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Março Amarelo: 50% dos gatos idosos apresentam problemas renais, alerta especialista

De acordo com o veterinário Alexandre Daniel, da campanha Março Amarelo, diagnóstico precoce é a principal ferramenta para aumentar a sobrevida dos animais

Uma doença silenciosa e incurável, que já afeta metade dos gatos idosos no Brasil. A doença renal crônica (DRC) é atualmente o mal mais comum em felinos acima dos 12 anos de idade e a causa de morte de milhares de animais de estimação todos os anos. A boa notícia é que, embora ainda não exista uma cura para a doença, a DRC pode ser controlada quando diagnosticada em seu estágio inicial, garantindo uma sobrevida de até cinco anos aos animais.

Buscando informar os tutores sobre a doença e conscientizá-los sobre a importância de se fazer exames regulares em seus gatos e manter um acompanhamento veterinário especializado, a campanha Março Amarelo, idealizada pela Elanco Saúde Animal, chega à sua quarta edição em 2019 com o tema “A importância da medicina preventiva e a estruturação de programas de saúde por faixa etária na clínica.”

“O diagnóstico precoce aumenta a expectativa de vida dos animais. Quanto antes for diagnosticado o problema, maior é a possibilidade de prolongar a vida do paciente”, diz o médico veterinário Alexandre Daniel, uma das maiores autoridades brasileiras no assunto e consultor do Março Amarelo, lembrando que cerca de 50% dos gatos idosos no Brasil já apresentam algum grau de disfunção renal.

Cat at veterinarian

É preciso atenção redobrada por parte dos tutores, já que a DRC apresenta sintomas apenas em estágio avançado, quando os rins já estão com 75% de suas funções comprometidas — o que torna os check-ups periódicos fundamentais para a identificação da doença em fase precoce e o tratamento adequado, evitando assim o sofrimento do animal.

De acordo com Alexandre Daniel, a DRC é tradada por estágios, que variam de 1 a 4. “O paciente que é diagnosticado no estágio 2 tem uma sobrevida média de cinco anos. Já no caso do paciente que é diagnosticado no estágio 3, a sobrevida cai para dois anos. Quanto mais precoce o diagnóstico, mais prolonga a vida do animal”, afirma o especialista.

A recomendação dos veterinários é para que os gatos de meia idade, a partir dos 10 anos, façam os exames uma vez ao ano. A partir dos 14 anos, a cada seis meses. Caso haja alterações nos resultados ou o animal apresente algum tipo de sintoma, como perda de peso, ingestão excessiva de água ou aumento do volume de urina, é necessário procurar um profissional especializado para entender o melhor tratamento, que é feito caso a caso.

“Existem vários fatores que precisam ser levados em consideração. Pacientes que têm pressão alta podem viver menos, pacientes com variação na concentração de fósforo também podem viver menos, gatos com proteína na urina também, mas é possível controlar com fármacos, como o Fortekor, da Elanco”, explica o veterinário.

Março Amarelo

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O Março Amarelo é uma ação de conscientização para o diagnóstico precoce e o tratamento da doença renal crônica em gatos. Idealizada pela Elanco, uma das empresas líderes em saúde animal em todo o mundo, a campanha chega à sua quarta edição em 2019 com o objetivo de engajar tutores e médicos veterinários em prol da saúde dos animais.

“O Março Amarelo é hoje mais do que uma campanha, já é uma causa”, afirma Eliane Estephan, gerente de Marketing e Serviços Técnicos para Animais de Companhia da Elanco. De acordo com a executiva, a campanha é nacional e está focada em dois pilares de atuação: atualização técnica dos veterinários e conscientização dos tutores para os perigos da DRC.

“Oferecemos aos profissionais diversos materiais atualizados sobre o tema, com alta aplicabilidade na rotina clínica. Já os tutores são impactados através das campanhas de comunicação, por meio de postagens nas redes sociais da Elanco e de clinicas engajadas na causa e de vídeos educativos sobre a doença, os principais sintomas e formas de tratamento”, explica Eliane. “Em três anos de campanha, já alcançamos mais de 10 mil clínicas veterinárias em todo o Brasil e impactamos cerca de 5 milhões de pessoas por meio das mídias sociais.”

Sobre o Fortekor 5TM

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Fortekor 5TM é um medicamento fabricado pela Elanco indicado para o tratamento de doença renal crônica em gatos e da insuficiência cardíaca congestiva em cães. Composto pelo cloridrato de benazepril, um importante inibidor da enzima de conversão da angiotensina (ECA), o Fortekor 5TM vem em comprimidos palatáveis que auxiliam na administração diária do medicamento.

Ginger tem este problema

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Ginger abraçando Ringo, que ela trata como seu filho

Eu tenho uma gata com este problema, a Ginger. Não sei a idade correta dela, pois eu a resgatei da minha rua, em 2012. Naquela época, ela devia ter entre três e quatro anos, portanto, já passou dos dez. Ela apresentou a doença após todos meus gatos ficarem doentes por terem pego rinotraqueíte do gato do vizinho. Sim, pelo ar.

Ela não melhorava e, um dia, meio sem ser proposital, senti o hálito dela. Como eu já tinha tido uma gatinha com o problema, achei que o odor era parecido e comentei com os veterinários que a tratavam. Fizeram exame de sangue e veio a comprovação. Desde esta época, ela come ração especial e faz fluidoterapia, ou seja, toma soro, de forma subcutânea, duas vezes por semana.

Como tenho outros seis gatos, e a maioria deles já passou dos oito anos, vira e mexe, faço exames de sangue para ver como andam a ureia e a creatinina. E Ginger faz acompanhamento também. Quanto antes descobrir o problema, melhor. Prevenção é tudo!

 

Olhos: opções cirúrgicas para que tem pele mais fina e sofre com flacidez

Uma série de propriedades fisiológicas fazem com que a área dos olhos seja mais suscetível aos sinais do envelhecimento: “Essa região é bastante sensível e delicada, com característica e estrutura epidérmica diferenciada. A área também conta com a fragilidade das fibras de colágeno, responsáveis pela sustentação dessa pele que fica ainda mais fina com o envelhecimento”, explica a cirurgiã plástica Beatriz Lassance, Membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e da ISAPS (International Society of Aesthetic Plastic Surgery).

“Também é uma área pobre em glândulas sebáceas e sudoríparas, tem sua lubrificação natural de sebo e suor reduzida. Portanto, está mais sujeita ao ressecamento e à flacidez, o que facilita a instalação de linhas de expressão no local”, acrescenta.

Por isso, é comum surgir o ar de cansaço e tristeza causados pelas alterações na pele. As causas são inúmeras, a genética é importante, oscilação hormonal, maior retenção de água, queda na produção de colágeno e de elastina.

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“É importante tratar cada estrutura de forma adequada. A toxina botulínica paralisa a musculatura e alivia a contração muscular melhorando o aspecto dos pés de galinha, além de elevar a cauda da sobrancelha. Quando o envelhecimento da pele é mais acentuado, são necessárias medidas para estimular o colágeno como cremes, peelings e lasers. O ácido hialurônico injetável hidrata a pele profundamente, estimulando a produção de colágeno. Além da qualidade da pele, pode haver flacidez na região. Tratamentos clínicos não são suficientes e pode ser necessário procedimento cirúrgico”, diz a médica.

Para esses casos, a médica recomenda as seguintes técnicas:

Blefaroplastia – técnica que pode ser usada para: retirar o excesso de pele da pálpebra superior, que cai sobre os olhos deixando-os menores, prejudicando resultado da maquiagem e até a visão. Às vezes há aumento de gordura nas bolsas palpebrais que pode ser removido. As pálpebras inferores também podem ser tratadas com retirada de excesso de pele e gordura. Técnicas mais modernas reposicionam a gordura ao invés de retirá-la e evita o olho fundo e arredondado. O corte é feito na dobra natural da pálpebra superior e na margem dos cílios da inferior. Nos casos onde não há sobra de pele inferior, pode–se optar por retirar as bolsas inferiores por dentro das pálpebras (sem cicatriz externa) e melhorar a contração da pele usando laser.

Lifting de sobrancelhas: muitas vezes a sobra de pele das pálpebras superiores é resultado da queda da sobrancelha o que dá um aspecto cansado e triste. A simples retirada da pele pode piorar este aspecto. A suspensão é feita a partir de microcortes no couro cabeludo, que permitem descolar a pele e reposicionar o supercilio. Essa suspensão automaticamente reduz a quantidade de pele acumulada na pálpebra superior, diminuindo a porção de tecido que precisa ser removido na blefaroplastia, e o resultado muito mais natural.

Pele mulher

Microenxerto de gordura: feito no sulco que se forma na pálpebra inferior devido à queda da pele e à redução da gordura facial, tem como objetivo devolver o volume característico da juventude e evitar que os olhos pareçam encovados, cansados e com olheiras. A gordura utilizada para o enxerto é retirada com uma pequena lipoaspiração. O procedimento é feito complementando cirurgia, já que deve ser realizado em centro cirúrgico. “Como a gordura possui células tronco e fatores de crescimento há uma melhora da qualidade da pele, o efeito de preenchimento é variável, podendo ser permanente”, encerra a médica.

Fonte: Beatriz Lassance é Cirurgiã Plástica formada na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e residência em cirurgia plástica na Faculdade de Medicina do ABC. Trabalhou no Onze Lieve Vrouwe Gusthuis – Amsterdam -NL e é Membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, da ISAPS (International Society of Aesthetic Plastic Surgery) e da American Society of Plastic Surgery.(ASPS)

Efeito Red Carpet para as festas de fim de ano

Conheça os procedimentos capazes de deixar pessoas comuns com a pele igual a de atrizes de Hollywood

No meio da correria para o final do ano você lembra que sua pele carrega todas as marcas de cansaço e desgaste possíveis. Como chegar linda a um evento ou às festas como o esperado Réveillon?

A solução é simples: vá ao dermatologista. Pesquisas e novos aparelhos, cada vez mais modernos, além de produtos mais eficientes têm permitido que mulheres e homens ganhem o chamado “efeito Cinderela” em apenas alguns dias.

“Há procedimentos que podem ser feitos no dia anterior, ou até mesmo horas antes de um grande evento e continuar a agir nos dias seguintes”, conta Leila Cavalin Alves, dermatologista da Peleclin. Mas, para exibir aquele glow que só as divas de Hollywood têm, é importante procurar um profissional qualificado, que indique o melhor recurso para o tipo de pele e a expectativa que você tem do tratamento.

São diversas possibilidades, como combate a manchas, melhora da aparência, hidratação etc. Confira alguns tratamentos pouco invasivos e indicados para essa época do ano:

Tudo novo: para uma mudança grande, sem a necessidade de cirurgia, a indicação é o MD Codes. Ele promove um lifting facial com a aplicação de ácido hialurônico.

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Rugas e marcas de expressão: essas temidas podem dar o aspecto cansado à pele. A sugestão é aplicação de toxina botulínica, capaz de deixar o rosto com aparência relaxada. Outra opção é o preenchimento com ácido hialurônico, que recupera, com naturalidade, as marcas mais profundas e devolvem a juventude. O laser fracionado não ablativo melhora a superfície e a densidade da pele, dá firmeza e rejuvenesce sem descamação.

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A atriz Charlize Theron no tapete vermelho do Oscar 2010

Como uma noiva: um dos efeitos mais conhecidos é o “Véu de Noiva”. O nome vem do efeito causado pelo Fotona, laser de última geração, capaz de dar um “up” imediato no visual e deixar a pele com viço e textura melhores. O tratamento promove um micropeeling que remove as células mortas e estimula a renovação e a produção de colágeno. Nos dias seguintes à sessão continua agindo sobre as manchas. Sem contra indicação em praticamente todos os casos, ele pode ser realizado no dia anterior ou até 8 horas antes do grande evento. “Nos dois primeiros dias, o brilho e o viço são radiantes”, conta Cintia Calvet, também dermatologista da Peleclin.

Olheiras e bolsas: uma das opções é o microagulhamento de ouro, capaz de tratar flacidez, rugas e manchas. O Agnis, aparelho usado na Peleclin, tem avançada tecnologia em sistema de radiofrequência microagulhada e atua no estímulo natural da produção de colágeno e elastina no tecido.

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Vermelhidão: tecnologias como luz pulsada e LED ajudam a reduzir áreas avermelhadas da pele, seja por aumento de vasos sanguíneos ou por inflamações.

Cuidados importantes: de acordo com as médicas, a maioria das pessoas pode acessar os tratamentos acima. Eles são contraindicados para gestantes e lactantes. Ainda assim, a avaliação prévia, feita por um dermatologista, é fundamental.

“A pessoa pode ter alguma alergia, ou outro impeditivo para o tratamento. E isso só o médico pode avaliar”, afirma Leila, que aponta algumas complicações destes procedimentos.

Alguns exemplos são a obstrução dos vasos sanguíneos, que pode levar à necrose da pele e a embolia, que é o deslocamento do produto por um vaso sanguíneo até outro órgão, provocada por preenchimentos mal sucedidos. Tratamentos de manchas de pele podem virar um problema quando ela, na verdade, é um câncer de pele, e não uma mancha benigna. Os lasers e peelings também podem trazer maus resultados quando pioram manchas preexistentes ou provocam queimaduras.

Na foto Leila Cristina Cavalin Alves e Cíntia Andréa Cavalin de Magalhães Calvet
As dermatologistas Leila Cristina Cavalin Alves e Cíntia Andréa Cavalin de Magalhães Calvet

Fonte: Peleclin

É possível ter o corpo modelado sem cirurgia plástica

O processo de congelamento controlado é uma alternativa segura e eficaz para acabar com as gorduras localizadas

Uma das épocas mais esperadas do ano chegou e a correria para entrar em forma é uma realidade. Nessa hora, muitas pessoas recorrem a dietas malucas, exageram na academia ou até mesmo se submetem a procedimentos cirúrgicos para eliminar aquelas gordurinhas resistentes, sem saber que já existe um método não invasivo e eficiente com essa finalidade. O CoolSculpting é um tratamento que modela o corpo e elimina as células de gordura por meio do resfriamento controlado.

O cirurgião plástico Rodrigo Duprat esclarece que CoolSculpting é uma ótima opção para o verão, afinal, é excelente para eliminar a gordura localizada de forma segura, rápida e sem cirurgias. “Outra vantagem, é que não requer muito cuidado pós-operatório como cintas e drenagens recomendados no caso da lipoaspiração, por exemplo”, declara.

Segundo Duprat o procedimento também é um incentivo para aqueles que não fazem exercícios no dia a dia. Ao notar os resultados, que começam a surgir logo após a primeira semana, os pacientes se abrem para novos cuidados e adotam um estilo de vida mais saudável para manter o visual. Apesar das células de gordura serem eliminadas após o tratamento, se o paciente permanecer sedentário e ganhar peso, pode ocorrer uma perda do resultado.

Sobre a segurança do procedimento, a máquina congela a gordura com muita precisão, calculando a temperatura certa para não queimar a pele. “Em geral, a gordura é levada a uma temperatura de -10ºC, gerando uma deformação na parede das células e fazendo com que o corpo a elimine em até 90 dias”, esclarece o médico. Normalmente, em uma única sessão é possível diminuir entre 25% e 30% da gordura da região tratada.

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O profissional treinado para realizar CoolScupting deve analisar cada paciente individualmente e indicar as melhores condições para o tratamento. Duprat esclarece que se não houver nenhuma mancha ou algum roxo após a realização do procedimento, não há problema nenhum em curtir o verão e tomar sol.

O procedimento não é indicado para pacientes com pouca gordura na região, onde não é possível acoplar o aparelho, gestantes, mulheres em período de aleitamento, menores de 18 anos, pessoas cardíacas, pacientes com hérnia no local a ser tratado, alergia ao frio e irritação na pele.

Fonte: Allergan

Unicid abre vagas para tratamento gratuito de dor lombar

Sessões de fisioterapia são destinadas a homens e mulheres com idade entre 18 e 80 anos que sofrem de dor lombar

A Universidade Cidade de São Paulo (Unicid), instituição que integra o grupo Cruzeiro do Sul Educacional, está com vagas abertas para tratamento de dor lombar, no Campus Tatuapé, na Zona Leste de São Paulo. O projeto faz parte do programa de Pós-Graduação em Fisioterapia da Instituição e será realizado por alunos e professores da Unicid.

Com direito a 12 sessões gratuitas de fisioterapia, o tratamento é destinado a homens e mulheres, com idade entre 18 e 80 anos, que sofram de dor lombar há pelo menos três meses.

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Ilustração: Typography Images/Pixabay

Tratamento gratuito de dor lombar
Requisitos: homens e mulheres, com 18 a 80 anos de idade, que sintam dor lombar há pelo menos 3 meses.
Local: Clinica de Fisioterapia da UNICID, na Rua Melo Peixoto, 1407, Bloco C – Tatuapé – Metrô Carrão.
Inscrições: pelo telefone ou WhatsApp (11) 97709-5450 (Irlei dos Santos).

Unicid

Fundada em 1972, a Universidade Cidade de São Paulo – Unicid é referência na formação de profissionais da área da saúde, com cursos tradicionais e pioneiros na região como Fisioterapia, Odontologia, Enfermagem e Medicina, que é reconhecido com nota máxima pelo MEC. Além disso, reúne cursos respeitados em diversas áreas do conhecimento e possui mais de 53 mil alunos na graduação, pós-graduação lato e stricto sensu, presenciais e a distância, cursos de extensão e programas de parcerias no Brasil e no exterior. Integra o grupo Cruzeiro do Sul Educacional, um dos mais representativos do país, com mais de 250 mil alunos, que reúne instituições academicamente relevantes e marcas reconhecidas em seus respectivos mercados, além de colégios de educação básica e ensino técnico.

Laces and Hair celebra o Encanto da Lua Cheia nesta semana

Seguindo o calendário da Lua, o spa de cabelos promove um dia inteiro de cuidados dedicados ao crescimento saudável

O Laces and Hair – hair spa referência em cuidados com a saúde do cabelo usando ingredientes naturais, comandado pela cosmetóloga e tricologista Cris Dios, iniciou ontem (24) o Encanto da Lua Cheia, conjunto de tratamentos que fazem com que os cabelos cresçam até 80% mais fortes e saudáveis, mais sob a influência da Lua Cheia.

Os fios são tratados com técnicas exclusivas como o Multivitaminas, o Bordado Laces – que é um corte de pontas sem alteração no comprimento e o Laser Capilar, com o objetivo de desenvolver e cuidar da saúde dos cabelos, para eles cresçam mais cheios, volumosos e saudáveis.

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Depois de todo o tratamento e cuidado, uma “marquinha” é feita bem perto da raiz para saber o quanto cresceu, possibilitando medir o crescimento 28 dias depois. O Encanto da Lua Cheia vai até dia 30 em uma das unidades do hair spa.

Informações: Laces and Hair

Imunoterapia tem resultados positivos em casos de tumor de mama agressivo

A imunoterapia já vem sendo apontada como o principal avanço no combate ao câncer, porém seus estudos clínicos no tratamento do câncer de mama até o presente momento ainda não indicavam resultados que pudessem torná-lo uma alternativa segura e eficaz nestes casos.

Recentemente, durante a Asco 2018(American Society of Clinical Oncology ), principal evento voltado à oncologia clínica, alguns estudos mostraram que em casos classificados como tumor de mama triplo-negativo, ao ser combinado com quimioterápicos, trouxe boas respostas aos pacientes no tratamento neoadjuvante oferecido antes da cirurgia.

Considerado um tipo de câncer agressivo e que afeta geralmente mulheres jovens, o câncer de mama triplo-negativo representa cerca de 20% de todos os casos da doença mundialmente. Se considerarmos que o Brasil, segundo estimativas do Instituto Nacional do Câncer (Inca) contará com cerca de 60 mil novos casos de câncer de mama em 2018, esse percentual representa um universo de ao menos 12 mil pessoas.

“A denominação “triplo-negativo” é utilizada em casos em que o tumor não conta com nenhum dos três biomarcadores relacionados a classificação do câncer de mama: receptor de estrógeno, receptor de progesterona e proteína HER-2″, explica o oncologista Daniel Gimenes, do Centro Paulista de Oncologia ( CPO) – unidade de São Paulo do Grupo Oncoclínicas.

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Imagem: The Week

Segundo o especialista, o câncer de mama triplo-negativo tem maiores chances de recorrência e em muitos casos acaba promovendo uma sobrevida menor em comparação a outros subtipos de tumores mamários. Por isso, a possibilidade de sucesso com a imunoterapia é animadora e abre novas frentes para o enfrentamento desta doença.

“Para esses casos de câncer especificamente houve poucos progressos terapêuticos nos últimos anos. Por isso, os estudos internacionais preliminarmente divulgados na ASCO são animadores por indicarem um novo caminho para tratar esse tipo de câncer de mama”, afirma Gimenes.

O médico menciona o estudo GeparNuevo que analisou 174 pacientes com câncer de mama triplo-negativo metastático ou localmente avançado Um grupo recebeu um tipo de imunoterápico associado à quimioterapia enquanto as demais pessoas utilizaram placebo. O resultado demonstra um aumento significativo na redução do tumor nos casos que receberam a combinação da imunoterapia com a quimioterapia.

“Apesar de ainda ser o uma primeira etapa de análises, esse avanço já pode ser entendido como um progresso terapêutico importante para médicos e pacientes. Essa combinação de imunoterapia com quimioterapia desconta como uma opção estratégica importante para mulheres com a doença em especial pelos benefícios a qualidade de vida dessas pacientes”, explica o médico.

Entenda a Imunoterapia

Na última década, a imunoterapia passou de um tratamento teórico promissor para um padrão de cuidados que está contribuindo para respostas positivas de pacientes oncológicos. Desde 2011, a Food and Drug Administration (FDA) aprovou 15 novas drogas imunoterápicas para o tratamento do câncer, sendo cinco só no ano passado. No Brasil, a imunoterapia tem aprovação da Anvisa para uso em casos de melanoma, câncer de rim , câncer de pulmão e câncer de bexiga.

De forma simplificada, o nosso sistema imunológico é programado para combater quaisquer sinais que representem ameaças à saúde. Porém, para manter um equilíbrio que assegure plenamente o nosso bem-estar, o mecanismo de defesa do corpo também tem freios que impedem uma ação exagerada nesta resposta – caso contrário, ele pode desencadear as chamadas doenças autoimunes, como lúpus, esclerose múltipla e artrite reumatoide.

Contudo, quando ocorre uma falha nesse processo de combate ao inimigo e, em consequência, o surgimento de um tumor, a medicação imunoterápica pode ser adotada para inibir a ação desses freios e provocar a resposta necessária para combater as células malignas. “A imunoterapia cria uma memória imunológica no paciente contra o tumor. A concepção é gerar uma resposta imunológica exacerbada no paciente. Ao fazer isso, o sistema imunológico volta a reconhecer o tumor como um agente externo”, diz Gimenes.

Quando a imunoterapia é a melhor opção?

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Apesar dos avanços promissores, o especialista explica que ainda é cedo para afirmar que a imunoterapia seria a chave para a cura do câncer de mama. De toda forma, os passos já trilhados são observados com otimismo e lançam boas perspectivas para tratamentos do câncer de mama triplo-negativo metastático e que não responde às medicações convencionalmente indicadas, tais como quimioterápicos e drogas alvo moleculares.

O que tem se observado de forma global no tratamento do câncer é que nos casos onde o médico pode optar pela imunoterapia, a resposta dos pacientes têm sido satisfatórias. “Ela tem alguns efeitos colaterais, porém o paciente tem melhor qualidade de vida. É um tratamento mais sustentável para a saúde do paciente, pois ataca diretamente o tumor. E uma das principais vantagens da adoção destes imunoterápicos da nova geração é que, mesmo após o fim do tratamento, a imunidade desse indivíduo pode continuar respondendo a células tumorais, diminuindo a recidiva de tumores e aumentando o tempo livre de progressão da doença”, conclui Gimenes.

Fonte:  Grupo Oncoclínicas

Já é possível eliminar a papada sem cirurgia

A dermatologista Sumaya Mahon explica a eficácia do procedimento que elimina a gordura local por meio do congelamento

Temida por muitos, a papada pode ser provocada por acúmulo de gordura e, muitas vezes, não é eliminada apenas com o emagrecimento. O que muita gente ainda não sabe é que há uma alternativa não cirúrgica segura para tratar a área, o Coolsculpting.

“São muitas as vantagens de realizar o procedimento com Coolsculpting. A marca possui uma ponteira exclusiva para a região, ou seja, permite maior controle sobre a área tratada e resultado mais eficaz. Além disso, é um procedimento não invasivo, seguro, que permite que o paciente retome suas atividades no mesmo dia, sem a necessidade de repouso e cuidados especiais”, explica a dermatologista Sumaya Mahon.

Segundo a especialista, apenas uma sessão, com duração entre 35 e 60 minutos, já elimina cerca de 20% a 25% de tecido adiposo. Durante o procedimento, as células de gordura da área tratada são congeladas de forma controlada e eliminadas em um período de até 90 dias, quando é possível perceber um resultado significativo. Alguns pacientes precisam de mais sessões, mas isso será determinado em conjunto com o médico especialista, que sempre deve fazer uma avaliação prévia e oferecer as melhores possibilidades de tratamento.

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A médica alerta ainda para outra vantagem do Coolsculpting: “uma vez tratada, a área não terá mais acúmulo de gordura. No entanto, é preciso que o paciente mantenha uma dieta equilibrada e pratique exercícios regularmente”, destaca.

Sobre as sensações causadas pelo congelamento, a dermatologista esclarece que é normal que a região tratada fique sensível durante alguns dias ou semanas. No entanto, o desconforto é considerado bastante tolerável. O procedimento com Coolsculpting não é indicado para gestantes, lactantes e pacientes com intolerância ao frio.

Fonte: Allergan

Sem “Bad Hair Day”: passe pela transição capilar sem perder a cabeça

O cabeleireiro Vitor Beletatti, do In Beauty, explica como é possível passar por transformações de textura, corte, cumprimento ou cor com tranquilidade

 

Passar por transições capilares pode ser um desafio: assumir os cachos após períodos de relaxamentos e escovas progressivas, mudar completamente a cor, o cumprimento ou aderir às franjas, por exemplo, requer coragem – afinal, a fase é um momento de aceitação e pode afetar significativamente a autoestima. Para isso, o cabeleireiro Vitor Beletatti, do In Beauty, dá dicas de como encarar mudanças e passar pelas transformações com tranquilidade.

O profissional defende que, em toda alteração capilar, é imprescindível que haja preparo emocional e planejamento para o processo, porque a aparência influencia muito na noção que temos de nós mesmas, na identidade e autodescobertas. “Pode ser que haja críticas a sua decisão, e para isso é importante que se sinta segura; a transição capilar é uma fase de aceitação muito importante – aliás, é importante”, explica o hairstylist. E, com algumas dicas, esse processo fica ainda mais fácil!

Para aceitar os cachos

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Fotos: Rede Globo / João Miguel Junior

Especificamente em casos de mulheres que optam por deixar de lado a química e assumir os cachos, por exemplo, ele explica que há duas opções: o “Big Chop”, ou seja, o corte de toda a parte do cabelo que esteja alisado com química e começar de uma só vez a transformação, ou, para quem quer ir com mais calma, ir cortando os fios pouco a pouco. “Assim, o cabelo cresce das raízes já natural, sem que seja necessário abrir mão de todo o cumprimento de uma só vez. É uma ótima saída para quem tem medo de mudar radicalmente”, esclarece Beletatti.

Ao planejar a transição, o profissional ainda destaca a importância de se pensar – e seguir – uma rotina de cuidados, com hidratações e reconstruções, o que é essencial para a saúde dos fios. Pode-se ir ao salão ou ter esses cuidados em casa – mas é essencial cuidar da saúde capilar, para garantir mais força e resistência. “Isso dá vida ao cabelo, que quebrará menos e ficará com mais brilho nessa fase de mudança, garantindo mais tranquilidade no processo”. E claro, essa dica serve tanto para as mulheres que optam por assumir os cachos quanto para as que transformam a cor, o corte ou o cumprimento dos fios.

Mudanças de cor e franjas

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Fotos: Vivara / Lucas Menezes

Como as transformações de cor ou corte são mais rápidas, para garantir a saúde e o brilho é necessário ter um cronograma capilar de cuidados, para que o cabelo fique hidratado, nutrido e se reconstrua aos poucos. Dessa forma, a transição se torna um processo bem mais tranquilo.

Em casos de transformações na cor, por exemplo, é imprescindível seguir bem esse ritual de beleza – e, quanto mais sensíveis os fios, mais cuidado é necessário”, explica o cabeleireiro. “Isso vale ainda mais para quem quer clarear, como, por exemplo, morenas que fiquem loiras ou ruivas”. Quem tem fios mais finos precisa dar mais atenção aos cabelos do que quem tem cabelo mais grosso, por exemplo. Já em casos de quem adere às franjas, o hairstylist indica evitar o uso de aparelhos que aumentem a temperatura dos fios. “Procure cuidar mais da nova franja por meio de pentear com escovas apropriadas e nutrir os fios, evitando o uso de chapinhas ou secadores todos os dias”.

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Fotos: Rede Globo / Zé Paulo Cardeal

Já quando falamos na franja, duas situações podem ser muito bem dribladas: para quem aderiu a elas, a sugestão é variar nos penteados soltos e presos, para apostar em visuais mais modernos e criativos – isso favorece o costume com o novo corte. Já para quem quer deixar a franja igualar ao cabelo, a saída é usar e abusar de penteados com a franja presa. “Os grampos e fixador serão os melhores amigos nessa fase, e o que vale é desencanar. Coques, rabos de cavalo ou um simples topete podem ajudar a disfarçar os fios enquanto eles não atingiram o comprimento ideal”.

Dica do expert

No caso dos cachos e da franja em crescimento, é importante que não haja pressa. “Em casos de mudança de textura dos fios, principalmente, a transformação pode ser mais lenta – tudo depende do ritmo de crescimento dos fios de cada pessoa”, explica o profissional.

Hidratação importa

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Shutterstock

Para todos, uma dica importante. Máscaras de tratamento capilar ou óleos de hidratação com preços para todos os bolsos são fáceis de achar em farmácias ou supermercados e devem fazer parte da rotina. Mas, vale lembrar de tomar cuidado com a qualidade e ficar de olho se o produto adquirido é próprio para a transformação específica de cada cabelo. “Na dúvida, peça dicas ao seu cabeleireiro sobre o que pode ser melhor para os seus fios. Um bom profissional saberá examinar o cabelo com mais precisão e indicar a melhor opção para cada pessoa”, conclui.

In Beauty

Inaugurado em fevereiro de 2014 em Campinas, o empreendimento idealizado por Isabella Negrão oferece uma enorme gama de serviços para quem busca beleza e bem-estar de excelência. Com um equipe de profissionais altamente capacitados e infraestrutura completa, o salão de beleza atende aos clientes mais exigentes do mercado. O espaço está localizado ao lado do Shopping Iguatemi Campinas, e engloba In Beauty Coffee, In Hair Spa, In Beauty Wash, Espaço Kids, Dress Room (sala exclusiva para noivas) e Ateliê Beauty (espaço estético assinado por Gerson Luiz Julio).

Informações: In Beauty Luxury

Confira 18 mitos e verdades sobre endometriose

A endometriose é uma doença de saúde reprodutiva comum, que ocorre quando o tecido semelhante ao revestimento uterino (o endométrio) cresce fora do útero. Porém, como muitas outras, ela é cercada de muitos mitos e crenças. O médico ginecologista e especialista em Medicina Reprodutiva Arnaldo Cambiaghi, diretor do Centro de Reprodução Humana do Instituto Paulista de Ginecologia e Obstetrícia, comenta 18 mitos muito comuns sobre a doença. Confira:

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Foto: Is-Med.com

1 – É fácil diagnosticar a endometriose
Mito: não é fácil diagnosticar a endometriose. É comum que demore até cerca de 8 anos, essa é a média esperada para o diagnóstico da endometriose. Essa é uma das primeiras dificuldades na vida reprodutiva da mulher: o diagnóstico não ser feito precocemente. Uma mulher que chega ao consultório de um ginecologista reclamando de cólica, menstruação irregular e infertilidade, as chances de ter endometriose são muito altas. Se ela acrescentar cólicas muito fortes, abdômen inchado, dor ao evacuar, dor para urinar e dor durante a relação sexual, essa paciente deve ter endometriose profunda. Se o médico estiver atento, o diagnóstico não será difícil, pois a endometriose será uma possibilidade bastante provável.

2 – É normal que os períodos da menstruação sejam extremamente dolorosos
Verdade: mulheres com endometriose se referem a cólicas fortes durante a menstruação. Portanto, se uma mulher estiver sentindo uma dor severa e que não encontra alívio com medicação, a endometriose pode, sim, ser a causa do problema. O melhor é marcar uma consulta com o ginecologista.

3 – Os sintomas estão sempre presentes em mulheres com endometriose
Mito: nem sempre, algumas mulheres não sentem dor alguma, elas só vão perceber que têm endometriose quando forem ao ginecologista e ele pedir um exame de ultrassom de rotina.

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Foto: Jeviniya-Pixabay

4 – Terapias complementares não têm lugar no tratamento da endometriose
Mito: são sempre alternativas possíveis. Porém, o tratamento da endometriose é basicamente cirúrgico, por vídeolaparoscopia, no qual se ressecam as lesões endometrióticas. Podem ser complementos, além dos medicamentos convencionais, terapias como acupuntura, naturopatia e ioga. Porém, sem o tratamento cirúrgico não haverá resultado.

5 – Mulheres com endometriose não podem ter filhos
Mito: cerca de 30% das mulheres com endometriose têm dificuldade em engravidar. Quando se realiza uma pesquisa correta, por meio de exames complementares, como ultrassom e ressonância magnética, é possível diagnosticar em detalhes a doença e, em seguida, realizar a cirurgia ressecando esses focos de endometriose. Após esse tratamento, a mulher pode engravidar, mas é importante que não se esqueça de avaliar também outros problemas de infertilidade, como obstrução tubária, trombofilias, fator ovulatório e fator masculino. Muitas vezes se foca tanto na endometriose que se esquece de verificar a fertilidade do homem.

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Foto: Veggiegretz/Morguefile

6 – Gravidez cura endometriose
Mito: este é um dos maiores mitos sobre o problema. Gravidez não cura endometriose. Pode amenizar os sintomas, mas a melhora só é possível com a realização da cirurgia e, mesmo assim, não há garantia de cura da doença. Isso porque os sintomas podem ser amenizados, mas se for algo provisório, a doença pode voltar com o tempo.

7 – Histerectomia cura endometriose
Mito: a endometriose é um tecido endometrial fora do útero. A remoção do útero e/ou dos ovários, sem remover os importantes focos de endometriose não levará à cura. Portanto, histerectomia não cura endometriose, e é um erro gravíssimo acreditar que tirar o útero será a solução para a doença.

8 – Mulheres com endometriose devem evitar exercícios físicos
Mito: pelo contrário, o exercício físico ajuda a melhorar a vascularização e a circulação sanguínea, isso pode amenizar o mal-estar e as cólicas. Mulheres com endometriose devem, sim, realizar exercícios físicos. Além disso, podem tomar outras atitudes como manter uma dieta alimentar adequada.

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9 – Adolescentes não têm endometriose
Mito: muito pelo contrário. Muitas já têm sintomas de endometriose no início da adolescência e é fundamental que se faça um diagnóstico precoce para se evitar as complicações futuras, como a infertilidade e o comprometimento de outros órgãos. Isso porque, em casos de endometriose mais avançada, é necessário fazer cirurgias muito mais agressivas. O diagnóstico precoce da endometriose é fundamental e não deve ser descartado porque a paciente é adolescente.

10 – Mulheres com endometriose sofrem dor somente durante o período menstrual.
Mito: a dor pode ser intermitente ou contínua. Ela é mais frequente nos períodos menstrual e pré-menstrual. Às vezes, pode ocorrer durante ou após a atividade sexual, o que é mais comum quando houver um comprometimento do intestino ou bexiga, ou regiões próximas ao fundo da vagina.

11 – Endometriose é mais comum entre mulheres caucasianas na faixa dos 20 e 40 anos.
Mito: até meados do século 20, pensava-se que o problema existia apenas em mulheres brancas. Isso acabou sendo resultado da falta de cuidados médicos contínuos para muitas mulheres afrodescendentes. Hoje, inclusive, se entende que qualquer mulher, de qualquer etnia, adolescente ou mais velha, pode ter endometriose.

12 – A endometriose não tem cura
Verdade: infelizmente, não há cura. Quando a endometriose é diagnosticada criteriosamente e existe o mapeamento da doença por meio de exames complementares, como ressonância magnética e ultrassom, e um bom exame ginecológico, pode se realizar uma cirurgia bem detalhada para que se ressequem todos os focos da endometriose. Mulheres que passaram por uma cirurgia bem indicada e pelas mãos de profissionais qualificados, alcançam uma cura provisória por muitos anos. E pode ser até que nunca mais tenham endometriose, mas não de pode descartar que existe chance de a doença voltar.

MULHER DOR ESTOMAGO COLICA

13 – A endometriose afeta apenas os órgãos pélvicos.
Mito: embora a endometriose encontra-se principalmente na região pélvica, pode ser descoberta em outros órgãos, como diafragma, pulmão, parede abdominal, estômago e até mesmo nos olhos.

14 – Qualquer ginecologista pode efetivamente tratar a endometriose.
Parcialmente verdade: os ginecologistas, de um modo geral, estão preparados para o diagnóstico e para o tratamento, desde que estejam atentos aos sintomas e saibam mapear a doença. Porém, o tratamento cirúrgico, feito por laparoscopia, deve ser realizado por profissionais qualificados que tenham experiência em laparoscopia e em cirurgia pélvica. Encontrar um especialista em endometriose pode ser fundamental para o sucesso do tratamento.

15 – A endometriose sempre piora.
Parcialmente verdade: para algumas mulheres, sim, pode piorar. Isso porque muitas vezes a endometriose se comporta como uma doença benigna, progressiva e invasiva. Ou seja, ela vai invadindo os órgãos com o passar do tempo. Por isso o diagnóstico precoce é fundamental.

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16 – Menopausa cura a endometriose.
Mito: a diminuição dos níveis hormonais pode amenizar a endometriose, porém, os focos vão permanecer. No caso de uma reposição hormonal, comum na menopausa, esses focos poderão retroceder a endometriose, abrandar a dor, diminuir o inchaço, amenizando os sintomas, mas não cura a doença.

17 – É comum confundir a endometriose com a síndrome do intestino irritável (SII)
Verdade: isso pode acontecer em uma fase inicial, pois os sintomas intestinais podem ser confundidos. Faz parte do diagnóstico diferencial verificar se a dor pélvica é uma endometriose, um problema intestinal ou até mesmo um problema urinário. Entretanto, com os exames complementares de ultrassom e ressonância magnética, é possível diferenciar uma da outra.

18 – A endometriose pode ser prevenida
Mito: não existe uma maneira de se prevenir. Porém, ter bons hábitos, boa alimentação e rigor no estilo de vida pode amenizar sintomas ou diminuir a chance dela surgir.

Fonte: Arnaldo Schizzi Cambiaghi é diretor do Centro de reprodução humana do IPGO, ginecologista-obstetra especialista em medicina reprodutiva. Membro-titular do Colégio Brasileiro de Cirurgiões, da Sociedade Brasileira de Cirurgia Laparoscópica, da European Society of Human Reproductive Medicine. Formado pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa casa de São Paulo e pós-graduado pela AAGL, Illinois, EUA em Advance Laparoscopic Surgery. Também é autor de diversos livros.