Meu novo livro, O Fantasma do Rock, está à venda no site Amazon

A maioria dos seguidores do blog deve saber que eu sou jornalista, porém, também já escrevi livros como ghostwriter (quando seu nome não aparece, pois você escreve para alguém que tem a história/ideia, mas não sabe ou terá tempo de escrever) e um outro de contos com mais duas pessoas. Nós o bancamos e a edição foi pequena. Hoje, só tenho um exemplar.

Há três anos comecei a escrever um romance de ficção. Agora, só meu. Escrevia quando conseguia um tempo, por isso, demorou mais do que eu desejava. Em seguida, revisei e demorei – de novo – um pouco para registrá-lo, o que é importante para evitar plágios, por exemplo. E a maioria das editoras exige isso para avaliar a obra.

E eu enviei para algumas editoras, claro, pois quem não sonha em ver sua obra em grandes livrarias? O que só é possível quando uma editora está por trás para distribuir. Como não tive nenhum retorno, a não ser de algumas que se ofereciam para imprimir, mas comigo bancando, o que eu não tenho condições neste momento, resolvi publicá-lo em versão digital na Amazon.

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O tema? Bem, o título já entrega algumas coisas: O Fantasma do Rock. A trama mostra um vocalista de banda de rock que é encontrado morto e o ambiente e as condições levam a crer que ele tenha sofrido uma overdose. Porém, seu espírito não parte. Assim, ele acaba ficando “preso” em sua casa e tem a chance de descobrir o que as pessoas pensavam dele realmente ao ouvir suas conversas e comentários.

Graças a um casal de gatos, com o tempo, as pessoas mais próximas percebem que “ele continua” por por lá e, de alguma forma, buscam um jeito de se comunicar. Enquanto isso, ele relembra sua história com várias mulheres, a perda do filho, as mortes de pessoas queridas e seu relacionamento com os demais integrantes da banda.

É um livro para quem gosta de cultura pop, com muita, mas muita citação musical, e outras cinematográficas. Cada capítulo e subcapítulo traz como título o nome de alguma canção de rock. A história também tem alguns toques de espiritismo, apesar de eu não seguir essa religião. Portanto, espero não ter cometido alguma heresia.

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O Fantasma do Rock está à venda na Amazon e se você se interessar, clique aqui e irá para a página do site correspondente. 

 

 

 

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Telefone sem custo para prevenção do suicídio chega a mais oito estados

188, já em operação no Rio Grande do Sul, é operado pelo CVV resultado de convênio com o Ministério da Saúde

Em operação desde setembro de 2015, exclusivamente no Rio Grande do Sul, o 188, primeiro número sem custo de ligação para prevenção do suicídio, passará a funcionar a partir do dia 30 de setembro em mais oito estados: Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Piauí, Roraima, Acre, Amapá, Rondônia e Rio de Janeiro.

O serviço é operado pelo CVV (Centro de Valorização da Vida), entidade sem fins lucrativos que oferece esse serviço gratuitamente e de forma sigilosa há 55 anos. Em março deste ano, o CVV assinou convênio com o Ministério da Saúde expandindo o 188 para todo o território nacional de maneira gradual, o que deve ocorrer até 2020.

Com essa primeira expansão, passam a ser atendidos pelo 188 os cinco estados com maiores índices de suicídio do país*: Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Piauí e Roraima. Ao mesmo tempo, 21% da população brasileira reside nos nove estados atendidos, o que garante uma ampla cobertura já na primeira fase do projeto.

Sobre o CVV

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O CVV presta serviço voluntário e gratuito de apoio emocional para todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo. Mais de um milhão de atendimentos anuais são realizados por 2.000 voluntários pelo telefone 188 ou 141 (de acordo com a região), pessoalmente (nos mais de 70 postos de atendimento) ou pelo site da CVV via chat, Skype e e-mail.

Sobre o suicídio

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O suicídio é um problema de saúde pública que mata pelo menos um brasileiro a cada 45 minutos, mais do que a Aids e muitos tipos de câncer, porém pode ser prevenido em 9 de cada 10 casos. O movimento Setembro Amarelo, mês mundial de prevenção do suicídio, iniciado em 2015, visa sensibilizar e conscientizar a população sobre a questão.

*Dados do Ministério da Saúde

Fonte: CVV

Gisele Bündchen estrela campanha de aniversário da Vivara

A Vivara está completando 55 anos em 2017 e para comemorar está com uma nova campanha que traz novamente a übermodel Gisele Bündchen. As fotos foram feitas por Luciana Prezia, em junho, no Brasil. A direção de arte é de Giovanni Bianco, beleza de Daniel Hernandez e styling da Daniel Ueda. Confira o making of:

 

 

Coleção Powerful Primavera Verão 2017/18 da Contém1g Make-up

Nomes das cores que são tendências destas estações tiveram, como principal referência, mulheres inspiradoras e corajosas

A Contém1g Make-up acaba de lançar a nova coleção Powerful Primavera Verão 2017/18, totalmente inspirada nos diferentes tipos de beleza femininos. Com uma abordagem forte e atual, o lançamento explora cores que traduzem a essência e a profundidade do universo feminino e seguem as principais tendências mundiais de beleza e moda dessas estações. Os nomes dos produtos que compõem a coleção têm, como principal referência, dez mulheres inspiradoras e corajosas. A nova coleção é composta pelos seguintes produtos:

Para os olhos, os tons expressam o início sofisticado da temporada: os pigmentos assumem a luminosidade do acabamento metálico e as sombras compactas ganham acabamento opaco e intenso, traduzindo a essência da coleção.

Color Me Sombras compactas Contém1g Make-up – disponível em 4 cores:

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– Teresa Opaco
– Coretta Opaco
– Carlota Opaco
– Tarsila Acetinado
Preço de cada unidade: R$ 18,00

Pigmento Sombra em pó Metallic Contém1g Make-up – nas cores:

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– Clarice Metallic
– Valentina Metallic
Preço de cada unidade: R$ 34,00

Duo Blush Contém1g Make-up

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As bochechas ficam naturalmente coradas nesta coleção, com blushes de efeito natural. O Duo conta com as cores: Malala Opaco e Amélia Opaco.
Preço de cada unidade: R$ 83,00

Liquid Lips Batom Líquido Contém1g Make-up

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Grande destaque desta coleção, os lábios recebem tons presentes, repletos de vida e intensidade nas 2 cores:

– Frida Metallic
– Coralina Mate
Preço de cada unidade: R$ 55,00

Batom Color Effect FPS 8 Contém1g Make-up

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Promove cor intensa através de uma tecnologia inovadora, com alta concentração de pigmentos. Contém FPS 8, que reduz a formação dos radicais livres, causadores do envelhecimento precoce e protege contra os efeitos nocivos do sol. Possui textura cremosa e macia, com extrema cobertura na primeira aplicação. Disponível na cor Evita Intenso Cremoso.
Preço de cada unidade: R$ 42,00

Informações: Contém1g – Email: contato@contem1g.com.br – SAC 0800 7751300 (segunda-feira a sexta-feira, das 8h00 às 17h00, exceto feriados)

 

Repassa: consumo sustentável e economia colaborativa

Idealizado a partir dos objetivos do publicitário e empresário Tadeu Almeida em gerar impacto positivo na sociedade e na natureza, o Repassa chegou ao mercado como uma nova tendência, baseado nos verdadeiros conceitos de sustentabilidade, projetos sociais e qualidade. E também para trazer a acessibilidade necessária ao produto, vendedor e comprador. O mercado brasileiro de roupas usadas em excelente estado é muito grande e é aonde a empresa busca ser referência.

Além de tudo, o uso de roupas de segunda mão é uma tendência cada vez mais forte em todo mundo, já que agrega um importante valor: o consumo consciente, avesso ao ritmo descartável que chegamos hoje. Segundo o Ibope, existem mais de R$ 50 bilhões em roupas paradas no guarda-roupa das pessoas, que não usam 60% das roupas que têm. Mas, esse mercado está em forte crescimento, pois cada vez mais as pessoas compram peças gentilmente usadas e entendem melhor o conceito de utilidade do que se consome, e passam a acumular menos coisas.

“A indústria da moda é a segunda mais poluente do mundo e a forma mais eficiente de diminuir esse impacto é dando mais ciclos de vida para as nossas roupas. Afinal, uma peça gentilmente usada, é tão boa, bonita e útil quanto uma nova, mas é até 90% mais barata e muito mais exclusiva”, diz Tadeu.

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Só que muitas pessoas doam as peças que não usam mais, e por mais que estejam em excelentes condições, para um projeto social é muito melhor receber uma doação em dinheiro, que será usado diretamente em sua causa, do que em peças de roupa. Assim, o empresário juntou essas informações e definiu a missão da empresa: repassar o bem através das peças de roupa que não são mais usadas. “Na era da conexão, do compartilhamento, a gente repassa o tempo todo, mas só coisa boa, em que a gente acredita, então, o nome veio bem a calhar”, completa.

A versão beta da plataforma foi desenvolvida em 2015. Quem queria vender, fotografava e cadastrava as peças no site, e quando eram vendidas, os vendedores eram avisados e as enviavam pelos correios para quem comprou. A aceitação dos usuários foi ótima, mas nesse momento foi constatado que a maioria das pessoas não tem tempo nem paciência para fazer todo o trabalho que dá para vender algo pela internet.

Foi aí que o Repassa desenvolveu a Sacola do Bem, uma forma muito mais fácil de vender roupas pela internet sem ter trabalho algum. O cliente pede a Sacola do Bem pelo site no valor de R$ 14,99, recebe-a em casa e a enche com as peças que amou, mas não usa mais, e a envia de volta.

Com experiência, bom gosto e cuidados especiais na seleção das peças, a equipe do site faz todo o trabalho de curadoria e certificação, fotografia, cadastro, armazenamento e envio. O cliente não tem que fazer mais nada e recebe 60% do valor das vendas.

No momento em que pedem a sua sacola, os clientes também podem fazer um Repasse Solidário, escolhendo uma porcentagem de suas vendas para doar para uma das ONGs parceiras como Graacc, Fundação Abrinq, Mães da Sé e Saúde Criança.

Desde essa mudança no modelo da empresa, as compras também se multiplicaram, pois os compradores se sentem mais seguros ao verem fotos profissionais publicadas, ao saberem que a peça passou pela avaliação de profissionais treinados antes de ir para o ar e em saberem que as peças estão fisicamente com a equipe do Repassa e que vão recebê-las, além de poder devolvê-las sem custo algum.

Como a empresa assume todo o processo, também consegue anunciar produtos melhores, com fotos e descrições melhores, além de preços mais competitivos. Isso faz com que os compradores se sintam mais seguros para comprar e achem ofertas mais interessantes. O resultado é que todo mundo fica feliz: quem vende, quem compra e quem doa.

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“Muitas clientes entram em contato com a gente agradecendo e dizendo que vão divulgar para todas as suas amigas. Adoramos quando isso acontece e como achamos que toda boa ação deve ser retribuída, desenvolvemos uma forma justa de remunerar cada recomendação que um cliente faz de forma recorrente e em vários níveis de conexão” explica Tadeu.

O principal público do empreendimento é o feminino, de 20 a 40 anos, da classe A até a C. Normalmente, pessoas com maior poder aquisitivo vendem no site e quem quer economizar em peças de grandes marcas em excelente estado, compram. O público é bem dividido e com a consciência do consumo cada vez mais em alta, o nível de renda importa cada vez menos.

A empresa tem muito interesse em expandir no segmento masculino, que não tem tantas opções e, esse público, preocupa-se casa vez mais com o visual. Também estão nos planos a expansão no segmento kids, em que as peças são perdidas muito rápido, tendo sido usadas poucas vezes.

O Repassa ainda conta com a parceria de influenciadoras como Paty Scaringela, Lu Taboada e Luiza Sobral, que têm uma vitrine solidária dentro do site. Elas se aproximam de seus seguidores, que podem ter o que foi delas, ganham dinheiro no processo e ainda ajudam ONGs incríveis, passando valores de solidariedade e sustentabilidade.

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Por último, foi desenvolvido também um algoritmo de recomendação inteligente de peças, que envia sugestões por e-mail das roupas que podem ser interessantes para os seus usuários.

A empresa cresceu 420% desde o início do ano e a meta é crescer três vezes mais até o final de 2017. Outra meta do Repassa é estruturar pontos físicos de coleta e entrega de Sacolas do Bem, em que também serão expostos alguns produtos em destaque para venda.

Brinquedos que mantêm os pets ativos, saudáveis e sem estresse

Brincar faz bem à saúde dos pets. Além da diversão, os brinquedos estimulam as atividades cerebrais e mantêm os bichinhos de estimação ativos, saudáveis e felizes. A dica é da veterinária Flávia Cruz, coordenadora técnica da Petz: “Antigamente, era só a bolinha de tênis. Hoje, existe uma gama enorme de brinquedos, com variadas funções, como os interativos, por exemplo, que distraem os pets, principalmente, nos momentos em que eles ficam sozinhos”.

Com cores, formas, texturas e até sabores diferentes, os produtos atraem a atenção dos cães e gatos, auxiliando para que eles deixem de pegar os objetos da casa. “Mas é importante escolher brinquedos adequados para cada idade, peso e tamanho dos bichinhos”, orienta a veterinária. “Nunca dar uma bolinha pequena, por exemplo, para um cão grande, pois ele pode engasgar”, orienta a veterinária. Veja a seguir as dicas de Flávia para manter o bem-estar dos pets:

Os tipos de brinquedos:

1 – Interativos

brinquedo

São aqueles com buraquinhos para colocar petiscos ou bolinhas de ração. Quando o pet brinca, os petiscos são liberados. Estimulam o raciocínio, além de distrair e aliviar o estresse e a ansiedade dos que ficam muito tempo sozinhos. Mas é preciso ter cuidado para não exagerar na dose de ração e petiscos, para manter a dieta em dia.

2 – Caça

Tabby cat, Tiger Lily, playing with a toy catnip mouse
Warren Photographic

Para os gatos, o ideal são aqueles que simulam a “caça”, com barulho, para correr atrás, brigar e ficar mordiscando.

3 – Esconde-esconde

cachorro e gato brincando
Warren Photographic

Esconder os brinquedos pela casa para que os pets os encontrem estimula as atividades cerebrais e deixa a brincadeira mais interessante.

4 – Gastar energia

Sable-and-white Border Collie Lark, catching a Frisbee
Warren Photographic

Frisbee e bolinha são ótimos para fazer exercícios e ajudar a gastar energia, principalmente para as raças mais ativas. Eles estimulam o pet a correr atrás e a devolver ao tutor.

5 – Saúde bucal

Ginger cat, Benedict, 15 months old, playing with a mouse toy
Warren Photographic

Com corda, nylon ou borracha, existem brinquedos produzidos para auxiliar na limpeza dos dentes, ao mesmo tempo que satisfazem a necessidade de mastigação e distraem os pets. O ato de mastigar também alivia o estresse, mas não substitui a escovação diária.

Fonte: Petz

 

61% veem animais de estimação como membro da família

Pesquisa feita com internautas pelo SPC Brasil mostra que alimentação saudável, saúde e conforto para dormir são principais cuidados; apenas 8% associam seus animais de estimação à despesas financeiras e 46% dão preferência a lugares que permitem a presença de gatos ou cachorros

Alimentação saudável, cuidados com a saúde, bem-estar físico e mimos de todo tipo. Foi-se o tempo em que a expressão ‘vida de cão’ era usada como sentido negativo. Uma pesquisa inédita realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em todas as capitais com internautas que possuem ou são responsáveis financeiros por um animal de estimação revela que 61% dos entrevistados consideram seus pets como um membro da família. E para cuidar do bem-estar desses companheiros, eles gastam, em média, R$ 189,00 todos os meses, cifra que aumenta para R$ 224,00 entre os consumidores das classes A e B. Para quem recebe até dois salários mínimos, esse valor pode representar até 10% da renda familiar.

O levantamento revela ainda que um terço (33%) dos donos de pets admite que na hora das compras sempre opta por itens que vão além do básico e 21% nunca deixam de comprar algo para seus animais de estimação por falta de dinheiro.

No total, 76% dos brasileiros com acesso à internet possuem animação de estimação, sendo que os mais comuns são os cachorros (79%), gatos (42%) e pássaros (17%). Completam o ranking os peixes (13%), tartarugas (6%) e roedores (5%), como coelhos, camundongos, furões e porquinhos da índia.

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52% dos entrevistados compram ração premium, 37% dos animais de estimação sempre tomam banho em pet shop e 13% fazem tratamentos estéticos com frequência

De acordo com a pesquisa, os produtos e serviços mais adquiridos no dia a dia para cuidados com cães ou gatos são as rações (88%), seguidas dos xampus e condicionadores (57%), petiscos (52%), medicamentos e vitaminas (50%) e brinquedos (44%). Com perfil mais exigente, mais da metade (52%) dos entrevistados disse que só alimenta seus animais de estimação com rações da linha premium, que são mais adequadas para o porte e raça de seus pets, sobretudo os entrevistados das classes A e B (62%). Há ainda 21% de tutores entrevistados que oferecem comida natural, feitas exclusivamente para os cães e gatos.

Considerando os produtos e serviços utilizados com mais frequência, a lista é liderada pelas vacinas (63%), idas ao veterinário (44%) e banhos em pet shop (37%). Outros serviços realizados constantemente e que merecem destaque são os tratamentos estéticos (13%), gastos com passeadores de cachorros (13%), tratamentos dentários (9%), tratamentos contra obesidade (8%), acompanhamento comportamental (8%), adestramento (7%) e idas a creches (7%).

Indagados sobre produtos e serviços que gostariam de adquirir, mas não o fazem por falta de condições financeiras, a pesquisa revela que planos de saúde (33%), serviços de spa (23%), assinaturas mensais de caixas com brinquedos (20%) e idas frequentes ao veterinário (20%) são os mais citados.

Para o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, o tratamento humanizado dos pets é uma tendência que abre inúmeras oportunidades de negócios e evidencia a força de um mercado bilionário que já é realidade e deve se diferenciar ainda mais nos próximos anos. “A composição da cesta de compras dos donos de animais de estimação está mudando. É cada vez maior a demanda por cuidados especializados, além de produtos que atendem às características específicas dos animais. Moda e estética, alimentação saudável, hospedagem, atendimento em casa, exercícios físicos e saúde comportamental são algumas das áreas que deverão se desenvolver intensamente nos próximos anos”, afirma Pellizzaro Junior.

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Pixabay

41% participam de eventos e comunidades do universo pet; cuidados com a saúde do animal é fonte de atenção de 79% dos entrevistados

A troca de experiências assume um papel fundamental entre os entrevistados: 41% dos donos de pets participam de eventos e comunidades ligadas ao universo pet, seja por meio de redes sociais (29%) ou encontros presenciais (10%). Além disso, 93% dos entrevistados assumem o hábito de procurar informações sobre os produtos e serviços que adquirem para seus pets, sendo que as referências mais comuns são com o veterinário de confiança (61%), sites especializados (47%), amigos ou familiares (32%) e redes sociais (32%).

As pequenas lojas de bairro especializadas em produtos para animais (53%) despontam entre os locais onde os consumidores mais fazem compras, mas 20% optam pelas grandes redes de pet shops. Os supermercados são citados por 16% da amostra. Para definir o local de compra, são levados em consideração principalmente o preço (59%), qualidade dos produtos e serviços (49%) e a confiança no estabelecimento (44%). As compras à vista predominam, seja em dinheiro (42%) ou no cartão de débito (20%). Já o cartão de crédito é usado por 34% desses consumidores.

Em sintonia com a importância que os tutores dão ao bem-estar de seus animais de estimação, quase a totalidade (99%) dos entrevistados garante cuidar de alguma forma da saúde de seus pets, sendo que 63% zelam pela higiene, como banho e tosa e 58% mantém os exames periódicos e as vacinas em dia. Há, ainda, 55% que evitam oferecer alimentos não recomendados como doces e itens gordurosos e 51% que procuram dar uma alimentação balanceada.

De acordo com os entrevistados, as principais prioridades para quem tem um animal de estimação como cão, gato ou roedor, é proporcionar alimentação saudável (79%) aos pets, além de cuidados com a saúde (79%) e confortos para dormir (58%) – neste último caso, 23% dos entrevistados disseram que o pet costuma dormir no mesmo quarto que o dono. Os passeios (55%), atividades físicas (47%) e banhos em casa (46%) também são lembrados, indicando que a disposição dos donos vai além de meramente garantir comida e abrigo para seus companheiros.

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Reprodução Facebook Luz, Câmera, Ação!

Apenas 8% associam seus pets a gastos financeiros e 46% dão preferência a lugares que permitem presença de pets

A pesquisa demonstra que os tutores não veem seus animais de estimação como mera fonte de despesas ou mais uma dentre tantas responsabilidades no dia a dia. Tanto que, apenas 8% dos entrevistados associam seus animais de estimação a gastos financeiros e somente 2% o veem como sinônimo de problemas ou dores de cabeça. Os principais sentimentos despertados entre os entrevistados são amor (61%), alegria (61%), companheirismo (59%) e amizade (52%). Há ainda 21% que veem seus pets como o guardião da casa. Para os entrevistados, os aspectos negativos de se ter um pet são não ter com quem deixá-lo quando viajam (53%) e a sujeira em casa (47%).

A dimensão afetiva ainda ganha outros contornos. Muitos gostariam de integrar seus animais de estimação a outras esferas da vida cotidiana que vão além de suas residências. Seis em cada dez (62%) entrevistados sentem falta de espaços públicos que permitam a permanência de pets, como restaurantes, lojas, shopping centers etc. Além disso, uma parcela expressiva afirma dar preferência a lugares onde a presença dos animais é permitida (46%).

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Adoção foi escolha de quatro em cada dez donos de pets, mas 32% compraram animal de estimação

Sobre o perfil dos internautas donos de animais de estimação, a pesquisa mostra um relativo equilíbrio: 50% são mulheres contra 50% de homens; 54% pertencem às classes C, D e E e 46% às classes A e B. A maioria tem entre 25 e 44 anos (58%) e mora em casas (77%). Os que moram em apartamentos somam 23% da amostra e 82% cuidam pessoalmente de seu pet.

Pouco mais da metade estão com seus animais de estimação há mais de cinco anos (55%). Os que ganharam seus pets de presente são 45% da amostra, mas também se pode notar uma proporção similar (42%) que resolveu adotar um animal. Neste último caso, 27% adotaram quando viram o animal abandonado ou perdido na rua e 13% recorreram a uma instituição especializada. Os que compraram o animal de estimação somam 32% da amostra.

Dentre os que compraram seus pets ao invés de optarem pela adoção, as principais justificativas são o desejo de ter uma raça específica (61%), saber as características de antemão (16%) e por não encontrarem um animal para adoção que se adequasse ao perfil procurado (9%). Por outro lado, 45% dos que adotaram tomaram essa decisão por não concordarem com a venda de animais.

gato e cachorro amigos

Metodologia

Em um primeiro levantamento foram ouvidas 796 consumidores com o objetivo de identificar o percentual de entrevistados que possuem animais de estimação. Em seguida, um novo levantamento foi realizado com 610 casos para identificar as características das pessoas que têm animal de estimação. Resultando, uma margem de erro no geral de 3,5 p.p para o primeiro levantamento e 4,0 p.p para o segundo levantamento. Em ambos os casos trabalhou-se com um intervalo de confiança a 95%.

Se quiser ver a íntegra da pesquisa, clique aqui.

Fonte: SPC Brasil

Por que fumar em filmes influencia as crianças?

Não há desculpa para continuar a exibir cenas de tabagismo em filmes que são feitos para crianças

Queremos acreditar que estamos criando nossos filhos para pensar por si mesmos, e não para escolher coisas não saudáveis, só porque “as crianças legais” estão fazendo isso ou aquilo. Mas pesquisas mostram que, quando se trata do tabagismo, as crianças são fortemente influenciadas por algumas pessoas que consideram “mais legais” que outras: os atores dos filmes.

“Há um relacionamento de dose-dependência: quanto mais as crianças veem fumantes nas telas, é mais provável que fumem”, disse Stanton Glantz, professor e diretor da Universidade da Califórnia, São Francisco, do Centro de Pesquisa e Educação em Controle do Tabaco. Ele é um dos autores de um novo estudo que descobriu que os filmes populares estão mostrando mais o uso do tabaco nas telas.

“As evidências mostram que esse é o maior estímulo único para fumar, superando o exemplo dos pais, a influência dos amigos ou até mesmo a publicidade de cigarros”, afirma o pediatra e homeopata Moises Chencinski.

Os estudos epidemiológicos demonstram que se você controla todos os outros fatores de risco para o tabagismo (se os pais fumam, atitudes em relação à tomada de risco, status socioeconômico e assim por diante), os adolescentes mais jovens que estão mais expostos ao tabagismo nos filmes apresentam de duas a três vezes mais probabilidade de começar a fumar em comparação com as crianças expostas levemente aos mesmos estímulos.

Aqueles cujos pais fumam são mais propensos a fumar, defendem as pesquisas, mas a exposição ao tabagismo nos filmes pode superar o benefício de ter pais que não fumam. Em um estudo, filhos de pais que não fumavam, com uma forte exposição ao tabagismo nos filmes, eram tão propensos a fumar quanto os filhos de pais que fumavam com forte exposição ao tabagismo nos filmes. Para Glantz e  os outros pesquisadores do tema, isso faz do tabagismo nos filmes uma “toxina ambiental”, um fator que ameaça as crianças.

“Não há desculpa para continuar a exibir cenas de tabagismo em filmes que são feitos para crianças e, portanto, o objetivo de saúde que temos é que esse seja um tema controlado”, defende Chencinski.

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Filme com Tina Fey, Uma Repórter em Apuros (Whiskey Tango Foxtrot), tem mais de 50 citações ao tabaco

O pesquisador Glantz mantém um site chamado Smoke Free Movies. “A pressão social é para que os estúdios se policiem. O sistema de classificação dos filmes precisa começar a considerar o tabagismo como uma obscenidade proscrita”, defende o pesquisador.

A ficha informativa dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças sobre o tabagismo nos filmes estima que esse controle pouparia 18% dos 5,6 milhões de jovens que morreriam de doenças relacionadas ao tabaco – um milhão de vidas. “Não há nada que você possa fazer que seja tão barato e economize tantas vidas”, defende Glantz.

Fenômeno global

O fato foi estudado em 17 países diferentes e, embora as políticas variem amplamente e as culturas sejam muito diferentes, os resultados são notavelmente similares. “Constata-se, consistentemente, um risco de duas a três vezes maior em crianças que são expostas ao tabagismo na tela, em todo o mundo”, diz  Chencinski.

Até cinco anos atrás, as pessoas que se preocupam com o impacto do tabagismo nas telas sobre os jovens pensaram que as coisas estavam bem. Nos filmes classificados para o público jovem houve uma queda constante no número de incidências de tabaco na tela. Em 2012, convencido por uma grande variedade de evidências científicas, o Surgeon General emitiu um relatório dizendo explicitamente que ver pessoas fumando em filmes faz com que as crianças comecem a fumar: “estudos longitudinais descobriram que os adolescentes cujas estrelas de cinema favoritas fumam na tela ou que estão expostos a uma grande quantidade de filmes que retratam fumantes apresentam alto risco de fumar”.

Mas depois de 2010, apesar das evidências acumuladas, a taxa de tabagismo cinematográfico começou a aumentar nos filmes indicados para a juventude, de acordo com o novo estudo, publicado no Relatório Semanal de Morbidade e Mortalidade dos CDC, que analisou o tabaco em filmes de alta demanda de 2010 a 2016.

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Cena de 101 Dálmatas com Glenn Close interpretando Cruella de Vil

Quando comparamos 2010 a 2016, houve uma ligeira diminuição no número de filmes, mas um aumento no número de incidentes com tabagismo. O número de vezes que um ator usou um produto de tabaco, em um filme para a juventude, aumentou 72% entre todos os filmes. Em outras palavras, até 2016, havia mais incidentes de tabaco concentrados em menos filmes.

“Os filmes indicados para a juventude hoje continuam a considerar aceitável o uso do tabaco, mas já sabemos que isso é prejudicial e faz com que a juventude seja sujeita a essa influência nociva. A frequência do uso do tabaco nos filmes deve ser uma preocupação de saúde pública”, diz o pediatra.

As políticas que os estúdios implementaram em relação à questão claramente não são suficientes. Então, o que pode ser feito? “Uma mudança possível seria avaliar filmes com uso de tabaco com mais restrições de público. Outra medida que pode ajudar são os estúdios não aceitarem merchandising de produtos e marcas de tabaco reais na tela. Todas essas estratégias são apoiadas pela American Academy of Pediatrics, que emitiu uma declaração classificando o novo estudo como alarmante”, finaliza Chencinski.

Fonte: Moises Chencinski

HCor alerta para a importância do diagnóstico precoce de Alzheimer

O comprometimento da memória e de outras funções cognitivas são alguns dos sintomas iniciais da doença, que avança junto ao envelhecimento da população no país; diagnóstico precoce permite que cuidados em saúde sejam implementados a fim de preservar a qualidade de vida dos pacientes

Estima-se que, atualmente, cerca de 1,2 milhão de brasileiros sofram com a Doença de Alzheimer, um dos problemas neurológicos mais comuns entre a população idosa, e uma das principais causas de demência – doença que atinge 47 milhões de pessoas, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Com acompanhamento médico e equipe multidisciplinar, é possível priorizar a qualidade de vida de pacientes e cuidadores. A condição causa a morte gradual dos neurônios, provocando a perda de memória e de outras funções cognitivas, como capacidade de organização, orientação de tempo e espaço, entre outras.

Na quinta-feira, 21 de setembro, é celebrado o Dia Mundial da Conscientização sobre a Doença de Alzheimer. Neste ano, o tema “Lembre-se de mim” dará o norte das ações que visam alertar a população para a importância da detecção precoce da doença. “O diagnóstico da demência de Alzheimer, em geral, é tardio, o que impossibilita que pacientes e cuidadores se beneficiem de tratamentos implementados por médicos e equipe multidisciplinar, que priorizam a qualidade de vida dos portadores e de seus familiares”, diz Pedro Rosa, psiquiatra do HCor – Hospital do Coração.

Para marcar a data e disseminar mais conhecimento sobre a doença, o médico destaca as particularidades e os desafios da doença.

Longevidade: a expectativa de vida explica o aumento exponencial da doença, uma vez que o envelhecimento é o principal fator de risco para a destruição de células cerebrais que garantem o funcionamento cognitivo. Estima-se que até 2030 cerca de 75 milhões de pessoas serão afetadas pela doença, quantidade que deve pular para 132 milhões em 2050.

Ih, esqueci: a perda progressiva da memória é o sintoma mais frequentemente inicial desse declínio cognitivo que acomete, sobretudo, os idosos e se agrava com o tempo, prejudicando as atividades do dia a dia. Dificuldades para se comunicar, de raciocínio, alterações de humor, como depressão, e de comportamento, como agitação e agressividade, além de distúrbios de sono, capacidade de juízo e de crítica comprometidas são outros sintomas comuns.

cerebro

É possível diagnosticar, sim: diante de alguma suspeita, é importante consultar um médico para tirar dúvidas e realizar exames. “O diagnóstico exige uma extensa investigação por meio de avaliações clínicas, testes de sangue e de imagens, como ressonância magnética ou tomografia”, explica o psiquiatra do HCor. Em alguns casos, são solicitados exames mais específicos, como o PET – neuroimagem funcional e de neuropsicológico, capazes de mostrar o funcionamento do sistema nervoso central e das funções cognitivas individualmente.

Controle dos sintomas: atualmente não há tratamentos capazes de alterar o curso natural da Doença de Alzheimer, ainda que uma série de fármacos esteja em fase de desenvolvimento. Entretanto, há medicações disponíveis para atenuar os sintomas da doença. Além disso, a reabilitação neuropsicológica – tratamento realizado por uma equipe de profissionais de saúde -, envolve o treinamento das habilidades cognitivas prejudicadas com exercícios de associações verbais, tarefas de memorização, de linguagem e de planejamento. “A reabilitação atrelada ao tratamento medicamentoso específico e a exercícios físicos, além de cuidados oferecidos aos cuidadores, melhora significativamente a qualidade de vida do paciente”, ressalta Rosa.

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Mexa o corpo: a prática de atividade física regular, a manutenção de atividades mentais e de relacionamentos interpessoais, são muito importantes para envelhecer com saúde. Controlar a hipertensão, o diabetes, o colesterol e evitar o cigarro e outras drogas são medidas preventivas essenciais. “Esses aspectos são importantes, pois há uma grande relação entre a saúde cardíaca, a metabólica e a saúde do sistema nervoso central. Para um envelhecimento mental saudável, a saúde física tem que estar em ordem”, orienta Rosa.

Fonte: HCor

 

Confeitaria Marilia Zylbersztajn prepara bolo para o Rosh Hashaná

Para as festividades do ano novo judaico, o Rosh Hashaná, que será comemorado no dia 20 de setembro, a Confeitaria Marilia Zylbersztajn preparou um bolo especial de mel no formato de bolo inglês.

O mel é um ingrediente muito importante na cultura judaica, está sempre presente nas comemorações e simboliza o desejo de um ano novo doce. O bolo é feito com ovos e mel orgânicos e finalizado com nozes. A sobremesa custa R$ 25,00.

A confeitaria oferece estas e outras delicias como os famosos caramelos de receita tradicional francesa; torta de maçã da Bretanha, feita com creme de baunilha, maçãs e amêndoas; explosão de chocolate, com chocolate belga 70% cacau, doces de pote, entre outras sobremesas. Algumas das receitas são elaboradas para pessoas que têm restrições alimentares como intolerância a lactose e glúten.

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Confeitaria Marilia Zylbersztajn – Rua Fradique Coutinho, 942