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Crescer com animais pode tornar uma pessoa mais resiliente quando adulta

Uma educação rural com muito contato com animais pode garantir o sistema imunológico e a resiliência mental ao estresse de forma mais eficaz do que a criação em uma cidade e sem animais de estimação.

Essa foi a conclusão de uma pesquisa liderada por profissionais da Universidade de Ulm na Alemanha e agora publicada na revista PNAS. Esse estudo não é de forma alguma o primeiro a propor que crescer em ambientes urbanos sem diversidade de micróbios pode prejudicar a saúde física.

A esse respeito, acrescenta-se à crescente evidência em apoio às teorias que se desenvolveram a partir da “hipótese da higiene”. Porém, o estudo é o primeiro a sugerir que um risco maior de transtornos psiquiátricos – provavelmente devido a uma “resposta imunológica exagerada” – pode ser outra consequência inesperada do crescimento em um ambiente com menos oportunidades de interagir com uma variedade de micróbios.

“Já foi muito bem documentado”, diz Christopher A. Lowry, coautor do estudo, professor de fisiologia integrativa na Universidade do Colorado em Boulder, que “a exposição a animais e ambientes rurais durante o desenvolvimento físico é benéfica em termos de redução de riscos de asma e alergias mais tarde na vida “.

No entanto, ele acrescenta que seu estudo também “avança a conversa mostrando pela primeira vez em humanos que essas mesmas exposições provavelmente são importantes também para a saúde mental”.

Perdendo contato com micróbios coevoluídos

quarto hotel poluição cama computador

A existência humana está se tornando cada vez mais urbanizada. Em 1950, apenas um terço da população mundial vivia nas cidades. Em 2014, esse número subiu para 54% e deverá aumentar para 66% até 2050.

A ideia de que o aumento da urbanização e as mudanças no estilo de vida que o acompanham pode aumentar o risco de certas doenças, devido à redução da interação com uma variedade de micróbios, decorre da hipótese da higiene.

A teoria tem suas raízes em uma pesquisa de 30 anos que sugere que uma taxa mais baixa de infecção entre crianças pequenas foi o motivo pelo qual as taxas de asma e doenças relacionadas à alergia aumentaram no século XX. No entanto, tornou-se evidente que a interação com os micróbios ultrapassa esse escopo original, e até mesmo foi sugerido que o termo hipótese de higiene é um equívoco e deve ser abandonado.

Em seu estudo, o autor sênior Stefan O. Reber, professor de psicossomática molecular na Universidade de Ulm, e sua equipe usam o termo “velhos amigos” para se referir aos micróbios que coevoluíram com os humanos.

Lowry e colegas discutiram anteriormente como “a perda progressiva do contato com organismos com os quais coevoluímos” pode ser a culpado por “grande parte do fracasso da regulação de respostas imunes inflamatórias inapropriadas” visto em muitos habitantes urbanos modernos e habitantes de nações mais ricas.

Estudo testou homens com vários níveis de educação

cachorro homem beagle

O novo estudo investiga ainda mais esse elo comparando as respostas relacionadas ao estresse em adultos jovens que foram criados em ambientes rurais, onde tiveram muito contato com animais com pessoas criadas em áreas urbanas “na ausência de animais de estimação”.

Os investigadores inscreveram 40 voluntários masculinos saudáveis com idades entre 20 e 40 anos residentes na Alemanha. Metade tinha sido criada em fazendas onde eles frequentemente lidavam com animais, e a outra metade tinha sido criada em ambientes urbanos sem animais de estimação.

Para criar a condição de estresse, todos os participantes completaram duas tarefas. Na primeira, fizeram uma apresentação para uma audiência que não mostrou reação, e então, eles tiveram que resolver um problema de matemática difícil sob pressão de tempo. Os voluntários deram amostras de sangue e saliva 5 minutos antes do teste, e novamente 15, 60, 90 e 120 minutos depois.

“Resposta imunitária exagerada”

Os resultados mostraram que os homens jovens criados em cidades sem animais de estimação tiveram um “aumento pronunciado” nos níveis de “células mononucleares do sangue periférico”. Essas células formam uma grande parte do sistema imunológico.

Enquanto isso, membros do grupo educados na cidade também tiveram níveis mais altos de interleucina 6 e níveis “suprimidos” de interleucina 10. A interleucina 6 é um composto que promove a inflamação, enquanto a interleucina 10 é um composto que reduz a inflamação.

Lowry diz que esses resultados mostraram que “as pessoas que cresceram em um ambiente urbano tiveram uma indução muito exagerada da resposta imune inflamatória ao estressor, o que persistiu durante o período de duas horas”.

O que surpreendeu os pesquisadores foi que, embora seus corpos parecessem ter uma resposta mais sensível ao estresse, os homens criados em cidades e sem animal de estimação relataram sentimentos mais baixos de estresse do que seus colegas que foram criados em fazendas.

Lowry compara a “reação inflamatória exagerada” dos homens criados na cidade a “um gigante adormecido que eles desconhecem completamente”.

Contato com animais pode ser fator chave

homem brincando com gato

Ao discutir suas descobertas, os autores mencionaram pesquisas anteriores que mostraram que a forma como nosso sistema imunológico responde ao estresse é moldada na infância por nossas interações com os micróbios.

Outros estudos sugeriram que uma resposta amplificada à inflamação está ligada a uma taxa mais alta de transtorno de estresse pós-traumático e depressão mais tarde. Eles também discutem como a presença ou a ausência de animais pode ser um fator importante nos resultados.

Eles observam como outros pesquisadores descobriram que “agricultura altamente industrializada com baixo contato com animais de fazenda” está mais ligada a condições relacionadas à desregulação imunológica – como asma e alergias – do que “agricultura tradicional com contato regular com animais de fazenda”.

Isso sugeriria, eles explicam, que o “efeito protetor” – de uma educação rural com animais em comparação a uma criação na cidade sem animais – venha mais provavelmente  do contato com animais do que a diferença entre os estilos de vida rural e urbana.

‘Tenha um animal de estimação e passe um tempo na natureza’

homem e cachorro docg
Foto: Docg

Os pesquisadores agora querem repetir o estudo com grupos maiores – tanto homens quanto mulheres – e com educação mais variada, a fim de desvendar os efeitos do contato com animais e do grau de urbanização.

Eles também reconhecem que o estudo não levou em conta outros fatores que podem afetar a exposição infantil à variedade de micróbios. Esses incluem, por exemplo, o tipo de parto ao nascer, a amamentação em comparação com a alimentação de outra forma, o uso de antibióticos e dietas.

Enquanto isso, os pesquisadores sugerem que os moradores da cidade se tornem um “animal de estimação peludo”, passem um tempo na natureza e comam alimentos que são “ricos em bactérias saudáveis”. Além de adotarem um animal de estimação.

“Muitas pesquisas ainda precisam ser feitas. Mas parece que gastar o máximo de tempo possível, de preferência durante a educação, em ambientes que oferecem uma ampla gama de exposições microbianas, tem muitos efeitos benéficos” afirmou o professor Stefan O. Reber.

Fonte: MedicalNewsToday

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Hoje é o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Surdez

É muito barulho. Na rua, no trabalho ou em casa temos a constante sensação de que o “volume da vida” aumentou. Buzinas, carros de som, camelôs, obras, fones de ouvido, eletrodomésticos, pessoas conversando em tom alto, gritaria de crianças, cachorro, telefone, equipamentos eletrônicos… Ufa!

São tantos sons ao redor que às vezes fica difícil até saber de onde vem cada um. E nós seguimos aumentando o volume para ouvirmos melhor o que realmente nos interessa. Essa overdose sonora que nos afeta voluntária ou involuntariamente pode trazer sérios riscos à saúde dos ouvidos. Neste dia 10 de novembro, Dia Nacional de Prevenção e Combate à Surdez, que tal abaixar o volume e ficar alerta para algumas dicas?

Já se sabe que a perda auditiva começa a surgir mais cedo entre os moradores de grandes cidades e o trânsito pode ser um dos vilões. Para fugir do barulho do tráfego intenso e da movimentação nas ruas muitas pessoas recorrem aos fones de ouvido. Eles são nossos parceiros para ouvir música. Mas esse companheiro inseparável pode ser muito perigoso se o volume do som nos fones estiver em níveis acima do recomendado. Dê preferência aos fones estilo concha, que além de serem mais confortáveis, se ajustam ao ouvido garantindo maior isolamento do barulho ambiente e permitindo que você mantenha o volume da música em nível adequado aos ouvidos.

“O problema relacionado ao uso de fones de ouvidos está ligado ao volume do som e ao tempo diário das pessoas em contato com o ruído. A exposição intensa e frequente acima de 85 decibéis pode provocar danos irreversíveis à audição com o passar do tempo”, conta a fonoaudióloga Isabela Papera, da Telex Soluções Auditivas.

A especialista em audiologia ressalva, no entanto, que as consequências do uso frequente de fones de ouvido não são as mesmas para todos. Além de variar de acordo com o período de exposição ao ruído, a perda aditiva está ligada também à predisposição genética de cada um. “Recomendamos aos jovens que usam fones com frequência que façam uma audiometria. É o exame que informa se há perda de audição e como proceder para evitar o agravamento do problema”, aconselha.

O nível de barulho em casa também tem grande impacto na saúde auditiva. TV, rádio, liquidificador, aspirador de pó, secador de cabelos, aparelhos de som, jogos de videogame, smartphones e tablets fazem parte do nosso cotidiano e podem facilmente extrapolar os limites de decibéis. É fundamental estar atento ao barulho que eles emitem em benefício da saúde auditiva. Se perceber que o barulho está incomodando, uma solução barata e inteligente é usar protetores de ouvido.

television

Outra situação em que vale usar protetores auriculares é se você é amante do ronco de um motor. Estudo do Instituto Nacional de Surdez e Outras Doenças de Comunicação, dos EUA, constatou que uma moto emite ruídos em torno de 95 decibéis. Lembrando que ruídos acima de 85 dB podem causar alterações na estrutura interna do ouvido e perda permanente de audição com o decorrer dos anos. Imagina o estrago que o hábito de pilotar diariamente a moto pode causar!

Os danos à audição podem começar até mesmo no ambiente escolar, trazendo riscos às crianças desde a sua formação. O barulho típico da criançada fazendo algazarra no pátio, na sala de aula, gritando e correndo pelos corredores é um cenário natural na infância, mas que esconde um problema.

O excesso de ruído que envolve os alunos – e os professores – pode causar estresse, falta de concentração e até uma progressiva perda auditiva, que não será sentida de imediato, mas terá reflexos mais tarde. Além disso, é importante que os pais examinem a audição de seus filhos logo no início da vida escolar. Crianças com dificuldades para ouvir não aprendem direito, costumam ter conflitos de relacionamento e apresentam distúrbios de comportamento como distração ou retraimento em excesso. É preciso investigar para que isso não afete o aprendizado.

“A grande preocupação é que a ‘Perda Auditiva Induzida por Níveis de Pressão Sonora Elevados’ (PAINPSE) tem efeito cumulativo. Dependendo do volume e do tempo de exposição ao som elevado, além de uma predisposição genética, o indivíduo pode sofrer danos auditivos cada vez mais severos, de forma contínua e elevada ao longo da vida. E as novas gerações serão as maiores vítimas dessa perda precoce, em razão do uso de fones, boates, da vida cada vez mais barulhenta”, alerta a fonoaudióloga da Telex, que é especialista em audiologia.

ouvido

Quanto mais cedo for detectada a perda auditiva, melhor. Quando o dano ainda é pequeno, é mais fácil devolver os sons ao indivíduo, geralmente com o uso de aparelhos auditivos. O problema é que a maioria das pessoas que têm problemas de audição não reconhece que ouve mal. A falta de informação e o preconceito fazem com que a consulta ao médico seja protelada por muitos anos. A boa notícia é que, graças aos avanços da tecnologia, os aparelhos auditivos hoje são minúsculos, discretos, alguns são até invisíveis, pois ficam dentro do canal auditivo, como os da Telex.

Ao desconfiar de dificuldades para ouvir, consulte um médico otorrinolaringologista para obter um diagnóstico preciso. A partir de avaliações como a audiometria, é indicado o tratamento mais adequado.

Fonte: Telex Soluções Auditivas

10 de novembro é celebrado o Dia Mundial do Ceratocone

Você já ouviu falar sobre ceratocone? Doença congênita que afeta os olhos, acomete de 0,5% a 3% da população. O problema se caracteriza pelo afinamento e encurvamento progressivos da córnea, que fica com um formato parecido com um cone, o que compromete e pode levar à baixa da visão. Para chamar a atenção e disseminar informações sobre a doença, em 10 de novembro, é celebrado o Dia Mundial do Ceratocone.

“O desenvolvimento do ceratocone acontece entre os 10 e 20 anos e tende a progredir até os 30 e 40 anos. Apesar da incidência mais comum ser de forma espontânea, entre 5% e 27% dos casos têm histórico da doença na família”, aponta Myrna Serapião, especialista em ceratocone do H.Olhos – Hospital de Olhos.

Como identificar?

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Córnea normal e outra com ceratocone – ilustração: AllAboutVision

Em sua fase inicial, a doença tem como característica o surgimento de miopia ou astigmatismo. Em seguida, o paciente começa a se queixar de mudanças frequentes na prescrição dos óculos, visão embaçada, com halos de luz ou distorcida, e alta sensibilidade à luminosidade.

“A baixa visão, aumento progressivo de astigmatismo, acompanhado por dores de cabeça e fotofobia, e a dificuldade de enxergar mesmo com os óculos são sintomas comuns do ceratocone. A partir de um exame clínico, é possível confirmar a doença. Com o avanço da tecnologia na medicina, o diagnóstico tornou-se mais eficaz, pois existem aparelhos específicos capazes de medir com extrema precisão a espessura e a curvatura da córnea, detectando o ceratocone mesmo em estágios iniciais”, explica a médica.

É importante destacar também que os pacientes que sofrem com ceratocone tendem a ter alergia ocular associada, e, consequentemente, coçam os olhos. O ato de coçá-los com frequência está diretamente ligado ao afinamento da córnea e leva ao agravamento da doença.

Tratamento

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Imagem: 2020Tulsa

O transplante de córnea é o único tratamento definitivo do problema. No entanto, existem outros métodos que, quando indicados adequadamente pelo oftalmologista, podem melhorar a visão e proporcionar uma melhor qualidade de vida aos pacientes.

Existem quatro fases da doença. Na inicial, a visão pode ser corrigida com o uso de óculos. No estágio moderado, recomenda-se o uso de lentes de contato específicas para ceratocone ou o implante de anel intracorneano, quando a visão com lentes de contato não é satisfatória ou quando há intolerância às lentes. Mais uma opção é um procedimento conhecido como crosslinking.

Neste processo, após a aplicação de colírio anestésico e preparos iniciais da córnea, é introduzido o colírio de vitamina B2 que, associado à luz UVA emitida por uma fonte, aumenta a ligação das fibras de colágeno da córnea, o que a enrijece, evitando a progressão da doença.

Nas etapas mais avançadas, o tratamento baseia-se no transplante de córnea. “O ceratocone é a principal causa de transplante de córnea em regiões mais desenvolvidas. A rejeição é rara nestes casos e, quando ocorre, é percebida rapidamente. O tratamento clínico é suficiente para que não seja necessário um novo transplante. Este é um dos motivos pelos quais a doação de órgãos é tão importante e deve ser estimulada”, argumenta Myrna.

Fonte: Grupo H.Olhos

Vinho é a bebida alcoólica preferida dos brasileiros na melhor idade

As razões para o sucesso do vinho são inúmeras: cultura, prazer e sofisticação são apenas algumas qualidades associadas à bebida que acompanha o homem desde os tempos mais remotos. Atualmente, no entanto, outro diferencial chama ainda mais atenção: sua ação sobre saúde.

Diversos estudos e pesquisas, apontam o potencial protetor sobre o sistema cardiovascular e atuação preventiva contra outras doenças, o que já é motivo mais que suficiente para os apreciadores comemorarem, e eles são muitos. Segundo uma pesquisa especializada, a bebida que ganhou o status de amiga do coração, também conquistou o paladar dos brasileiros, especialmente na melhor idade, e, atualmente, ocupa o topo na lista de consumo.

Contudo, os especialistas alertam: as evidências científicas não são uma carta branca para o exagero, pois, para alcançar estes benefícios é preciso moderação. E as recomendações não param por aí, é preciso ter atenção na escolha do rótulo para que a bebida seja uma aliada da saúde.

Amadurecimento do consumo

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Que o vinho é uma das bebidas mais apreciadas em todo o mundo, não restam dúvidas, mas na mesa dos brasileiros ele ainda vem conquistando seu espaço. Com uma média per capta de apenas dois litros por ano, o consumo no país está bem atrás de seus vizinhos chilenos e argentinos. No entanto, uma pesquisa recente mostra que esse cenário está começando a mudar.

O estudo exclusivo, realizado pela Banca do Ramon, um dos empórios mais tradicionais do Mercado Municipal de São Paulo, ouviu 1.360 pessoas de todas as regiões do país a fim de obter uma perspectiva da relação dos brasileiros com a alimentação e seus hábitos de consumo, e constatou que o vinho ganha a preferência quando se trata de bebidas alcoólicas.

O levantamento “Do essencial ao Gourmet” contou com uma amostra composta, em sua maioria, por pessoas da melhor idade – 56% acima dos 50 anos; 20% na faixa etária entre 41 e 50; e 24% com menos de 40 anos – e revela que a grande maioria dos participantes consome bebidas alcoólicas (79%), sendo que 33,2% deles o fazem com regularidade. De acordo com os dados, entre esse universo, o vinho é, disparado, a bebida mais apreciada (64,5%). E não para por aí, pois ele é também a principal pedida na hora de presentear (79,6%).

Segundo o estudo, mais da metade dos entrevistados revela a preferência por rótulos de origem importada e isso também se estende às outras bebidas, tanto que a cachaça, tradicional pinga brasileira, ocupa a ultima posição no ranking do consumo, no entanto, o mais curioso é que, embora a agua ardente nacional seja pouco apreciada por esses indivíduos, a intenção de presentear com ela supera o consumo.

Hábito saudável

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Para a nutricionista Juliana Tomandl, essa preferência dos brasileiros pode ser muito positiva, independentemente da idade, mas antes do consumo desenfreado é preciso se atentar para alguns detalhes importantes. De acordo com a especialista, além da moderação, que é a regra principal, o consumidor também deve saber que nem todo vinho traz os mesmos benefícios para a saúde, alguns se destacam quando o objetivo é fortalecer o organismo, mas outros não são tão saudáveis quanto parecem.

“As pessoas acreditam que todos os vinhos encontrados no supermercado são produtos que que vão contribuir para a saúde, no entanto, nem todos os rótulos podem ser considerados bons para o organismo do ponto de vista nutricional. Isso porque nos processos industriais muitos químicos, aditivos e conservantes são utilizados para padronizar e aumentar a conservação da bebida, desde o cultivo da uva, até o engarrafamento. E o uso dessas substâncias impactam a saúde” – afirma a consultora da Banca do Ramon.

De acordo com a nutricionista, as vantagens da bebida são provenientes da matéria prima: a uva. A fruta possui diversas propriedades terapêuticas graças a sua concentração de polifenóis. A produção desses compostos vegetais é estimulada como resultado de um processo de defesa natural da videira, que acontece diante de agressões externas, como exposição solar e pestes.

Dentre eles, Juliana explica que o que mais se destaca é o resveratrol: “Algumas pesquisas indicam que a substância possui propriedades antienvelhecimento, que protegem o cérebro e estimulam a digestão. Além disso, ela também tem potencial para regular o colesterol e diminuir o acúmulo de coágulos nos vasos sanguíneos.

Essa substância é responsável pela coloração escura da uva, mas isso não quer dizer que quanto mais tinto o vinho, melhor, pois o processo de fabricação também é determinante para qualidade. Por isso, para quem deseja incorporar a bebida como um hábito saudável, a dica é optar por rótulos com intervenções químicas mínimas, especialmente os secos que contém menos açúcar, além disso é importante observar o teor alcoólico, que não deve ser muito alto.

Entrave econômico

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O Brasil possui uma indústria sólida, além de regiões como a Serra Gaúcha, de grande tradição vinícola, mas, mesmo assim, o setor sofre com a constante alta dos impostos nacionais, uma das maiores barreiras para a popularização da bebida e expansão do consumo em um país onde o preço está, erroneamente, associado à qualidade do produto. Para se ter ideia, no mercado brasileiro a composição do preço final do vinho é, em maior parte, formada por tributos.

A alta carga de impostos torna os rótulos mais custosos antes mesmo de chegarem à nossa mesa. Dados do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) mostram que a fatia direcionada ao governo soma 54.73% sobre o preço de uma garrafa nacional e até 74.73% do custo final de um vinho importado. Por isso, para fugir dos preços elevados, o consumo brasileiro é composto, em geral, por vinhos de baixa qualidade, que, segundo a especialista, não favorecem a saúde.

Inverno favorece o consumo

Casal degustando vinhos em casa típica, Alentejo_Crédito - Divulgação Turismo do Alentejo

O vinho, claro, pode ser apreciado em qualquer época do ano. Porém, se há uma temporada ideal para apreciar essa bebida com certeza é a estação mais fria do ano: o inverno. Sua chegada é propícia, no mês festivo em que acontecem as tradicionais festas juninas e arraiais pelo país inteiro. Embora a bebida possa, e deva, ser apreciada durante o ano todo, as baixas temperaturas são convidativas para degustar um bom rótulo.

Os motivos são muitos: além da questão cultural, fatores como harmonização e sensação de aquecimento – devido à sua função vasodilatadora – contribuem para essa associação. Nessa época do ano o vinho é ainda mais requisitado, já que é o ingrediente principal do famoso “quentão”, preparado com cravo, gengibre, canela e frutas.

Segundo a nutricionista o teor alcoólico da bebida é baixo graças à redução do seu preparo no fogo. A dica para uma versão mais saudável é substituir o açúcar refinado pelo mascavo, demerara ou, até mesmo, stevia e xilitol, que são adoçantes naturais.

Fonte: Banca do Ramon

Conhece a metatarsalgia, dor na região plantar do antepé?

Uma pessoa ativa dá, em média, 10 mil passos por dia. O pé, um membro vital para nossa locomoção diária, para ser forte e estável, precisa de atenção e cuidados específicos. Nossos pés são a base do nosso corpo e, por conta disso, são alvos de lesões de diferentes tipos.

Um desses problemas é a metatarsalgia. A doença é caracterizada pela dor localizada ou generalizada na região plantar de todo o antepé (parte da frente do pé, logo antes dos dedos) e está relacionada aos calos e as calosidades da planta dos pés.

Segundo Marco Túlio Costa, presidente da Associação Brasileira de Medicina e Cirurgia do Pé – ABTPé, a metatarsalgia geralmente acomete adultos, mas um estudo dinamarquês mostrou predominância da patologia no sexo feminino, com idade média de 47 anos, contudo, 1/4 de pessoas com mais de 65 anos têm a doença.

 

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Ilustração: NewEnglandOrthopedicSurgeons

Podendo ser classificada como metatarsalgia primária, de origem funcional ou postural, quando alterações anatômicas dos metatarsais são a gênese da patologia, ou metatarsalgia secundária, quando se observa condições sistêmicas, traumas, doenças reumatológicas, osteonecrose das cabeças dos metatarsais e patologias neurológicas causando a dor.

A principal causa de metatarsalgia primária envolve a diferença entre o tamanho dos metatarsos (parte mediana do pé), principalmente quando a segunda e/ou a terceira parte mediada do pé são mais longas que a primeira, ou deslocamento plantar, ou flexão plantar, de um ou mais metatarsos.

Já a metatarsalgia secundária ocorre devido a diversas condições clínicas que, indiretamente, provocam alguma deformidade, geram sobrecarga mecânica ou processos inflamatórios na região frontal do pé.

Costa evidencia que nem sempre é possível evitar a doença, uma vez que em alguns casos, alterações anatômicas inatas culminarão com a dor. Porém, evitar o encurtamento da cadeia posterior com alongamentos, assim com evitar o uso contínuo de saltos muito altos, permite uma distribuição de carga mais fisiológica sob o antepé, preservando sua função.

O presidente da ABTPé reforça ainda as diversas opções de tratamentos para a metatarsalgia: “Normalmente, inicia-se com o tratamento não cirúrgico, que consiste em modificação do padrão de calçados ou no uso de palmilhas e, outras vezes, dependendo do caso, a fisioterapia. Quando a resposta não é satisfatória com essas abordagens, teremos as opções cirúrgicas, com técnicas que variarão de caso a caso, por isso é indicado o diagnóstico de um cirurgião do pé”.

Fonte: ABTPé

Prepare-se para o verão, com moderação

Diretor médico do Instituto do Joelho HCor, Prof. Dr. Rene Abdalla, alerta para o excesso na carga de treinos em busca de resultados “imediatos”

O verão está próximo e as pessoas correm para alcançar a boa forma e deixar o físico em dia para exibi-lo nos dias mais quentes. Mas é preciso cuidado. Iniciar atividade física pode se tornar um perigo se não for feita de maneira correta, com planejamento, orientação médica e, principalmente muita paciência para os resultados acontecerem.

De acordo com o Prof. Dr. Rene Adballa, ortopedista e diretor médico do Instituto do Joelho HCor, buscar resultados milagrosos não é a melhor maneira. “A palavra chave é orientação, tanto na parte nutricional quanto na musculoesquelética. Também é preciso ter paciência, pois os resultados vêm da combinação entre os exercícios físicos e a alimentação balanceada. Dessa forma, os benefícios para o corpo acontecem naturalmente, sem grandes problemas”, alerta Abdalla.

A prática errada e exagerada de exercícios é uma das maiores causas de pacientes nas clínicas. O ortopedista acrescenta que, além de ter músculos fortes, eles devem estar equilibrados para evitar problemas.

“Normalmente a musculatura posterior é 20% mais fraca em relação a anterior, e pode chegar até 40%. Por isso, antes de iniciar qualquer atividade é preciso checar como está a musculatura. E isso pode ser feito por meio de uma avaliação isocinética”, comenta o ortopedista.

O teste isocinético é uma análise muscular computadorizada que vai avaliar os possíveis desequilíbrios e déficits musculares que podem levar ao aumento de desgastes prematuros nas articulações (joelho, quadril, ombro, cotovelo, punho, tornozelo e coluna lombar).

“A partir da realização do teste teremos informações sobre força, potência e resistência muscular do paciente, podendo orientar de forma correta qual grupo de músculos deve ser trabalhado e de que maneira”, conclui.

Oito dicas importantes

O ideal é procurar orientação especializada antes de começar qualquer exercício físico, além de controlar a alimentação. Aqui vão algumas dicas para que a atividade seja prazerosa e segura e auxilie a chegar “no shape”, no verão.

1.Procurar um especialista e pedir orientação para a prática do exercício físico.

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Pixabay

2.Antes dos exercícios alongar a musculatura para preparar o corpo para a atividade física.

3.Ficar atento com os exercícios praticados e procurar uma série que melhor se ajuste as suas necessidades para não agredir o sistema musculoesquelético.

4.Evite excessos e saiba respeitar os limites do corpo. Deve-se iniciar de forma gradativa.

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5.Intercale atividades, por exemplo, musculação com corrida.

6.Nas corridas, escolha um calçado adequado, que proteja primordialmente os membros inferiores dos impactos e repetições de movimentos.

7.Dê preferência a roupas com tecidos que permitam uma transpiração mais livre.

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Foto: chicagostemcelltherapy

8.Ao primeiro sinal de dor, interrompa os exercícios por 48 horas. Caso a dor persista procure o especialista.

Fonte: Prof. Dr. Rene Adballa

Royal Canin promove ação “Meu Pet no Peso” no Parque Vila Lobos

Objetivo é de conscientizar tutores sobre a importância do controle de peso para a qualidade de vida e longevidade de gatos e cães

Obesidade é um problema global de saúde pública e no Brasil não é diferente. A afirmação tem como base dados do Ministério da Saúde que apontam um aumento da obesidade na população em 60% nos últimos 10 anos.

Uma em cada cinco pessoas no país está acima do peso e especialistas atribuem fatores como mudanças no estilo de vida, sedentarismo, dieta irregular e estresse como principais responsáveis. A mudança no estilo de vida afeta não só os tutores como também seus pets.

Por isso, a Royal Canin lançou a campanha “Meu Pet no Peso”, de conscientização sobre o a importância do controle de peso dos animais de estimação, em parceria com a ABEV (Associação Brasileira de Endocrinologia Veterinária).

A Royal Canin convida a todos para participar dessa ação em prol da saúde dos nossos melhores amigos.

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Evento Meu Pet no Peso!
Local: Parque Vila Lobos – Espaço Petz
Endereço: Av. Prof. Fonseca Rodrigues, 2001 – Alto de Pinheiros, São Paulo – SP
Data: 10 de novembro
Horário: das 9h às 14h
Atividades: orientação veterinária, entrega de folhetos informativos, pesagem do pet e apresentação de agility para quem passar pelo local, além de entrega de brindes.

Hábitos simples podem melhorar casos de refluxo

O refluxo atinge, hoje, metade população adulta brasileira, de acordo com a Federação Brasileira de Gastroenterologia. Extremamente comum e difícil de diagnosticar, ocorre quando o conteúdo de natureza ácida que está no estômago sobe para o esôfago, gerando sintomas como queimação, dor no peito, azia e extremo mal estar. Detectar a doença pode ser desafiador, já que ela se manifesta por meio de sinais em comum com diversos outros problemas – como tosses, dor de garganta, queimação e dor no peito.

“Isso faz com que boa parte dos pacientes sofra anos antes de ter o diagnóstico”, explica o cirurgião gastroenterologista Fabio Thuler. “Essa demora faz com que o quadro de muitos pacientes piore bastante”.

Hérnia de hiato é a maior complicação que pode ser gerada pela doença do refluxo. Isso ocorre porque a parede do diafragma vai sendo empurrada e ficando mais sensível, a ponto de uma parte do estômago se projetar para o tórax – músculo de extrema importância para a respiração, que em casos mais graves, também pode ser afetada. “Em situações assim, se faz necessária a cirurgia de reparo de hérnia”, explica o médico. “Dessa forma, é preciso que o cirurgião acesse a região entre o estômago e o esôfago”.

Especialista na técnica de cirurgia robótica, ou seja, procedimento feito por meio de aparelhos de alta precisão e minimamente invasivos, Thuler reforça que a cirurgia se faz essencial para a qualidade de vida de muitos pacientes, cujos organismos não reagem a tratamentos medicamentosos. “Nesses casos, não há opção senão fazer a cirurgia laparoscópica. São feitos pequenos furos no abdômen e, assim, é possível corrigir de maneira mais definitiva a hérnia e melhorar muito a qualidade de vida do paciente, diminuindo e até eliminando sintomas extremamente desconfortáveis”, comenta.

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Quando feita por meio da tecnologia robótica, o cirurgião explica que a recuperação é mais rápida. Dentro de menos tempo o paciente consegue voltar a fazer atividades físicas, dirigir ou levantar peso. “É claro que é importante ressaltar que a melhor solução é a prevenção de tudo isso”, ressalta o médico. “As pessoas leigas, em geral, têm hábitos que parecem simples, mas pioram muito o quadro de refluxo gastroesofágico”.

Evitar refeições pesadas muito pesadas todos os dias, que facilitem a ocorrência do refluxo e azia, não se deitar ou curvar pouco tempo após refeições, evitar o consumo de bebidas alcoólicas, não comer logo antes de deitar, não fumar e manter o IMC (Índice de Massa Corpórea) em níveis saudáveis são as dicas do especialista para quem tem a doença do refluxo. “São hábitos que precisam ser adotados no cotidiano e seguidos à longo prazo. Caso o paciente siga essas precauções, a possibilidade de haver complicações sérias e precisar de uma cirurgia é bem menor”, conclui.

Fonte: Fabio Thuler é Mestre e Doutor em Cirurgia pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e professor da instituição. Especialista em cirurgia geral e digestiva, é reconhecido na área pelo uso da tecnologia robótica em cirurgias gástricas de alta precisão e minimamente invasivas. Seu foco de atuação é voltado às cirurgias oncológicas e bariátricas, e, atualmente, é coordenador do programa de cirurgia robótica do Hospital São Luiz Morumbi, rede D’or.

Três dicas para ajudar o organismo a se adaptar ao horário de verão

No horário de verão, como todos sabem, adiantamos o relógio em uma hora. Assim, os dias amanhecem “mais tarde”, muitas vezes, quando você olha no relógio já são altas horas da noite ou até mesmo da madrugada e você nem viu que a hora passou.

Se você fica perdido com essa mudança imagine o seu organismo que leva um tempo para se adaptar à nova rotina. Para encarar essa mudança com mais tranquilidade, a médica Cintia Rios, especialista em Medicina Funcional, listou três dicas que podem ajudar a minimizar os impactos dessa mudança.

Durma mais

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A adaptação ao sono é o mais complicado nesse período. Nosso relógio biológico segue a luz do dia, desperta ao amanhecer e quando escurece se prepara para dormir. Com a mudança de horário essa rotina é alterada e o organismo precisa se acostumar a acordar com o dia ainda escuro. Comece a adaptação aos poucos, 15 minutos mais cedo a cada dia, o seu organismo irá se acostumar gradativamente e você conseguirá se adaptar ao horário do relógio e dormir as horas que o corpo precisa para reparar o organismo.

Evite mudar sua rotina

relogio triste tempo mulher

Siga os horários de acordo com o relógio externo e não o biológico. Com o horário de verão o dia parece mais longo, mas continua com 24 horas. Aproveitar esse tempo a mais de claridade com outras atividades e dormir por um tempo menor faz com que o seu organismo não se recupere e com que você tenha dificuldades para acordar no dia seguinte, se sinta cansado e sem disposição.

Não exagere nas refeições

mulher comendo jantar

Não exija muito esforço do seu organismo em refeições noturnas, faça refeições mais leves e evite o consumo de carne vermelha à noite, alimentos pesados fazem com que o corpo não descanse e o sono fique mais pesado. Prefira alimentar-se mais cedo, de preferência três horas antes de dormir para não atrapalhar a digestão e o sono.

Fonte: Cintia Rios Camilo é formada na Escola de Medicina e Saúde Pública da Bahia, fez sua primeira Residência médica pela Faculdade de Medicina de Jundiaí e a segunda Residência médica no Hospital Ipiranga. Além disso, é especialista em Cirurgia Geral pelo ministério de Educação e Cultura e especialista em Cirurgia Plástica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica – SBCP. Além de atuar como cirurgiã plástica por duas décadas, nos últimos cinco anos vem se aprofundando em uma outra vertente da profissão, a medicina funcional. Atualmente, tem uma clínica em São Paulo, localizada no bairro Jardins, também nos hospitais Albert Einstein, no Hospital São Luiz, no Hospital Saint Peter e Hospital Santa Catarina, entre outros.

Dicas para quem faz uso de shakes para emagrecer

É cada vez mais comum os jovens e adultos que desejam e necessitam perder peso, fazerem uso dos chamados shakes para emagrecer. Geralmente estes produtos visam substituir uma refeição do dia com o objetivo de diminuir a quantidade de calorias consumidas diariamente.

No entanto, o consumo excessivo de produtos que prometem o emagrecimento rápido, como os shakes para emagrecer e chás diuréticos, podem oferecer risco à saúde por reduzir o nível de vitaminas e minerais do corpo.

Para esclarecer qual a função dos shakes e o que um bom suplemento alimentar deve conter em sua composição, o Farmácias APP – marketplace que reúne ofertas de diversas farmácias, drogarias e lojas de suplementos e cosméticos de todo o Brasil -, separou algumas dicas para ter um emagrecimento saudável:

depositphotos mulher diet shake
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1. Calorias: em primeiro lugar, é importante frisar que os shakes podem possuir menos calorias do que uma refeição normal, mas nem sempre satisfazer as necessidades nutricionais do corpo. Portanto, ele deve ser encarado como um alimento nutritivo, mas que precisa estar associado a outros para que o organismo receba tudo o que necessita diariamente.

shake diet pixabay
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2. Nutrientes: falando em nutrientes, é fundamental que o shake traga uma grande variedade, similar à quantidade que seria consumida na refeição em questão. Isso inclui vitaminas, minerais, fibras, carboidratos de lenta absorção e gorduras saudáveis.

Woman Drinking Fruit and Protein Shake

3. Rotina: profissionais indicam que o consumo do shake deve ser feito em até duas vezes por dia, não mais do que isso. A ideia é que nenhuma refeição seja “sacrificada”, ou seja, ela deve ser substituída pelo shake mais em casos raros, de imprevistos, e não como uma rotina.

mulher tomando shake

4. Personalização:  cada organismo reage de uma maneira. Portanto, o melhor shake ou suplemento alimentar é aquele que mais se adequa ao seu estilo de vida, suas necessidades e paladar. Os shakes, então, devem fazer parte de um cardápio. Reflita também sobre a necessidade de mudar o padrão alimentar, pesquise sobre os alimentos consumidos em suas refeições e experimente pratos novos.

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5. Instrução: por fim, fazer um acompanhamento médico é imprescindível. Dietas de baixas calorias feitas por conta própria, principalmente quando incluem o uso de shakes para emagrecimento, não são recomendadas de forma alguma sem o apoio de profissionais da saúde.

Fonte: Farmácias APP

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