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Ômega-3: novo suplemento traz diversos benefícios sem deixar gosto de peixe

Nunca se falou tanto sobre a suplementação com ômega 3 e já há inúmeros trabalhos demonstrando seus benefícios à saúde, sendo cada vez mais recomendado por médicos e nutricionistas. Porém, como qualquer tipo de suplementação, é essencial que sejam observados diversos fatores como a indicação, o tipo de benefício desejado e, especialmente, a qualidade do produto selecionado.

Eu recebi o suplemento alimentar OmegaPURE para experimentar e estou gostando muito. Primeiro porque ele vem em formato de cápsula, mas não aquelas muito grandes, o que eu confesso, me dava aflição e acabava fazendo com que eu não consumisse o produto. Segundo, é muito comum, após ingerirmos essas cápsulas, sentirmos aquele gosto de peixe e acharmos que nosso hálito não está muito agradável. Com o OmegaPURE não acontece isso. Dois pontos importantes para ele.

Quer saber mais? Leia abaixo o que diz a Consultora Científica da Biobalance Maria Inês Harris. Ela fala sobre os inúmeros benefícios que o ômega-3 pode nos trazer:

“Os ômega-3 são ácidos graxos polinsaturados essenciais – substâncias que nosso organismo necessita, mas não é capaz de produzir, devendo estar presentes na alimentação. Dentre os mais importantes ômega-3 estão o ácido docosahexaenóico – DHA – e o ácido eicosapentaenóico – EPA, encontrados nos peixes de águas profundas”, afirma Maria Inês.

A química comenta as dúvidas mais frequentes sobre o ômega 3:

P-É possível obter o ômega 3 necessário para nosso organismo pela dieta tradicional?

R-Na dieta ocidental, há diversas fontes de ácidos graxos essenciais, contudo a proporção entre os ácidos graxos ômega-3 e ômega-6 não é a ideal, ingerindo-se uma grande quantidade de ômega-6. Essa proporção pode ser relativamente melhorada pela ingestão de grandes quantidades de peixes como o salmão ou o atum, por exemplo, mas para retomar o equilíbrio entre os dois tipos de ômega faz-se realmente necessária a ingestão de ômega-3 na forma de EPA e DHA, que não podem ser convertidos em ômega-6, como ocorre com o ácido linolênico, um ômega-3 obtido de óleos vegetais – como por exemplo o óleo de oliva. Não à toa, as cápsulas de ômega 3 estão entre os dez suplementos mais consumidos no mundo.

P-Qual a quantidade diária de ômega 3 que devemos consumir?

R-Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), é essencial que no mínimo 1 a 2% do total de energia diária consumida seja de EPA + DHA, o que corresponde a aproximadamente 500 mg. Mas essa quantidade varia, por exemplo, com o estado de saúde. Para os pacientes com doenças coronarianas congênitas, por exemplo, recomenda-se mais, no mínimo 1 g de EPA + DHA diários, para evitar o surgimento de doenças cardiovasculares. Em outros estudos clínicos com pacientes de psoríase, observou-se que a suplementação diária com 2,5-3,6 g de EPA e DHA altamente purificados (6 cápsulas de OmegaPURE) mostra melhoras persistentes no quadro.

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P-O que é preciso observar em um suplemento de ômega 3?

R-O principal aspecto a observar é a pureza do suplemento, uma vez que as capsulas de óleo de peixe não concentrados apresentam em sua composição apenas uma pequena percentagem de EPA e DHA (cerca de 20-28%), sendo o restante composto de ômega-6 e ácidos graxos saturados, que prejudicam o efeito dos ômega-3. Deve-se portanto ingerir cápsulas com elevado teor de EPA e DHA. No Brasil, foi lançado o OmegaPURE, que apresenta 90% de ômega-3. Cada cápsula de 500 mg de OmegaPURE contém 450 mg de EPA + DHA. Trata-se de uma concentração elevada, sem que sejam administrados simultaneamente os indesejados ômega-6.

OmegaPURE na Melhor Idade

P-E em quais aspectos da saúde este suplemento atua uma vez que seja ingerido na quantidade diária correta?

R-No pré-natal, ele atua no bom desenvolvimento do sistema nervoso e imunológico do bebê. Durante a amamentação, o ômega 3 contribui para o desenvolvimento cerebral. Na infância, ele também é um aliado do cérebro. Já na vida adulta, esse tipo de óleo essencial reduz os níveis de colesterol ruim e dos triglicerídeos. Na oftalmologia, o ômega 3 combate a síndrome do olho seco. Por sua capacidade anti-inflamatória, é útil nos cuidados da psoríase e dermatites e também como protetor no sistema nervoso central na terceira idade. Existe um número considerável de pesquisas que relacionam o ômega 3 a uma série de benefícios para a saúde. Ele ajuda comprovadamente na redução do risco cardiovascular, atua positivamente em doenças autoimunes, demência e até depressão.

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Há outras vantagens no OmegaPURE?

Os demais produtos no mercado contêm em sua composição ácidos graxos ômega-6 e gordura saturada, que são nocivos à saúde, enquanto OmegaPURE contém apenas ácidos graxos ômega-3, sendo 90% EPA + DHA. Além disso, OmegaPURE é apresentado em cápsulas pequenas de 500 mg, fáceis de engolir. Com uma tecnologia especial de revestimento, essas cápsulas são gastrorresistentes, se degradando apenas no duodeno pela ação do pâncreas e, por isso, não deixam hálito residual de peixe.

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OmegaPURE é encontrado exclusivamente nas farmácias de manipulação de todo o Brasil.

Informações: Biobalance – SAC 0800-771-8438

 

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Você sabe as diferenças entre os ômegas 3, 6 e 9?

Uma das premissas de quem busca uma vida mais leve e saudável é a de que as gorduras não são bem-vindas na dieta e devem ser reduzidas ou eliminadas. Porém, na prática, não é bem assim que funciona, pois, existem gorduras boas, inclusive, essenciais para o funcionamento e desenvolvimento do organismo, como é o caso dos ômegas 3, 6 e 9.

Elas devem ser consumidas com moderação para garantir o bom desempenho do metabolismo humano e ainda prevenir uma série de doenças. Estes lipídeos são classificados como ácidos graxos poli-insaturados e são fundamentais para a manutenção de algumas funções do organismo. Eles ainda colaboram na produção de hormônios e são usados como energia pelo corpo. Para se beneficiar da ação destes nutrientes e garantir uma vida mais saudável é importante adotar uma dieta que favoreça o equilíbrio entre eles, por meio do consumo de peixes, frutos do mar, óleos vegetais, sementes e oleaginosas, e se atentar para alguns detalhes importante que podem potencializar a saúde.

As maiores vantagens dessas “gorduras boas”

Estudos mostram que os ácidos graxos poli-insaturados trazem diversos benefícios para o organismo, eles não só possuem efeitos preventivos, como também têm a capacidade de auxiliar no tratamento e combate a várias patologias e, entre suas principais funções, está a proteção da saúde cardiovascular e cerebral.

Atualmente, o consumo regular dos ômegas já é associado à redução dos sintomas de doenças e alterações metabólicas no organismo. Eles ajudam a diminuir os níveis de colesterol e triglicérides e ainda produzem substâncias anti-inflamatórias que também auxiliam na formação do tecido adiposo e podem bloquear as enzimas que produzem a inflamação da artrite reumatoide aliviando seus sintomas, em especial o ômega-6.

A nutricionista Joanna Carollo explica que esses nutrientes são compostos por ácidos graxos como o EPA (ácido eicosapentaenoico), o DHA (ácido docosahexaenoico) e o ácido alfa-linolênico (ALA), substâncias benéficas à saúde e capazes de melhorar o desempenho do sistema circulatório, impedindo a formação e acúmulo de plaquetas nos vasos sanguíneos que podem causar doenças como derrame ou infarto.

“Eles também possuem propriedades antioxidantes que neutralizam o excesso dos radicais livres no organismo. Além disso, sua atuação está relacionada com a formação de parte do tecido cerebral, e seu potencial capaz de otimizar as funções cognitivas e de memória vem sendo pesquisados, inclusive como um método preventivo contra doenças degenerativas”, explica a profissional da Nova Nutrii.

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Vantagens em todas as idades

A especialista acrescenta que esses nutrientes também são fundamentais para as gestantes, pois participam diretamente no desenvolvimento fetal, colaborando com a formação da retina ocular e do sistema imunitário dos bebês. Outro fato importante é que essas substâncias são usadas como auxiliares no tratamento de idosos, na forma de suplementação, graças ao seu potencial preventivo contra déficits cognitivos, perda de memória, insônia e, até mesmo, ansiedade.

Principais diferenças entre eles

Muito se ouve falar sobre o popular ômega 3, porém nem todo mundo sabe, de fato, qual a importância do nutriente, muito menos dos outros ômegas, pouco divulgados, porém, tão fundamentais quanto. A diferença básica entre eles está na estrutura química de cada um. O 9 é sintetizado pelo corpo humano a partir da presença do 3 e do 6 e também possui fontes disponíveis na natureza, porém o 3 e o 6 não são produzidos pelo organismo, sendo obtidos somente por meio da alimentação, por isso são considerados essenciais. Entenda as principais características deles:

Ômega 3: o organismo humano não é capaz de produzir naturalmente esse ácido graxo, portanto, seu aporte deve ser feito, como falado, por meio da alimentação. Ele pode ser encontrado em alguns peixes, oleaginosas e sementes de chia e linhaça. A substância mais abundante na composição do nutriente é o ácido alfa linolênico, responsável pela produção dos ácidos EPA e DHA, que atuam na diminuição dos níveis de triglicérides e no aumento do colesterol bom (HDL). O ômega ainda atua na manutenção das membranas celulares e na saúde do sistema nervoso central, por isso é considerado um aliado poderoso para o bom funcionamento do coração e do cérebro.

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Ômega 6: esse nutriente desempenha um papel fundamental no organismo, mas, assim como o ômega 3, carece de suplementação alimentar, pois não é produzido naturalmente pelo corpo. Ele pode ser encontrado em praticamente todos os óleos vegetais, especialmente nos de milho e soja. Seu componente principal é o ácido linoleico, que participa de vários processos e sínteses hormonais e colabora para o bom funcionamento do sistema imunológico. O ômega 6 faz a manutenção da saúde reprodutiva e auxilia também na redução do colesterol ruim (LDL) e na formação das membranas celulares e da retina, o que garante pele e cabelos mais saudáveis e ainda ajuda na prevenção de doenças como a osteoporose.

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Ômega 9: presente em alimentos como azeite de oliva, azeitona, óleo de canola, abacate e oleaginosas, diferente dos anteriores, pode ser sintetizado pelo organismo humano a partir da presença dos ômegas 3 e 6, porém o corpo consegue produzir essa gordura apenas em pequenas quantidades. Além disso, também é preciso ter atenção pois, a ausência de um dos outros ômegas pode desencadear na deficiência desse nutriente. Sua principal substância é o ácido oleico que age no metabolismo e desempenha um papel essencial na síntese dos hormônios. O nutriente é um anti-inflamatório poderoso e atua contra doenças do coração e contra o envelhecimento precoce das células, ele também auxilia na redução do colesterol ruim (LDL) e diminui a agregação de plaquetas.

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Como garantir os benefícios

Uma dieta equilibrada com uma variação no uso dos óleos vegetais, o consumo regular de peixes e a inclusão de oleaginosas e sementes, como a linhaça, chia e nozes no cardápio pode suprir a necessidade desses nutrientes no organismo. Mas é preciso se atentar para alguns detalhes que podem fazer a diferença, pois uma alimentação deficiente, que não equilibre os diferentes ômegas pode provocar a carência dessas gorduras e prejudicar o metabolismo.

Atenção ao consumo de peixes

A maior fonte natural dos ômegas é a carne de peixes, no entanto, não são todos que contêm o nutriente. Muitas pessoas acreditam que incluir a proteína nas refeições é o bastante para obter os benefícios desses ácidos graxos, porém, as espécies que possuem o EPA e DHA em abundância são aquelas que vivem em águas profundas e frias, especialmente em regiões nórdicas, como o salmão, o atum e a sardinha. Isso acontece devido à alimentação típica desses animais em seu habitat natural.

O mercado brasileiro não consegue suprir essa demanda, além das águas serem mais quentes e rasas, boa parte da produção desse tipo de peixe consumida no país é feita em cativeiros. A nutricionista ressalta: “Isso não significa que o consumo dos peixes é em vão, pelo contrário, além de ser a opção mais saudável, eles ainda são uma boa fonte para o aporte dos ômegas. Porém, para nós brasileiros, é importante variar a alimentação com outras fontes, que podem até mesmo ter uma concentração maior dessas gorduras”.

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Óleos vegetais auxiliam o aporte nutricional

A maioria dos óleos vegetais podem ser uma boa alternativa para suprir a necessidade desses nutrientes no organismo. A inclusão dessas “gorduras boas” no cardápio, de forma moderada, pode garantir o aporte dos ômegas por meio da dieta. Para o ômega 3, em especial, é indicado o consumo dos óleos de soja e de canola, mas o ideal é variar a utilização desses e outros óleos vegetais, assegurando uma ingestão balanceada. A vantagem é que os ômegas são preservados nesses óleos mesmo com aquecimento realizado no preparo de algumas refeições. No entanto, é preciso cautela, pois o uso indiscriminado pode acarretar complicações, como o aumento do peso.

É preciso suplementar?

Atualmente há uma ampla oferta dos ômegas 3, 6 e 9 no mercado de suplementos. Que eles são aliados da saúde de crianças, adultos e idosos não restam dúvidas, mas será que é seguro e necessário recorrer às capsulas para uma vida mais saudável? Segundo a especialista, apesar da grande variedade de alimentos naturais e enriquecidos disponíveis no mercado, a suplementação também pode ser uma forma interessante e até mais prática para se obter os benefícios dos ácidos graxos.

“Em relação aos produtos industrializados, em que são adicionados os ômegas, é preciso ficar atento pois, geralmente, a quantidade presente do nutriente é muito baixa e incapaz de suprir as necessidades do organismo. Muitas pessoas consomem acreditando que estão unindo saúde e praticidade, mas eles não podem ser considerados uma boa fonte de aporte nutricional”, explica a especialista.

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Quanto às fontes naturais a nutricionista pondera que a suplementação pode ser a melhor opção em casos específicos: “Se houver alguma restrição alimentar, o ideal é buscar o auxílio de um nutricionista, pois é a maneira mais segura e garantida de adequar a alimentação, ou suplementação, às necessidades básicas de cada um, respeitando a quantidade diária recomendada”, finaliza.

Fonte: Nova Nutrii

Conheça os mitos e verdades dos suplementos

Para conseguir o corpo perfeito, muitos pensam automaticamente na dupla malhação e suplementos. Mas, antes de entrar em uma loja e comprar o primeiro produto que ver pela frente, é importante entender a função de cada um e a necessidade dele para o nosso corpo.

Pensando nisso, a LogFitness, plataforma omnichannel de vendas de suplementos, preparou uma lista com os mitos e verdades sobre o uso dessas substâncias:

Whey Protein engorda?

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Verdade: o whey protein é a proteína do soro do leite. Se inserido em um plano alimentar individualizado e correto contribui para o emagrecimento. Entretanto, o consumo indiscriminado e sem a orientação adequada pode ser prejudicial à saúde e gerar acúmulo de gordura corporal.

Suplementos são como placebo?

Mito: além da própria experiência obtida em consultórios com as avaliações e exames, existem diversos estudos científicos que comprovam a eficiência dos suplementos alimentares como meios para suprir deficiências nutricionais comuns na população. Os suplementos são, em geral, produtos constituídos por alta concentração de substâncias, que são destinadas a um fim específico.

Existem suplementos específicos para homens e mulheres?

Verdade: há substâncias que são mais favoráveis para um dos sexos. Mulheres grávidas, por exemplo, devem suplementar ácido fólico para prevenir lesões no tubo neural do bebê e outras doenças. Já para os homens são indicados suplementos que são compostos por zinco, magnésio e vitamina B6, que são nutrientes essenciais para a produção de testosterona. O resultado será de maior ganho de força, aumento de massa muscular, melhora na qualidade de sono e outros benefícios.

Uma boa alimentação dispensa suplementos?

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Mito: uma dieta balanceada é um bom começo, mas isso não significa que você está cumprindo todas as necessidades nutricionais que seu corpo precisa. Necessidades de nutrientes podem variar de acordo com idade, saúde, estresse e treinamentos intensos. Considere os suplementos uma apólice de seguro, que preenche as lacunas que você não consegue com uma boa alimentação.

Creatina é um esteroide?

Mito: creatina é um suplemento alimentar e não um esteroide anabolizante. Também não é considerado doping por nenhuma organização internacional, incluindo o Comitê Olímpico Internacional. A principal função da creatina é fornecer energia para a contração dos músculos. Ela é uma substância produzida a partir de três aminoácidos: arginina, glicina e metionina (frações da proteína). Nosso corpo, sejamos atletas ou não, produz creatina por meio de proteínas consumidas na alimentação e sintetizada nos rins e fígado, sendo então transportada e armazenada no tecido muscular;

Consumindo suplementos vou ficar musculoso mesmo sem treinar?

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Mito: não existe a possibilidade de desenvolvimento da massa muscular apenas com a suplementação. Os exercícios de resistência são fundamentais nesse processo, eles podem ser feitos com halteres, aparelhos de musculação, tubos elásticos ou bandas, blocos de concreto, o seu próprio peso do corpo (flexões, por exemplo), ou qualquer outro objeto que force os músculos a se contrair;

Suplementos causam efeitos colaterais?

Mito: a maioria dos ingredientes contidos nos suplementos é encontrada naturalmente no corpo humano ou nos alimentos que comemos. A suplementação adequada pode causar menos efeitos colaterais que a alimentação;

O uso da creatina causa câimbras musculares?

Mito: a possibilidade de ocorrer câimbras pelo consumo de creatina tem sido atribuída a mudanças nas concentrações de água e sais minerais nas fibras musculares. Porém, nenhum estudo tem evidenciado que a creatina possa, de fato, ocasionar câimbras, desidratação ou mudanças nas concentrações intramusculares de eletrólitos. Estas situações podem estar relacionadas mais diretamente com a fadiga muscular e desidratação resultante do treinamento em clima quente. O organismo tem uma capacidade muito grande para eliminar o excesso de creatina do corpo;

Queimadores de gordura não funcionam?

Mito: alinhados à dieta e exercícios físicos, os queimadores de gordura são destinados a aumentar a energia, estimular o metabolismo ou suprimir o apetite. Existem diversos alimentos termogênicos utilizados por nutricionistas no controle da obesidade, auxiliando o tratamento dietético. É importante aliar o consumo dos alimentos termogênicos a um plano alimentar equilibrado, uma dieta hipocalórica, pobre em gorduras saturadas, incentivar os bons hábitos alimentares dos pacientes, além da prática frequente de atividade físicas;

Nosso corpo produz gorduras boas por conta própria?

Mito: os ácidos graxos essenciais, conhecidos como gorduras boas, devem ser consumidos por meio da alimentação, em proporções adequadas e com a devida orientação nutricional;

Posso comer qualquer coisa e tomar suplemento que estarei saudável?

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Getty Images

Mito: deficiências nutricionais podem provocar doenças ou disfunções, e o excesso, intoxicações. Por isso, a dieta deve ser sempre equilibrada e variada. Tomar suplementos não garante saúde. A base para um corpo saudável é a união da alimentação equilibrada conjugada com hábitos saudáveis e atividade física;

Há suplementos indicados para as pessoas que não treinam, ou não são atletas?

Verdade: grande parte dos suplementos alimentares apresentam-se de forma similar aos medicamentos, como cápsulas, sachês, comprimidos ou em pó. Estes produtos têm por finalidade complementar a alimentação de indivíduos saudáveis ou suprir carências nutricionais.

Fonte: LogFitness

Suplemento vitamínico ajuda no bem-estar e na disposição

A alimentação deveria nutrir o organismo de todas as vitaminas e minerais que ele precisa para desempenhar suas funções. Entretanto, na correria do dia a dia, nem sempre ingerimos a quantidade adequada de nutrientes por meio dos alimentos, seja por erros no preparo da comida ou pela falta de tempo de comprar os legumes, frutas e verduras frescas que precisamos.

Por isso, o consumo de um bom multivitamínico ajuda a complementar a dieta e melhorar o bem-estar, diminuir o cansaço mental, suprir a deficiência de certos nutrientes e fornecer energia para os músculos, especialmente em pessoas que praticam alguma atividade física ou fazem alguma dieta restritiva.

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A sugestão é o Suplemento Vitamínico Mineral Schraiber, que contém vitaminas C, E, B1, B2, B6, B12, Niacinamida, Ácido Fólico, Ácido Pantotênico (Vitamina B5), Ferro e Zinco. Ele não contém glúten e é um produto vegano (não tem ingredientes de origem animal). É recomendada a ingestão de uma cápsula ao dia, antes de dormir, ou de acordo com orientação médica e nutricional. Deve ser ingerida com bastante líquido. Preço médio: R$ 46,00.

Lembre-se, entretanto, que o consumo do suplemento não substitui uma alimentação saudável e o acompanhamento de um médico ou nutricionista.

Fonte: Schraiber

Suplementos alimentares podem ser aliados ou inimigos da saúde

Saiba por que este tipo de produto caiu no gosto do brasileiro, quais os mais consumidos e quando eles são realmente necessários

Já dizia o ditado: “A diferença entre o veneno e o remédio é a dose”. Essa frase da sabedoria popular aplica-se bem ao comportamento do brasileiro em relação à saúde – cada vez mais estamos preocupados nosso corpo, porém continuamos com hábitos nada recomendáveis como a automedicação.

Se por um lado vivemos numa época em que o bombardeio da mídia impõe padrões de beleza, por outro aumentamos cada vez mais o consumo de alimentos pouco saudáveis e elevamos o índice de obesidade ano após ano. Acostumados a remediar, acabamos optando pela solução fabricada: muitas pessoas recorrem à produtos que prometem emagrecer, secar, definir, e ganhar músculos como se fossem uma pílula mágica.

Um estudo encomendado pelo grupo composto pela Abiad (Associação Brasileira da Indústria de Alimentos para Fins Especiais e Congêneres), Abifisa (Associação Brasileira das Empresas do Setor Fitoterápico, Suplemento Alimentar e de Promoção da Saúde) e Abenutri (Associação Brasileira das Empresas de Produtos Nutricionais), reafirmou essa cultura. A pesquisa revelou que dos 1.007 participantes maiores de 17 anos espalhados por todo o país, 54% afirmam fazer uso de algum suplemento alimentar com objetivos estéticos ou de saúde.

Dessa parcela, mais de 50% afirma ter uma alimentação saudável e/ou praticar algum tipo de atividade física. Apesar de parecer coerente, os dados mais detalhados levantam pontos preocupantes: em geral mais jovens tendem a consultar educadores físicos ou colegas quanto à orientação sob o uso deste tipo de produto, enquanto os mais velhos recorrem à profissionais de saúde. Além disso, apenas um quarto (25%) dos que consomem por conta própria, informam a prática à seus respectivos médicos.

Os mais consumidos

O números da pesquisa traçam o perfil de consumo: as brasileiras na faixa dos 30 e 40 anos são as que mais fazem de suplementos, enquanto os homens costumam adotar essa prática mais cedo: por volta dos 20 anos de idade. Essa tendência revela o desejo por trás dessa suplementação: “Em geral as mulheres são as que mais pesquisam e compram novidades a respeito de suplementos para o emagrecimento. Já os homens buscam os chamados “produtos de academia” voltados à definição e ganho de massa logo que iniciam uma atividade como musculação, por exemplo.” – explica Arthur Hickson da Nature Center, especializada em suplementos alimentares. Não é à toa que os produtos mais consumidos no Brasil estejam ligados ao emagrecimento e ganho de músculos, veja:

BCAA: suplemento composto por três aminoácidos essenciais, isso significa que, apesar de não serem sintetizados pelo organismo, são necessários para seu funcionamento. Muito popular entre os adeptos de atividades físicas como a musculação, o BCAA ajuda na regeneração muscular, tão importante para os praticantes desse tipo de exercício. Além disso, este suplemento pode ajudar no aumento de energia, rendimento muscular e imunidade.

Whey Protein: outro campeão de consumo por frequentadores de academias, o famoso suplemento é composto de uma proteína isolada de baixa absorção extraída do soro do leite. Seu consumo ajuda no ganho de massa magra justamente pela alta concentração de proteína, substância responsável pela construção de músculos.

Termogênicos: muito popular entre as consumidoras do sexo feminino, o termogênico tornou-se a grande promessa pra o emagrecimento, devido ao seu efeito metabólico. Normalmente contém substâncias como cafeína e outros estimulantes do sistema nervoso central, responsáveis por acelerar processos fisiológicos como a sudorese, frequência cardíaca e estado de atenção. Tem gerado muita polêmica devido a seu impacto sob o organismo e levantado questionamentos sobre os possíveis riscos aos consumidores.

Multivitamínicos: Suplementos compostos pela combinação das mais diversas vitaminas e minerais. Bastante populares e de grande oferta, trabalham principalmente na função nutricional e metabólica. Complexos vitamínicos, concentrados de cálcio e comprimidos de vitamina C são os mais consumidos no país.

Ômega 3: Considerado uma gordura boa, este ácido graxo poli-insaturado fortalece o sistema imunológico e melhora a função anti-inflamatória. Também está associado ao controle do colesterol por ajudar a reduzir os níveis os triglicerídeos. Traz diversos benefícios à memória e a pressão arterial, além disso está relacionado à prevenção de doenças crônicas como câncer e Alzheimer.

Quando a dose é aliada da saúde

Os avanços da medicina têm permitido estudos que comprovam – ou derrubam – as crenças a respeito de muitos desses suplementos. Especialistas afirmam que é possível ter benefícios à saúde desde que o uso de suplementos façam parte de um projeto, que deve incluir outas ações que garantam sua eficácia.

Para atletas e praticantes de atividade física os suplementos alimentares podem ser mais do que benéficos, em muitos casos são essenciais para manter o rendimento físico. “O Whey Protein, por exemplo, é um suplemento de grande respaldo científico, é uma forma eficaz e prática de consumir a quantidade de proteínas necessárias para manutenção de massa magra de praticantes de musculação e outros esportes.” – afirma Hickson. Polivitamínicos, suplementos proteicos e à base de aminoácidos podem ser essenciais para a performance, fornecendo mais energia e aumentando o rendimento, além de fortalecer o sistema imunológico.

É evidente que nem todos que fazem uso desse tipo de produto são atletas de alta performance. Porém isso não anula a possiblidade de pessoas comuns se beneficiarem de determinados suplementos, desde que tenham pleno conhecimento de suas condições físicas e nutricionais e sejam acompanhadas por um médico especialista que vai avaliar a necessidade deste suplemento.

Muitos deles podem ajudar a melhorar a resposta do organismo, acelerar os resultados e ajudar a manter o indivíduo motivado a seguir numa rotina saudável. Por fazer parte de um plano nutricional, requer que o indivíduo esteja sempre atento à sua alimentação, colaborando com a adoção de uma dieta mais equilibrada e saudável. Quando administrado corretamente, os suplementos podem oferecer o aporte nutricional que o organismo não é capaz de absorver através da alimentação normal.

Quando a dose se torna um veneno

Fazer uso suplementos sem somar outras ações é praticamente esperar por um milagre – boa parte deles depende da combinação dieta e exercícios, logo são apenas coadjuvantes de um processo que pode visar emagrecer, ganhar músculos ou melhorar aspectos da saúde. Especialmente quando se trata de suplementos naturais, é necessário ter a consciência de que eles atual como aditivos à outras ações que buscam um objetivo em comum. Além disso, a adoção de medidas mais saudáveis e hábitos alimentares corretos só trazem benefícios ao indivíduo.

A inclusão de suplementos sem qualquer orientação prévia, e sem conhecimento das condições de saúde que o indivíduo possa apresentar é um dos principais fatores de risco do uso deliberado deste tipo de produto. A ingestão de diversas substâncias pode ser prejudicial à pessoas que sofrem de hipertensão, doenças cardiovasculares, pessoas com diabetes, fumantes, gestantes e nutrizes e outras situações de saúde. Por isso é indispensável a consulta com um médico especialista antes de tomar qualquer produto deste tipo.

Mesmo para aqueles que já fazem uso, o acompanhamento médico é indispensável. A administração acima do recomendado, extrapolando a recomendação de uso representa um grande perigo à saúde. Muitos usuários podem aumentar a dose deliberadamente acreditando que conseguirão resultados mais rápidos ou ainda maiores, quando estão colocando sua vida em risco.

O perigo desse comportamento é que, por mais natural que uma substância seja, ela têm efeitos sob o organismo e podem ser prejudiciais quando administrados de maneira negligente. Seguir o conselho de pessoas que não tem capacitação médica também pode trazer resultados fatais: devido à fatores nutricionais, hormonais, físicos e psicológicos, o que fez efeito benéfico em um determinado indivíduo, pode ser totalmente prejudicial à outro.

Da mesma forma, estar atento quanto à procedência, composição e legitimidade dos produtos consumidos é essencial. Infelizmente é comum encontrar substâncias proibidas ou piratas facilmente no comércio brasileiro. Procure sempre lojas idôneas que comercializem produtos registrados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

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A alimentação ainda é o melhor remédio

O primeiro passo, e certamente o mais seguro, é corrigir a alimentação afim de extrair o máximo de nutrientes que o corpo precisa. O organismo bem nutrido é capaz de desempenhar todas as funções e atividades básicas que o indivíduo possa precisar sem a necessidade severa de outros meios. Posteriormente, ao observar a necessidade de maior desempenho ou a dificuldade de absorção do organismo, é recomendado consultar um médico afim de determinar o que pode ser feito para ter maior aproveitamento.

Normalmente restrições alimentares ou dietas muitos rigorosas podem carecer de suplementação como alternativa à alimentação tradicional. Intolerância à determinados alimentos, ou a dificuldade de consumir todos os alimentos que ofereçam determinados nutrientes também podem levar à adoção de suplementação alimentar. Porém, existe uma infinidade de alimentos que podem servir como substitutos diante de casos como esse.

Ignorar a carência nutricional e partir logo para suplementação, além de um risco, reduz o potencial benéfico que esses produtos possam ter. Por isso, é importante saber que diversos alimentos podem ajudar a fortalecer o organismo e trabalhar em conjunto com esses produtos para aumentar a saúde e qualidade de vida:

ovos

Fonte de proteínas: Ovos (principalmente a clara), Carne Vermelha Magra, Aves, Peixes e Frutos do Mar, Leite e Derivados (magros);

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Foto: Jan Fidler

Fonte de Ômega 3: Salmão, Abacate, Azeitonas, Nozes, Óleos: de Soja, Milho, Cártamo, Canola, Azeitona e Girassol;

amendoim

Fonte de aminoácidos: Leite e Derivados, Leguminosas, Amendoim, Castanhas, Folhas Verdes, Peixes, Ovos;

pimenta

Termogênicos: Pimentas, Gengibre, Canela, Chá Verde, Café;

chá verde

Reguladores de apetite: Semente de Linhaça, Chá Verde, Fibras, Proteínas, Feijão Branco.

Fonte: Nature 

Suplementos que ajudam a mulher na fase da menopausa

Com o passar dos anos, as mulheres chegam à fase da menopausa ou climatério, que representa o fim dos ciclos menstruais e do período fértil. Hoje em dia, existe um trabalho de esclarecimento, para mostrar que se trata de uma etapa natural da vida e de que a mulher pode aprender a lidar melhor com essa fase, valorizando sua feminilidade e autoestima. Com o aumento da longevidade, se cuidar nesse período é ainda mais crucial para a população feminina.

Para isso, é importante controlar os sintomas associados à menopausa, tais como alterações de humor, ansiedade, insônia, olhos secos e as ondas de calor. Além do acompanhamento de um ginecologista e a realização de atividade física, a mulher pode contar com a ajuda de suplementos e produtos naturais que amenizam os sintomas. Veja abaixo algumas sugestões:

Amora  Germen de Soja

Suplemento Amora + Gérmen de Soja Schraiber: o produto oferece dois ativos naturais que agem de forma sinérgica para o bem-estar feminino. De acordo com estudos, a amora contém ácido elágico, uma substância reconhecida por melhorar os sintomas da menopausa. Ela é extremamente rica em vitaminas A, B, C e taninos. Devido a presença de antocianinas e polifenóis, esta fruta previne os danos provocados pelos radicais livres no organismo. Já o Gérmen de Soja é rico em isoflavonas, as principais responsáveis pela redução dos níveis de colesterol ruim (LDL). Elas proporcionam ainda efeitos benéficos ao organismo da mulher, durante e após a menopausa, auxiliam na prevenção da osteoporose e de doenças cardiovasculares. Preço médio: R$ 48,00.

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Proteína de soja Schraiber – sabor banana: é uma fonte de proteína vegetal, além de fornecer gorduras insaturadas e isoflavonas. Reconhecida por ajudar na redução do mau colesterol e dos sintomas da menopausa. Preço médio: R$ 55,00.

Óleo de Borragem

Óleo de Borragem: pesquisas mostram que a semente de borragem, da planta Borago officinalis, possui os ácidos graxos – ômega 3 e ômega 6 – que são importantes para manter a estrutura celular da pele, assim como a sua elasticidade, hidratação e resistência. Estes ácidos também contribuem para amenizar os sintomas apresentados durante a tensão pré-menstrual e a menopausa. Comercializado em frascos com 30 cápsulas. Indica-se a ingestão de uma cápsula, antes da refeição de sua preferência. Preço médio: R$ 22,00.

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Magic Woman Schraiber: um suplemento composto pelo óleo de linhaça, óleo de prímula e óleo de borragem com vitamina E. O óleo de linhaça contém Ômega 3, que atua protegendo o coração e vasos sanguíneos, melhorando a elasticidade das artérias e a irrigação sanguínea, além de combater os radicais livres. Já o óleo de Prímula ajuda a manter a estrutura celular em bom funcionamento e é rico em ácido gamalinolênico, que é um ácido graxo essencial. Para completar, o óleo de borragem torna a pele mais suave, flexível e resistente. Comercializado em frasco com 50 cápsulas. Indica-se a ingestão de duas cápsulas ao dia. Preço médio: R$ 40,00.

Óleo de Primula

Óleo de Prímula Schraiber: extraído das sementes da planta Prímula, da espécie Oenothera biennis. Este óleo é rico em ácido graxo gamalinolênico, um ácido graxo essencial que pertence à família do Ômega-6. Pesquisas mostram que a ingestão regular do óleo de prímula oferece as bases para o mecanismo de autorregulação hormonal e alívio dos sintomas da TPM. Contribui ainda para o bom funcionamento do organismo e bem-estar, especialmente na velhice e no envelhecimento precoce causado por certas doenças. Comercializado em frasco com 30 cápsulas. Indica-se a ingestão de quatro cápsulas ao dia. Preço médio: R$ 19,00.

Informações: Schraiber

Especialista alerta para ter cuidado ao consumir suplemento de cálcio

Segundo especialistas, o cálcio proveniente de fontes minerais ou animais pode trazer riscos para o coração; o mais seguro é o cálcio oriundo das algas marinhas

Os minerais são tão fundamentais para o nosso organismo quanto as próprias vitaminas e proteínas. O cálcio, por exemplo, é um nutriente essencial para manter os ossos fortes por toda a vida, além de ter papel de destaque em outras funções vitais, como as batidas do coração.

O ritmo de vida corrido das grandes cidades e o alto consumo de alimentos processados e industrializados contribuem para uma alimentação acidificante que “rouba” o cálcio do organismo. Por isso, manter hábitos saudáveis e uma alimentação balanceada são excelentes maneiras de obter os minerais essenciais para o bom funcionamento do corpo. Isso, no entanto, não é suficiente.

O estudo “Concentrações de Cálcio e de Magnésio em Alguns Alimentos Consumidos no Brasil”, feito por Kátia Ferreira, nutricionista da Universidade Estadual do Norte Fluminense, concluiu que “os alimentos de origem vegetal, como tubérculos e raízes, com poucas exceções, apresentam teores de cálcio e de magnésio correspondentes a somente 10%, ou menos, da ingestão diária recomendada (IDR) para o ser humano”. Portanto, do ponto de vista nutricional, esses alimentos oferecem quantidades insuficientes de cálcio e outros minerais.

Deste modo, a suplementação é uma forte aliada à saúde, mas é preciso estar atento quanto à origem desse cálcio. Um estudo alemão mostrou que pessoas que tomam suplemento de cálcio têm 86% mais chances de apresentarem problemas cardíacos devido ao depósito nas artérias dos resíduos não absorvidos ou eliminados.

“É preciso cuidado! A maioria dos suplementos à venda no mercado traz o cálcio sintético ou cálcio de ostra, de origem animal. São produtos mais baratos e muito consumidos, que podem causar riscos à saúde sem que as pessoas saibam disso. Cálcio e outros minerais isolados inorgânicos, moleculares ou quelados podem provocar alergias e depósitos nas artérias e articulações”, explica o químico José Celso Guimarães, responsável técnico da Phosther Algamar.

Alguns médicos vêm até mesmo desencorajando a suplementação de cálcio por causa dos riscos cardíacos. A boa notícia é que existe uma alternativa saudável para a suplementação de cálcio e outros minerais, que é procedente das algas marinhas. Essa fonte de cálcio, ainda não muito conhecida, é 100% natural, não traz riscos à saúde e ainda tem maior poder de absorção no organismo.

Um outro estudo, este publicado na revista científica Agro-Food-Industry Hi-Tech, na França, comprovou os diferentes graus de absorção de cálcio. A pesquisa mostrou que o cálcio proveniente de algas marinhas, de origem vegetal, é 96% absorvido pelo corpo, contra 67% do cálcio da dolomita, de origem mineral; e 61% do cálcio de ostra, de origem animal.

“Há no mercado diversos tipos de suplementos de cálcio de origem animal, mineral, sintético e vegetal. Este último é extraído das algas e, por ser um repositor natural, é o único que oferece segurança à saúde porque seus elementos são organizados harmonicamente pela própria alga sem que haja conflito, sendo absorvido em sua quase totalidade pelo organismo humano”, explica o médico geriatra e endocrinologista Jorge Jamili.

O médico Jorge Jamili recomenda o consumo de suplemento de cálcio ao longo de toda a vida, uma vez que 90% dos ossos têm sua formação concluída na adolescência, e, a partir dos 35 anos, a perda do cálcio se torna mais intensa, levando a uma redução de até 8% da massa óssea a cada década. “Para as mulheres de 19 a 50 anos e homens de 19 a 70, a dose diária recomendada é de 1.000 mg/dia. Mulheres com mais de 50 anos e homens acima de 70 requerem 1.200 mg/dia”, conclui o especialista.

Fonte: Phoster Algamar