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Por que os cães precisam de check-ups periódicos?

A grande maioria dos tutores leva os cães em consultas somente quando os animais apresentam algum problema de saúde. Porém, visitas regulares podem ser extremamente benéficas para os amigos de quatro patas. O ideal é que ele passe pelo veterinário, pelo menos, uma vez por ano.

Os check-ups são muito importantes, pois podem revelar doenças graves, ainda em estágios iniciais, possibilitando seu tratamento e até mesmo a cura. Em muitos casos, os cães só apresentam sinais nas fases mais avançadas das enfermidades, quando pode ser tarde demais para serem tratadas.

“Em algumas situações, os animais não apresentam qualquer mudança de comportamento ou sintoma, e isso faz com que o tutor acredite que está tudo bem. O veterinário está apto a identificar alguns sinais que podem passar despercebidos em casa”, explica Ricardo Cabral, médico veterinário da Virbac, especialista em saúde animal. A vacinação e vermifugação também são práticas de enorme importância na prevenção e manutenção da saúde de cães e gatos, e que devem ser aplicadas periodicamente.

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Além de manter a saúde do seu pet, a familiaridade dos cães com o ambiente do consultório torna a relação com o médico veterinário mais fácil. Esses locais costumam ser estranhos aos animais, com sons, odores e pessoas desconhecidas, deixando os cães agitados e, muitas vezes, com comportamento agressivo. Se ele for levado a consultas periodicamente, ficará mais calmo durante as avaliações.

Fonte: Virbac

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Vacina de gotinha ou injetável protege os pets contra a gripe

Assim como a campanha de vacinação contra gripe para as pessoas, a imunização de cães e gatos é fundamental para a prevenção da doença. Os cães podem contrair a traqueobronquite infecciosa canina e os gatos, a rinotraqueite. Ambas, se não tratadas no começo, podem levar a complicações respiratórias mais graves. Por isso, a prevenção é a melhor proteção.

“Para os cães, há duas formas de vacina: a intranasal, que pinga uma gotinha no nariz do pet; e a injetável, aplicada embaixo da pele. Ambas têm a mesma eficácia e devem ser aplicadas todos anos”, afirma o veterinário Felipe Chaguri, da Petz. Nos gatos, a proteção é feita com a vacina v4 anualmente, que previne também contra panleucopenia, calicivirose e clamidiose.

Indicações

Para os filhotes, a vacina de gripe deve ser aplicada junto com a segunda dose da vacina múltipla, com aproximadamente 80 dias de vida, e é feita duas vezes, com intervalo de 21 a 30 dias. Após a segunda dose, só é necessário o reforço anual.

Para os gatos, a imunização contra é feita junto com a vacina múltipla felina, com três doses em filhotes a partir dos 45 dias de vida e com reforço anual. Em pets idosos, que estejam bem de saúde, basta somente o reforço anual.

O veterinário explica que o efeito se dá de 7 a 15 dias após a aplicação, quando o sistema imune se adapta e protege o animal por um ano, até o próximo reforço. A única contraindicação é para pacientes debilitados, imunossuprimidos ou com doença crônica.

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Foto: Doglistener

Transmissão

A gripe canina, também chamada de tosse dos canis ou traqueobronquite infecciosa canina, é transmitida por meio de vírus pelo ar, secreções respiratórias, contato direito com o cão infectado e objetos contaminados. Não transmite para o ser humano e para outras espécies. Ela pode ser causada pelo vírus da Para influenza, pela bactéria Bordetella bronchiseptica ou ainda pela combinação dos dois tipos de agentes. Os sinais são tosse persistente, espirros, secreção nasal e ocular, febre, prostração e falta de apetite. A rinotraqueíte felina é transmitida entre os próprios.

Os dois casos são tratados com antibióticos e tratamento da imunidade, além de serem realizados exames como hemograma e raio X de tórax, pois os problemas podem evoluir para uma doença mais grave, como pneumonia, se não forem tratados adequadamente.

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Foto: Cityofchicago

Como evitar

Além da vacinação em dia e das visitas periódicas ao veterinário, é importante também ter alguns cuidados para manter a imunidade do pet em alta. ”No outono e inverno, vale colocar umidificadores pela casa por causa do ar seco; evitar passeios em dias muito frios ou logo após o banho; colocar mais potes de água pelos ambientes para aumentar a oferta de hidratação; dar alimentos úmidos como sachês específicos e cobertores para o pet ficar sempre aquecido”, explica o veterinário.

Fonte: Petz

Em véspera de feriado, o GRAACC destaca importância da doação de sangue

Tem feriado prolongado chegando e não falta disposição para passar um tempo curtindo com a família e os amigos. Mas a véspera de Corpus Christi também pode ser uma excelente oportunidade para praticar um ato de solidariedade, já que as doações de sangue habitualmente ficam mais baixas durante este período.

Segundo o Ministério da Saúde, menos de 2% da população é doadora. E esse número tende a ser menor nos feriados e férias escolares, reduzindo o abastecimento dos hemocentros e dos hospitais.

No complexo hospitalar do GRAACC, hospital referência no tratamento de crianças e adolescentes com câncer, os pacientes podem precisar da transfusão durante todo o tratamento, seja em decorrência da própria doença, dos efeitos colaterais da quimioterapia e radioterapia ou da realização de um procedimento cirúrgico.

Visando a manutenção dos estoques da fornecedora, a Sociedade Beneficente de Coleta de Sangue (Colsan), e a garantia do melhor atendimento aos pacientes, o GRAACC convida a população para doar nos dias que antecedem o feriado, colocando os seus especialistas à disposição para entrevistas que possam conscientizar a sociedade sobre a importância deste ato.

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Abaixo veja os requisitos básicos para fazer a doação:

· Estar em boas condições de saúde;
· Ter entre 16 e 69 anos, desde que a primeira doação tenha sido feita até 60 anos (menores de 18 anos precisam de autorização dos pais).
· Pesar no mínimo 50kg;
· Estar descansado (ter dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas);
· Estar alimentado (evitar alimentação gordurosa nas 4 horas que antecedem a doação); e
· Apresentar documento original com foto recente, que permita a identificação do candidato, emitido por órgão oficial (Carteira de Identidade, Cartão de Identidade de Profissional Liberal, Carteira de Trabalho e Previdência Social).

Para mais informações dos locais de coleta de sangue, acesse os sites do GRAACC ou do Colsan.

 

 

Vinagre de maçã é bom ou ruim para a diarreia?

O vinagre de maçã tornou-se popular como um remédio natural para uma variedade de doenças. Mas ele pode causar diarreia, ou pode ser usado para tratá-la? Pode ser usado na culinária, tomado como uma pílula ou combinado com água. Porque é muito ácido, pode causar desconforto no estômago ou problemas digestivos. No entanto, é improvável que isso aconteça, a menos que uma pessoa beba uma quantidade significativa do vinagre não diluído.

Pesquisa com o vinagre de maçã é limitada, mas algumas pessoas experimentam efeitos colaterais adversos. Além da diarreia, esses efeitos incluem danos ao esmalte dos dentes e problemas estomacais em pessoas com diabetes.

Vinagre de maçã causa diarreia?

O vinagre de maçã é feito fermentando o açúcar em maçãs. O processo de fermentação cria ácido acético, a parte essencial do vinagre e que o torna ácido. Algumas pessoas podem achar que alimentos ácidos ou condimentados podem causar dor de estômago, azia ou diarreia.

Infecções, como intoxicação alimentar são causas comuns de diarreia. Alergias alimentares ou certas condições médicas, como a doença celíaca ou a síndrome do intestino irritável, também podem causar diarreia.

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Pode tratar a diarreia?

A pesquisa descobriu que o vinagre de maçã tem propriedades antimicrobianas e pode destruir a bactéria E. coli, que pode causar intoxicação alimentar e é responsável por muitos casos de diarreia. No entanto, o vinagre de maçã também pode destruir alguns tipos de bactérias no intestino que são boas para a digestão. Isso pode irritar o intestino e levar à diarreia.

Esta pesquisa foi realizada em um laboratório com vinagre de maçã aplicado diretamente nas bactérias, portanto, os resultados provavelmente serão diferentes em pessoas. Há também algumas evidências de que o vinagre de maçã retarda o esvaziamento do estômago. Se uma pessoa tem diarreia, o vinagre de maçã pode retardar o processo digestivo, o que pode dar tempo ao endurecimento das fezes antes de serem expulsas.

Mais pesquisas precisam ser feitas sobre os possíveis benefícios do vinagre de maçã, já que não está claro se é seguro usar como um tratamento para a diarreia.

Outros efeitos colaterais de vinagre de maçã

O vinagre de maçã é muito ácido e não deve ser bebido não diluído. Em vez disso, adicione algumas colheres de chá de vinagre a um copo de água. Beber vinagre de maçã não diluído durante um período prolongado pode corroer o esmalte dos dentes, que é a camada protetora que os reveste. Lavar os dentes com água depois de beber vinagre de maçã pode ajudar a limitar o dano potencial ao esmalte.

Uma pessoa que tem diabetes e gastroparesia pode ser aconselhada a evitar o vinagre de maçã. A gastroparesia é um distúrbio que impede o estômago de esvaziar seu conteúdo no intestino na velocidade que deveria.

O vinagre de maçã pode interagir com alguns medicamentos prescritos. Se uma pessoa está tomando remédios, deve consultar o  médico antes de usar o vinagre de maçã.
O vinagre de maçã está disponível em forma de comprimidos de muitos varejistas on-line, mas esses produtos não são regulamentados da mesma forma que os produtos disponíveis nas farmácias. Pílulas de vinagre de maçã podem variar em força ou acidez, portanto, uma pessoa deve ser cautelosa sobre comprá-los.

Outras maneiras de tratar a diarreia

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A diarreia geralmente desaparece sem tratamento, mas pode durar de 2 a 4 dias em adultos. É essencial beber muitos líquidos durante esse período, pois ela pode causar desidratação. Uma pessoa deve comer quando se sentir capaz, e começar com alimentos leves, como banana ou arroz.

Outros sintomas de diarreia incluem cólicas estomacais e alta temperatura. Uma pessoa pode tomar medicação analgésica, como o ibuprofeno, para tratar esses sintomas. Medicação para diarreia está disponível para reduzir a duração e gravidade dos sintomas, mas não pode parar completamente a diarreia.

Soluções de reidratação sem receita estão disponíveis para tratar a desidratação. Esses são compostos de açúcar e sais minerais que podem ser dissolvidos em água. Esses tratamentos geralmente não são adequados para crianças pequenas.

Os bebês podem ficar desidratados muito rapidamente, então eles devem receber pequenos goles de água regularmente. Se eles mostram sinais de desidratação, como não fazer xixi com frequência suficiente, podem precisar de cuidados médicos.

Uma pessoa deve procurar ajuda médica se:

-tem diarréia por mais de 5 dias
-não quer comer e está perdendo peso
-sente-se muito doente ou vomita com frequência
-tem sangue nas fezes ou fezes escuras e fétidas
-tiver estado recentemente em um hospital

A diarreia geralmente é causada por uma infecção, o que significa que pode se espalhar para outras pessoas. Para evitar a transmissão da infecção, uma pessoa pode:

-lavar bem as mãos depois de usar o banheiro
-manter o banheiro limpo,
-lavar roupa de cama suja ou toalhas a alta temperatura
-evitar compartilhar talheres

Panorama

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O vinagre de maçã não é um remédio, então não há consensos oficiais sobre como tomá-lo. No entanto, é seguro para a maioria das pessoas consumir uma a duas colheres de chá de vinagre de maçã diluído em água. Se uma pessoa tem quaisquer efeitos colaterais adversos do vinagre de maçã, incluindo a diarreia, é melhor parar de tomá-lo e falar com um médico.

Mais pesquisas precisam ser feitas com o vinagre de maçã, como os possíveis benefícios para a saúde e quaisquer riscos potenciais não são atualmente claros. A diarreia geralmente pode ser tratada em casa com repouso e abundância de líquidos.

Fonte: Claire Sissons –  Medical News Today

Corpo são em mente sã com cérebro saudável

Pesquisa feita por universidade norte-americana e publicada na revista médica Neurology conclui que pessoas que têm o hábito de comer uma porção de folhas verdes por dia podem adiar por até 11 anos o envelhecimento do cérebro. O estudo durou mais de 20 anos e foram acompanhadas 960 pessoas.

“Os alimentos do estudo são espinafre, couve, alface e grãos. O trabalho começou em 2004 e terminou em 2017. Aquelas pessoas que consumiam mais alimentos verde-escuros, com caule ou grãos, em 2004 apresentaram menor desenvolvimento de demência em 2017 do que quem comia menos”, informa o neurologista Denis Bichuetti, membro da ABN (Academia Brasileira de Neurologia) e diretor editorial da ABNews.

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“A análise foi controlada para evitar que fatores como sedentarismo, obesidade, tabagismo e doenças clinicas influenciassem no resultado, demonstrando que só a alimentação já é um fator protetor”, complementa Bichuetti

Ele ainda explica que quanto melhor você tratar o seu organismo, melhor será o funcionamento da cabeça. “E um cérebro que funciona melhor é um cérebro que degenera mais devagar, tem declínio cognitivo (perda de memória, falta de atenção, raciocínio lógico) mais lento”, destaca.

Para isso, Denis dá algumas dicas. Alimentação saudável é uma delas. Evitar gorduras, carnes, frituras e refrigerantes é também essencial para o cérebro. “É preciso comer determinadas porções de frutas, verduras e legumes por dia e evitar excesso de carne, gordura, frituras e refrigerantes, pois esses últimos são tóxicos para o organismo. De certa forma, quanto mais conservantes for consumido, mais será acelerado o envelhecimento”, ressalta.

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Outros conselhos para manter o cérebro em forma é praticar atividade física e dormir bem, pois “tanto o exercício como o sono regular atrasam o declínio cognitivo. Agora a privação de sono, mau cuidado com a saúde e sedentarismo, pelo contrário, fazem com que o declínio cognitivo seja mais rápido ou aconteça mais cedo do que em pessoas que se cuidam.”

Segundo Denis, é raro que alguém desenvolva demência, por exemplo, aos 40 anos, mas enquanto o grupo que cuida da saúde pode apresentar problemas aos 80, no outro, que não tem preocupação com o corpo, as enfermidades poderão aparecer aos 70, 75.

“Aquilo que o indivíduo faz aos 40 anos influencia na saúde ou envelhecimento cerebral dos 70. O que você faz aos 20, 30, 40 anos influenciará sim seu organismo aos 70, 80, 90 anos. Quando o indivíduo desenvolve Alzheimer, ou quando, já aos 80 anos, apresenta problema no joelho, quando já está sem resistência muscular, não há muito o quê fazer, não é possível voltar atrás. Então, cuidar bem do corpo hoje interfere na qualidade de vida futura”, alerta o médico.

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Foto: Food Coach NYC

Denis Bichuetti finaliza lembrando que esses estudos “são essenciais para que a população que hoje tem 20, 30 anos possa envelhecer de forma saudável, pois a expectativa de vida será de 80 anos e nessa idade nenhum medicamento fará diferença. Portanto, é preciso cuidar bem do seu corpo hoje.”

Fonte: Academia Brasileira de Neurologia

 

 

São Paulo terá o primeiro hospital exclusivo para gatos do Brasil

Ser a referência em atendimento a felinos no Brasil e trazer o melhor do padrão internacional de atendimento a gatos em qualidade de medicina, infraestrutura, e conforto, tanto para os pacientes quanto para os tutores. Esta é a grande proposta do 4cats, o primeiro hospital veterinário exclusivo para gatos do Brasil, que está funcionando em modo soft opening desde 3 de maio, e será inaugurado oficialmente no dia 29 de maio, na capital paulista.

Criado em parceria com a multinacional Royal Canin, o local foi idealizado pelos médicos-veterinários Archivaldo Reche Junior (Dr. Valdo), formado pela FMVZ- USP, que possui residência, mestrado e doutorado em clínica médica pela USP e Pedro V. P. Horta, formado pela USP FMVZ, com residência e mestrado em clínica médica pela USP e Membro da American Association of Feline Practitioner, a mais importante entidade internacional focada nos felinos.

A estrutura do hospital se destaca por possuir médicos-veterinários especialistas em gatos no Brasil, um ambiente exclusivo para gatos, que considera as peculiaridades do seu comportamento e infraestrutura de padrão Internacional com serviço completo. Sim, existem clínicas específicas para gatos, mas hospital, com infraestrutura de internação e U.T.I, o 4Cats é o primeiro.

“A medicina felina evoluiu muito nos últimos 25 anos, hoje, os tutores de gatos buscam profissionais especializados em atendimento à espécie. A ideia do hospital para felinos surgiu a partir da constatação da necessidade de disponibilizar aos tutores de gatos um local que funcionasse 24 horas e que fosse voltado exclusivamente para esse pet”, afirma Dr. Valdo.

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A operação inicial do 4cats contará com 21 profissionais, sendo 8 médicos-veterinários, com previsão de expansão já no segundo semestre deste ano e a a expectativa inicial é de 500 atendimentos/mês.

“Os gatos são animais que sofrem mais estresse com visitas a clínicas/hospitais, portanto, cabe ao médico veterinário proporcionar um ambiente agradável e menos estressante ao paciente felino, para que sua visita à clínica seja menos traumática possível”, afirma Horta.

Os sócios são membros da American Association of Feline Practice, garantindo que os padrões internacionais de atendimento e melhores práticas para cuidados com os gatos sejam implementados no hospital.

Detalhes:

– A área do hospital é de 390 m².

– O programa internacional cat friendly da AAFP recomenda dois tamanhos de recintos, um pequeno para curtos períodos, de 60x60x65cm, e um maior, para longas internações, de 90x70x65 cm (não são tamanhos mínimos e sim recomendados).

– Os recintos têm 110x70x75cm (os menores) e 150x70x70cm (os maiores). Como há recomendações para se evitar inox, que além de frio é reflexivo, no 4cats somente as mesas são desse material, por exigência das normas brasileiras.

-As recomendações do programa da AAFP citam móveis e equipamentos compatíveis com o tamanho dos gatos. As mesas de atendimento têm 100 cm x 55 cm.

– O hospital tem cinco salas para atendimentos e recintos para internar 35 gatos simultaneamente (considerando todas os recintos, inclusive a sala restrita de infecciosas e as gaiolas de pré e pós-operatório).

-21 funcionários, sendo oito deles médicos-veterinários, mas em breve o hospital deve aumentar, pois já há falta de pessoal com o alto movimento, mesmo antes da inauguração oficial.

Obs.: para saber valores é necessário ligar para o hospital, pois não são fornecidos de outra forma.

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Horário: Pronto Socorro 24 horas
Endereço: Av. Pacaembu, 1311 – São Paulo – SP- Tel: 2366-5567
Inauguração: 29/05/2018 (soft openind desde 03/05)

*Texto atualizado em 23/05/18 – às 14 horas.

Hospital São Camilo e SESC Pompeia promovem Estação Saúde com serviços gratuitos

Iniciativa com foco em prevenção oferecerá orientações sobre a manobra de Heimlich, massagem cardíaca e avaliação de circunferência abdominal e IMC (Índice de Massa Corporal)

Nos dias 23 e 24 de maio (quarta e quinta-feira), a Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, em parceria com o SESC Pompeia, promoverá a ação “Estação Saúde”, que tem como objetivo principal levar informações sobre bem-estar e qualidade de vida para os moradores da região.

Durante o evento, os interessados poderão aprender como realizar, com segurança, a manobra de Heimlich, mais conhecida como manobra de desengasgo, e como fazer massagem cardíaca. As orientações serão ministradas pela equipe do Centro de Simulação e Pesquisa do Hospital São Camilo.

Haverá também avaliação de circunferência abdominal e medição de Índice de Massa Corporal (IMC), que serão realizadas por nutricionistas do Hospital São Camilo.

Todas as ações são gratuitas e acontecerão em duas sessões, às 10h e às 13h30, nos dois dias do evento. O SESC Pompeia está localizado na Rua Célia, 93, na zona oeste da capital.

A iniciativa faz parte de uma parceria entre as Instituições, seguindo um cronograma anual de atividades, envolvendo diversos assuntos focados em saúde e bem-estar.

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Serviço:
Estação Saúde
Data: 23 e 24 de maio (quarta e quinta-feira)
Horário: 10h e 13h30
Local: SESC Pompeia
Endereço: Rua Célia, 93
Investimento: Gratuito

 

Mitos que rondam o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)

Diego Tavares, psiquiatra do Hospital das Clínicas de São Paulo, explica que algumas doenças psiquiátricas são tão mal compreendidas que, com o tempo, vão perdendo o sentido original e incorporando características que não são e nunca fizeram parte delas.

“Hoje em dia, o transtorno de personalidade borderline (TPB) tem sofrido uma ampliação tamanha a ponto de transtorno bipolar clássico (tipo I), esquizofrenia, transtorno obsessivo compulsivo e até transtornos de ansiedade estarem sendo chamados de ‘transtorno borderline’ por conta da falha na formação adequada de psiquiatras e psicólogos”, fala o médico.

Afinal, qual a verdade sobre o problema?

1) A principal e definidora característica de um indivíduo com personalidade do tipo borderline é um problema no vínculo com as outras pessoas. “São indivíduos que lançam mão de esforços desesperados para evitar o abandono real ou imaginado. Qualquer fim ou separação (namoro, casamento, amizade, emprego) pode deflagrar uma crise em que a pessoa interpreta o afastamento como sinal de rejeição”, explica o médico.

2) Um padrão de relacionamentos instáveis caracterizados pela alternância entre extremos de idealização e desvalorização, que é o típico “tudo ou nada”, “amo ou odeio”. O outro tem que ser perfeito e, se errar, passa a ser depreciado. Assim, ao recusar um pedido, o “melhor psiquiatra do mundo” se transforma em “lixo”. Também é comum a pessoa ficar íntima rapidamente de alguém, alimentar um monte de expectativas e, logo depois, cair em frustração e passar a odiar o outro.

“Estas são as duas principais e essenciais características para um diagnóstico desse transtorno. Todos os outros sintomas (alterações de humor, aumento de impulsividade, ideias de suicídio, automutilação etc) são secundários a uma situação que envolva um relacionamento interpessoal problemático que tenha envolvido o medo do abandono e o de se sentir rejeitado. Além disso, pra ser um TPB esses sintomas ocorrem desde o início da adolescência até a idade adulta”, fala o psiquiatra.

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Tavares comenta que mesmo que um paciente comece a apresentar problemas de relacionamento relacionados ao medo do abandono, se for apenas durante um período de depressão, por exemplo, e não durante a vida toda, não se trata de transtorno de personalidade. Esse é o problema mais grave que vemos nos dias de hoje, avaliar uma pessoa no momento presente e, por conta de sintomas “típicos de alteração emocional do borderline” fechar este diagnóstico. O transtorno de personalidade é crônico e relacionado ao amadurecimento da personalidade e não são sintomas que ocorrem exclusivamente em um momento da vida.

O que muita gente chama de TPB, mas não é:

1) Mudanças constantes de humor;

2) Alteração de humor marcada por raiva, ódio e rancor;

3) Automutilação em pessoas deprimidas;

4) Pessoas extremamente impulsivas;

5) Tentativas de suicídio constantes;

6) Pessoa com transtorno de humor que sofreu abuso sexual ou bullying na infância;

7) Baixa tolerância à frustração e imaturidade;

8) Pessoa irônica, provocativa e manipuladora que causa uma sensação ruim no terapeuta ou no médico.

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Foto: MedicalNewsToday

“O grande problema que tenho visto para um excesso de diagnósticos de TPB é que muitas vezes se utilizam sintomas isolados para o diagnóstico. Isso é, alterações de humor mais rápidas (no mesmo dia) ou mistas (com disforia, raiva e agressividade), que até podem ocorrer em um portador de TPB, são usadas como critério essencial e apenas a presença delas leva ao diagnóstico, sem uma devida avaliação da personalidade ao longo da vida. Outro erro comum é achar que todo adolescente que se mutila é borderline, sendo que esse sintoma ocorre muito em alguns transtornos de humor”, finaliza o médico.

Fonte: Diego Tavares é graduado em Medicina pela Faculdade de Medicina de Botucatu – Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (FMB-UNESP) e residência médica em Psiquiatria pelo Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (IPQ-HC-FMUSP). Psiquiatra Pesquisador do Programa de Transtornos Afetivos (Gruda) e do Serviço Interdisciplinar de Neuromodulação e Estimulação Magnética Transcraniana (SIN-EMT) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (IPQ-HC-FMUSP) e coordenador do Ambulatório do Programa de Transtornos Afetivos do ABC (PRTOAB).

Intolerância à lactose: 14 maneiras de continuar a amar laticínios

Se você é como eu e tem intolerância à lactose, estas dicas vão ajudar e bastante na sua rotina diária:

1 – Conheça o seu limite de lactose

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Se é intolerante à lactose, você ainda pode comer alimentos com lactose – com moderação. A chave é conhecer o seu limite. Mantenha um diário alimentar, anote quando, o quê e o quanto você comeu e como você se sentiu. Você deve ver um padrão emergir e vai aprender quanto ou pouca lactose pode consumir. Então, fique no seu limite.

2 – Considere leite e outros laticínios sem lactose

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Para os bebedores regulares de leite, a maioria dos supermercados tem leite sem lactose ou com baixo teor de lactose em suas seções de laticínios ou alimentos especiais. Você também pode encontrar queijo sem lactose, iogurte sem lactose e outros produtos lácteos. Pode ser difícil obter cálcio suficiente quando você é intolerante à lactose. O leite sem lactose, no entanto, tem a mesma quantidade de cálcio que o normal.

3 – Tome o controle de sua alimentação

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Assuma o controle de suas refeições em vez de lutar para encontrar algo que você possa comer em um menu. Ao cozinhar em casa, você pode substituir o leite em receitas com a versão sem lactose. Você também pode comprar um livro de receitas  sem lactose e começar a experimentá-las. Muitas receitas clássicas podem ser adaptadas para se adaptarem a uma dieta intolerante à lactose. Controle os ingredientes que vão na refeição e pode se surpreender com quanta variedade você pode comer.

4 – Considere suplementos de lactase

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Não é uma cura, mas tomar suplementos de enzima lactase pode ajudá-lo a comer alimentos que contenham lactose. Os suplementos são encontrados em muitas formas, incluindo cápsulas e comprimidos mastigáveis. Eles podem ser particularmente úteis se você não souber os ingredientes exatos da sua refeição. Se os suplementos não ajudarem os seus sintomas, certifique-se de consultar o seu médico.

5 – Caça à lactose oculta

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A lactose é encontrada na maioria dos produtos lácteos, exceto aqueles marcados com “sem lactose”, como leite ou queijo sem lactose. Também pode ser em alimentos embalados, como misturas secas, refeições congeladas e assados. Leia atentamente os rótulos dos alimentos e atente para ingredientes como “sólidos de leite”, “leite em pó” e “coalhada”. Se você optar por comer esses alimentos, talvez seja necessário tomar um suplemento de lactase para ajudar a prevenir os sintomas.

6 – Pergunte aos especialistas

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Aprender uma nova maneira de comer não é fácil, mas você não precisa fazer isso sozinho. Peça ao seu médico para sugerir uma nutricionista para ajudá-lo a gerenciar sua dieta. Ela pode ensiná-lo a ler os rótulos dos alimentos, compartilhar dicas de alimentação saudável, informar a quantidade de laticínios que você pode comer ou beber sem sintomas e indicar alimentos com lactose reduzida ou sem lactose para fornecer uma dieta bem equilibrada.

7 – Porções menores, menos sintomas

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Talvez você não possa desfrutar de um copo grande de leite com biscoitos, mas você pode tentar uma porção menor. Comece com um copo de 120 ml em vez de um total de 240 ml. Aumente gradualmente a quantidade de leite até começar a notar sintomas desagradáveis. Ouça seu corpo. Ele informará quando você atingiu seu limite. Se você quiser evitar completamente a lactose, experimente o leite de vaca sem lactose ou bebidas não lácteas, como o leite de soja.

8 – Desfrute de laticínios, acompanhados

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Em vez de comer ou beber produtos lácteos por si só, tente consumi-los com alimentos que não contenham lactose. Para algumas pessoas, a combinação de produtos lácteos com outros alimentos pode reduzir ou mesmo eliminar os sintomas habituais. Portanto, não beba apenas um copo de leite pela manhã. Despeje sobre o cereal ou tenha um pedaço de torrada do lado.

9 – Escolhas os melhores queijos para você

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Com intolerância à lactose, você ainda pode comer queijo, mas escolha com cuidado. Queijos duros e envelhecidos, como suíço, parmesão e cheddar, são mais pobres em lactose. Outras opções de queijo de baixa lactose incluem cottage ou feta, feito de leite de cabra ou ovelha. Certos tipos de queijos – especialmente os macios ou cremosos, como brie, são mais ricos em lactose. Se você quiser evitar laticínios completamente, tente queijos sem lactose.

10 – Aprenda a amar o iogurte

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Procure por iogurte com culturas bacterianas vivas e ativas. Quando você come esse tipo de iogurte, as culturas bacterianas podem ajudar a quebrar a lactose. Além disso, apenas 1 xícara de iogurte natural com baixo teor de gordura fornece 415 mg de cálcio. Mas esqueça o frozen yogurt. Ele não contém culturas vivas suficientes, o que significa que pode causar problemas para pessoas intolerantes à lactose. Para estar seguro, você pode sempre escolher iogurte sem lactose.

11 – Probióticos para intolerância à lactose

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Para algumas pessoas, os probióticos podem aliviar os sintomas da intolerância à lactose. Probióticos são microrganismos vivos, geralmente bactérias, que restauram o equilíbrio de bactérias “boas” em seu sistema digestivo. Eles podem ser encontrados em alimentos como iogurte ou kefir – leite rico em probióticos – bem como suplementos dietéticos. Fale com o seu médico para ver se os probióticos que podem ajudá-lo.

12 – Comer fora quando se é intolerante à lactose

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Você ainda pode jantar fora seguindo uma dieta sem lactose. Pergunte ao garçom se há um guia para o menu que mostra quais alimentos contêm leite. Ou deixe o seu anfitrião saber quais os alimentos que você está evitando. Tome um suplemento de lactase no caso de escapar algum ingrediente lácteo. Coma com simplicidade. Por exemplo, pule os molhos cremosos e condimentos lácteos como creme azedo.

13 – Cozinha caseira com baixa lactose

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Cozinhar com baixa lactose requer uma mudança de pensamento. Quanto mais simples você cozinhar, melhor. Use ervas e temperos para dar sabor à carne, peixe e legumes. Atenha-se a ingredientes frescos e use menos alimentos preparados. Experimente com caldo de galinha ou leites sem lactose para fazer molhos. Use queijos de baixa lactose para assar. Explore as cozinhas – como o mediterrânea ou a asiática – que não dependem muito de produtos lácteos.

14 – Ouça seu corpo

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Conforme você experimenta a ingestão de produtos lácteos, descobre quanto seu sistema digestivo pode suportar. Ouça o seu corpo e escolha sabiamente. Quer uma fatia de pizza de queijo? Lembre-se de como você se sentiu na última vez que comeu isso. Você inchou, sentiu-se desconfortável ou teve cólica? Se assim foi, tome um suplemento de lactase antes ou, em vez disso, troque por um sanduíche ou salada.

Fotos: Getty Images

Fonte: WebMD

Conheça alimentos que podem auxiliar a saúde do coração

Doenças do coração podem afetar pessoas nas mais diferentes condições. Muitas vezes, os problemas aparecem de forma sutil, sem afetar muito o cotidiano como um leve aumento na pressão, dores pontuais ou famoso colesterol.

Segundo o cardiologista Augusto Scalabrini Neto, do Hospital Sírio-Libanês, há várias formas de diminuir os riscos dessas doenças. Redução de estresse, evitar a obesidade, cafeína, álcool e cigarros são algumas delas.

Mas as principais medidas se enquadram em uma dieta saudável e exercícios físicos, porque, além de reduzir riscos cardiovasculares, também aumentam a disposição e retardam o envelhecimento daqueles que as praticam. “Estudos recentes demonstram claramente que as pessoas que mantêm um bom condicionamento cardiovascular envelhecem melhor, com mais saúde e menos eventos negativos”, explica o especialista.

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Outro fator determinante para se manter saudável é manter o nível de colesterol LDL (o colesterol ruim) baixo . Logo, uma dieta com pouca gordura saturada, baixa em carboidratos e rica em fibras pode ser o que vai manter essas enfermidades longe. “Essa fração LDL aumenta a quantidade de gorduras no sangue, e facilita o depósito  nas artérias, provocando o aparecimento das chamadas placas gordurosas e, consequentemente, a obstrução das artérias, como se fosse ferrugem em um cano”, aponta o médico.

Por apresentar um grande percentual de gordura saturada, a carne de porco se enquadra neste caso e por isso, deve ser evitada. Mas nem todas as gorduras são prejudiciais. Embora as saturadas aumentem o colesterol, podendo induzir obstruções arteriais, as mono e poli-insaturadas aumentam a fração HDL do colesterol (o colesterol bom) e podem ter um efeito benéfico para o coração.

O colesterol “bom” remove gorduras do sangue e evita o depósito dessas substâncias nos vasos. Portanto quanto mais alto o nível da fração HDL, menor o risco cardiovascular.

Para ajudar a manter os níveis de colesterol equilibrados, a alimentação é uma grande aliada. Enquanto alguns alimentos podem deteriorar as artérias, outros podem amparar, não somente o coração, mas a saúde do corpo de maneira integral.

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O azeite extravirgem, por exemplo, é rico em gorduras monoinsaturadas, que ajudam a aumentar os níveis de colesterol “bom”. O médico recomenda que o azeite seja sempre puro e de excelente qualidade: “O benefício é atingido quando se ingere azeite de oliva puro, sem misturas e, preferencialmente, sem aquecer, já que isso pode promover a saturação das gorduras monoinsaturadas com consequente perda de suas propriedades benéficas”.

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Alguns alimentos são constantemente associados com benefícios para o coração, mas não foram estudados o suficiente e nem comprovaram a sua eficácia real. É o caso das frutas ricas em vitamina C, como laranja, morango e acerola, chocolates puros (+70%), que contêm grandes quantidades de antioxidantes, e portanto, fazem bem à saúde, mas não necessariamente para o coração.

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Foto: Gadini/Pixabay

O alho também tem sido citado como benéfico. “Existem alguns estudos demonstrando efeitos benéficos do alho na redução das gorduras do sangue e, portanto, do colesterol, na redução da agregação das plaquetas, reduzindo, assim, o risco de coágulos que poderiam causar infarto e aumento no relaxamento das artérias, reduzindo assim a pressão arterial”, informa o cardiologista.

uvas escuras

Outros alimentos surpreendem ao ser associados com a saúde do sistema cardiovascular, como o vinho e o suco de uva, pois possuem resveratrol. “Estudos mostram que o resveratrol é capaz de aumentar os níveis da fração HDL do colesterol, reduzir os radicais livres e diminuir a coagulação de forma adequada, assim, evitando eventos como o infarto do miocárdio”, conclui e também recomenda moderação, especialmente se tratando de álcool.

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Fonte: Augusto Scalabrini Neto é cardiologista, graduado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Professor adjunto e coordenador de ensino do Departamento de Emergências Clínicas na mesma universidade; Coordenador Geral e Didático do Laboratório de Habilidades e Simulação da Faculdade de Ciências Médicas Minas Gerais e Docente Invitado da Universidad Finis Terrae em Santiago, Chile.  É médico do Corpo Clínico e vice-presidente da Coreme (Comissão de Residência Médica) do Hospital Sírio-Libanês e supervisor do Programa de Residência Médica em Cardiologia do da mesma entidade