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Os benefícios de uma dieta baseada em proteína vegetal

Hoje em dia as pessoas estão cada vez mais cultivando o hábito de dar a devida atenção a sua alimentação. Por isso é importante estar atento, por exemplo, ao tipo de proteína consumida, um elemento importante para uma dieta saudável. Sendo assim, especificamente a proteína vegetal vem contando com estudos que comprovam o quão benéfico esse tipo de alimento pode ser para uma saúde de qualidade. Para saber mais, confira abaixo os sete benefícios de uma dieta baseada em proteína não animal.

-Prevenção de doenças cardiovasculares

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De acordo com uma recente revisão do Colégio Americano de Cardiologia, uma alimentação baseada em vegetais integrais contribui não só para a prevenção de doenças cardiovasculares, como também pode interromper e reverter a progressão dessas condições, que são a principal causa de morte no mundo.

-Não é difícil ter acesso a esse tipo de alimento

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Muitos alimentos vegetais são ricos em proteínas, um claro exemplo disso são as leguminosas, os cereais integrais, algumas frutas, verduras, legumes e as sementes oleaginosas como linhaça, gergelim e castanha-do-pará e de caju. Além disso, para quem tem restrições alimentares e/ou quer um produto prático e de qualidade, é possível encontrar as proteínas vegetais em forma de suplemento.

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Sunwarrior – Foto: ApolloAndLuna

No Brasil, a proteína Sunwarrior está começando a ganhar destaque por ser extraída do grão de arroz integral germinado e fermentado e é comprovadamente mais nutritiva, quando comparada a outros cereais. O alimento é também hipoalergênico, sem conservantes, livre de soja, sem lactose, sem glúten e não contém substâncias transgênicas.

-Essencial para o público vegano

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A proteína vegetal seja in natura ou na forma de suplementos como a Sunwarrior, é uma dica valiosa para a alimentação do público vegano. Uma porção (scoop) de 21 gramas desse tipo de alimento oferece, em média, 17 gramas de proteínas e 80 calorias.

-Músculos mais fortes

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Foto: Scott Webb/Pixabay

As proteínas vegetais conseguem agir no crescimento, desenvolvimento e na reparação muscular. Por esse motivo, muitos atletas e esportistas acrescentam o alimento em sua dieta para auxiliar na boa performance física.

-Organismo equilibrado

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Foto: Jerzy Gorecki

As proteínas de origem vegetal possuem aminoácidos e outros nutrientes essenciais para o bom funcionamento do organismo. Além disso, elas são digeridas com mais facilidade e, no caso das 100% naturais, não há em sua composição aditivos químicos – substâncias que são prejudiciais à saúde.

-Impactos mínimos ao meio ambiente

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Foto: Cohdra/Morguefile

A produção das proteínas vegetais utiliza uma quantidade menor de recursos do meio ambiente, comparada à fabricação de outros produtos. Esse é um aspecto importante em meio a um contexto em que a sustentabilidade se faz mais do que nunca necessária.

-Pressão arterial sob controle

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O alimento vegetal possui baixo índice de gorduras e é livre de colesterol, por isso seu consumo pode auxiliar a regular a pressão arterial. Algumas pesquisas, inclusive, atestam que os aminoácidos presentes nas proteínas vegetais podem ajudar a prevenir a hipertensão, uma condição grave que afeta a qualidade de vida de muitas pessoas.

Fonte: Sunwarrior Brasil

 

 

Já pensou em ter um plano de saúde para seu pet?

Não é novidades que os animais hoje constituem o que chamamos de família multiespécie, ou seja, atualmente as famílias não são mais classificadas pelos laços de sangue, mas sim, pelos laços afetivos. Cães, gatos e diversas outras espécies são tidos como membros da família.

No entanto, alguns lares brasileiros ainda não oferecem aos animais os mesmos cuidados com a saúde que oferecem para os humanos, muitas vezes por não saberem que é possível, por exemplo, que seus pets podem ter um plano de saúde igual ou até mesmo superior ao que temos a nosso dispor.

Além disso, quantas famílias – de fato – reservam um fundo financeiro pensamento em emergências ou pensando no envelhecimento do animal, que assim como nós, acarreta em muito mais cuidados e gastos?

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Gastos com animais de estimação no Brasil

Dados da Abinpet mostram que em 2015 houve um faturamento de 18 bilhões no mercado pet. Quase 68% desse valor é voltado para o mercado de alimentos e apenas 7,8% voltado para os cuidados veterinários. Ainda segundo a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação os gastos médios mensais com cães e gatos (alimentação, banho e tosa, veterinário e produtos como antipulgas), variam entre R$ 216,50 e R$ 411,32, dependendo do tamanho do animal.

Com base nesse cenário, a aquisição de um plano de saúde para pets resulta em gastos menores e num investimento que sem dúvida traz muito mais tranquilidade para os lares. Hoje, os valores variam de R$ 68,00 a R$ 323,00.

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Convênio para animais

É necessário pensar que animais também podem passar por emergências médicas, imprevistos, e claro, pelo envelhecimento. Assim sendo, quantas famílias estão realmente preparadas para estes momentos? Um procedimento de emergência, pode, por exemplo, custar R$ 2 mil. Enquanto que se o pet tivesse um plano de saúde o cenário seria diferente.

A Health For Pet é fruto de um profundo estudo para elaborar um plano de saúde que unisse praticamente todos os recursos oferecidos pela medicina humana: tomógrafos, ressonâncias, tratamentos oncológicos e ortopédicos, UTIs veterinárias, além de atendimento personalizado.

O H4P possui cinco planos de saúde (Pet Light Ambulatorial, Pet Plus Hospitalar, Pet Total Completo, Pet Premium Completo + Reembolso e o Pet Senior – plano para cães com nove anos ou mais), que contam com diferentes coberturas e seus valores iniciais variam de acordo com os serviços e coberturas. Essa flexibilidade permite que cada cliente ofereça a seu pet a opção que melhor se adéqua.

Além disso, oferece benefícios como: FarmaPet, que facilita o acesso a medicamentos para pets, oferecendo com exclusividade melhores preços ou ofertas, o PetHome que leva o melhor da medicina veterinária à residência do cliente, sempre com uma equipe de veterinários experientes. PetPhone, serviço de atendimento telefônico 24 horas, com uma equipe de profissionais treinada e preparada para fornecer informações sobre a saúde do pet para as mais diferentes situações, entre outros.

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“As famílias estão realmente cada vez mais dedicadas aos seus animais e estão aprendendo a cada dia as melhores maneiras de oferecer bem-estar e qualidade de vida aos seus pets. No entanto, quando se trata de saúde, ainda é preciso avançar e mostrar que além do amor, o animalzinho também necessita de cuidados e prevenção. Prevenir ainda é a maior forma de amor que um tutor pode oferecer ao seu pet”, explica o diretor veterinário da Health For Pet, José Roberto Souza Ribeiro.

Informações: Health for Pet

O que fazer ao suspeitar de um AVC?

Neurologista do Grupo São Francisco alerta sobre os primeiros cuidados que devem ser tomados ao identificar os sintomas de um AVC

Formigamento e perda da força na face, braço ou perna, dificuldade de enxergar, alteração na fala, dor de cabeça súbita e intensa e vertigem são alguns dos principais sintomas de um AVC. O problema, conhecido popularmente como derrame, ocorre quando há um entupimento ou rompimento dos vasos que levam sangue ao cérebro. Mas, o que fazer ao identificar um ou mais desses sintomas? Quais devem ser os primeiros socorros?

Segundo Rodrigo Costa, neurocirurgião do Grupo São Francisco, as três primeiras horas após o início dos sintomas são essenciais e podem fazer a diferença na recuperação do paciente. “O importante é buscar ajuda médica o quanto antes. O indicado é chamar um serviço de atendimento pré-hospitalar, como a ambulância para evitar que os sintomas progridam e o paciente perca a chance de um tratamento precoce”, afirma o especialista.

O AVC pode acontecer em dois tipos: hemorrágico, quando há o rompimento de um vaso que provoca sangramento no cérebro ou isquêmico, quando há entupimento dos vasos que levam sangue ao cérebro. Em ambos os casos, pode haver sequelas, dificuldade na fala ou na hora da alimentação, alterações comportamentais, perda de movimentos em um lado do corpo, perda visual e, em casos mais graves, a pessoa acometida pode tornar-se fisicamente dependente de cuidados ou até correr risco de morte.

Para diminuir o risco de complicações mais sérias, o especialista recomenda alguns cuidados essenciais após a identificação dos sintomas:

· Imobilização: o paciente que suspeita de AVC deve ser mantido deitado, em repouso, com a cabeça levemente levantada com um travesseiro.

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· Evite comidas e bebidas: não ofereça alimentos e líquidos para a pessoa. Em alguns casos, há chance de convulsão, que pode levar ao vômito e causar asfixia.

· Fique longe do ácido acetilsalicílico: há um mito de que o consumo de medicações com esse princípio ativo ajuda a reverter os casos de AVC. Na verdade, a ingestão da medicação sem orientação médica pode aumentar sangramentos e dificultar a intervenção médica.

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Pixabay

· Nada de remédios para pressão: os remédios que controlam a pressão também podem prejudicar o quadro se ingeridos sem indicação médica, já que há chances de dificultar a circulação cerebral.

Fonte: Hospital São Francisco

N.R.: Se você notar o problema em si mesma, peça ajuda imediatamente a alguém. Se estiver sozinha, ligue para a emergência no 192.

Quatro coisas que você deve saber se quebrar um dente

Quem nunca acabou sofrendo um acidente e ao cair, machucou a boca e teve um dente quebrado? Eu, você, amigos, mas nada de pânico nesta hora! O Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP) elaborou um passo a passo para ajudar a reparar o dano. Como os traumas dentais também podem ter outras causas, incluímos um pequeno guia para evitá-las.

Passo a passo

1º: Estanque o sangramento

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Se o dente quebrou por conta de um acidente provavelmente irá sangrar. Por isso a primeira medida é estancar esse sangramento utilizando uma gaze embebida em água fria. Pressione o local machucado (sem fazer muita força é claro) até que o sangramento diminua.

2º: Faça um bochecho

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O próximo passo é fazer um bochecho para tirar todo o resíduo de sangue da boca e limpar a região afetada. Use apenas água. Não acrescente nenhum medicamento ou outro produto, como enxaguante e creme dental. Eles podem causar irritação.

3º: Gelo ajuda a evitar o inchaço

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Foto: Bosela

Depois do bochecho é recomendável colocar gelo no local até que se consiga atendimento com o cirurgião-dentista. Tomar um sorvete também pode ajudar. Mas tudo com muito cuidado e evitando situações que possam agravar o ferimento. As baixas temperaturas causam a vasoconstrição, diminuição do diâmetro dos vasos, o que evita o aumento do processo inflamatório.

4º: Procure um cirurgião-dentista

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Os tipos de tratamento para um dente quebrado (permanente) variam e dependem do nível de fratura e comprometimento com estruturas anexas ao dente. O cirurgião-dentista é a pessoa recomendada para as orientações e condutas clínicas e deve ser procurado o mais breve possível. O acompanhamento profissional será fundamental para adequada intervenção terapêutica e manutenção/reconstrução do dente quebrado.

Fonte: Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP) 

Cacau é o novo queridinho das dietas nesta estação

Conheça os benefícios que o consumo regular do fruto pode trazer para a sua saúde e boa forma

No inverno, devido às baixas temperaturas, muitas vezes acompanhadas por aquela chuvinha constante que diminui ainda mais a sensação térmica, os programas ao ar livre ou fora de casa ficam comprometidos. As pessoas migram de lugares abertos para ambientes fechados e aconchegantes que proporcionam maior conforto e abrigo do frio. Consequentemente os cardápios também sofrem alterações, dando lugar a pratos quentes e mais encorpados, que aumentam a sensação de bem-estar. Entre eles estão os derivados de cacau, que figuram no topo da lista dos alimentos que são a cara da estação, afinal quem resiste a um belo fondue de frutas ou um chocolate quente bem cremoso?

O fato é que essas delícias típicas podem colocar em risco a boa forma, por isso muitos tentam evitá-las. No entanto, o que boa parte das pessoas ainda não sabe é que é possível saborear esses quitutes de maneira saudável e sem prejudicar a dieta, especialmente quando se trata do cacau, que dá origem ao tão amado chocolate. Especialistas afirmam que o consumo do alimento, da forma correta, não só pode trazer diversos benefícios para nossa saúde como ainda é capaz de potencializar a dieta e enxugar a silhueta. O cacau, além de ser uma delícia, é considerado um dos alimentos funcionais mais poderosos.

As vantagens vão além da sensação de bem-estar

Segundo a nutricionista da Nature Center, Luciana Guerreiro, o fruto é rico em nutrientes que têm seus benefícios comprovados cientificamente: “Ele possui polifenóis e flavonoides, o primeiro elemento atua na redução da pressão arterial e também age para melhorar a saúde do coração, e o segundo trata-se de antioxidantes potentes, com ação extremamente hidratante, que age protegendo o organismo do excesso dos radicais livres – moléculas que, em grande quantidade, danificam vários tecidos corporais – e ainda previnem o envelhecimento precoce”.

De acordo com Luciana, além desses benefícios, os grãos contêm vitaminas, minerais e ainda possuem propriedades anti-inflamatórias e antialergênicas. “A polpa tem vitaminas A, B1, B2, e vitamina C, além de fibras e minerais como o magnésio, cobre, cromo, manganês, zinco ferro, fósforo e cálcio”.

O cacau carrega a fama de ser um grande aliado no combate ao mau humor e a maior vantagem atribuída ao fruto é a sensação de bem-estar gerada graças ao estímulo à produção de serotonina, mas a especialista afirma que seu efeito benéfico se estende muito além disso, confira os principais:

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Melhora o bom-humor: o fruto contém um aminoácido chamado triptofano que é responsável pela produção de serotonina, neurotransmissor ligado ao bem-estar, e ainda é fonte de dopamina, que auxilia em uma maior sensação do prazer;

Excelente para mulheres: o triptofano também ajuda na saúde feminina prevenindo corrimentos, auxiliando no aumento da lubrificação íntima e combatendo os sintomas da TPM;

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Melhora a saúde da pele: algumas substâncias como o retinol, ácido ascórbico e vitaminas do complexo B estão presentes no cacau, por isso o alimento é utilizado em máscaras que promovem a hidratação e oxigenação da pele. A nutricionista explica que: “O ácido ascórbico auxilia na eliminação das células mortas e suaviza as linhas finas por meio da esfoliação e os antioxidantes ajudam a retardar o processo de envelhecimento da pele”;

Amigo do coração: por ser fonte de magnésio, o cacau é capaz de diminuir as chances de coágulos sanguíneos se formarem o que, consequentemente, reduz os riscos de ataques cardíacos e derrames;

Fortalece a imunidade: o alimento estimula a produção de um tipo de glóbulos brancos: os linfócitos, que agem no sistema imunológico humano, defendendo o organismo contra vírus e bactérias;

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Aliado do cérebro: os flavonoides também auxiliam na prevenção de patologias como a demência, poisa síndrome está relacionada a um fluxo menor de sangue ao cérebro, e o fito nutriente trabalha justamente aumentando a circulação sanguínea e de oxigênio nessa área. “A dopamina presente no cacau também atua no controle do movimento e memória, já a feniletilamina age no sistema nervoso central, por isso ele é associado à um melhor desempenho cognitivo” – afirma a nutricionista.

Cacau e boa forma

O cacau ajuda o corpo a metabolizar o açúcar e reduzir a resistência à insulina, por isso, ele é considerado um aliado na luta contra a diabetes. Seus polifenóis contribuem para o aumento da sensibilidade ao hormônio que regula os níveis de açúcar no sangue. O fruto também ajuda a regular a flora intestinal, pois flavonoides presentes em sua composição servem como alimento para as bactérias probióticas, que beneficiam o funcionamento do intestino.

Além disso, estudos apontam que o consumo de derivados do cacau antes e depois dos exercícios físicos pode aliviar o desgaste muscular e as dores, contribuindo também no processo de regeneração muscular e ainda melhora a oxigenação nessa área durante o treino, aumentando a performance, por ser um potente vasodilatador.

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Foto: Alexandre Henry Alves

Consagrado pelo chocolate

O cacau é a principal matéria-prima de um dos doces mais amados no Brasil e no mundo. É difícil encontrar quem não aprecie o quitute, no entanto, para aproveitar os seus benefícios, o chocolate deve apresentar uma boa concentração do fruto, além disso, para conservar o efeito dos seus nutrientes é preciso ficar atento aos outros componentes da fórmula.

De acordo com a lei para ser comercializado como chocolate o alimento deve conter no mínimo 25% de cacau em sua composição, mas isso não o qualifica entre os melhores para a saúde e dieta, pois, os 75% restantes geralmente são compostos por leite integral, açúcar, aditivos, gordura hidrogenada e outras substancias químicas.

A nutricionista explica que o ideal é optar por versões com um percentual de cacau maior, pois, quanto mais elevada for a quantidade do fruto maior será o potencial nutritivo do alimento. “Não adianta consumir um chocolate rico em açúcar, ele vai gerar um pico de açúcar no sangue e logo, do hormônio Insulina, gerando mais fome, compulsão e a temida gordurinha abdominal”, diz a nutricionista.

Outra dica da especialista é evitar o chocolate diet: “Ele é indicado somente para quem tem diabetes por não conter açúcar, mas para quem não possui a doença ele não é uma boa opção, pois contém a química de um adoçante de qualidade ruim e também pode gerar pico de Insulina, somente pelo sabor doce que ele contém. O consumo recomendado para um cardápio saudável deve girar em torno de 30 gramas da guloseima por dia, mas procure sempre os chocolates com percentual de cacau acima de 60% e com xilitol ou stevia, adoçantes mais naturais, quando usados”.

Veja os diferentes tipos e suas características

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50%: Indicado para quem quer começar a degustar um chocolate com maior qualidade. Nesse percentual é possível sentir um gosto diferenciado e uma acidez mais intensa;
60%: Essa versão apresenta um traço amargo mais acentuado e maior índice de retrogosto –lembrança do gosto que permanece na boca após o consumo do alimento;
75%: Esta faixa de concentração de cacau apresenta um equilíbrio entre o prazer do sabor e a qualidade do produto. Seu gosto é intenso e marcante.
85%: Nesta versão o sabor intenso e amargo remete ao café preto e sua textura derrete de forma bem lenta na boca. Não contém adição de açúcar.
99%: É um dos mais difíceis de ser encontrado no mercado e possui um sabor salgado, porém é o que apresenta maior concentração de flavonoides.

Outras versões do cacau

Há outros subprodutos do cacau para o consumo, como sua polpa, suco, geleia, destilados finos e sorvete. Ao contrário do que acontece com a formulação do chocolate que, além do fruto, recebe vários outros ingredientes que o tornam gorduroso e calórico, alguns itens, como a polpa e o cacau em pó, se mostram uma alternativa mais atraente para quem deseja potencializar a dieta e manter a boa forma, aproveitando ao máximo todos os nutrientes do alimento.

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Utilizado nas mais variadas receitas, a versão em pó é livre da adição de açúcar e é altamente recomendada como substituta para os tradicionais achocolatados consumidos com frequência no café da manhã. A especialista ainda afirma que o cacau em pó pode agregar sabor e saúde à diversos preparos: “Pode ser polvilhado em cima do iogurte ou de frutas como a banana, por exemplo, sem a necessidade de adoçar, ou usado na preparação de bolos, cookies, panquecas, shakes e vitaminas. Outra opção é preparar o chocolate quente, que é a cara do inverno, com o chocolate em pó em leites vegetais como leite de castanhas, de amêndoas e de coco. Como o sabor dessa versão é mais forte e marcante, não é preciso utilizar muito, a quantidade vai depender da receita e do paladar”, finaliza

Fonte: Nature Center

 

Mesmo tendo diabetes é necessário consumir gorduras

Apostar em alimentos ricos em gorduras boas é a melhor opção em uma dieta saudável

Uma recente pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde apontou que a obesidade não para de crescer na população brasileira. Dados inéditos revelam que uma em cada cinco pessoas no país está acima do peso. A prevalência da doença passou de 11,8%, em 2006, para 18,9%, em 2016. No combate ao excesso de peso, seja por questões estéticas ou de saúde, é comum que se retire a gordura da dieta. Em um primeiro momento, pode parecer o certo, se relacionarmos, de forma simplista, que a ingestão de gordura resulta nos pneuzinhos em nosso corpo. Contudo, não é bem assim na prática.

“É fundamental estar ciente de que elas também contribuem para um bom funcionamento do corpo e, por isso, o ideal é manter o equilíbrio. É preciso conhecer os alimentos e suas propriedades para fazer escolhas certas, sem simplesmente deixar as gorduras de lado”, explica a endocrinologista Janaina Koenen. Ela ressalta que é fundamental entender o papel da gordura em nosso organismo e adicioná-la de forma correta à alimentação, mesmo quando a pessoa sofre de diabetes.

“O papel de vilã nutricional que a gordura ocupa atualmente pode estar com os dias contados. Diversos estudos já mostram que mesmo a saturada, encontrada em carnes, ovos e queijos, não está associada a doenças cardiovasculares como se acreditou por muitos anos”, pondera Koenen. Segundo a endocrinologista, esse grupo de alimentos foi condenado a partir de hipóteses não comprovadas sobre o colesterol. No entanto, é crescente o número de estudos que já identificaram que a gordura boa deve predominar. “Uma dieta equilibrada pode ter mais de 50% de gorduras totais, existem artigos que falam até em 70%”, frisa.

E o controle da diabetes?

Koenen frisa que, as únicas gorduras que todas as pessoas devem evitar, inclusive os diabéticos, são as gorduras “trans”. “Esse tipo de gordura é formado durante o processo de hidrogenação industrial dos óleos vegetais líquidos para que fiquem em estado sólido em temperatura ambiente”. Ainda de acordo com a endocrinologista, essas gorduras estão associadas ao aumento de risco de infarto e acidente vascular cerebral. “São as piores gorduras para a saúde”.

Alguns alimentos ricos em gorduras trans são: batata congelada para fritar, sorvetes, salgadinhos (chips), donuts, margarinas sólidas e cremosas, cremes vegetais, massas industrializadas para bolos e tortas, cookies e biscoitos recheados e/ou amanteigados e pipoca de micro-ondas.

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As outras gorduras, inclusive as saturadas presentes nas carnes gordas e derivados gordos do leite, são consideradas boas. Koenen acrescenta que, independente de se tratar de uma pessoa com diabetes ou não, alguns alimentos devem ter preferência, como a azeite de oliva (extra-virgem, prensado a frio e com acidez menor que 0,5%), abacate, azeitonas (principalmente as pretas), castanhas (principalmente nozes, avelãs, pecan, macadâmias, castanha-do-pará e pistache) e nos peixes gordos ricos em Ômega 3 (salmão, arenque, sardinhas, atum, cavalinha).

“Se o diabético reduzir os carboidratos, principalmente, as farinhas refinadas (trigo, milho), tubérculos (como as batatas, a mandioca), bebidas açucaradas e doces, substituindo-os por mais gorduras boas, o controle do diabetes chegará, com certeza”, garante a médica. Ela lembra ainda que para evitar risco de infarto e AVC, é importante também praticar atividades físicas regularmente, dormir bem, cessar o tabagismo e controlar o estresse emocional.

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E o colesterol?

“Apenas por volta de 20% do colesterol sanguíneo vem da dieta, pois a maior parte é produzida naturalmente no fígado. Ou seja, já foi demonstrado que comer mais gordura não necessariamente se traduz em ter um LDL maior”, comenta Koenen. Segundo a médica, ocorre que o LDL tem sete subtipos, agrupados por tamanho em dois perfis, o perfil A (inofensivo) e o perfil B(capaz de causar a aterosclerose), sendo apenas um deles prejudicial à saúde, o chamado “LDL pequeno e denso” ou perfil B.

“Ele sim está relacionado à aterosclerose. Além de aumentar os riscos de infarto e acidente vascular cerebral (AVC), especialmente quando aparece em sua forma oxidada; o que ocorre quando há um nível alto de inflamação no organismo. É dessa inflamação que precisamos cuidar”.

“Além disso, as gorduras saturadas são as únicas que aumentam o HDL, que é o colesterol bom”, lembra Koenen. Já os óleos vegetais (canola, milho, soja, girassol) devem ser evitados. Isso porque são ricos em ômega 6, a gordura inflamatória, que faz o oposto da gordura Ômega 3, presente no salmão selvagem, atum, arenque, cavalinha e sardinhas. Ovos caipiras também contêm ômega 3.

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Foto: Emir Krasnic – Pixabay

Ainda segundo a endocrinologista, em diabéticos, já foi comprovado que triglicérides altos e HDL baixo, além dos níveis de PCR ultrassensível, são indicadores mais eficazes para predizer risco de infarto do que o LDL isolado. “Sabe-se, ainda, que tabagismo, estresse e sedentarismo aumentam consideravelmente a inflamação e são fatores de risco muito mais importantes e com mais evidência que o nível de LDL isoladamente para o risco de doença cardiovascular”.

É importante ressaltar, também, que não se deve fazer dieta sem a orientação de um bom nutricionista e endocrinologista, especialmente, quem usa medicações para diabetes. “Neste caso, um médico endocrinologista é essencial, para o ajuste das medicações e avaliação dos seus exames e adequação à dieta”, finaliza Koenen.

Fonte: Janaina Koenen é graduada em Medicina pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG); Especialista em Endocrinologia e Metabologia pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM); Mestre em Inovação Tecnológica e Propriedade Intelectual pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG); Membro Titular da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM); Membro da Sociedade Brasileira de Diabetes; Membro da Endocrine Society.

 

Pró-Sangue registra queda de 50% do estoque

Alguns tipos sanguíneos estão em emergência

Com a queda da temperatura, a coleta de sangue registrou baixa significativa. Por conta disso, as reservas da Fundação encontram-se em situação bem crítica. O estoque da Fundação está 50% abaixo do patamar desejado.

Atualmente, alguns tipos encontram-se em situação bem delicada. Os sangues O+, A+, A- e B- estão críticos, ou seja, em condições de abastecer os hospitais por apenas dois dias. Já os tipos O- e B+ estão em emergência, isto é, garantem o suprimento por um dia.

Vale lembrar que a Pró-Sangue fornece sangue para mais de 100 instituições de saúde da rede pública do Governo do Estado de São Paulo. Para que o sangue não venha a faltar para quem precisa, a Fundação convoca as pessoas a virem doar urgentemente, para que a o abastecimento dos hospitais não seja comprometido.

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Pixabay

Serviço

Para doar sangue basta estar em boas condições de saúde, vir alimentado, ter entre 16 e 69 anos (para menores, consultar site da Pró-Sangue), pesar mais de 50 kg e trazer documento de identidade original com foto recente, que permita a identificação do candidato. Vale lembrar que é bom evitar alimentos gordurosos nas 4 horas que antecedem a doação e, no caso de bebidas alcoólicas, 12 horas antes.

Se a pessoa estiver com gripe ou resfriado, não deve doar temporariamente. Mesmo que tenha se recuperado, deve aguardar uma semana para que esteja novamente apta à doação. No mais, outros impedimentos poderão ser identificados durante a entrevista de triagem, no dia da doação. Para tanto, basta acessar o site da Pró-Sangue e consultar os pré-requisitos de doação.

O Posto Clínicas fica na Av. Dr. Enéas Carvalho de Aguiar, 155, 1º andar, a 200 metros da estação Clínicas do Metrô. A unidade atende das 7 às 18 horas de segunda a sexta; das 8 às 17 horas nos sábados, feriados e pontes; e das 8 às 13 horas, nos 1º e 3º domingos de cada mês. Só lembrando que aos sábados o atendimento está limitado a 380 candidatos. Ao atingir esse número, o cadastro fecha. O estacionamento, gratuito aos doadores, é o subterrâneo – Garagem Clínicas, na Av. Dr. Enéas Carvalho de Aguiar.

A Fundação Pró-Sangue é uma instituição vinculada à Secretaria da Saúde do Governo do Estado de São Paulo. Criada em 1984, arrecada cerca de 12 mil bolsas por mês, sendo responsável por 32% de todo sangue consumido na Região Metropolitana do Estado de São Paulo.

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Para horário de funcionamento dos demais postos de coleta acesse o site. Mais informações no Alô Pró-Sangue 0800 55 0300.

 

 

Cardiologista esclarece as cinco dúvidas mais comuns no consultório

Muitos acreditam que o cardiologista só deve ser procurado em caso de doença. Porém, com o passar dos anos, visitar um especialista e fazer um acompanhamento preventivo é fundamental para evitar riscos à saúde do coração. O desafio é convencer as pessoas a ir ao especialista para fazer o check up.

“Hoje em dia, com a necessidade de avaliar fatores de risco e o risco cardiovascular, a consulta ao cardiologista tornou-se muito importante”, afirma Dr. Roberto Cury, cardiologista que integra o corpo clínico do Delboni Medicina Diagnóstica. Ele complementa que é fundamental realizar um acompanhamento, principalmente quando há histórico de doença cardiovascular na família ou fatores de risco associados, como hipertensão, diabetes, tabagismo, sedentarismo e dislipidemia. Abaixo, o especialista lista cinco dúvidas comuns no consultório médico:

– Qual a periodicidade indicada para consultas no cardiologista?

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Foto: Shutterstock

A avaliação cardiológica preventiva deve ser realizada para a liberação para as atividades físicas e esportes principalmente de caráter competitivo. Além disso, indivíduos com fatores de risco citados acima e principalmente pacientes com história familiar de doença coronariana devem fazer avaliações precoces. A periodicidade de consultas com o cardiologista irá variar conforme a estratificação de risco e diagnóstico estabelecido mas consultas anuais são recomendadas. Todo paciente entre 30 e 40 anos de idade deve passar por uma avaliação cardiológica.

– Vou começar a fazer exercícios físicos com maior periodicidade. Preciso fazer exames para avaliar meu coração?

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Sim. Mesmo aqueles que nunca tiveram problema cardíaco precisam fazer uma avaliação clínica cardiológica e a estratificação de risco clínica e com exames não invasivos de acordo com o risco clínico de cada indivíduo. uma avaliação preventiva ao incluir na rotina atividades físicas. “Dependendo do tipo e intensidade da atividade física é possível que aqueles que têm alguma doença que ainda não se manifestou, em repouso possa apresentar algum sintoma durante ou após o esforço, alerta o médico.

– Posso continuar comendo alimentos ricos em gordura e compensar com atividades físicas?

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Não. É sabido que as atividades físicas ajudam a diminuir os níveis de gordura no sangue, mas se o consumo é muito grande, isso pode ser prejudicial à saúde cardiovascular. “A gordura deve fazer parte de uma dieta balanceada, mas, deve-se preferir a ingestão de gorduras de origem vegetal, como azeite de oliva extra virgem e de alguns peixes ricos em HDL – a gordura “do bem”- , e evitar aqueles que aumentam o LDL, que é a gordura que se deposita nas artérias e que pode levar ao entupimento delas”, afirma Dr. Cury. É importante procurar orientação dietética com uma nutricionista para ter uma alimentação balanceada e saudável.

– Sinto-me muito cansada quando faço qualquer atividade física, como subir um lance de escada. Posso ter um problema cardíaco?

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Nesses casos, é fundamental a avaliação do cardiologista ainda mais se esses sintomas forem de início recente, podendo necessitar de exames cardiológicos adicionais. Afinal, o cansaço pode ser resultado de vários fatores, não só de problemas cardíacos. O próprio sedentarismo contribui para o aumento do cansaço, e para a diminuição da capacidade cardiorrespiratória. “O cansaço resultante de um dia corrido, ou da prática intensiva de um determinado exercício é normal. O problema é quando essa sensação dura dias, semanas, e impede a prática de atividades rotineiras do dia a dia, como uma simples caminhada, por exemplo”, alerta o cardiologista.

– A pílula anticoncepcional pode fazer mal ao coração?

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Esta resposta depende de vários fatores. A combinação de progestágeno e estrogênio podem aumentar os riscos de trombose e AVC em algumas mulheres. Por isso é importante conversar com o seu ginecologista sobre alguns pontos, como seu histórico familiar de problemas cardíacos e seus hábitos de vida, que também podem influenciar no aparecimento de alguma complicação. ‘Mulheres fumantes, hipertensas, com histórico de doenças autoimunes ou história de trombose também podem ter complicações devido ao tipo de pílula anticoncepcional”, finaliza o especialista.

Fonte: Delboni Auriemo Medicina Diagnóstica

Casos de Leishmaniose aumentam na região de Campinas

Os casos de Leishmaniose Visceral Canina vêm aumentando na Região Metropolitana de Campinas. Nos últimos meses, as cidades de Valinhos, Indaiatuba e Campinas registraram casos da doença.

O município de Valinhos é um dos mais afetados, contabilizando 46 cães contaminados e outros 298 animais em investigação. A Leishmaniose é uma zoonose com grande poder endêmico. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), anualmente cerca de 2 milhões de pessoas são contaminadas com a doença. Pesquisas indicam que cada caso humano registrado equivale a 200 cães infectados.

A Leishmaniose Visceral Canina é transmitida aos cães através da picada de um flebótomo infectado. Um cão positivo para leishmaniose serve como reservatório para o vetor, aumentando assim o risco de transmissão da doença para os humanos.

A contaminação é silenciosa, os animais infectados podem demorar até dois anos para manifestar os sintomas da doença. “Os cães contaminados costumam apresentar problemas dermatológicos como alopecias, úlceras, descamações, feridas de difícil cicatrização e hiperqueratose principalmente no focinho, ao redor dos olhos e nas orelhas. É comum também a presença de onicogrifose, que é o crescimento anormal das unhas”, explica a Médica Veterinária e Gerente de Produtos da Unidade PET da Ceva Brasil, Priscila Brabec.

Além das manifestações visíveis, a doença pode gerar uma série de complicações e dependendo da cão e evolução do quadro clínico, pode levar o animal ao óbito. Por apresentar sinais clínicos inespecíficos para confirmação do diagnóstico é necessária a realização de testes sorológicos e parasitológicos.

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Para ajudar na prevenção da Leishmaniose Visceral Canina, a Ceva Saúde Animal desenvolveu o Vectra 3D, com uma formulação inovadora que associa três princípios ativos (Dinotefuran, Permetrina e Piriproxifen). O produto repele e mata os mosquitos, reduzindo as chances de transmissão da Leishmaniose. Além disso, também oferece proteção contra pulgas e carrapatos.

O Vectra 3D é um produto tópico, que fica na superfície da pele e dos pelos, começa a agir a partir de 1 hora após a aplicação e protege o cão durante quatro semanas.

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“A tecnologia da pipeta smart auxilia na aplicação line- on em que o produto é aplicado continuamente da ponta da cauda até o pescoço. Devido ao seu efeito repelente e inseticida contra mosquitos, ajuda a prevenir a leishmaniose”, comenta Brabec.

Para fornecer uma proteção completa, a Ceva Saúde Animal também desenvolveu em parceria com a Universidade Federal do Estado de Minas Gerais (UFMG), a Leish-tec, única vacina recombinante do mercado contra a zoonose.

A vacina foi desenvolvida a partir da proteína A2, classificada como um dos melhores antígenos capazes de induzir resposta imune celular porque é específica e protetora contra a leishmaniose. A Leish-tec é recomendada para cães a partir de 4 meses de idade, clinicamente sadios e sorologicamente negativos contra a Leishmaniose. A recomendação para a primovacinação são 3 aplicações com intervalo de 21 dias entre elas e depois reforço anual com uma dose a contar da primeira dose da primo-vacinação.

Fonte: Ceva Saúde Animal

 

Saiba mais sobre o metabolismo e confira algumas dicas para acelerá-lo

Estudos demonstram que o metabolismo não está 100% ligado apenas à idade, mas sim às mudanças na alimentação e atividade física em virtude da fase de vida; sempre ouvimos falar que nosso metabolismo basal fica mais lento com o avanço da idade. Mas afinal, você sabe o que é metabolismo?

Assim chamamos o processo pelo qual o corpo produz energia para manter as funções vitais. Seu funcionamento depende de inúmeros fatores, como genética, alimentação, atividade física, peso, estatura, sexo e, claro, idade. “Em qualquer fase da vida em que haja piora dos hábitos alimentares e de atividade física, há um prejuízo na taxa metabólica e uma tendência ao ganho de peso”, afirma Suemi Marui, endocrinologista que integra o corpo clínico do Alta Excelência Diagnóstica. Entretanto, ela explica que após os 30 anos, este prejuízo é mais percebido – especialmente pelas mulheres.

Estudos demonstram que o metabolismo não está 100% ligado apenas à idade, mas sim à soma das mudanças na alimentação e atividade física em virtude da fase de vida, tais como casamento, vida profissional e a chegada dos filhos. Além disso, a falta de alguns hormônios também leva à lentidão do metabolismo, como tireoidiano, cortisol e o hormônio de crescimento.

“Após os 60 anos, há uma redução importante na taxa de metabolismo basal tanto em homens como em mulheres. Os estudos correlacionam esta queda à redução da massa muscular”, revela a médica do Alta. Suemi reforça que o metabolismo diminui na maioria das vezes como um mecanismo de proteção, para economizar ou conservar a energia para funções importantes, como respirar. “A redução da taxa metabólica nesses termos também acarreta sensação de cansaço, fadiga e indisposição para as atividades físicas. E isso se torna um ciclo vicioso que pode acarretar em ganho de peso”, diz ela.

Geralmente 60% e 70% da energia são utilizadas para a manutenção das funções vitais (respiração, funcionamento do coração, manutenção da temperatura corporal, etc.). Outros 10% a 12% do consumo de energia total são utilizados no processo de digestão e aproveitamento dos alimentos. Os 18 a 30% restantes são utilizados na manutenção do organismo (processos cicatriciais, imunológicos e de crescimento) e nas atividades cotidianas. Toda “sobra” de energia é armazenada sob a forma de gordura ou glicogênio (açúcar) para o uso posterior em eventual necessidade.

Quer saber como acelerar o metabolismo? Seguem algumas dicas da médica:

– Lembre-se que a intensidade e a frequência de atividade física determinam o nível de gasto calórico. Por isso, exercite-se pelo menos 3 vezes por semana;

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– O exercício aumenta o metabolismo, e quanto maior a atividade aeróbica, maior o metabolismo. Em longo prazo, quanto mais atividade física fizermos, adquirimos maior quantidade de músculos e consequentemente o metabolismo aumenta;

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– Não existe nenhum alimento que comprovadamente aumente o metabolismo. Cafeína, chá verde e pimenta são conhecidos como termogênicos, mas o aumento é muito leve. Para elevar o metabolismo seria necessário consumi-los em concentrações extremamente altas e inviáveis no dia-a-dia, sob o risco de problemas cardíacos e gastrointestinais.

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Fonte: Alta Excelência Diagnóstica