não costuma provocar febre (exceto em crianças pequenas), na gripe a febre é comum e costuma ser acima de 38 ºC, principalmente nas crianças.
Na gripe, o paciente apresenta-se mais prostrado, com dor de cabeça e, frequentemente, com dor nos músculos e articulações. No resfriado, o paciente tem coriza, tosse e espirros, mas permanece mais disposto, apenas incomodado com estes os sintomas

Prevenção de gripes e resfriados*

A gripe e o resfriado são viroses altamente contagiosas. Quando se mora na mesma casa que alguém infectado, é quase impossível não entrar em contato com o vírus. Algumas dicas de como reduzir o risco de transmissão:

-Evitar contato próximo com pessoas contaminadas (pelo menos 2 metros).
-Evitar contato direto das mãos com olhos e boca sem antes as terem lavado.
-Lavar as mãos com água e sabão (ou solução alcoólica apropriada) frequentemente.
-Evitar ficar em ambientes com pouca circulação de ar e com muitas pessoas.
-Manter hábitos saudáveis, como alimentar-se bem, comer verduras e legumes, além de beber bastante água.
-Não compartilhar utensílios de uso pessoal, como toalhas, copos, talheres e travesseiros.

Ainda vale ressaltar que é indicado buscar auxílio médico caso os sintomas persistam, para que ele possa indicar o melhor tratamento e evitar complicações no quadro do paciente.

*Dados do Ministério da Saúde

Fonte: Takeda

Mandamentos para prevenir gripes e resfriados

Realizar a lavagem nasal diariamente e evitar levar às mãos ao rosto após o contato com superfícies de locais públicos, são medidas que ajudam a prevenir gripes e resfriados

Ser acometido por uma gripe ou resfriado é algo que pode acontecer com qualquer pessoa e em qualquer estação do ano. Porém, no outono e no inverno as incidências são mais frequentes devido à queda de temperatura e ao ar seco. Além disso, o fato das pessoas permanecerem por longos períodos em ambientes fechados também favorece a transmissão destas doenças.

De acordo com a gerente médica da unidade MIP Aché, Talita Poli Biason, o clima mais frio, associado à baixa umidade do ar, afeta as mucosas do aparelho respiratório, provocando o ressecamento das mesmas. “A hidratação adequada da mucosa nasal é importante para as defesas naturais do nariz. O ar seco e frio do inverno, eleva as chances de infecções respiratórias, como gripes e resfriados”, esclarece.

Ambas as doenças podem ser transmitidas por meio do contato direto entre as pessoas. Ou seja, por meio das gotículas de saliva que são expelidas ao falar, tossir ou espirrar. “Portanto, evite ao máximo permanecer por muito tempo em locais fechados ou que apresentem aglomeração excessiva de pessoas. Nestas condições, a transmissão dos vírus da gripe e resfriados ocorre com maior facilidade”, orienta Talita.

Previna-se!

Algumas medidas são importantes para evitar infecções respiratórias. Confira os 5 mandamentos para a prevenção de gripes e resfriados, sugeridos pela gerente médica da unidade MIP Aché:

1. Lave as mãos com regularidade:

Higienizar as mãos com água e sabão é uma medida importante para evitar a contaminação pelo vírus da gripe ou do resfriado. “Evite também coçar os olhos ou levar as mãos à boca e ao nariz após tocar em superfícies de locais públicos ou após um simples aperto de mãos”, alerta a médica.

2. Mantenha o ambiente de convivência limpo:

Faça a limpeza de todas as superfícies da casa ou do ambiente de trabalho regularmente, evitando assim a disseminação de microrganismos. Para isso, uma solução simples de água e sabão é suficiente.

3.Cuide do cardápio

Seguir uma dieta balanceada no dia a dia auxilia na manutenção do equilíbrio do organismo. As frutas e verduras são, em geral, ricas em vitaminas que ajudam o sistema imunológico a exercer sua função. .

4.Beba bastante líquido

A recomendação da OMS (Organização Mundial da Saúde) é o consumo de, no mínimo, 2 litros de água diariamente. O hábito ajuda a manter o corpo hidratado e evita o aparecimento de doenças em geral.

5.Cuide da limpeza nasal

Faça a lavagem nasal todos os dias. Essa medida é importante, pois proporciona a remoção do excesso de muco, de “irritantes” e microrganismos, favorecendo a defesa natural da mucosa do nariz. Para isso, utilize uma solução nasal de cloreto de sódio 0,9%, com ação fluidificante e descongestionante das secreções nasais. Vale ressaltar que a lavagem nasal não tem restrição de idade e pode ser feita regularmente.

Se a pessoa já se encontra resfriada, recomenda-se repouso, intensificação da lavagem nasal com solução salina e procurar um médico, se necessário. Em alguns casos, os medicamentos contendo associações de anti-histamínicos e descongestionantes sistêmicos, como omaleato de bronfeniramina com cloridrato de fenilefrina, auxiliam na redução dos sintomas.

Fonte: Ache