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Spa do Renaissance Hotel: renovado e com tratamentos veganos, orgânicos e naturais

Experiências sensoriais, terapias exclusivas, produtos veganos e orgânicos são algumas das novidades do The Spa at Renaissance, refúgio urbano dedicado ao bem-estar. Localizado no Renaissance São Paulo Hotel, as instalações e o menu de tratamentos foram cuidadosamente redesenhados com o objetivo de aproximar a natureza da agitada vida urbana, trabalhando corpo, mente e alma de forma conjunta, em busca de equilíbrio e bem-estar.

A escolha de novos produtos, voltados para o conceito de vida natural e consumo sustentável, ajuda a estimular o crescimento de micro produtores e a reforçar o novo conceito do SPA. Dentre as marcas disponíveis estão a Simple Organic, que conta com produtos de beleza e maquiagem 100% orgânicas, a Souvie, com cosméticos orgânicos totalmente naturais e certificados, produzidos na própria fazenda no interior de São Paulo e a Terral, que produz sabonetes e hidratantes com óleos orgânicos, manteigas e extratos vegetais.

“O menu foi totalmente renovado e conta com terapias exclusivas desenhadas em conjunto com a experiente equipe de terapeutas do SPA”, conta Grasiela Piccirillo, gerente do Spa e Fitness do hotel. “O spa oferece agora banhos de imersão relaxantes, energizantes e revitalizantes com sais, óleos essenciais e ervas naturais colhidas diretamente do nosso jardim”, completa.

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Dentre as terapias, um dos destaques é o The Spa Experience, que utiliza produtos totalmente orgânicos e veganos e possui o abacate como base. Óleo de coco, murumuru, melado de cana e açúcar são utilizados em conjunto em uma esfoliação por todo o corpo, que proporciona hidratação profunda e emoliência, conferindo luminosidade, maciez e elasticidade à pele. Para finalizar, o cliente recebe uma massagem nutritiva e relaxante.

Outro destaque do menu é o Ritual das Pindas. Originária das antigas terapias orientais, as pindas chinesas levam sais e ervas medicinais que contém propriedades tanto relaxantes como estimulantes. Proporcionam relaxamento físico e mental, elevação do estado de consciência, aumentam a concentração e a conexão com o interior, favorecendo o equilíbrio energético. A terapia é realizada alternando manobras relaxantes com o uso das pindas, seguida de uma esfoliação com sais e ervas medicinais e finalizada com um banho de ofurô.

Outra novidade foram as três novas massagens assinadas pela terapeuta Renata França que foram incluídas no menu. Além disso, seis jornadas, que são opções de Day SPA, foram criadas para proporcionar uma experiência sensorial completa. A Jornada Detox, por exemplo, inclui ritual de chegada com chá quente composto por um blend de ervas relaxantes e, na sequência, o tratamento corporal Rain Forest Body Wrap, que consiste em uma esfoliação com sais do Himalaia, aplicação de argila nativa da Amazônia, seguida por drenagem linfática. A jornada inclui ainda tratamento facial Détoxifiant Visage by Mary Cohr e suco detox. Trata-se de uma jornada completa de desintoxicação, regeneração, nutrição e conexão com a natureza.

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O The Spa está localizado em um andar wellness, composto por um completo e moderno fitness center (um dos maiores da América Latina dentro de hotel), piscina climatizada e o Bytes, espaço com um conceito de “comida de verdade”, com opções saudáveis, veganas, vegetarianas, sem lactose, gluten free, sugar free etc. O novo menu, assinado pela chef healthy lifestyle Rafaella Ramalho em parceria com o chef executivo do hotel Gayber Silveira, traz um buffet completo de café da manhã e almoço, além de sobremesas deliciosas feitas com frutas frescas, xylitol – um açúcar natural extraído da beterraba – e sem o uso de conservantes. “O brigadeiro funcional e o bolo de pote de matcha são os doces mais pedidos do Bytes. Smoothies, sucos energizantes, suchás e açaís também fazem parte do nosso novo cardápio, que agrada quem busca uma vida mais saudável”, afirma Silveira.

Renaissance São Paulo Hotel – Alameda Santos, 2.233 – Jardins – São Paulo – SP

Suplemento auxilia no tratamento de síndrome que causa infertilidade nas mulheres

A Síndrome do Ovário Policístico, também conhecida pela sigla SOP, é uma desordem endócrina que atinge cerca de 15% das mulheres em idade reprodutiva em todo o mundo e é uma das principais causadoras da infertilidade. “Durante o processo de ovulação, é normal o aparecimento de cistos, que fazem parte do funcionamento dos ovários e desaparecem a cada ciclo menstrual.

A SOP interfere neste processo de ovulação devido ao desequilíbrio hormonal, fazendo com que estes cistos permaneçam ali e modifiquem a estrutura ovariana, tornando o órgão até três vezes maior que o tamanho normal”, explica a farmacêutica Luisa Saldanha, diretora técnica da Pharmapele.

Segundo a especialista, as causas da SOP ainda não são totalmente conhecidas. Porém, acredita-se que alguns fatores como a genética e, principalmente, a resistência insulínica tem relação com a origem do distúrbio, pois levam ao desequilíbrio hormonal.

“Os sintomas variam de pessoa para pessoa, assim como a gravidade da doença. A falta de ovulação, a menstruação anormal e altos níveis de hormônios masculinos são os principais sinais da síndrome. Porém, outros sintomas como o aumento de pelos no rosto, seios e abdômen, a formação de acne e o ganho de peso também podem indicar a presença do distúrbio”, afirma. “Além disso, em casos mais graves, podem surgir complicações a longo prazo como diabetes, doenças cardiovasculares e câncer do endométrio.”

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O diagnóstico da síndrome dos ovários policísticos é feito por meio de exames clínicos e laboratoriais como o ultrassom ginecológico e a verificação dos níveis de hormônios através do exame de sangue. Já para o tratamento da SOP, manter uma dieta leve e balanceada acompanhada da prática de exercícios físicos é fundamental para a melhora da resistência insulínica, fertilidade e a regulagem da ovulação.

“A parte medicamentosa do tratamento consiste no controle dos sintomas e complicações. Por isso, são receitados anticoncepcionais para regular o ciclo menstrual, indutores de menstruação para ajudar no processo de ovulação, hipoglicemiantes para controlar a resistência insulínica, além de medicamentos para reverter o quadro de infertilidade”, destaca a farmacêutica.

Recentemente, estudos descobriram que uma molécula que nosso corpo produz a partir da glicose chamada de inositol também pode melhorar os sintomas associados com a síndrome dos ovários policísticos, especialmente os inositóis Mio-inositol (MI) e D-Chiro Inositol (DCI).

“Baixos níveis de DCI foram observados em pessoas com resistência à insulina e SOP, dando suporte a teoria de que estes pacientes experimentam uma severa desregulação do metabolismo de inositol. Por isso, a administração de ambas as isoformas do inositol é um tratamento simples e seguro que age sobre a modulação da insulina, melhorando assim a função ovulatória e diminuindo as concentrações de andrógenos”, explica a especialista.

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De acordo com Luisa Saldanha, outros ativos também podem ser suplementados junto com o tratamento medicamentoso convencional para otimiza-lo e diminuir a ocorrência de efeitos colaterais. Por exemplo, a suplementação da Coenzima Q10 reduz o stress oxidativo e melhora a ovulação. Já o Extrato de feno-grego (50%) favorece a redução dos cistos e o retorno do ciclo menstrual normal.

“É importante que antes de tomar qualquer medicamento você consulte um médico. Cabe a ele a avaliação do melhor tratamento, levando sempre em conta fatores como os sintomas, as complicações e a pretensão da paciente de engravidar ou não”, finaliza.

Fonte: Pharmapele é uma rede de farmácias de manipulação, com 30 anos de experiência em medicamentos personalizados e cosméticos de tratamento

Clínica alia procedimentos estéticos e acompanhamento nutricional

A clínica Emagresse, unidade Bosque da Saúde, oferece um novo conceito na prestação de serviços na área de estética e da beleza, na zona Sul da cidade de São Paulo. Com equipamentos de alta tecnologia que possibilitam melhora e eficácia dos procedimentos estéticos em diversas partes do corpo. O diferencial é que os tratamentos são completos, com acompanhamento nutricional, ou seja, transformam os clientes por meio da qualidade de vida.

A EmagreSee dispõe de tratamentos corporais e faciais exclusivos e alia tecnologia com a qualificação de profissionais para obter sucesso nos resultados. São mais de 30 procedimentos oferecidos pela clínica, entre eles a carboxiterapia, enzimas, lipocavitação, microvasos, além das terapias combinadas e tratamentos específicos para estrias, flacidez e celulite.

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O nome EmagreSee também surgiu deste pensamento de transformação. É a combinação da palavra emagrecimento com outra, em inglês, see, que faz referência ao “ver”, neste caso, se ver magro ou magra.

A clínica é comandada pela advogada Ana Elisa Cervantes, que enxergou um mercado promissor no setor da estética, deixando de lado sua carreira. A empresária e seu marido apostaram nessa franquia pela metodologia de tratamento clínico eficaz, pois, como foi dito, são procedimentos aliados a um programa nutricional exclusivo de emagrecimento.

“Sempre fui apaixonada por nutrição e por influenciar pessoas a se manterem saudáveis. A EmagreSee é o casamento perfeito no qual a estética se alia a este processo de emagrecimento e a um estilo de vida. É um sonho que estou realizando”, explica a empresária.

É importante lembrar, ainda, que o setor beleza/estética está na contramão da economia do país, ou seja, uma área que desconhece a palavra crise. O balanço consolidado do setor de franquias em 2017, apurado na Pesquisa de Desempenho realizada pela ABF – Associação Brasileira de Franchising, confirmou o crescimento de 8% da receita, fechando o ano com um faturamento de R$ 160 bilhões.

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EmagreSee –  Avenida do Cursino, 1274 – Bosque da Saúde

Saiba como funciona o tratamento para depressão

Tristeza profunda, angústia, falta de energia e perda de interesse em atividades cotidianas são os principais sintomas da depressão. Quando essas alterações de humor são persistentes, a qualidade de vida e a capacidade produtiva de uma pessoa ficam comprometidas, podendo afetar a execução de tarefas do dia a dia, a relação com amigos e familiares e, em casos mais graves, a vontade de viver.

Além dos sintomas citados, há outros sinais que devem ser levados em conta na hora de buscar um tratamento para depressão. Entre eles estão desesperança, pessimismo, irritabilidade e problemas físicos, como aumento ou diminuição de sono, de apetite e de libido; ganho ou perda de peso anormal; dores no corpo e de cabeça; alterações gastrointestinais e falta de concentração, atenção e memória.

“É importante diferenciar a tristeza da depressão de períodos de tristeza que ocorrem em algumas fases da vida, como por exemplo durante o luto ou por fatores estressores de forma geral. Existe uma tristeza que pode ser normal, e a tristeza patológica. Na depressão, a tristeza tem duração de pelo menos duas semanas, está presente na maior parte do dia e permanece durante vários dias. Paralisa, e não gera reflexão. Pode tirar a perspectiva de futuro e a alegria de fazer coisas que a pessoa sentia prazer em realizar antes – é o que chamamos de anedonia”, afirma Luana Harada, psiquiatra do Hospital Santa Mônica.

Ela completa: “É como ficar preso dentro da sua própria angústia e não ter mais esperança de melhorar. A visão fica mais pessimista, o sentimento de culpa e inferioridade ficam mais intensos. Dentro de um estado de tristeza intensa e persistente, sem sentir prazer em viver, sem perspectiva de futuro e marcada desesperança, temos que ficar atentos ao risco de suicídio que um episódio depressivo pode gerar”,

O transtorno depressivo pode ser causado pela interação de diversos fatores biológicos, psicológicos e ambientais, ou ser um efeito secundário do uso de medicamentos indicados para curar outras doenças ou do abuso de drogas e bebidas alcoólicas, por exemplo, sendo necessário um diagnóstico diferenciado. Eventos traumáticos, baixa autoestima, histórico familiar da doença e vulnerabilidade social também são fatores de risco.

De acordo com estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS), aproximadamente 350 milhões de pessoas de diferentes idades em todo o mundo sofrem com essa doença, no Brasil afeta aproximadamente 11,5 milhões de brasileiros. Apesar de ser mais comum entre as mulheres, a depressão masculina também é expressiva e deve ser cuidada com a mesma atenção.

Diante da importância desse tema, separamos algumas questões para explicar e sanar as principais dúvidas sobre o tratamento para depressão.

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Quando procurar ajuda?

O diagnóstico precoce da depressão é um dos fatores que mais contribuem para o sucesso do tratamento e para o controle da doença. Existem casos em que os sintomas se confundem com os de outras enfermidades, por isso, é importante reconhecer que há algo errado e procurar ajuda de especialistas o mais rápido possível, principalmente quando o estado depressivo demora a passar e começa a refletir em outros aspectos da vida.

Ao fazer uma avaliação completa e detalhada, a equipe de profissionais conseguirá distinguir se os sintomas são patológicos, transitórios ou decorrentes de outros problemas médicos e neurológicos, indicando o tratamento mais adequado para o nível da doença, que pode ser leve, moderado ou grave.

Algumas pessoas têm receio em procurar um tratamento especializado, pois acreditam que ficarão isoladas e sofrerão preconceito. Em consequência disso, tentam curar a depressão de formas variadas, se automedicando ou recorrendo ao consumo de drogas ilícitas e álcool, o que pode levar à piora significativa da doença e até mesmo à dependência química.

Buscar informações sobre a doença, conhecer as opções de tratamento e receber orientação profissional são as melhores formas de reverter um quadro depressivo. Outra questão essencial em todo o processo é compartilhar os problemas e contar com o apoio de parentes e amigos próximos.

Por que tratar a depressão é importante?

A depressão é uma doença incapacitante, que prejudica diversas áreas da vida do paciente, inclusive profissional, amorosa e familiar. Um paciente com um episódio depressivo leve, por exemplo, pode ter dificuldade em realizar tarefas simples e diárias; quem apresenta um quadro moderado está mais propenso a abandonar o trabalho, as responsabilidades domésticas e as atividades sociais; já aquele que apresenta episódio depressivo grave pode ter crises profundas e pensamentos suicidas frequentes.

Quando diagnosticada corretamente, a depressão deve ser tratada de maneira séria e completa, com o objetivo de amenizar os sintomas, evitar a cronificação da doença, minimizar as recaídas e aumentar a qualidade de vida do paciente. Interromper o tratamento quando há alguma melhora logo no início pode levar a consequências negativas no futuro. Assim, seguir com as orientações pelo tempo determinado pelos profissionais é fundamental para o controle do transtorno.

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Qual tratamento é o mais indicado?

O melhor tratamento para depressão é aquele elaborado de forma personalizada para atender às necessidades de cada paciente. Para isso, uma equipe multidisciplinar deve ser consultada a fim de analisar as especificidades dos sintomas, acompanhar os resultados e modificar as estratégias ao longo do tempo caso seja necessário.
Ainda que não sejam universais, alguns tratamentos são mais recomendados por sua eficácia comprovada. Confira abaixo:

Psicoterapia

Em alguns casos leves, a psicoterapia pode ser suficiente para controlar e melhorar os sintomas da depressão. Existem diferentes abordagens psicoterapêuticas, tais como a terapia ocupacional, a terapia em grupo, a psicanálise, a terapia cognitivo-comportamental, entre outras. O método escolhido pode variar de acordo com os sintomas, a personalidade do paciente e a confiança no terapeuta.

De modo geral, as psicoterapias auxiliam o paciente a se conhecer melhor e a identificar seus pensamentos e comportamentos negativos de forma a buscar novas formas de lidar com os conflitos e as relações interpessoais. Esse tipo de tratamento também é indicado para os episódios depressivos moderados e graves, mas normalmente é feito em conjunto com o uso de medicamentos.

Medicamentos

Há uma grande variedade de medicamentos indicados para o tratamento da depressão, que agem de maneiras diferentes no organismo para controlar a doença. Todos devem ser administrados sob orientação médica devido a possíveis efeitos colaterais e interação com outros remédios.

Os antidepressivos são os mais conhecidos e atuam diretamente no sistema nervoso, normalizando os fluxos de neurotransmissores como a serotonina, a noradrenalina e a dopamina. O tratamento para depressão também pode incluir ansiolíticos – utilizados para diminuir a ansiedade – e antipsicóticos – indicados em casos de perturbações psicóticas.

“Os antidepressivos serão escolhidos de acordo com perfil de efeito colateral de cada medicação e discussão destes efeitos com o paciente; quais doenças clínicas (por ex. diabetes, hipertensão) e medicações em uso (uma vez que pode existir interação medicamentosa); o uso prévio de antidepressivo que paciente possa ter feito (prevendo a chance de resposta ou não à medicação escolhida) ”, afirma Luana Harada.

A psiquiatra reforça “é importante frisar que o antidepressivo não tem melhora imediata, levando pelo menos 14 dias para iniciar o seu efeito, e também inicialmente pode piorar sintomas ansiosos – é uma informação que passo aos pacientes para não descontinuar o uso da medicação, caso os efeitos adversos sejam tolerados, e também há medicações usadas no início do tratamento que ajudam o desconforto no início do tratamento”. O uso da medicação tem que ser contínuo durante o tratamento, existem medicações que causam desconforto caso não sejam tomadas diariamente e também atrapalham a resposta terapêutica, podendo até piorar sintomas ansiosos e depressivos.

Para saber mais sobre depressão, visite o site Tratamento da Depressão do Hospital Santa Mônica, clicando aqui.

 

Ozonioterapia é uma das novas práticas de medicina complementar adotadas pelo SUS

A Ozonioterapia é uma técnica que utiliza a mistura de gases medicinais, oxigênio e ozônio, com o objetivo de tratar doenças graves como câncer, dores e inflamações crônicas (hérnia de disco), infecções variadas (hepatites e herpes), além de feridas, queimaduras e problemas vasculares em que haja redução do fluxo sanguíneo.

A terapia com o “Ozônio Medicinal” é natural, tem poucas contraindicações e efeitos secundários mínimos, se realizada corretamente. O procedimento é simples, seguro e de baixo custo o que é uma vantagem quando aplicado na rede pública de saúde por causa da redução drástica nos gastos com medicamentos.

A aplicação do ozônio medicinal pode ser feita por meio do gás retido dentro de bolsas plásticas para tratamento de feridas; com água ou óleo ozonizado para facilitar a cicatrização; injetado na forma de gás por via subcutânea, intra-articular e nas cavidades naturais (reto, bexiga, vagina) e até mesmo misturado aos líquidos biológicos, com o objetivo de melhorar a oxigenação e a função do sistema imunológico.

“Mais recentemente, vem surgindo novas aplicações da Ozonioterapia e seu uso está sendo ampliado para o tratamento de autismo, derrames cerebrais isquêmicos, esclerose múltipla e como terapia de suporte no tratamento de tumores malignos”, acrescenta a presidente da Aboz – Associação Brasileira de Ozonioterapia, Maria Emília Gadelha Serra, uma das maiores especialistas brasileiras no assunto.

A Ozonioterapia é utilizada na Alemanha desde a 1ª. Guerra Mundial, país onde os seguros de saúde remuneram os procedimentos desde a década de 1980. Os sistemas públicos de saúde da China, Rússia, Espanha, Portugal, Grécia e Cuba também disponibilizam a técnica para a população há várias décadas. “Nos países em que o uso medicinal do ozônio é reconhecido, houve redução de 27% no consumo total de antibióticos e de 22% no consumo de analgésicos opioides e não opioides”, explica a médica.

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Foto: Thessvelonismos

A Aboz é membro atuante da Federação Mundial de Ozonioterapia (World Federation of Ozone Therapy – WFOT) e vem trabalhando há mais de uma década para que a técnica esteja disponível no Sistema Único de Saúde brasileiro. Emília enumera as possibilidades e ganhos que teriam os pacientes do SUS com a implantação da Ozonioterapia no Brasil:

1. Diminuição do tempo de recuperação dos pacientes afetados por doenças em que a Ozonioterapia é eficaz;

2. Diminuição da morbidade de diversas doenças, com ganho na qualidade de vida -redução de até 80% da taxa de amputação de membros de pacientes com gangrena diabética (Calderon, Universidade Haifa – Israel), com consequente resultado na manutenção da autoestima destes pacientes e melhora da qualidade de vida e da aptidão ao trabalho, reduzindo as taxas de invalidez e aposentadoria;

3. Redução do custo do tratamento de várias doenças crônicas – redução de até 90% dos custos no tratamento de feridas crônicas em membros inferiores e gangrenas diabéticas (Menendez, Centro de Investigaciones Del Ozono – Cuba), em função da velocidade de cicatrização mais rápida e consequente diminuição do tempo de internação;

4. Diminuição na compra de medicamentos de alto custo, por aumentar a eficácia dos mesmos – estimativa de redução em até 30% do Custo do SUS pela introdução do uso do ozônio medicinal em outras patologias previstas em protocolos com experiência internacional (hepatites crônicas e hérnias de disco, por exemplo);

5. Diminuição no número de procedimentos de alta complexidade associados ao uso de equipamentos cirúrgicos de alta tecnologia;

6. Redução de internações recorrentes e desnecessárias, principalmente em pacientes com feridas crônicas;

7. Redução no número de pacientes internados devido às infecções oportunistas, hospitalares e dos efeitos colaterais;

8. Diminuição nos deslocamentos domiciliares;

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Insira uma legenda

9. Reabilitação precoce do indivíduo, que pode retornar às suas atividades laborais e demais atividades da vida diária com menor custo sócio familiar, em especial os pacientes afetados por dores crônicas;

10. Diminuição dos efeitos colaterais associados à quimioterapia e radioterapia.

Fonte: Aboz

 

 

Ministério da Saúde inclui dez novas práticas integrativas no SUS

A partir de agora, serão 29 procedimentos ¿ até então eram 19. Em 2017, foram realizados mais de 1,4 milhão de atendimentos aos usuários, como acupuntura, auriculoterapia e yoga

Pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) serão beneficiados com dez novas Práticas Integrativas e Complementares (PICS). Os tratamentos utilizam recursos terapêuticos, baseados em conhecimentos tradicionais, voltados para curar e prevenir diversas doenças, como depressão e hipertensão. São elas: apiterapia, aromaterapia, bioenergética, constelação familiar, cromoterapia, geoterapia, hipnoterapia, imposição de mãos, ozonioterapia e terapia de florais. Com as novas atividades, ao todo, o SUS passa a ofertar 29 procedimentos à população.

“O Brasil passa a contar com 29 práticas integrativas pelo SUS. Com isso, somos o país líder na oferta dessa modalidade na atenção básica. Essas práticas são investimento em prevenção à saúde para evitar que as pessoas fiquem doentes. Precisamos continuar caminhando em direção à promoção da saúde em vez de cuidar apenas de quem fica doente”, ressaltou o ministro Ricardo Barros.

A inclusão foi anunciada nesta segunda-feira (12), no Rio de Janeiro (RJ), durante a abertura do 1º Congresso Internacional de Práticas Integrativas e Saúde Pública (Intercongrepics). Além das dez novas inclusões, também será publicada uma portaria que definirá as diretrizes e modo de implantação dos procedimentos termalismo/crenoterapia e medicina antroposófica, que já eram oferecidas no SUS de forma experimental.

Confira a apresentação

Em 2006, quando foi criada a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) eram ofertados apenas cinco procedimentos. Após 10 anos, em 2017, foram incorporadas 14 atividades, chegando as 19 práticas disponíveis atualmente à população: ayurveda, homeopatia, medicina tradicional chinesa, medicina antroposófica, plantas medicinais/fitoterapia, arteterapia, biodança, dança circular, meditação, musicoterapia, naturopatia, osteopatia, quiropraxia, reflexoterapia, reiki, shantala, terapia comunitária integrativa, termalismo social/crenoterapia e yoga.

As terapias estão presentes em 9.350 estabelecimentos em 3.173 municípios, sendo que 88% são oferecidas na Atenção Básica. Em 2017, foram registrados 1,4 milhão de atendimentos individuais em práticas integrativas e complementares. Somando as atividades coletivas, a estimativa é que cerca de 5 milhões de pessoas por ano participem dessas práticas no SUS.

Atualmente, a acupuntura é a mais difundida com 707 mil atendimentos e 277 mil consultas individuais. Em segundo lugar, estão as práticas de Medicina Tradicional Chinesa com 151 mil sessões, como taichi-chuan e liangong. Em seguida aparece a auriculoterapia com 142 mil procedimentos. Também foram registradas 35 mil sessões de yoga, 23 mil de dança circular/biodança e 23 mil de terapia comunitária, entre outras.

Evidências científicas têm mostrado os benefícios do tratamento integrado entre medicina convencional e práticas integrativas e complementares. Além disso, há crescente número de profissionais capacitados e habilitados e maior valorização dos conhecimentos tradicionais de onde se originam grande parte dessas práticas. No ano passado foram capacitados mais de 30 mil profissionais.

 

Implantação

A Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC), publicada em 2006, instituiu no SUS abordagens de cuidado integral à população por meio de outras práticas que envolvem recursos terapêuticos diversos. Desde a implantação, o acesso dos usuários tem crescido.

A política traz diretrizes gerais para a incorporação das práticas nos serviços e compete ao gestor municipal elaborar normas para inserção da PNPIC na rede municipal de saúde. Os recursos para as PICS integram o Piso da Atenção Básica (PAB) de cada município, podendo o gestor local aplicá-los de acordo com sua prioridade. Alguns tratamentos específicos, como acupuntura recebem outro tipo de financiamento, que compõe o bloco de média e alta complexidade. Estados e municípios também podem instituir sua própria política, considerando suas necessidades locais, sua rede e processos de trabalho.

Confira cada uma das dez novas práticas:

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Apiterapia – método que utiliza produtos produzidos pelas abelhas nas colmeias como a apitoxina, geleia real, pólen, própolis, mel e outros.

Aromaterapia – uso de concentrados voláteis extraídos de vegetais, os óleos essenciais promovem bem estar e saúde.

Bioenergética – visão diagnóstica aliada à compreensão do sofrimento/adoecimento, adota a psicoterapia corporal e exercícios terapêuticos. Ajuda a liberar as tensões do corpo e facilita a expressão de sentimentos.

Constelação familiar – técnica de representação espacial das relações familiares que permite identificar bloqueios emocionais de gerações ou membros da família.

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Cromoterapia – utiliza as cores nos tratamentos das doenças com o objetivo de harmonizar o corpo.

Geoterapia – uso da argila com água que pode ser aplicada no corpo. Usado em ferimentos, cicatrização, lesões, doenças osteomusculares.

Hipnoterapia – conjunto de técnicas que pelo relaxamento, concentração induz a pessoa a alcançar um estado de consciência aumentado que permite alterar comportamentos indesejados.

Imposição de mãos – cura pela imposição das mãos próximo ao corpo da pessoa para transferência de energia para o paciente. Promove bem-estar, diminui estresse e ansiedade.

Ozonioterapia – mistura dos gases oxigênio e ozônio por diversas vias de administração com finalidade terapêutica; promove melhoria de diversas doenças. Usado na odontologia, neurologia e oncologia.

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Terapia de Florais – uso de essências florais que modifica certos estados vibratórios. Auxilia no equilíbrio e harmonização do indivíduo

Por Carolina Valadares, da Agência Saúde

 

 

Diferenças entre o preenchimento facial com ácido hialurônico e toxina botulínica

Muitos enganos surgem em torno dos tratamentos estéticos faciais minimamente invasivos, principalmente relacionados ao ácido hialurônico e à toxina botulínica A. Cada um dos procedimentos possui ações e finalidades distintas, que tornam de extrema importância o esclarecimento do assunto entre profissionais e pacientes.

A aplicação de toxina botulínica A está entre os tratamentos estéticos mais realizados no mundo, segundo a Sociedade Internacional de Cirurgias Plásticas – ISAPS. Dentro desse recorte, o Brasil está em segundo lugar no ranking dos países que mais utilizam a substância, com 1.1 milhão de aplicação em 2015, sendo o primeiro lugar dos Estados Unidos. Em relação aos preenchedores faciais de ácido hialurônico, o maior estudo global de tendências de beleza realizado pela Allergan, “The Changing Face of Beauty: A Global Report”, revelou no ano passado que, no Brasil, 76% das mulheres entrevistadas já realizaram o procedimento ou consideram fazer.

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Sobre as atuações de cada substância, a dermatologista Gabriela Casabona esclarece que a toxina botulínica A relaxa a musculatura depressora, prevenindo e tratando rugas leves, vistas com a nossa face em movimento. Enquanto os preenchedores faciais de ácido hialurônico atuam devolvendo a projeção correta de cada ângulo, devolvendo volume às áreas onde a gordura foi perdida e suavizando linhas mais pesadas. Em alguns casos, os tratamentos podem ser complementares, de acordo com a necessidade de cada paciente.

O preenchimento labial, realizado com ácido hialurônico, está entre os procedimentos que mais geram dúvidas. Nesse caso, como a intenção é dar volume e contorno, não é possível realizar o procedimento com toxina botulínica A. Mas, se o paciente desejar suavizar a região perioral também conhecido como “código de barras”, entre a boca e nariz, a substância é permitida com cautela.

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Gabriela também ressalta que as rugas não são o alvo exato dos tratamentos: “O objetivo é sempre trazer a melhor versão do paciente. Assim, as aplicações também são feitas com a finalidade de restaurar a aparência descansada e leveza da face”. Sobre a durabilidade de cada um, a dermatologista lembra que a toxina botulínica A dura em média de quatro a seis meses e o preenchimento de um a dois- anos, dependendo da área do rosto em que é aplicada, da técnica e produto utilizado, além do metabolismo e dos hábitos de cada paciente.

O sucesso dos resultados de ambos tratamentos dependem de uma avaliação tridimensional da face, que analisará a harmonia do rosto de forma global, ao invés de tratar regiões separadas. Um procedimento bem feito, devolve a jovialidade e traz leveza com naturalidade, sem evidenciar a existência de um tratamento minimamente invasivo.

Por isso, é importante procurar um dermatologista ou cirurgião plástico para uma avaliação e assim, identificar o melhor tratamento para você.

Fonte: Allergan

Fios mais longos com tratamentos na Superlua Azul de Sangue

Até 6 de fevereiro, o SpaDios oferece protocolos capilares naturais regidos pela mudança da lua que estimulam o metabolismo e potencializam o crescimento em até 1,8 cm em 28 dias

Para quem sonha em ter cabelos mais compridos e saudáveis, aproveitar o período de maior influência da lua na Terra pode fazer a diferença. Essa é a filosofia do SpaDios, salão especializado em tratamentos capilares naturais e que oferecerá protocolos especialmente voltados para o crescimento das madeixas até 6 de fevereiro em todas em suas unidades em São Paulo, Rio de Janeiro e Goiânia.

Idealizado pelas sócias-fundadoras do salão e hair-specialists Renata Souza e Déia Dios, o Day Moon começou na quarta-feira (31), quando o céu ficou como não se via há 150 anos por conta da Superlua. O fenômeno, que já aconteceu no começo do mês, surge agora mais potencializado pelo eclipse lunar, uma Lua de Sangue e uma Lua Azul.

“Fazemos um estudo detalhado para saber o período em que a Lua estará com sua maior força para montar o calendário que privilegiará os tratamentos voltados para essa finalidade”, conta Renata Souza sobre o menu de tratamentos, que inclui Bordado ou Corte para remoção de pontas duplas e ressecadas sem alterar o comprimento do cabelo, Laser a Frio e Multivitaminas, que agem na a desobstrução do couro cabeludo, no estímulo da circulação sanguínea e na remoção das pontas duplas e secas, evitando que os fios quebrem ou enfraqueçam, entre outros.

Tudo acontece por conta das marés, que ficam mais revoltas nesse período e, como tudo o que é líquido acaba sendo influenciado na Lua Cheia, o corpo não é diferente, visto que é composto por 70% de água. Entre as técnicas oferecidas pelo salão com essa finalidade estão os protocolos de Para comprovar os resultados, é feita uma “marquinha” semelhante a uma mecha de reflexo bem próxima à raiz para medir o quanto os fios cresceram. Em média, o crescimento é de 1,8cm em 28 dias: 80% a mais que em dias fora da influência da Lua Cheia.

Entre as famosas que são adeptas do Day Moon no SpaDios estão Marina Ruy Barbosa, Cleo Pires, Fernanda Souza, Giovanna Antonelli, Mariana Ximenes, entre outras. Veja, abaixo, os tratamentos preferidos por cada uma delas:

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Marina Ruy Barbosa – entre os segredos das madeixas ruivas e longas está o Bordado, técnica de corte que consiste em revitalizar os fios e remover as pontas duplas, secas e danificadas, uma a uma. Sem alterar o corte e o comprimento, os cabelos ficam mais fortes para o crescimento.

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Mariana Ximenes – luz de Quartzo é ao preferido da atriz. “Trata-se de uma sucção realizada no couro cabeludo por meio de ventosas, que aumentam a irrigação do bulbo capilar, ajudando a desobstruir o folículo piloso através de leves movimentos, proporcionando o fortalecimento e o nascimento de novos fios”, destaca Déia Dios.

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Cleo Pires – o Detox Capilar é o eleito da atriz, já que ele é o responsável por eliminar o excesso de resíduos de xampu, finalizadores, poluição (que não saem com a lavagem comum), comprometendo a respiração do bulbo capilar e, consequentemente, crescer. Uma boa limpeza permite que ele cresça mais resistente.

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Fernanda Souza – o recurso do Laser a Frio é o adotado pela atriz para acelerar o processo de crescimento dos fios. Esse aparelho estimula a circulação local através da luz e de um leve estímulo de choque. A ação acontece na papila capilar (onde os fios são gerados), consequentemente, esses estímulos ajudam muito no crescimento e nascimento de novos fios.

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Giovanna Antonelli – responsável por garantir o brilho, maciez e nutrição das madeixas da atriz, a Infusão Capilar consiste na aplicação de um blend de ervas personalizadas para a remoção profunda de células mortas, resíduos de produtos e oleosidade excessiva, que dificultam o nascimento de novos fios.

 

Informações: SpaDios

Cor da arcada dentária pode interferir em resultado de procedimento

Uma mesma pessoa pode apresentar variações de cor na arcada dentária, podendo interferir no resultado do procedimento estético; Conselho Regional de Odontologia de São Paulo explica melhor a seguir

O clareamento dentário está entre os procedimentos estéticos mais procurados nas clínicas e consultórios odontológicos. Porém, o Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP) alerta que um sorriso mais claro depende de muitas variáveis, entre elas a cor original dos dentes. Sendo assim, duas pessoas podem se submeter ao mesmo tratamento, mas dificilmente obterão resultados idênticos.

A cor dos dentes – que pode ser influenciada por agentes externos ao longo da vida – é determinada pela dentina, tecido dental interno do elemento dental. Por cima vem o esmalte, transparente e translúcido. É nele que estão as moléculas de pigmento.

Cada dente de uma mesma pessoa ainda pode apresentar coloração diferente. Isso porque dependendo da região do dente, e diante da quantidade de esmalte sobre a dentina poderemos ter alteração da matriz (cor original do dente).

Os dentes incisivos, em geral são mais claros, enquanto os caninos e molares são mais escuros. Além disso, a tonalidade dos dentes da arcada de cima nem sempre é a mesma da debaixo.

Para identificar a coloração do dente do paciente o cirurgião-dentista pode utilizar uma escala ou o espectrofotômetro que mede a luz absorvida, transmitida ou refletida pelo dente. As tonalidades variam e vão do amarronzado ao cinza rosado.

Por isso, ao submeter-se a um procedimento de clareamento, é importante que o paciente tenha ciência de que o branco total, de forma igualitária em toda a arcada, pode ser muito difícil.

Sendo assim a dica é conversar com o cirurgião-dentista, esclarecendo todas as dúvidas previamente, além é claro de seguir a risca as orientações profissionais.

Hábitos que prejudicam a saúde e a estética

Além do procedimento estético de clareamento é importante ter atenção com alguns hábitos cotidianos para manter a saúde e a beleza do sorriso.

mulher escovando dentes
Foto: JanFidler/Morguefile

Não escovar os dentes – utilizando a pasta de dente com flúor, escova e fio dental – após as refeições, pode influenciar na coloração. Principalmente quando há ingestão excessiva de alimentos como café, do vinho, chá preto e etc.

cigarro queimando gde
Banco de imagens/Google

Outro vilão para o sorriso é o tabagismo. O cigarro conta com muitas substâncias tóxicas e entre elas estão a nicotina e o alcatrão que impregnam nos dentes, deixando-os amarelados.

Mesmo evitando todos esses maus hábitos é imprescindível consultar um profissional com regularidade e somente, após avaliação do mesmo se submeter a procedimentos odontológicos. Lembrando que receitas caseiras e a automedicação podem ser um perigo para a saúde.

dia do dentista mulher

Fonte: CROSP