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Médica alerta sobre algumas doenças comuns no inverno

O inverno chegou e, com ele, as doenças características do frio aparecem: resfriados, gripe, rinite e asma, entre outras. O motivo? Segundo Priscila Moraes, médica especialista em alergia e imunologia do Docway, baixas temperaturas e o ar seco fazem com que os poluentes e micro-organismos permaneçam mais tempo suspensos no ar. Além disso, as pessoas tendem a ficar mais tempo fechadas, sem ventilação adequada, o que favorece o aparecimento tanto de doenças respiratórias infecciosas como alérgicas.

Um cuidado especial deve ser dado às pessoas mais suscetíveis a complicações por vulnerabilidade do sistema imunológico, como crianças, idosos e aquelas com doenças crônicas. Saiba reconhecer as principais doenças do inverno:

1) Resfriado x Gripe

gripe mulher

Popularmente, as infecções virais de vias aéreas superiores são chamadas, de modo generalizado, de gripe. No entanto, são doenças diferentes. Ambas são causadas por vírus, porém se apresentam de maneiras distintas. O resfriado é provocado por adenovírus, rinovírus e vírus sincicial respiratório. Em geral, provoca sintomas mais brandos, com coriza, tosse, congestão nasal, dor no corpo e dor de garganta leve. A febre, quando presente, costuma ser baixa. Normalmente, os sintomas duram até três dias e apresentam melhora espontânea.

Já a gripe, provocada pelos vírus Influenza, entre eles o H1N1, provoca sintomas mais intensos, como febre alta, calafrios, dor muscular, dor de cabeça, coriza e, algumas vezes, pode evoluir com complicações respiratórias. A duração é mais prolongada, podendo chegar a 7 dias, com melhora espontânea. Em alguns casos, pode ter como consequências infecções bacterianas, como pneumonia e sinusite.

2) Rinite x Sinusite

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Rinite é uma inflamação da mucosa nasal, caracterizada por dois ou mais destes sintomas: coriza, espirros, nariz entupido e coceira. Ela pode ser de causa alérgica ou não alérgica. Os principais desencadeantes da rinite alérgica são os ácaros presentes na poeira doméstica, seguidos por pelos de cão e gato, mofo e pólen. Entre as não alérgicas, as de maior importância no inverno são as infecciosas, provocadas por vírus, e as irritativas, provocadas pela poluição. O tratamento inicial deve ser com antialérgicos e, dependendo de cada caso, pode ser necessário corticoide local.

A sinusite pode ser uma consequência tanto da rinite alérgica como da não alérgica. Os principais achados são secreção nasal esverdeada, nariz entupido e dor de cabeça/face. Muitas vezes, só melhora após tratamento com antibiótico.

3) Bronquite x Asma

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A bronquite é uma doença aguda, provocada pela inflamação das vias aéreas inferiores (brônquios) e tem como principal causa as infecções virais. Além da tosse, quase sempre presente, também pode apresentar febre e falta de ar. Tem duração de poucos dias e a melhora costuma ser espontânea, com auxílio de medicamentos sintomáticos.

A asma é uma doença inflamatória crônica, na maioria das vezes de causa alérgica, que provoca sintomas de falta de ar, chiado no peito e tosse. Quase sempre os sintomas melhoram após o uso de medicamentos para aumentar o espaço da passagem do ar, os broncodilatadores. Dependendo da frequência e gravidade dos sintomas, é necessário usar corticoide oral ou inalatório.

4) Bronquiolite

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Bronquiolite é a infecção dos bronquíolos dos bebês causada por vírus, normalmente o Vírus Sincicial Respiratório (VSR). É mais comum até 3 anos de idade e costuma ser o primeiro episódio de chiado na infância. Provoca tosse, respiração ofegante, queda da saturação de oxigênio no sangue e é motivo comum de internação nessa faixa etária. Em geral, melhora espontaneamente, com medicamentos sintomáticos; em alguns casos, há necessidade de suporte respiratório com oxigênio.

5) Pneumonia

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É a infecção que se instala nos pulmões. Pode ser causada por vários micro-organismos diferentes (bactérias, vírus, fungos) e provoca tosse, dor no tórax, mal-estar, falta de ar e, ainda, pode apresentar secreção amarela ou esverdeada. O tratamento, na maioria das vezes, é feito com antibiótico.

As medidas de prevenção que devem ser tomadas:

=Manter vacinas em dia, a da gripe deve ser aplicada anualmente e é gratuita para grupos de risco.
=Lavar bem as mãos sempre que possível e, indispensavelmente, antes de se alimentar, após espirrar ou tossir, e depois de usar o banheiro.
=Proteger com o braço (e não com as mãos) quando espirrar ou tossir
=Fazer higiene da casa adequadamente, de maneira que diminuam os alérgenos do ambiente, como ácaros da poeira
=Evitar lugares com aglomerados de pessoas e/ou sem ventilação adequada
=Em locais com ambiente seco, é recomendável o uso de um umidificador de ar no ambiente, desde que usados por poucas horas e com saída de vapor de até 60%.
=Beber muita água

Fonte: Docway

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Tempo seco pode agravar as crises alérgicas

O inverno chegou, o ar está mais seco, e, em São Paulo, por exemplo, não chove há muitos dias. Com essa junção, os quadros alérgicos pioram. Difícil não coçar o nariz ou espirrar durante esse período e, segundo a alergologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, Yara Mello, o agravamento da alergia está relacionado a diferentes fatores existentes na estação mais fria do ano.

O primeiro fator agravante do inverno é o tempo seco, que apresenta uma quantidade maior de partículas suspensas e, consequentemente, acaba sendo prejudicial ao alérgico. Yara explica que além desta característica, a secura do ar pode “sugar” com mais facilidade a água do organismo, o que potencializa a irritabilidade do trato respiratório.

Outro motivo que não é nada favorável aos alérgicos, são as infecções das vias aéreas. “Nesta época do ano, as pessoas costumam deixar os ambientes mais fechados, o que facilita o contagio, tanto das infecções virais quanto as bacterianas é também um gatilho para a crise alérgica”, endossa a especialista.

mulher espirro

Apesar das alergias respiratórias possuírem sinais semelhantes aos de uma gripe, a confusão é rapidamente desfeita, como explica a médica. “Os sintomas iniciais podem ser confundidos, já que o espirro e coceira no nariz estão presentes nos dois casos. Porém, com a evolução, é possível diferenciar, pois quem está com gripe apresentará outros sinais, como febre, mal-estar e dor muscular”.

Para sofrer menos com as crises não só durante o inverno, o tratamento é indispensável e, o primeiro passo, é o diagnóstico correto. “A prevenção é iniciada com o diagnóstico correto, que inclui saber qual é o tipo de sensibilidade que a pessoa tem. Após isso, é possível usar duas formas de controle, uma é cuidar do ambiente, principalmente do quarto e outra, associada à primeira, o tratamento de imunoterapia, conhecida como vacina para alergia”, enfatiza a alergologista.

roupa de cama cobertor the sweethome

O cuidado com o ambiente, citado por Yara Mello, inclui ações simples que ajudam a contornar o problema – como tirar do local, principalmente do quarto, objetos que acumulem pó – manter colchões e travesseiros encapados com tecidos específicos, a fim de impedir a saída do pó, lavar os casacos e cobertores antes de usar e deixar as roupas arejando no sol.

Fonte: Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos

Cuidados com a higiene da casa evitam problemas respiratórios

Quando as temperaturas caem e o ar se mantém seco, o sistema respiratório é agressivamente prejudicado, sobretudo em ambientes fechados. Uma das doenças mais frequentes nesses casos é a rinite alérgica. Segundo dados da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (ASBAI), o principal alérgeno, no Brasil, é o ácaro da poeira domiciliar, responsável por cerca de 80% das alergias respiratórias.

A dúvida para muitas pessoas é, justamente, como evitar esse mal, principalmente em períodos de baixas temperaturas, como nas épocas de outono e inverno. Ricardo Monteiro, Gerente Operacional da rede Quality Lavanderia, indica algumas precauções simples no cuidado com o lar:

O principal local para começar a se precaver é com o quarto. Os colchões, travesseiros e almofadas devem ser devidamente higienizados e trocados a cada cinco anos. As cortinas precisam ser lavadas a cada seis meses, enquanto as roupas de cama podem ser trocadas uma vez por semana. Recomenda-se usar aspirador e pano úmido em vez de vassouras, que espalham o pó por todo o ambiente.

mulher limpeza tapete

No frio, os primeiros itens que saem dos armários após longos meses sem uso são os cobertores e edredons, nesse caso, ainda antes do uso, é indicado a higienização das peças. Com isso, retira-se o possível odor de mofo e mantém a peça mais apropriada para uso.

roupa de cama cobertor the sweethome

Com os tapetes, outro item muito usado nessas épocas, a higienização deve ocorrer a cada seis meses, pois acumula número elevado de fungos e bactérias. Cada tipo de material do tapete, seja corda, algodão ou seda, necessita de um método diferente na limpeza para evitar o desgaste dos fios e manter a durabilidade da peça. A manutenção pode ser feita semanalmente, com o aspirador de pó. Já, os tapetes de banheiro, por conta da umidade, devem ser lavados semanalmente.

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Com outros itens como poltronas, sofás e almofadas, tendem a acumular poeira, por isso devem ser higienizados adequadamente e com um período de tempo ideal, dessa forma, evita-se a proliferação de bactérias causadas pela poeira. As poltronas e sofás devem ser limpos, pelo menos, uma vez ao ano. Indica-se utilizar o aspirador de pó uma vez por mês para a manutenção. Já as capas das almofadas podem ser lavadas a cada dois meses. Se tiver pets em casa, deve-se usar o aspirador de pó duas vezes por semana em tapetes, por conta do acúmulo de pelos.

almofadas estampadas

“Dessa forma, com pequenos cuidados, é possível manter a casa devidamente higienizada e livre do ácaro causador das alergias respiratórias”, ressalta Monteiro.

Fonte: Quality Lavanderia

Doenças de outono: quais são e como preveni-las

A cada final de estação, percebemos as mudanças no tempo e, infelizmente, isso
influencia, e muito, para o surgimento de problemas de saúde. Mesmo sendo doenças fáceis de se tratar, é preciso ter cuidado para evitar ou remediar, dependendo do caso e grau, algo que pode ficar mais sério.

Como estamos no outono, a Clínica Sadeb listou as principais doenças que surgem no outono e quais cuidados podemos ter para evitá-las.

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Dicas de higienização para sobreviver ao tempo seco

A vinda do tempo seco estimula as doenças respiratórias, como rinite, sinusite e bronquite, entre outras. Para um ambiente mais úmido muitos optam pelo uso dos umidificadores, porém, aí mora o perigo. De acordo com a sócia proprietária da Natureza & Limpeza, Ana Paula Barcena, o excesso de umidificação no local pode ocasionar a proliferação de ácaros e bactérias.

quarto hotel poluição cama computador

De acordo com a empresária, a higienização com produtos biodegradáveis é a melhor escolha, pois “o serviço deixa a casa limpa, com ar fresco e livre de ácaros e bactérias, contribuindo com o meio ambiente, além de gastar no máximo cinco litros de água”.

Neste caso de tempo úmido é indicada a limpeza de sofá, pufe, cadeiras, poltronas, carpetes, cortinas, edredom e colchões. Ela elimina ácaros, fungos e bactérias, além de poder ser realizada a impermeabilização, que também contribui para uma maior proteção dos estofados.

limpando sofá

“Pensando em aliviar a sensação de secura no ambiente, muitas vezes nos esquecemos que a falta de limpeza em nossos estofados pode colaborar para mais dificuldades respiratórias do que apenas o tempo seco. A higienização a parte colabora para a saúde de todos da casa”, finaliza Ana.

Fonte: Natureza & Limpeza

 

Saiba como a alimentação pode auxiliar a minimizar os sintomas do tempo seco

Especialista da Splendido Alimentação orienta o que incluir no cardápio neste período de baixa umidade do ar

Diversas regiões do país têm apresentado tempo muito seco nos últimos dias. Em alguns lugares, não chove há meses, como é o caso de Belo Horizonte, que está há quase 80 dias sem chuva. No Sul, como em Curitiba, ou no Centro-Oeste, como em Cuiabá, a baixa umidade do ar também se faz presente. Em São Paulo não é diferente: o tempo seco tem elevado as temperaturas e derrubado a umidade. Essa condição climática também favorece a manutenção dos poluentes no ar, o que potencializa os danos à saúde. Por isso, com a umidade do ar baixa, é comum sentir seus efeitos no organismo.

O desconforto é ainda maior para pessoas que já têm doenças respiratórias como asma, rinite alérgica ou bronquite crônica, que ficam propensas ao agravamento dos quadros. Para além dos problemas respiratórios, o tempo seco pode causar dores de cabeça, irritações nos olhos, nariz, garganta e pele. A garganta pode ficar seca, a voz rouca, inclusive com possibilidade de inflamação na faringe. Neste cenário, alguns cuidados são fundamentais para atravessar o clima seco com a saúde em plena forma.

Para enfrentar semanas como esta, em que a umidade relativa do ar chegou aos índices mais baixos registrados neste ano na cidade de São Paulo, a nutricionista da Splendido Alimentação, Rita Scarpato dá algumas dicas.

A principal recomendação para os dias secos é tomar bastante água, o que pode ajudar a aliviar a irritação na garganta, orienta Rita. “A água, pura, é a melhor opção. Mas não caia na regra dos dois litros por dia: essa é uma medida geral e a quantidade de água que uma pessoa realmente precisa varia de acordo com alguns padrões individuais, como a prática de atividades físicas”, orienta.

água com frutas

Rita acrescenta que, quem não tem o hábito de ingerir água com frequência, pode recorrer às opções aromatizadas da bebida. “Basta adicionar folhinhas de hortelã, cascas de laranjas ou limão, erva cidreira, gengibre, cravo, canela em pau, ou até mesmo gotas do suco de frutas”, orienta.

Ainda sobre o consumo de água, Rita faz uma observação importante: “Nada de encher a barriga de água junto com as refeições. O consumo deve ser feito entre os intervalos e nunca durante para não comprometer a absorção dos nutrientes”, diz.

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Outra fonte de hidratação recomendadas pela nutricionista são as frutas. “As mais aconselhadas são coco verde (em especial a água de coco, que é rica em potássio), laranja, melancia e melão. Por serem compostas basicamente de água, são as que mais têm efeito positivo no auxílio à hidratação. Só para se ter uma ideia, a melancia tem grande concentração de água, são 92% da fruta; enquanto o melão tem cerca de 90% de água”, explica. “As frutas são ainda ricas em vitaminas e minerais, que colaboram para manter a hidratação, inclusive a da pele”, complementa.

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Cansaço e indisposição também podem ser se tornar mais frequentes, principalmente quando a seca vem combinada com temperaturas mais altas, observa a nutricionista. “O ideal é dar preferência para refeições mais leves, com verduras, legumes, alimentos que tenham uma digestão mais fácil”, recomenda Rita. Aliás, há também alimentos específicos que podem contribuir para amenizar os efeitos do tempo, orienta a nutricionista.

ginger gengibre

“Alguns alimentos ricos em enxofre ajudam a descongestionar as vias respiratórias nesses dias secos do ano, pois evitam o muco provocado pela poluição. O enxofre, junto com o consumo de água, torna mais fácil a eliminação desse muco nas vias respiratórias. Entre eles estão gengibre, cebola, alho, batata doce, salinha e cebolinha”, esclarece. A nutricionista pondera, contudo, que o importante, nestes casos, é que os alimentos não estejam bem cozidos, porque senão eles acabam perdendo os benefícios do enxofre.

Todos estes cuidados são importantes, pois, dados recentes da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam que as doenças respiratórias ocupam o terceiro lugar entre as maiores causas de morte no mundo.

 Fonte: Splendido Alimentação

Especialista em limpeza lista dicas para facilitar a higienização de ambientes

O inverno tem como característica principal dias frios e secos. A cidade de São Paulo passou por um período de atenção em que não viu uma gota de água por mais de 50 dias. Falta de ar, doenças alérgicas e respiratórias e poeira foi uma constante na vida dos paulistanos.

Em alguns casos, a faxina teve que ser refeita em um mesmo local mais de uma vez ao dia, gerando improdutividade e aumento nos gastos. Quando finalmente a chuva volta a cair, o problema se prolonga nas áreas abertas, já que a poeira se mistura com água e aumenta a sujeira. Para facilitar a limpeza dos ambientes, Renato Ticoulat, diretor executivo da JAN-PRO Brasil, rede especializada em limpeza comercial, dá dicas domésticas para driblar o tempo e fazer uma limpeza de fazer inveja.

Aspirador de pó X vassoura

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Quando for higienizar o chão dos ambientes internos, prefira usar o aspirador de pó a vassoura, assim evita-se que a poeira suba e se espalhe pelo local. Caso não tenha aspirador, utilize um pano úmido e um rodo para retirar o excesso da sujeira. Varrer não deve ser uma opção.

Móveis

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Foto: Papasemar

Nunca passe um pano seco em um móvel empoeirado. O ideal é iniciar a limpeza com um pano úmido, retirando todo o excesso de sujeira. Após esse processo, aplique com uma flanela limpa e seca e um produto específico para o material do móvel.

Tapetes

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Foto: Pixabay

Sempre comece a limpeza aspirando o tapete, o processo vai ajudar a remover as sujeiras mais superficiais e facilitará o seu trabalho. Utilize o bucal mais fino do aspirador de pó para limpar as partes mais difíceis. Após a aspiração, misture detergente neutro com água morna e agite até formar espuma. Aplique a fórmula na tapeçaria com um pano limpo em movimento circulares, depois retire o excesso de produto com um pano umedecido. Não utilize escovas com cerdas duras, pode danificar a peça.

Colchões

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O mais recomendado quando se vai fazer uma higienização de um colchão em casa, sem o acompanhamento de uma empresa especializada, é utilizar apenas um pano limpo umedecido, depois de tê-lo aspirado

Quintais

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Pixabay

Para iniciar a limpeza retire todos os materiais removíveis do quintal. Espalhe o produto de limpeza de sua preferência com água em todo o espaço. Se a água estiver quente, a remoção da sujeira será mais eficiente. Deixe agir entre 5 e 10 minutos e depois enxague. Esfregue o local com uma vassoura ou uma bucha, mas não se esqueça de secar no final da limpeza. Ambiente com água acumulada viram criadouro para o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya, da zika e da febre amarela urbana.

Agora se o ambiente ainda continuar gerando doenças respiratórias, como rinites ou alergias com muitos espirros é bom contratar uma empresa profissional que vá usar produtos e equipamentos realmente adequados para estes serviços.

Fonte: JAN-PRO

 

Lactobacillus casei Shirota são úteis contra rinite alérgica

Uso do probiótico pode ser uma estratégia de controle do problema, especialmente nos meses de outono e inverno

A rinite alérgica é uma doença inflamatória crônica do nariz que afeta de 10% a 25% da população mundial. Nos meses mais frios do ano os episódios são ainda mais comuns, devido à presença de elementos alergenos no ar – como pólen e poeira. Os sintomas mais frequentes são coceiras no nariz, olhos e garganta, espirros e congestão nasal, que podem reduzir a qualidade de vida de pessoas de todas as idades.

Como ocorre com as demais alergias, a rinite também é uma reação imunológica a elementos estranhos ao organismo que, neste caso, entram pelo nariz. Mas o problema também pode ser causado pelo Staphylococcus aureus, uma das bactérias que mais causam infecções em seres humanos, responsável ainda por sinusite crônica, alergias respiratórias e asma, entre outros problemas.

Embora geralmente seja tratada com anti-histamínicos (antialérgicos), descongestionantes nasais e corticosteroides, pesquisas recentes indicam que os probióticos poderiam ser uma opção interessante para prevenir a rinite alérgica. E, para entender se os probióticos realmente poderiam ajudar no controle deste tipo de problema, pesquisadores do Departamento de Microbiologia da Faculdade de Medicina e Ciências da Saúde da Universidade de Muhammadiyah Yogyakarta, na Indonésia, desenvolveram um estudo em parceria com a Yakult.

mulher gripe nariz espirro

O experimento envolveu 42 estudantes de Medicina da Universidade de Yogyakarta com históricos de rinite alérgica. Depois de coletarem materiais da mucosa nasal para análise microbiológica do Staphylococcus aureus, os cientistas solicitaram que os voluntários ingerissem leite fermentado contendo o probiótico Lactobacillus casei Shirota – exclusivo da Yakult – durante um mês e, após este período, novas amostras foram coletadas.

Os resultados demonstraram que a suplementação com o probiótico Lactobacillus casei Shirota reduziu a presença de Staphylococcus aureus nas amostras nasais dos estudantes com rinite alérgica. Além disso, o probiótico também aumentou a capacidade da resposta imunológica dos voluntários. O estudo foi publicado no Knowledge Life Sciences – Volume 2 (2015) 124 – 128.

Probióticos

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Foto: Alamy

Os probióticos são, na sua maioria, bactérias láticas e devem necessariamente sobreviver aos sucos digestivos e colonizar o intestino, onde atuam, mesmo que temporariamente. Os probióticos liberam ácidos, como o lático e o acético, que têm a capacidade de melhorar a atividade intestinal, facilitando a digestão, absorção de nutrientes e eliminação de toxinas. Inúmeras pesquisas já comprovaram que os microrganismos probióticos inibem as bactérias patogênicas e ajudam a prevenir infecções.

O uso dos probióticos altera positivamente a composição da microbiota intestinal em certos grupos, como bebês prematuros, pacientes com diarreia, crianças medicadas com antibióticos, pacientes com gastroenterites virais e algumas doenças atópicas, e são úteis não somente pelas suas propriedades, mas também pelo fato de serem agentes de interação com a mucosa intestinal.

*Celina Hiramatsu é nutricionista da equipe do Departamento de Ciências e Pesquisas da Yakult do Brasil

Inverno, a estação da rinite

Não sei se você é como eu, e sofre com a rinite, especialmente quando o tempo fica seco, como está aqui na cidade de São Paulo hoje. Resultado: espirros, dor de cabeça, voz anasalada, vários lenços de papel pela casa…

O importante é saber lidar com o problema, pois mudanças bruscas de temperatura e baixa umidade do ar são características do inverno. Nesta época do ano é comum ambientes fechados, pouco arejados e com grande volume de pessoas, o que contribui para proliferação de doenças respiratórias como a rinite.

Maura Neves, otorrinolaringologista da Clinica MedPrimus em São Paulo, explica que a rinite é uma inflamação da mucosa nasal que pode ser alérgica ou não alérgica (irritativo, gestacional, senil) e pode ser intermitente (sintomas por menos de 4 dias na semana) ou perene (sintomas em mais de 4 dias da semana por mais de 1 mês). A rinite se manifesta por coriza, congestão com obstrução ou semiobstrução nasal, prurido (coceira), espirros, ardor ou irritação nasal.

A rinite alérgica atinge de 15% a 30% da população. É geralmente causada por alérgenos inalatórios, como ácaros da poeira doméstica, mofo, pólen e pelos de animais domésticos. E agentes irritantes, como fumaça de cigarro, poluição ambiental e odores fortes (perfumes, produtos de limpeza etc).

Ela aumenta a frequência de infecções respiratórias bacterianas (otite, sinusite, faringites) e viroses respiratórias (como gripes e resfriados). Isso ocorre porque a inflamação nasal causada pela rinite diminui a eficácia das defesas nasais. Maura Neves elenca os principais sinais e sintomas:

mulher gripe

• Coriza e secreção nasal intensa;
• Obstrução e congestão nasal;
• Espirros frequentes;
• Piora noturna da dificuldade para respirar;
• Dor de cabeça;
• Perda do olfato;
• Voz anasalada;
• Irritação nos olhos.

O tratamento pode ser medicamentoso mas segundo a médica é importante seguir algumas orientações:
· Controle ambiental e dos ácaros;
· Manter o ambiente ventilado e realizar limpeza frequente com pano úmido;
· Encapar colchões e usar revestimento impermeáveis (corino, corvim, napa etc.) em estofados e almofadas, evitar tapetes grandes e carpetes, pelúcias, pilhas de jornais e revistas, madeiras e outros itens que retém poeira e mofo;
· Trocar e lavar a roupa de cama com água quente pelo menos a cada duas semanas;
· O travesseiro deve ser colocado no sol várias vezes por semana e trocado por um novo com frequência. Deve ser realizada a aspiração do pó de colchão, cortinas, tapetes e estofados semanalmente;

limpeza
· Manter animais fora de casa ou, pelo menos, fora do quarto de dormir. Lavar as mãos após contatos com animais. Cães devem tomar banho com frequência;
· As janelas devem ficar abertas e o ambiente bem ventilado nos casos relacionados a ácaros e mofo e devem ficar fechadas (ou bloqueadas com tecido grosso) nos casos relacionados a pólen de gramíneas e árvores na época de polinização.

Entre as medidas de suporte para os sintomas, estão:

– Aplicar solução fisiológica no nariz em forma de aerossol ou spray, ou com o auxílio de uma seringa, ajuda a aliviar os sintomas e a congestão nasal através da hidratação e fluidificação das vias aéreas;

– Para amenizar os desconfortos respiratórios, uma opção são os umidificadores de ar, especialmente em dias com umidade relativa do ar mais baixa. Mas, é preciso ficar atento para não deixá-lo ligado por períodos longos, uma vez que o excesso de umidade pode colaborar com a proliferação de fungos e bactérias. “O ideal é manter o aparelho ligado em uma intensidade baixa e uma porta ou janela aberta para escape e por períodos curtos”, completa Maura.

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-Outra medida mais econômica e efetiva é colocar uma toalha de rosto úmida no quarto de dormir, perto da cama. Já as bacias não são efetivas porque a superfície e evaporação são pequenas;

– Não esquecer da recomendação universal que é a hidratação, ou seja, ingerir bastante água.

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Fonte: Clínica Medprimus

 

Outono e inverno são as estações que mais desencadeiam rinite alérgica

A rinite é um processo inflamatório da mucosa nasal, que pode ser agudo quando se trata de infecções virais ou bacterianas. Já nos casos crônicos, destaca-se a rinite alérgica, que tem como sintomas o prurido nasal e/ou ocular, coriza, obstrução nasal e espirros, fora de períodos de resfriados. A rinite alérgica tem uma prevalência por volta de 20% na população brasileira (estudo populacional ISAAC). Como sintomas secundários estão os pruridos de palato de conduto auditivo. A inalação de poluentes por indivíduos com rinite alérgica potencializa o processo inflamatório preexistente na mucosa nasal.

As estações de outono e inverno são mais favoráveis à piora da rinite alérgica já que há um maior contato com alérgenos e com agentes infecciosos em ambientes internos e de poluentes em ambientes externos. Sabe-se da existência de inversão térmica e maior contato com poluentes nesta época do ano. Os poluentes inalados promovem uma inflamação em uma mucosa nasal previamente inflamada pelo processo da rinite.

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Por outro lado, as mudanças bruscas de temperatura, em especial do quente para o frio, ocasionam uma diminuição nos batimentos ciliares da mucosa nasal, o que favorece a penetração de agentes infecciosos. “Os vírus tem uma facilitação à penetração na mucosa nasal inflamada do paciente com rinite”, explica a especialista Maria Cândida Rizzo, coordenadora do Departamento Científico de Rinite da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI).

Para tratar a rinite é preciso evitar o contato com os alérgenos inalados aos que o paciente apresenta sensibilização (aumento de IgE específico) e usar medicamentos que variam de acordo com a frequência e a gravidade de sintomas, além do uso de imunoterapia específica (vacinas contra os alérgenos que ocasionam sintomas). O tratamento, de modo global, visa a diminuição do processo inflamatório crônico que permeia os quadros de exacerbação de rinite alérgica.

Fonte: ASBAI