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Ada Tina lança campanha ‘Never Tested’ e se posiciona contra testes em animais

Marca nunca realizou testes cosméticos em animais e também exige que todas as matérias primas não sejam testadas nos ‘bichinhos’. Além disso, mais de 95% dos produtos da Ada Tina são veganos

Ada Tina, marca italiana de dermocosméticos, lança a campanha Never Tested – Contro i Teste Sugli Animali, posicionando-se contra testes de produtos e ingredientes cosméticos em animais e convidando seus consumidores e parceiros a defender essa causa.

“Desde sua origem, a Ada Tina segue os ideais italianos de não realizar testes em animais, além de não utilizar ingredientes de fonte animal ou produzidos por qualquer processo que envolva o sofrimento deles”, afirma o farmacêutico Maurizio Pupo, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Ada Tina. Atualmente mais de 95% dos produtos da marca são veganos.

Pupo conta que a Ada Tina desenvolve produtos obedecendo ao conceito Life Concept, que segue rigorosamente três princípios: “Respeito à Natureza”, “Respeito à Pele” e “Respeito aos Animais”. “A Ada Tina respeita todos os tipos de vida e acredita que não é necessário causar dor a um animal inocente, já que esta é uma ferramenta antiga e desnecessária e que já existem métodos alternativos e eficazes para garantir a segurança de um produto cosmético”, enfatiza.

Em mais de 80% do mundo, incluindo o Brasil, ainda é permitido que testes sejam realizados em animais para produção de cosméticos.

Histórico dos testes em animais

Até o início do século 20, os cosméticos lançados no mercado não possuíam nenhuma garantia de segurança ao consumidor. Já na década de 1940, conta Pupo, testes em animais eram o único recurso disponível que a indústria cosmética possuía para avaliar o potencial tóxico de uma substância, ou antecipar se um composto tinha capacidade de causar algum tipo de irritação à pele ou aos olhos.

“Com o passar do tempo, esses testes passaram a ser alvo de críticas devido ao sofrimento causado aos animais e pelas diferenças entre o organismo de animais e seres humanos, o que pode levar a falsos resultados na conclusão dos experimentos”, afirma. Com o avanço tecnológico e científico, pesquisadores têm se dedicado ao desenvolvimento de métodos alternativos, sofisticados e precisos para garantir segurança e eficácia sem sofrimento aos animais.

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Dados mundiais

A China é reconhecida como um dos países mais cruéis em relação ao teste de animais, já que exige obrigatoriamente que produtos vendidos em seu território sejam testados nos bichinhos. “Estima-se que, para o desenvolvimento de cada produto sejam utilizados 72 animais, o que resulta no sofrimento de mais de 300.000 deles no período de um ano. Por hora, 34 animais são mortos na China por conta de testes cosméticos. Isso precisa acabar”, defende o especialista.

Nos 28 países da União Europeia é proibido testar produtos cosméticos acabados e ingredientes em animais. É proibida, também, a comercialização de qualquer produto importado que tenha realizado esse tipo de teste. No Brasil, um projeto de lei está tentando impedir que produtos cosméticos acabados sejam testados em animais, o que não veta testes de novos ingredientes. Sendo assim, o projeto de lei proíbe um teste que quase não é realizado, resultando em nada para impedir o sofrimento dos animais.

 

 

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Osasco recebe nova edição da Feira Vegana Solidária

Acontece neste fim de semana mais uma edição da Feira Vegana Solidária. O evento, organizado pelo Instituto Surya Solidária, terá doces e salgados veganos, presença de ONGs de proteção animal, como MundoGato e Castração Solidária, e venda de artesanato. A entrada é gratuita.

A feira acontece no SuperShopping Osasco, sábado e domingo, das 10 às 20 horas, e se repete nos dias 25 e 26.

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Feira Vegana Solidária
Dias 11 e 12, 25 e 26 de novembro, das 10h às 20h
SuperShopping Osasco: Av. dos Autonomistas, 1828 – Osasco
Entrada Gratuita
Informações: Facebook

Mundogato

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Gatinhos da ONG Mundo Gato para adoção

Fonte: ONG MundoGato

Chips veganos feitos de legumes desidratados

Comer saudavelmente não significa monotonia e opções sem sabor e sem graça. A partir dessa ideia, surgiu a Frispy – Fresh´n´Crispy, marca que traduziu esse pensamento em snacks ‘do bem’: 100 % natural, sem aditivos químicos, nutritivos, coloridos e, claro, muito saborosos.

Fruto de um processo único, esbanjam saúde porque são pura e simplesmente legumes desidratados – eis aí o grande diferencial do produto, que é um chips super crocante, mas que não é frito e nem assado. No processo de produção, os legumes não são expostos a altas temperaturas, o que pode acabar por produzir acrilamida (substância cancerígena), além da acroleína (substância também cancerígena) comumente utilizada em pesticidas e que, ocasionalmente, pode ser encontrada ao sobreaquecer o óleo vegetal utilizado no processo de fritura.

Por meio de tal tecnologia própria e inovadora, todas as características naturais do alimento são preservadas, tais como cor que é ressaltada através de processos térmicos, aroma e sabor, além dos benefícios nutricionais. Vale destacar que são 100% natural, não levam adição de nenhum tipo de corante, aromatizante, conservante ou outro ingrediente artificial. Paralelamente à saudabilidade, a produção ganha pontos pois preza os pilares de sustentabilidade.

Na prateleira
Três linhas estão disponíveis no mercado em todo o Brasil (pelo site frispy.com.br, é possível pesquisar estabelecimentos que comercializam os produtos):

Frispy

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Mediterraneo frente
Original (40g) é um mix de chips com batata doce e roxa, cenoura e vagem; Mediterrâneo (40g), como o nome já adianta, é uma homenagem à região que dá nome à linha e como tal, enfatiza ingredientes ícones da dieta mediterrânea em forma de chips de batata doce com azeite de oliva extra virgem, alecrim e sal rosa do Himalaia; Mandioquinha (35g); Cenoura (25g) e Beterraba (25g).  Preço consumidor sugerido: R$ 7,49

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Frispy Petit

Frispy Petit Batata Doce e CenouraFrispy Petit Batata Doce e BeterrabaFrispy Petit Mediterrâneo
Linha com embalagens menores que são ideais para as crianças levarem como lanche para a escola, ou ser levada na bolsa por ser compacta. Mediterrâneo (25g); Batata Doce e Cenoura (25g); Batata Doce e Mandioquinha (25g) e Batata Doce e Cenoura (25g). Preço consumidor sugerido: R$ 4,99

Frispy Granel
Linha voltada para o segmento de food service que pode ser utilizada no couvert, ou mesmo, como acompanhamento em pratos. Original (2kg); Mediterrâneo (2kg); Mandioquinha (2kg); Cenoura (1,04kg) e Beterraba (1,04kg).

Raio X
• Chips de vegetais desidratados; não são fritos nem assados;
• Preserva todas as características naturais do alimento; e mantém os nutrientes dos vegetais in natura; alta concentração de nutrientes;
• Não contém: aditivos, conservantes, corantes, aromatizantes artificiais;
• 100% à base de ingredientes naturais; glúten free, sem lactose, zero colesterol e livre de gorduras trans; vegano, integral, sem transgênicos, não contém traços de amendoim e nem se soja; e sem alergênicos.

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Versátil
O produto, além de ser um lanche saudável, é prático porque vai bem em qualquer etapa do dia e é fácil de carregar na bolsa, no carro, no trabalho, na academia, em viagem. E leva vantagem ainda pela versatilidade: é uma opção para crianças que quase sempre torcem o nariz por legumes, para quem sofre de alergias e intolerâncias, sem falar das inúmeras possibilidades das linhas na cozinha, já que podem figurar como ‘a’ pitada especial que faltava naquela receita, já que vão bem na salada, purês, sopas, cremes e como acompanhamentos saudáveis de carnes, peixes e até de massas.

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Informações: Frispy

 

 

 

 

 

 

Dia Mundial do Veganismo: entenda diferença entre vegano e cruelty-free

Hoje, 1º de novembro, é celebrado o Dia Mundial do Veganismo. Além da alimentação, esse estilo de vida vem ganhando espaço na indústria cosmética. Embora cada vez mais se fale sobre o assunto, ainda há muita confusão entre o que é um produto vegano e o que é um produto cruelty-free.

“Os ditos veganos não utilizam matérias-primas de origem animal, o que não significa que ele seja natural ou orgânico. Ele pode ser inteiramente sintético e, ainda assim, continuar sendo vegano”, explica Patricia Lima, fundadora da Simple Organic, marca de cosméticos naturais, orgânicos, veganos e cruelty-free.

A expressão cruelty-free, por sua vez, vem do inglês e significa “sem crueldade”. Dessa forma, os cosméticos que compõem essa categoria não realizam testes em animais. Todavia, isso não significa que não há matérias-primas provenientes de origem animal em sua composição. “Ou seja, é possível ser cruelty-free, sem ser vegano”, acrescenta a empresária.

“A nossa concepção de beleza natural ultrapassa os limites da maquiagem, invadindo o lifestyle, em produtos que representam o nosso consumidor em todas as suas esferas: desde o cuidado com a saúde até a preocupação com a cadeia sustentável”, conclui.

Confira alguns produtos da Simple Organic que atendem quem busca um novo olhar para o consumo consciente:

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BBcream – disponível em três tonalidades (light, medium e dark), esse bálsamo contém salvia esclareia em sua fórmula, um verdadeiro condicionador cutâneo natural. Preço: R$ 129,00

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Blending Facial – rico em óleos vegetais e ácidos graxos, provenientes do buriti, cupuaçu e coco, o blending é indicado para peles secas e cansadas, uma vez que permite alta hidratação. Preço: R$ 75,00

Informações: Simple Organic

Maoz faz promoção no Dia do Veganismo

Hoje, 1º de novembro, data que celebramos o Dia Mundial do Veganismo, a Maoz Brasil, considerada a primeira rede fast food saudável do país, e 100% vegana, fará um evento para lá de especial para comemorar a data.

Das 11h30 às 23 horas, todos os clientes que comprarem um lanche de falafel vão ganhar um lanche falafel júnior. Para participar, basta dizer ao caixa: Dia Mundial do Veganismo.

Informações importantes:

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1. O produto cortesia é o falafel júnior. Portanto, na compra de um falafel normal, falafel júnior ou qualquer combo falafel o cliente ganha o júnior.

2. O item Salad Box e Combo Salad não fazem parte desta promoção, mas estarão à venda.

3. Não haverá refil, ou seja, salada à vontade. O cliente deverá se servir uma única vez.

Maoz Brasil – Rua Augusta, 1523 – São Paulo

Festival Vegano movimenta (ainda mais) a Avenida Paulista durante 3 meses

Organizado pela ONG Move Institute, a segunda edição do Festival Vegano – MOVE IT acontece até 23 de dezembro, de quinta a domingo das 11 às 20 horas. Localizado no encontro da Avenida Paulista com a Alameda Rio Claro na estação Trianon o Festival tem entrada gratuita, conta com diversos expositores e 5% da renda será doada para ONGs de proteção animal.

O evento tem como intuito divulgar produções livres de ingredientes de origem animal, apoiar pequenos produtores e gerar impacto sustentável apresentando alternativas éticas às pessoas. Durante seus 43 dias uma das regiões mais movimentadas de São Paulo será palco de uma gastronomia saborosa e sem nenhum insumo animal. Alguns dos participantes são Uni Delícias Veganas (chifres de unicórnio recheados com chococreme e frutas), Haya Falafel, Namaste, Bagaço da Fruta (sucos naturais e açaí), Animal Chef (o melhor burguer vegano que você já viu), Wasabi (comida japonesa), VegAnnas (pão de “queijo” inacreditavelmente saboroso) e outros. Além dos sabores, o evento traz empresas de outros segmentos como UneVie (produtos de higiene pessoal), marcas slow fashion, Grama (saboaria artesanal), Loja MOVE com roupas, acessórios, artigos decorativos entre outras opções.

A Move Institute é uma organização não governamental que desde 2009 atua na disseminação do veganismo como alternativa ética e sustentável para o mundo. Através da arte, moda, gastronomia e diversidade cultural, a ONG promove ações e executa projetos para levar informação e incentivar a mudança de hábitos, assim como engajamento e reflexão sobre os padrões de consumo estabelecidos há anos.

Informações: Move It

 

Vendas dos dias 27 e 29 do Charity Pot da Lush irão para Mercy For Animals

Entre os dias 27 e 29 de outubro, toda a verba arrecadada com a venda da loção corporal Charity Pot, da Lush, será revertida para a Mercy For Animals no Brasil. No período, representantes da ONG estarão presentes nas lojas para inspirar os clientes a adotarem uma dieta vegetariana e para apresentar vídeos sobre o trabalho de proteção animal. A campanha será realizada em comemoração ao Dia do Veganismo, celebrado em todo o mundo no dia 1º de novembro.

Lush - Charity Pot - R$ 3300 (45g) ou R$ 12500 (240g)

As doações serão feitas sobre as compras realizadas em qualquer uma das lojas físicas (são cinco unidades, quatro em São Paulo capital e uma em Campinas) além de vendas online, com entregas para todo o Brasil.

Lush - Charity Pot - R$ 33 (45g) ou R$ 125 (240g) (2)

O pote de 45g custa R$ 33,00 e o de 240g custa R$ 125,00 e o valor integral, exceto impostos, será doado para a Mercy for Animals.

MFA+Lush

 

VeGhee: manteiga feita com óleo de palma nacional e sustentável e 100% vegana

VeGhee é uma manteiga feita com óleo de palma, nacional e sustentável, e sal rosa do Himalaia (ou sem sal), 100% vegana, com textura e sabor idênticos ao da manteiga tradicional. Pode ser usada para refogar ou diretamente no pão do café da manhã, ou seja, você usa do mesmo jeito que usaria a manteiga normal, com a supervantagem de não precisar de refrigeração.

A VeGhee não contém glúten, lactose e colesterol, sendo uma opção excelente para intolerantes a derivados do leite, veganos e vegetarianos estritos.

História

Ghee (ou Ghi) tem sua origem na Índia antiga, onde a manteiga era fervida, clarificada, caramelizada e resfriada, algumas vezes, ainda ganhava a adição de especiarias, para se obter um ingrediente considerado mais puro que a manteiga normal. É considerada um dos principais ingredientes da Medicina Aiurvédica Indiana. Porém, devido ao seu custo, e também por ser oriunda do leite, os indianos elaboraram a Ghee vegetal, uma mistura fria de um ou mais óleos vegetais que ficam com a mesma textura da Ghee tradicional.

Produção da VeGhee

A Natural Science produz a VeGhee com óleo de Palma Nacional (do Pará), não oriundo de desmatamento. Extraído por métodos físicos (prensagem mecânica) sem uso de solventes ou outras substâncias químicas. O processamento deste óleo é feito de forma natural (fisicamente), com produtos naturais (ácido cítrico e terra não ativada). Mantendo assim o sabor e textura iguais ao da tradicional Ghee, junto com sal rosa do Himalaia para dar um toque especial em suas receitas.

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Ingredientes: óleo vegetal de palma, sal do Himalaia (ou sem), aroma idêntico ao natural de manteiga e urucum. Não contém glúten. Não contém lactose e proteína do leite.

Informações: Natural Science

 

Salon Line apresenta novos itens da linha Tô Podendo

Cabelo ressecado? Depois de conhecer os novos produtos da linha Tô Podendo isso não será mais problema. A Salon Line apresenta novos produtos com hidratação turbinada e concentrada para integrar a linha Tô Podendo.

As novas mascaras de hidratação possuem um alto poder de penetração na fibra capilar, ou seja, proporcionam um resultado surpreendente em apenas três minutos. A linha Tô Podendo oferece um tratamento especial para cada nível de ressecamento capilar. Os produtos possuem em cada fórmula a combinação perfeita de ativos de alto desempenho e agentes hidratantes.

Conheça os lançamentos:

Máscara de Hidratação Concentrada Turbinada – Nível 3 – Tô Podendo – SalonLine – 1kg – Valor R$ 23,90

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Com Manteiga de Karité, Óleo de Rícino e Azeite de Oliva, esta fórmula poderosa é garantia de fios ultra macios e hidratados. Sem parabenos na sua composição, promove ainda desembaraço imediato.

Máscara de Hidratação Concentrada Cachos e Crespos Liberada – Nível 3 – Tô Podendo – SalonLine – 1kg – Valor R$ 23,90

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Livre de óleo mineral, parabenos e petrolato, a Máscara de Hidratação Concentrada Cachos e Crespos Liberada Nível 3 – Tô Podendo, de SalonLine, é liberada para todas técnicas. Efeito antifrizz, brilho e maciez, também, estão garantidos.

Informações: Salon Line – SAC: (11) 4134-2727 | sac@salonline.com.br

Simple Organic conquista o selo “Eu Reciclo”

Marca de cosméticos orgânicos, veganos e naturais dá mais um passo na compensação pós-consumo com a reciclagem de suas embalagens com responsabilidade social

A Simple Organic, marca de cosméticos brasileira orgânica, vegana e natural, levanta mais uma bandeira: a de ser uma empresa preocupada com o processo de descarte de suas embalagens.

De acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), o Brasil deve reduzir a massa destinada a aterros sanitários em 45% até 2031 e empresas produtoras de bens de consumo precisam se adequar e contribuir com a cadeia de reciclagem.

A Simple Organic é uma das que investem na causa da logística reversa e adota o selo “Eu Reciclo”, provando seu engajamento para minimizar a produção de lixo. Embora já não utilizasse embalagens individuais secundárias como as previstas pela Anvisa -, optando pelo desenvolvimento de saquinhos sustentáveis que podem ser usados de diversas maneiras, inclusive como nécessaire -, a label de beleza indie passa a integrar o rol de empresas comprometidas com a sociedade e com a conservação do meio ambiente.

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Dessa forma, a Simple Organic trará nos rótulos de todos os frascos e invólucros da marca o selo “Eu Reciclo”, que assegura que a empresa compensa no pós-consumo a quantidade de lixo produzido, esquema semelhante à compensação de carbono. Com ele estampado, o consumidor terá ciência sobre o compromisso da marca e a certeza de que está adquirindo um produto de uma brand engajada com o reaproveitamento e/ou promoção de um destino final ambientalmente adequada de resíduos.

“Investimos para que cada produto que sai da nossa linha de produção seja ‘anulado’ como lixo no processo de reciclagem”, celebra Patricia Lima, fundadora da Simple Organic sobre mais essa conquista da marca que foi a primeira em seu segmento de atuação a se preocupar com a questão do descarte das embalagens e a buscar alternativas para transformar o “lixo” em uma ação de impacto social positivo.

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Como funciona na prática

A New Hope Ecotech, empresa que fornece a chancela “Eu Reciclo”, faz uma conexão entre marcas engajadas e recicladores, estimulando a formalização da cadeira. Assim, tudo o que a Simple Organic produz de embalagem é mensurado e este número final é compensado por meio da reciclagem em alguma cooperativa parceira da Instituição emissora do selo “Eu Reciclo”.

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“Ajudamos a natureza e também os cooperados, que muitas vezes são empresas familiares pequenas e que vivem deste trabalho. Assim revertemos para o programa o valor integral equivalente para as cooperativas associadas reciclarem a mesma quantidade de material que produzimos”, destaca a empresária.