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Linha biO2 Protein ganha novos sabores

A biO2, marca de alimentos naturais, orgânicos e veganos, amplia a linha biO2 Protein com uma série de novidades e inovações. A linha lançada há três anos, foi a primeira linha de barras de proteínas vegetais do Brasil (à base de proteína de arroz e ervilha), e após conquistar muitos consumidores, a marca investe em diferentes sabores e formatos.

Agora a linha biO2 Protein possui, além dos sabores tradicionais: baunilha e alfarroba, mais dois novos sabores: açaí com banana, e cacau com maca peruana. Estão disponíveis nas versões: barras de 40g, pó em potes de 300g e 908g (novo pote maior lançado a pedido dos heavy users), e a grande inovação: biO2 Protein Shake, a primeira bebida proteica vegana do Brasil pronta o consumo, em embalagens Tetra Pak de 330 ml.

Os shakes, que também contam com a proteína da chia, são uma opção já muito conhecida nos USA. O produto que leva apenas ingredientes naturais, contém açúcar mascavo orgânico em quantidade mínima para adoçar e agradar com equilíbrio à todos. Os sabores iguais aos das barras apresentam-se com mais intensidade nesta versão. A alfarroba, uma vagem original da Espanha, que pela primeira vez no mundo é utilizada neste formato, tem um resultado inusitado. Com o sabor característico entre cacau e o café, o shake é surpreendente.

O novo sabor Açaí e Banana, misturado às proteínas, ganharam textura, cor e sabor de maneira jamais encontrada antes. Aqui encontramos o real e verdadeiro sabor destes ingredientes: o sabor leve e terroso do açaí com aroma natural de banana, diferente do tradicional açaí em bowls que leva adição de muito açúcar.

Já o sabor Cacau e Maca Peruana – uma combinação de alimentos sagrados, podem facilmente substituir os tradicionais achocolatados e trazem muito mais nutrientes e funcionalidades como compostos antioxidantes, vitaminas e minerais. O tradicional sabor Baunilha é uma opção mais neutra e leve ao paladar, podendo até ser utilizado em receitas batido com frutas, matchá, entre outros. O equilíbrio em apresentar 20 g de proteínas com apenas 147 Kcal (sabor baunilha) é um dos grandes destaques desta inovação.

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Uma grande vantagem desta inovação é sua portabilidade, facilitando assim a ingestão adequada de proteínas ao longo do dia, que segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde) é de 10 a 35% do consumo energético diário total. Logo, este produto é destinado para todas as pessoas e, assim como as barras, podem ser consumidos durante o dia todo, como um lanche intermediário, complementando o café da manhã ou até mesmo após as atividades físicas.

Já as proteínas em pó podem ser utilizadas para enriquecer receitas e preparar shakes rápidos e nutritivos. Hábito dos americanos, esses shakes proteicos batidos no café da manhã vão ganhando espaço e tornando-se cada vez mais comuns no Brasil. Para os veganos é uma maneira prática de garantir parte da ingestão de proteínas logo pela manhã. A biO2, através dos canais de mídia, incentiva a preparação através de receitas e dicas.

Proteínas vegetais

Proteína, assim como o carboidrato, é um nutriente essencial à vida. Ela é responsável pela construção muscular e desempenha diversas funções estruturais, regulatórias e de transporte. As proteínas são compostas por um conjunto de aminoácidos essenciais que são encontrados no reino vegetal. Por isso é seguro afirmar que as proteínas vegetais são completas e bem absorvidas pelo corpo. A combinação das proteínas de arroz e ervilha, utilizada na linha biO2 Protein, oferecem um excelente perfil de aminoácidos, garantindo proteínas de alta qualidade, boa digestibilidade, fácil absorção, além de serem hipoalergênicas. Tendência mundial, a busca por proteínas vegetais vêm crescendo a cada ano e a prospecção para 2018 é que haja um aumento de 40% neste mercado.

Uso por atletas

Estudos mostram resultados semelhantes entre o uso de suplementos proteicos de origem animal e vegetal, e como prova disto todos os atletas biO2 (André Nader, Bruno Lemes, Felipe Camargo, Guilly Brandão, Magali Garnier, Marcela Witt e Pedro Oliva) utilizam a linha biO2 Protein no seu dia a dia e são destaques em suas modalidades.

Saudável

Além de melhor para o planeta, uma dieta plant-based é também a melhor opção para a saúde das pessoas. Esse modelo de alimentação é adequado durante todas as fases da vida, proporcionando benefícios à saúde devido ao seu caráter protetor. Por ser rica em fibras, antioxidantes, compostos bioativos, vitaminas, minerais e possuir baixo teor de gordura saturada, atua comprovadamente na prevenção e tratamento de doenças como aterosclerose, diabetes tipo II, hipertensão e obesidade, além de reduzir os marcadores inflamatórios.

Preços sugeridos:
biO2 Protein Bar 40 g – R$ 7,00/cada
biO2 Protein Pó 300 g – R$ 70,00/cada
biO2 Protein Pó 908 g – R$ 180,00/cada
biO2 Protein Shake 330 ml – R$ 9,90/cada

Informações: bi02

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Ahlma e Face It, de batons veganos, se unem em prol da PETA

Em ação inédita no Brasil, a Ahlma se une à marca de cosméticos veganos e naturais Face It para lançar batom e camiseta em prol da PETA (People for the Ethical Treatment of Animals), maior organização do mundo dos direitos animais. A parceria vem da sinergia das duas marcas quando o assunto é o apoio de novas formas de produção e consumo que não machuquem os animais.

Desenvolvida pela Ahlma com algodão certificado pela Better Cotton Initiative, a camiseta (R$ 158,00) traz um desenho de coelho em silk e a frase “Try Vegan” (“experimente veganismo”). A escolha é representativa, pois o animal, em diversas celebrações ocidentais é símbolo de prosperidade e fertilidade, mas, infelizmente, ainda é usado para testes de empresas no mundo inteiro para a produção de cosméticos, o que causa sofrimento e danos aos animais envolvidos.

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O batom (R$ 99,00), da cor vermelho bordeaux Blind Date, foi desenvolvido pela Face It com ingredientes naturais e orgânicos como manteiga de cacau, extrato de semente de damasco e vitamina E. Não contém substâncias nocivas à saúde e ao meio ambiente como chumbo, alumínio, sulfato, parabenos, derivados de petróleo e silicone.

Os produtos podem ser comprados separadamente e estarão disponíveis nas lojas e no e-commerce da Ahlma, com 10% da renda revertida para a PETA.

Informações: Ahlma / Face it

Livro Flor de Sal apresenta releitura vegana e sem glúten de receitas clássicas

Autora faz parte da geração de jovens preocupados com uma alimentação saudável e consciente, e acredita que comer é um ato revolucionário

“Precisamos rever nossas escolhas, nos reconectar com a origem do que consumimos nos responsabilizar pelo impacto da sua trajetória e nos preocupar com o destino final de nossos produtos depois de utilizados. Comer é um ato político, social, histórico, geográfico, religioso, econômico e cultural e, portanto, revolucionário, sim (e muito)”

Foto de Iuri Poletti
Foto: Iuri Poletti

Idealizado por Gabi Mahamud, Flor de Sal é um verdadeiro achado para quem quer reproduzir receitas sem glúten e sem ingredientes de origem animal. A obra reúne mais de 60 sugestões que vão agradar tanto ao paladar tanto de veganos quanto de quem sofre de alguma alergia a glúten ou intolerância a ovos, leite e outros laticínios. Além disso, a autora deu preferência para ingredientes nacionais e acessíveis de forma a tornar as receitas fáceis de reproduzir por todos.

Com sugestões para todas as ocasiões, o segredo da Gabi é combinar sabor e memórias afetivas em pratos saudáveis (e algumas gordices também!). São tortas, massas, salgadinhos, doces, bolos, lanches e bebidas, além de versões vegetais de maionese, requeijão e queijo. Sempre com bom humor e simplicidade, o livro ainda traz dicas contra o desperdício e técnicas para trazer um toque contemporâneo à comidinha caseira.

Para encher o estômago e os olhos, cada capítulo é ilustrado com aquarelas desenvolvidas pela própria autora. Os leitores ainda contam com conteúdo digital que pode ser acessado por meio de QR Codes que indicam variações na receita ou mostram etapas do preparo através de imagens.

Gabi não é apenas uma ótima cozinheira, ela acredita que podemos ser agentes de transformação do mundo por meio da alimentação.

Sobre a autora

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Gabi Mahamud é arquiteta de formação, cozinheira por paixão e ativista por convicção. Quando criança, queria ser presidente e mudar o mundo; mais tarde, encontrou no urbanismo um jeito de melhorar a qualidade de vida das pessoas, mas ainda não era suficiente.

Foi na culinária que encontrou a sua vocação. Criou o blog Flor de Sal em 2016, onde compartilha receitas para uma alimentação natural e consciente, sem produtos de origem animal, preparadas com ingredientes locais e orgânicos. Dessa forma, ela ensina seus milhares de seguidores a combater o desperdício de alimentos e a ter mais consciência na hora de consumir.

A partir de então, muitas outras portas se abriram, inclusive as de um food truck cheio de boas intenções, o Good Truck. O projeto – apadrinhado pela renomada chef paranaense Manu Buffara – recolhe frutas, legumes e verduras que seriam descartados por fornecedores e prepara refeições saudáveis para pessoas carentes. Em agosto de 2017, Gabi foi convidada a apresentar o projeto no Unleash Lab, iniciativa da ONU voltada para o desenvolvimento de projetos na área da sustentabilidade, realizado em Copenhague, Dinamarca. Gabi também é membro do Global Shapers e do movimento Slow Food.

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Título: Flor de Sal – O livro de receitas do blog para uma alimentação mais natural e consciente
Autor: Gabi Mahamud
Editora: Alaúde
Formato: 16 X 22 cm
Nº de Páginas: 144
Acabamento: brochura, miolo colorido
Preço: R$ 35,00

Ametsa: maquiagem vegana para presentear no Dia das Mães

A marca de cosméticos de maquiagem Ametsa foi criada e idealizada por Isabelle Gantus quando ela tinha apenas 17 anos e estava cansada de não encontrar os produtos que queria por um preço justo. A intenção não era apenas trazer algo novo, mas alternativas para aqueles que procuravam uma marca que representasse mais que apenas rótulos, produtos e cores, mas, sim, valores, tanto econômicos quanto culturais e sociais. Seguindo esse princípio, um ponto muito importante é que os produtos fossem cruelty free, ou seja, produzidos sem ingredientes ou testes que utilizem animais.

“A Ametsa nasceu como uma conversa boba de domingo, durante um dos tradicionais almoços na casa da minha avó. Falávamos de maquiagem e sobre diversos pontos que me incomodam nas marcas que estava acostumada a usar. Um deles foi o fato de ser quase impossível encontrar hoje no mercado uma marca que consiga ter itens que considero muito importantes: qualidade, preço justo, produtos sem testes realizados em animais e representatividade social, livre dos estereótipos e padrões sociais de beleza”, afirma Isabelle, hoje com 18 anos.

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Como um anseio de menina que se torna realidade, o nome não poderia ter um sentido diferente: Ametsa significa sonho no idioma ancestral dos bascos, falado na região que abrange uma área entre o nordeste da Espanha e o sudoeste da França.

Apesar da idade, a jovem CEO é responsável por todo o processo criativo e seletivo da empresa: “Foram muitas reuniões com fornecedores e empresas para que tudo se tornasse realidade. Participei de todo o processo seletivo da marca. As cores escolhidas, as fragrâncias, suas texturas e formatos refletem a minha personalidade; então cada produto nosso tem uma porção muito boa de quem eu sou.”

Apoiada e incentivada pela família, Isabelle assina as coleções que levam o selo cruelty free & vegan da Peta (People for the Ethical Treatment of Animals – ONG que se dedica aos direitos animais), que garante produtos sem testes realizados em animais. A escolha das cores aposta em tendências e seus tons são pensados para todos os tipos de pele.

Os primeiros produtos lançados foram batons com acabamento cremoso e matte acetinado. Eles possuem vitamina E e hidratante aloe vera, proporcionando cor intensa e hidratação. Já para quem gosta de batom líquido, mas evitava usar por grudar (enroscar) nos cabelos ou por falta de pigmentação suficiente, já pode rever os conceitos. Também com acabamento matte e sem fragrância, as cores secam rapidamente. Todos são de longa duração, ótima alternativa para quem gosta de aplicar o batom sem a preocupação de retoques constantes.

A linha, por enquanto, é composta por nove itens. E todos são ótimas opções de presente para o Dia das Mães. São quatro batons sólidos com acabamento extracremoso, dois sólidos matte acetinados e dois líquidos supermatte, os nomes e tons escolhidos refletem as inspirações e gostos pessoais da fundadora da marca, como ela explica abaixo:

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· Lucy (vermelho, cremoso) – “Lembra muito algo mais antigo, da época Marilyn Monroe (décadas 50-60). O nome Lucy sempre me faz lembrar do filme homônimo, estrelado pela atriz Scarlett Johansson”.

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· Nemo’s Reef (alaranjado, matte acetinado) – “A cor alaranjada é praticamente igual ao do peixe palhaço Nemo, do longametragem Procurando Nemo que era um dos meus filmes preferidos de infância”.

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· Fatima (rosa, extracremoso) – “Uma das minhas principais apoiadoras e incentivadoras, minha mãe. Não poderia deixar de homenageá-la nesta coleção, além de ser sua cor predileta”.

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· Iced Coffee (nude, matte líquido) – “As cores dos frappuccinos do Starbucks me lembram muito a desse batom”.

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· Istanbul (marrom, cremoso) – “Os tons de terra desse batom me lembram muito as regiões da Turquia, lugar que admiro e sempre quis conhecer”.

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· Vinyl Era (vinho, matte acetinado) – “Quando eu vi o tom vinho desse batom, a única coisa que eu conseguia pensar era em discos de vinil pendurados na parede do quarto de alguma adolescente nos anos 70. As garotas dessa época se vestiam de um jeito muito particular, que eu especialmente adoro e uso como inspiração para o meu estilo no dia a dia. Essa onda ‘hipster’ tem a cara desse batom”.

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· Table for two (rosa, matte líquido) – “Esse nome surgiu de uma piada que eu fiz com a minha avó e meu pai, durante um jantar”.

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· Snow (rosa, extracremoso, chubby) – “Esse batom faz parte de uma linha muito especial para mim, sendo uma edição limitada. É uma homenagem à minha cachorrinha que faleceu em 2017. Tanto a cor desse batom quanto sua embalagem foram inspirados na Raja”.

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· Raja (vinho profundo, supercremoso) – “Outro item da linha de edição limitada, esse batom incrivelmente pigmentado e supergostoso de aplicar, traz o nome da minha cachorra, em homenagem a ela. O legal dessa edição limitada é que 10% do lucro dos produtos são revertidos para ONGs de ajuda aos animais”.

Outro item que também está à venda:

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· Denineador Void – “É o nosso delineador líquido matte superpreto, sendo extremamente sequinho e de fácil aplicação devido ao pincel de ponta fininha; sua pigmentação é maravilhosa e ele tem longa duração, sendo também resistente à água”. Preço: R$ 25,00

A linha vai crescer em breve com a chegada de mais batons e produtos para pele e olhos.

Modernidade com consciência

Ametsa surge de uma mistura de sonhos e ideais, questionamentos e inquietações de uma adolescente que faz parte da geração millennials, geralmente definida como a de indivíduos nascidos entre 1980 e a metade dos anos 2000. Jovens que formam um tipo bem diferente de consumidor: são mais engajados e saudáveis. Gostam de fazer parte de comunidades, preferem produtos orgânicos e veganos, sem crueldade animal.

Além da pesquisa por produtos e matérias-primas aprovados e com qualidade garantida, a marca também inova em tecnologia para o seu e-commerce, sendo uma das poucas, senão a única empresa de cosméticos brasileira a aceitar Bitcoin como forma de pagamento. Não conhece? O Bitcoin usa a tecnologia ponto-a-ponto para operar sem a necessidade de uma autoridade central ou banco; as transações com bitcoins são simples e gerenciadas coletivamente pelos próprios usuários da rede.

Adquirir os produtos Ametsa é tão fácil quando enviar um e-mail! E melhor, sem as taxas de impostos propostas por outras empresas, a marca reafirma um dos seus principais valores: produtos com qualidade sem preços abusivos. Também estão nos planos da empresa, em curto prazo, ampliar a venda dos produtos em lojas físicas. Para comprar pela Internet ou conferir as lojas físicas que já comercializam os produtos Ametsa, basta visitar o site e as redes sociais:

Informações: Site / Facebook / Instagram

 

 

La Loba é primeira empresa de moda vegana no país a receber o selo Vegan Society

Marca comemora também as conquistas dos selos PETA, CO² Neutro e EuReciclo que reforçam comprometimento da marca com valores como ética, transparência e responsabilidade socioambiental. Além de ser uma das indicada ao Prêmio EcoEra.

Com coleções em edições limitadas, a La Loba, marca pioneira na produção de bolsas veganas no Brasil, se propõe a uma nova forma de fazer moda, com peças sofisticas que unem materiais alternativos e livres de crueldade, com temáticas místicas e atemporais. E em 2018, comemora a conquistas de importantes selos que reforçam comprometimento da marca com valores como ética, transparência e responsabilidade socioambiental.

Durante mais de um ano, a La Loba passou pelo processo de avaliação para adquirir o selo de registro Vegan Society, organização que criou e registrou o termo veganismo em 1944, em Birmingham (UK), e que foi introduzida no mercado em 1990, como padrão internacionalmente reconhecido no mundo todo para produtos e serviços veganos. “Foi um processo longo e ​por tudo isso, me sinto orgulhosa e muito, mas muito feliz”, comemora Kaline.

A criadora da marca, Kaline Demarchi, explica que esse selo é essencial para o crescimento da La Loba. “Somos a primeira empresa de moda nacional a ter seus produtos registrado pela Vegan Society. Esperamos ​que este reconhecimento nos traga ainda mais força, a fim de continuarmos vivenciando e propagando o nosso sonho de ressignificar o ‘Mercado da Moda’, tornando-o mais consciente através de práticas que respeitem todo o ciclo de consumo, todas as pessoas envolvidas, e em especial os animais e o Planeta, pois estes têm sido ​os mais prejudicados pelos hábitos tão antigos e tão disseminados em nossa sociedade. Queremos mudança, e acreditamos que ela possa realmente acontecer, como já está acontecendo”.

O selo vegano está registado na Europa, EUA, Canadá, Austrália e Índia e usado no mundo inteiro em mais de dezoito mil produtos.

La Loba - Bolsa vegana saco preta estampada R$27900 www laloba com br

Outra conquista superimportante para a La Loba foi o certificado do PETA, a maior ONG em defesa dos animais no mundo, com mais de 6,4 milhões de membros e apoiadores. O selo garante que a empresa está o cumprindo várias normas para assegurar a não utilização de matéria-prima de origem animal em seus produtos. Para conquistar a certificação, a marca passou por um rigoroso processo que examina vários aspectos para comprovar que a marca é vegana e apresentar declarações de matérias-primas totalmente isentas de origem animal.

Preocupada com o processo de descarte de suas embalagens, a La Loba trará nas tags da marca o selo Eu Reciclo, que assegura que a empresa compensa no pós-consumo a quantidade de lixo produzido. Com ele estampado, o consumidor terá ciência sobre o compromisso da marca e a certeza de que está adquirindo um produto de uma marca engajada com o reaproveitamento e promoção de um destino ambientalmente adequada de resíduos, processo semelhante à compensação de carbono.

As tags que acompanham as bolsas são desenvolvidas com papel semente, para que sejam plantadas e cultivadas. As embalagens são feitas de material reciclado, em parceria com a ONG Idesam, de Manaus (AM), que confere o selo Carbono Neutro. Ao final de cada ciclo, é realizada a compensação do CO² emitido no processo de produção da marca, mediante o plantio de árvores na floresta Amazônica, beneficiando, assim, a comunidade ribeirinha da região e o meio ambiente como um todo.

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“Os selos certificam ​e de certa forma reconhecem ​o nosso trabalho, ​servindo como ​um grande incentivo para que cada vez mais pessoas ​​possam conhece​-​lo e se identificar com ele. Acreditamos que além de criar produtos livres de crueldade, também devemos cuidar d​o ​Planeta, ​e foi ​por ​essa razão que, desde o início​, sempre buscamos parceiros ​conscientes ​e ​práticas capazes de gerar impactos positivos no meio em que atuamos. Plantar ​árvores no Amazonas, zerar o carbono ​emitido com a nossa atividade, reciclar nossas embalagens, criar tags com papel semente​,​ são algumas das ações que priorizamos​. E claro, fazemos ​tudo ​com muito amor​, pois acreditamos que daí vem a nossa força”, finaliza a criadora.

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A La Loba também foi uma das marcas indicadas ao Prêmio EcoEra deste ano, idealizado pela especialista em consumo consciente Chiara Gadaleta com o objetivo de analisar os mercados de moda, beleza e design com indicadores de sustentabilidade.

Informações: La Loba

 

Restaurante 100% vegano abre as portas em Perdizes

That Vegan Brand – Comedoria Vegana oferece pratos, sanduíches e porções em espaço moderno e a preços justos

Comida saborosa, a preços justos e sem o uso de nenhum ingrediente de origem animal é a proposta do novo restaurante That Vegan Brand – Comedoria Vegana, que acaba de abrir as portas em Perdizes. Com um cardápio variado, passeando com desenvoltura entre pratos, sanduíches e porções, a casa surge como nova opção para veganos, vegetarianos ou para quem quer sair da rotina e provar novos sabores.

O menu é dedicado a receitas com vegetais, grãos, cogumelos e massas, e oferece opções fixas, servidas de terça a domingo, e pratos do dia. São preparos familiares e reconfortantes, com clássicos da culinária brasileira, árabe e italiana, que deixam de lado carnes, laticínios e ovos sem abrir mão do prazer de comer bem.

A casa tem capacidade para 25 pessoas em um ambiente simples e moderno e, de terça a sábado, fica aberta até a 1h, surgindo como uma boa opção para jantar até mais tarde.

O restaurante e a cozinha são comandados por Marcela Teixeira e Jux Curtis. Marcela é engenheira civil, mas cresceu entre as panelas do restaurante da família, enquanto Jux trabalhava com eventos e alimentação vegana desde 2013. Em 2017, eles uniram forças e criaram a That Vegan Brand para oferecer comida vegana em eventos pela capital. Seu carro-chefe, o Falafel Burguer, tornou-se sucesso de público e a dupla decidiu investir na abertura do próprio espaço, com cardápio ampliado.

O Falafel Burguer está no menu fixo da nova casa e vem com rúcula, tomate, pepino, cebola roxa e tahine no pão integral com gergelim (R$ 18,00). Também na seção de lanches estão o Mushroons Burguer, hambúrguer de feijão com mix de cogumelos, alface, tomate, guacamole e crostas de queijo (R$ 20,00), e o Quinoa Burguer, hambúrguer de quinoa e antepasto de berinjela, salada coleslaw e maionese de inhame em pão integral (R$ 22,00). Além dos hambúrgueres, o Choripan, versão vegana do tradicional sanduíche argentino com linguiça calabresa, vem no pão francês com molho chimichurri e salsa (R$ 18,00).

That Vegan Brand - Mushroons Burguer
Mushroons Burguer

That Vegan Brand - Quinoa Burguer

Já quem preferir uma refeição, pode optar pelo PF Vegan, servido de terça a domingo com arroz, feijão, fritas e um hambúrguer da casa (R$ 18,00), ou um dos pratos do dia. Às terças-feiras, a sugestão é o Gnocchi de Espinafre, opção sem glúten preparada com tofu defumado, tomates concassé e manjericão (R$ 24,00). O Risoto de Funghi Secchi (R$ 25,00) é preparado às quartas e a Moqueca de Palmito pupunha, acompanhada de arroz de xerém e farofa de banana (R$ 25,00), é servida sempre às sextas.

That Vegan Brand - Gnocchi de Espinafre 4
Gnocchi de Espinafre

Nos finais de semana, a casa abre para o almoço e só fecha no fim da noite. Aos sábados, a Feijoada Vegana acompanha arroz, couve e farofa (R$ 24,00) e, aos domingos, as opções são o Risoto de Linguiça ao Vinho Tinto (R$ 24,00) e a Lasagna de Berinjela, com massa tradicional e fatias de berinjela com molho caseiro à bolognese (R$ 23,00).

That Vegan Brand - Lasagna de Berinjela

Todos os dias, a seção de porções traz Batata Rústica, Onion Rings, Bolinho de Falafel e Calabresa Acebolada, boas opções para acompanhar a seleção de chopes artesanais e kombuchas. E, para encerrar, é possível escolher entre o Brownie de Chocolate, servido com uma bola de sorvete do dia (R$ 18,00), e os Churros com Doce de Leite, feito com leite de coco (R$ 15,00)

That Vegan Brand – Comedoria Vegana Rua Aimberê, 91 – Perdizes. Horário de funcionamento: terça a sexta, das 18h à 1h; sábado, das 12h à 1h; domingo das 12h às 22h

 

Domingo tem Festival de Gastronomia Vegana na Avenida Paulista

Um circuito gastronômico com falafel, samosa, cheesecake, bolos, comida árabe, do Congo, da Índia, do Japão e tantos outros locais, além dos quitutes brasileiros como a coxinha de jaca verde, sorvetes com frutas tropicais, sucos diversos e até alimentos para animais: são muitas iguarias neste festival para provar sem dor na consciência, pois apenas plantas fazem parte das preparações.

Além da alimentação no local para consumo imediato ou para viagem, como leites, manteigas e queijos todos oriundos de vegetais, haverá expositores de outros setores como cosmético, higiene, artesanato, decoração, vestuário, calçados, acessórios e itens para pets.

Um evento para toda a família, com abertura antecipada às 10h para yoga e meditação com Cláudio Duarte; das 14h às 15h30 a nutricionista vegana Andressa Roehrig Volpe palestra sobre “Os benefícios da dieta 100% vegetariana”; e para as crianças haverá às 17h narração de histórias com o tema “O Casarão das Gatas” com Marcya Harco, vegana idealizadora e organizadora do Projeto PAZ.

Marcya Harco contadora de histórias infantis
Marcya Harco contadora de histórias infantis

Em 2018 o Encontro Vegano JMA completa quatro anos, ocorrendo gratuitamente ao público pelo Estado de São Paulo, com cerca de 80 mil visitantes ao longo das edições e mais de 500 empreendedores envolvidos, tornando-se referência no Veganismo com acessibilidade a todos, onde o público conhece ser possível um estilo de vida sem nenhuma forma de violência, baseando-se na ética e respeito aos animais, aos humanos e ao planeta.

Acompanhando o crescimento do Veganismo no Brasil e no mundo, o evento reúne em sua curadoria expositores qualificados em bens e serviços veganos, ou seja, isentos de exploração animal, produzidos através de ingredientes e matéria-prima sem origem animal e também não testados em animais.

O espaço sempre conta com abertura antecipada para a atividade de yoga e meditação, e presença de ONGs e protetores de animais independentes que recebem doações de ração, medicamentos, fraldas, jornais, tapetes higiênicos, cobertores e outros itens para ajudá-los nos resgates.

cartaz

Festival de Gastronomia Vegana JMA J’adore mes amis
Av. Paulista, 735 – Clube Homs – São Paulo (próximo ao metrô Brigadeiro)
Dia 8 de abril – domingo
12h às 20h
Yoga e meditação às 10h
Entrada franca, atividades gratuitas
Programação

Restaurante 100% vegano abre as portas em Perdizes

That Vegan Brand – Comedoria Vegana oferece pratos, sanduíches e porções em espaço moderno e a preços justos

Comida saborosa, a preços justos e sem o uso de nenhum ingrediente de origem animal é a proposta do novo restaurante That Vegan Brand – Comedoria Vegana, que acaba de abrir as portas em Perdizes. Com um cardápio variado, passeando com desenvoltura entre pratos, sanduíches e porções, a casa surge como nova opção para veganos, vegetarianos ou para quem quer sair da rotina e provar novos sabores.

O menu é dedicado a receitas com vegetais, grãos, cogumelos e massas, e oferece opções fixas, servidas de terça a domingo, e pratos do dia. São preparos familiares e reconfortantes, com clássicos da culinária brasileira, árabe e italiana, que deixam de lado carnes, laticínios e ovos sem abrir mão do prazer de comer bem.

A casa tem capacidade para 25 pessoas em um ambiente simples e moderno e, de terça a sábado, fica aberta até a 1h, surgindo como uma boa opção para jantar até mais tarde.

O restaurante e a cozinha são comandados por Marcela Teixeira e Jux Curtis. Marcela é engenheira civil, mas cresceu entre as panelas do restaurante da família, enquanto Jux trabalhava com eventos e alimentação vegana desde 2013. Em 2017, eles uniram forças e criaram a That Vegan Brand para oferecer comida vegana em eventos pela capital. Seu carro-chefe, o Falafel Burguer, tornou-se sucesso de público e a dupla decidiu investir na abertura do próprio espaço, com cardápio ampliado.

That Vegan Brand - Mushroons Burguer
Mushroons Burguer

O Falafel Burguer está no menu fixo da nova casa e vem com rúcula, tomate, pepino, cebola roxa e tahine no pão integral com gergelim (R$ 18,00). Também na seção de lanches estão o Mushroons Burguer, hambúrguer de feijão com mix de cogumelos, alface, tomate, guacamole e crostas de queijo (R$ 20,00), e o Quinoa Burguer, hambúrguer de quinoa e antepasto de berinjela, salada coleslaw e maionese de inhame em pão integral (R$ 22,00). Além dos hambúrgueres, o Choripan, versão vegana do tradicional sanduíche argentino com linguiça calabresa, vem no pão francês com molho chimichurri e salsa (R$ 18,00).

That Vegan Brand - Gnocchi de Espinafre 4
Gnocchi de espinafre

Já quem preferir uma refeição, pode optar pelo PF Vegan, servido de terça a domingo com arroz, feijão, fritas e um hambúrguer da casa (R$ 18,00), ou um dos pratos do dia. Às terças-feiras, a sugestão é o Gnocchi de Espinafre, opção sem glúten preparada com tofú defumado, tomates concassé e manjericão (R$ 24,00). O Risoto de Funghi Secchi (R$ 25,00) é preparado às quartas e a Moqueca de Palmito pupunha, acompanhada de arroz de xerém e farofa de banana (R$ 25), é servida sempre às sextas.

That Vegan Brand - Lasagna de Berinjela
Lasanha de Berinjela

Nos finais de semana, a casa abre para o almoço e só fecha no fim da noite. Aos sábados, a Feijoada Vegana acompanha arroz, couve e farofa (R$ 24,00) e, aos domingos, as opções são o Risoto de Linguiça ao Vinho Tinto (R$ 24,00) e a Lasanha de Berinjela, com massa tradicional e fatias de berinjela com molho caseiro à bolognese (R$ 23,00).

Todos os dias, a seção de porções traz Batata Rústica, Onion Rings, Bolinho de Falafel e Calabresa Acebolada, boas opções para acompanhar a seleção de chopes artesanais e kombuchas. E, para encerrar, é possível escolher entre o Brownie de Chocolate, servido com uma bola de sorvete do dia (R$ 18,00), e os Churros com Doce de Leite, feito com leite de coco (R$ 15,00)

That Vegan Brand – Comedoria Vegana – Rua Aimberê, 91 – Perdizes – São Paulo – Horário de  funcionamento: terça a sexta, das 18h à 1h; sábado, das 12h à 1h; domingo das 12h às 22h

 

Sem fins lucrativos, espaço em São Paulo quer facilitar acesso a alimentos orgânicos

Baseado na economia solidária, associação de mulheres planeja espaço integrado e democrático, onde seja possível obter produtos orgânicos e veganos a preços acessíveis

Quem disse que alimentos orgânicos e produzidos de forma ética precisam ser restritos apenas à camada da população com melhor poder aquisitivo? Para provar que é possível facilitar o acesso a frutas, verduras, legumes e outros alimentos produzidos sem o uso de agrotóxicos e sem crueldade animal, uma associação sem fins lucrativos de São Paulo quer abrir um espaço onde possa oferecer preços mais baixos do que os cobrados no mercado tradicional.

O espaço, chamado de Projeto Vegânica, está sendo planejado para funcionar próximo ao metrô do Butantã, na região oeste da cidade. No país considerado o maior consumidor mundial de agrotóxicos, além de ser um lugar para se praticar uma forma diferente de consumo, mais consciente, o principal propósito da iniciativa é tornar mais democrático o consumo de produtos orgânicos, ainda inacessíveis para a maioria da população.

Segundo uma pesquisa do Conselho Brasileiro da Produção Orgânica e Sustentável (Organis), realizada entre abril e maio de 2017, apenas 15% da população afirmou consumir alimentos orgânicos regularmente. Dos 85% que não o fazem, 41% citaram os preços como o principal motivo que impede o acesso a esses tipos de alimentos.

“Acreditamos que um mundo melhor, somos nós que fazemos. E queremos fazer a nossa parte. Por isso, estamos montando uma proposta em que todos – nós, os produtores, consumidores, os animais e o meio ambiente – são beneficiados”, explica Stela Silva, uma das idealizadoras da proposta.

Para tornar os preços mais acessíveis, o Projeto Vegânica fará parcerias com pequenos produtores, microempreendedores ou com quem tenha serviços a oferecer. A proposta é cobrar pelos produtos o mesmo preço pago a esses fornecedores (incluindo, quando houver, taxa de frete ou tributos interestaduais), acrescido de um percentual fixo para garantir a manutenção do local.

“Com esse formato, que não visa o lucro, poderemos oferecer um preço menor do que é cobrado no comércio tradicional. Queremos fortalecer a economia local, atuar em um modelo mercadão, com espaços integrados, onde cada um leva sua sacola de compras, as pessoas se encontram, conversam, as crianças brincam, e onde a sustentabilidade seja aplicada em sua totalidade”, acrescenta Stela.

Com experiência no comércio de produtos orgânicos e veganos, a empreendedora se uniu a Ilza Lima e Sílvia Sakuma e, juntas, fundaram uma associação sem fins lucrativos, o Instituto Vegânica. No começo de 2018, elas começaram a movimentar e reunir uma rede de pessoas alinhadas com conceitos como economia solidária, sustentabilidade, alimentação consciente e colaboração. A ideia é somar todo tipo de ajuda, inclusive de consumidores que poderão se beneficiar do Espaço, para colocar o projeto em prática ainda no primeiro semestre de 2018.

“Um negócio baseado apenas no lucro não faz mais sentido em um mundo tão desigual. Queremos criar conexões positivas, envolver produtores, consumidores, microempreendedores e contribuir para inspirar outras pessoas a fazerem o mesmo. Quem sabe, em um futuro próximo, cada região de São Paulo e de outras cidades Brasil afora possam ter um lugar assim”, explica Silvia Sakuma.

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Produtos e serviços em troca de apoio

Para conseguir juntar o investimento inicial necessário para a abertura do espaço, o Projeto está oferecendo cursos, produtos e serviços em troca de apoio. Entre os cursos oferecidos estão o de produção de cosméticos naturais, de manutenção de bicicletas, de tratamento capilar sem o uso de ingredientes químicos, de produção de alimentos em pequenos espaços, de produtos de limpeza naturais, de bordado, de produção de brotos e outros.

Entre os produtos ofertados para quem apoiar o Projeto estão cestas de orgânicos, almoços veganos, kits de produtos de beleza naturais, mapas astrológicos e outros. Também estão sendo oferecidas palestras e aulas sobre alimentação saudável, minimalismo, saúde e medicina homeopática, upcycling, planejamento de uma vida sustentável, empreendedorismo feminino, yoga para adultos, gestantes e crianças, além de outros. Valores e demais informações sobre os cursos, produtos e palestras podem ser conferidos neste link.

Projeto já existe em versão itinerante

O modelo de economia do Projeto Vegânica planejado pelas três mulheres já vem sendo posto em prática com sucesso em um evento itinerante, chamado Expo Vegânica, realizado na capital paulista desde 2016. A última edição ocorreu no último dia 3 de fevereiro, no Centro Cultural Butantã.

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Foto: Orgânicos vendidos na última edição do ExpoVegânica, em fevereiro de 2018. Foto: Divulgação

“Nesse formato, o Vegânica conseguiu auxiliar microempreendedores a escoarem suas produções de maneira efetiva, possibilitando preços mais acessíveis ao público que passava pelo evento. Nossa proposta é dar continuidade a esse modelo, mas agora em um local fixo, e agregando várias iniciativas voltadas para o fortalecimento de uma rede de economia solidária” destaca Stela Silva.

Além do Expo Vegânica, o Projeto chega para se unir a outras duas iniciativas já instaladas na cidade de São Paulo e que também têm o propósito de democratizar o acesso a alimentos produzidos sem agrotóxicos. São eles: o Instituto Chão, localizado na Vila Madalena, e o Instituto Feira Livre, no centro da cidade.

Informações: Projeto Vegânica

 

 

 

 

Rede Empada Brasil agora oferece versão vegana

A rede de lanchonetes Empada Brasil, presente em nove estados brasileiros, está lançando no mercado uma empada vegana com recheio de mix de cogumelos. Num primeiro momento, a novidade estará disponível apenas nas lojas do estado de São Paulo, mas pelo menos lojas do Mato Grosso e Distrito Federal já sinalizaram que pretendem oferecer o produto também.

Com 47 unidades ao todo, sendo 19 unidades no estado de São Paulo, a Empada Brasil abre-se para um novo mercado com dezenas de milhões de pessoas, somando-se a uma série de marcas que já fizeram uma inclusão bem-sucedida de opções veganas em seus cardápios – como Seletti, Brasileirinhos Delivery e Baked Potato.

Com a entrada da Empada Brasil, são agora mais de 170 lojas (de diferentes marcas) com pratos ou lanches veganos no seu cardápio lançados com o apoio do programa Opção Vegana, da Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB). O programa existe desde o final de 2016.

Na Empada Brasil, a preocupação com o público “veg” começou no ano passado, quando a rede lançou o seu primeiro pastel vegetariano, porém com queijo no recheio. De olho no crescimento do mercado de alimentação vegana (sem ingredientes de origem animal), ainda em 2017 a Diretora de Marketing, Gabriela Fernandes, chamou a SVB para conversar e ajudar no desenvolvimento de uma deliciosa opção totalmente vegana.

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“Nós rapidamente percebemos que as opções ovolactovegetarianas não seriam suficiente para dar conta do que o mercado estava pedindo. Chamamos a SVB para conversar e a consultoria foi muito importante para nós acertarmos um produto vegano realmente incrível, que agradará não apenas os veganos, mas o público em geral”, contou Gabriela.

Mônica Buava, Gerente de Campanhas da SVB, explica que a franqueadora teve abertura e visão ao longo do processo. Segundo ela, a nova empada atenderá a um público múltiplo: veganos, vegetarianos, simpatizantes, entre outros. “Não é só uma questão de atender aos 5 milhões de brasileiros veganos. Uma opção vegana, quando é boa, atende bem a todos. Nós parabenizamos a Empada Brasil pela sua sensibilidade e visão de mercado ao desenvolver esse produto, no qual tivemos a satisfação de participar”.

Segundo uma pesquisa do Instituto Harris Interactive, dos EUA, 17% das refeições consumidas por consumidores não-vegetarianos já são vegetarianas – e esse número só tende a aumentar. “Ter boas opções veganas no cardápio não é mais apenas uma questão de consciência e sustentabilidade; hoje é também uma questão de sobrevivência para o mercado de food service no médio e longo prazo”, enfatizou Mônica.

Por uma questão estratégica de atingir um público ainda mais amplo, a empada foi feita sem o uso de trigo (porém não é adequada para celíacos, pois pode conter traços de glúten). A empada vegana tem uma massa feita de farinha de arroz, fécula de batata, farinha de grão de bico, polvilho doce, linhaça dourada e sal. Já no recheio, são usados cogumelos in natura de shimeji, shitake e paris, mandioca, leite de coco, cebola, alho, azeite de oliva extra virgem, azeite de dendê, gengibre, curry e sal.