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Cobertor ou edredom: qual escolher quando se é alérgico?

Quando as temperaturas caem é comum contrair alergias respiratórias. Isso se dá por conta do tempo seco, principalmente em regiões mais urbanizadas, como as grandes metrópoles. A baixa umidade, resfriamento do ar e falta de arborização permitem que o risco de contaminação aumente, já que as partículas poluentes estão dispersas no ar.

Segundo dados da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (Asbai), o principal alérgeno, no Brasil, é o ácaro da poeira domiciliar, responsável por cerca de 80% das alergias respiratórias.

Como forma de precaução, cuidados com o lar e principalmente na hora de dormir podem fazer a diferença. Ricardo Monteiro, Gerente Operacional da Quality Lavanderia destaca: “Quem possui alergia precisa estar sempre atento à peça escolhida para dormir, dependendo da escolha, pode-se intensificar ainda mais o problema alérgico”.

Monteiro aponta que o edredom é a peça ideal para quem tem alergia, pois seu tecido possui superfície plana e lisa, o que permite menor acúmulo de ácaros. Com isso, não prejudica a respiração e não ocasiona incômodos na pele. “Nos dias frios, a melhor escolha é o edredom, por ser menos alérgico, mais macio e causar menor incômodo na pele. Independente do cobertor ser sintético ou de lã, todos são mais felpudos, por isso acumulam maior número de ácaros que podem causar alergia, tanto de respiração quanto de pele”.

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Foto: Dieter Robbins/Pixabay

“Além disso, a frequência e o cuidados com a lavagem também são fatores importantes, opte sempre por lavar antes de usar, principalmente se o edredom ficou guardado por muito tempo, com isso removem-se os ácaros e o possível odor de mofo, mantendo a peça mais apropriada para uso. Estando em uso, o ideal é lavar a cada dois meses. Outra dica importante é o cuidado com o uso do amaciante, quanto menos perfume tiver, menor a chance de provocar alergias. Para realizar a higienização completa, inclusive para peças infantis, que exigem um cuidado especial, é indicado que o serviço seja realizado de forma profissional, por exemplo, com ajuda de uma lavanderia, contribuindo para saúde da família”, conclui Monteiro.

Fonte: Quality Lavanderia

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Pets não são os maiores vilões das rinites, mas levam a fama

Médica do Hospital IPO explica como isso ocorre e dá dicas de como conviver com os animais e prevenir as alergias

Os animais de estimação ganham cada vez mais espaço na vida dos brasileiros, tanto que já ultrapassaram a casa dos 52 milhões — segundo dados do IBGE– número que deixa o Brasil na quarta população mundial de pets, mas o que acontece quando seu animalzinho parece te fazer mal?

Espirar, sentir coceira no nariz e nos olhos são alguns dos incômodos mais comuns. “O importante é manter a calma e buscar um especialista para fazer os exames possíveis para poder fazer um diagnóstico correto”, orienta Renata Becker, otorrino do Centro de Rinites e Alergias do Hospital IPO.

Segundo a especialista, o número de pessoas que são alérgicas aos animais é menor do que se pensa. “Há diversos exames que podemos fazer quando detectamos que a rinite é provocada por animal, temos como opção fazer um tratamento com base em vacina, mas grande parte dos casos a rinite é provocada por ácaro. Acontece que a descamação da pele dos animais favorece a proliferação de ácaros, então os animais, muitas das vezes agem como catalizadores nesse processo”, frisa.

A médica preparou uma lista para que os amantes dos animais de estimação possam prevenir as alergias:

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1 – evite a entrada do pet nos quartos;

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2 – evite a permanência do pet em áreas de permanência, como o sofá;

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3 – depois de brincar com o pet, troque de roupa, lave bem as mãos, os olhos e o nariz com soro fisiológico para evitar o contato do alergeno com a mucosa;

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Foto: C_Scott/Pìxabay

4 – depois do banho, antes de ir para a cama, não brinque com o animal, principalmente se já estiver vestido para dormir;

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Foto: Pethealthzone

5 – verificar a indicação de banhos nos animais com o veterinário e segui-las à risca;

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6 – busque auxílio de um otorrino para fazer o diagnóstico correto da rinite, para que, desta forma, se possa realizar os tratamentos necessários para ter um tratamento adequado.

Fonte: Hospital IPO

Dicas práticas para limpar a casa e prevenir alergias

Com o inverno em curso, a marca Arno reúne dicas para minimizar a presença de impurezas nos ambientes e, assim, evitar crises alérgicas

 

Quem nunca sentiu sensação de nariz entupido, coceira nos olhos, ressecamento das mucosas, garganta seca e tosse irritante? Os principais vilões normalmente são microscópicos e estão sempre por perto, em locais onde nem imaginamos. Mesmo que o ambiente esteja limpo, quem sofre com crises alérgicas precisa estar atento à higienização para evitar contato com microrganismos como ácaros e fungos.

Pensando em minimizar esse impacto, a Arno reúne dicas práticas para ajudar na rotina de limpeza doméstica – um auxílio à prevenção de alergias e doenças respiratórias –, no momento em que lança o primeiro modelo vertical de aspirador de pó: Arno Cyclonic Force Light, portátil, potente e eficiente.

Confira abaixo as dicas da marca

tapete cachorro personal clean

1. Aspire toda a casa de uma a duas vezes por semana. Se tiver pets, devido ao acúmulo de pelos, o uso do aspirador deve ser redobrado. Opte sempre por aspiradores, pois vassouras e espanadores fazem a poeira subir e espalhar-se pelo ar – o que prejudica os alérgicos. Após a aspiração, passe um pano úmido para finalizar a limpeza, tanto nos móveis quanto no chão.

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2. No quarto, mantenha as roupas de cama sempre limpas. O ideal é trocá-las uma vez por semana. Aproveite essas trocas para aspirar o colchão e deixá-lo ventilar por algumas horas.

travesseiro

3. Se possível, deixe os travesseiros no sol pelo menos uma vez por mês e lave-os a cada seis meses. O mesmo pode ser feito com as almofadas.

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Foto: Emily Beeson/Morguefile

4. Não se esqueça de aspirar os tapetes e tirar o pó das cortinas toda semana.

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5. Nos dias mais quentes e ensolarados, abra portas, janelas, guarda-roupas e gavetas para o ar circular. Aproveite essas ocasiões para tirar roupas, tapetes, edredons e cobertores guardados e expor tudo à luz solar, a fim de eliminar o mofo que possa estar presente.

A recomendação da Gerente de Marketing de Non-Food do Groupe SEB, Júlia Castro, é prestar atenção aos lançamentos do mercado de limpeza e distinguir bem as funcionalidades de cada utensílio doméstico. “Ter em casa um bom aspirador de pó é fundamental para facilitar a limpeza do dia a dia. A mais nova linha de aspiradores Arno Cyclonic Force, por exemplo, é eficiente e possui itens que permitem aspirar a poeira inclusive de locais difíceis de atingir, a que nem sempre damos atenção”, revela a executiva.

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O novo Arno Cyclonic Force Light certamente será um excelente companheiro para as limpezas rápidas do dia a dia porque oferece máxima autonomia e desempenho. É prático, superleve (2,3 kg), portátil e flexível para manobras. Por ser sem fio, possibilita mobilidade e autonomia a quem o manuseia. Tem máxima potência e poderosa bateria de lithium (14,4 V) de alta duração, com independência de até 30 minutos.

Possui a exclusiva tecnologia Cyclonic, com a força de sucção em forma de um ciclone, que potencializa o fluxo de ar e permite aspirar mais e melhor. Conta com duas velocidades, tem carregador de parede, elevada capacidade do reservatório para armazenar até 0,65 L de sujeira e escova com luz de LED que permite enxergar até as menores partículas de sujeira. E, para maior comodidade, pode ser guardado na posição vertical. Preço sugerido: R$ 599,99.

Outras opções de aspiradores Cyclonic Force

Com design moderno, a nova linha da Arno destaca a tecnologia Cyclonic, que potencializa o fluxo de ar para aspirar mais e melhor. Os lançamentos trazem o exclusivo e patenteado acessório Delta, que, em formato triangular, permite a remoção até mesmo da sujeira nos cantos.

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Compacto, forte e com alto poder de sucção, o novo aspirador Arno Cyclonic Force limpa a sujeira até nos cantos mais difíceis da casa. Com 1.400 W de potência, tem capacidade para armazenar até 1,2 L de sujeira. Preço sugerido: R$ 349,99.

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Já o Arno Cyclonic Force XL atrela alta performance a qualidade. Com potência de 1.400 W, tem capacidade para armazenar até 1,5 L de sujeira. Preço sugerido: R$ 369,99.

Ambos os produtos chegam com kit completo de acessórios, que inclui bocal para aspirar cortinas e estofados, bocal 2 em 1 com escovinha e de uso especial para cantos e frestas, dois tubos prolongadores, uma mangueira de sucção, um enrolador automático de fio (cada modelo possui uma metragem específica) e rodas emborrachadas que não riscam nem mesmo os pisos mais sensíveis.

Informações: Arno  – SAC (11) 2060-9777

 

Médica alerta sobre algumas doenças comuns no inverno

O inverno chegou e, com ele, as doenças características do frio aparecem: resfriados, gripe, rinite e asma, entre outras. O motivo? Segundo Priscila Moraes, médica especialista em alergia e imunologia do Docway, baixas temperaturas e o ar seco fazem com que os poluentes e micro-organismos permaneçam mais tempo suspensos no ar. Além disso, as pessoas tendem a ficar mais tempo fechadas, sem ventilação adequada, o que favorece o aparecimento tanto de doenças respiratórias infecciosas como alérgicas.

Um cuidado especial deve ser dado às pessoas mais suscetíveis a complicações por vulnerabilidade do sistema imunológico, como crianças, idosos e aquelas com doenças crônicas. Saiba reconhecer as principais doenças do inverno:

1) Resfriado x Gripe

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Popularmente, as infecções virais de vias aéreas superiores são chamadas, de modo generalizado, de gripe. No entanto, são doenças diferentes. Ambas são causadas por vírus, porém se apresentam de maneiras distintas. O resfriado é provocado por adenovírus, rinovírus e vírus sincicial respiratório. Em geral, provoca sintomas mais brandos, com coriza, tosse, congestão nasal, dor no corpo e dor de garganta leve. A febre, quando presente, costuma ser baixa. Normalmente, os sintomas duram até três dias e apresentam melhora espontânea.

Já a gripe, provocada pelos vírus Influenza, entre eles o H1N1, provoca sintomas mais intensos, como febre alta, calafrios, dor muscular, dor de cabeça, coriza e, algumas vezes, pode evoluir com complicações respiratórias. A duração é mais prolongada, podendo chegar a 7 dias, com melhora espontânea. Em alguns casos, pode ter como consequências infecções bacterianas, como pneumonia e sinusite.

2) Rinite x Sinusite

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Rinite é uma inflamação da mucosa nasal, caracterizada por dois ou mais destes sintomas: coriza, espirros, nariz entupido e coceira. Ela pode ser de causa alérgica ou não alérgica. Os principais desencadeantes da rinite alérgica são os ácaros presentes na poeira doméstica, seguidos por pelos de cão e gato, mofo e pólen. Entre as não alérgicas, as de maior importância no inverno são as infecciosas, provocadas por vírus, e as irritativas, provocadas pela poluição. O tratamento inicial deve ser com antialérgicos e, dependendo de cada caso, pode ser necessário corticoide local.

A sinusite pode ser uma consequência tanto da rinite alérgica como da não alérgica. Os principais achados são secreção nasal esverdeada, nariz entupido e dor de cabeça/face. Muitas vezes, só melhora após tratamento com antibiótico.

3) Bronquite x Asma

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A bronquite é uma doença aguda, provocada pela inflamação das vias aéreas inferiores (brônquios) e tem como principal causa as infecções virais. Além da tosse, quase sempre presente, também pode apresentar febre e falta de ar. Tem duração de poucos dias e a melhora costuma ser espontânea, com auxílio de medicamentos sintomáticos.

A asma é uma doença inflamatória crônica, na maioria das vezes de causa alérgica, que provoca sintomas de falta de ar, chiado no peito e tosse. Quase sempre os sintomas melhoram após o uso de medicamentos para aumentar o espaço da passagem do ar, os broncodilatadores. Dependendo da frequência e gravidade dos sintomas, é necessário usar corticoide oral ou inalatório.

4) Bronquiolite

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Pixabay

Bronquiolite é a infecção dos bronquíolos dos bebês causada por vírus, normalmente o Vírus Sincicial Respiratório (VSR). É mais comum até 3 anos de idade e costuma ser o primeiro episódio de chiado na infância. Provoca tosse, respiração ofegante, queda da saturação de oxigênio no sangue e é motivo comum de internação nessa faixa etária. Em geral, melhora espontaneamente, com medicamentos sintomáticos; em alguns casos, há necessidade de suporte respiratório com oxigênio.

5) Pneumonia

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Pixabay

É a infecção que se instala nos pulmões. Pode ser causada por vários micro-organismos diferentes (bactérias, vírus, fungos) e provoca tosse, dor no tórax, mal-estar, falta de ar e, ainda, pode apresentar secreção amarela ou esverdeada. O tratamento, na maioria das vezes, é feito com antibiótico.

As medidas de prevenção que devem ser tomadas:

=Manter vacinas em dia, a da gripe deve ser aplicada anualmente e é gratuita para grupos de risco.
=Lavar bem as mãos sempre que possível e, indispensavelmente, antes de se alimentar, após espirrar ou tossir, e depois de usar o banheiro.
=Proteger com o braço (e não com as mãos) quando espirrar ou tossir
=Fazer higiene da casa adequadamente, de maneira que diminuam os alérgenos do ambiente, como ácaros da poeira
=Evitar lugares com aglomerados de pessoas e/ou sem ventilação adequada
=Em locais com ambiente seco, é recomendável o uso de um umidificador de ar no ambiente, desde que usados por poucas horas e com saída de vapor de até 60%.
=Beber muita água

Fonte: Docway

Tempo seco pode agravar as crises alérgicas

O inverno chegou, o ar está mais seco, e, em São Paulo, por exemplo, não chove há muitos dias. Com essa junção, os quadros alérgicos pioram. Difícil não coçar o nariz ou espirrar durante esse período e, segundo a alergologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, Yara Mello, o agravamento da alergia está relacionado a diferentes fatores existentes na estação mais fria do ano.

O primeiro fator agravante do inverno é o tempo seco, que apresenta uma quantidade maior de partículas suspensas e, consequentemente, acaba sendo prejudicial ao alérgico. Yara explica que além desta característica, a secura do ar pode “sugar” com mais facilidade a água do organismo, o que potencializa a irritabilidade do trato respiratório.

Outro motivo que não é nada favorável aos alérgicos, são as infecções das vias aéreas. “Nesta época do ano, as pessoas costumam deixar os ambientes mais fechados, o que facilita o contagio, tanto das infecções virais quanto as bacterianas é também um gatilho para a crise alérgica”, endossa a especialista.

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Apesar das alergias respiratórias possuírem sinais semelhantes aos de uma gripe, a confusão é rapidamente desfeita, como explica a médica. “Os sintomas iniciais podem ser confundidos, já que o espirro e coceira no nariz estão presentes nos dois casos. Porém, com a evolução, é possível diferenciar, pois quem está com gripe apresentará outros sinais, como febre, mal-estar e dor muscular”.

Para sofrer menos com as crises não só durante o inverno, o tratamento é indispensável e, o primeiro passo, é o diagnóstico correto. “A prevenção é iniciada com o diagnóstico correto, que inclui saber qual é o tipo de sensibilidade que a pessoa tem. Após isso, é possível usar duas formas de controle, uma é cuidar do ambiente, principalmente do quarto e outra, associada à primeira, o tratamento de imunoterapia, conhecida como vacina para alergia”, enfatiza a alergologista.

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O cuidado com o ambiente, citado por Yara Mello, inclui ações simples que ajudam a contornar o problema – como tirar do local, principalmente do quarto, objetos que acumulem pó – manter colchões e travesseiros encapados com tecidos específicos, a fim de impedir a saída do pó, lavar os casacos e cobertores antes de usar e deixar as roupas arejando no sol.

Fonte: Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos

Cuidados com a higiene da casa evitam problemas respiratórios

Quando as temperaturas caem e o ar se mantém seco, o sistema respiratório é agressivamente prejudicado, sobretudo em ambientes fechados. Uma das doenças mais frequentes nesses casos é a rinite alérgica. Segundo dados da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (ASBAI), o principal alérgeno, no Brasil, é o ácaro da poeira domiciliar, responsável por cerca de 80% das alergias respiratórias.

A dúvida para muitas pessoas é, justamente, como evitar esse mal, principalmente em períodos de baixas temperaturas, como nas épocas de outono e inverno. Ricardo Monteiro, Gerente Operacional da rede Quality Lavanderia, indica algumas precauções simples no cuidado com o lar:

O principal local para começar a se precaver é com o quarto. Os colchões, travesseiros e almofadas devem ser devidamente higienizados e trocados a cada cinco anos. As cortinas precisam ser lavadas a cada seis meses, enquanto as roupas de cama podem ser trocadas uma vez por semana. Recomenda-se usar aspirador e pano úmido em vez de vassouras, que espalham o pó por todo o ambiente.

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No frio, os primeiros itens que saem dos armários após longos meses sem uso são os cobertores e edredons, nesse caso, ainda antes do uso, é indicado a higienização das peças. Com isso, retira-se o possível odor de mofo e mantém a peça mais apropriada para uso.

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Com os tapetes, outro item muito usado nessas épocas, a higienização deve ocorrer a cada seis meses, pois acumula número elevado de fungos e bactérias. Cada tipo de material do tapete, seja corda, algodão ou seda, necessita de um método diferente na limpeza para evitar o desgaste dos fios e manter a durabilidade da peça. A manutenção pode ser feita semanalmente, com o aspirador de pó. Já, os tapetes de banheiro, por conta da umidade, devem ser lavados semanalmente.

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Com outros itens como poltronas, sofás e almofadas, tendem a acumular poeira, por isso devem ser higienizados adequadamente e com um período de tempo ideal, dessa forma, evita-se a proliferação de bactérias causadas pela poeira. As poltronas e sofás devem ser limpos, pelo menos, uma vez ao ano. Indica-se utilizar o aspirador de pó uma vez por mês para a manutenção. Já as capas das almofadas podem ser lavadas a cada dois meses. Se tiver pets em casa, deve-se usar o aspirador de pó duas vezes por semana em tapetes, por conta do acúmulo de pelos.

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“Dessa forma, com pequenos cuidados, é possível manter a casa devidamente higienizada e livre do ácaro causador das alergias respiratórias”, ressalta Monteiro.

Fonte: Quality Lavanderia

Doenças de outono: quais são e como preveni-las

A cada final de estação, percebemos as mudanças no tempo e, infelizmente, isso
influencia, e muito, para o surgimento de problemas de saúde. Mesmo sendo doenças fáceis de se tratar, é preciso ter cuidado para evitar ou remediar, dependendo do caso e grau, algo que pode ficar mais sério.

Como estamos no outono, a Clínica Sadeb listou as principais doenças que surgem no outono e quais cuidados podemos ter para evitá-las.

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Dicas de higienização para sobreviver ao tempo seco

A vinda do tempo seco estimula as doenças respiratórias, como rinite, sinusite e bronquite, entre outras. Para um ambiente mais úmido muitos optam pelo uso dos umidificadores, porém, aí mora o perigo. De acordo com a sócia proprietária da Natureza & Limpeza, Ana Paula Barcena, o excesso de umidificação no local pode ocasionar a proliferação de ácaros e bactérias.

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De acordo com a empresária, a higienização com produtos biodegradáveis é a melhor escolha, pois “o serviço deixa a casa limpa, com ar fresco e livre de ácaros e bactérias, contribuindo com o meio ambiente, além de gastar no máximo cinco litros de água”.

Neste caso de tempo úmido é indicada a limpeza de sofá, pufe, cadeiras, poltronas, carpetes, cortinas, edredom e colchões. Ela elimina ácaros, fungos e bactérias, além de poder ser realizada a impermeabilização, que também contribui para uma maior proteção dos estofados.

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“Pensando em aliviar a sensação de secura no ambiente, muitas vezes nos esquecemos que a falta de limpeza em nossos estofados pode colaborar para mais dificuldades respiratórias do que apenas o tempo seco. A higienização a parte colabora para a saúde de todos da casa”, finaliza Ana.

Fonte: Natureza & Limpeza

 

Saiba como a alimentação pode auxiliar a minimizar os sintomas do tempo seco

Especialista da Splendido Alimentação orienta o que incluir no cardápio neste período de baixa umidade do ar

Diversas regiões do país têm apresentado tempo muito seco nos últimos dias. Em alguns lugares, não chove há meses, como é o caso de Belo Horizonte, que está há quase 80 dias sem chuva. No Sul, como em Curitiba, ou no Centro-Oeste, como em Cuiabá, a baixa umidade do ar também se faz presente. Em São Paulo não é diferente: o tempo seco tem elevado as temperaturas e derrubado a umidade. Essa condição climática também favorece a manutenção dos poluentes no ar, o que potencializa os danos à saúde. Por isso, com a umidade do ar baixa, é comum sentir seus efeitos no organismo.

O desconforto é ainda maior para pessoas que já têm doenças respiratórias como asma, rinite alérgica ou bronquite crônica, que ficam propensas ao agravamento dos quadros. Para além dos problemas respiratórios, o tempo seco pode causar dores de cabeça, irritações nos olhos, nariz, garganta e pele. A garganta pode ficar seca, a voz rouca, inclusive com possibilidade de inflamação na faringe. Neste cenário, alguns cuidados são fundamentais para atravessar o clima seco com a saúde em plena forma.

Para enfrentar semanas como esta, em que a umidade relativa do ar chegou aos índices mais baixos registrados neste ano na cidade de São Paulo, a nutricionista da Splendido Alimentação, Rita Scarpato dá algumas dicas.

A principal recomendação para os dias secos é tomar bastante água, o que pode ajudar a aliviar a irritação na garganta, orienta Rita. “A água, pura, é a melhor opção. Mas não caia na regra dos dois litros por dia: essa é uma medida geral e a quantidade de água que uma pessoa realmente precisa varia de acordo com alguns padrões individuais, como a prática de atividades físicas”, orienta.

água com frutas

Rita acrescenta que, quem não tem o hábito de ingerir água com frequência, pode recorrer às opções aromatizadas da bebida. “Basta adicionar folhinhas de hortelã, cascas de laranjas ou limão, erva cidreira, gengibre, cravo, canela em pau, ou até mesmo gotas do suco de frutas”, orienta.

Ainda sobre o consumo de água, Rita faz uma observação importante: “Nada de encher a barriga de água junto com as refeições. O consumo deve ser feito entre os intervalos e nunca durante para não comprometer a absorção dos nutrientes”, diz.

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Outra fonte de hidratação recomendadas pela nutricionista são as frutas. “As mais aconselhadas são coco verde (em especial a água de coco, que é rica em potássio), laranja, melancia e melão. Por serem compostas basicamente de água, são as que mais têm efeito positivo no auxílio à hidratação. Só para se ter uma ideia, a melancia tem grande concentração de água, são 92% da fruta; enquanto o melão tem cerca de 90% de água”, explica. “As frutas são ainda ricas em vitaminas e minerais, que colaboram para manter a hidratação, inclusive a da pele”, complementa.

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Cansaço e indisposição também podem ser se tornar mais frequentes, principalmente quando a seca vem combinada com temperaturas mais altas, observa a nutricionista. “O ideal é dar preferência para refeições mais leves, com verduras, legumes, alimentos que tenham uma digestão mais fácil”, recomenda Rita. Aliás, há também alimentos específicos que podem contribuir para amenizar os efeitos do tempo, orienta a nutricionista.

ginger gengibre

“Alguns alimentos ricos em enxofre ajudam a descongestionar as vias respiratórias nesses dias secos do ano, pois evitam o muco provocado pela poluição. O enxofre, junto com o consumo de água, torna mais fácil a eliminação desse muco nas vias respiratórias. Entre eles estão gengibre, cebola, alho, batata doce, salinha e cebolinha”, esclarece. A nutricionista pondera, contudo, que o importante, nestes casos, é que os alimentos não estejam bem cozidos, porque senão eles acabam perdendo os benefícios do enxofre.

Todos estes cuidados são importantes, pois, dados recentes da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam que as doenças respiratórias ocupam o terceiro lugar entre as maiores causas de morte no mundo.

 Fonte: Splendido Alimentação

Especialista em limpeza lista dicas para facilitar a higienização de ambientes

O inverno tem como característica principal dias frios e secos. A cidade de São Paulo passou por um período de atenção em que não viu uma gota de água por mais de 50 dias. Falta de ar, doenças alérgicas e respiratórias e poeira foi uma constante na vida dos paulistanos.

Em alguns casos, a faxina teve que ser refeita em um mesmo local mais de uma vez ao dia, gerando improdutividade e aumento nos gastos. Quando finalmente a chuva volta a cair, o problema se prolonga nas áreas abertas, já que a poeira se mistura com água e aumenta a sujeira. Para facilitar a limpeza dos ambientes, Renato Ticoulat, diretor executivo da JAN-PRO Brasil, rede especializada em limpeza comercial, dá dicas domésticas para driblar o tempo e fazer uma limpeza de fazer inveja.

Aspirador de pó X vassoura

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Quando for higienizar o chão dos ambientes internos, prefira usar o aspirador de pó a vassoura, assim evita-se que a poeira suba e se espalhe pelo local. Caso não tenha aspirador, utilize um pano úmido e um rodo para retirar o excesso da sujeira. Varrer não deve ser uma opção.

Móveis

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Foto: Papasemar

Nunca passe um pano seco em um móvel empoeirado. O ideal é iniciar a limpeza com um pano úmido, retirando todo o excesso de sujeira. Após esse processo, aplique com uma flanela limpa e seca e um produto específico para o material do móvel.

Tapetes

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Foto: Pixabay

Sempre comece a limpeza aspirando o tapete, o processo vai ajudar a remover as sujeiras mais superficiais e facilitará o seu trabalho. Utilize o bucal mais fino do aspirador de pó para limpar as partes mais difíceis. Após a aspiração, misture detergente neutro com água morna e agite até formar espuma. Aplique a fórmula na tapeçaria com um pano limpo em movimento circulares, depois retire o excesso de produto com um pano umedecido. Não utilize escovas com cerdas duras, pode danificar a peça.

Colchões

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O mais recomendado quando se vai fazer uma higienização de um colchão em casa, sem o acompanhamento de uma empresa especializada, é utilizar apenas um pano limpo umedecido, depois de tê-lo aspirado

Quintais

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Pixabay

Para iniciar a limpeza retire todos os materiais removíveis do quintal. Espalhe o produto de limpeza de sua preferência com água em todo o espaço. Se a água estiver quente, a remoção da sujeira será mais eficiente. Deixe agir entre 5 e 10 minutos e depois enxague. Esfregue o local com uma vassoura ou uma bucha, mas não se esqueça de secar no final da limpeza. Ambiente com água acumulada viram criadouro para o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya, da zika e da febre amarela urbana.

Agora se o ambiente ainda continuar gerando doenças respiratórias, como rinites ou alergias com muitos espirros é bom contratar uma empresa profissional que vá usar produtos e equipamentos realmente adequados para estes serviços.

Fonte: JAN-PRO