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Mitos e verdades sobre o ômega 3

Todos os peixes são ricos em ômega 3? Gestantes precisam incluí-lo na dieta? A alimentação consegue suprir as necessidades do nutriente? Confira as respostas para essas e outras dúvidas

Quando se fala em gordura, é comum associá-la a algo negativo, como a gordura corporal, problemas no coração e obesidade. Aliás, gordura é um nome genérico usado em referência aos lipídeos, nutrientes essenciais para manutenção do bom funcionamento do organismo, devendo fazer parte do cardápio.

Por isso, vale conhecer os tipos de gordura e escolher as mais benéficas. Os ácidos graxos poli-insaturados da série ômega 3, por exemplo, auxiliam na saúde do coração, além de serem importantes durante a gravidez.

A gerente nutricionista do Núcleo Médico Científico do Aché Laboratórios Farmacêuticos, Anna Lacerda, esclarece os principais benefícios dessa “gordura do bem” e explica alguns mitos sobre o nutriente, ajudando a compreender a importância de inseri-lo na dieta alimentar.

Existe mais de um tipo de ômega 3?

Verdade: os principais representantes do ômega 3 são: ácido docosahexaenoico (DHA), ácido eicosapentaenoico (EPA) e ácido alfa-linolênico (ALA).

Todos os peixes são ricos em ômega 3?

salmão selvagem do pacífico - pixabay
Pixabay

Mito: a concentração de ômega 3 varia de acordo com a temperatura da água onde os peixes marinhos habitam. Aqueles que vivem em ambientes frios tendem a acumular mais gorduras monoinsaturadas e poli-insaturadas, principalmente ômega 3, como o arenque, a sardinha, o salmão e o atum, entre outros.

O organismo humano não consegue produzir ômega 3?

Verdade: necessários em determinados processos biológicos, os ácidos graxos da série Ômega 3 devem ser adquiridos por meio da dieta alimentar, uma vez que os seres humanos não são capazes de produzi-los. Aliás, eles são denominados essenciais justamente por isso.

O único benefício do ômega 3 é a saúde cardiovascular?

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Mito: o principal benefício desse ácido graxo está relacionado ao coração, atuando na redução de triglicerídeos. Porém, por conter EPA e DHA, ele também está associado à melhora da sensibilidade à insulina e risco de diabetes tipo 2; ajuda no tratamento da depressão, aumentando a produção de serotonina, dopamina e noradrenalina; e ameniza os sintomas da artrite reumatoide, bloqueando as enzimas responsáveis pela inflamação.

Gestantes precisam incluir o ômega 3 na dieta?

Verdade: além de contribuir na redução do risco de nascimento de crianças prematuras e abaixo do peso, o ácido graxo participa na formação de neurônios, no crescimento e desenvolvimento do cérebro e no fortalecimento da retina dos bebês. Isso ocorre graças ao DHA, um dos representantes da série ômega 3.

A alimentação consegue suprir as necessidades de ômega 3?

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Mito: o consumo de peixes pela população brasileira é baixo, atingindo em média, cerca de 9 kg/habitante/ano, sendo que a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura e a Organização Mundial da Saúde recomendam 12 kg/habitante/ano. Além disso, nem todos os peixes contêm as mesmas quantidades de ômega 3: de acordo com um estudo publicado pelos Arquivos Brasileiros de Cardiologia, da Sociedade Brasileira de Cardiologia, os peixes brasileiros e o salmão de cativeiro apresentam baixos teores dessa gordura. Portanto, a suplementação torna-se necessária para atingir os níveis ideais de ômega 3 no organismo, aproveitando todos os seus benefícios para a saúde. Vale destacar que especialistas recomendam o consumo de até 1 g de ômega 3 ao dia.

Todas as suplementações de ômega 3 são iguais?

Mito: a concentração adequada de ômega 3 (DHA e EPA) nos suplementos é importante para que se consuma a quantidade ideal do nutriente. No entanto, como a concentração nos suplementos disponíveis no mercado brasileiro varia, é preciso estar atento à quantidade de DHA e EPA na formulação de uma única cápsula. Por isso, não deixe de ler as informações nas embalagens e lembre-se de que é preciso tomar a suplementação diariamente.

Suplementações

Proepa Uni é um nutracêutico com 90% de ômega 3 concentrado EPA (500 mg) e DHA (400 mg) em apenas uma cápsula gelatinosa ao dia, auxiliando na manutenção de níveis saudáveis de triglicerídeos.

proepa uni

Já Proepa Gesta possui concentração de DHA de 250 mg atendendo a recomendação do nutriente para as gestantes. Sua administração é recomendada também durante a amamentação, já que o nutriente será ingerido pelo bebê por meio do leite, e para mulheres que planejam engravidar, para que possam ter reservas adequadas do nutriente.

O consumo de ácidos graxos ômega 3 auxilia na manutenção de níveis saudáveis de triglicerídeos, desde que associado a uma alimentação equilibrada e hábitos de vida saudáveis.

Fonte: Aché

 

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Saiba quando os pets precisam de suplemento

Olá, escrevo antes da matéria para avisar que criei um novo blog para tratar apenas dos temas pets, animais de estimação, natureza, meio ambiente, comportamento: Se meu pet falasse. Vou passar a postar esses assuntos por lá, portanto, se tiver interesse neste assunto, comece a seguir clicando aqui. Os demais assuntos continuam por aqui. Obrigada.

Por causa de tratamento, doença ou em alguma fase da vida, quando os nutrientes das rações não são suficientes para suprir as necessidades dos pets, os complementos alimentares podem entrar em ação. “Há vários tipos de suplementos que são usados desde o desenvolvimento, quando o pet ainda é filhote, até em algumas patologias depois de velhinho”, afirma o veterinário da Petz Felipi Bruno Espada.

Mas ele adverte: apenas o veterinário pode orientar que suplemento deve ser dado ou não. Acrescentar vitaminas ou suplementos desnecessários à dieta do pet pode causar desequilíbrio e prejudicar a saúde.

“É preciso entender o estilo de vida, saber como está a saúde do pet, para indicar o tipo de alimentação e o que é legal suplementar ou não”, explica Espada. Os produtos são encontrados em cápsulas, em pó ou na formulação da ração. No caso dos gatos, tem inclusive em pasta, para colocar nas patinhas e eles lamberem.

Reposição de nutrientes

Os suplementos são selecionados para garantir a reposição de nutrientes e ajudam em diferentes funções do corpo: mantém o sistema imune forte, a visão funcionando bem, aliviam dores em juntas e quadril, melhoram a digestão e a pelagem, auxiliam sistema cardíaco e combatem a alergia, por exemplo.

Filhotes, grávidas ou lactantes muitas vezes necessitam de suplementos para atender necessidades únicas dessas fases. “Assim como nos humanos, os cães têm apresentando muitas alterações cardíacas. Para esses casos, os suplementos ajudam a diminuir inflamação dos vasos e a minimizar sintomas causados por problemas cardíacos.”

A ação dos suplementos

Condroprotetores – favorecem a hidratação e nutrição da cartilagem articular. Indicados nos casos de problemas ósseos e articulares, pois ajudam a prevenir artropatias.

Vitamina A – fundamental para as células da pele e dos folículos capilares dos pets.

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Biotina – vitaminas do complexo B ajudam a promover um crescimento saudável de tecidos. A deficiência é mais comum em filhotes que apresentam crescimento acelerado, causando pelos frágeis, pele ressecada e perda da coloração normal da pelagem.

Vitamina C – com ação antioxidante, fortalece o sistema imunológico.

Vitamina E – antioxidante e protege as células contra os radicais livres.

gato e cachorro deitados

Ômega 3 e Ômega 6 – auxiliam na elasticidade da pele, no brilho da pelagem e em toda a nutrição dos animais. O ômega 3 é importante também no tratamento de doenças cardiovasculares – diminuição de arritmias, por exemplo.

Zinco – antioxidante, combate radicais e age retardando o envelhecimento celular. Ajuda na prevenção de coceiras, inflamações e até infecções causadas por fungos e bactérias.

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Cobre – auxilia na manutenção da cor da pelagem, prevenindo a queda dos pelos e os mantendo macios e brilhantes.

Ferro – auxilia na recuperação de pets com algum tipo de anemia.

Fonte: Petz

Especialista explica como tipo específico de ômega 3 age na saúde do cérebro

A relação entre o consumo de ômega 3 e a saúde do coração está bem documentada por pesquisadores de vários países do mundo. Além deste benefício, também está comprovado por pesquisas científicas que o nutriente tem papel fundamental na saúde e desenvolvimento do cérebro, desde que ele tenha alta concentração de DHA (ácido docosahexaenoico), um ácido graxo específico do tipo ômega 3.

“O ômega 3 DHA é um forte aliado da saúde cerebral que pode e deve fazer parte da nossa rotina”, afirma Maria Inês Harris, consultora científica de OmegaPURE. “Ele é seguro e essencial para todas as idades, principalmente quando falamos do desenvolvimento cerebral e da visão das crianças”.

OmegaPURE DHA é o suplemento com a maior concentração e alta pureza de ácidos graxos ômega 3 DHA já registradas no Brasil. Além do teor superior a 90%, a linha OmegaPURE apresenta zero colesterol, zero gorduras saturadas e zero gorduras monoinsaturadas. A tecnologia gastrorresistente, aplicada à menor cápsula do mercado, assegura um maior conforto gástrico, impedindo refluxo com odor de peixe – uma queixa bastante comum de quem consome ômega 3 em cápsulas convencionais. Além disso, as cápsulas de tamanho reduzido são de fácil deglutição, permitindo seu consumo de forma confortável também por crianças e idosos.

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E como esse nutriente específico age no cérebro, impulsionando o seu desenvolvimento? A consultora explica: “As células do nosso cérebro são envoltas por uma espécie de ‘capa’ chamada bainha de mielina, que ajuda a promover o adequado funcionamento das sinapses (quando um neurônio se comunica com o outro). O DHA atua justamente no desenvolvimento da bainha de mielina, estimulando as sinapses. Quanto mais sinapses nosso cérebro fizer, melhor o desenvolvimento cerebral”.

Gestação

O DHA atua na proteção das células nervosas do nosso cérebro. Por isso, ele tem forte papel quando essas células nervosas estão se formando ou se desenvolvendo. “Durante a gravidez, a ingestão de ômega 3 DHA vai ajudar na construção do tubo neural do bebê, que mais tarde se transformará em cérebro. As células nervosas também são responsáveis pela formação da retina, então, o consumo de DHA também ajuda a desenvolver melhor a visão em bebês”, afirma.

Crianças e adolescentes

Como o desenvolvimento do cérebro continua até por volta dos 20 anos de idade, o consumo de DHA continua sendo recomendado durante todo esse período de desenvolvimento. “Nas crianças, o DHA também ajuda na acuidade visual. Em adolescentes, o DHA pode ajudar a reduzir a impulsividade e agressividade, uma vez que atua na área frontal do cérebro, que controla impulsos”, continua Maria Inês.

suplemento omega 3

Adultos e Idosos

Terminado o processo de desenvolvimento cerebral, o DHA começa a assumir outra função importantíssima: o de prevenir doenças neurológicas, como o Alzheimer e Parkinson. “Pessoas com desordens neurodegenerativas apresentam deficiências em ácidos graxos poli-insaturados. A suplementação com DHA reduz comprovadamente o risco de incapacitação de idosos. E a suplementação é especialmente benéfica no início do Alzheimer, enquanto o dano cerebral ainda é pequeno”, afirma a especialista.

Dieta ou Suplementação?

Uma das maneiras de se ingerir o Ômega 3 com DHA é consumindo peixes de água fria. Porém, é sabido que o brasileiro consome pouco peixe, em média 9 quilos de pescado por ano, quando o ideal, segundo a Organização Mundial da Saúde, são 12 quilos. Além disso, é bem comum que o alimento saudável passe de mocinho a vilão, caso o peixe esteja contaminado com metais pesados. Por isso, uma boa saída é a suplementação.

Fonte: Biobalance Nutracêuticos

Dicas de como diminuir o excesso de gases

Enquanto expelir gases possa parecer embaraçoso para algumas pessoas, é bom lembrar que isso é uma parte natural do ciclo de digestão. Todo mundo faz isso, e é um sinal de que o sistema digestivo de uma pessoa está funcionando como deveria. É, de fato, essencial que o gás produzido pelo corpo seja liberado. Se não for, pode se acumular e se tornar muito desconfortável.

As pessoas podem expelir gases entre 5 e 15 vezes por dia. Pode parecer muito, mas é totalmente normal. A maioria não tem cheiro e não é barulhenta e, assim, passa despercebida.

Muitas pessoas podem sentir-se como se fossem “excepcionalmente gasosas”, mas, provavelmente, é só porque estão mais conscientes de seus gases do que de qualquer outra pessoa. Para aqueles que sentem que têm excesso de gás, há várias etapas para reduzir a flatulência. Aqui, uma lista com 12 dicas para melhorar a situação.

Formas de parar de soltar gases

Como parar

Geralmente não há necessidade de se preocupar com os gases. Enquanto algumas pessoas fazem isso mais que outras, é uma parte regular de como o corpo funciona.
No entanto, se uma pessoa sente que seu pum mudou, ou está se sentindo particularmente envergonhada e desconfortável, há algumas coisas que ela pode fazer para tentar reduzir a quantidade:

1. Coma refeições e lanches devagar e com cuidado

mulher comer mastigas pixabay

A maioria do gás produzido pelo corpo se forma por causa do ar engolido. Uma pessoa não pode evitar completamente de engolir ar, mas certos hábitos podem fazer com que o excesso entre no corpo. Comer muito depressa é um deles. Comer devagar e com a boca fechada reduzirá a quantidade de ar que uma pessoa ingere na hora das refeições. As pessoas devem tentar sentar-se e ter tempo para a alimentação, em vez de comer em qualquer lugar.

2. Pare com a goma de mascar

chiclete goma de mascar isilaltay
Foto: Isilaltay

Muitas pessoas mascam chiclete para manter o hálito fresco e ajudar a evitar que belisque. No entanto, aqueles que o fazem podem achar que têm mais gás do que outros. Goma de mascar significa engolir ar continuamente, o que incrementa e aumenta o número de vezes que uma pessoa precisa eliminar os gases.

3. Pesquise intolerâncias alimentares e alergias

sem lactose

Pessoas diferentes podem ser sensíveis a diferentes alimentos e podem ter alergias que provocam uma reação no corpo. Estas podem levar a gases e outros sintomas desagradáveis, como inchaço, náusea e diarreia. Uma pessoa com excesso de gás pode achar que uma dieta de eliminação ajuda. Dieta de eliminação: quando se corta todos os alimentos que conhecidamente causam gases antes de introduzi-los de volta, um de cada vez, para descobrir quais causam os problemas.

4. Evite roupas apertadas

mulher vestido confortável largo
Pinterest

Roupas soltas ajudam a garantir que a pessoa permaneça o mais confortável possível, caso haja inchaço. Vestindo roupas que não são muito apertadas também ajuda quando ocorre o inchaço dos gases, permitindo que eles passem livremente para fora do corpo.

5 – Evite ou reduza a ingestão de alimentos produtores de gás

Alguns alimentos são conhecidos por aumentar a produção de gás. Carboidratos que contêm frutose, lactose, fibra insolúvel e amido fermentado no intestino grosso. O gás é liberado enquanto fermentam. Cortar esses alimentos totalmente, no entanto, não é recomendado, pois eles são uma parte essencial de uma dieta saudável e equilibrada.
Frutas e vegetais podem causar gases, mas comer várias porções deles por dia é mais importante do que eliminar o gás. No entanto, reduzir a quantidade desses alimentos produtores de gás pode ajudar a minimizar a flatulência de uma pessoa.

Alimentos a serem menos consumidos:

sopa de feijão

-Feijão, vegetais de folhas verdes, como repolho, couve de Bruxelas, brócolis e aspargos. Eles contêm açúcares complexos que são difíceis de serem quebrados pelo corpo.
-Refrigerantes, suco de frutas, cebolas, peras e alcachofras. Todos esses alimentos contêm frutose, um ingrediente produtor de gás.
-Produtos lácteos, como laticínios e bebidas, contêm lactose, que também pode causar a formação de gás.
-Frutas, farelo de aveia, ervilha e feijão, pois contêm fibras insolúveis.
-Alimentos ricos em amido, como batatas, massas, milho e produtos que contenham trigo.

6. Pare de fumar

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As pessoas que fumam engolem mais ar do que as que não fumam. Quanto mais uma pessoa fuma, mais ar engole. Há, naturalmente, muitos outros benefícios de saúde para deixar de fumar também. As pessoas que usam cigarros eletrônicos também engolem mais ar do que as  que não usam. Evitar cigarros eletrônicos também pode ajudar quando uma pessoa tem excesso de gás.

7. Faça mais exercício

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O exercício regular colabora para manter o sistema digestivo em boa forma. Uma caminhada suave após grandes refeições também pode ajudar a colocar o sistema digestivo em ação e mover a comida suavemente.

8. Beba muitos líquidos

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Manter-se bem hidratado estimula as sobras a passarem suavemente pelo sistema digestivo de uma pessoa. Isso ajuda a manter as fezes moles, e beber bastante durante o dia é essencial. Além disso, a falta de fluido pode causar constipação, o que pode resultar em gases malcheirosos. As pessoas devem tentar beber um copo de água em cada refeição para ajudar o corpo a digerir os alimentos mais facilmente.

9. Evite bebidas carbonatadas

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Foto: Arker

As bebidas carbonatadas (refrigerantes) contêm bolhas de ar, e uma pessoa que bebe muitas bebidas gaseificadas pode achar que elas arrotam e soltam pum mais do que outras. Quando alguém reduz ou remove esses tipos de bebidas de sua dieta, pode ajudar a reduzir a quantidade de gás.

10. Tome probióticos

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Os probióticos são suplementos que contêm as bactérias saudáveis já encontradas no trato digestivo de uma pessoa. Essas boas bactérias ajudam a desmembrar a comida e podem até trabalhar para quebrar o gás hidrogênio produzido durante a digestão. Ocasionalmente, os probióticos podem causar um aumento de gás e inchaço. Isso geralmente é de curta duração e provavelmente diminuirá quando o corpo se acostumar com as novas bactérias. Muitos suplementos probióticos estão disponíveis.

11. Tente suplementos de enzima

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Pesquisas sugerem que suplementos de enzimas podem colaborar na quebra de proteínas e carboidratos complexos. Isso significa que eles podem ajudar com inúmeras doenças digestivas e seus sintomas. Se os carboidratos complexos podem ser quebrados no intestino delgado, uma pessoa produzirá menos gás. No entanto, se eles não quebrarem no intestino delgado e se moverem para o intestino grosso, serão as bactérias produtoras de gás que trabalharão para quebrá-las. Isso significa que mais gás irá se desenvolver e precisará ser liberado. Os suplementos de enzima lactase podem ajudar as pessoas cujo excesso de gás é causado pela intolerância à lactose. A lactase é a enzima que ajuda as pessoas a digerir produtos lácteos, e assim pode tornar as pessoas menos gasosas depois de comer refeições que incluem laticínios. Esses suplementos também estão disponíveis para compra.

12. Enfrente a constipação

constipação

A constipação pode ser uma causa do excesso de gás. Se as fezes permanecerem no cólon por longos períodos de tempo, continuarão  fermentando dentro do corpo. Isso produz gás extra que pode cheirar particularmente mal. O tratamento para a constipação varia. No entanto, beber muita água e aumentar a ingestão de fibras pode ajudar a reduzir o risco de ocorrer. Certos medicamentos e amaciantes de fezes, que estão disponíveis on-line, também podem ajudar.

Dicas gerais

Sim

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-Comer pouco e muitas vezes e evitar refeições enormes;
-Ter tempo para mastigar os alimentos e tomar pequenos, ao invés de grandes goles de bebidas;
-Fazer exercícios regulares, o que ajudará a melhorar a digestão
-Manter uma dieta saudável e equilibrada
-Beber chá de hortelã, que é pensado para ajudar a digestão e acalmar o estômago

Não…

-Fumar
-Mastigar chiclete, chupar tampas de caneta ou doces duros
-Usar próteses/aparelhos dentários que não se ajustam adequadamente
-Comer qualquer alimento que seja difícil de digerir, ou conhecido por causar gases

Se uma pessoa está envergonhada com gases excessivos ou puns que cheiram mal, podem falar com um farmacêutico. Um farmacêutico pode recomendar medicação específica ou remédios para ajudar. Comprimidos de carvão foram pensados para absorver o excesso de gás no estômago, o que poderia reduzir a flatulência.

Uma pessoa que tem gases que cheiram mal pode também experimentar roupas íntimas e almofadas especiais que absorvem os odores.

Causas dos gases

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Muitos puns são devidos a engolir o ar ao longo do dia. Engolir ar não é algo que uma pessoa possa evitar completamente. Outro gás se desenvolve quando o intestino trabalha para decompor os alimentos que uma pessoa ingere. Os puns são uma combinação de gases inodoros, como dióxido de carbono, oxigênio, hidrogênio, nitrogênio e, às vezes, metano.

Gases excessivos ou fétidos podem ocasionalmente ser um sinal de um problema médico. Se uma pessoa tiver preocupações sobre sua flatulência, deve marcar uma consulta com seu médico. O pum pode ser um sintoma de condições que podem exigir tratamento médico, como:

-Prisão de ventre
-Síndrome do intestino irritável (SII)
-Indigestão
-Doença celíaca
-Intolerâncias alimentares ou alergias

Certos medicamentos também podem causar gases excessivos ou malcheirosos. É essencial sempre consultar um médico antes de parar ou trocar a medicação.

Quando ver um médico

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Excesso de gases geralmente não é nada para se preocupar. Fazer algumas mudanças no estilo de vida pode ajudar a melhorar os sintomas. No entanto, em alguns casos, pode ser um sinal de algo mais sério. Uma pessoa deve marcar uma consulta com seu médico se isso for acompanhado por:

-Dores de estômago ou outras dores
-Náusea ou vômito
-Diarreia
-Perda de peso inesperada
-Sangue nas fezes
-Casos contínuos de constipação ou diarreia
-Alta temperatura ou sensação de calor e arrepios

Se a flatulência afetar a vida de uma pessoa negativamente e as mudanças na dieta e no estilo de vida e os medicamentos de venda livre não funcionarem, o ideal é consultar um médico para obter mais orientações.

Fonte: MedicalNewsToday

 

Baixo consumo de alimentos ricos em cálcio aumenta casos de osteoporose

Segundo estimativa da Fundação Internacional de Osteoporose (IOF), uma em cada três mulheres e um em cada cinco homens, com mais de 50 anos, sofrerá uma fratura devido à fragilidade óssea. No Brasil, estima-se que a osteoporose acometa cerca de 10 milhões de pessoas.

Relacionada ao envelhecimento, a doença atinge 25% das mulheres brasileiras acima de 50 anos e que já passaram pela menopausa. Por outro lado, 10% dos homens sofrem do problema, sendo a principal faixa etária a partir dos 65 anos, de acordo com a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM).

Considerada silenciosa, grave e progressiva, a doença só costuma ser percebida quando o paciente sofre uma fratura, geralmente no punho, na coluna ou no quadril. “Em alguns casos, uma leve queda pode fraturar o colo do fêmur (quadril), incapacitando a pessoa de andar. Por isso, a recomendação é se prevenir, especialmente pelo consumo de quantidades adequadas de cálcio, adequação de vitamina D, prática de atividade física e evitando fatores de risco para esta doença”, esclarece a ginecologista e presidente da Comissão Nacional Especializada em Osteoporose da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), Adriana Orcesi Pedro.

A importância do cálcio na prevenção da osteoporose

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Para prevenir a doença, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a IOF recomendam o consumo diário de pelo menos 1 grama de cálcio. Entretanto, a quantidade varia conforme a idade ou o período pelo qual a pessoa está passando.

De acordo com a especialista, na infância, quando a atenção está voltada para a taxa de aquisição óssea, a criança precisa ingerir entre 0,7 e 1 g/dia. Durante a adolescência, que é marcada pelo crescimento e mineralização dos ossos, a necessidade sobe para 1,3 g/dia.

Mulheres na 20ª semana de gestação precisam ingerir entre 1,5 e 2,0 g/dia de cálcio, enquanto na lactação o valor indicado é de 1,5 g/dia. Já na menopausa e terceira idade, quantidade diária de cálcio recomendada é de 1,2 g/dia.

Suplementação reforça quantidade ideal do mineral

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Não basta ter uma dieta com alimentos ricos em cálcio, como leite e seus derivados: é preciso reduzir o consumo de substâncias que facilitam a eliminação do mineral pela urina, como sódio, açúcar, cafeína, ácido fosfórico (utilizado em bebidas gasosas), gordura e proteína animal em excesso. Praticar atividades físicas ao ar livre, especialmente sob o sol, ajuda na sintetização da vitamina D e facilita a fixação do cálcio.

A médica aponta também a ingestão de suplementos de cálcio, especialmente quando há déficit do mineral no organismo. “O consumo de alimentos ricos em cálcio pela população brasileira é baixo, não atingindo nem metade da recomendação diária recomendada, por isso a suplementação é importante, especialmente a partir do período da menopausa”, pontua.

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Para auxiliar na suplementação diária de cálcio e vitamina D, o Aché Laboratórios Farmacêuticos apresenta o nutracêutico Inelatte. Único do mercado em tabletes mastigáveis com 50% do cálcio diário (na versão Zero açúcar) e exclusiva fórmula com minerais do leite e TADS (tecnologia que garante alta e rápida dissolução), é indicado para complementar a ingestão do mineral, auxiliando na prevenção da perda de massa óssea de forma prática, eficaz e saborosa. Disponível nas versões Chocolate, Chocolate Zero açúcar e Cappuccino Zero açúcar.

Fonte: Aché Laboratórios Farmacêuticos

Nutricionista desvenda mitos e verdades sobre Whey Protein

Suplemento indispensável na rotina dos praticantes de atividades físicas e atletas, o Whey Protein é uma fonte de proteínas com baixo conteúdo de carboidratos e gorduras. No mercado há opções com diferentes rendimentos, sabores e preços, e, na hora de escolher um produto, a nutricionista Carol Mota, especialista de HND, marca de performance e bem-estar do Grupo Hinode, recomenda atenção ao rótulo do produto.

“É importante avaliar os ingredientes utilizados e as concentrações dos nutrientes, como carboidrato, gordura, sódio e, principalmente, proteína por porção”, afirma. Além disso, Mota destaca que há muitos mitos em torno da suplementação. Confira abaixo os mais comuns:

Apenas para ganho de massa muscular.

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Shutterstock

Mito. Além deste benefício, os aminoácidos essenciais presentes promovem uma ação imunológica, antimicrobiana e antiviral. Sendo assim, o suplemento também pode ser consumido por indivíduos com sistema imunológico debilitado.

Existe uma quantidade ideal de consumo.

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Bolo de Whey

Verdade. A quantidade a ser consumida dependerá das condições do indivíduo. É preciso levar em consideração a quantidade de proteína já consumida na dieta, a prática de atividade física ou não, além dos objetivos, por exemplo, aumento de massa muscular.

Garantia de ganho de massa muscular.

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Mito. A ingestão de proteínas em uma dieta é importante para o ganho de massa, entretanto não é o único fator. É preciso considerar o balanceamento adequado da dieta, entre proteínas, carboidratos e gorduras, além das vitaminas e minerais que são essenciais para as funções metabólicas, sem esquecer da prática adequada de atividade física.

Pode engordar

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Verdade. Todo alimento que contém calorias promove o ganho de peso se o consumo for maior que o gasto. Dessa forma, é imprescindível levar em consideração a dieta habitual e a prática de atividade física.

É preciso praticar atividade física ou esporte.

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Mito. O uso de suplementos também é recomendado para indivíduos que não conseguem atingir as recomendações alimentares de proteína, carboidrato, gordura, entre outros, por meio de uma dieta convencional.

Veganos devem ficar atentos.

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Verdade. O whey protein é um suplemento composto em sua maior parte pela proteína extraída do soro do leite. Entretanto, o mercado oferece cada vez mais suplementos proteicos de origem vegetal provenientes, por exemplo, da soja, ervilha e arroz.

Fonte: Hinode

 

Suplementos para SII: o que funciona?

As fibras, probióticos, prebióticos e outros produtos aliviam a síndrome do intestino irritável?

A síndrome do intestino irritável (SII) está entre as doenças intestinais mais comuns e uma das mais difíceis de tratar. Nenhum remédio único funciona para todos, e há poucos medicamentos criados exclusivamente para os sintomas da SII, que incluem dor abdominal, cólicas, inchaço, diarreia e/ou constipação.

“Eu vejo desta maneira: eu não tenho muitas coisas boas na medicina convencional para oferecer, então o que eu tenho é no campo da terapia natural”, diz Tieraona Low Dog, clínica e professora da Faculdade de Medicina da Universidade do Arizona.

Mas isso não significa que todos os remédios naturais apresentados como eficazes para a SII funcionem e, em alguns casos, os resultados da pesquisa tenham sido mistos. O que realmente funciona? Veja o que os especialistas dizem.

Probioticos 

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Probióticos são microrganismos que suplementam as bactérias naturais do intestino, ajudando a “equilibrar” a flora intestinal. Por que os probióticos parecem funcionar ainda é um mistério, mas alguns estudos sugerem que os suplementos probióticos, especialmente aqueles com predominância de Bifidobacterium infantis, aliviam os sintomas da SII, como dor abdominal, inchaço e irregularidade do movimento intestinal

Lawrence Schiller, gastroenterologista em Dallas, diz que está confortável recomendando suplementos probióticos para pacientes, porque não causam nenhum dano e parecem ajudar alguns deles.

Mas Schiller é cético em relação aos produtos no mercado. Ele diz que a maioria dos estudos de probióticos e SII não diferencia entre cepas bacterianas e doses, um enigma para o consumidor que é confrontado com prateleiras cheias de iogurtes com probióticos e leite no mercado.

“As chances de ir à loja e encontrar algo viável e eficaz são muito distantes”, diz ele. “A melhor evidência para probióticos é com alguns dos produtos de combinação e alguns que contêm bifidobacterium, não acidophilus ou lactobacillus”.

Prebióticos 

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Os prebióticos são ingredientes alimentares não digeríveis que estimulam o crescimento e a atividade de microrganismos no intestino. São naturalmente encontrados em muitos alimentos, como aveia e outros cereais integrais, e muitas frutas e legumes, incluindo alcachofras, aspargos, cebolas e bananas.

Estudos clínicos têm sido pequenos e poucos, e os resultados são mistos. Um estudo mostrou que pacientes com a síndrome que receberam uma combinação de probióticos e prebióticos tiveram uma melhora significativa na dor abdominal, inchaço e constipação; outro estudo mostrou que os prebióticos não fizeram efeito.

Suplementos para SII: o que funciona?

As fibras, probióticos, prebióticos e outros produtos aliviam a síndrome do intestino irritável?

Suplementos de fibra 

Pesquisas sobre o papel dos suplementos de fibras no tratamento de sintomas da SII são conflitantes: alguns não encontraram benefícios; algumas descobertas que adicionar fibras à dieta causam inchaço e gases, e um punhado de informações de que fibras solúveis ajudam pacientes com SII com constipação e diarreia.

Um estudo recente descobriu que o psyllium (fibra natural solúvel derivada das sementes de uma planta denominada Plantago ovata) fornece alívio significativo da dor para pacientes da SII com constipação e/ou diarreia. Outro descobriu que o psyllium tem efeito limitado sobre a constipação e dor abdominal.

Schiller diz que alguns de seus pacientes com SII obtêm alívio da diarreia e da constipação com produtos contendo psyllium, seja na forma de pó, comprimidos, barras de café da manhã ou biscoitos. Não há diferença em sua segurança ou eficácia, diz ele.

semente de psyllium
Semente de psyllium

Tieraona muitas vezes prescreve psyllium para constipação, e se o problema se agravar, o que pode ocorrer até que o corpo tenha o suficiente e água, ela adiciona citrato de magnésio à mistura para neutralizar o efeito inicial de constipação. A médica também recomenda cascas de sementes de psyllium em pó que podem ser misturadas com líquido. “Eu também gosto de psyllium por causa de seus benefícios cardiovasculares. Qualquer boa fibra que você pode obter, eu indico”.

A goma guar*, uma fibra solúvel que engrossa os alimentos, mostra alguma promessa para os sintomas da SII. David Rakel, da Universidade de Wisconsin School of Saúde Pública e Medicina, diz que recomenda suplementos para pacientes para ajudar na digestão.

Policarbonila de cálcio, que é outra fibra solúvel, pode ajudar com diarreia, constipação, dor abdominal e inchaço, de acordo com alguns estudos. Schiller diz que os suplementos de policarbofila de cálcio endurecem e suavizam as fezes, tornando-se um complemento eficaz para a diarreia leve e constipação relacionada à SII.
Suplementos de ervas 
hortelã
Foto: Maria Mas/Morguefile

O óleo de hortelã pode diminuir os sintomas da diarreia ao diminuir o tempo de trânsito fecal. A pesquisa é bastante sólida sobre o assunto, com um grupo de pesquisadores concluindo que o óleo de hortelã é mais eficaz e benigno do que drogas para espasmo gastrointestinal e pode ser uma primeira escolha para pacientes com SII com constipação leve ou diarreia.

“O óleo de hortelã tem uma pesquisa melhor do que muitos produtos farmacêuticos para a SII”, diz Rakel. Para pacientes com a síndrome que não toleram hortelã, uma combinação de camomila e pectina funciona bem”, diz Tieraona. “A camomila ajuda a relaxar os músculos do cólon”, diz Rakel.

Suplementos vitamínicos

suplementos vitaminas Jeltovski
Foto: Jeltovski

Existem poucos estudos, se houver, que mostram um benefício para os pacientes com SII de suplementos vitamínicos. “Nenhuma vitamina que eu conheça demonstrou ser de benefício terapêutico na síndrome do intestino irritável”, diz Rakel.

Já Schiller diz que uma dieta balanceada deve fornecer os nutrientes de que o corpo precisa.

Fonte: WebMD Feature Revisado por Louise Chang

*fibra extraída da semente da planta de guar, cuja espécie é Cyamopsis tetragonolobus, uma leguminosa bastante resistente que cresce em regiões árida

 

Goji berry e cranberry na lista de alimentos funcionais

Os alimentos funcionais oferecem mais que nutrientes. Estudos e pesquisas avaliam as propriedades que oferecem à saúde e ao bem-estar, ajudando a prevenir indisposições, a partir do consumo contínuo. Benefícios desses alimentos também estão presentes nos suplementos. Conheça a sugestões da Schraiber:

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Cápsulas de Goji berry Schraiber:  goji berry é uma fruta rica em antioxidantes, uma excelente fonte de vitaminas, flavonoides, aminoácidos, minerais e fibras – com destaque para a alta concentração de Vitamina C. Este produto apresenta uma combinação exclusiva de substâncias e nutrientes: goji berry com picolinato de cromo, minerais quelato (zinco e selênio) e vitaminas C, A e E, que ajudam no equilíbrio do organismo, na sensação de bem-estar e na ação contra os radicais livres. Preço médio: R$ 42,50 – cada frasco com 60 unidades.

Cranberry Capsbx

Cápsulas de Cranberry Schraiber: o cranberry (Vaccinium macrocarpunum) é rico em flavonoides, um poderoso antioxidante, que protege o organismo das ações danosas dos radicais livres e auxilia na diminuição do colesterol total e do LDL Colesterol, que prejudica o organismo. É também fonte de fibra, manganês, vitamina C, K e E. contribui para retardar o envelhecimento precoce, prevenir infecções urinárias e diminuir o colesterol ruim. Essas cápsulas são enriquecidas com picolinato de cromo, minerais quelatos, vitaminas E e A. (Preço médio: R$ 55,00).

Informações: Schraiber – SAC nacional: 0800 12 4522 – SAC São Paulo: 11 4184 4522

 

Uso diário do óleo de cártamo promove mais saúde

Consumo do óleo pode diminuir o colesterol ruim e a gordura corporal, promover o ganho de massa magra, além de outros benefícios

O óleo de cártamo, extraído das sementes dessa planta, é um produto natural com diversos benefícios. O consumo diário de suplementos naturais dessa substância ajuda a prevenir doenças cardiovasculares e formação de radicais livres que promovem o envelhecimento celular, auxilia na perda de peso e prevenção de diabetes tipo dois, entre outros.

Isso porque o óleo de cártamo é rico em ômega 6 e ômega 9, ácidos graxos fundamentais na prevenção de doenças cardiovasculares, e em vitamina E, que previne a formação de radicais livres, responsáveis pela ocorrência de alguns cânceres, o envelhecimento celular e a aterosclerose.

Para quem busca a perda de peso, o óleo de cártamo também pode ser um poderoso aliado por acelerar o metabolismo e promover o ganho de massa muscular.

Pensando em quer consumir o óleo de cártamo de forma prática, a Liteé Farma do Brasil disponibiliza no mercado um suplemento em cápsulas que faz parte de sua linha de nutricosméticos. De acordo com Helaine de Lima, responsável técnica da Liteé, além dos benefícios já conhecidos do combate ao colesterol e de sua ação antioxidante, o óleo de cártamo tem outras utilidades.

“O óleo promove uma sensação maior de saciedade, já que ele retarda o esvaziamento gástrico. Além disso, o óleo de cártamo tem vitamina A e K em sua composição que combate os radicais livres e melhora a coagulação do sangue respectivamente”, conta Helaine, acrescentando: “É importante reforçar que a suplementação do óleo de cártamo, assim outros nutricosméticos, suplementos ou vitaminas, deve ser feita de maneira contínua para que seus benefícios possam ser notados”.

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O Óleo de Cártamo da Liteé Farma do Brasil é encontrado em frascos com 60 cápsulas gelatinosas de 1000mg fáceis de engolir e o consumo recomendado é de até 4 cápsulas ao dia.

Informações: Liteé

 

Suplemento proteico sob medida para a saúde feminina

Atualmente, os suplementos são famosos e muito utilizados pelos praticantes de exercícios físicos e atletas. A ciência comprova que eles têm outros benefícios para a saúde de qualquer pessoa que tenha vontade de consumi-los, como suprir as necessidades de nutrientes e contribuir para o adequado funcionamento do organismo, consequentemente, promovendo equilíbrio, bem-estar, vitalidade e longevidade.

O Balance Whey Mulher é um alimento proteico formulado com proteínas do soro do leite, whey protein, e com peptídeos de colágeno que favorece a manutenção da saúde da pele. Sua excelente combinação oferece várias vantagens à saúde da mulher como um todo, como a melhora da composição corporal, por conter 18,4g de whey protein 3W, principalmente na forma isolada, que corresponde a 32% da ingestão diária recomendada de proteína. Auxilia na perda de gordura corporal e no controle da saciedade.

balance whey

Já os 9g de peptídeos de colágeno na porção, favorecem o aumento da síntese de colágeno que atua na hidratação e uniformidade da pele, melhorando, também, a elasticidade e firmeza, sendo ainda sua ação intensificada pela adição dos micronutrientes zinco e vitaminas C e E, antioxidantes que, igualmente, atuam na redução dos radicais livres, compostos responsáveis pelo envelhecimento celular.

O Balance Whey Mulher está disponível no mercado em dois sabores, Cacau Belga e Baunilha. Não possui em sua composição glúten, maltodextrina, conservantes, aromas, adoçantes e corantes artificiais. Outro diferencial é não conter adição de açúcares, sendo produzido com stévia adoçante natural que não proporciona malefícios ao organismo.

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“De rápida e fácil digestão, este suplemento desempenha, ainda, um importante papel na saúde óssea da mulher por conter cálcio, magnésio e vitamina D, que atuam favorecendo o desenvolvimento da massa óssea e menor incidência de fraturas na velhice, comum em mulheres nas fases do ciclo menstrual e menopausa”, explica Natália Dourado, nutricionista da marca.

Informações: Sanavita