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Casos de febre amarela alertam para o desmatamento*

Autoridades, Ministério da Saúde e Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo e Minas Gerais estão vigilantes. Não é para menos, já foram registradas 38 mortes de febre amarela silvestre no Brasil. A doença é causada por um vírus inoculado no nosso corpo proveniente da picada de um mosquito, e que pode levar a morte.

As causas desse fenômeno epidemiológico podem estar diretamente relacionadas ao avanço urbano para as áreas de mata e regiões agrícolas, como muitos especialistas já vêm alertando. Com o meio ambiente em desequilíbrio, muitas formas de doenças antes erradicadas ou que não se manifestavam mais podem voltar a surgir, comprometendo a saúde pública e levando a uma série de impactos no equilíbrio do planeta.

Na região Sul, vêm ocorrendo algumas ações de prevenção. No Rio Grande do Sul, por exemplo, que não registra casos há 10 anos, a prevenção é intensa. Segundo a Secretaria de Saúde do Estado, a cobertura atinge cerca de 70% da população.

No Paraná, o único registro de contágio da febre amarela foi em Laranjal, no interior, em 2008. Mesmo assim, pessoas que têm viagem marcada para regiões afetadas estão procurando os postos de saúde para tomar a vacina.

Em Santa Catarina, o último caso registrado foi em 1966, mas a Secretaria recomenda a imunização em 162 cidades do estado.

Estamos vivendo uma epidemia ou são apenas casos isolados da doença? Quais são os sintomas? As pessoas ainda têm muitas dúvidas.

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O vírus que causa a febre amarela urbana e a silvestre é o mesmo, o que significa que os sinais, os sintomas e a evolução da doença são exatamente os mesmos. A diferença está nos mosquitos transmissores e na forma de contágio. Os transmissores da febre amarela silvestre são os mosquitos Haemagogus e o Sabethes, que vivem em matas e beira de rios. Eles picam macacos contaminados e,depois, as pessoas. Por isso, há casos de muitas mortes de macacos em regiões acometidas pela doença. Já a febre amarela urbana é transmitida pelo conhecido Aedes aegypti, e não são registrados casos no Brasil desde 1942.

A vacinação é muito importante. Trata-se de um mecanismo de prevenção essencial, porém, o cuidado que se deve ter daqui para frente é para que a febre amarela silvestre não se torne urbana, uma vez que as regiões onde ocorreram as mortes de macacos ficam a menos de 30 km do centro de São Paulo, por exemplo.

As autoridades públicas dos órgãos de Saúde correm para que os casos não se alastrem. Mas, se pensarmos um pouco, a verdadeira prevenção deve começar na promoção de políticas ambientais que proíbam o desmatamento descontrolado. Caso contrário, cada vez mais teremos o ressurgimento de doenças antes erradicadas.

Rodrigo Berté é diretor da Escola Superior de Saúde, Biociências, Meio Ambiente e Humanidades do Centro Universitário Internacional Uninter

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Especialista responde às principais dúvidas sobre vacina da febre amarela

Há muitas dúvidas relacionadas à vacina da febre amarela, principalmente entre as pessoas que sofrem de alergias, que estão passando por algum tratamento – como quimioterapia – ou sofrem de doenças autoimunes.

A coordenadora da Comissão Científica de Imunizações da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai), Ana Karolina B.B. Marinho, responde abaixo às principais dúvidas que tem recebido no consultório.

1 – Pessoas com mais de 60 anos podem se vacinar contra a febre amarela?
Sim. Pessoas com mais de 60 anos podem receber a vacina da febre amarela, desde que não estejam fazendo uso de medicamentos imunossupressores ou sejam portadoras de doenças crônicas descompensadas. Sugerimos sempre uma avaliação médica prévia, mas a prescrição para a vacina não é necessária.

2 – Quem está passando pelo tratamento quimioterápico pode receber a vacina?
Não. Pessoas com neoplasias em uso de quimioterapia ou radioterapia não devem receber a vacina de febre amarela. Por ser de vírus vivo atenuado, a vacina pode causar eventos adversos graves em indivíduos imunocomprometidos.

3 – Quais as outras doenças que impedem a vacinação contra a febre amarela?
· Imunodeficiências primárias ou congênitas
· Doenças prévias do timo
· Pessoas com HIV com contagem das células T CD4 < 350
· Doenças autoimunes em uso de imunossupressores
· Transplantados
· Alergia grave ao ovo

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4 – Toda criança pode ser vacinada?
Crianças acima de 9 meses de idade, que residam ou que vão se deslocar para as áreas de risco, devem ser vacinadas.

5- Quem é alérgico ao ovo pode receber a vacina?
Devemos considerar duas situações: pacientes alérgicos ao ovo, com quadros leves ou moderados, podem ser vacinados e orienta-se a observação por 30 minutos até uma hora após a aplicação da vacina. Pessoas com história de alergia grave ao ovo, como por exemplo anafilaxia, não devem receber a vacina. Se o risco de infecção pela febre amarela for muito levado, orienta-se uma avaliação do médico alergista para considerar a possibilidade de dessensibilização com a vacina.

6 – Quem já teve alergia ao ovo pode receber a vacina?
Pessoas que tiveram alergia ao ovo e se tornaram tolerantes (comem ovos e alimentos com ovo sem reações atualmente) podem receber a vacina da febre amarela.

7 – E quem tem alergia ao leite?
Não há proteínas do leite de vaca ou traços nas vacinas atualmente disponíveis no Brasil, portanto, os alérgicos à proteína do leite de vaca podem receber a vacina da febre amarela.

8 – A vacina da febre amarela pode dar reação alérgica cruzada com algum outro alimento, principalmente aqueles que desencadeiam alergias mais frequentes, como o trigo, por exemplo?
Não. Entretanto, além da proteína do ovo, a vacina de febre amarela pode conter conservantes e outros excipientes como canamicina, eritromicina e gelatina bovina, que têm um potencial alergênico em indivíduos sensíveis ou com história de reações prévias a vacina.

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Foto: Bernardo Portella / Arca Fiocruz

9 – Por que está sendo feito o fracionamento da dose da vacina?
O fracionamento das doses da vacina de febre amarela é uma estratégia de emergência adotada pelo Ministério da Saúde para que um maior número de pessoas sejam vacinadas, com o objetivo de impedir a propagação da doença em alguns estados.

10 – A vacina fracionada é menos eficaz?
A vacina fracionada tem a mesma eficácia, porém a duração da proteção será menor e as pessoas deverão ser revacinadas após 8 anos.

Fonte: Asbai

SP começa vacinação contra febre amarela no dia 25

Saúde reprogramou cronograma do treinamento e logística para adiantar o início da campanha e prolongar sua duração; a meta é imunizar 8,3 milhões de pessoas em 54 cidades, até 17 de fevereiro

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo reprogramou o início da campanha estadual de vacinação contra febre amarela para 25 de janeiro, quinta-feira da próxima semana. O novo calendário amplia o período de duração para 24 dias de campanha, e é resultado dos esforços da pasta para agilizar a logística e o treinamento das equipes, com a finalidade de proteger a população preventivamente.

Está mantida a meta de imunizar 8,3 milhões de pessoas ainda não vacinadas em 54 cidades, que compreendem áreas ainda não alcançados pelo vírus.

Haverá ‘Dias D’ nos sábados 3 e 17 de fevereiro, data prevista para encerramento da campanha. Em ambas as datas, os postos de saúde dos municípios envolvidos estarão abertos em regime especial para atender a população.

Serão alcançadas as regiões da Grande São Paulo, Vale do Paraíba e Baixada Santista (confira abaixo a lista de municípios). Todos os recortes foram definidos por critérios epidemiológicos após análises técnicas e de campo feitas pelo CVE (Centro de Vigilância Epidemiológica/Divisão de Zoonoses) e Sucen (Superintendência de Controle de Endemias) em locais de concentração de mata.

Na capital, onde as estratégias de vacinação têm sido desenvolvidas desde o ano passado, a campanha visa imunizar 2,5 milhões de pessoas que residem em distritos previamente definidos das zonas Leste e Sul, em 15 distritos: Capão Redondo, Cidade Dutra, Grajaú, Jardim São Luís, Pedreira, Socorro e Vila Andrade, na Sul; e Cidade Líder, Cidade Tiradentes, Guaianazes, Iguatemi, José Bonifácio, Parque do Carmo, São Mateus e São Rafael, na Leste.

A campanha será realizada com dose fracionada da vacina, conforme diretriz do Ministério da Saúde. O frasco convencionalmente utilizado na rede pública poderá ser subdividido em até cinco partes, sendo aplicado assim 0,1 mL da vacina. Estudos evidenciam que a vacina fracionada tem eficácia comprovada de pelo menos oito anos. Estudos em andamento continuarão a avaliar a proteção posterior a esse período. As carteiras de vacinação terão um selo especial para informar que a dose aplicada foi a fracionada.

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Foto: Portal Brasil

“Mobilizamos as todas as equipes para acelerar os processos de capacitação e logística com a finalidade de começar a campanha de vacinação o quanto antes. Queremos garantir que os paulistas estejam imunizados e lembrar que não há necessidade de corrida aos postos. O Governo do Estado tem concentrado todos os esforços para proteger a população, num trabalho contínuo de monitoramento e intensificação de vacinação que desenvolvemos nos últimos dois anos. Em mais de vinte dias de campanha, queremos triplicar o número de pessoas vacinadas no Estado”, destaca o secretário de Estado da Saúde, David Uip.

Cerca de 6,3 milhões de doses da vacina fracionada serão disponibilizadas para as pessoas ainda não imunizadas que residem nos locais definidos pela campanha. Quem já tomou uma dose da vacina, mesmo se fizer parte destes municípios incluídos na campanha, não precisará se vacinar novamente. A vacina aplicada até o momento (dose padrão) tem validade para a vida toda, segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde).

A campanha também prevê a oferta de 2 milhões de doses padrão, que serão disponibilizadas para crianças com idade entre nove meses e dois anos incompletos, pessoas que viajarão para países com exigência da vacina, grávidas residentes em áreas de risco e portadores de doenças crônicas – como diabéticos, cardiopatas e renais crônicos, por exemplo.

Deverão consultar o médico sobre a necessidade da vacina os portadores de HIV positivo, pacientes com tratamento quimioterápico concluído, transplantados, hemofílicos ou pessoas com doenças do sangue e de doença falciforme.

Não há indicação de imunização para grávidas que morem em locais sem recomendação para vacina, mulheres amamentando crianças com até 6 meses e imunodeprimidos, como pacientes em tratamento quimioterápico, radioterápico ou com corticoides em doses elevadas (como por exemplo Lúpus e Artrite Reumatoide). Em caso de dúvida, é fundamental consultar o médico.

Nas demais áreas do Estado de São Paulo onde já há vacinação em razão da circulação do vírus a imunização seguirá com a vacina padrão. A Secretaria reitera que não há motivo para corrida aos postos. A vacina é indicada neste momento, a quem reside ou vai viajar para áreas consideradas de risco, no Brasil ou no exterior. As pessoas que residem em localidades não alcançadas pelo vírus devem aguardar pelo início da campanha.

Desde o início de 2016 a Secretaria intensificou as ações de enfrentamento da febre amarela no Estado, por meio de monitoramento dos corredores ecológicos, vigilância epidemiológica e vacinação. Somente em 2017 foram imunizadas no Estado 7 milhões de pessoas, o que representa praticamente o dobro do número de doses aplicadas nos dez anos anteriores. As áreas de recomendação da vacina foram gradativamente ampliadas, a partir da identificação de epizootias (adoecimento ou morte de primatas não humanos), abrangendo atualmente 522 dos 645 municípios paulistas.

Recomendação para viajantes

A Secretaria de Estado da Saúde também recomenda que os postos de vacinação passem a solicitar comprovantes de viagens (passagens) para aplicação da vacina. A orientação vale para destinos interurbanos, interestaduais e para o exterior, cujos destinos sejam definidos como áreas de risco para febre amarela.

Cidades e população-alvo da campanha:

Município População-alvo
DIADEMA 365.124
MAUÁ 396.690
RIBEIRÃO PIRES 105.651
RIO GRANDE DA SERRA 41.503
SANTO ANDRE 623.152
SÃO BERNARDO DO CAMPO 707.474
SÃO CAETANO 94.435
BERTIOGA 46.251
CUBATÃO 104.440
GUARUJÁ 275.974
ITANHAÉM 85.935
MONGAGUÁ 45.537
PERUÍBE 57.847
PRAIA GRANDE 260.175
SANTOS 333.561
SÃO VICENTE 317.339
CAÇAPAVA 79.433
IGARATÁ 6.804
JACAREÍ 198.278
JAMBEIRO 5.366
MONTEIRO LOBATO 3.978
PARAIBUNA 16.549
SANTA BRANCA 12.466
SÃO JOSÉ DOS CAMPOS 566.323
CARAGUATATUBA 89.603
ILHABELA 25.689
SÃO SEBASTIÃO 58.288
UBATUBA 74.237
APARECIDA 33.222
ARAPEÍ 2.448
AREIAS 3.675
BANANAL 9.715
CACHOEIRA PAULISTA 28.388
CANAS 4.507
CRUZEIRO 72.051
CUNHA 21.530
GUARATINGUETÁ 93.274
LAGOINHA 4.475
LAVRINHAS 6.623
LORENA 77.075
NATIVIDADE DA SERRA 6.549
PINDAMONHANGABA 138.567
PIQUETE 13.955
POTIM 20.158
QUELUZ 11.248
REDENÇÃO DA SERRA 3.745
ROSEIRA 9.721
SÃO BENTO DO SAPUCAÍ 0
SÃO JOSE DO BARREIRO 4.036
SÃO LUIS DO PARAITINGA 10.013
SILVEIRAS 5.832
TAUBATÉ 253.003
TREMEMBÉ 42.025
CAPITAL 2.500.000
TOTAL 8.373.937

 Fonte: Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo

Verão exige cuidados especiais com os animais de estimação

Passeios em horários com temperaturas mais amenas e uso de protetor solar estão entre as recomendações de especialistas

O calor do verão não afeta só o homem. Nesta época do ano é preciso redobrar a atenção com os pets, principalmente para evitar quadros de hipertermia, o aumento da temperatura acima do limite normal, que varia de 37,8 a 39,2ºC. O médico-veterinário Eduardo Gianini Xavier, da Clínica e Hospital 24h Cão.Com, afirma que isso acontece porque os tutores mantém as mesmas rotinas de passeios e outros hábitos de estações mais amenas. “No verão é preciso mudar, se adaptar ao clima. As saídas ao ar livre, por exemplo, só são indicadas quando o sol estiver mais fraco”, alerta.

Cães e gatos têm mais dificuldade de eliminar calor, por isso são mais propensos à hipertermia. Xavier explica que isso ocorre porque, ao contrário do homem, eles possuem poucas glândulas sudoríparas. Eliminam calor apenas por meio das patas e da língua (respiração), uma superfície muito pequena comparada com a nossa. Cães obesos, acima do peso e de algumas raças, como Labrador e Pug, têm mais chance de desenvolver o problema devido à camada de gordura.

“Quando passa dos 40 graus, os processos biológicos ficam comprometidos, afetando olhos, rins, músculos”, afirma. Os sintomas mais comuns de hipertermia são debilidade, insuficiência respiratória e cianose (mucosas arroxeadas pelo excesso de gás carbônico no sangue).

O que fazer nesses casos? Eduardo recomenda resfriar o pet e em seguida levá-lo para o serviço de emergência veterinária. “Coloque-o em um local refrigerado e umedeça-o com água em temperatura ambiente. Nunca ponha o animal dentro de água gelada, para evitar choque térmico”, orienta Eduardo.

Confira outros conselhos e dicas do médico-veterinário Eduardo Gianini Xavier para evitar problemas com seu pet nesse verão.

Passeios só nas horas indicadas

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Muitas pessoas caminham com seu pet no sol forte, uma atitude perigosa para si e para ele. É preciso respeitar a fisiologia do seu animal de estimação. O horário entre 10h da manhã e 4 da tarde não é aconselhado, principalmente se ele tem a pele e pêlo claro. Programe-se para sair no início da manhã ou no fim da tarde.

Trancado no carro, nem pensar

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Foto: Cohdra/MorgueFile

É comum alguns tutores deixarem seu pet sozinho no carro por alguns minutos enquanto vão ao mercado ou padaria. Jamais, sob hipótese alguma, faça isso, nem que seja rapidinho. Ambiente quente, fechado e associado a estresse é problema na certa.

Elimine os sapatinhos

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Foto: Raças.Org

Como muitos animais têm livre acesso às áreas comuns e íntimas da casa, alguns tutores optam por sapatinhos na hora dos passeios. Podem estar evitando sujeira, mas estão fazendo mal aos bichinhos. O acessório dificulta a troca de calor através das patas.

Queimaduras nos coxins

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Foto: Shutterstock

No verão é necessário estar bastante atento à temperatura das superfícies onde os animais caminham. A sugestão é colocar a mão sobre ela para sentir se é suportável. Asfalto no calor, nem pensar.

Protetor solar

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Os animais claros, que têm pele e pelo brancos, sofrem queimaduras de sol. Em algumas raças o problema é mais comum, como Bull Terrier e Bulldog. A dica é passar protetor solar de uso veterinário nas regiões onde a pele é visível: em volta dos olhos, em cima do nariz e dentro das orelhas. E não apenas quando for passear, mas diariamente, pois muitos pets gostam de ficar esticados no sol no quintal.

Hidratação

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Os casos de desidratação em pets são raros, mas podem acontecer em animais que apresentam doenças como diabetes e as renais. Um cão sadio bebe diariamente entre 40ml e 60ml por quilo. Entretanto, a hidratação é importante durante e após caminhadas e exercícios em horários mais quentes, pois ajuda a baixar a temperatura corporal, evitando a hipertermia.

Frequência dos banhos

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Foto: ZoomToGroom

No verão, a vontade é dar vários banhos por semana nos bichinhos, para aliviar o calor, certo? Mas cuidado, em excesso, ao invés de ajudar, pode prejudicar sua saúde. Isso porque ele remove a gordura natural que o organismo produz. Sem essa proteção, a pele fica ressecada e frágil, propensa a uma série de problemas, como alergias e infecções bacterianas e fúngicas. O indicado é no máximo um banho semanal. Se o seu pet não fica com mau cheiro facilmente, pode ser a cada duas semanas.

Tosa curta

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Foto: swdclub.org

A dica é manter a tosa curta, que além de proporcionar bem-estar para o bichinho, facilita a perda de calor e a identificação da presença de parasitas.

Aumento de parasitas

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No verão há um aumento da população de vermes, carrapatos e pulgas, que encontram no ambiente quente e úmido o local perfeito para o seu desenvolvimento. A recomendação é manter as medicações e vacinas em dia, principalmente daqueles que costumam ter contato com outros animais e passear frequentemente.

Gelo e frutas congeladas

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Foto: ANDA – Reprodução/TV TEM

Do ponto de vista nutricional, não é preciso alterar em nada a alimentação do seu pet no verão, mas você pode usar a sua criatividade para brincar e refrescá-lo. A sugestão é colocar pedras de gelo no pote de água ou mesmo oferecê-las para ele lamber. Se preferir, pode picar frutas e congelar junto com a água nos cubos. Mas fique atento às permitidas. Evite as ácidas, como abacaxi, e com sementes. Banana e maçã estão liberadas para todas as raças.

Pets: hamburguito mascara odor e sabor amargo de medicamento

“A hora mais difícil”. É assim que a maioria dos tutores de pets descreve o momento de medicar o animal. Cuidar de um bichinho doente não é tarefa fácil. Além de fragilizados, alguns pets podem ficar agressivos, enquanto outros ficam mais amuados, recusando o tratamento e prejudicando sua recuperação. O que muita gente ainda não sabe é que é possível manipular o medicamento com diversos sabores, tudo para amenizar esse sofrimento.

“Como a grande maioria dos medicamentos tem sabor amargo, os bichinhos conseguem facilmente identificá-los e não os ingerem, deixando-os de lado”, afirma Renata Piazera, farmacêutica e sócia-fundadora da Fórmula Animal, especializada em oferecer medicamentos manipulados a animais em formas e sabores diferenciados.

Foi pensando nesse problema que a rede apresenta o hamburguito, novidade exclusiva da empresa para o tratamento de cães que tem dificuldade em aceitar medicamentos. “O produto é uma forma farmacêutica palatável com o sabor de carne similar ao hambúrguer. Ele tem como finalidade mascarar o odor e sabor amargo dos medicamentos garantindo a adesão ao tratamento. Em testes realizados com Silimarina e outros ativos com gosto mais amargo, a aceitação foi 100% já que sua é composição diferente do biscoito medicamentoso, produto que nem todos aceitam”, finaliza Renata.

Hamburguito

A novidade já está disponível nas 21 unidades da rede localizadas em Anápolis (GO), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Cabo Frio (RJ), Campinas (SP) Chapecó (SC), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Jaraguá do Sul (SC), Lauro de Freitas (BA), Novo Hamburgo (RS), Ourinhos (SP), Patos de Minas (MG), Porto Alegre (RS), Presidente Prudente (SP), Ribeirão Preto (SP), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), São Paulo (SP), Sorocaba (SP), Uberlândia (MG).

Informações: Fórmula Animal Farmácia de Manipulação Veterinária

 

 

Febre Amarela: as sete dúvidas mais frequentes sobre a doença

Vacinação continua sendo a melhor prevenção contra a doença, mas é necessário atenção para os sintomas que se assemelham a uma gripe comum

A Organização Mundial da Saúde incluiu todo o estado de São Paulo na área de risco de transmissão da febre amarela e a vacinação passou a ser recomendada para todos que viajarem com destino a qualquer parte do estado paulista. A organização justifica o novo posicionamento devido ao aumento no número de casos e de morte.

Marcus Vinicius Gimenes, médico e CEO do Consulta do Bem, e Carlos Ballarati, especializado em patologia clínica e sócio-fundador do Consulta do Bem, explicam tudo o que é necessário saber sobre a doença, desvendando alguns mitos e compartilhando dicas sobre prevenção.

Confira a seguir sete respostas às principais dúvidas sobre febre amarela:

1) Existe mais de uma Febre Amarela?

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Sim, existe a febre amarela silvestre e a febre amarela urbana, sendo que a única diferença entre as duas são os mosquitos transmissores da doença. O vírus continua sendo o mesmo, por isso ambas apresentam os mesmos sintomas e a mesma evolução. A febre amarela silvestre é transmitida pelos mosquitos Haemagogus e Sabethes, que estão presentes nas matas e na beira dos rios. Já a febre amarela urbana é transmitida pelo famoso mosquito, Aedes aegypti, que é também responsável pela transmissão da dengue, zika e chikungunya. Mas vale esclarecer que a febre amarela urbana não existe no Brasil desde 1942.

2) Macacos infectados com febre amarela transmitem a doença aos humanos?

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Vítimas fáceis da febre amarela, população de primatas está sendo reduzida pela doença – Foto: Theo Anderson

Não! A doença é transmitida apenas pela picada do mosquito que carrega o vírus, por isso não há necessidade de exterminar os macacos doentes, que também são vítimas. Para os paulistanos, a confirmação da febre amarela nos macacos do parque funcionou como um alerta para antecipar a prevenção da doença antes que chegasse à cidade.

3) Pessoas doentes podem transmitir o vírus da febre amarela?

Não. A única forma de transmitir a doença é pela picada do mosquito que carrega o vírus.

4) Todos os paulistanos devem tomar a vacina da febre amarela?

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Não! Como os mosquitos Haemagogus e Sabethes, responsáveis pela transmissão da febre amarela silvestre, só conseguem voar por até 500 metros de distância, não é possível eles chegarem muito longe. É por isso que só quem mora na zona norte de São Paulo e nas proximidades deve, obrigatoriamente, receber a vacina, caso um desses mosquitos contaminados saia da área do parque.

5) Como prevenir a febre amarela?

A melhor opção preventiva contra a doença continua sendo a vacina, que é indicada para bebês com mais de 9 meses e adultos de até 60 anos. O mais recomendado às crianças é tomar a primeira dose da vacina aos 9 meses e um reforço aos 4 anos de idade. Já no caso de adultos, é necessário tomar duas doses com um intervalo de 10 anos. As duas doses são suficientes para imunizar o organismo. Já os bebês com menos de 9 meses, as gestantes, as lactantes, as pessoas com mais de 60 anos e aqueles que possuem HIV ou doenças autoimunes devem receber indicação médica para a vacina. Vale ressaltar que os especialistas indicam um prazo de 10 dias até a vacina ter efeito.

Outras formas de prevenção são o uso de repelentes e também evitar deixar exposto em casa casa lixo ou recipientes que possam acumular água. Mas é importante dizer que quem já teve a doença, fica imune para o resto da vida.

“A prevenção é sempre o melhor caminho. No caso da febre amarela, a vacinação das pessoas que moram nas proximidades da zona norte de São Paulo cria um ‘cinturão’ de proteção contra o avanço da doença na cidade”, explica Gimenes.

6) Como ter certeza do diagnóstico?

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Como os sintomas da febre amarela se assemelham muito com uma gripe comum – febre, dor de cabeça, dores pelo corpo, vômitos e, às vezes, diarreia – é necessário estar atento e procurar um médico logo no primeiro sinal de mal-estar, principalmente os moradores das regiões Norte, Sul e Oeste, incluindo os distritos próximos a Itapecerica da Serra. Depois de 24 horas até 48 horas, as pessoas podem começar a melhorar naturalmente ou a doença pode evoluir para formas mais graves, afetando os rins e o fígado. É apenas nessa fase que o sintoma mais conhecido da doença, a icterícia (também conhecida pelo “amarelão” dos olhos), aparece.

7) Como funciona o tratamento da doença?

O tratamento para a febre amarela é sintomático, ou seja, ele ajuda a aliviar os sintomas da doença. Porém a principal preocupação é sempre manter a pessoa hidratada para que os rins e o fígado não entrem em falência.

Fonte: Consulta do Bem

 

 

 

 

 

Como cuidar dos olhos no verão

Confira dicas de como evitar os graves problemas causados pelo calor e sol 

A chegada do verão vem acompanhada dos altos índices de radiação solar. A incidência dos raios ultravioleta e as altas temperaturas desta estação podem ser muito prejudiciais à saúde e o uso de protetor solar não é o único cuidado a ser tomado. Os óculos solares com proteção UV também são fundamentais, já que evitam queimaduras oculares e exposição às radiações nocivas, além de trazerem conforto e estilo.

Pensando nisso, é fundamental que se tenha um critério rigoroso no momento da compra do acessório. A maioria dos produtos piratas não possui filtros e geram efeito reverso ao desejado, provocando um estrago ainda maior. Para evitar doenças, como catarata e, até mesmo, alterações na retina, é preciso escolher o produto certo e levar em conta diversas variáveis, porque cada modelo, material, tamanho, cor, tratamento e tipo de lente tem uma especificidade.

Essa demanda do mercado, de quem está procurando óculos não só pela estética, mas, também pela segurança dos olhos, já está no radar de importantes empresas do setor, como explica Bruno Ballardie, fundador e CEO da eÓtica, maior e-commerce de vendas de óculos e lentes de contato do Brasil. “Devemos nos preocupar com a saúde e bem-estar consumidor. É essencial que os óculos de sol sejam originais, de qualidade, com proteção UV e que estejam acessíveis aos mais diversos públicos” – afirma.

Veja alguns outros cuidados recomendados pela eÓtica para proteger seus olhos e aproveitar a época mais quente do ano:

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-No momento da compra, certifique-se de que está adquirindo óculos com proteção UV;

-Escolha a cor de lente que mais te traga conforto no momento do uso;

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-Tenha mais de uma opção de óculos, afinal, eles farão parte da sua rotina;

-Leve em consideração o tamanho e o formato de seu rosto. A eÓtica, por exemplo, oferece o serviço de Personal Stylist, em que o cliente envia uma foto e um profissional especializado indica qual é o modelo e armação ideal para aquele rosto;

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-Opte pelo modelo que seja mais adequado para às atividades que você pratica no dia a dia;

-Utilize colírios após banhos de mar ou piscina para evitar inflamações como conjuntivite, mas apenas com recomendação médica;

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-O contato dos olhos com o filtro solar costuma causar ardência e irritação, por isso, fique atento na hora de espalhar o produto no rosto;

-Prefira sempre tomar sol entre 6 e 10 horas da manhã ou depois das 16 horas para diminuir a ação dos raios nos olhos.

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Foto: Ashley Frogley/MorgueFile

Fonte: eÓtica

Nada substitui o filtro solar para proteção da pele

Esqueça as receitas caseiras na hora de proteger a pele! Os danos solares são imediatos, por isso a pele fica vermelha. Mas eles também persistem e danificam o DNA em até três horas, o que causa envelhecimento e câncer de pele

Nada substitui o filtro solar na hora de proteger a pele contra os danos solares. “O filtro solar é o mais seguro mecanismo de proteção contra os raios UV. Não existe receita caseira para substituí-lo”, salienta a dermatologista Thais Pepe, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia. Essa preocupação é valiosa, pois os efeitos da radiação solar na pele são cumulativos, ou seja, as consequências podem surgir anos depois. Mas, no momento em que entra em contato com a pele, o que a radiação provoca?

“Primeiro, precisamos entender as duas radiações: o UVA é o principal responsável pelo envelhecimento precoce (manchas e rugas), sendo um tipo de radiação que atravessa nuvens, vidro e epiderme e penetra na pele em grande profundidade, até as células da derme – sendo o principal produtor de radicais livres. Entre os prejuízos: desde lesões mais simples até, em casos mais graves, câncer de pele. Já o UVB deixa a pele vermelha e queimada, danifica a epiderme e é mais abundante entre às 10 da manhã e às 4 da tarde. Essa radiação pode furar o bloqueio dos filtros químicos e aumentar o risco de cancerização”, comenta a dermatologista. “Mas já sabemos que nos primeiros 20 minutos de exposição solar, a radiação é capaz de reduzir nossas defesas da pele, em um dano que vai perdurar”, acrescenta.

Nos primeiros 20 minutos

Nesse período, a pele já começa a sofrer oxidação por conta dos radicais livres, que geram vasodilatação, inflamação e vermelhidão – de acordo com a potência dos raios, segundo a médica. “Então, não adianta chegar à praia ou à piscina e esperar para passar o protetor solar nesse momento, porque há necessidade de, pelo menos, 20 a 30 minutos para que esse filtro solar comece a agir e nesse período já ocorre um ‘ataque’ importante em relação às células da pele”. Mas esse dano vai além…

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Após 3 horas

Esse dano imediato da radiação persiste e se intensifica a partir de três horas. “A célula começa a ficar mais danificada e seu material genético sofre, por consequência, mutação, no qual há produção de dímeros no DNA, isto é, a troca de informações de ligação, desestabilizando esse material genético”, afirma. “Todo esse dano ao DNA leva à expressão do P53, uma proteína que em alta quantidade é ruim, pois vai gerar deficiência de agentes antioxidantes, genes que vão levar à morte celular, resultando no envelhecimento”, conta.

Além disso, de acordo com Thais, a formação de dímeros criam alteração significativa e irreversível principalmente no melanócito, ou seja, a célula protetora de cor, que vai continuar por até três horas (por isso a pele fica vermelha), tendo lesões posteriores e que podem inclusive levar a um processo de cancerização. “Nós sabemos por exemplo que o melanoma é um câncer de pele extremamente agressivo com alta capacidade de metástase e é oriundo dessas células que são os melanócitos”, afirma.

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De 48 a 72 horas

O bronzeado, aquele transitório, aquele rosa avermelhado, o dourado, ele ocorre nas primeiras horas depois da exposição solar. “Mas só depois de 48 a 72 horas é que vamos ter a resposta da produção da melanina, seja ela castanha enegrecida ou amarela avermelhada, dependendo do fototipo do paciente. Esse bronzeado vai se depositar na pele como uma resposta fisiológica contra a agressão sofrida”

Todo esse processo ocorre quando há a exposição solar de um dia. Esse bronzeado pode durar até três ou quatro semanas e depois pelo próprio processo natural de renovação da camada mais superficial da pele, há uma perda gradual dessa pigmentação. “Outro dado importante e comum nas peles fotoenvelhecidas, aquelas peles que se expuseram muito ao sol, é a presença das sunburn cells, as células queimadas pelo sol”, afirma. Segundo a médica, as sunburn cells estão presentes quando houve a quebra da barreira, ou seja, a pele não conseguiu se proteger, o filtro solar estava aquém da necessidade para aquele fototipo, ou o estímulo solar foi prolongado demais, ou não houve a reaplicação desse filtro solar.

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“E por conta disso, a pele começa a sofrer uma série de alterações, todos decorrentes de um primeiro processo inflamatório, onde ocorre o eritema, a vasodilatação, o aumento da perfusão sanguínea, a sensação de calor local, depois o processo de ardência e, então, já começam os processos oxidativos, que é a formação dos radicais livres e superóxidos que causam um envelhecimento precoce das nossas células. Além disso, pela exposição solar contínua, deixamos de ter a defesa imunológica feita pelas células de Langerhans, e quando isso acontece, nós aumentamos a chance de cancerização da nossa pele”, alerta a médica.

Por fim, Thais ressalta que o filtro solar deve ser passado na pele do corpo todo sem qualquer vestimenta, trinta minutos antes da exposição solar e reaplicado a cada duas horas em média, com uso de chapéu e óculos. “Além disso, aqueles que querem ir à praia, devem respeitar os horários recomendados que são: até 10 horas da manhã e depois das 16 horas”, finaliza.

Fonte: Thais Pepe é dermatologista especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, membro da Sociedade de Cirurgia Dermatológica e da Academia Americana de Dermatologia. Diretora técnica da clínica Thais Pepe, tem publicações em revistas científicas e livros, além de ser palestrante nos principais Congressos de Dermatologia

Para curtir o verão com saúde e bem-estar: cuidados e dicas

Nesta época do verão quando os corpos ficam mais à mostra e a agenda, apesar do cansaço, ganha uma infinidade de compromissos, é comum deixar os cuidados com a saúde um pouco de lado. Mas, seguindo algumas dicas simples, a estação tende a deixar apenas boas lembranças.

De acordo com a médica nutróloga Cristiane Molon, uma das principais sugestões é manter o equilíbrio. “Abusou? Recomece com os cuidados. Não se exercitou? Comece amanhã. Além disso, aumente a ingestão de líquidos para devolver a hidratação natural do cabelo e da pele”, explica.

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Quando se trata de pele, aliás, os cuidados devem ser redobrados no verão. Fundamental para a saúde, o sol em excesso provoca queimaduras e envelhecimento, por causa da maior quebra do colágeno, e favorece o aparecimento de alguns tipos de câncer de pele. Por isso, a indicação é evitar ficar muito tempo exposto ao sol, entre as 10h às 16h, inclusive, nos dias nublados.

Segundo a médica, porém, os raios solares devem fazer parte da rotina. O astro-rei ajuda a equilibrar várias funções metabólicas do organismo, assim como o ritmo do relógio biológico. Ele ainda favorece a síntese da vitamina D, a saúde cardiovascular e o intestino, a manutenção da parte cognitiva e a imunidade. Além disso, quem se expõe mais a ele, sofre menos de depressão e tristeza, visto que é um estimulante.

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Foto: Kamdora

Outra dica da nutróloga para aproveitar o verão é intensificar a hidratação. “A falta de água provoca desequilíbrio funcional e metabólico que pode atingir todas as células do corpo”, enfatiza. Ela esclarece que sede, cansaço excessivo, taquicardia, náuseas e até dor de cabeça podem ser sintomas de baixa ingestão de água. “Na desidratação, a pele se torna seca e quente”, complementa. Para facilitar a ingestão de líquidos, vale investir em água saborizada com gengibre e limão, água de coco e chás gelados, que estimulam a eliminação de toxinas e colaboram para o bom funcionamento do intestino.

Por fim, a especialista ainda sugere atenção especial na alimentação. Comer mais vezes ao dia e em menores quantidades e evitar comidas que dificultam a digestão, como frituras e empanados, preferindo grelhados e assados, é uma dica importante.

Conforme a nutróloga Cristiane Molon, as frutas devem fazer parte do cardápio, podendo substituir outros alimentos
Dica de Cristiane Molon: as frutas devem fazer parte do cardápio, podendo substituir outros alimentos

“Substitua pães por frutas com cereais ou ovos. Ao comer salgadinhos, por exemplo, compense com frutas e muita água para diminuir o inchaço. Nos churrascos, o acompanhamento ideal são as saladas verdes. Já na praia, os sorvetes podem ser intercalados com picolé, frutas ou oleaginosas. E, junto com bebidas alcoólicas, ingira mais água”, ensina.

Fonte: Cristiane Molon é médica especializada em nutrologia com pós-graduação em Prática Ortomolecular e Saúde da Família, além de especialização em Medicina do Esporte

Cistite em gatos: causas, sintomas e tratamentos

A cistite em gatos é um problema urinário bastante comum que provoca muita dor e incômodo ao felino. Trata-se de uma inflamação na bexiga que pode ter origem em diferentes questões ou até ocorrer por causa desconhecida. “Além disso, a doença pode desencadear outros distúrbios no sistema urinário e, se não tratada adequadamente, motiva complicações graves”, explica o médico veterinário da Equilíbrio e Gerente Técnico Nacional da Total Alimentos, Marcello Machado.

Em geral, a ocorrência dessa enfermidade é mais frequente em animais machos entre dois e seis anos. “A identificação da cistite felina acontece por meio de exame clínico, testes de urina e exame de imagem, sendo importante que, ao fechar o diagnóstico, sejam identificados os possíveis agentes causadores do problema”, explica o médico veterinário.

Causas da cistite em gatos

Diferentemente da maior parte dos animais, as bactérias não são os principais causadores da cistite em gatos. É mais comum que o aparecimento da patologia tenha relação com fatores como:

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-idade;
-alimentação incorreta;
-baixa ingestão de água;
-doenças anteriores;
-obesidade;
-estresse.

Gatos estressados, ansiosos e agressivos sofrem alterações no sistema endócrino, neurológico e de defesa do organismo, e isso aumenta a predisposição do pet ao desenvolvimento de cistite. Nesses casos, o diagnóstico é mais complicado e requer uma análise mais detalhada sobre cada sintoma.

“A cistite causada por estresse ocorre quando o animal vive em um ambiente sem condições adequadas para o desenvolvimento saudável e não recebe os cuidados necessários referentes a alimentação, saúde, atenção e higiene”, conta Machado.

Ainda existem casos de cistite idiopática, em que o agente causador é desconhecido.

Sintomas da cistite em gatos

Quanto mais cedo a patologia for identificada, menos o felino sofrerá com os sintomas e menores as chances de complicações. Para isso, é fundamental manter uma rotina de acompanhamento veterinário e ter atenção às mudanças de comportamento do animal. Caso note algum dos sintomas de cistite em seu animal de estimação, procure a orientação de um especialista para realizar exames detalhados:

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-periúria (urinar fora da caixa de areia);
-dor ao urinar;
-sangue na urina;
-diminuição na quantidade da urina;
-urina com odor forte.

Existem rações que ajudam a tratar a cistite em gatos?

Os felinos diagnosticados com cistite devem receber medicação recomendada pelo veterinário e ter cuidados especiais com a ingestão de água e alimentação. A melhor ração para gato com cistite deve ter quantidades reguladas de sódio, magnésio e fósforo.

“Equilíbrio Veterinary Urinary foi desenvolvida para oferecer um auxílio no tratamento da cistite, pois proporciona uma nutrição completa ao animal e tem uma formulação específica para não sobrecarregar o sistema urinário”, indica o médico veterinário da Equilíbrio.

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Essa ração para gatos possui qualidade super premium, baixo teor de proteínas e pH urinário adequado, tudo para cuidar da saúde do trato urinário do felino.

Fonte: Total Alimentos