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Laces and Hair celebra o Encanto da Lua Cheia nesta semana

Seguindo o calendário da Lua, o spa de cabelos promove um dia inteiro de cuidados dedicados ao crescimento saudável

O Laces and Hair – hair spa referência em cuidados com a saúde do cabelo usando ingredientes naturais, comandado pela cosmetóloga e tricologista Cris Dios, iniciou ontem (24) o Encanto da Lua Cheia, conjunto de tratamentos que fazem com que os cabelos cresçam até 80% mais fortes e saudáveis, mais sob a influência da Lua Cheia.

Os fios são tratados com técnicas exclusivas como o Multivitaminas, o Bordado Laces – que é um corte de pontas sem alteração no comprimento e o Laser Capilar, com o objetivo de desenvolver e cuidar da saúde dos cabelos, para eles cresçam mais cheios, volumosos e saudáveis.

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Depois de todo o tratamento e cuidado, uma “marquinha” é feita bem perto da raiz para saber o quanto cresceu, possibilitando medir o crescimento 28 dias depois. O Encanto da Lua Cheia vai até dia 30 em uma das unidades do hair spa.

Informações: Laces and Hair

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Imunoterapia tem resultados positivos em casos de tumor de mama agressivo

A imunoterapia já vem sendo apontada como o principal avanço no combate ao câncer, porém seus estudos clínicos no tratamento do câncer de mama até o presente momento ainda não indicavam resultados que pudessem torná-lo uma alternativa segura e eficaz nestes casos.

Recentemente, durante a Asco 2018(American Society of Clinical Oncology ), principal evento voltado à oncologia clínica, alguns estudos mostraram que em casos classificados como tumor de mama triplo-negativo, ao ser combinado com quimioterápicos, trouxe boas respostas aos pacientes no tratamento neoadjuvante oferecido antes da cirurgia.

Considerado um tipo de câncer agressivo e que afeta geralmente mulheres jovens, o câncer de mama triplo-negativo representa cerca de 20% de todos os casos da doença mundialmente. Se considerarmos que o Brasil, segundo estimativas do Instituto Nacional do Câncer (Inca) contará com cerca de 60 mil novos casos de câncer de mama em 2018, esse percentual representa um universo de ao menos 12 mil pessoas.

“A denominação “triplo-negativo” é utilizada em casos em que o tumor não conta com nenhum dos três biomarcadores relacionados a classificação do câncer de mama: receptor de estrógeno, receptor de progesterona e proteína HER-2″, explica o oncologista Daniel Gimenes, do Centro Paulista de Oncologia ( CPO) – unidade de São Paulo do Grupo Oncoclínicas.

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Imagem: The Week

Segundo o especialista, o câncer de mama triplo-negativo tem maiores chances de recorrência e em muitos casos acaba promovendo uma sobrevida menor em comparação a outros subtipos de tumores mamários. Por isso, a possibilidade de sucesso com a imunoterapia é animadora e abre novas frentes para o enfrentamento desta doença.

“Para esses casos de câncer especificamente houve poucos progressos terapêuticos nos últimos anos. Por isso, os estudos internacionais preliminarmente divulgados na ASCO são animadores por indicarem um novo caminho para tratar esse tipo de câncer de mama”, afirma Gimenes.

O médico menciona o estudo GeparNuevo que analisou 174 pacientes com câncer de mama triplo-negativo metastático ou localmente avançado Um grupo recebeu um tipo de imunoterápico associado à quimioterapia enquanto as demais pessoas utilizaram placebo. O resultado demonstra um aumento significativo na redução do tumor nos casos que receberam a combinação da imunoterapia com a quimioterapia.

“Apesar de ainda ser o uma primeira etapa de análises, esse avanço já pode ser entendido como um progresso terapêutico importante para médicos e pacientes. Essa combinação de imunoterapia com quimioterapia desconta como uma opção estratégica importante para mulheres com a doença em especial pelos benefícios a qualidade de vida dessas pacientes”, explica o médico.

Entenda a Imunoterapia

Na última década, a imunoterapia passou de um tratamento teórico promissor para um padrão de cuidados que está contribuindo para respostas positivas de pacientes oncológicos. Desde 2011, a Food and Drug Administration (FDA) aprovou 15 novas drogas imunoterápicas para o tratamento do câncer, sendo cinco só no ano passado. No Brasil, a imunoterapia tem aprovação da Anvisa para uso em casos de melanoma, câncer de rim , câncer de pulmão e câncer de bexiga.

De forma simplificada, o nosso sistema imunológico é programado para combater quaisquer sinais que representem ameaças à saúde. Porém, para manter um equilíbrio que assegure plenamente o nosso bem-estar, o mecanismo de defesa do corpo também tem freios que impedem uma ação exagerada nesta resposta – caso contrário, ele pode desencadear as chamadas doenças autoimunes, como lúpus, esclerose múltipla e artrite reumatoide.

Contudo, quando ocorre uma falha nesse processo de combate ao inimigo e, em consequência, o surgimento de um tumor, a medicação imunoterápica pode ser adotada para inibir a ação desses freios e provocar a resposta necessária para combater as células malignas. “A imunoterapia cria uma memória imunológica no paciente contra o tumor. A concepção é gerar uma resposta imunológica exacerbada no paciente. Ao fazer isso, o sistema imunológico volta a reconhecer o tumor como um agente externo”, diz Gimenes.

Quando a imunoterapia é a melhor opção?

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Apesar dos avanços promissores, o especialista explica que ainda é cedo para afirmar que a imunoterapia seria a chave para a cura do câncer de mama. De toda forma, os passos já trilhados são observados com otimismo e lançam boas perspectivas para tratamentos do câncer de mama triplo-negativo metastático e que não responde às medicações convencionalmente indicadas, tais como quimioterápicos e drogas alvo moleculares.

O que tem se observado de forma global no tratamento do câncer é que nos casos onde o médico pode optar pela imunoterapia, a resposta dos pacientes têm sido satisfatórias. “Ela tem alguns efeitos colaterais, porém o paciente tem melhor qualidade de vida. É um tratamento mais sustentável para a saúde do paciente, pois ataca diretamente o tumor. E uma das principais vantagens da adoção destes imunoterápicos da nova geração é que, mesmo após o fim do tratamento, a imunidade desse indivíduo pode continuar respondendo a células tumorais, diminuindo a recidiva de tumores e aumentando o tempo livre de progressão da doença”, conclui Gimenes.

Fonte:  Grupo Oncoclínicas

Já é possível eliminar a papada sem cirurgia

A dermatologista Sumaya Mahon explica a eficácia do procedimento que elimina a gordura local por meio do congelamento

Temida por muitos, a papada pode ser provocada por acúmulo de gordura e, muitas vezes, não é eliminada apenas com o emagrecimento. O que muita gente ainda não sabe é que há uma alternativa não cirúrgica segura para tratar a área, o Coolsculpting.

“São muitas as vantagens de realizar o procedimento com Coolsculpting. A marca possui uma ponteira exclusiva para a região, ou seja, permite maior controle sobre a área tratada e resultado mais eficaz. Além disso, é um procedimento não invasivo, seguro, que permite que o paciente retome suas atividades no mesmo dia, sem a necessidade de repouso e cuidados especiais”, explica a dermatologista Sumaya Mahon.

Segundo a especialista, apenas uma sessão, com duração entre 35 e 60 minutos, já elimina cerca de 20% a 25% de tecido adiposo. Durante o procedimento, as células de gordura da área tratada são congeladas de forma controlada e eliminadas em um período de até 90 dias, quando é possível perceber um resultado significativo. Alguns pacientes precisam de mais sessões, mas isso será determinado em conjunto com o médico especialista, que sempre deve fazer uma avaliação prévia e oferecer as melhores possibilidades de tratamento.

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A médica alerta ainda para outra vantagem do Coolsculpting: “uma vez tratada, a área não terá mais acúmulo de gordura. No entanto, é preciso que o paciente mantenha uma dieta equilibrada e pratique exercícios regularmente”, destaca.

Sobre as sensações causadas pelo congelamento, a dermatologista esclarece que é normal que a região tratada fique sensível durante alguns dias ou semanas. No entanto, o desconforto é considerado bastante tolerável. O procedimento com Coolsculpting não é indicado para gestantes, lactantes e pacientes com intolerância ao frio.

Fonte: Allergan

Sem “Bad Hair Day”: passe pela transição capilar sem perder a cabeça

O cabeleireiro Vitor Beletatti, do In Beauty, explica como é possível passar por transformações de textura, corte, cumprimento ou cor com tranquilidade

 

Passar por transições capilares pode ser um desafio: assumir os cachos após períodos de relaxamentos e escovas progressivas, mudar completamente a cor, o cumprimento ou aderir às franjas, por exemplo, requer coragem – afinal, a fase é um momento de aceitação e pode afetar significativamente a autoestima. Para isso, o cabeleireiro Vitor Beletatti, do In Beauty, dá dicas de como encarar mudanças e passar pelas transformações com tranquilidade.

O profissional defende que, em toda alteração capilar, é imprescindível que haja preparo emocional e planejamento para o processo, porque a aparência influencia muito na noção que temos de nós mesmas, na identidade e autodescobertas. “Pode ser que haja críticas a sua decisão, e para isso é importante que se sinta segura; a transição capilar é uma fase de aceitação muito importante – aliás, é importante”, explica o hairstylist. E, com algumas dicas, esse processo fica ainda mais fácil!

Para aceitar os cachos

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Fotos: Rede Globo / João Miguel Junior

Especificamente em casos de mulheres que optam por deixar de lado a química e assumir os cachos, por exemplo, ele explica que há duas opções: o “Big Chop”, ou seja, o corte de toda a parte do cabelo que esteja alisado com química e começar de uma só vez a transformação, ou, para quem quer ir com mais calma, ir cortando os fios pouco a pouco. “Assim, o cabelo cresce das raízes já natural, sem que seja necessário abrir mão de todo o cumprimento de uma só vez. É uma ótima saída para quem tem medo de mudar radicalmente”, esclarece Beletatti.

Ao planejar a transição, o profissional ainda destaca a importância de se pensar – e seguir – uma rotina de cuidados, com hidratações e reconstruções, o que é essencial para a saúde dos fios. Pode-se ir ao salão ou ter esses cuidados em casa – mas é essencial cuidar da saúde capilar, para garantir mais força e resistência. “Isso dá vida ao cabelo, que quebrará menos e ficará com mais brilho nessa fase de mudança, garantindo mais tranquilidade no processo”. E claro, essa dica serve tanto para as mulheres que optam por assumir os cachos quanto para as que transformam a cor, o corte ou o cumprimento dos fios.

Mudanças de cor e franjas

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Fotos: Vivara / Lucas Menezes

Como as transformações de cor ou corte são mais rápidas, para garantir a saúde e o brilho é necessário ter um cronograma capilar de cuidados, para que o cabelo fique hidratado, nutrido e se reconstrua aos poucos. Dessa forma, a transição se torna um processo bem mais tranquilo.

Em casos de transformações na cor, por exemplo, é imprescindível seguir bem esse ritual de beleza – e, quanto mais sensíveis os fios, mais cuidado é necessário”, explica o cabeleireiro. “Isso vale ainda mais para quem quer clarear, como, por exemplo, morenas que fiquem loiras ou ruivas”. Quem tem fios mais finos precisa dar mais atenção aos cabelos do que quem tem cabelo mais grosso, por exemplo. Já em casos de quem adere às franjas, o hairstylist indica evitar o uso de aparelhos que aumentem a temperatura dos fios. “Procure cuidar mais da nova franja por meio de pentear com escovas apropriadas e nutrir os fios, evitando o uso de chapinhas ou secadores todos os dias”.

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Fotos: Rede Globo / Zé Paulo Cardeal

Já quando falamos na franja, duas situações podem ser muito bem dribladas: para quem aderiu a elas, a sugestão é variar nos penteados soltos e presos, para apostar em visuais mais modernos e criativos – isso favorece o costume com o novo corte. Já para quem quer deixar a franja igualar ao cabelo, a saída é usar e abusar de penteados com a franja presa. “Os grampos e fixador serão os melhores amigos nessa fase, e o que vale é desencanar. Coques, rabos de cavalo ou um simples topete podem ajudar a disfarçar os fios enquanto eles não atingiram o comprimento ideal”.

Dica do expert

No caso dos cachos e da franja em crescimento, é importante que não haja pressa. “Em casos de mudança de textura dos fios, principalmente, a transformação pode ser mais lenta – tudo depende do ritmo de crescimento dos fios de cada pessoa”, explica o profissional.

Hidratação importa

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Shutterstock

Para todos, uma dica importante. Máscaras de tratamento capilar ou óleos de hidratação com preços para todos os bolsos são fáceis de achar em farmácias ou supermercados e devem fazer parte da rotina. Mas, vale lembrar de tomar cuidado com a qualidade e ficar de olho se o produto adquirido é próprio para a transformação específica de cada cabelo. “Na dúvida, peça dicas ao seu cabeleireiro sobre o que pode ser melhor para os seus fios. Um bom profissional saberá examinar o cabelo com mais precisão e indicar a melhor opção para cada pessoa”, conclui.

In Beauty

Inaugurado em fevereiro de 2014 em Campinas, o empreendimento idealizado por Isabella Negrão oferece uma enorme gama de serviços para quem busca beleza e bem-estar de excelência. Com um equipe de profissionais altamente capacitados e infraestrutura completa, o salão de beleza atende aos clientes mais exigentes do mercado. O espaço está localizado ao lado do Shopping Iguatemi Campinas, e engloba In Beauty Coffee, In Hair Spa, In Beauty Wash, Espaço Kids, Dress Room (sala exclusiva para noivas) e Ateliê Beauty (espaço estético assinado por Gerson Luiz Julio).

Informações: In Beauty Luxury

Confira 18 mitos e verdades sobre endometriose

A endometriose é uma doença de saúde reprodutiva comum, que ocorre quando o tecido semelhante ao revestimento uterino (o endométrio) cresce fora do útero. Porém, como muitas outras, ela é cercada de muitos mitos e crenças. O médico ginecologista e especialista em Medicina Reprodutiva Arnaldo Cambiaghi, diretor do Centro de Reprodução Humana do Instituto Paulista de Ginecologia e Obstetrícia, comenta 18 mitos muito comuns sobre a doença. Confira:

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Foto: Is-Med.com

1 – É fácil diagnosticar a endometriose
Mito: não é fácil diagnosticar a endometriose. É comum que demore até cerca de 8 anos, essa é a média esperada para o diagnóstico da endometriose. Essa é uma das primeiras dificuldades na vida reprodutiva da mulher: o diagnóstico não ser feito precocemente. Uma mulher que chega ao consultório de um ginecologista reclamando de cólica, menstruação irregular e infertilidade, as chances de ter endometriose são muito altas. Se ela acrescentar cólicas muito fortes, abdômen inchado, dor ao evacuar, dor para urinar e dor durante a relação sexual, essa paciente deve ter endometriose profunda. Se o médico estiver atento, o diagnóstico não será difícil, pois a endometriose será uma possibilidade bastante provável.

2 – É normal que os períodos da menstruação sejam extremamente dolorosos
Verdade: mulheres com endometriose se referem a cólicas fortes durante a menstruação. Portanto, se uma mulher estiver sentindo uma dor severa e que não encontra alívio com medicação, a endometriose pode, sim, ser a causa do problema. O melhor é marcar uma consulta com o ginecologista.

3 – Os sintomas estão sempre presentes em mulheres com endometriose
Mito: nem sempre, algumas mulheres não sentem dor alguma, elas só vão perceber que têm endometriose quando forem ao ginecologista e ele pedir um exame de ultrassom de rotina.

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Foto: Jeviniya-Pixabay

4 – Terapias complementares não têm lugar no tratamento da endometriose
Mito: são sempre alternativas possíveis. Porém, o tratamento da endometriose é basicamente cirúrgico, por vídeolaparoscopia, no qual se ressecam as lesões endometrióticas. Podem ser complementos, além dos medicamentos convencionais, terapias como acupuntura, naturopatia e ioga. Porém, sem o tratamento cirúrgico não haverá resultado.

5 – Mulheres com endometriose não podem ter filhos
Mito: cerca de 30% das mulheres com endometriose têm dificuldade em engravidar. Quando se realiza uma pesquisa correta, por meio de exames complementares, como ultrassom e ressonância magnética, é possível diagnosticar em detalhes a doença e, em seguida, realizar a cirurgia ressecando esses focos de endometriose. Após esse tratamento, a mulher pode engravidar, mas é importante que não se esqueça de avaliar também outros problemas de infertilidade, como obstrução tubária, trombofilias, fator ovulatório e fator masculino. Muitas vezes se foca tanto na endometriose que se esquece de verificar a fertilidade do homem.

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Foto: Veggiegretz/Morguefile

6 – Gravidez cura endometriose
Mito: este é um dos maiores mitos sobre o problema. Gravidez não cura endometriose. Pode amenizar os sintomas, mas a melhora só é possível com a realização da cirurgia e, mesmo assim, não há garantia de cura da doença. Isso porque os sintomas podem ser amenizados, mas se for algo provisório, a doença pode voltar com o tempo.

7 – Histerectomia cura endometriose
Mito: a endometriose é um tecido endometrial fora do útero. A remoção do útero e/ou dos ovários, sem remover os importantes focos de endometriose não levará à cura. Portanto, histerectomia não cura endometriose, e é um erro gravíssimo acreditar que tirar o útero será a solução para a doença.

8 – Mulheres com endometriose devem evitar exercícios físicos
Mito: pelo contrário, o exercício físico ajuda a melhorar a vascularização e a circulação sanguínea, isso pode amenizar o mal-estar e as cólicas. Mulheres com endometriose devem, sim, realizar exercícios físicos. Além disso, podem tomar outras atitudes como manter uma dieta alimentar adequada.

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9 – Adolescentes não têm endometriose
Mito: muito pelo contrário. Muitas já têm sintomas de endometriose no início da adolescência e é fundamental que se faça um diagnóstico precoce para se evitar as complicações futuras, como a infertilidade e o comprometimento de outros órgãos. Isso porque, em casos de endometriose mais avançada, é necessário fazer cirurgias muito mais agressivas. O diagnóstico precoce da endometriose é fundamental e não deve ser descartado porque a paciente é adolescente.

10 – Mulheres com endometriose sofrem dor somente durante o período menstrual.
Mito: a dor pode ser intermitente ou contínua. Ela é mais frequente nos períodos menstrual e pré-menstrual. Às vezes, pode ocorrer durante ou após a atividade sexual, o que é mais comum quando houver um comprometimento do intestino ou bexiga, ou regiões próximas ao fundo da vagina.

11 – Endometriose é mais comum entre mulheres caucasianas na faixa dos 20 e 40 anos.
Mito: até meados do século 20, pensava-se que o problema existia apenas em mulheres brancas. Isso acabou sendo resultado da falta de cuidados médicos contínuos para muitas mulheres afrodescendentes. Hoje, inclusive, se entende que qualquer mulher, de qualquer etnia, adolescente ou mais velha, pode ter endometriose.

12 – A endometriose não tem cura
Verdade: infelizmente, não há cura. Quando a endometriose é diagnosticada criteriosamente e existe o mapeamento da doença por meio de exames complementares, como ressonância magnética e ultrassom, e um bom exame ginecológico, pode se realizar uma cirurgia bem detalhada para que se ressequem todos os focos da endometriose. Mulheres que passaram por uma cirurgia bem indicada e pelas mãos de profissionais qualificados, alcançam uma cura provisória por muitos anos. E pode ser até que nunca mais tenham endometriose, mas não de pode descartar que existe chance de a doença voltar.

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13 – A endometriose afeta apenas os órgãos pélvicos.
Mito: embora a endometriose encontra-se principalmente na região pélvica, pode ser descoberta em outros órgãos, como diafragma, pulmão, parede abdominal, estômago e até mesmo nos olhos.

14 – Qualquer ginecologista pode efetivamente tratar a endometriose.
Parcialmente verdade: os ginecologistas, de um modo geral, estão preparados para o diagnóstico e para o tratamento, desde que estejam atentos aos sintomas e saibam mapear a doença. Porém, o tratamento cirúrgico, feito por laparoscopia, deve ser realizado por profissionais qualificados que tenham experiência em laparoscopia e em cirurgia pélvica. Encontrar um especialista em endometriose pode ser fundamental para o sucesso do tratamento.

15 – A endometriose sempre piora.
Parcialmente verdade: para algumas mulheres, sim, pode piorar. Isso porque muitas vezes a endometriose se comporta como uma doença benigna, progressiva e invasiva. Ou seja, ela vai invadindo os órgãos com o passar do tempo. Por isso o diagnóstico precoce é fundamental.

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16 – Menopausa cura a endometriose.
Mito: a diminuição dos níveis hormonais pode amenizar a endometriose, porém, os focos vão permanecer. No caso de uma reposição hormonal, comum na menopausa, esses focos poderão retroceder a endometriose, abrandar a dor, diminuir o inchaço, amenizando os sintomas, mas não cura a doença.

17 – É comum confundir a endometriose com a síndrome do intestino irritável (SII)
Verdade: isso pode acontecer em uma fase inicial, pois os sintomas intestinais podem ser confundidos. Faz parte do diagnóstico diferencial verificar se a dor pélvica é uma endometriose, um problema intestinal ou até mesmo um problema urinário. Entretanto, com os exames complementares de ultrassom e ressonância magnética, é possível diferenciar uma da outra.

18 – A endometriose pode ser prevenida
Mito: não existe uma maneira de se prevenir. Porém, ter bons hábitos, boa alimentação e rigor no estilo de vida pode amenizar sintomas ou diminuir a chance dela surgir.

Fonte: Arnaldo Schizzi Cambiaghi é diretor do Centro de reprodução humana do IPGO, ginecologista-obstetra especialista em medicina reprodutiva. Membro-titular do Colégio Brasileiro de Cirurgiões, da Sociedade Brasileira de Cirurgia Laparoscópica, da European Society of Human Reproductive Medicine. Formado pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa casa de São Paulo e pós-graduado pela AAGL, Illinois, EUA em Advance Laparoscopic Surgery. Também é autor de diversos livros.

Flacidez nos joelhos: conheça tratamentos disponíveis

O rosto é o principal foco da preocupação feminina na hora de investir em tratamentos estéticos. Porém, é cada vez mais comum o interesse das mulheres em outras áreas do corpo que também são grandes delatoras da idade, como os joelhos.

“Com o passar dos anos, a pele vai sofrendo um desgaste natural e o seu aspecto vai se modificando, tornando-se menos elástica e apresentando sinais como flacidez. Este fenômeno ocorre devido a fatores como exposição excessiva ao sol e alteração na produção de colágeno, além de perda de massa muscular e mudanças no peso, que também podem alterar ainda mais o aspecto da região”, explica a cirurgiã plástica Beatriz Lassance, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

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É possível prevenir o problema com cuidados como manter uma dieta saudável, sempre se lembrar de aplicar um fotoprotetor na área quando for sair com roupas que deixam os joelhos expostos e caprichar na hidratação diária da região, apostando em produtos com fórmulas ricas em ingredientes nutritivos e ativos umectantes, como ureia, manteiga de karité, óleo de amêndoas e aveia, que vão garantir uma aparência mais saudável e evitar que a pele do joelho resseque, escureça e fique flácida.

Mas, segundo a especialista, para quem já apresenta o excesso de pele sobre os joelhos, existem diversos tratamentos não invasivos que são indicados para dar fim ao problema. Procedimentos estes que devem ser indicados de acordo com a causa, sendo que a intervenção cirúrgica não é aconselhável. “A cirurgia consiste no lifting de toda a pele da coxa e não apenas do joelho. O problema deste tipo de operação é a dificuldade em esconder as cicatrizes do procedimento, que acabam ficando aparentes”, afirma a cirurgiã.

Mas existem outras alternativas para combater a flacidez dos joelhos através do estimulo da produção de colágeno, como realizar sessões de radiofrequência, que consistem na aplicação de energia de radiofrequência sobre a região, onde o calor produzido estimula os fibroblastos a produzirem fibras de colágeno e elastina que melhoram o aspecto da pele. O ultrassom microfocado também pode ser usado para estimular a produção de colágeno. Além disso, bioestimuladores injetáveis como o Sculptra também são eficientes para a área. O produto é injetado na região afetada, seguido de massagem intensa, sendo necessárias de duas a quatro sessões com intervalos de seis semanas.

Já para quem sofre com excesso de gordura na face interna dos joelhos o procedimento mais indicado é a criolipólise, um procedimento que congela as células de gordura, que entram em processo de apoptose (morte celular). “Com a combinação de hábito saudáveis, dieta e o uso de tecnologias associadas, o aspecto da região melhora muito”, diz a médica. Há ainda a a opção da lipoaspiração para esta gordura interna dos joelhos, onde uma cânula é inserida no tecido adiposo para remover a gordura localizada.

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“Mas é importante destacar que todo mundo tem certa quantidade de pele em excesso acima do dos joelhos, pois, caso contrário, não seríamos capazes de dobrá-los. Por isso, você deve consultar um médico qualificado que avaliará o seu caso e indicará o melhor procedimento para seu problema”, finaliza a médica.

Fonte: Beatriz Lassance é Cirurgiã Plástica formada na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e residência em cirurgia plástica na Faculdade de Medicina do ABC. Trabalhou no Onze Lieve Vrouwe Gusthuis – Amsterdam -NL e é Membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, da ISAPS (International Society of Aesthetic Plastic Surgery) e da American Society of Plastic Surgery.

Sem corte e sem dor: novo tratamento para dar um fim à papada

Muitas mulheres – e homens – se incomodam com o famoso “queixo duplo” que pode formar nesta região com o passar dos anos ou com o aumento de peso. Isso acontece devido ao acúmulo de gordura ou mesmo por conta da flacidez da pele. A boa notícia é que nem sempre é necessário submeter-se à cirurgia plástica para combater o problema.

Prova disso é a novidade que acabou de chegar no Espaço Kurma: Lift Form. Trata-se de um peeling transdérmico que promove a quebra de gordura da região do pescoço, além do rejuvenescimento de toda a face e da região do pescoço e colo.

“Tem como diferencial a aplicação de um ativo altamente inovador, o Reduxlin, que por meio de moléculas bioidênticas e com ação lipolítica, promove quebra e arraste da gordura que se acumula na região”, explica a esteticista Sueli Szterling, sócia do Espaço Kurma.

O protocolo combina ainda os cristais gregos, responsáveis por estimular a produção da Klotho – proteína da juventude que aumenta a capacidade de longevidade celular – a ativos com ação renovadora e antioxidante, fortalecedora e preenchedora.

Além disso, é realizada uma massagem lipomodeladora e usada a tecnologia de compressão cervicofacial para potencializar os resultados. Esta última utiliza a técnica de iontoforese – uma corrente elétrica baixa – que conduz as substâncias utilizadas para as camadas mais profundas da pele. E através do seu formato exclusivo – que se encaixa exatamente no rosto – age diretamente no contorno facial, pescoço e papada.

“O efeito é visível na primeira sessão: uma redefinição dos contornos faciais e uma melhora da qualidade da pele, tornando-a mais nova e hidratada”, afirma Sueli. “Porém, são recomendadas quatro sessões para um tratamento completo”, acrescenta ela.

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Espaço Kurma

O nome Kurma foi inspirado no significado da palavra tartaruga em sânscrito, utilizada para simbolizar solidez, estabilidade, longevidade e determinação. E é essa imagem que o espaço escolheu para representá-lo. Localizado no Alto de Pinheiros, o Kurma é um Spa completo que oferece mais de 60 opções de serviços voltados aos cuidados com o corpo e mente, além de terapia capilar e manicure.

No Espaço Kurma, encontra-se o que há de melhor e mais atual em atividades físicas, tratamentos corporais e faciais, orientação nutricional, promoção da saúde, terapias de relaxamento, estética, beleza e autoconhecimento. Com profissionais altamente capacitados, são realizadas somente terapias e procedimentos seguros, com eficácia comprovada.

Informações: Espaço Kurma

Jato de plasma: nova técnica movimenta clínicas de estética

Tratamento ajuda a eliminar manchas, rugas, estrias e cicatrizes, além de remover a pigmentação de sobrancelhas

O desejo de milhares de pessoas de ter uma pele perfeita está cada vez mais acessível. Uma nova tecnologia desenvolvida na Europa, por exemplo, está revolucionando centros de estética, o tratamento por jato de plasma já é considerado um dos queridinhos de quem acompanha de perto as novidades da área.

“Esse tratamento tem feito muito sucesso nos centros de estética porque tem uma aplicação muito rápida e, em apenas duas sessões, já é possível notar resultados. Nos últimos meses tivemos um aumento na procura, principalmente por clientes que querem realizar a remoção da micropigmentação de sobrancelhas”, comenta a esteticista Daniela Lopez.

O procedimento também é indicado para quem quer eliminar rugas, varizes, pintas, marcas de expressão, reconstrução de pálpebra, olheiras, estrias e até clareamento de pequenas tatuagens. “A aplicação é um pouco dolorida, mas sem cortes e sem pontos, tudo muito simples. A pessoa pode passar pelo tratamento e voltar ao trabalho no mesmo dia, por exemplo. Os valores variam de R$ 150,00 a R$ 280,00 por sessão. O número de sessões varia de acordo com a necessidade do cliente”, diz Daniela.

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Foto meramente ilustrativa

O aparelho utilizado se parece com uma caneta que produz uma descarga de plasma, aplicada a 2 cm de distancia do local. Para minimizar o incômodo, é aplicada uma pomada anestésica cerca de meia hora antes do procedimento. Já a duração da aplicação varia entre 10 e 40 minutos e depende do tamanho da área.

“A tecnologia tem sido fundamental para aprimorarmos os tratamentos de estética. A cada dia surgem novas técnicas que possibilitam que os pacientes tenham resultados cada vez mais próximos da perfeição que desejam”, finaliza Daniela, que também é proprietária da empresa Organic Peel.

Fonte: Organic Peel

 

Leishmaniose tem tratamento que evita eutanásia de cães

Medicamento desenvolvido pelo laboratório francês Virbac também impede que o animal seja transmissor da doença

Diante do surto de leishmaniose constatado em diversas regiões do país, principalmente no Sul e Sudeste, o laboratório francês Virbac, especialista em saúde animal, alerta a população para a possibilidade real de tratamento da doença, sem que o cão precise ser sacrificado – termo popular para eutanásia.

Ainda pouco difundido no Brasil, o tratamento é feito com a administração do único medicamento capaz de conter o avanço da doença. O produto, desenvolvido pela Virbac, teve a comercialização aprovada pelos ministérios da Saúde e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento em 2016.

A falta de informação leva a resultados catastróficos. “Muitos animais são levados à eutanásia sem que o tutor do cão sequer seja informado da possibilidade de tratamento”, avalia Ricardo Cabral, veterinário da Virbac. A questão se torna ainda mais dramática na medida em que, sem o devido tratamento, o animal infectado pode transmitir leishmaniose a humanos, uma doença que pode levar à morte em até 90% dos casos.

Outro grave problema do país é a ausência de dados oficiais sobre a leishmaniose na maioria dos municípios. Os animais são levados à eutanásia, sem que o poder público seja informado. “Assim, um bairro, uma cidade, ou toda uma região pode estar sendo gravemente impactada pelo avanço da doença, sem que a população saiba dos riscos a que está exposta”, afirma o veterinário da Virbac.

O medicamento só pode ser adquirido mediante a prescrição de um veterinário e deve administrado em uma dose diária única de 2 mg/kg durante 28 dias consecutivos. Os animais devem ser reavaliados a cada quatro meses, pois, embora não sejam infectantes, permanecem parasitados pelo resto da vida. Essa reavaliação indicará se há necessidade de um novo ciclo de tratamento.

A miltefosina, princípio ativo do remédio, age na membrana do parasita, provocando sua morte e evitando sua reprodução. “A transmissão ocorre quando as fêmeas do mosquito palha picam cães ou outros animais infectados e depois picam o homem”, explica Cabral.

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Até a aprovação do medicamento, a recomendação para cães diagnosticados com leishmaniose era a eutanásia. Agora, com o uso do medicamento, o animal poderá obter a cura clínica e epidemiológica, reduzindo significativamente a quantidade de parasitas em seu organismo e, com isso, deixar de ser transmissor da doença.

É importante lembrar que o tratamento dos cães é apenas uma medida necessária para a prevenção da leishmaniose dentro de um conjunto de outras ações. O combate à proliferação do mosquito é fundamental para reduzirmos o número de casos da doença. Isso pode ser feito com a aplicação de medidas simples, que vão desde o uso de repelentes até a limpeza dos quintais e da casa, como retirada das frutas em decomposição, do material orgânico e das folhas que caem das árvores.

Fonte: Virbac

The Spa é uma opção de refúgio urbano em São Paulo

Trânsito intenso, longas jornadas de trabalho, assuntos familiares, correria… Na confusão do dia a dia das cidades grandes, poucas vezes é possível parar para relaxar, descansar e cuidar de si mesmo. É por isso que vem crescendo a procura por espaços específicos para isso. No coração de São Paulo, no Itaim Bibi, o The Spa se destaca como um dos melhores spas urbanos do país, ideal para cuidar do corpo e da mente.

The Spa oferece infraestrutura de excelência e serviços variados para atender as necessidades especiais individualmente. Desde massagens relaxantes e procedimentos estéticos até tratamentos para alívios de dores e inchaços.

O ponto alto são os pacotes “Day Spa” que reúnem diversos serviços orientados para total satisfação do cliente. Existem pacotes individuais, para casais, gestantes, homens e para presentear alguém especial. Eles incluem vestuário para banho e amenidades, como roupões, chinelos, shampoos,sabonetes e refeições leves entre os procedimentos.

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Conheça alguns dos serviços:

Shiatsu

Técnica terapêutica originária da medicina tradicional oriental. Aplica-se por meio de pressão dos dedos, mãos e cotovelos sobre pontos vitais do corpo e ajuda a equilibrar as energias “yin” e “yang” do corpo. Tem como objetivo reestruturar a harmonia entre emoção e razão, buscando uma cura natural e progressiva. Indicado para pessoas com dores de cabeça em geral, tensões musculares e posturais, dores nas costas( escoliose, lordose), artrite, artrose, reumatismo e/ou dores nas articulações, disfunções respiratórias como asma, bronquites, estresse, fadiga, alopecia, melhora significativa no retorno sanguíneo, fibrose, fibromialgia, lombalgia entre outros. É recomendado para considerável melhora o tratamento inicial de no mínimo 5 sessões. Cada sessão dura 55 minutos.

Criolipólise – congelamento da gordura localizada

É um procedimento não-invasivo que utiliza tecnologia de resfriamento para eliminar a gordura de áreas específicas, sem cortes ou cirurgia. A criolipólise não é um tratamento para sobrepeso ou obesidade. Ela é indicada para pessoa que tenham acúmulo de gordura localizada em algumas regiões do corpo. A duração do procedimento é em torno de 60 minutos por região e podem ser feitas até 6 áreas no mesmo dia. A sessão gera resultados durante três meses. Depois desse intervalo, é possível avaliar a necessidade de realização mais sessões na mesma região, dependendo de cada caso. Há a necessidade de um intervalo de 60 dias para realizar uma nova aplicação.

Por que fazer a criolipólise no The spa?
Porque nossa avaliação é personalizada e temos protocolos exclusivos de pré e pós crio para potencializar o resultado da aplicação de criolipólise.

Drenagem Linfática para gestantes

A drenagem linfática é uma técnica que, por meio da massagem manual, direciona o excesso de líquidos para os gânglios linfáticos. Há duas posições na drenagem linfática em gestantes: de barriga para cima e deitada de lado. É focada na região das pernas e não é realizada na região de barriga.  Ajuda a relaxar, diminui os inchaços típicos da gravidez, melhora a oxigenação dos tecidos, estimula a circulação, a lactação e a dessensibilização das mamas, preparando-as para a amamentação, previne e combate varizes e sensação de pernas cansadas e previne um aumento da celulite e estrias.
Indicada para gestantes com retenção de líquido, problemas circulatórios, para prevenir o agravamento dos graus da celulite, melhorar a hidratação da pele prevenindo estrias, auxiliar nas tensões musculares principalmente na região de lombar. As sessões podem ser iniciadas a partir do terceiro mês, cerca de duas vezes por semana. Em casos de edemas exacerbados, a gestante poderá fazer todos os dias. Cada sessão dura 55 minutos.

Massagem Jet Lag

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O Jet Lag é uma fadiga de viagem que ocorre após longas horas no avião e a massagem foi criada para aliviar os desconfortos causados por essa descompensação. Qualquer pessoa que sofra alguma alteração em seu relógio biológico, por causa de uma modificação no fuso horário, poderá fazer esse tipo de massagem. Proporciona sensação de descanso, relaxamento, equilíbrio e revitalização. O tratamento é realizado com movimentos terapêuticos, relaxantes e drenantes no corpo interno, finalizando com uma liberação dos músculos da face e uma drenagem facial.
Ideal após longas viagens e também para pessoas que exercem trabalho noturno ou em turnos. A sessão dura 55 minutos.

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Informações: The Spa