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Mitos e verdades sobre o ômega 3

Todos os peixes são ricos em ômega 3? Gestantes precisam incluí-lo na dieta? A alimentação consegue suprir as necessidades do nutriente? Confira as respostas para essas e outras dúvidas

Quando se fala em gordura, é comum associá-la a algo negativo, como a gordura corporal, problemas no coração e obesidade. Aliás, gordura é um nome genérico usado em referência aos lipídeos, nutrientes essenciais para manutenção do bom funcionamento do organismo, devendo fazer parte do cardápio.

Por isso, vale conhecer os tipos de gordura e escolher as mais benéficas. Os ácidos graxos poli-insaturados da série ômega 3, por exemplo, auxiliam na saúde do coração, além de serem importantes durante a gravidez.

A gerente nutricionista do Núcleo Médico Científico do Aché Laboratórios Farmacêuticos, Anna Lacerda, esclarece os principais benefícios dessa “gordura do bem” e explica alguns mitos sobre o nutriente, ajudando a compreender a importância de inseri-lo na dieta alimentar.

Existe mais de um tipo de ômega 3?

Verdade: os principais representantes do ômega 3 são: ácido docosahexaenoico (DHA), ácido eicosapentaenoico (EPA) e ácido alfa-linolênico (ALA).

Todos os peixes são ricos em ômega 3?

salmão selvagem do pacífico - pixabay
Pixabay

Mito: a concentração de ômega 3 varia de acordo com a temperatura da água onde os peixes marinhos habitam. Aqueles que vivem em ambientes frios tendem a acumular mais gorduras monoinsaturadas e poli-insaturadas, principalmente ômega 3, como o arenque, a sardinha, o salmão e o atum, entre outros.

O organismo humano não consegue produzir ômega 3?

Verdade: necessários em determinados processos biológicos, os ácidos graxos da série Ômega 3 devem ser adquiridos por meio da dieta alimentar, uma vez que os seres humanos não são capazes de produzi-los. Aliás, eles são denominados essenciais justamente por isso.

O único benefício do ômega 3 é a saúde cardiovascular?

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Mito: o principal benefício desse ácido graxo está relacionado ao coração, atuando na redução de triglicerídeos. Porém, por conter EPA e DHA, ele também está associado à melhora da sensibilidade à insulina e risco de diabetes tipo 2; ajuda no tratamento da depressão, aumentando a produção de serotonina, dopamina e noradrenalina; e ameniza os sintomas da artrite reumatoide, bloqueando as enzimas responsáveis pela inflamação.

Gestantes precisam incluir o ômega 3 na dieta?

Verdade: além de contribuir na redução do risco de nascimento de crianças prematuras e abaixo do peso, o ácido graxo participa na formação de neurônios, no crescimento e desenvolvimento do cérebro e no fortalecimento da retina dos bebês. Isso ocorre graças ao DHA, um dos representantes da série ômega 3.

A alimentação consegue suprir as necessidades de ômega 3?

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Mito: o consumo de peixes pela população brasileira é baixo, atingindo em média, cerca de 9 kg/habitante/ano, sendo que a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura e a Organização Mundial da Saúde recomendam 12 kg/habitante/ano. Além disso, nem todos os peixes contêm as mesmas quantidades de ômega 3: de acordo com um estudo publicado pelos Arquivos Brasileiros de Cardiologia, da Sociedade Brasileira de Cardiologia, os peixes brasileiros e o salmão de cativeiro apresentam baixos teores dessa gordura. Portanto, a suplementação torna-se necessária para atingir os níveis ideais de ômega 3 no organismo, aproveitando todos os seus benefícios para a saúde. Vale destacar que especialistas recomendam o consumo de até 1 g de ômega 3 ao dia.

Todas as suplementações de ômega 3 são iguais?

Mito: a concentração adequada de ômega 3 (DHA e EPA) nos suplementos é importante para que se consuma a quantidade ideal do nutriente. No entanto, como a concentração nos suplementos disponíveis no mercado brasileiro varia, é preciso estar atento à quantidade de DHA e EPA na formulação de uma única cápsula. Por isso, não deixe de ler as informações nas embalagens e lembre-se de que é preciso tomar a suplementação diariamente.

Suplementações

Proepa Uni é um nutracêutico com 90% de ômega 3 concentrado EPA (500 mg) e DHA (400 mg) em apenas uma cápsula gelatinosa ao dia, auxiliando na manutenção de níveis saudáveis de triglicerídeos.

proepa uni

Já Proepa Gesta possui concentração de DHA de 250 mg atendendo a recomendação do nutriente para as gestantes. Sua administração é recomendada também durante a amamentação, já que o nutriente será ingerido pelo bebê por meio do leite, e para mulheres que planejam engravidar, para que possam ter reservas adequadas do nutriente.

O consumo de ácidos graxos ômega 3 auxilia na manutenção de níveis saudáveis de triglicerídeos, desde que associado a uma alimentação equilibrada e hábitos de vida saudáveis.

Fonte: Aché

 

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“O principal componente da SII é a alteração do eixo cérebro-intestino”

Cristine Lengler, gastroenterologista do Fleury Medicina e Saúde, nesta entrevista, explica que a síndrome do intestino irritável é uma doença funcional em que o principal componente é a alteração do eixo cérebro-intestino. Sim, muitos podem achar que os alimentos são os vilões, mas, na verdade, é o cérebro o principal ator neste drama.

Cristine afirma que muitos pacientes chegam ao consultório após uma via crucis de atendimentos anteriores. E que algo muito comum, e preocupante, é que muitos desistem do tratamento, pois querem resultados rápidos. Ela avisa que é preciso ter paciência, pois não existem curas milagrosas, muito menos imediatas.

Confira abaixo a entrevista exclusiva:

Pergunta-Como define a síndrome do intestino irritável – SII?

Resposta-A síndrome do intestino irritável acomete o intestino e é uma condição comum na população mundial, sendo parte do grupo de distúrbios funcionais associados a alterações do eixo cérebro-intestino. É definida pela presença de dor abdominal associada à alteração do hábito intestinal (diarreia, constipação ou ambos). Na ausência de doença orgânica associada.

P-A SII parece ser algo difícil de diagnosticar, concorda? Por quê?

R-O diagnóstico da síndrome não é difícil, mas requer a exclusão de algumas situações que podem causar sintomas semelhantes, uma vez que não temos um exame específico que a diagnostique. Uma vez excluídas causas orgânicas importantes, na ausência de alterações laboratoriais e com quadro clínico compatível, faz-se o diagnóstico da síndrome. Se uma pessoa tem diarreia com frequência, a motilidade está alterada e um teste que confirme isso não me dará um diagnóstico. É preciso fazer alguns exames, como a colonoscopia ou calprotectina fecal, por exemplo. Porém é preciso analisar caso a caso, depende do sintoma, da história e do exame físico individual.

P-Há uma impressão que o número de pessoas com a SII e/ou com a Intolerância à Lactose está aumentando. É fato ou impressão mesmo? Tem algum número atual?

R-Os trabalhos mostram que a prevalência da doença tem sido estável. Os sintomas de síndrome do intestino irritável acometem aproximadamente 10% a 15% da população mundial.

P-Sempre ouvimos que humanos são os únicos mamíferos que continuam a tomar leite depois de crescerem. Leite não seria natural ou necessário fora da fase da amamentação?

R-Isso não procede. O leite e seus derivados são a principal fonte de cálcio na infância e também são importantes fontes de cálcio na idade adulta. Apenas intolerantes à lactose e portadores de algumas condições gastroenterológicas específicas não devem consumir leite e derivados.

P-Pessoas com a SII comentam que os profissionais não as levam a sério nas consultas. Há uma falta de conhecimento sobre o problema?

R-Como médica gastroenterologista, vejo muitos pacientes com síndrome do intestino irritável no meu dia a dia. Pessoalmente, não posso dizer que seja uma realidade de mau atendimento médico, no sentido de menosprezar a queixa do paciente, mas acho que muitos pacientes podem assim interpretar ao ouvirem do médico que se trata “apenas” da síndrome do intestino irritável, quando, na verdade, estão tentando tranquilizar o paciente no sentido de que não é uma condição grave que possa colocar a vida em risco.

Para atendermos bem um paciente com síndrome do intestino irritável é necessário um tempo maior de consulta, o que muitas vezes não é possível. Além disso, há a necessidade de entendermos melhor a realidade do paciente e contextualizar os sintomas. Os aspectos emocionais são realmente muito importantes. Para isso é necessário que se estabeleça uma boa relação médico-paciente. E o paciente também precisa entender que muitas vezes leva-se certo tempo até conseguir melhorar os sintomas, não é incomum precisarmos de mais de uma tentativa medicamentosa, além da abordagem dos aspectos emocionais.

P-O lado emocional pesa, mas a alimentação parece ser o gatilho mais importante. Ou não?

R-Não, a alimentação não é o gatilho mais importante. O alimento dispara o sintoma, mas não causa o problema. A SII é uma doença funcional em que o principal componente é a alteração do eixo cérebro-intestino. O fator essencial na síndrome são as alterações de motilidade e de hipersensibilidade visceral mediados pelo sistema nervoso central. Pessoas com SII têm o intestino com uma sensibilidade maior. Por exemplo, uma quantidade de gases que para uma pessoa sem o problema seria normal, para quem tem a síndrome dá a sensação de estufamento.

Ou seja, o paciente tem uma sensibilidade exacerbada, o que chamamos de hipersensibilidade visceral. Nessas pessoas, a movimentação do intestino fica alterada, seguindo o comando que vem do cérebro. O cérebro de quem tem SII, quando associado a fatores estressores, dá uma resposta alterada, liberando substâncias que, no intestino, vão provocar hipersensibilidade e sensação de motilidade. E essas alterações realimentam o cérebro com estímulos, aumentando a sensação de dor. Ou seja, é um caminho de duas vias.

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P-Algumas pessoas não concordam quando se fala que o mais importante é o lado emocional, dizendo que não têm problemas.

R-Muitas vezes não há um diagnóstico psiquiátrico. Pessoas com SII têm respostas exacerbadas ao estresse, como falei antes. Não é porque uma pessoa é mega-ansiosa, megaestressada que vai passar mal. O cérebro de quem tem SII dá respostas inadequadas a qualquer coisa, não precisa ser um evento importante, como uma discussão com o chefe, basta que o cérebro libere substâncias que disparem estímulos nervosos. Isso é inconsciente, a pessoa não percebe.

P-Dizem que não morremos por causa da SII, mas morreremos com ela. Não há mesmo cura?

R-Não existe cura. A pessoa com síndrome do intestino irritável, ao longo da vida, costuma ter períodos sem sintomas alternados com períodos mais sintomáticos. Mas a síndrome é tratável.

P-Há estudos novos que trazem alguma esperança em tratamento ou descoberta mais rápida do problema? Novos exames?

R-Não, por enquanto.

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P-Quais as dicas para se viver com a SII e IL da melhor forma possível?

R-Inicialmente, procurar atendimento médico logo e não deixar de comunicar seu médico quando ocorrerem intensificação dos sintomas. O tratamento da síndrome do intestino irritável tem dois focos: alívio dos sintomas com medicação e alimentação adequada; e modificação da resposta ao estresse. A parte emocional é muito importante. Abordagens que modifiquem a resposta ao estresse ajudam muito, como psicoterapia, exercícios de relaxamento, atividade física regular e mindfullness. No caso desta última, não foi que um pessoal “paz e amor” que falou que funciona, há trabalhos científicos demostrando bons resultados.

A dieta pode auxiliar e é orientada conforme os sintomas (se diarreia, se constipação, se distensão). Se houver constipação, o consumo de mais líquidos e de alimentos ricos em fibras auxiliam; quando predomina distensão, orientamos uma dieta com alimentos pouco fermentativos. Em geral, a orientação alimentar depende dos sintomas apresentados. Quando essas medidas não são suficientes pode-se optar por adotar uma dieta com restrição de FODMAPs.

FODMAP é o conjunto de alimentos fermentáveis que são mal absorvidos pelo nosso organismo e que podem causar desconforto intestinal. Eles são classificados como oligossacarídeos, dissacarídeos, monossacarídeos e polióis. Os alimentos fermentáveis referidos são os carboidratos não digeridos pelo trato digestivo humano. Assim, esta alta osmolaridade e a formação de gases pela microbiota intestinal acabam por desencadear os referidos sintomas.

Quando adotamos uma dieta com baixo teor de FODMAPS a ideia é identificarmos os alimentos desencadeadores de sintomas. Não é o objetivo manter a restrição de todo o grupo para sempre. O ideal é que, após a pessoa se sentir melhor, vá reintroduzindo os alimentos gradativamente até identificar os específicos de modo que, posteriormente, sejam evitados apenas os alimentos desencadeadores, e que a dieta não fique muito restrita por muito tempo. Manutenção de dieta com pouco FODMAPs por longo prazo pode levar a várias deficiências nutricionais. Não é recomendada a adoção desse tipo de dieta sem acompanhamento profissional.

TIPOS DE FODMAP   ONDE ENCONTRAR?*
Monossacarídeos (frutose) Xarope de milho, mel, néctar de agave, maçã, pera, manga, aspargos, cereja, melancia, sucos de fruta, ervilha.
Dissacarídeos (lactose) Leite de vaca, leite de cabra, leite de ovelha, sorvete, iogurte, nata, creme, queijo ricota e cottage.
Oligossacarídeos (fructans) Cebola, alho, alho-poró, trigo, cuscuz, farinha, massa, centeio, caqui, melancia, chicória, dente-de-leão, alcachofra, beterraba, aspargos, cenoura vermelha, quiabo, chicória com folhas vermelhas, couve
Oligossacarídeos (GOS Lentilhas que não foram enlatadas, grãos de bico que não foram enlatados, grãos enlatados, feijão, ervilha, grãos integrais de soja.
Polióis Xilitol, manitol, sorbitol, glicerina, maçã, damasco, pêssego, nectarina, pera, ameixa, cereja, abacate, amora, lichia, couve-flor, cogumelos.

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P-Como substituir os alimentos que na teoria fazem mal?

R-A substituição vai depender de qual alimento será retirado da dieta, portanto isso é analisado caso a caso.

P-Li que alguns profissionais recomendam a criação de um diário com a lista do que se comeu.

R-Fazemos isso quando a pessoa está em tratamento, mas não melhora. Tentamos identificar alimentos que fazem mal para ela. Ou seja, é caso a caso, não há uma fórmula que vale para todos. É individual, conforme sintomas e evolução. Como falei antes, a alimentação faz parte do tratamento. Há casos nos quais conseguimos identificar um alimento e o tirarmos, mas varia de um paciente para outro.

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P-Quais dicas são importantes para quem tem SII?

R-A primeira coisa é ter cuidado com blogs que trazem informações erradas. Dão fórmula disso, receitas daquilo, chás que curam… As pessoas querem algo milagroso, e isso não existe! Outro problema muito comum, a pessoa não tem paciência de persistir no tratamento. Ela chega no meu consultório, por exemplo, depois de passar com vários médicos antes e já quer resultado. Não há um remédio superbom para a SII. Prescrevemos um medicamento e não dá certo, voltamos ao zero. Às vezes, na terceira ou quarta tentativa funciona, mas o paciente não tem paciência e isso acaba atrapalhando um pouco.

A vida agitada, como, por exemplo, a que levamos aqui em são Paulo, não ajuda. É uma cidade complicada, muito trabalho, muito trânsito, muitos problemas e a SII é uma doença na qual o estresse piora muito os sintomas. Por isso, técnicas de relaxamento e mindfulness ajudam muito. E, claro, procurar ajuda médica. Isso porque os sintomas da síndrome podem esconder inúmeras doenças, até graves, e a pessoa pode achar que não é nada. Ou o contrário, ela achar que tem algum problema de saúde sério e é mesmo a SII.

Cristine Lengler é Formada pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, Especialista em Gastroenterologia Clínica pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, atua como médica gastroenterologista do Fleury Medicina e Saúde. É membro fundador do Grupo de Estudos da Doença Inflamatória Intestinal do Brasil (GEDIIB)

*Tabela cedida pela médica

 

 

 

 

 

Alimentação adequada evita o refluxo gastroesofágico

Nutricionista do Hospital Dom Alvarenga dá dicas importantes para evitar que o estômago produza suco gástrico em excesso

Queimação, azia, dor ao engolir, regurgitação e ardor na garganta e boca são os principais sintomas da doença do refluxo em adultos. Já nas crianças a doença pode causar sono agitado, vômitos constantes, dificuldade para mamar, irritação e choro excessivo, rouquidão – a laringe inflama devido à acidez do estômago – , dificuldade para ganhar peso e inflamações frequentes nos ouvidos.

De acordo com Evelyn Teixeira, nutricionista do Hospital Dom Alvarenga, a alimentação adequada é recomendável, porque evita que o refluxo aconteça, poupando que o estômago produza suco gástrico em excesso. “Para quem tem refluxo, deve-se aumentar a ingestão de fibras, apoiar bactérias saudáveis com alimentos ricos em probióticos, além da proteína de alta qualidade que também ajuda a proteger o trato digestivo. Esses nutrientes reduzem fatores de risco como inflamação, obesidade e complicações ligadas a doenças crônicas graves”, explica a nutricionista.

“Quando for comer, evite alimentos pesados ou gordurosos e nunca faça isso com roupas apertadas demais. Além disso, como qualquer tabela nutricional, é mais viável comer em pequenas porções e com mais frequência do que o inverso”, alerta Evelyn.

Confira abaixo algumas dicas importantes para evitar o refluxo.

Cuidados essenciais:

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Comer em menores quantidades a cada 2 ou 3 horas;
Aumentar o consumo de frutas e legumes;
Aumentar o consumo de produtos integrais, ricos em fibras;
Preferir carnes magras, peixes, leite e derivados desnatados;
Evitar beber líquidos durante as refeições;
Evitar comer de 2 a 3 horas antes de se deitar;
Evitar deitar ou fazer exercícios logo após as refeições.

Os alimentos que devem ser evitados na dieta para refluxo são:

pimenta

Gordura: frituras, carnes vermelhas, salsicha, linguiça e bacon, pois o excesso de gordura faz com que a comida fique mais tempo no estômago, aumentando a chance de refluxo;
Cafeína: café, chás e chocolate, pois estimulam o estômago, favorecendo o refluxo;
Bebidas alcoólicas: irritam o estômago e aumentam o refluxo;
Bebidas gaseificadas: refrigerantes e água com gás, pois aumentam a pressão dentro do estômago;
Pimenta: irrita o estômago e aumenta a acidez;
Carboidratos simples: farinha, macarrão e pão, pois diminuem a força do esfíncter que fecha a passagem entre o estômago e o esôfago.

Frutas cítricas

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O consumo de frutas cítricas deve ser evitado (uva, abacaxi, laranja, limão etc.), a acidez dessas frutas pode aumentar o pH do suco gástrico do estômago.

Hábitos que precisam ser evitados

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Adultos
Fumar: a nicotina relaxa o músculo do esôfago, o que se torna um grande problema.
Consumo de chicletes e doces duros pode aumentar a quantidade de ar que entra no estômago, por isso, não são recomendados.
Comer e logo após deitar, não é um hábito saudável, esperar em torno de 2h após a refeição para se deitar.
Sobre uma noite de sono, o mais aconselhável é que se eleve a cabeceira da cama em 15 centímetros para uma melhor qualidade do sono e de preferência dormir do lado esquerdo, onde está o estômago, pode trazer alívios.
Uso de cintos e roupas apertados também deve ser evitados.

Crianças
Colocar o bebê na vertical após a mamada.
Deitar o bebê de barriga para cima com a cabeceira do berço levantada.
Evitar balançar o bebê após a mamada.
Evitar vestir roupas apertadas.

Para finalizar, a nutricionista reforça que a obesidade amplia as possibilidades da pessoa ter refluxo, por aumentar a pressão abdominal. “Toda condição que aumente a pressão abdominal, aumenta a possibilidade da ocorrência do refluxo do conteúdo do estômago para o esôfago”.

Fonte: Hospital Dom Alvarenga 

Mulheres que vivem relacionamentos abusivos não seguem padrão

Estudo que buscou o porquê de mulheres permanecerem nessas relações concluiu a impossibilidade de classificá-las

Por Ane Cristina

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Em 2014, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou erroneamente um dos resultados da pesquisa Tolerância social à violência contra as mulheres. Na época, o órgão federal informou que 65% dos entrevistados concordavam com a afirmação “Mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas”.

A veiculação da notícia gerou uma série de protestos nas redes sociais que denunciavam o machismo na sociedade brasileira, dentre eles a campanha Eu não mereço ser estuprada. Na semana seguinte o Ipea corrigiu o dado, informando que a porcentagem de 65% se referia à afirmação “Mulher que é agredida e continua com o parceiro gosta de apanhar”. A correção não gerou a mesma repercussão que a afirmação incorreta causou, mostrando o “pouco espanto” em relação à violência contra a mulher nas relações de conjugalidade.

Fabiana de Andrade pesquisou durante quatro anos o que faziam as mulheres que sofriam violência doméstica permanecerem ou saírem de uma relação violenta. Dentre suas conclusões, está a similaridade das narrativas de violência, a impossibilidade de classificar essas mulheres e a formulação de Pedagogias do Cuidado de Si, ferramentas de mudança de pensamento e de conduta.

Autora da tese de doutorado Mas vou até o fim: narrativas femininas sobre experiências de amor, sofrimento e dor em relacionamentos violentos e destrutivos, defendida na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, ela acompanhou e conversou com mulheres que passavam ou tinham passado por relacionamentos destrutivos em três locais diferentes. Ela esteve no Mulheres que Amam Demais (Mada), em Campinas, grupo de autoajuda formado por mulheres que sofrem por amar demais. O espaço existe há muito tempo e segue os moldes do Alcoólicos Anônimos (AA).

Também em Campinas, a pesquisadora conheceu o Centro de Referência e Apoio à Mulher (Ceamo), serviço fornecido pelo município que tem o objetivo “de acolher e prestar atendimento psicológico, social e orientação jurídica à mulher em situação de violência de gênero no âmbito doméstico, visando romper o ciclo da violência através de atendimento individual, familiar ou em grupo”. Ela também foi a Paris, onde seu objeto de estudo foi a associação francesa Libres Terres des Femmes (LTDF), que assim como o Ceamo acolhia mulheres em situação de violência, mas não fazia parte de uma política pública, sendo dependente de outras verbas.

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Pedagogias do Cuidado de Si

Fabiana selecionou as quatro principais ferramentas discutidas nos grupos que visavam à mudança de pensamento e de conduta, chamando-as de Pedagogias do Cuidado de Si. “Eu chamei dessa maneira porque entendi que esses grupos funcionavam como espaços pedagógicos de produção de um outro olhar sobre estar no mundo, de produção de desejos, de coisas que as mulheres queriam na vida delas, porque eu observei que nesses espaços muitas das mulheres tinham uma forma de viver e de estar no mundo que era voltado para o bem-estar do outro”, conta a pesquisadora.

Questionamento das normas de gênero e sexualidade

No Ceamo e no LTDF falava-se muito sobre a existência de papéis diferentes para homens e mulheres, que pode tornar aceitável uma situação de violência para a mulher. No Mada eram apresentadas as normas do homem como “príncipe encantado” e “provedor da casa”.

Controlar excessos

Principalmente no Mada existia a ideia de que o “excesso” de controle da conduta do outro era muito perigoso: querer saber onde o outro está, o que ele pensa, querer provas de amor, ligá-lo compulsivamente. “A ideia do controle dos excessos era começar a criar formas de aprender a estar sozinha, saber que o sucesso amoroso não depende que o casal seja uma pessoa só, a importância da liberdade do outro e delas” explica Fabiana.

Uma mulher empoderada empodera outra mulher

No Ceamo e no LTDF, o termo “sororidade” era muito utilizado, ressaltando a importância de que mulheres entendam que não são inimigas. No Mada, o termo usado era “irmandade”. Os três grupos tentavam passar a ideia de que mulheres não devem competir entre si, uma vez que tal competição é mais um resultado da cultura machista.

Autoconhecimento

As mulheres buscavam o autoconhecimento para entender qual seu lugar numa cultura machista e poder questionar essa cultura. Nos grupos, elas percebiam que não sabiam sequer do que gostavam de fazer, por não se conhecerem. O autoconhecimento produziria uma outra maneira de olhar para si mesmas e de estar no mundo.

Fonte: Jornal da USP

 

Médica alerta sobre algumas doenças comuns no inverno

O inverno chegou e, com ele, as doenças características do frio aparecem: resfriados, gripe, rinite e asma, entre outras. O motivo? Segundo Priscila Moraes, médica especialista em alergia e imunologia do Docway, baixas temperaturas e o ar seco fazem com que os poluentes e micro-organismos permaneçam mais tempo suspensos no ar. Além disso, as pessoas tendem a ficar mais tempo fechadas, sem ventilação adequada, o que favorece o aparecimento tanto de doenças respiratórias infecciosas como alérgicas.

Um cuidado especial deve ser dado às pessoas mais suscetíveis a complicações por vulnerabilidade do sistema imunológico, como crianças, idosos e aquelas com doenças crônicas. Saiba reconhecer as principais doenças do inverno:

1) Resfriado x Gripe

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Popularmente, as infecções virais de vias aéreas superiores são chamadas, de modo generalizado, de gripe. No entanto, são doenças diferentes. Ambas são causadas por vírus, porém se apresentam de maneiras distintas. O resfriado é provocado por adenovírus, rinovírus e vírus sincicial respiratório. Em geral, provoca sintomas mais brandos, com coriza, tosse, congestão nasal, dor no corpo e dor de garganta leve. A febre, quando presente, costuma ser baixa. Normalmente, os sintomas duram até três dias e apresentam melhora espontânea.

Já a gripe, provocada pelos vírus Influenza, entre eles o H1N1, provoca sintomas mais intensos, como febre alta, calafrios, dor muscular, dor de cabeça, coriza e, algumas vezes, pode evoluir com complicações respiratórias. A duração é mais prolongada, podendo chegar a 7 dias, com melhora espontânea. Em alguns casos, pode ter como consequências infecções bacterianas, como pneumonia e sinusite.

2) Rinite x Sinusite

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Rinite é uma inflamação da mucosa nasal, caracterizada por dois ou mais destes sintomas: coriza, espirros, nariz entupido e coceira. Ela pode ser de causa alérgica ou não alérgica. Os principais desencadeantes da rinite alérgica são os ácaros presentes na poeira doméstica, seguidos por pelos de cão e gato, mofo e pólen. Entre as não alérgicas, as de maior importância no inverno são as infecciosas, provocadas por vírus, e as irritativas, provocadas pela poluição. O tratamento inicial deve ser com antialérgicos e, dependendo de cada caso, pode ser necessário corticoide local.

A sinusite pode ser uma consequência tanto da rinite alérgica como da não alérgica. Os principais achados são secreção nasal esverdeada, nariz entupido e dor de cabeça/face. Muitas vezes, só melhora após tratamento com antibiótico.

3) Bronquite x Asma

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A bronquite é uma doença aguda, provocada pela inflamação das vias aéreas inferiores (brônquios) e tem como principal causa as infecções virais. Além da tosse, quase sempre presente, também pode apresentar febre e falta de ar. Tem duração de poucos dias e a melhora costuma ser espontânea, com auxílio de medicamentos sintomáticos.

A asma é uma doença inflamatória crônica, na maioria das vezes de causa alérgica, que provoca sintomas de falta de ar, chiado no peito e tosse. Quase sempre os sintomas melhoram após o uso de medicamentos para aumentar o espaço da passagem do ar, os broncodilatadores. Dependendo da frequência e gravidade dos sintomas, é necessário usar corticoide oral ou inalatório.

4) Bronquiolite

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Bronquiolite é a infecção dos bronquíolos dos bebês causada por vírus, normalmente o Vírus Sincicial Respiratório (VSR). É mais comum até 3 anos de idade e costuma ser o primeiro episódio de chiado na infância. Provoca tosse, respiração ofegante, queda da saturação de oxigênio no sangue e é motivo comum de internação nessa faixa etária. Em geral, melhora espontaneamente, com medicamentos sintomáticos; em alguns casos, há necessidade de suporte respiratório com oxigênio.

5) Pneumonia

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É a infecção que se instala nos pulmões. Pode ser causada por vários micro-organismos diferentes (bactérias, vírus, fungos) e provoca tosse, dor no tórax, mal-estar, falta de ar e, ainda, pode apresentar secreção amarela ou esverdeada. O tratamento, na maioria das vezes, é feito com antibiótico.

As medidas de prevenção que devem ser tomadas:

=Manter vacinas em dia, a da gripe deve ser aplicada anualmente e é gratuita para grupos de risco.
=Lavar bem as mãos sempre que possível e, indispensavelmente, antes de se alimentar, após espirrar ou tossir, e depois de usar o banheiro.
=Proteger com o braço (e não com as mãos) quando espirrar ou tossir
=Fazer higiene da casa adequadamente, de maneira que diminuam os alérgenos do ambiente, como ácaros da poeira
=Evitar lugares com aglomerados de pessoas e/ou sem ventilação adequada
=Em locais com ambiente seco, é recomendável o uso de um umidificador de ar no ambiente, desde que usados por poucas horas e com saída de vapor de até 60%.
=Beber muita água

Fonte: Docway

Saiba quais são os alimentos que ajudam no ganho de massa muscular

Segundo nutricionista do Clinic Check-up do HCor, adotar uma dieta equilibrada melhora o preparo físico e ainda ajuda o corpo a se recuperar depois da prática de musculação e na preservação dos músculos

A prática de atividade física é essencial para quem quer perder peso e ter um estilo de vida mais saudável. Mas engana-se quem acredita que o resultado pode ser obtido, apenas, ao se exercitar, e descuidar da alimentação. Uma dieta equilibrada faz toda a diferença. Estar bem nutrido é essencial para garantir o máximo de aproveitamento da malhação.

É importante ter em mente que sem uma alimentação adequada, o organismo não tem energia para praticar a atividade. “Alimentar-se corretamente antes e depois dos exercícios ajuda na redução da fadiga, na preservação e ganho de massa muscular, na recuperação do organismo como um todo, elevando a eficácia do treino, além de potencializar a perda de gordura extra”, informa Maria Fernanda D’Ottavio, nutricionista do Clinic Check-up do HCor – Hospital do Coração. “É importante frisar que a alimentação atua de forma diferente para cada pessoa. A única regra é que a dieta deve ser leve e balanceada”, completa.

Mas afinal, o que comer antes e depois dos treinos para garantir ganho de massa e melhor rendimento? Confira alguns dos nutrientes mais relevantes para uma boa performance e resultados nos exercícios.

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Água: a hidratação é um fator importante para o desempenho da atividade física. É fundamental se manter hidratado antes, durante e depois do treino. Por isso, tenha uma garrafinha sempre à disposição para evitar a desidratação e o comprometimento do desempenho físico.

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Carboidrato: quanto maior a intensidade dos exercícios, maior será a participação dos carboidratos como fornecedores de energia. Para uma melhor performance, é essencial consumi-los no pré-treino. Eles são ótimos também no pós-treino, pois ajudam a otimizar a recuperação muscular. Batata doce, pães e biscoitos integrais são boas fontes de energia.

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Cafeína: apesar da contraditória eficácia da utilização de cafeína, essa substância é conhecida como por potencializar o desempenho físico, quando ingerida antes do treino. No entanto, é importante frisar que em excesso pode causar efeitos colaterais e prejudicar a saúde. Além do café, é possível encontrar quantidades significativas de cafeína no chá preto e no chá verde, por exemplo.

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Proteína: é considerada essencial no reparo de micro lesões musculares decorrentes da prática esportiva e para o ganho de massa muscular. Exercícios de força exigem maior consumo de proteína, mas a ingestão excessiva não garante aumento adicional de massa magra. Boas fontes alimentares são: frango, carne vermelha (cortes magros, como patinho e músculo), peixe e ovos.

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Creatina: especialmente para praticantes de exercícios de força e potência, a creatina é associada ao aumento da massa magra, à melhora da recuperação e ao retardo do processo de fadiga, o que permite maior carga de treinamento e adaptações. São facilmente encontradas em carnes magras e peixes.

Fonte: HCor

 

É normal sentir mais sono durante o inverno?

No inverno, estação mais fria do ano, é comum sentirmos mais sono. Isso tem a ver com a diminuição da luminosidade, já que os dias são mais curtos e as noites mais longas. A melatonina, hormônio que induz ao sono, é estimulada pela escuridão. Como escurece mais rápido nesta estação, há uma maior produção de melatonina.

No inverno, aumenta também o mau humor, porque a produção de serotonina é menor. A substância é responsável por regular o sono, enxaqueca e a saciedade. A diminuição de exercícios físicos nesta época do ano reduz a produção desta substância.

Além disso, no clima frio, a temperatura do corpo fica mais baixa, o metabolismo fica menos acelerado e, agasalhados no conforto do lar, é normal sentir mais sono e vontade de ficar na cama. Para produzir mais calor, o corpo também precisa de mais fonte de energia, por isso as pessoas acabam ingerindo comidas mais pesadas para suprir essa necessidade, fator que também aumenta o sono.

Para a consultora do sono da Duoflex, Renata Federighi, mesmo com essas alterações, não significa que precisamos de mais horas dormindo. “O conforto da cama faz com que as pessoas sintam vontade de ficar mais tempo deitadas, é uma sensação de aconchego, mas não há necessidade biológica. A qualidade do descanso continua sendo mais importante do que a quantidade”, explica.

Abaixo, a especialista lista algumas dicas para ajudar a manter o padrão sem comprometer o sono durante o inverno. Confira:

• Atenção à postura

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Foto: C_Scott/Pìxabay

A postura correta ao dormir, associada ao uso do travesseiro correto, é imprescindível para um repouso de qualidade.

• Ambiente escuro

mulher dormindo quarto escuro
Mantenha o ambiente escuro. A claridade interfere na produção da melatonina. Evite atividades que atrapalhem um sono profundo, como assistir TV deitado na cama, utilizar o computador ou ficar horas no celular. A luminosidade emitida por esses aparelhos também pode interferir na qualidade do sono.

• Exposição solar

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A dica é tomar sol pela manhã, para aumentar a produção de serotonina.

• Alimentos leves

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Alimente-se até três horas antes de ir para a cama e dê preferência a alimentos leves.

• Atividades relaxantes

alongamento ioga pixabay
Pixabay

Até três ou quatro horas antes de deitar faça alguns movimentos tranquilos de alongamento, eles ajudam a aquecer e relaxar a musculatura.

Fonte: Duoflex

Top 10: conheça os alimentos que mais mancham os dentes

Não apenas os que possuem pigmentação excessiva, como o vinho e o açaí, mas também aqueles que são muito ácidos, como frutas cítricas, merecem atenção na hora do consumo

Ter os dentes saudáveis faz toda a diferença na hora de abrir aquele enorme sorriso. Porém, e quando você escova os dentes após as refeições, usa fio dental e ainda assim o sorriso permanece escuro? A causa pode estar nos alimentos ácidos ou naqueles com forte pigmentação – conhecidos como cromogênicos – que você consome.

Descubra quais são os verdadeiros vilões dos dentes branquinhos e o saiba que fazer para mantê-los assim, de acordo a especialista em Dentística Estética, Elaine Cristina de Almeida.

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Açaí: evite o excesso. Essa delícia de verão atrapalha quem almeja um sorriso branquinho. Isso porque a cor forte e escura da fruta favorece o escurecimento dos dentes.

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Foto: HelloBob/Morguefile

Beterraba: apesar de ser rica em vitaminas e minerais, seu pigmento roxo pode certamente manchar a dentição.

cafe

Café: o tão amado cafezinho é um dos que mais escurecem os dentes, principalmente se for consumido com muita frequência.

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Pixabay

Chá: alguns tipos podem ser piores que o café, já que o chá tem substâncias naturais chamadas taninos, responsáveis por manchas dentárias.

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Foto: Dodgerton/Morguefile

Limão: embora não seja escuro, o ácido presente na fruta potencializa a maior captação de pigmentos. E mancha!

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Pixabay

Mirtilos, framboesas e cranberries: todas essas frutas com pigmentação mais escura podem provocar um tom escurecido ao seu sorriso.

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Pinterest

Molho shoyu: o molho de soja é escuro, ácido e tem corantes artificiais. São características certeiras na missão de corroer o esmalte dos dentes.

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Foto: Mitaukano/Pixabay

Refrigerantes à base de cola: além de coloridos artificialmente, são ácidos e atacam o esmalte e a dentina. Outro ponto negativo dessas bebidas é o excesso de açúcar, que favorece o surgimento de cáries.

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Foto: Enrilemoine

Vinagre balsâmico: assim como o shoyu, é escuro e pode tingir os dentes.

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Vinho tinto: quanto mais escuro for o vinho, maior será a sua capacidade de manchar. É uma bebida ácida e que pode contribuir para a desmineralização do esmalte, deixando os dentes mais escuros e mais sensíveis.

Não deixe amarelar

Para a especialista, não é necessário ser radical e parar de ingerir esses alimentos. “A melhor solução é não exagerar e sempre escovar os dentes depois de consumi-los. Se não for possível, recorra a um copo d’água”, explica. A dentista dá ainda outras dicas:

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Foto: PublicDomainPictures

=Coma uma maçã por dia. Com função adstringente, a fruta é ideal para ajudar a manter o esmalte;

=Faça bochechos com água logo após saborear alimentos mais pigmentados;

=Visite seu dentista a cada seis meses. O melhor caminho é a prevenção;

=Pare de tomar vinho pelo menos 30 minutos antes da sua rotina noturna de higiene bucal;

=Tente não incluir refrigerantes na sua dieta e, caso não consiga, beba só de vez em quando. Além de ser vilões da brancura, eles não são nada saudáveis;

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Foto: Zahnreinigung/Pixabay

=Se seu dente já estiver amarelo, o dentista é a opção mais indicada. Ele fará os tratamentos adequados, como limpeza e clareamento, que irão amenizar as manchas.

Fontes

Elaine Cristina de Almeida é formada em Odontologia pela Universidade Camilo Castelo Branco. Especialista em Dentística Estética pela Faculdade de Odontologia São Leopoldo Mandic. Especialista em Odontologia do Trabalho pelo Sindicato dos Odontologistas

Dental Cremer é líder brasileira em venda de produtos odontológicos, sendo a primeira one stop shop da odontologia brasileira, disponibilizando tudo que o dentista precisa em um só lugar, por meio da sua central de vendas e loja virtual.

 

Banho: cuidados para fazer desse momento um tratamento de beleza e saúde

Dermatologista e consultora da Condor, Luciana Maluf, dá dicas de como cuidar da saúde e da beleza da pele

Brasileiros adoram tomar banho. De acordo com uma pesquisa do instituto Euromonitor realizada com mais de seis mil pessoas de 16 países, o brasileiro é um dos povos que mais tomam banho em todo o mundo. Em média, são 12 banhos por semana, ou seja, média de 2 banhos por dia. Outro estudo, encomendado pela marca Reckitt Benckiser em 2010, já comprovava esse hábito. Enquanto os britânicos se banham 5,6 vezes por semana; os americanos, 7,4 vezes, os brasileiros ligam o chuveiro 20 vezes nesse mesmo intervalo.

Além de manter a higiene, o momento do banho também precisa ser usado para cuidar da saúde e da beleza da pele e alguns detalhes merecem atenção como o tipo de sabonete e a esponja utilizada. “A ideia é agregar ao hábito do banho alguns cuidados que visam o relaxamento e a saúde”, afirma Luciana Maluf, dermatologista e consultora de beleza da Condor.

Água e sabonetes

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O cuidado começa na hora de ligar o chuveiro. A temperatura da água não deve ser muito alta. Especialistas são unânimes em afirmar que a água morna (em torno dos 25º C) é a melhor amiga da pele. Quando muito quente, a água tende a remover a camada de gordura natural da pele, o que leva ao ressecamento.

A escolha do sabonete também sugere mais atenção. Comece escolhendo aquele que seja adequado ao seu tipo de pele, sobretudo porque estamos falando de um produto de uso frequente. Essa decisão deve estar ligada ao chamado potencial hidrogeniônico, o famoso pH, uma escala que mede o grau de acidez, neutralidade ou alcalinidade de uma determinada solução.

As opções que têm pH mais próximo de 5 são as mais indicadas, uma vez que mantêm a hidratação natural e não provocam irritações ou sensibilidade. Em peles secas, os produtos com ação hidratante são a melhor escolha. Já os antissépticos devem ser utilizados apenas em casos específicos. Além disso, os produtos usados no corpo não devem ser aplicados no rosto, pois podem desequilibrar a saúde cutânea.

Líquido ou em barra?

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Além da adequação ao tipo de pele, a escolha entre uma consistência e outra deve primar pela finalidade pensada para cada um. Os sabonetes líquidos costumam ter um pH mais próximo ao da pele (por serem mais “leves” em sua composição), o que faz com que eles sejam menos ácidos e mais suaves na hora da limpeza.

Já os sabonetes em barra tendem a ser mais alcalinos, ou seja, têm um pH mais alto. Por isso, eles são capazes de remover os resíduos mais profundamente, beneficiando a pele oleosa e com tendência a acne, além de precisar de um produto mais eficiente na limpeza e mais suave na hidratação. Por outro lado, os sabonetes em barra podem deixar a desejar em peles com tendência ao ressecamento e o seu compartilhamento requer cuidados, uma vez que há o contato direto com a pele.

Na hora de esfoliar a pele

esponja de banho pixabay
Pixabay

Por isso, se a ideia ao usar uma esponja é aproveitar o banho para promover uma esfoliação da pele, o melhor é recorrer a produtos que tenham essa finalidade como os esfoliantes, bons aliados na eliminação das células mortas.

Produtos à base de açúcar são próprios para uma limpeza profunda da pele e para a desobstrução dos poros. Sabonetes líquidos e em barra com poder de esfoliação ativam a renovação celular e reparam a pele.

A frequência dessa esfoliação mais profunda vai depender de cada caso. Em geral, os especialistas indicam que o procedimento deve ser feito entre uma e duas vezes por semana. A melhor recomendação, no entanto é observar como a pele reage a esse processo. Para evitar exageros, a dica é notar se a pele está mais avermelhada e sensível. Se perceber que o aspecto áspero e opaco resiste, é possível aumentar a frequência. Peça ajuda ao seu médico dermatologista para achar o ritmo certo.

Banho em risco

mulher chuveiro banho

Não é só a esponja que pode aumentar o risco de contaminação na hora do banho. Vale também repensar o compartilhamento do sabonete. Dividir o sabonete é prático e econômico, porém os infectologistas recomendam atenção redobrada no caso dos sabonetes em barra, que entram em contato direto com a pele. O produto em pedra pode acumular bactérias e transmiti-las de uma pessoa para outra. E o mesmo acontece com as toalhas. Por conta da umidade, essas peças podem acumular secreções, ácaros, fungos e bactérias.

Fonte: Condor

 

Pets sofrem com mudança de temperatura

Olá, escrevo antes da matéria para avisar que criei um novo blog para tratar apenas dos temas pets, animais de estimação, natureza, meio ambiente, comportamento: Se meu pet falasse. Vou começar a postar esses assuntos por lá, portanto, se gosta desses temas, comece a seguir clicando aqui. Os demais assuntos continuam neste espaço. Obrigada.

O inverno em algumas regiões do país não havia mostrado seus efeitos, como em São Paulo. Porém, com a queda de temperatura dos últimos dias, a incidência das doenças respiratórias entre cães e gatos pode aumentar.

Nesta época do ano, uma média de 30% dos atendimentos são por patologias relacionadas a baixas temperaturas nas clínicas da Petz. Além da vacinação contra a traqueobronquite canina ou a rinotraqueite felina e da visita semestral ao veterinário, é preciso ter alguns cuidados para manter os pets aquecidos e evitar complicações como bronquite e pneumonia.

“Essas doenças podem ser causadas por vírus, bactérias e até fungos e levam a crises de tosse semelhante a engasgos, espirros, secreção nasal ou ocular, febre, apatia e falta de apetite”, explica a veterinária Karina Mussolino, gerente de clínicas da Petz. “Nesta época, é importante que cães e gatos permaneçam em locais protegidos do frio, em áreas cobertas.”

Karina aconselha deixar sempre à disposição casinhas, caixas, cobertores, mantas e até as tradicionais roupinhas: “É preciso também ficar atento aos filhotes e aos pets idosos, que costumam sentir mais frio que os demais”.

Sinais do frio

Extremidades frias, tremedeiras, ficar encolhido ou procurar por lugares quentes para se abrigar são os sinais de que os pets estão sentindo frio. “Os cãezinhos de pelagem curta são os mais afetados, como pug, pinscher, buldogue francês, teckel, whippet e pit bull”, afirma Karina.

Já raças como spitz, chow chow, golden retriever, shih tzu e lhasa apso têm pelagem longa e alguns, até subpelos, que protegem dessa sensação térmica e mantém o animal aquecido. Mesmo alguns pets preferindo o clima mais fresco, é preciso ficar atento à friagem e aos desconfortos causados por ela.

Dicas para aquecer os pets

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1 – Para saber se os pets estão com frio, vale a mesma sensação térmica das pessoas, apesar de os cães terem a temperatura do corpo mais elevada.

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2 – As roupas devem aquecer, mas não podem comprometer o movimento dos bichinhos. Por isso, procure escolher tecidos naturais e estilos que sejam confortáveis.

cachorro roupinha pixabay
Pixabay

3 – Para se certificar do tamanho, é preciso sempre medir três dedos entre a roupinha e o corpo do pet, principalmente, na região do pescoço.

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4 – A roupinha deve ser retirada toda noite, principalmente para os cães de pelo longo, para fazer a escovação e evitar a formação de nós na pelagem.

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5 – Banho pode ser dado toda semana, desde que seja em local protegido do vento e que não tenha choque térmico. Após sair do centro de estética, dê uma volta na pet shop antes de ir para a rua, por exemplo.

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Foto: La Tienda de Frida

6 – Ao passear com os cães em dias frios, opte por horários mais quentes, principalmente pela manhã e ao meio dia.

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Foto: Vetstreet

7 – Alimentação deve ser normal, não é preciso aumentar a quantidade, pois há risco de engordar. Rações de qualidade suprem todas as necessidades e fortalecem o sistema imunológico.

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8 – Sempre deixe água fresca à vontade pela casa, para ajudar na hidratação. Gatos, por exemplo, costumam beber muito mais água quando é oferecida em bebedouros com fontes.

Fonte: Petz