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Boas noites de sono são fundamentais para o bem-estar da mulher

Dormir bem evita o estresse e melhora a disposição para enfrentar a rotina do dia a dia

Muitas vezes, os compromissos e as tarefas do dia a dia podem deixar a rotina da mulher ainda mais agitada. Para enfrentar essa correria, boas noites de descanso são essenciais. Segundo pesquisa da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, quando o assunto é sono, o sexo feminino tem padrões diferentes do masculino.

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Foto: Dieter Robbins/Pixabay

“Devido à diferença hormonal, o público feminino precisa de mais horas dormidas para manter a mesma disposição, se comparado ao sexo oposto” explica Renata Federighi, Consultora do Sono da Duoflex.

Outro estudo, realizado pelo Instituto do Sono da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), mostrou que as mulheres levam mais tempo para adormecer, porém o tempo do sono mais profundo (REM) é mais longo. Além disso, elas são mais propensas a terem sonhos ruins, os chamados pesadelos.

“Elas têm alterações hormonais que prejudicam o sono normal, como o período menstrual, a menopausa e a gravidez. A progesterona (hormônio feminino) tem papel fundamental nos mecanismos reguladores do sono. Tanto que as mulheres em pós menopausa, por exemplo, apresentam queda na qualidade e no número de minutos de sono”, esclarece a consultora.

Além disso, as mulheres estão mais propensas a desenvolver doenças cardíacas e depressão quando não dormem bem durante um período longo da vida.

Outra preocupação recorrente entre as mulheres é com a aparência. E ao contrário do que se imagina, sono da beleza não é só uma expressão. De acordo com Renata, o corpo produz hormônios associados ao estresse quando não há repouso adequado.

“Isso altera funções vitais e provoca vasoconstrição, ou seja, palidez e cansaço. Dormir menos do que precisamos deixa a pele sem brilho, com aumento dos vincos e flácida, pois o hormônio do crescimento, que é responsável pelo tônus muscular e pela renovação celular, é liberado em grande quantidade enquanto dormimos. As olheiras também se acentuam, o que faz com que a aparência fique ainda mais abatida”, explica.

Cerca de 40% da população apresenta algum tipo de distúrbio do sono

Conhecer estas particularidades é essencial para se garantir horas de sono realmente reconfortantes e, consequentemente, o bom funcionamento do organismo. Outras práticas podem ajudar a ter boas noites de sono.

“É importante se atentar à postura, usar um travesseiro e colchão que ofereçam conforto e sustentação para a cabeça e corpo, preservando a curvatura natural e alinhando a coluna, seguir uma alimentação saudável e hidratar-se bem, manter o ambiente arejado e o mais silencioso e escuro possível e evitar atividades estimulantes antes de dormir”, orienta a consultora do sono da Duoflex.

Fonte: Duoflex

Dia da Síndrome de Down: trabalho melhora desenvolvimento e qualidade de vida

Pessoas com essa condição são consideradas comprometidas e disciplinadas e podem melhorar ambiente de trabalho e relação interpessoal nas empresas

Muito mais do que apenas uma atividade que às pessoas se manterem economicamente, o trabalho tem a função de melhorar as relações sociais, desenvolver habilidades e trazer realização pessoal e intelectual. Isso também vale para pessoas com síndrome de Down, que comemoram seu Dia Internacional neste 21 de março. Para eles, ter uma ocupação profissional significa receber estímulo para o desenvolvimento e conquistar mais qualidade de vida.

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Foto: Shutterstock

A legislação brasileira possui normas para a inclusão das pessoas com necessidades específicas no mercado de trabalho. Desde 1991, as empresas com 100 ou mais empregados devem manter em seus quadros uma porcentagem mínima de funcionários com algum tipo de deficiência.

Para empregadores que oferecem entre 100 e 200 vínculos empregatícios, esse percentual é de 2%. O número aumenta de acordo com a quantidade de funcionários, chegando a 5% para empresas com 1.001 empregados ou mais. Desde a entrada em vigor da Lei de Cotas, a participação dessas pessoas no mercado de trabalho tem aumentado.

Dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) de 2017 mostram uma tendência de crescimento de vagas ocupadas por pessoas com deficiência mental/intelectual. Foram 34.851 mil contratados naquele ano, 2.764 mil a mais do que os 32.087 de 2016. A Rais não engloba dados específicos sobre os subtipos de deficiências, mas apenas grupos (física, visual, auditiva, mental/intelectual e múltipla).

De acordo com o chefe da Divisão de Fiscalização para Inclusão de Pessoas com Deficiência e Combate à Discriminação no Trabalho da Secretaria Especial de Trabalho e Previdência, João Paulo Reis, auditores-fiscais do Trabalho têm uma atuação específica para garantir a inclusão produtiva de pessoas com deficiência mental/intelectual.

Em Minas Gerais e no Rio Grande do Sul, por exemplo, os auditores celebram um termo de compromisso com empregadores para que contratem as pessoas com necessidades específicas inicialmente como aprendizes. Depois, mais capacitados, eles devem ser efetivados pelo contrato de emprego por prazo indeterminado. “Há vários casos de sucesso, de empresas que completaram a cota por meio dessa metodologia”, afirma João Paulo.

Dia Internacional – Causada por uma mutação genética, com a presença de três cromossomos 21 nas células, a Síndrome de Down tem consequências físicas, intelectuais e psicomotoras específicas, mas nenhuma delas impede o exercício de atividade produtiva.

Mãe de Henrique Gurgel, um rapaz de 27 anos com Down, Dirce Gurgel afirma que a ocupação como auxiliar em uma biblioteca fez muito bem ao filho. Henrique aprendeu a se comunicar mais assertivamente e a falar melhor. Na escola em que ele trabalhou foram realizados treinamentos que melhoraram o desempenho dele. “Não é só contratar para cumprir a cota. É importante fazer essa preparação”, enfatiza Dirce.

Segundo ela, por não estar trabalhando atualmente, o filho retrocedeu um pouco em relação ao desenvolvimento. “Ele se sentia acolhido, e os colegas na escola aprenderam bastante com ele. É preciso acabar com o preconceito. Contratar um Down é bom para todos”.

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Foto: Collettey’s Cookie

A presidente da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down, Lenir Santos, explica que não há justificativa para não contratar pessoas com essa condição se elas estiverem bem preparadas e se houver a correta mediação no local de atuação. Ela afirma que o trabalho empodera, melhora a compreensão de cidadania, de direitos, de obrigações e também o desenvolvimento cognitivo, social e afetivo. “A inclusão de pessoas com deficiência intelectual melhora o ambiente de trabalho, pois exige o exercício da tolerância, da capacidade de convívio com as diferenças”.

Fonte: Secretária Especial de Previdência e Trabalho

Apae São Paulo lança campanha “Síndrome de Down: eu escolho incluir”

Ensaio fotográfico e post do Instituto Mauricio de Sousa com a personagem Tati nas redes sociais marcam o Dia Internacional da Síndrome de Down

Com o objetivo de conscientizar pessoas de todo o Brasil sobre a importância da inclusão social de pessoas com deficiência intelectual, a APAE DE SÃO PAULO está lançando a campanha “Síndrome de Down: eu escolho incluir”, para celebrar o Dia Internacional da Síndrome de Down, comemorado hoje, 21 de março.

Composta por anúncio impresso e peças para mídias sociais, a ideia central da campanha é mostrar crianças e jovens com síndrome de down que conquistaram espaço no mundo através de atividades sociais, como dança, música e fotografia. As fotos foram produzidas em parceria com o fotógrafo Mário Castello, que cedeu voluntariamente seu trabalho para a organização.

O Instituto Mauricio de Sousa também está participando da ação. Foi publicado em sua página oficial no Facebook um post retratando a personagem Tati, que tem síndrome de down e suas principais características são o amor aos amigos, a criatividade e o alto-astral.

A Apae de São Paulo defende que essas pessoas devam ser inseridas em todas as esferas sociais e tenham seus direitos civis garantidos, sem qualquer restrição. A Organização, ao longo da sua trajetória, vem apoiando pessoas com deficiência intelectual desde o seu nascimento até o envelhecimento, por meio de serviços de reabilitação, educação inclusiva, inclusão no mercado de trabalho, defesa e garantia dos seus direitos, geração e disseminação de conhecimento, entre outros.

Para Aracélia Costa, superintendente-geral da Apae de São Paulo, a campanha reforça o trabalho que a Organização realiza cotidianamente no apoio às pessoas com deficiência intelectual para que elas façam as suas escolhas e se desenvolvam plenamente como indivíduos. “Nossa missão institucional é trabalhar para um mundo com mais equidade e que seja, de fato, inclusivo”.

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As peças podem ser vistas na página da Apae de São Paulo no Facebook e em diversos sites, jornais e revistas que cederam espaços gratuitamente. Entre os veículos estão o portal da Revista Pais & Filhos, Revista Carta Capital, Revista Ana Maria, Portal UOL, Revista Caras e Revista Aventura.

Fonte: Apae de São Paulo

Os perigos de se automedicar

A automedicação é vista por muitas pessoas como uma solução rápida para aquela dor ou qualquer outro sintoma que as esteja incomodando. Pode ser dor de cabeça, muscular, abdominal, e diversas outras perturbações como alergias, ansiedade, cansaço, dentre outros. Como já estão acostumadas a sempre tomar o mesmo remédio, então, quando pressentem o sintoma indesejado, vão até a farmácia e compram os medicamentos sem prescrição recente.

“O remédio que achamos que é o certo para nosso alívio pode até resolver no momento, mas também pode trazer uma série de outras complicações no futuro. Isso porque, se você não é um profissional da saúde, não conhece as especificidades de cada medicamento e as necessidades do organismo quando está com alguma dor ou doença” explica Patrícia Filgueiras dos Reis, que atende pelo Docway.

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Para a especialista, quando fazemos uso frequente do mesmo medicamento, o organismo pode criar resistência ou dependência daquele determinado remédio. Além disso, nem sempre conhecemos a causa do sintoma.

“Às vezes uma dor comum pode ser algo mais sério e precisar de um tratamento específico. Por isso a importância de consultar um médico antes de comprar qualquer medicamento”, comenta. É claro que devemos, se o soubermos tomar algumas medicações sintomáticas numa situação repentina. Por exemplo, se tivermos um pico febril ou uma dor de cabeça isolada, devemos tomar o analgésico/antitérmico que estamos habituados a usar nestes casos e observar a evolução do quadro. Se os sintomas persistirem, aí devemos buscar atendimento e avaliação médica adequada”, diz a médica.

Outro problema são aqueles remédios que camuflam os sintomas, mas não curam a doença, como por exemplo, alguns fármacos usados para rinite E anti-inflamatórios em geral. Segundo o médico, é comum que as pessoas façam uso desses medicamentos achando que estão resolvendo o problema, quando na verdade ele pode estar piorando e tendo os seus sintomas atenuados.

E a lista de problemas quanto à automedicação não para por aí. Às vezes, um remédio pode cortar o efeito de outro. “Isso acontece com alguns tipos de antibióticos e anticoncepcionais. Varia de caso para caso, mas pode acontecer do primeiro medicamento inibir o efeito do segundo, que é de uso contínuo”, analisa.

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Pixabay

Por isso, é imprescindível consultar um médico quando sentir qualquer dor ou perturbação recorrente ou persistente, e não fazer uso de remédios continuamente sem orientação. As consequências podem ser mais sérias do que imaginamos.

 Fonte: Docway

Seu corpo reflete sua mente

Nosso corpo é um emaranhado de células inteligentes, que responde aos estímulos da nossa mente, consciente e inconsciente, e cuja saúde está totalmente conectada às nossas emoções. A especialista em Saúde Integrativa, Frésia Sa, questiona: o que o seu corpo está refletindo neste momento, é saudável?

“Pode ser que você ainda não saiba, mas nossa mente pode adoecer ou curar nosso corpo, e só depende de como direcionamos nossas emoções e reagimos ao que nos acontece”. A frase é da fisioterapeuta Frésia Sa, especializada em saúde integrativa e sócia da Biointegral Saúde, em São Paulo.

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Foto: MD-Health

“Quando fingimos que está tudo bem, mas vamos acumulando desapontamentos e tristezas, as chances de ter problemas de saúde são muito altas”, explica ela, que complementa: “por outro lado, quando desenvolvemos uma postura calma e grata diante da vida, fortalecemos nosso sistema imunológico”.

Segundo Frésia, nosso corpo é um emaranhado de células inteligentes, que responde aos estímulos da nossa mente, consciente e inconsciente. “Se não podemos controlar o que nos acontece, podemos, ao menos, ter controle sobre como vamos reagir ao que nos acontece. Esse poder de reação está intimamente ligado ao quanto nos conhecemos, ao quanto estamos conscientes diante da vida e ao quanto escolhemos a saúde ao invés da doença”, reforça a fisioterapeuta.

“Conhecemos pessoas que vivem à base de medicamentos, encontrando saídas rápidas e aparentemente eficazes para, praticamente, tudo que lhes acontece. Sou a favor do uso de medicamentos em momentos muito agudos da doença, mas contra a substituição, por eles, de uma investigação apurada das causas do que nos acontece e da mudança de hábitos e de mentalidade na busca da saúde integral” revela Frésia.

O corpo reflete a mente

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Vamos pensar da seguinte forma: se você toma medicamentos, elimina os sintomas daquilo que está incomodando. Quando cessa o medicamento, logo a dor retorna. Esse é um quadro comum de reincidência no caso de dores crônicas, especialmente aquelas para as quais a ciência ainda não tem explicação. De onde vem a fibromialgia, por exemplo? Ou uma psoríase? São respostas que ainda estão sendo buscadas pela ciência.

Mas voltemos ao quadro: com os remédios, os sintomas são tratados. Mas a dor retorna. E aí, como fazer? Frésia fala sobre uma possibilidade real de tratamento: “Quando buscamos as causas primárias de dores e doenças, quando entendemos que somos mais do que aquele quadro sintomático atual, é possível encontrar novos meios de lidar e de tratar as dores. Muitas vezes, a doença é o corpo tentando lidar com nossas emoções mais profundas. Encontrá-las e iniciar um processo de limpeza é uma proposta viável e que, muitas vezes, é totalmente eficaz”.

Fonte: Biointegral Saúde

Feno grego: planta medicinal pouco conhecida e poderosa

Nutricionista fala sobre os benefícios para o nosso organismo, mas alerta que o consumo inadequado pode trazer riscos

O feno grego, também conhecido como alforva, é uma planta antiga e muito conhecida no continente asiático. Geralmente, são utilizadas suas sementes, nas quais se encontram mais propriedades medicinais, mas as folhas também podem ser manipuladas e preparadas como chá. Outra opção ainda, é o pó das sementes, que pode ser adicionado em receitas e preparações, ou transformado em cápsulas, nas quais a concentração e dosagem irá variar de acordo com cada objetivo.

O feno grego é rico em vários nutrientes, como vitaminas A, C e do complexo B, minerais como magnésio, ferro, cálcio, potássio, flavonoides, diosgenina (composto com propriedades parecidas ao estrógeno) e fibras.

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“Ele ajuda a reduzir os níveis de glicose no sangue, beneficiando os diabéticos. Diminui e melhora os níveis de colesterol, ajuda a diminuir os riscos de problemas cardiovasculares, tem funções antioxidantes e anticancerígenas, melhora a libido, é bom para os hormônios, anti-inflamatório, melhora a digestão, e pode ser usado ainda de forma tópica para tratar alguns problemas de pele e cabelos”, explica a nutricionista e pesquisadora Aline Quissak.

Ele possui também, propriedades capazes de auxiliar na libido, melhorar os sintomas da TPM e reduzir os da menopausa (ondas de calor e oscilações de humor), porque contém a diosgenina, que faz com que os hormônios femininos fiquem balanceados. Além disso, pode ser utilizado para estimular a produção de leite em mulheres que estão no período de amamentação.

“As lactantes podem começar a produzir mais leite dentro do período de 24h a 72h horas após o consumo do feno grego. A planta é considerada segura para as mães que amamentam desde que sempre seja usada com moderação”, previne a especialista.

A planta não traz benefícios apenas às mulheres. Pesquisas revelaram que ela pode promover bons níveis de testosterona em homens, melhorando o desempenho e as funções sexuais, bem como ajudar no ganho de massa muscular de forma natural e melhorar a disposição. E, apesar de todos esses benefícios, Aline alerta para o consumo exagerado que pode trazer riscos.

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“Essa planta pode causar alguns efeitos colaterais – em longo prazo -, ou se consumida de maneira inadequada, podendo provocar desconforto intestinal, náuseas, suor, mudanças no cheiro da urina e/ou leite materno. Pode causar ainda reações alérgicas, quando usada para aplicações na pele. O uso do feno grego é contraindicado durante a gravidez, pois pode causar contrações uterinas e, portanto, provocar trabalho de parto prematuro ou até mesmo o aborto. O consumo traz benefícios, mas deve ser feito com cautela e sempre após consultar um especialista. As recomendações para o uso precisam ser feitas de maneira individual”, finaliza.

Fonte: Nutri Secrets

Dicas de como proteger os pets do barulho de trovões

Não deixá-los presos na coleira e mantê-los num espaço seguro são algumas das orientações

Assim como os fogos de artifício, o som das trovoadas também deixa muitos pets assustados. Com maior sensibilidade auditiva, cães e gatos sofrem com medo, desconforto e estresse provocado pelo barulho, além do risco de se machucarem, ao buscar esconderijo ou tentar escapar. E como diz a canção: “São as água de março fechando o verão”, ou seja, muita chuva caindo.

“As pessoas não devem tentar abraçá-los ou pegá-los no colo nesses momentos, para evitar que o animal associe a algo ruim”, explica a veterinária Karina Mussolino, gerente técnica de clínicas da Petz e do Centro Veterinário Seres.

Ela orienta a agir naturalmente, brincar com os pets, fazer festa, como se nada estivesse acontecendo. Também é importante evitar deixá-los presos com a coleira, permitir que se escondam e manter o ambiente vazio para que não se machuquem. “Procure não deixá-los ao ar livre, mas trazê-los para dentro de casa, onde o som é abafado”, explica a veterinária.

Pets com doenças cardíacas devem ter atenção dobrada. Alguns cães podem apresentar complicações cardiorrespiratórias e até ter convulsões nessas situações de medo. Por isso, as consultas no veterinário devem estar em dia para que o profissional possa acompanhar esse animal de forma preventiva.

10 dicas para driblar o barulho

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1 – Cães e gatos costumam se esconder nesses momentos de medo, por isso é importante deixá-los livres, não prender na coleira (em alguns casos eles podem ficar rodando em círculos e até se enforcar) e manter em espaço livre para que não se machuquem (por exemplo: áreas pequenas, portões, lanças…).

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2 – Alguns bichinhos toleram bem o colo do dono, pois se sentem mais seguros, outros preferem buscar áreas que possam se esconder, como embaixo de móveis. Deixe o seu pet se ajeitar da melhor maneira para ele, não force situações desconfortáveis.

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3 – Uma das formas de evitar transtorno é manter o pet quieto em um local fechado e silencioso, o que pode ajudá-lo a se sentir mais protegido (por exemplo: um quarto).

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Foto: MalibuPetCare

4 – Alguns pets toleram bem a colocação de algodões nos ouvidos para abafamento dos sons. Mas vale lembrar que o algodão deve colocado com cuidado e retirado imediatamente após o término dos ruídos.

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Warren Photographic

5 – O ideal é agir de forma natural, brincar com o pet, entretê-lo com seu brinquedo favorito, fazer festa, como se nada estivesse acontecendo.

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6 – No caso dos gatos, é comum que sumam da vista dos donos. Se a casa ou o apartamento forem seguros, com redes nas janelas e portões fechados, deixe o bichano por lá, evite ficar chamando para não estressá-lo mais.

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7 – Também não é recomendado deixá-los sozinhos nesta época. Em caso de viagens, é aconselhável deixá-los com parentes, vizinhos ou em hotéis especializados.

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8 – Evite a automedicação, sem orientação do veterinário, pois há risco à saúde dos bichinhos.

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9 – Cães e gatos que já tenham histórico de doença cardíaca devem ter cuidados especiais nessas situações. É importante que o dono converse com o veterinário.

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10 – Caso o animal apresente qualquer tipo de alteração ou acabe se machucando de alguma forma, ele deve ser levado imediatamente a um veterinário, para ser avaliado e ter certeza que nenhuma lesão mais grave aconteceu com ele.

Fonte: Petz

Salvar

Novo estudo mostra que exame ocular pode detectar sinais da doença de Alzheimer

Estudo publicado no jornal da Academia Americana de Oftalmologia sugere que exame não invasivo também pode ajudar a distinguir entre a doença de Alzheimer e o comprometimento cognitivo leve

Pesquisadores do Duke Eye Center mostraram que um novo dispositivo de imagem não invasivo pode ver sinais da doença de Alzheimer em questão de segundos. Os pesquisadores descobriram que os pequenos vasos sanguíneos da retina na parte de trás do olho estão alterados em pacientes com este mal.

E eles mostraram que podem distinguir entre pessoas com Alzheimer e aquelas com apenas comprometimento cognitivo leve. Esta pesquisa mais recente é o maior estudo feito até hoje e acrescenta à literatura atual como os cientistas se esforçam para encontrar uma maneira rápida, não invasiva e barata para detectar a doença de Alzheimer nas fases iniciais. O estudo foi publicado on-line no dia 11 de março em Ophthalmology Retina, um jornal da Academia Americana de Oftalmologia.

Um novo tipo de imagem precisa e não invasiva, chamada angiografia por tomografia de coerência óptica (OCTA), auxiliou grande parte das pesquisas recentes sobre a conexão do olho com a doença de Alzheimer. Ele permite que os médicos vejam os menores vasos sanguíneos na parte de trás do olho que são menores que a largura de um fio de cabelo humano.

Como a retina é uma extensão do cérebro e compartilha muitas semelhanças com ele, os pesquisadores acreditam que a deterioração da retina pode espelhar as mudanças que ocorrem nos vasos sanguíneos no cérebro, oferecendo, assim, uma abertura para o processo da doença.

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Imagem: Heron Eyecare

Para o estudo, os pesquisadores usaram o OCTA para comparar as retinas em 70 olhos de 39 pacientes com Alzheimer, com 72 olhos de 37 pessoas com comprometimento cognitivo leve, bem como 254 olhos de 133 pessoas cognitivamente saudáveis. Eles descobriram que o grupo de Alzheimer tinha perda de pequenos vasos sanguíneos da retina no fundo do olho e que uma camada específica da retina era mais fina quando comparada às pessoas com comprometimento cognitivo leve e pessoas saudáveis. As diferenças na densidade foram estatisticamente significativas após os pesquisadores controlarem fatores como idade e sexo.

Diagnosticar a doença de Alzheimer é um desafio

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Algumas técnicas podem detectar sinais da doença, mas são impraticáveis para a triagem de milhões de pessoas: as tomografias cerebrais são caras e a punção da coluna tem riscos. Em vez disso, a doença é frequentemente diagnosticada por meio de testes de memória ou observando mudanças comportamentais. No momento em que essas mudanças são percebidas, a doença está avançada. Embora atualmente não exista cura, o diagnóstico precoce permitirá que os pesquisadores estudem novas medicações mais cedo, já que futuros tratamentos podem ser mais eficazes quando administrados precocemente. Diagnósticos anteriores também proporcionariam aos pacientes e suas famílias tempo para planejar o futuro.

A oftalmologista, autora sênior e  professora de Oftalmologia da Duke, Sharon Fekrat, juntamente com o autor principal, Dilraj Grewal, MD, Professor Associado de Oftalmologia da Duke, esperam que o trabalho possa um dia ter um impacto positivo na vida dos pacientes.

“O diagnóstico precoce da doença de Alzheimer é uma enorme necessidade não atendida”, disse Sharon. “Não é possível para as técnicas atuais, como uma varredura do cérebro ou punção lombar para checar o número de pacientes com esta doença. É possível que essas mudanças na densidade dos vasos sanguíneos na retina possam espelhar o que está acontecendo no minúsculo sangue.” vasos no cérebro. Nosso trabalho não é feito. Se pudermos detectar essas alterações dos vasos sanguíneos na retina antes de qualquer alteração na cognição, isso seria um fator de mudança no jogo “.

Fonte: American Academy of Ophthalmology

Mulher: descubra os benefícios do ômega-3 para a saúde feminina

O ômega-3 é um ácido graxo poli-insaturado que atua na modulação do processo inflamatório de diversas doenças, desde as cutâneas até os casos mais graves, como o câncer. Uma dieta rica em ômega-3 pode auxiliar na prevenção dessas enfermidades e na redução do estresse oxidativo.

Especialmente para as mulheres, o consumo regular da substância melhora a qualidade de vida e traz maior bem-estar ao dia a dia. Segundo Renato Leça, médico nutrólogo e vice-presidente da Associação Médica Brasileira de Ortomolecular, o ômega-3 está associado ao progresso de principais problemas associados à saúde feminina. Abaixo, ele explica sobre algumas delas:

– Câncer de mama

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O câncer de mama é o tipo de neoplasia que mais afeta mulheres no mudo e ocorre através da proliferação desordenada de células mamárias. Segundo estudos, a suplementação com ômega-3 ajuda a prevenir tumores de mama. Enquanto nos países ocidentais o consumo da substância ainda está sendo difundido, nos países orientais este já faz parte dos hábitos alimentares da população.

– Doenças cardiovasculares

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Em relação às doenças cardiovasculares, embora as mulheres sofram menos que os homens, esta ainda consiste na primeira causa de morte, por doenças crônicas, entre o sexo feminino. Um dos principais fatores que predispõem as mulheres às doenças do coração é a menopausa, fase em que a mulher perde parte da proteção conferida pelos hormônios. Nesse sentido, a suplementação com ômega-3 pode ajudar a prevenir a fibrilação ventricular (ritmo cardíaco com batimentos descompensados e acelerados), a morte súbita, melhorar o relaxamento endotelial e regular o ritmo cardíaco.

– Alterações hormonais

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Tanto a TPM quanto a menopausa também podem ter seus efeitos atenuados com a ingestão de ômega-3, uma vez que os efeitos inflamatórios relacionados a essas condições seriam amenizados pela substância

Portanto, enriquecer a dieta com suplementos à base de óleo de peixe parece trazer resultados positivos para a saúde feminina.

Como escolher o ômega-3

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Uma questão importante na suplementação de ômega 3 é a escolha de cápsulas que facilitem o uso e a deglutição. OmegaPure e OmegaPure DHA, da Biobalance, são os suplementos com a maior concentração e alta pureza de ácidos graxos ômega-3 já registrados no Brasil. Além do teor superior a 90%, a linha OmegaPure apresenta zero colesterol, zero gorduras saturadas e zero gorduras monoinsaturadas.

A tecnologia gastrorresistente, aplicada à menor cápsula do mercado, assegura um maior conforto gástrico, porque impede refluxo com odor de peixe – uma queixa comum de quem consome ômega 3 em cápsulas convencionais. As cápsulas de tamanho reduzido são de fácil ingestão, permitindo seu consumo de forma confortável também por crianças e idosos.

Fonte: Renato Leça é professor de Oftalmologia e Coordenador das Disciplinas de Medicina Integrativa e de Nutrologia com Prática Ortomolecular da Faculdade de Medicina do ABC.

Boavista Shopping promove 1º Festival Viva Bem com feira de adoção de animais

Na programação do evento estão aulas de ginástica e dança, além de barracas de produtos orgânicos e feirinha de adoção de animais

No dia 17 de março, o Boavista Shopping, localizado em Santo Amaro, Zona Sul de São Paulo, promove a primeira edição do Festival Viva Bem. Criado com o objetivo de contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos moradores da região e frequentadores do shopping, o Festival Viva Bem promoverá atividades de dança, ginástica, alongamentos e caminhada.

Há dez anos o Boavista Shopping promove atividades físicas para os moradores da região. Tudo começou com o Projeto Viva Bem, que oferece diariamente aulas gratuitas de ginástica e dança a alunos cadastrados, a maioria público da terceira idade. Para atrair também os mais jovens, o Shopping passou a oferecer também aulas de zumba. O projeto se tornou um sucesso de público. Com a crescente demanda de alunos interessados em participar, surgiu a ideia do Festival.

“Oferecemos aulas diariamente, das 8h30 às 9h30, mas já estávamos com as turmas lotadas. Como não temos desistências, logo, a lista de espera de alunos só cresce. Tivemos, então, a ideia de fazer o Festival Viva Bem, com aulas de ginástica para grandes turmas, promovidas uma vez por mês, no estacionamento do Shopping”, explica Alexandre Silva, coordenador do Viva Bem.

O Festival Viva Bem será realizado, portanto, sempre no segundo ou terceiro domingo de cada mês. A participação é gratuita. Entre as atividades oferecidas, estão aulas de FitDance, Zumba, Ritmos, Yoga, Pilates e caminhada. Além disso, o evento também terá stands de serviços oferecidos pelos lojistas, feirinha de adoção de animas, produtos orgânicos e café da manhã.

As aulas serão feitas ao ar livre, no estacionamento do piso G6, das 8h30 às 12h. A programação é de responsabilidade do Espaço Mova-se, o novo lugar de saúde do Boavista Shopping, que oferece atividades físicas e fica localizado no piso G2.

Programação:
8h30 – Café da manhã
9h10 – Alongamento e aquecimento com dança
9h30 – Saída para caminhar
9h30 – Aula de Yoga
10h30 – Aula de Zumba (Dança)
11h – Aula de Ritmos (Dança)
11h30 – Aula de Fit Dance (Dança)
12h – Termino do evento

Festival Viva Bem

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O que é: evento com stands de lojistas, barraca de produtos orgânicos, feirinha de adoção de animais e programação com ginástica, danças e caminhada
Quando: domingo, 17 de março
Horário: 8h30 às 12h
Local: Estacionamento Piso G6
Endereço: Rua Borba Gato, nº 59 – Santo Amaro – São Paulo
Quanto: Gratuito