Casa DiPaolo traz para São Paulo a culinária italiana da nona

Ontem à noite (25) fui conhecer a Casa DiPaolo São Paulo, que fica na Avenida Bandeirantes, zona sul da cidade. A rede, que investe na culinária típica italiana da Serra Gaúcha, é muito conhecida na região sul do país, onde tem 11 casas, e chegou a São Paulo em setembro do ano passado.

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E, em apenas sete meses, já é um sucesso, especialmente aos sábados e domingos, quando a casa fica lotada. Em virtude disso, a rede já pensa em abrir mais unidades na cidade, em bairros como Jardins e Perdizes.

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No cardápio:  sopa de capeletti, pão caseiro, galeto al primo canto, massas (spaghetti, tortéi e nhoque), molhos (tradicional, tomate seco, funghi, quatro queijos e alho e óleo), polenta na chapa, polenta frita, queijo à dorê, salada de batata com maionese, radicci com bacon, salada de folhas e sobremesas da casa, o famoso sagu com creme ou o pudim de leite condensado.

O forte, e que também é o diferencial da casa, é seu galeto al primo canto, um franguinho assado na brasa, que antigamente seria uma codorna ou mesmo passarinho. Além disso, a casa vende os vários tipos de massa que oferece, como capelete, fidelini, ravioli e nhoque, por exemplo.

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Sagu sem e com creme

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Como boa neta de italianos, não foi difícil me identificar com a fartura da mesa e com pratos como a sopa, a polenta e o sagu de sobremesa. Memórias de infância brotam e remetem à comida da nona ou da mãe. Sem saudosismo, mas com ares de comfort food. E tudo isso brindado com um delicioso espumante da Casa Valduga (também do sul do país) e um vinho tinto chileno cabernet sauvignon Carmen, meu nome.

Vale a pena conhecer!

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Uma parede de espigas de milho para lembrar o alimento do galeto e o principal ingrediente da polenta
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A adega climatizada pode ser vista graças às portas de vidro

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Fotos: Ricardo Botelho e divulgação

Casa DiPaolo São Paulo – Av. dos Bandeirantes, 1663 – Vila Olímpia. Horário de funcionamento: segunda a sexta, das 11h30 às 16h; das 18h30 às 23h30. Sábado: das 11h30 às 23h30. Domingos e feriados: das 11h30 às 22h

 

 

 

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Marisa sugere malhas e jaquetas para o outono&inverno 

Com a chegada do outono, a temperatura cai em algumas regiões do Brasil e, com isso, começa a busca por looks mais quentes. A Marisa tem opções de malhas, casacos, jaquetas e moletons para quem deseja aquecer o visual e atualizar o guarda-roupas sem gastar muito.

Para quem não sai de casa no friozinho sem uma malha, a Marisa trouxe para suas lojas uma seleção de diferentes cores e padronagens, incluindo cardigãs longos, queridinhos do inverno 2018. Já para quem gosta de composições modernas, jaquetas e casacos em cores quentes, em especial o vermelho, são as melhores escolhas. Há ainda opções de moletons, perfeitos para criar looks despojados e confortáveis. Confira alguns modelos:

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Jaqueta Biker
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Cardigã listrado
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Casaco soft com recortes
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Casaco moletom estampa raios

Informações: Marisa

Dermatologista dá dicas para encarar dias mais frios sem tanto sofrimento

Não são só as famosas “ites” que costumam aparecer com a chegada do outono/inverno, como rinite, sinusite, bronquite… É muito comum que a nossa pele também sofra com as baixas temperaturas. Mas o que podemos fazer para ajudar a mantê-la bonita e saudável durante este período? Para ajudar nesta tarefa, o médico dermatologista André Lauth listou os principais cuidados que você deve ter neste período:

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Não exagere no banho: muitas vezes ele é o principal responsável pelo ressecamento da pele. Banhos demorados, quentes, com buchas e sabonetes por todo o corpo retiram a hidratação natural da pele. O ideal é passar pouco tempo embaixo d’água, usar sabonetes de glicerina e apenas nas axilas, mãos, pés e regiões íntimas. Você se ajuda e ainda ajuda o planeta.

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O hidratante corporal é seu melhor amigo: ele evitará o ressecamento da pele, principalmente nas extremidades (membros superiores e inferiores), que costumam ser as áreas mais afetadas. Cada pessoa sabe que áreas são mais secas no seu corpo e deve hidratá-las ainda mais. O dermatologista é o profissional capacitado para indicar o hidratante correto para o seu tipo de pele.

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Não abandone o filtro solar: não é porque a temperatura está mais amena, que você deve se descuidar e deixa o protetor solar de lado. O sol continuará causando danos à sua pele e acelerando seu envelhecimento, passe-o todos os dias.

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Procedimentos dermatológicos mais agressivos: esta é a melhor época para se realizar procedimentos dermatológicos mais agressivos, como, por exemplo, o laser. A menor incidência das radiações solares reduz o risco de surgimento de manchas na pele após a realização dos procedimentos. Além disso, as temperaturas mais amenas reduzem o desconforto sentido após estes tratamentos.

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“A pele é o maior órgão do corpo humano e assim como os demais requer alguns cuidados. Apesar de não darmos muita importância é bom entendermos que quando não protegemos adequadamente nossa pele, corremos o risco de contrair doenças, algumas até mais graves como o câncer”, completa o dermatologista.

Fonte: André Lauth é Membro Titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia – SBD. Dermatologista pela Associação Médica Brasileira. Formado em Medicina pela Universidade Federal do Paraná – UFPR 

Saiba quais são as vacinas que ajudam a proteger o seu gato

Entenda a importância da prevenção dos felinos contra doenças como raiva, leucemia viral e enfermidades do complexo respiratório

Tão importante quanto a higiene e a alimentação do animal de estimação, seguir um calendário vacinal completo e efetivo pode garantir a saúde e a longevidade do seu gato, além de impedir a disseminação de doenças como a raiva para os seres humanos, ou ainda aquelas que podem deixar sequelas aos animais, como a leucemia felina.

A partir do segundo mês de vida, e logo após o desmame, os gatos já devem começar a ser vacinados. É importante lembrar que o filhote precisa ser avaliado pelo médico veterinário, pois antes de iniciar a vacinação ele deve estar desparasitado, ou seja, sem vermes e parasitas externos.

Segundo a veterinária e gerente de produto da Zoetis, Fabiana Avelar, as vacinas devem ser aplicadas em filhotes e adultos, respeitando as pausas entre as doses de bula para um efeito eficaz. “A vacinação deve ser feita anualmente. A prevenção é um dos principais caminhos para o bem-estar do animal, por isso a Zoetis tem o compromisso de levar para os tutores soluções que ajudem a melhorar o dia a dia dos animais e a prevenir problemas que possam comprometer a saúde do seu gato”.

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Foto: Pixabay

Confira algumas doenças que acometem os bichanos e como preveni-las:

Complexo respiratório felino

Associação de problemas típicos com sintomas parecidos aos de uma gripe: tosse, espirros, secreção nasal e ocular. Quando não tratados corretamente, podem levar a uma infecção nos pulmões e até óbito em poucos dias.

“As vacinas Felocell CVR e Felocell CVR-C, da Zoetis, protegem de diversos males do complexo respiratório felino, como a rinotraqueíte, a calicivirose, além da panleucopenia, que é uma doença gastrointestinal. Felocell CVR-C também protege contra a clamidiose, uma doença viral que afeta principalmente os olhos e pode levar à conjuntivite”, afirma Fabiana.

Além de cuidar da prevenção à saúde, fique sempre atento a qualquer anormalidade no comportamento do seu gato. Caso note algo diferente, procure o médico veterinário.

Leucemia Felina

Doença infecciosa que enfraquece o sistema imunológico do animal, deixando-o mais exposto a outras enfermidades e infecções que podem ser fatais. Conhecida também pela sigla FeLV (vírus da leucemia felina), a doença é causada por um vírus que predispõe o animal a desenvolver tumores (leucemia ou linfomas) ou doenças degenerativas.

A leucemia é incurável e silenciosa. Em muitos casos, acomete os gatos sem apresentar sintomas iniciais. Uma das formas de transmissão é por meio do contato com animais infectados, principalmente com a troca de secreções corporais como saliva, lágrima, urina e fezes. A lambedura é a principal via de transmissão. O vírus também pode ser transmitido durante a amamentação.

“A prevenção é extremamente importante para garantir a saúde do animal. A vacina Fel-O-Vax LV-k IV + Calicivax (quíntupla felina) da Zoetis é indicada para animais que não apresentam a doença, prevenindo que eles sejam infectados. Antes de vacinar, é importante fazer o teste para saber se o animal já é portador da doença. Caso seja, a vacina acaba sendo ineficaz”, orienta Fabiana.

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Foto: Cityofchicago

Programa de Proteção Garantida*

A iniciativa, pioneira da Zoetis, assegura o resultado da vacina aplicada durante todo o período do seu efeito. Pelo Programa Proteção Garantida, se um animal for vacinado contra determinada doença e posteriormente for diagnosticado com o mesmo problema, a Zoetis dará o suporte necessário para o médico veterinário responsável pelo animal, incluindo a realização dos exames laboratoriais e custeio das despesas relacionadas ao tratamento (internações e medicações), nos casos de comprovação de falha da vacina participante e de acordo com o regulamento do programa.

O serviço oferece maior segurança ao médico veterinário que, além de ter suporte e orientação sobre o uso das vacinas Zoetis, conta com toda a assistência técnica necessária nos casos de falha vacinal**. Para mais informações, o veterinário deve procurar o SAC da empresa (0800 011 19 19) ou acessar o site, clicando aqui.

“O programa Proteção Garantida é mais uma forma da Zoetis apoiar os veterinários, trazendo mais segurança e confiança na hora de vacinar os animais. Além disto, promove o diálogo com o tutor e a conscientização da vacinação para prevenir importantes doenças, muitas delas zoonoses, garantindo longevidade e bem-estar ao animal”, finaliza Fabiana Avelar, gerente de produto da Zoetis.

*programa destinado única e exclusivamente para médicos veterinários.
** Por falha vacinal entende-se a ausência de resposta esperada à vacinação de um indivíduo, em comparação ao proposto na bula das vacinas.

Fonte: Zoetis

Adestradores de cães ensinam como educar filhote em um ambiente pequeno

A escolha da raça e porte mais adequados, do espaço e adaptação à rotina do tutor, são alguns dos pontos que devem ser considerados ao decidir cuidar de um cão filhote quando se vive num espaço pequeno, como um apartamento ou quitinete.

Para ajudar nesse desafio, o casal de adestradores e passeadores de cães, Michelle Araújo e Douglas Gouvea, proprietários da DougWalker – e que atendem pelo aplicativo GetNinjas – separaram algumas dicas para facilitar na educação deste novo membro da família:

Espírito de liderança

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Os cães são descendentes dos lobos e, por isso, observamos no dia-a-dia seus instintos mais primitivos sendo desenvolvidos. O principal deles é a liderança. Dessa forma, o principal objetivo do tutor é se tornar líder do cão, mas é importante que fique claro que, para a imposição de regras e limites, não há necessidade de agir com crueldade ou agressões.

Educação sanitária

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Os cães são muito limpos e preferem fazer suas necessidades longe do local onde se alimentam. Então, é muito importante não misturar esses dois ambientes. Em primeiro lugar, o tutor deve reservar essa área para as necessidades e cobri-la por completo com jornal para que, nesse primeiro momento, não sobre espaço para erros.

A tendência do cão filhote é fazer muito xixi e cocô fora do local correto. Isso porque eles ainda não aguentam esperar pelo horário do passeio ou até mesmo chegar à área reservada. Portanto, a solução é deixá-los a maior parte do tempo neste local.

Como os cães têm uma digestão bem rápida, é comum que logo após a refeição eles já façam suas necessidades. Então, outra dica muito eficaz é levá-los imediatamente para o local escolhido logo após a alimentação com ração ou água.

Incentivo, elogios e independência

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Os cães respondem afirmativamente por atenção e repetições. Sendo assim, quando ele fizer as necessidade no local correto, o tutor deve comemorar com ele e sempre repetir esse processo. Quanto mais vezes eles acertarem e o tutor comemorar com petiscos e carinhos, mais eles irão se incentivar a repetir as atitudes corretas.

Conforme sua evolução, o tutor deve ir aos poucos deixando o cãozinho mais livre pelo apartamento. Com isso, irá observar que ele vai começar a ir ao ‘banheiro’ por vontade própria e é nessa hora que se começa a diminuir o tamanho dos jornais espalhados.

O processo de desfralde canino envolve alguns erros de percurso por parte do filhote. Por isso, é aconselhável colocar em cada cômodo um ‘banheiro’ de jornal, até que ele se oriente do local correto de uma vez.

E tão importante quanto elogiar ao acertar, é não brigar quando eles erram. Ao repreender, o tutor dá atenção para aquela situação. Além disso, pode desenvolver no cão um trauma ao fazer suas necessidades e levar ao desenvolvimento de problemas digestivos e até mesmo a temida copofragia. Ou seja, a melhor alternativa é ignorar. Por mais difícil que seja, tente jamais limpar a sujeira com o cão olhando, pois também estaríamos dando atenção para aquele comportamento.

Ao terminar o ciclo de vacinas, o cãozinho já estará apto para ir passear na rua. Caso queira que ele crie o hábito de fazer as necessidades fora de casa, leve seu cãozinho para passear logo após suas refeições.

Alimentação

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Para que o cão não acostume a comer toda a ração de uma só vez, o ideal é não deixar sua ração exposta o dia todo. Ao estabelecer um horário para as refeições, o tutor deixa a ração no pote por volta de 20 minutos. Independente do cão ter se alimentado pouco ou nada, ela deve ser retirada após o prazo. Desta forma, o tutor não será visto como quem o serve e sim como servidor. De forma clara, é mostrar ao cão que ele depende de nós para se alimentar. Já em relação à água, deve estar sempre disponível de forma abundante, limpa e fresca para que ele se hidrate bem, especialmente, no verão.

Lazer e atenção

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Sempre separe um tempo para brincar com seu cão ou até mesmo acariciá-lo enquanto vê um filme. Além disso, ofereça atividades regulares, como passeios e até mesmo adestramento, pois os cães adoram o aprendizado e a superação de desafios.

Ofereça sempre brinquedos aos seus cães , de preferência os mais duros como ossos. Isso evita que os cães roam móveis e outros objetos. Essas distrações também ajudam a prevenir o tédio e problemas comportamentais, como as dermatites psicogênicas e as incessantes lambidas nas patas.

É muito importante também não deixar seus cães sozinhos por longos períodos de tempo. Os cães podem e devem ficar sozinhos, desde filhotes, para se acostumarem com os momentos de ausência do tutor e a não se tornarem dependentes. Porém, nunca devem ficar isolados, seja por um fim de semana ou um dia.

Raças ideais

A French bulldog.

Selecionamentos as raças ideias para quem busca escolher um companheiro cão para viver em um ambiente com pouco espaço, que são: Poodle, Yorkshire, Maltês, Schnauzer míni, Bulldog francês, Pinscher, ou aquele SRD que não cresça muito.

Fonte: GetNinjas

 

Hipertensão é a principal causa de ataques cardíacos

A hipertensão é uma doença que atinge muitos brasileiros, sem nenhuma distinção. Apesar de ter diversas causas, algumas não podem ser evitadas, como a questão de genética, sexo, idade e até mesmo etnia. Cardiologista e professor da USP, o especialista Augusto Scalabrini Neto aponta que o ideal é se manter atento e fazer exames de rotina para saber se há ou não chances de ter o problema ao longo da vida.

A doença, que age danificando o coração e o sistema arterial, faz com que o sangue seja bombeado com mais força pelas artérias, que estão mais contraídas, gerando resistência cardiovascular. “A pressão arterial está diretamente ligada com o bombeamento de sangue no coração e por isso pode causar complicações em vários órgãos do corpo, como o próprio coração, rins, olhos e o cérebro”, explica o professor da USP.

No entanto esses sintomas costumam aparecer apenas em estágio avançado da condição, fazendo com que as pessoas não percebam que há um problema, o que agrava ainda mais a situação.

Para saber se há ou não alguma complicação, o primeiro passo é realizar o exame de pressão. Algumas pessoas recebem um diagnóstico inexato por não estarem habituados com a medição. Por isso, para medir a pressão arterial de forma correta é necessário estar calmo, não ter feito esforço físico ou ingerido alimentos ou bebidas alcoólicas nos últimos minutos. Até mesmo cruzar as pernas ou falar pode influenciar e gerar um resultado errôneo do exame.

Cerca de 35% da população brasileira é hipertensa e a doença pode surgir como consequência de sedentarismo, obesidade, estresse e excessos de sal, álcool e tabagismo. “As chances de desenvolver hipertensão aumentam ainda mais se houver uma combinação desses fatores, que separados já são um perigo para saúde do coração e todos os órgãos do corpo são afetados direta ou indiretamente”, comenta.

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Além dos tratamentos medicamentosos, a principal maneira para controlar a hipertensão é a mudança de estilo de vida. “As mudanças podem ser feitas gradualmente, mas a doença é um resultado da forma como as pessoas vivem, por isso é importante começar o tratamento o mais cedo possível”, recomenda Dr. Augusto.

Para as pessoas acima do peso, é importante saber que cada quilo perdido ajuda a diminuir essa fragilidade. A dieta passa a levar um pouco menos de sal, gorduras e processados. O hipertenso deve optar por alimentos cozidos ou grelhados, além de temperos naturais. Começar a praticar exercícios físicos também é um grande auxílio nesse processo. Por outro lado, é importante estar atento com o psicológico, problemas do cotidiano podem fazer com que o estresse e o nervosismo sejam algo normal, mas administrar contratempos com tranquilidade melhora a vida em todos os setores.

Fonte: Augusto Scalabrini Neto, cardiologista, é graduado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. É Professor Adjunto e Coordenador de Ensino do Departamento de Emergências Clínicas na mesma Universidade, Coordenador Geral e Didático do Laboratório de Habilidades e Simulação da Faculdade de Ciências Médicas Minas Gerais e Docente Invitado da Universidad Finis Terrae em Santiago, Chile. Coordena vários projetos de investigação nacionais e internacionais em Educação Médica e Simulação

Brasil precisa de política pública para reduzir mortes por hipertensão

“Em cada 100 brasileiros, 30 morrerão de doença cardiovascular, que tem na hipertensão uma recorrente causa. Precisamos mudar o destino dessas pessoas”, diz o médico José Francisco Kerr, presidente da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp).

“O Dia Nacional de Prevenção à Hipertensão Arterial, 26 de abril, é de extrema importância para alertar a sociedade sobre a necessidade de prevenir e combater esse mal, o mais grave problema de saúde pública do Planeta”, salienta o médico. As estatísticas são muito preocupantes: 20% dos habitantes adultos são hipertensos. Considerando-se as pessoas acima de 65 anos, são 40%; e no grupo com mais de 80, 50%.

“A hipertensão é uma das principais causas das doenças cardiovasculares, como o infarto do miocárdio, acidentes vasculares cerebrais, aneurismas e insuficiência cardíaca, responsáveis por um terço das mortes no Brasil. Além disso, leva à aterosclerose precoce, à degeneração dos vasos, à hipertrofia e a sobrecarga do coração”, ressalta o especialista, enfatizando: “Em cada 100 brasileiros, 30 morrerão de doença cardiovascular. Precisamos mudar o destino dessas pessoas! E essa transformação começa pela prevenção e combate à hipertensão e às demais causas dos males que afetam o coração, ou seja, o tabagismo, alimentação errada, obesidade, sedentarismo, colesterol e triglicérides elevados, excesso de consumo de sal e álcool, estresse e diabetes”.

Muitos desses fatores contribuem duplamente para a ocorrência de doenças cardiovasculares: de modo direto e também provocando a hipertensão que, dentre todas as causas, é a mais incisiva e recorrente, explica o presidente da Socesp. “Por isso, a mais eficaz medida preventiva é mudar o estilo de vida, adotando-se dieta mais saudável e equilibrada, fazendo atividade física regular (sempre após orientação médica), abandonando o tabagismo, reduzindo a níveis saudáveis o consumo de álcool e sal, emagrecendo e procurando evitar o estresse. Também é muito importante medir periodicamente a pressão e, em caso de qualquer alteração, iniciar tratamento imediato para a solução do problema. Esse controle também ajuda a evitar consequências mais graves”.

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Ilustração: Pixabay

Responsabilidade governamental

Kerr pondera que, ante a gravidade do problema, que atinge 30 milhões de brasileiros, “as estratégias de prevenção, diagnóstico e tratamento da hipertensão têm, necessariamente, de ser emanadas das autoridades, por meio de políticas públicas eficazes no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), implicando responsabilidades compartilhadas da União, estados e municípios”.

Na avaliação do médico, o SUS contempla de maneira bastante razoável medicamentos e tratamentos usuais para a hipertensão. “Porém, expressiva parcela da população está sob risco porque não muda estilo de vida. Assim, não basta ter medicamento nas unidades de atendimento, se o indivíduo fuma, não faz exercícios, se está com excesso de peso, se é negligente com a ingestão de sal e álcool ou se abandona o tratamento prescrito pelo médico. Por tudo isso, seria muito importante a realização de uma campanha permanente de alerta, prevenção e vida saudável, de alcance nacional, considerando a gravidade do problema, as dimensões continentais do Brasil e o contingente populacional ameaçado”.

Medida prioritária seria medir a pressão arterial de toda a população. Ou seja, esse procedimento deve ser adotado independentemente da especialidade médica ou do motivo que leve uma pessoa a procurar um ambulatório, clínica, consultório, pronto-socorro e hospitais. Isso é fundamental, pois a hipertensão, na maioria das vezes, não apresenta sintomas. As pessoas costumam descobrir o problema durante consultas de rotina ou, o que é pior, depois da ocorrência de um infarto ou acidente vascular cerebral.

“Assim, medir a pressão de todo mundo que é atendido na rede pública seria um grande avanço, pois 80% dos brasileiros utilizam o SUS. Também é preciso educar a população a aferir sistematicamente a pressão. Tais medidas devem ser políticas públicas permanentes. A tarefa é árdua, mas precisa ser cumprida, para se reduzir o número de mortes no País”, afirma, ressalvando: “Existem esforços, é verdade, mas temos de avançar muito. As estimativas são de que apenas 15% de todo o universo de hipertensos estejam devidamente diagnosticados, tratados e controlados”.

Além das políticas públicas, o médico defende uma ação sistemática da sociedade civil organizada, empresas, entidades médicas, como a Socesp, comunidades religiosas, de emigrantes e seus descendentes, organizações não governamentais e associações de bairro. “É necessário que todos tenham o olhar voltado à prevenção”.

Persistência do tratamento

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O presidente da Socesp salienta que, além do diagnóstico e início do tratamento, o controle permanente dos pacientes é decisivo, pois os indivíduos acabam não aderindo à medicação, considerando que na maioria dos casos a hipertensão é assintomática. Geralmente, eles dizem que não aceitam tomar três ou quatro comprimidos diários para tratar algo que sequer sentem. Assim, criar a cultura do tratamento adequado é uma atitude preventiva das doenças causadas pela hipertensão, como o infarto, o acidente vascular cerebral, o aneurisma e doenças renais.

“É muito importante educar, dialogar e prover atendimento interdisciplinar, com participação do médico, do enfermeiro, farmacêutico e outros profissionais”, salienta Kerr, observando: “Isso a gente vê que acontece nas unidades básicas nas quais existe uma equipe para cuidar do problema, mas, obviamente, teria de haver mais investimento nesse área. É preciso aumentar a capacidade de buscar indivíduos hipertensos, fazer o diagnóstico adequado e, acima de tudo, convencer a população sobre a gravidade do problema”.

Fonte: Socesp

Confira mitos e verdades sobre hipertensão

Hoje, 26 de abril, é o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão. A data promovida pela Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH) tem como objetivo mostrar a importância de medir a pressão arterial regularmente e incentivar hábitos de vida saudáveis à população. O tema da campanha deste ano é “Meça Sua Pressão”, com ações multidisciplinares da SBH abordando alimentação saudável, práticas de atividade física e controle do estresse.

A hipertensão, também conhecida como pressão alta, ocorre quando a pressão do sangue, causada pela força de contração do coração nas paredes das artérias para impulsionar o sangue para todo o corpo, se eleva. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), ter uma pressão abaixo de 12/8 é normal, enquanto ter valores iguais ou superiores a 14/9 são considerados casos de hipertensão.

Segundo a SBH, a doença acomete uma em cada quatro pessoas adultas, o que representa cerca de 30% deste grupo. Após os 60 anos, o número de atingidos aumenta para mais de 50%. Em crianças e adolescentes, 5% são hipertensos. A doença é responsável por 40% dos infartos, 80% dos derrames e 25% dos casos de insuficiência renal terminal.

Na maioria dos casos, a hipertensão não apresenta sintomas, mas alguns sinais podem indicar alterações do bombeamento do sangue e devem ser examinados por um médico, são eles: tontura, falta de ar, palpitações, dor de cabeça frequente e alteração na visão.

Pessoas obesas, estressadas ou com histórico familiar da doença devem ficar mais atentas. Os hábitos alimentares têm um grande impacto para o surgimento e desenvolvimento da hipertensão. A SBC aponta que o sobrepeso e a obesidade podem acelerar em até 10 anos o aparecimento da doença.

Para auxiliar no combate à doença, o cardiologista do Hospital Santa Paula, Fabricio Assami, fala sobre sete mitos e verdades:

1. Hipertensos não devem praticar exercícios físicos.

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Mito: a prática de atividades físicas, pelo menos 5 dias por semana, é essencial para a manutenção de uma vida saudável. Faça caminhadas, substitua o elevador pela escada, ande de bicicleta, nade, dance, mas sempre controlando a pressão.

2. Reduzir o consumo de sal é o suficiente para prevenir a hipertensão.

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Mito: o consumo exagerado de sal é apenas um dos fatores que influenciam na pressão alta. Deve-se ficar atento à alimentação como um todo, incluindo o consumo de alimentos industrializados e açúcares.

3. Hipertensos devem evitar o consumo de bebidas alcoólicas.

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Verdade: a ingestão excessiva de álcool, além de ser calórica, aumenta a pressão arterial.

4. A apneia do sono (despertares noturnos, ronco e sonolência durante o dia) predispõe à hipertensão.

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Verdade: o organismo de quem tem apneia do sono libera adrenalina para combater o distúrbio e contrai os vasos sanguíneos, aumentando a pressão arterial. Se a apneia for tratada, a pressão pode se normalizar.

5. A hipertensão não atinge pessoas jovens.

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Mito: embora o número de atingidos pela pressão alta seja maior entre idosos, pessoas de todas as faixas etárias podem desenvolver a doença e devem se prevenir.

6. Fumar prejudica quem tem pressão alta.

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Verdade: o fumo é capaz de aumentar o ritmo das batidas do coração e a pressão. Sendo assim, é capaz de desencadear ou piorar um quadro de hipertensão.

7. Manter a mente tranquila e controlar o estresse pode ajudar hipertensos.

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Foto: Pinterest

Verdade: o estresse, quando acumulado, deixa o organismo em alerta e aumenta a pressão arterial. Controlar o estado emocional é essencial tanto para combater a doença, como para tratá-la.

Fonte: Hospital Santa Paula

 

Açúcar de coco da Chocolate Verde

Com a missão de ‘espalhar sorrisos’ e apresentar maneiras de se alimentar saudavelmente, a Chocolate Verde está sempre atenta às novidades que podem ser incluídas no cardápio daqueles que buscam maior qualidade de vida.

Para adoçar o dia a dia dos adeptos da saudabilidade, a empresa apresenta o Açúcar de Coco, produto com índice glicêmico 35, inferior ao açúcar refinado (92), ao mel (83) e ao açúcar mascavo (80).

Rico em vitaminas do complexo B (B1, B2, B3 e B6), essenciais para o equilíbrio e bem estar do organismo, o Açúcar de Coco Chocolate Verde é extraído das flores do coqueiro, não contém glúten e nem conservantes e é 100% natural. Pode ser usado como substituto de adoçantes artificiais. O sabor ‘doce’ é garantido mas, sem química e mais próximo do natural.

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Cada porção de 5 gramas contém 19 Kcal, o equivalente a 1% dos valores diários de referência com base em uma dieta de 2.000Kcal.

Informações: Chocolate Verde

 

Dicas de alimentação e novidades sobre como repor o colágeno da pele

Após os 30 anos, homens e mulheres sentem a elasticidade e firmeza da pele diminuírem pouco a pouco, pois, a partir dessa idade, o corpo passa a perder colágeno gradativamente, impactando diretamente a aparência.

O colágeno é uma proteína produzida pelo nosso organismo, cuja principal função é dar firmeza, elasticidade e sustentação à pele.

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Existem alimentos que ajudam na firmeza da pele, os chamados firmadores da pele. Muitos médicos solicitam que seus pacientes aliem uma dieta rica em reposição de colágeno com o Sculptra (ácido poli – L – lático injetável), que é um tratamento estético estimulante da produção natural do colágeno do organismo. Assim, os resultados, além de mais certeiros, tendem a ter uma duração maior e mais permanente na pele.

Abaixo seguem algumas dicas que muitos médicos especialistas indicam para seus pacientes:

Alimentação

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Frutas Cítricas: são ricas em vitamina C, substância indispensável para a formação de colágeno. Indicação de quatro porções ao dia.

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Frutas vermelhas: morango e a amora são exemplos de frutas vermelhas que contêm vitamina C e flavonoides que, ao trabalharem juntos, possuem ação antioxidante que combate os radicais livres e o envelhecimento do corpo humano.

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Linhaça: rica ação das fibras e ômega-3. O ideal é consumir uma colher (chá) por dia, de preferência triturada.

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Foto: Haaijk/Pixabay

Aveia: é uma fonte de silício, um dos nutrientes necessários para a formação de colágeno.

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Peixes: ricos em ômega-3 e DMAE. Comer no mínimo três vezes por semana garante uma ótima absorção das enzimas.

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Castanha, nozes e amêndoas: contêm ácidos graxos poli-insaturados importantes para a vitalidade da pele e vitamina E.

Cenoura

Abóbora, cenoura, melão e pêssego: contêm vitamina A, responsável pela regeneração da pele. Comer ½ xícara por dia, em saladas ou sucos.

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Chá Branco:  pode proteger as proteínas presentes na estrutura da pele, em especial o colágeno. A justificativa para a ocorrência de tal fato é que a bebida previne a ação de enzimas que destroem o colágeno.

Sculptra

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A aplicação de Sculptra, que pode ser realizado em consultório médico, consiste na aplicação de uma substância chamada ácido poli–L–láctico, um estimulante da produção natural do colágeno do organismo que melhora a flacidez e o contorno facial.

Revolucionário e reverenciado pelos médicos, dermatologistas e especialistas, o Sculptra é um bioestimulador de colágeno injetável, composto por ácido poli-L-láctico, uma substância absorvível pelo nosso organismo.

Sculptra atua de dentro para fora, suavizando os sinais do envelhecimento e melhorando a flacidez. O tratamento consiste em cerca de três sessões, com intervalo médio de 30 dias entre cada uma delas. Os resultados são graduais e começam a surgir a partir da terceira semana após a primeira sessão, sendo mais visíveis após seis meses. Devido ao exclusivo mecanismo de ação de Sculptra, os resultados são duradouros e percebidos por até 25 meses.

Fonte: retirado de Adaptado de Rebecca Fitzgerald, Danny Vleggaar. Facial volume restoration of the aging face with poly-L-lactic acid. Dermatologic Therapy, Vol. 24, 2011, 2–27.

Mas por que entre todos os tratamentos, o Sculptra é apontado como diferenciado?

sculptra

Uma pesquisa* com 383 mulheres, entre 35 e 69 anos, sobre o comportamento do consumidor de tratamentos estéticos faciais anti-idade, mostrou que os pacientes preferem resultados graduais e duradouros, ao invés de imediatos. 75% das mulheres questionadas sobre suas preferências quanto a tratamentos estéticos desejam algo gradual, com resultados que duram dois anos.

*Weinkle S, Lupo M. Attitudes, awareness, and usage of medical antiagingtreatments. Results of a patient survey. J Clin Aesthetic Dermatol. 2010;3(9):30-33.dual, com resultados que duram dois anos.

Adaptado de Brandt, Fredic S. et al. Investigator global evaluations of efficacy of injectable poly-l-lactic acid versus human collagen in the correction of nasolabial fold wrinkles. Aesthet surg j. 2011 Jul;31(5): 521-8.

Fonte: Galderma