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Sete alimentos para cuidar da pele no verão

Nutricionista do GetNinjas explica o benefício de cada um deles para manter a saúde durante os dias mais quentes

O verão chegou com tudo e os termômetros já passam dos 30ºC na maioria das cidades brasileiras. Passar protetor solar regularmente e ingerir bastante água são alguns dos cuidados básicos para manter a pele saudável durante essa época. O hábito alimentar, porém, é ainda mais importante para nutrir as células do corpo.

Pensando nisso, Cleonice Pereira, nutricionista que atende pelo GetNinjas, maior plataforma de contratação de serviços da América Latina, separou sete alimentos para cuidar da pele durante os dias mais quentes. “Se fizermos apenas algumas mudanças simples na dieta, podemos melhorar muito a condição da pele e postergar o aparecimento de sinais causados pela idade”, explica.

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Abacate: fonte de vitaminas E, C e antioxidantes, o abacate ajuda na hidratação e brilho da pele;

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Melancia: rica em vitamina e minerais, como A, C e B6, fósforo, potássio, cálcio, magnésio e ferro, contribui também para a hidratação de todos os órgãos. Lembrando que a pele é o maior órgão do corpo;

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Foto: Laura Musikanski/Morguefile

Amora: a fruta devolve o aspecto sadio da pele, pois é riquíssima em antioxidantes que combatem os radicais livres – responsáveis por danificar as células e causar sinais de envelhecimento;

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Linhaça: a ação positiva que a linhaça causa na saúde intestinal afeta diretamente a pele. Além disso, o ômega 3 presente no alimento é um forte colaborador na sustentação da pele e do sistema imunitário. “O consumo regular dessa semente maravilhosa, rica fonte de ômega 3, deixa a pele mais hidratada, suave e com um tônus firme”, explica Cleonice;

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Maçã: além de ser um alimento quase completo, que cuida da saúde ocular e previne várias patologias, inclusive vários tipos de câncer, ela também é excelente para ajudar as células na restauração e proteção contra o envelhecimento precoce;

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Foto: Scarletina/Morguefile

Cenoura: além de ser um dos alimentos mais ricos em betacaroteno – potente antioxidante responsável por sua cor alaranjada -, a cenoura é fonte poderosa de fibras e minerais, como fósforo, potássio, cálcio e sódio, vitamina A, B2, B3 e C. Todos esses nutrientes são responsáveis por manter o bom estado da pele e das mucosas e contribui para a cor saudável da pele, podendo ser usada de várias formas: cruas, cozidas ou em sucos.

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Foto: Michelle Bulgaria/Morguefile

Manga: responsável pelo rejuvenescimento, a fruta é fonte de vitamina e também é rica em antioxidantes. Além de combater os radicais livres, a manga é capaz de regenerar a cútis, evitando rugas, linhas de expressão e remover as toxinas existentes no organismo.

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Pixabay

Além desses sete alimentos, Cleonice reforça a importância das oleaginosas, como castanha-de-caju, amêndoas, coco e castanha-do-pará, que são um bom suporte de minerais e boas gorduras, melhoram a elasticidade e combatem infecções, além de fornecerem colágeno de forma mais biodisponível para a pele.

Fonte: GetNinjas

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Dicas para parecer menos cansada do que você realmente está

Sua pele pode entregar vários sinais de cansaço: falta de viço, inchaço, desidratação e olheiras são alguns dos problemas mais comuns. Saiba algumas dicas para lidar com o problema

Você já ouviu a expressão TATT (tired all the time – cansado o tempo todo, em português)? Mesmo que o fim de ano já tenha passado, esse diagnóstico – muito utilizado por médicos americanos – ainda pode estar próximo. Pesquisas da Mintel mostram, por exemplo, que uma em cada três pessoas admite estar permanentemente exausta. Mesmo que estar cansado seja um efeito colateral inevitável da vida moderna, que é agitada o tempo todo, sua pele pode tentar esconder isso – dos males o menor, não é mesmo?

“Olheiras, inchaço, pele sem viço e desidratada são as características mais comuns desses pacientes”, afirma Claudia Marçal, dermatologista membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, que conta algumas dicas e o que há de novo para dar um up no visual:

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=Invista na Vitamina C: poderoso, o ingrediente deve ser usado de maneira tópica e oral: “O antioxidante é fundamental para a pele. Internamente, trabalha para apoiar o sistema imunológico, aumentar a absorção de ferro e reduzir os sinais de cansaço. Com ação tópica clareadora e antioxidante, a Vitamina C diminui as metaloproteinases que degradam colágeno”, diz a médica. Quer uma dica? Nos cremes, prefira as fórmulas com Vitamina E. “Associado à Vitamina E, tem papel hidratante e reverte os danos da pele inflamada e com perda de viço e densidade tissular”, afirma a médica. “Já com relação às cápsulas, a Vitamina C pode ser combinada com Bio-Arct e Glisodin para potencializar o reforço ao sistema imunológico”, diz.

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=Lave o rosto com água fria: assim que acordar, lave o rosto com água fria e com um sabonete específico para seu tipo de pele. “De preferência, esse sabonete deve contar com extratos botânicos com ação anti-inflamatória, calmante e descongestionante, como a camomila, erva doce, hamamélis e calêndula. Eles vão ajudar na diminuição do edema”, afirma Claudia.

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=Use água termal (gelada): na noite anterior, deixe sua embalagem de água termal com ativos calmantes na geladeira. Logo após lavar o rosto, borrife-a. “A temperatura fria do produto refresca e descongestiona a pele”, explica a dermatologista.

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=Lembre do seu cosmético para área dos olhos: a área dos olhos tem a pele mais fininha do nosso corpo, portanto, o cuidado diário é essencial, com produtos que tenham efeito contra rugas, desidratação, flacidez e olheiras, além das bolsas por inchaço e acúmulo de linfa. Uma boa pedida é USK Dual Eyes, um lançamento da Under Skin que promove um cuidado global com a área dos olhos.

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=Beba mais água e consuma menos sódio: a correria do dia a dia não pode ser desculpa para ingerir menos que dois litros de água por dia, pois isso é essencial para desinchar o corpo todo, afinal o inchaço entrega o cansaço. “Água de coco e chá verde também são opções. Mas sempre se lembre também de controlar a quantidade de sódio nas refeições, pois ele colabora na retenção de líquido. E fique de olho em sucos de caixinha, que também tem muito sódio”, afirma a médica. Além dele, prestar atenção também no consumo de carboidratos e açúcares.

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Foto: Dieter Robbins/Pixabay

=Fique de olho na posição de dormir: deitar de bruços é a opção que mais favorece o inchaço matinal do rosto. Se possível, eleve a cabeça com mais de um travesseiro e durma de barriga para cima.

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=Atividade física e dieta: corpo em movimento é corpo saudável, então arrume um horário para sua atividade física durante o dia. “A própria contração muscular já contribui para a drenagem dos líquidos. Alie os exercícios com uma dieta equilibrada, aumentando o consumo de couve, brócolis, repolho, couve-flor assim como frutas vermelhas como berries, o abacaxi, suco natural de romã e gengibre, pois os vegetais e as frutas melhoram a eliminação de toxinas”, explica a médica.

Fonte: Claudia Marçal é médica dermatologista, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), da American Academy Of Dermatology (AAD) e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD). É speaker Internacional da Lumenis, maior fabricante de equipamentos médicos a laser do mundo; e palestrante da Dermatologic Aesthetic Surgery International League (DASIL). Possui especialização pela AMB e Continuing Medical Education na Harvard Medical School. É proprietária do Espaço Cariz, em Campinas – SP.

 

Radiação solar atinge níveis extremos e aumenta risco de câncer de pele

O Índice de Radiação Ultravioleta (IUV) tem atingido números alarmantes no Brasil e no mundo. Por isso, é preciso muita atenção aos cuidados com a pele, não apenas durante passeios ao ar livre, na praia ou piscina, mas até mesmo na sombra. Em cidades como Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Curitiba, por exemplo, o IUV tem chegado a 14, nível considerado extremo, com alto grau de periculosidade. O índice normal e seguro fica em torno de 3 a 5.

“É extremamente importante adotar medidas fotoprotetoras, como o uso de filtro solar, chapéus e roupas com Fator de Proteção Ultravioleta (FPU), sempre que for sair de casa. Isso previne problemas de saúde, que podem ser graves, como o câncer de pele”, aconselha o dermatologista José Jabur, especialista em câncer de pele, da Altacasa Clínica Médica e chefe do setor de cirurgia dermatológica da Santa Casa de São Paulo.

Todas as cidades do país vêm registrando níveis de radiação solar extremos, acima dos 12. As regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste têm os índices mais altos, inclusive cidades do interior. São José dos Campos (SP) registra nessa época do ano IUV 14, igual a capital paulista; e Santos e Ribeirão Preto (SP) vêm marcando 13. No Rio de Janeiro, Campos dos Goytacazes e Búzios também chegam ao IUV 13.

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Foto: Pixabay

No caso das crianças, é preciso redobrar a atenção. Estudo recente publicado no Jornal da Associação Médica Americana de Dermatologia mostrou que o uso de fotoprotetor na infância pode reduzir em 40% o risco de melanoma – tipo mais perigoso de câncer de pele – antes dos 40 anos.

“Os pais não devem usar protetor solar em crianças de até seis meses. Por isso, não exponha o bebê diretamente no sol e coloque chapéus e roupas com Fator de Proteção Ultravioleta (FPU). Após os seis meses de idade, escolha um protetor com no mínimo FPS 30, e que seja ‘resistente à água’ para não sair com facilidade após uma ducha ou uma rápida entrada no mar ou piscina. É preciso reaplicar o protetor a cada três horas”, orienta o médico.

A Austrália é o continente que mais recebe radiação solar e lá existe uma enorme conscientização da população. Todas as crianças usam protetor solar e chapéus com abas largas para ir à escola, por exemplo. Jabur explica que é importante se inspirar no exemplo australiano e orientar as crianças desde cedo sobre a importância de se proteger do sol.

“Fale sempre com a criança sobre a importância de se proteger do sol para a pele não arder, para evitar queimaduras. Aos poucos, ela mesma vai aprender a colocar o chapéu e o protetor solar, sem que você precise brigar para isso. Estimule esse hábito. Dar o exemplo também é primordial. Mães e pais também devem cuidar da pele ao sol”.

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O horário de máxima intensidade de radiação solar é ao meio-dia. É importante evitar se expor entre 10 e 15 horas. A “regra da sombra” é interessante e serve como dica: se a sombra do seu corpo no chão for menor que a sua altura, não deve ficar exposto ao Sol.

Ao comprar o protetor solar, dê preferência a marcas conhecidas e procure um produto que proteja tanto dos raios UVB (que causam vermelhidão e atingem a camada superficial da pele) quanto dos raios UVA (que penetram na camada mais profunda). Mas se a ideia for ficar na praia ou piscina por muito tempo, o ideal é também usar peças com FPU – camisas, bermudas, chapéus e bonés, que garantem a fotoproteção duradoura. Nas áreas protegidas pelo tecido, não é necessário aplicar o filtro solar na pele.

Os dias nublados também queimam a pele e emitem radiação, mesmo que um pouco mais baixa. As nuvens fazem uma camada leve de proteção, mas não bloqueiam totalmente os raios solares. Portanto, é imprescindível que você também se proteja em dias nublados.

IUV registrado nas últimas semanas nas capitais brasileiras:

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São Paulo:14 / Rio de Janeiro: 14 / Belo Horizonte: 14 / Vitória: 13 / Curitiba: 14 / Florianópolis: 13 / Porto Alegre:12 / Campo Grande: 14 / Brasília/DF:13 / Goiânia: 13 / Cuiabá: 13 / Palmas: 13 / Fortaleza: 12 / Salvador: 12 / Recife: 12/ João Pessoa: 12 / Natal: 12 / Teresina: 12 / São Luís: 12 / Manaus: 12 / Belém:12 / Rio Branco: 13 / Porto Velho: 12 / Macapá: 12 / Boa Vista: 12

Pesquisa: tipo de fotoprotetor pode diminuir em até 90% a proteção contra radiação

Mestrando em Ciências Médicas pela Unicamp, o pesquisador Lucas Portilho comprovou em pesquisa que a proteção solar depende diretamente do tipo de fotoprotetor utilizado. Protetor solar em pó compacto, por exemplo, pode oferecer até 90% menos proteção do que diz o rótulo

Recentemente, as formas de fotoproteção têm se tornado mais amplas, sendo possível encontrar fotoprotetor em pó, spray, bastão, creme, gel, entre outras formulações. Mas uma pesquisa recente do Mestrando em Ciências Médicas pela Unicamp, o pesquisador Lucas Portilho, afirma que alguns tipos de protetor solar não protegem a pele de forma eficiente, deixando o consumidor mais exposto à radiação dependendo do tipo de produto.

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Pixabay

“A proteção solar depende diretamente do tipo de fotoprotetor utilizado. Que o consumidor não tem nem ideia da quantidade de protetor que deve ser aplicada, isso já sabíamos; mas que as formas disponíveis no mercado variavam tanto na proteção contra radiação, isso é novidade”, afirma Lucas Portilho. No estudo, inédito no mundo, o pesquisador avaliou a proteção de seis diferentes tipos de fotoprotetores, todos faciais, sendo eles: pó compacto, fluido, bastão (stick), mousse, loção e pancake.

Mais de 100 voluntárias participaram da pesquisa. “Primeiro foi avaliada a quantidade real usada pelas consumidoras e, posteriormente, identificamos que a proteção solar está diretamente relacionada com o tipo de produto. Com exceção da loção facial, todos os outros veículos (tipos) apresentaram menos de 50% da proteção original, chegando em valores alarmantes, como o pó compacto, que apresentou 90% a menos de proteção”, afirma o pesquisador.

As formas pancake e pó compacto foram as piores: “Não protegem nem contra raios UVB e nem contra raios UVA. As formas de bastão, mousse e fluido ficaram muito abaixo do valor declarado na rotulagem”, declara o pesquisador.

O estudo foi feito utilizando as metodologias globalmente utilizadas e são as mesmas utilizadas pelas empresas antes de colocar o produto no mercado. “O problema é que antes de lançar qualquer protetor solar, as empresas testam o nível de proteção UVB e UVA, que são obrigatórios, mas durante esses testes, as quantidades utilizadas estão bem longe da quantidade real aplicada no dia a dia pelos consumidores. E elas não informam a quantidade correta para aplicação, então o resultado é uma falsa sensação de proteção”, afirma o especialista.

De acordo com a pesquisa, no geral, as pessoas usam 0,15mg/cm² de um pó compacto com proteção solar, quando a recomendação de fotoproteção é de 2mg/cm². “E alguns produtos com FPS 30 proporcionaram na aplicação real um FPS 2”, acrescenta. “Ao aplicar de forma errada um protetor, o consumidor se acha apto para se expor ao sol, o que ele não sabe é que grande parte da radiação está passando e que o DNA da pele pode estar em risco, podendo levar ao desenvolvimento de câncer de pele”, diz o pesquisador.

Sunblock bottles a yellow backgroundMas, qual é a conduta que o consumidor deve seguir? Segundo o pesquisador, para garantir uma maior proteção, a primeira ação é utilizar fotoproteção na forma de loção. “Nunca utilizar protetor solar na forma de pó ou pancake como única forma de proteção. O protetor na forma de bastão, mousse e fluido somente se for com FPS acima de 50. O pó compacto e pancake podem ser usados apenas em conjunto a outros protetores, pois utilizados de forma isolada não protegem a pele”, finaliza.

Fonte: Lucas Portilho é consultor e pesquisador em Cosmetologia, farmacêutico e diretor científico da Consulfarma e Pesquisador em Fotoproteção na Unicamp. Especialista em formulações dermocosméticas e em filtros solares. Diretor das Pós-Graduações do Instituto de Cosmetologia e Ciências da Pele Educacional, Hi Nutrition Educacional e Departamento de Desenvolvimento de Novas fórmulas. Atuou como Coordenador de Desenvolvimento de produtos na Natura Cosméticos e como gerente de P&D na AdaTina Cosméticos. Possui 17 anos de experiência na área farmacêutica e cosmética. Professor e Coordenador dos cursos de Pós-Graduação com MBA do Instituto de Cosmetologia e Ciências da Pele Educacional. Coordena Estágios Internacionais em Desenvolvimento de Cosméticos na Itália, França, Mônaco e Espanha. Atua em desenvolvimento de formulações para mercado Brasileiro, Europeu e América Latina.

 

Bebedouro, tapete e colete gelados viram ‘combo do verão’ para os pets

A rede Petz tem registrado aumento na procura por produtos que ajudam a refrescar os bichinhos de estimação com a alta da temperatura. No caso dos tapetes gelados, por exemplo, chega a vender 30 vezes mais que no inverno.

Para manter a hidratação dos pets, o hit do verão é o pet drink, garrafinha que pode ser levada junto da coleira ou à tiracolo, e em casa, bebedouros e fontes que mantêm a água fresca e limpa. Para a diversão, os brinquedos interativos que podem ser preenchidos com conteúdo líquido ou congelado são boas opções, além do sorvete de pelúcia.

Já os acessórios como o tapete e o colete gelados são os que chamam mais a atenção para refrescar os peludos. Mas o principal é manter o check-up veterinário em dia, assim como a vacinação. A seguir, dicas de produtos para conforto e bem-estar dos bichinhos no calor.

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1 – Colete Gelado Azul Jambo Pet: nos tamanhos P, M, G e XG, depois de seco, basta umedecer com água para ser reutilizado – a partir de R$ 89,90.

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2 – Tapete Gelado Chalesco Pet Cooling Mat para Cães e Tapete Gelado Jambo para cães e gatos: não precisam de água e ficam fresquinho de três a quatro horas; após esse período, é só deixar 30 minutos para reutilizá-lo – a partir de­ R$ 84,99.

 

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3 – Bebedouro Pet Drink Portátil Transparente: com capacidade para 500 ml, a água saiu por um suporte que se adapta a todos os tamanhos de pets. Alça ajuda a levar à tiracolo ou junto da coleira – a partir de R$ 19,99.

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4 – Fonte Bebedouro Truqys 2 Litros para Cães e Gatos: capacidade de 2 litros, nas voltagens 110V e 220V, bebedouro elétrico vem com 2 tipos de bicos, estimulando o pet a beber mais água – a partir de R$ 189,90.

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5 – Brinquedo Kong Classic: interativo para cães, que dá para colocar petiscos gelados dentro – a partir de R$ 69,90.

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6 – Brinquedo Fun Ice Cream Pet Brink para Cães: sorvete de pelúcia para estimular a brincadeira – a partir de R$ 29,99.

Fonte: Petz

Domindo com o inimigo: há mais de 1,5 milhão de seres invisíveis no seu colchão

A limpeza deve ser feita a cada seis meses e evita problemas respiratórios, além de prolongar a vida útil do colchão

Dormir bem depende de vários fatores: silêncio, pouca iluminação, temperatura agradável e, principalmente, um bom colchão. No entanto, além de adquirir um produto de boa qualidade, também é necessário investir na sua manutenção, se não quiser acabar dormindo com os inimigos – os ácaros.

Com o passar dos anos o colchão pode até dobrar de peso. Isso ocorre porque os ácaros podem estar vivendo e se proliferando no objeto. De acordo com pesquisadores da Unicamp, em 1 grama de poeira podem ser encontrados até 40 mil desses organismos. Em dois anos de uso, um colchão pode estar recheado com 1,5 milhão de ácaros. Mas como acabar com esses parasitas, responsáveis por doenças respiratórias e dermatológicas?

“Especialistas indicam a higienização dos colchões, pelo menos uma vez a cada seis meses, afinal, é em cima deste objeto que passamos cerca de oito horas do nosso dia”, explica Gerson Marçal, CEO da indústria alemã Pro-Aqua, que trouxe para o Brasil o smartcleaner Vivenso, um aspirador de pó capaz de remover 99% dos ácaros, fungos e bactérias do ambiente, incluindo em estofados. O produto não só é capaz de realizar uma limpeza profunda em colchões e almofadas, mas também permite que o usuário realize a purificação de estofados quantas vezes quiser, sem depender de terceiros.

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“Devido ao seu tamanho e fácil manuseio, o Vivenso pode ser facilmente incorporado à faxina da casa”, comenta Marçal. “Toda limpeza é feita a seco, evitando assim que a cama e travesseiros fiquem úmidos e acumulem novas bactérias e fungos”, finaliza.

Fonte: Pro-Aqua

 

Veja alguns alimentos que espantam a tristeza e o mau-humor*

Sentir tristeza e ficar “péssima” de vez em quando é uma reação natural a situações difíceis, como o fim de um relacionamento, uma demissão ou uma doença que aflige alguém que amamos, ou até mesmo conviver diariamente com um chefe ou colega chatos, isso afeta o emocional de qualquer um.

Quando estamos deprimidos, temos tendência a optar por alimentos pouco saudáveis, abusar de doces e bebidas alcoólicas, o que só piora ainda mais os sentimentos de “menos-valia”.

A depressão pode ter diversas causas, mas é possível combater a maioria delas com alimentos certos, aqueles que irão formar substâncias que atuam no cérebro, corrigem deficiências de vitaminas e minerais e estabilizam o açúcar no sangue, trazendo bem-estar.

Não importa o quanto você esteja deprimida ou triste, a escolha sábia de alimentos pode fazê-la sentir-se mais feliz e os efeitos são, acredite, imediatos.

Veja alguns alimentos importantíssimos para fazer você se sentir mais feliz:

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=Peixes pequenos, ovos, iogurtes, kefir.

=Carboidratos ricos em fibras

+Diminua a ingestão de cafeína e de álcool

=Abasteça-se de Vitamina D (tome sol por 10 minutos todos os dias, fora do horário perigoso para à pele – das 10 às 16 horas)

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=Abacate

=Chocolate Amargo

= Aveia

= Banana

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Pixabay

= Morango

= Couve

= Castanha-do-pará

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Foto Agromix.In

= Semente de gergelim

= Alho

= Melancia

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= Gengibre

*Sabina Donadelli é nutricionista, apaixonada pelo poder dos alimentos, garante que a comida pode fazer maravilhas pelas pessoas. Formada e pós-graduada em Nutrição, alia seus conhecimentos da escola clássica com estudos da fitoterapia e dietoterapia oriental, como a chinesa e a indiana. Ela afirma que nas doses e combinações certas, as refeições podem auxiliar no tratamento de doenças, auxiliam na perda de peso, corrigem distúrbios, espantam a tristeza, rejuvenescem a aparência e, entre tantos outros benefícios, ainda nos levam à felicidade.

Verão pede cuidados extras com o surgimento de doenças ginecológicas

O calor intenso e os hábitos adotados durante a estação favorecem a proliferação de fungos e bactérias

Com a chegada do verão, é hora de aproveitar, seja para ir à praia, cachoeira ou clube. No entanto, essa época do ano também exige cuidados redobrados com a saúde íntima da mulher. Isso porque o verão é o período em que a proliferação de bactérias é maior e o calor intenso favorece o surgimento de doenças ginecológicas, principalmente por conta dos hábitos adotados durante a estação.

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“Usar roupas com tecidos sintéticos, bem como trajes apertados, pode ser mais prejudicial em dias quentes, além de fazer com que os corrimentos se tornem mais recorrentes”, orienta o médico ginecologista João Oscar de Almeida, do Hospital Felício Rocho. Segundo ele, essas roupas acabam “abafando” a área genital, o que faz com que a temperatura local aumente e a umidade também, criando condições favoráveis para o crescimento de fungos e bactérias.

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“Da mesma forma, é muito comum ficar com roupas molhadas após passeios, o que contribui para alterar as condições físicas da região e, consequentemente, para a proliferação de microrganismos prejudiciais à saúde íntima”, completa. Esses hábitos de verão causam um desequilíbrio da flora vaginal, aumentando a chance do desenvolvimento de infecções vaginais como a candidíase, tricomoníase e a vaginose bacteriana, por exemplo.

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A candidíase é a mais recorrente nessa época do ano, sendo causada pelo crescimento do fungo cândida, que prefere lugares úmidos, causa coceira e dores para urinar e no ato sexual. Embora possa ser transmitida sexualmente, não é considerada uma Doença Sexualmente Transmitida (DST).

Já a tricomoníase é uma DST causada pelo parasita Trichomonas vaginales, e apresenta corrimento amarelo-esverdeado com odor desagradável, além de dores ao urinar e durante o sexo. “Apesar de a doença ser transmitida sexualmente, no verão a flora vaginal está em constantes mudanças, o que favorece para o surgimento da doença”, explica o médico.

A vaginose bacteriana é provocada pela bactéria Gardnerella vaginalis, seu principal sinal é um corrimento amarelo ou branco-acinzentado, com um odor forte, e que piora durante as relações sexuais e na menstruação. Também pode provocar ardor e um pouco de coceira. Todas elas podem ser tratadas com medicamentos via oral e cremes vaginais.

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Para prevenir esses problemas, o ginecologista garante que o ideal é evitar ficar muito tempo com roupas úmidas, inclusive os trajes de banho; optar por roupas mais leves e arejadas, como vestidos e saias; e limpar a genitália com sabonetes neutro ou íntimo.

“É fundamental manter uma higienização adequada e evitar a umidade prolongada na região da vagina especialmente durante o verão, assim como buscar orientação médica sempre que notar algo errado. Como são situações comuns, é frequente o tratamento sem uma instrução adequada, às vezes baseada em experiências prévias ou sugestões de colegas. No entanto, o tratamento inadequado pode levar a um desequilíbrio ainda maior da flora vaginal. Por isso a avaliação médica especializada é tão importante para um tratamento correto”, adverte.

Fonte: Hospital Felício Rocho

Pesquisa comprova que interação com pets impacta qualidade de vida de idosos

Uma série de pesquisas já mostram que a população mundial está envelhecendo. Fatores como maior expectativa de vida e menor número de nascimentos atestam que a população deve duplicar até 2050. Com essas projeções e o aumento de doenças não transmissíveis e deficiências que acompanham o envelhecimento como, por exemplo, a solidão, fica claro o quão importante é identificar abordagens não farmacológicas e de fácil implementação para maximizar não somente os anos em que vivemos, mas também a saúde e a qualidade de vida. Isso é conhecido hoje como “envelhecimento bem-sucedido” ou “envelhecimento saudável”.

Foi esse cenário e realidade da população que chamaram a atenção dos pesquisadores do Centro de Nutrição e Bem-Estar Animal Waltham, da Mars Petcare, referência mundial em saúde animal e benefícios na interação entre humanos e pets. Nancy Gee, Gerente de Pesquisas de Waltham, acompanhou os impactos reais e positivos da interação entre pets e humanos mais velhos.

“Testemunhei, em primeira mão, a crescente evidência científica de que os animais podem influenciar positivamente os idosos, especialmente aqueles com comprometimento cognitivo ou demência”. Sua pesquisa descobriu que os adultos mais velhos podem se beneficiar ao possuir ou interagir com um cão, gato ou até mesmo com outros animais como cavalos. “Recentemente, fiz parte de uma equipe de pesquisadores que analisou os tipos de pessoas que provavelmente mais se beneficiarão desses tipos de interações com animais de estimação”, destacou ela. Os resultados, até agora, são promissores e extremamente positivos:

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· Tutores de animais de estimação mais velhos são menos propensos a relatar solidão do que os não-tutores.

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· Redução dos fatores de risco para doenças cardiovasculares. Idosos com animais também necessitam de menos visitas aos médicos, lidam melhor com eventos estressantes e têm menor probabilidade de usar medicamentos.

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· Animais de estimação fazem idosos sentirem-se importantes e estabelecerem uma rotina diária com estrutura e propósito.

Senior Couple Walking Along Coastal Path

· Outros benefícios incluem a redução da depressão, agitação e apatia, além de maior interação social e qualidade de vida.

Um relatório recente da Sociedade de Gerontologia da América, realizado em parceria com a Mars Petcare, destacou algumas áreas emergentes de pesquisas usando novas tecnologias para entender melhor o impacto de animais de estimação em adultos mais velhos. Os pesquisadores estão começando a explorar os efeitos dessa interação em um nível hormonal para entender melhor como as interações positivas com pets afetam os níveis de ocitocina (o “hormônio do amor”) e cortisol (o hormônio do estresse) em animais de estimação e pessoas.

Novos avanços na tecnologia, como rastreadores de atividades portáteis, também estão possibilitando aos cientistas avaliar o papel de um animal de estimação na promoção da atividade física. “Devemos às gerações mais velhas e a nós mesmos, pensando em nosso próprio futuro, continuar examinando essa promissora área de pesquisa e como podemos estruturar as interações com os pets para obter um maior impacto. Eu acredito que os animais podem realmente ser nossos melhores amigos em todas as etapas da vida”.

Fonte: Mars, Incorporated

Oito passos para adotar hábitos saudáveis

Janeiro é uma época marcada pelas resoluções de ano novo. Naturalmente somos instigados a refletir a cerca de muitas coisas e inclusive em relação aos hábitos de vida. Seja parar de fumar, começar uma dieta ou algum esporte novo, todos são passos importantes para quem busca uma boa qualidade de vida e prevenção de várias doenças.

Uma pesquisa realizada pela Universidade de Scranton mostrou que apenas 8% das pessoas atingem suas metas de ano novo, afinal, abandonar velhos hábitos pode não ser tão simples. O cardiologista Diego Garcia lista oito passos importantes para quem deseja cumprir as resoluções de ano novo e adotar práticas mais saudáveis.

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1. Reconhecimento: trata-se de avaliar com cuidado a situação atual da sua vida, identificar hábitos prejudiciais e tomar ciência de quais praticas precisam ser adotadas. “Tome um tempo, fique sozinho, comece a pensar e anote tudo”, comenta Diego.

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2. Prioridade: antes de tudo, é preciso definir se realmente a saúde é uma prioridade. Não adianta saber que precisa mudar, mas não tomar nenhuma iniciativa. Para mudar hábitos é preciso de tempo e esforço, se não for uma prioridade, ela será interrompida nos primeiros obstáculos. “Se, por exemplo, existe a vontade de praticar uma atividade física, mas a prioridade é o trabalho, você pode organizar melhor o tempo e começar a praticar um esporte próximo ao trabalho”, aconselha o cardiologista.

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3. Estabelecer metas reais e palpáveis: é difícil mudar um hábito  do dia para a noite. Para facilitar, é importante estabelecer um período de adaptação, de acordo com o desejo. “Se você não faz nada de atividade física há anos, começar a fazer Cross Fit 5x na semana pode ser complicado”, explica Garcia. Nesse caso, o ideal é começar uma atividade física leve a moderada intensidade e ir aumentado a intensidade e a frequência conforme tolerância.

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4. Verificar seu mindset: de forma simplificada, trata-se de uma mentalidade (programação mental), ou seja, um conjunto de pensamentos e crenças que existem dentro da nossa mente e que determina sentimentos e comportamentos. O cardiologista diz que é preciso libertar-se de pensamentos limitantes baseados em experiências passadas que podem causar uma autossabotagem. “Precisamos nos livrar desse tipo de pensamento sabotador, acreditar que é possível mudar e nos abrir para a transformação, por mais difícil e doloroso que seja”, afirma o especialista.

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5. Buscar ajuda especializada: após verificar o que precisa ser mudado, nem sempre dispomos de todo o conhecimento necessário para realizar a mudança que almejamos. Para isso temos que buscar ajuda de profissionais da área em questão para que estes nos auxiliem e nos deem orientações apropriadas. “Não temos que ser durões! Temos que pedir ajuda se necessário, pois isso não é fraqueza! É inteligência”, comenta Garcia.

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6. Organizar sua rotina: depois de decidir o que precisa ser mudado, é essencial parar um pouco e raciocinar como essa mudança entrará e/ou impactará na sua rotina diária. Por exemplo, decidir como começar a praticar atividade física de forma regular, mas como conciliar com o trabalho ou estudo? Qual o melhor horário?

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7. Estabelecer data para o início: após todos os passos citados anteriormente, é preciso definir quando vai começar a mudança, estabelecer uma data, não muito longe é claro. Isso é importante para não postergar a mudança. “Se você decidiu parar de fumar, se organize para procurar ajuda do pneumologista e então estabeleça uma data exata para largar o tabaco”, indica o médico.

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8. Monitoramento frequente e ajuste: com uma frequência regular, pense em como está a mudança do hábito, se você está atingindo seu objetivo ou se algo não está saindo como você esperava. Se necessário repasse os passos anteriores e ajuste o que for necessário.

Fonte: Diego Garcia é médico cardiologista com área de atuação em cardiologia geral, ecocardiografia, cardio-oncologia, medicina preventiva e medicina do estilo de vida.