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Outubro Rosa: seis opções da Giuliana Flores para apoiar a causa

Criado em 1990, o Outubro Rosa começou em Nova York com o intuito de conscientizar as mulheres sobre a importância do autoexame e acompanhamento médico na luta pelo combate ao Câncer de Mama. No Brasil, a ação já iluminou diversos pontos turísticos com a cor rosa, como o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, e o Obelisco do Ibirapuera, em São Paulo. A Giuliana Flores, maior floricultura on-line do Brasil, abraça essa causa e traz uma seleção de arranjos com a nuance que representa o movimento. Confira as sugestões:

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As violetas florescem durante o ano inteiro e deixam qualquer ambiente mais bonito. Por R$ 57,10

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Conhecido também como flor dos deuses, o cravo é uma espécie exótica e que agrada as mulheres que têm personalidade forte. O vaso com oito unidades está disponível por R$ 131,50.

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O delicado coração repleto de rosas pinks é uma ótima forma de lembrar as mulheres que você ama sobre essa causa tão importante. Por R$ 85,70

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A caixa sublime premium recheada com rosas mescladas de tons magenta e branco impressionam e agradam todos os gostos. Por R$ 228,30

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Como resistir à beleza de gérberas pinks combinado com um kit todo especial da Natura Tododia de sabonetes com aroma de orquídea? Por R$ 77,90 giulina 6

Não existe idade para ser surpreendida com um ursinho de pelúcia. Ainda mais quando vem acompanhado de um belo buquê de flores nobres. Por R$ 129,90

Informações: Giuliana Flores

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Coprofagia: como resolver o problema de cães que comem fezes?

O médico veterinário da Naturalis e Gerente Técnico Nacional da Total Alimentos, Marcello Machado, responde às dúvidas mais frequentes dos tutores, sobre o assunto:

Meu cachorro come cocô. E agora?

“A coprofagia, ou o ato de comer fezes, é mais comum do que a maioria dos tutores imagina. Esse hábito pode estar ligado a problemas pancreáticos, superalimentação (quando o animal é alimentado apenas uma vez ao dia com grande quantidade de ração), baixos níveis proteicos, ocorrência de vermes, ou alimentação insuficiente (fome) e, principalmente, tem um forte laço comportamental. Cães estressados, ansiosos, entediados, confinados em lugares fechados e que querem chamar atenção de seu tutor, podem desenvolver esse distúrbio ao longo do tempo”.

Qual a solução?

Para a solução desse problema, nem sempre são recomendados medicamentos. “Apenas uma mudança de comportamento é suficiente, por isso é importante buscar o médico veterinário de sua confiança, ele indicará o melhor tratamento”.

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Fezes amolecidas ou gelatinosas

Fezes pastosas não são causadas apenas pela alimentação, então é importante entender exatamente o que está acontecendo. Confira as dicas do veterinário:

–Verifique se a quantidade diária fornecida não está em excesso. A superalimentação também pode provocar fezes amolecidas e até diarreia;
–Descarte a possibilidade de verminoses e protozoários, como a giárdia;
–Veja se o pet está consumindo ou consumiu plantas com potencial tóxico, como o bico-de-papagaio;
–Também saiba se houve troca brusca de ração, de alimento de filhote para adulto, por exemplo, ou troca de marcas. Recomendo a troca gradual de 7 dias: no primeiro e segundo deve incluir 25% da nova ração e 75% do alimento antigo; no terceiro e quarto dia 50% de cada. No quinto e sexto dia 75% do novo alimento e 25% do antigo. No sétimo dia 100% do alimento novo.
–Intestino sensível ou intolerância: pode ser que o cãozinho tenha intestino sensível a uma determina fonte proteica ou até seja intolerante à proteína animal. No caso de sensibilidade, geralmente um alimento com uma proteína diferente da qual o animal está habituado ajuda a amenizar o problema. Mas, em casos mais graves de intolerância, é necessário oferecer alimento elaborados com proteína de soja, que tem baixo teor alergênico.

Fonte: Naturalis

Reconstrução imediata da mama garante melhor qualidade de vida

Outubro rosa é um movimento importante para conscientizar, de forma exaustiva, os meios de prevenir e diagnosticar precocemente o câncer de mamas. “Com os recursos da medicina moderna, grande parte dos tumores são curáveis desde que diagnosticados precocemente”, analisa a cirurgiã plástica Beatriz Lassance, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e da Isaps (International Society of Aesthetic Plastic Surgery).

“No caso das mamas, elas representam a feminilidade, conferindo contorno ao corpo da mulher ao mesmo tempo em que produz leite e aplaca a fome do filho. A retirada da mama implica na perda destas sensações e, consequentemente, de parte do poder feminino. A cirurgia de reconstrução de mamas devolve a anatomia, restabelece o contorno reabilitando a forma feminina da mulher e melhora a autoestima após a mutilação necessária para o tratamento do câncer”, acrescenta a médica.

De acordo com a especialista, estudos mostram que a sobrevida e a qualidade de vida da paciente são melhores quando a reconstrução é imediata, ou seja, quando é feita na mesma cirurgia da retirada da mama. “Porém, em alguns casos isso não é possível por estadiamento do tumor, ou condições clínicas da paciente para enfrentar cirurgia maior. A decisão é feita pela equipe médica visando o melhor à paciente”, comenta.

A médica argumenta que a simples retirada do tumor pode ser suficiente e, dependendo das células envolvidas, mesmo em tumores pequenos a retirada de toda a mama é necessária, ou ainda deve ser complementada com radioterapia, quimioterapia ou ainda hormonoterapia.

“Tumores maiores, diagnosticados mais tardiamente requerem tratamentos mais amplos, demorados e mais agressivos”, afirma. Como a mama não é um órgão vital, é possível viver funcionalmente sem mamas. Muitas pacientes, de acordo com a médica, optam por não reconstruir as mamas após o câncer, com medo da cirurgia, felicidade por ter sobrevivido e ou até mesmo por considerar as marcas da cirurgia como um troféu por terem sobrevivido à doença. “O que importa é a mulher sentir-se bem e feliz consigo mesma após o câncer de mama”, diz.

Para quem decide optar pela cirurgia,  Beatriz afirma que a reconstrução de mamas deve ser muito bem discutida e decidida em conjunto entre a equipe de mastologia, cirurgia plástica e a própria paciente. “Todos os riscos, expectativas, opções de tratamento precisam estar bem explicados para o sucesso do tratamento.”

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Opções de reconstrução das mamas

A especialista diz que tudo depende da quantidade de pele, gordura e glândula que precisou ser retirada na cirurgia. “O mastologista retira a quantidade de tecidos necessária para garantir a extirpação total do tumor com segurança. Se diagnosticado precocemente, um tumor pequeno e com diagnóstico histológico favorável, é feita retirada somente da parte afetada da mama – o que chamamos de quadrantectomia. Nestes casos uma cirurgia de modelagem da mama, com ou sem colocação de prótese mamária, deixando simétrica com o outro lado pode ser suficiente, ou então podemos reduzir a outra mama”, diz a médica.

Já em casos mais avançados, onde a mama toda é retirada, o nome do procedimento é mastectomia. “Se for possível preservar pele e músculo, uma prótese é colocada sob o músculo peitoral, se não há espaço suficiente, podemos colocar um expansor, que é uma prótese que será preenchida de soro, aos poucos, no consultório do cirurgião plástico para expandir gradualmente os tecidos e permitir a colocação de prótese de silicone com consistência e formato muito próximos ao de uma mama normal em outra cirurgia posteriormente”, conta.

O expansor pode também ser colocado se for necessária radioterapia pós-operatória. A radioterapia altera e deixa a pele muito frágil – e aumentam os riscos de complicações com as próteses.

Quando a retirada da pele também é necessária, é necessário utilizar tecidos de outros lugares para tratar. “Pode ser utilizada pele da região lateral do tórax, pele e músculo grande dorsal da região das costas, ou ainda pele da região inferior do abdome. A decisão vai depender levando em consideração a quantidade e qualidade dos tecidos da paciente associadas ao tamanho do tecido retirado pelo mastologista”, conta. “As opções são várias e o cirurgião plástico sempre vai optar pelo melhor possível a oferecer ao paciente. Muito difícil se obter um resultado ideal em apenas um procedimento, normalmente são necessárias duas ou mais cirurgias”, argumenta.

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As mamas ficam como eram antes?

“É muito importante discutir as expectativas. Nas mastectomias, a mama será substituída por prótese de silicone ou músculo ou tecido de outra parte do corpo. Nunca será como a mama anterior, composta de glândula e tecido gorduroso. Por mais que as próteses de silicone tenham evoluído e conferem aspecto o mais natural possível, sempre serão mais consistentes que a mama original. Além disso, não é possível preservar a sensibilidade da mama”, explica.

No caso da aréola e do mamilo, eles podem ser reconstruídos após obtido aspecto final das mamas. “Uma grande opção para restaurar a aréola é a pigmentação ou tatuagem na mesma cor e tamanho da aréola contralateral. O mamilo pode ser reconstruído com pele do próprio local ou enxerto de outras áreas como parte do mamilo da outra mama, pele da vulva ou região da virilha. Importante lembrar que a sensibilidade não é restabelecida.”

Existem riscos?

Os riscos são como qualquer outra cirurgia, de acordo com a médica: pré-operatório rigoroso com exames de sangue e avaliação cardíaca são importantes para minimizar esses riscos. Em relação ao local a ser operado, vai depender da técnica utilizada, importante discutir os riscos com o cirurgião. O importante é enfrentar o câncer de mama com a certeza que tudo vai dar certo, a equipe de médicos deverá estar sempre junto apoiando e garantindo que o melhor foi feito para que a paciente saia restabelecida e viva feliz.

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Prevenção do câncer de mamas

A médica diz algumas medidas podem ajudar a prevenir o câncer de mamas, baseado em importantes estudos científicos:

– Dieta balanceada: rica em frutas e vegetais e com pouca gordura;

– Evitar sobrepeso: obesidade está relacionada ao aumento do risco de vários canceres, incluindo o de mamas;

– Atividades físicas regulares: 1 hora, 3 dias por semana;

– Quando amamentar: fazê-lo pelo maior número de meses possível;

– Evitar: ingestão alcoólica excessiva.

“O diagnóstico de câncer, em qualquer origem ou local assusta e coloca o paciente numa sensação de impotência e fragilidade. É onde se dá conta que realmente somos mortais e não temos ninguém a quem culpar. Simplesmente aconteceu. O câncer de mama, em virtude de ser um órgão externo é de diagnóstico fácil. A simples palpação pela mulher na hora do banho ou ao se trocar, como amplamente divulgado por orientações do autoexame, é capaz de acender uma luz de alerta”, diz. Por fim, a médica reforça a importância de procurar regularmente o ginecologista para exames de prevenção como mamografia, ultrassonografia ou ressonância nuclear magnética de mamas.

Fonte: Beatriz Lassance é cirurgiã plástica formada pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e residência em cirurgia plástica na Faculdade de Medicina do ABC. Trabalhou no Onze Lieve Vrouwe Gusthuis – Amsterdam -NL e é Membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, da ISAPS (International Society of Aesthetic Plastic Surgery) e da American Society of Plastic Surgery (ASPS)

 

 

Veja os principais nutrientes com poder cicatrizante e saiba como consumi-los

Ao realizar um procedimento cirúrgico, se recuperar de algum ferimento ou, até mesmo, após alguma intervenção estética, como uma tatuagem ou a colocação de um brinco, que geram algum tipo de lesão, várias preocupações surgem. O aspecto final da cicatriz, embora não seja mais importante do que a saúde em si, é uma delas.

A recuperação total, que torna a cicatriz quase imperceptível, não depende apenas da destreza do médico ou cirurgião. Há outros fatores que definem a aparência do tecido lesionado, e a composição do cardápio, que muitas vezes passa imperceptível, é um dos principais.

A maioria das pessoas desconhece que uma coisa tem tudo a ver com a outra e isso acontece porque certas substâncias, encontradas nos alimentos, têm a capacidade de retardar ou potencializar a reconstrução da área que sofreu uma incisão feita pelo bisturi do cirurgião, ou por um acidente.

Alimentos ricos em vitaminas, proteínas, ferro e zinco, consumidos adequadamente, trabalham em conjunto para uma cicatrização rápida e saudável. Portanto, as escolhas alimentares fazem toda a diferença nesse processo e, por isso, é fundamental saber o que deve fazer parte da dieta e o que deve ficar longe do prato.

Como ocorre a cicatrização

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Seja um corte, uma escoriação ou uma queimadura, sempre que o corpo sofrer algum tipo de lesão, o organismo buscará meios para realizar uma reparação. No entanto, se o ferimento não tiver uma boa recuperação, as chances de desenvolver cicatrizes definitivas são grandes. Para evitar isso, as pessoas, geralmente, investem em diversos tratamentos estéticos e cremes. Mas manter uma alimentação balanceada, aliada aos cuidados médicos, é a melhor maneira de acelerar o processo de cicatrização e reconstruir os tecidos rapidamente, evitando as marcas indesejadas.

O organismo enfrenta três fases nesse processo, a primeira é a inflamatória, caracterizada pela coagulação e migração celular, nela é necessário aumentar o aporte de vitamina K e proteínas. Já na segunda acontece a proliferação, ou seja, o desenvolvimento das células, sendo fundamental o consumo de alimentos ricos em vitamina C e minerais, como ferro e zinco. Na última fase acontece a remodelação, processo de maturação e estabilização do colágeno, por isso é essencial a presença de vitaminas e proteínas no organismo.

Fontes de cura

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Segundo a nutricionista Gabriela Domingues, alguns alimentos funcionam como verdadeiros remédios naturais para acelerar o processo de cura da pele desde pequenos arranhões até incisões cirúrgicas.

“Isso acontece graças aos nutrientes presentes em suas composições, que promovem a renovação e multiplicação celular de forma mais rápida, tornando assim a cicatrização eficiente e quase invisível após o período de regeneração”, explica a profissional que atua na Nova Nutrii​, especializada em nutrição clínica.

Segundo ela os alimentos com propriedades cicatrizantes facilitam a formação do tecido que fecha as feridas e ajuda a diminuir as marcas na pele. Conheça mais sobre os principais nutrientes que devem compor o cardápio durante esse processo:

Vitamina K

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Essa vitamina já é usada clinicamente com a finalidade de acelerar a cicatrização da pele, especialmente após as cirurgias. Isso porque o nutriente atua diretamente na coagulação sanguínea, desempenhando uma função básica capaz de evitar hemorragias e aliviar inchaços, combatendo os hematomas que impedem uma cicatrização eficiente. Além disso, a vitamina K também é usada amplamente no campo estético, devido, justamente, às suas habilidades curativas que ajudam no tratamento de rosáceas e acnes e ainda combatem varizes, aliviam contusões, melhoram a aparência das estrias e auxiliam na recuperação e melhora de queimaduras. “Vegetais de folhas com a coloração verde escura como couve, agrião, espinafre, brócolis, coentro, orégano e outros são ótimas fontes desse nutriente”, complementa a nutricionista.

Vitamina C

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Um dos nutrientes mais conhecidos quando se trata de cicatrização. Ela é essencial para o funcionamento pleno do nosso organismo e atua em todas as fases desse processo de regeneração, promovendo o crescimento e o reparo dos tecidos em todas as partes do corpo, tanto internos quanto externos. Isso porque é necessário um determinado teor dessa vitamina para que nosso corpo sintetize o colágeno de forma adequada, proteína que, por sua vez, é fundamental para a reconstrução dos tecidos lesionados, conferindo firmeza à estrutura celular da pele, tendões, músculos e ossos. Ou seja, a vitamina C é essencial para reparar e cicatrizar, além de proteger o corpo contra infecções e radicais livres, que são os principais inimigos da cicatrização. Para garantir o aporte deste nutriente é ideal aumentar o consumo de frutas como laranja, limão, abacaxi, kiwi, manga, morango, ou verduras como brócolis, agrião, couve, nabo entre outros.

Vitamina 

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Este nutriente é capaz de regenerar a pele e oferecer energia para sua recuperação, por isso, é fundamental na reparação de lesões, tanto externas quanto internas. “Esta vitamina é usada em tratamentos contra acne, eczema, psoríase, herpes labial e outras patologias que atingem o corpo em sua camada externa, como no caso de feridas e queimaduras. Já internamente, a vitamina A combate processos inflamatórios no intestino e inflamações na urina”, afirma Gabriela. O nutriente pode ser encontrado em alimentos como cenouras, batatas, pimentões, abóbora, verduras de folhas verdes e frutas como o melão e damascos.

Proteína

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A cicatrização requer aminoácidos e peptídeos fornecidos pelas proteínas, que funcionam como uma espécie de “cimento” para fechar a ferida. Se a dieta for pobre nesses nutrientes o processo de cicatrização pode ser retardado, aumentando o risco de rompimento do corte e as chances de que a lesão deixe marcas visíveis após a reparação. Além disso, as proteínas ainda desempenham papel importante na sintetização do colágeno. A quantidade necessária durante esse processo depende da idade do paciente e do tamanho da lesão. Fatores como o estresse e infecções também podem interferir. “O ideal é investir em cortes mais magros, como lagarto, alcatra, coxão mole, e filé-mignon. Para os vegetarianos e veganos é fundamental fazer o aporte proteico com uma variedade de verduras e legumes que forneçam todos os aminoácidos necessários. Há também os suplementos fontes de proteínas que repõem a quantidade que precisamos, mas é importante consultar um especialista antes de inseri-los na dieta”.

Alimentos anti-inflamatórios e antioxidantes

salmão
Alimentos ricos em ômega 3 não podem faltar no prato de quem está se preparando para encarar o bisturi ou, mesmo daqueles que já estão se recuperando de uma cirurgia ou acidente. Isso porque esse ácido graxo, encontrado em peixes gordos como a sardinha e o salmão, ou em sementes como a chia e linhaça, possui propriedade anti-inflamatórias que auxiliam o corpo no processo de cicatrização, favorecendo a reparação do ferimento. Mas, além disso, ele também é rico em antioxidantes, que combatem o excesso de radiais livres e favorecem a saúde do organismo e da pele, prevenindo, inclusive, o envelhecimento celular.

Hidratação

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Fundamental para garantir a elasticidade da pele e a saúde e jovialidade das células, a água ainda ajuda a combater o inchaço e a retenção de líquidos, o que contribui para eliminar as impurezas do corpo. A dica da nutricionista é apostar em chás e águas aromatizadas. Na contramão ficam as bebidas alcoólicas, que devem ser evitadas, pois, elas promovem o ressecamento e desidratação, prejudicando os mecanismos que o organismo usa para a regeneração do tecido danificado.

Fique longe

Um cardápio balanceado é fundamental para a recuperação do machucado, mas, em contrapartida, há itens que devem ficar de escanteio nessa fase, em prol da cicatrização completa do local lesionado. A especialista explica que, qualquer lesão já gera uma inflamação normal, sinalizando para o corpo que está na hora de cicatrizar, mas o processo se torna ainda mais complicado quando ingerimos alguns alimentos que causam um estado inflamatório preestabelecido, como é o caso de alimentos processados.

“Os níveis de algumas proteínas no organismo são modificados, levando o corpo a um estado inflamatório mais elevado. Os alimentos ricos em gorduras trans, como salgadinhos, biscoitos e congelados, estão no topo da lista de itens contraindicados nesse processo”, afirma Gabriela.

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Foto: Xandert/Morguefile

De acordo com a profissional, por serem ricos em sódio, esses alimentos ainda causam um inchaço no corpo, que também atrapalha a recuperação. Os embutidos e os cortes mais gordos de carnes, como picanha e cupim, que são redutos de gorduras saturadas também devem passar longe do prato.

“O maior risco da ingestão desses alimentos é que um maior número de células de defesa é recrutado para ajudar a reparar a ferida, isso acaba promovendo mais a formação de colágeno e vasos sanguíneos no local, gerando uma sobrecarga da proteína que aumenta o risco de desenvolver a temida queloide, que nada mais é do que o resultado dessa reação do organismo e consiste em uma cicatriz maior, com excesso de pele. Portanto, para evitar que isso aconteça, o ideal é seguir a dieta corretamente”, finaliza.

Fonte: Nova Nutrii

 

Ação da Drogaria Onofre oferece aferição de pressão e teste de glicemia gratuitos

A Drogaria Onofre realiza, hoje (23), a ação “Saúde em Dia” que tem por objetivo oferecer ao público serviços gratuitos de aferição de pressão e teste de glicemia. Os testes são feitos durante o horário comercial e são conduzidos pelos farmacêuticos das próprias lojas. 26 unidades participam da iniciativa no Rio de Janeiro e em São Paulo

“Criamos o programa para mostrar aos nossos clientes e à população como podemos ajudá-los em seu caminho por uma saúde melhor. Além dos testes, oferecemos ainda um serviço de informação sobre doenças como hipertensão e diabetes”, afirma Mathias Adorno, Diretor de Expansão e Operações da Drogaria Onofre. “De março a agosto, foram realizados cerca de 3 mil atendimentos. A tendência é que o volume de pessoas e a procura pelos testes aumente conforme a ação ganhar mais visibilidade”, completa.

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Ao participar da ação, as pessoas recebem uma carteirinha para fazer o acompanhamento mensal de seus resultados.

Confira abaixo as lojas participantes em São Paulo (capital, interior e Grande SP) e Rio de Janeiro

São Paulo – Capital

Angélica -Avenida Angélica, 1868

Augusta – Rua Augusta, 2450 – Cerqueira César

Brigadeiro – Avenida Brigadeiro Luís Antônio, 2183 – Bela Vista

Brooklin – Av. Padre Antônio José dos Santos, 281 – Brooklin Novo

Cachoeirinha – Praça Manuel da Costa Negreiros, 50 – Vila Nova Cachoeirinha

Campo Belo – Rua Demóstenes, 775

Granja Viana – Rua Ushima Kira, 485

Guaianazes – Rua Otelo Augusto Ribeiro, 164

Ipiranga – Rua Silva Bueno, 2106

Moema – Alameda dos Arapanés, 1179 – Moema

NhambiquarasAlameda dos Nhambiquaras, 393 – Indianópolis

Paulista – Avenida Paulista, 1257 – Bela Vista

Pedroso – Avenida Pedroso de Moraes, 1193

Portal do Morumbi – Rua Doutor Luiz Migliano, 977

SantanaRua Voluntários da Pátria, 1876

Santo Amaro – Rua 13 de Maio, 170 – Cantinho do Céu

Vila Mariana – Avenida Conselheiro Rodrigues Alves, 48

Grande São Paulo

Alphaville – Alameda Rio Negro, 967 – Alphaville Industrial

Guarulhos – Rua João Gonçalves, 75 – Centro

Guarulhos – Bosque Maia – Avenida Paulo Faccini, 1411 – Macedo

São Bernardo do Campo – Av. Professor Francisco Prestes Maia, 947 – Centro

Diadema – Avenida São José, 67 – Centro

Interior de São Paulo

Campinas Centro – Avenida Andrade Neves, 2181 – Jardim Chapadão

Campinas Cambuí – Rua General Osório, 1895 – Centro

São José do Rio Preto – Rua Bernardino de Campos, 3730 – Centro

Rio de Janeiro

Barra Shopping – Avenida das Américas, 4666 – Barra da Tijuca

Informações: Onofre

Dia Nacional de Combate à Sífilis e à Sífilis Congênita terá testagem gratuita

Objetivo da data é reforçar a importância do diagnóstico e do tratamento adequados da sífilis congênita no pré-natal e da sífilis em ambos os sexos como IST; domingo é dia de testagem gratuita na esquina da Augusta com Peixoto Gomide

Neste sábado (21) será celebrado o Dia Nacional de Combate à Sífilis e à Sífilis Congênita. A data é definida pela Lei federal 13.430/2017 para o terceiro sábado de outubro. Assim, o mês de outubro também ganha uma cor especial: além do já famoso “Outubro Rosa”, de prevenção ao câncer de mama, com a nova lei, temos agora o “Outubro Verde”.

O objetivo da campanha é reforçar a importância do diagnóstico e do tratamento adequados da sífilis congênita no pré-natal e da sífilis em ambos os sexos como infecção sexualmente transmissível.

Sífilis congênita é o nome que se dá quando a criança é infectada pela mãe com sífilis não tratada, o que também se chama de transmissão vertical. Essa transmissão pode acontecer em qualquer fase da gestação se a mãe não fizer um pré-natal adequado.

Entre 2014 e 2015, o número de casos de sífilis congênita cresceu cerca de 20% no Brasil, ao passar de 16.205 ocorrências para 19.305, segundo o boletim epidemiológico de sífilis do Ministério da Saúde. Até a metade do ano passado, 9.240 casos foram notificados.

Uma infecção, portanto, que atinge milhares de brasileiros, mas que muitos ainda a desconhecem; como consequência, não sabem preveni-la. “Por isso é tão importante a gestante ser acompanhada pela equipe de profissionais da UBS mais perto da casa dela, explica Valdir Monteiro Pinto, médico e consultor técnico do Programa Municipal de DST/AIDS (PM DST/AIDS), da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de São Paulo.

A sífilis é uma infecção sexualmente transmissível (IST) adquirida por meio do sexo sem camisinha, seja vaginal, anal ou até mesmo oral. Além da congênita, há mais dois tipos de notificação: em gestantes e adquirida – para os demais casos). “A infecção é dividida em quatro fases: primária, secundária, latente – quando não há sintomas – e a terciária. Cada uma possui características diferentes e tratamentos específicos”, esclarece Monteiro Pinto. “Sífilis tem cura, porém não causa imunidade. Portanto, a pessoa pode se infectar novamente se tiver novas relações sexuais desprotegidas”, enfatiza.

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Testagem rápida de sífilis e HIV no domingo

A unidade móvel do Programa Municipal de DST/AIDS (PM DST/AIDS), da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de São Paulo, estará mais uma vez na esquina das ruas Augusta e Peixoto Gomide, no centro da cidade, neste próximo domingo (22). Serão oferecidos testes rápidos e gratuitos de sífilis e HIV, das 14h às 18h*.

“A ideia é aproveitar o horário que as pessoas estão passeando pelo local no domingo à tarde e também aqueles que começam a chegar para curtir as festas que acontecem na região no início da noite”, diz Robinson Fernandes de Camargo, coordenador do PM DST/AIDS em exercício.

Este será o quarto final de semana seguido de testagem no endereço. Até domingo passado, mais de 170 pessoas haviam sido atendidas e quase 345 exames, realizados.

Para fazer os testes rápidos de HIV e sífilis, basta chegar ao local e fazer um cadastro básico. O próximo passo é a coleta de uma gota de sangue e então aguardar 20 minutos pelo resultado. A resposta é dada por um profissional da saúde em uma sala isolada.

Na unidade móvel há também displays para a retirada gratuita de preservativos masculinos e femininos e gel lubrificante. A equipe do programa também faz orientação sobre as infecções sexualmente transmissíveis (ISTs)/AIDS.

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Prevenção

Para prevenir a sífilis, basta usar o preservativo durante as relações sexuais. É possível retirar camisinhas gratuitas em qualquer unidade de saúde e também nos terminais municipais de ônibus de São Paulo. Se for gestante, o pré-natal deve começar o quanto antes.

Os testes para identificar a infecção podem ser feitos na Unidade Básica de Saúde (UBS) mais perto de casa ou em qualquer uma das 26 unidades da Rede Municipal Especializada (RME) em ISTs/AIDS da cidade. Os endereços da RME estão disponíveis aqui.

No final do mês passado, o PM DST/AIDS lançou um aplicativo voltado para os profissionais de saúde com o objetivo de prevenir a transmissão vertical (TV) da sífilis e também do HIV e das hepatites virais. É o “TVSP” que traz todos os protocolos clínicos e terapêuticos de uma forma simples, didática e bem visual. A tecnologia auxilia as equipes que atendem em UBSs e em maternidades a tomarem decisões desde o pré-natal ao puerpério (período pós-parto).

Além do aplicativo, a equipe do programa municipal realiza capacitações contínuas com os profissionais da rede municipal de saúde sobre os métodos de prevenção à TV das infecções e também as diretrizes para o tratamento correto.

O PM DST/AIDS ainda faz parte de diversos comitês municipais junto à Coordenação de Vigilância em Saúde (Covisa), outro órgão da SMS. Esses comitês investigam, por exemplo, as causas das mortes decorrentes da AIDS e os motivos da ocorrência da transmissão vertical. O objetivo é verificar cada passo, corrigir os erros e aperfeiçoar os métodos para prevenir novos casos.

Serviço:
Testagem Rápida e Gratuita de HIV e Sífilis
Local: Rua Augusta x Rua Peixoto Gomide, dentro do estacionamento da farmácia
Horário: 14h às 18h

Hoje é o Dia Nacional de Combate à Sífilis e à Sífilis Congênita

Instituído em março deste ano pela Lei No 13.430, o primeiro Dia Nacional de Combate à Sífilis e à Sífilis Congênita será celebrado em 21 de outubro próximo. A proposta surgiu com o grupo do Setor de DST da Universidade Federal Fluminense e da Sociedade Brasileira de Doenças Sexualmente Transmissíveis (SBDST), com sede na Associação Médica Fluminense, em Niterói (RJ), em função do alarmante aumento da doença por toda a população brasileira.

Sífilis é uma doença infecciosa transmitida pela bactéria Treponema pallidum por meio do sexo desprotegido ou transfusão sanguínea. Os maiores sintomas ocorrem nas duas primeiras fases, período em que é mais contagiosa. Ela se inicia com feridas nos genitais (externo e interno) e outras áreas do corpo como boca e ânus, que podem desaparecer espontaneamente, por isso dá a falsa impressão de cura.

A lesão inicial geralmente é única, indolor, limpa de bordas duras (cancro duro) e acompanhada de íngua na virilha. Algumas semanas depois surgem manchas na pele (abdome, tronco, palmas das mãos e plantas dos pés). Se não tratada, a infecção pode causar lesões no cérebro, no coração e nos ossos futuramente.

“Conhecida como ‘o camaleão da medicina’, a sífilis é uma doença que engana muito a gente. Se você abrir a página de um livro de clínica médica verá que ela entra em diversos diagnósticos: queda de cabelo, queda de sobrancelha, unha deformada, problema mental de neurossífilis, manchas no corpo, hepatite, pancreatite, aneurisma de aorta e doença cardiovascular entre muitos outros. O resultado positivo para sífilis não é necessariamente igual a ter a doença, porque se a pessoa já teve e tratou, pode haver uma cicatriz sorológica, o que possibilita que o exame dê positivo. Ao mesmo tempo, se a pessoa está no primeiro estágio da doença, no início, o exame pode dar negativo”, explica Mauro Romero, presidente da SBDST.

Em 2015, o número de indivíduos notificados com sífilis adquirida foi de 65.878, além de 33.365 gestantes com a doença no mesmo período no país. Os casos de sífilis congênita, transmitidas de mãe para filho, chegaram a 19.228, dos quais 687 resultaram em abortos e 661 em natimortos, sem contar os 221 óbitos pós-nascimento, um total que ultrapassa inclusive o número de mortes provocadas pelo zika vírus.

Aumento

Assessor do Programa Estadual e Municipal de DST/Aids de São Paulo, o obstetra e ginecologista Valdir Monteiro Pinto chama a atenção para os dados do Ministério da Saúde, que indicam que a sífilis adquirida vem crescendo em todas as faixas etárias no Brasil. De 2010 a 2015, os casos notificados subiram de 1.249 para 65.878, ou seja, 52 vezes. Os maiores aumentos ocorreram entre os jovens de 13 a 19 anos (61 vezes), seguido de pessoas entre 20 e 29 anos (59 vezes) e acima de 50 anos (55 vezes).

“As mulheres se encontram em situação de maior vulnerabilidade para aquisição das ISTs (infecções sexualmente transmissíveis) em geral e da sífilis em particular, principalmente pela dificuldade de negociação para o uso de preservativo em razão da desigualdade de gênero. Por outro lado, os homens, apesar de mais vulneráveis às doenças crônicas e de morrerem mais precocemente, não buscam os serviços de saúde de atenção básica, o que dificulta o diagnóstico precoce e o tratamento oportuno das ISTs, incluindo a sífilis”, reflete Valdir Monteiro Pinto.

Com o objetivo de oferecer informações técnicas atualizadas sobre a transmissão vertical do HIV, sífilis e hepatites virais, o Programa Municipal de DST/AIDS de São Paulo desenvolveu o aplicativo TV-SP. O app é direcionado especialmente para os profissionais da atenção primária e maternidades, de forma a subsidiá-los na tomada de decisão do pré-natal ao puerpério, contribuindo para melhoria da qualidade do serviço de saúde ofertado à população.

Grávidas

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Foto: Luciana Ferraz/Pixabay

“Mulheres que engravidam com a infecção, sem diagnóstico nem tratamento devido transmitem a bactéria pela placenta para o feto, causando abortamento ou infecção no recém-nascido, que deverá apresentar várias sequelas graves como deformações dentárias, nos ossos, surdez, perda da visão, deficiência mental e até morte”, adverte Paulo Giraldo, presidente da Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo (Sogesp). Dados da Organização Mundial da Saúde apontam que 25% das grávidas que têm sífilis sofrem aborto espontâneo ou dão à luz bebês natimortos.

“A meta era a erradicação da doença até os anos 2000, mas, infelizmente, foi o contrário. Houve um aumento crescente dos casos notificados de sífilis adquirida e de sífilis congênita, doenças que podem ser claramente curadas com o tratamento adequado. A realização da terapêutica indicada, quando do diagnóstico em gestantes, impede que haja a transmissão do agente para a criança. A gestante deve fazer o pré-natal para que haja o diagnóstico e o tratamento correto, durante a gravidez, impedindo a transmissão do treponema para o seu bebê”, aponta Claudio Barsanti, presidente da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP).

A transmissão vertical da sífilis ainda se mantém em taxas elevadas, apesar de possuir protocolo clínico bem conhecido, com triagem sorológica disponível e de baixo custo. A prevenção é feita com o uso de preservativo em todas as relações sexuais (vaginal, anal ou oral). Na gravidez é mandatório o exame de sangue para diagnóstico e tratamento precoce e a parceria sexual deve ser investigada.

“O aumento da oferta de acesso a exames e a informações prestadas pela equipe de saúde, em um ambiente de envolvimento e comprometimento, com maior adesão aos tratamentos prescritos e à prevenção, podem reduzir os indicadores de morbidade na população geral, de morbimortalidade materno-infantil e redução dos índices de sífilis congênita”, enfatiza o assessor dos programas de DST/Aids de São Paulo.

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Ilustração: Treponema pallidum – Science Source

“A melhor forma de se diminuir o número de casos é a informação à sociedade e, principalmente, às futuras mães sobre o tratamento e a realização adequada do pré-natal”, concorda o presidente da SPSP.

“A união das especialidades médicas afins no combate à sífilis, tanto adquirida quanto congênita, deve ser cada vez mais intensa, com um fluxo de informações eficiente para que os médicos tenham dimensão do tamanho do problema e passem isso para os seus pacientes”, reforça o presidente da Sogesp.

Os postos de saúde oferecem testes rápidos para diagnosticar a doença, e o resultado deveria sair na hora, porém, segundo a SBDST, em alguns locais chega a demorar mais de 30 dias. “O exame de sífilis, VDRL, é feito a mais de 100 anos e conta com inúmeras publicações e campanhas para o combate da doença, mas, infelizmente, ainda temos um enorme problema pela frente. Precisamos aproveitar a oportunidade do Dia Nacional de Combate à Sífilis e construir a necessidade de unir diversos grupos para acabar com a doença”, destaca Mauro Romero.

O tratamento da doença é feito gratuitamente por meio do serviço público, entretanto, a penicilina, medicamento utilizado para administrar o tratamento, segundo Mauro, há anos conta com problemas de abastecimento.

Fontes: SBDST / Sogesp / SPSP

Moda Pet: saiba como embelezar e proteger seus pets contra pulgas e insetos

Que tal deixar seu pet cheio de bossa e estilo para a primavera&verão e ainda por cima reforçar a proteção do queridinho contra pulgas e carrapatos?

A novidade vem da industria brasileira Aya Tech, que acaba de lançar bandanas de diferentes cores, tamanhos e estampas produzidas com tecidos tecnologicamente tratados para repelir insetos causadores de doenças como leishmaniose, calazar, filariose e doença de chagas, entre outras.

“São tecidos inteligentes, antialérgicos e totalmente sem cheiro“, diz Fernanda Checchinato, CEO da Aya Tech. As bandanas são 100% eco-friendly, não prejudicam o meio ambiente e o ser humano, inclusive crianças e bebês, mas certamente darão um chega pra lá em pulgas, carrapatos, baratas, formigas, vespas, abelhas e moscas que incomodam e ameaçam a saúde dos animais. “É a tendência primavera&verão mais bacana e fashion deste ano em Moda Pet com foco em proteção e beleza”, diz Fernanda.

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As bandanas podem ser usadas em cães, gatos, furões, hamsters, cavalos, pôneis e até mesmo em animais mais exóticos como chinchilas, cacatuas, iguanas e mini pigs, entre muitos outros.

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O fator biorepelente dura até70 lavagens, mas é possível dar uma turbinada com o spray biorepelente Protec, da mesma fabricante, que pode ser borrifado sobre o tecido depois de algumas lavagens, aumentando a durabilidade do produto. O pet vai ficar lindo e livre de doencas causadas por mosquitos e insetos.gato com bandana3

As bandanas pet fashion Aya Tech estão disponíveis no e-commerce da empresa, em . O preço, a partir de R$ 50 a unidade, varia de acordo com o tamanho. A Aya Tech entrega em todo o Brasil.

 

Hoje é o Dia Mundial de Combate à Osteoporose

Uma das doenças que tem alta incidência entre idosos, principalmente no sexo feminino, é a osteoporose, que afeta os ossos do corpo humano deixando-os mais frágeis e com risco de fratura. De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) a doença atinge entre 13% e 18% das mulheres, enquanto nos homens o número é de 3% a 6%.

De acordo com estimativas da International Osteoporosis Foundation (IOF) a doença é responsável por 9 milhões de fraturas no mundo, todos os anos, com incidência maior em mulheres, por conta da redução na produção de estrogênio após a menopausa.No Brasil, cerca de 10 milhões de pessoas convivem com a osteoporose e para um país que terá a sexta maior população de idosos em 2025, o número é preocupante.

“A melhor maneira de combater a doença é a prevenção. Ações simples cotidianas como, por exemplo, não beber, não fumar, praticar exercícios físicos e se expor à luz solar por alguns minutos auxiliam na melhora da qualidade de vida no envelhecimento”, explica Rodrigo César Schiocchet da Costa, geriatra da Cora Residencial Senior, um novo conceito de instituição de longa permanência para idosos.

Nas unidades Cora os residentes realizam diversas atividades que auxiliam o fortalecimento ósseo e o bem-estar como, por exemplo, dança sênior, ginástica em grupo, aulas de teatro e caminhadas. “Temos uma programação para evitar o sedentarismo. Além disso, as atividades promovem a saúde e auxiliam a autoestima, deixando o ambiente mais divertido”, conta o geriatra.

“A maior preocupação com a osteoporose, e também com a osteopenia que é o início da manifestação da doença, são as fraturas. A idade avançada pode limitar a recuperação e os movimentos, diminuindo a qualidade de vida. Em casos mais graves, como lesão no fêmur, o idoso pode correr riscos cirúrgicos e até de vida. Por isso a prevenção é tão importante”, comenta Rodrigo.

Dicas de prevenção

A massa óssea começa a aumentar na infância, até se estabilizar na faixa dos 30 anos. Por isso é importante manter hábitos saudáveis ao longo de toda vida. Abaixo algumas dicas importantes para a prevenção da osteoporose.

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§ Consumir laticínios, frutas, legumes, folhas verdes e grãos, que são alimentos com grande quantidade de cálcio.

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§ Praticar exercício físico regularmente.

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§ Para idosos, o ideal é a prática de atividades de baixo impacto como caminhadas, dança de salão, ginástica em solo e também exercícios resistidos (musculação), sempre com acompanhamento profissional.

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§ Abandonar o cigarro, hábito nocivo em qualquer situação. Fumantes podem perder cerca de 1% de massa óssea por ano.

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Pixabay

§ Tomar sol diariamente por 15 a 20 minutos, antes das 10 horas da manhã, o que favorece a sintetização da vitamina D, que auxilia na absorção de cálcio pelo organismo.

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§ Evite beber refrigerantes, bebidas alcoólicas, bebidas com cafeína, pois favorecem a perda de massa óssea. Opte por sucos naturais e água mineral.

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Quarto com camas mais altas e com luminárias nas laterais – Projeto KTA Arquitetura – Foto: Inês Antich

§ Prevenir riscos de quedas, que podem diminuir a mobilidade, além de causar fraturas graves em idosos.

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§ Ter acompanhamento médico regular e realizar a densitometria óssea, um exame simples e rápido que faz o diagnóstico da osteoporose com precisão, quando indicado pelo médico.

Fonte: Cora Residencial Senior

Sociedade Brasileira de Cancerologia dá dicas de prevenção do câncer de mama

O movimento Outubro Rosa foi criado no início da década de 1990, nos Estados Unidos, e logo ganhou notoriedade em todo mundo, por meio da promoção de diversas ações de conscientização sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama, que é o segundo de maior incidência no mundo e o primeiro no sexo feminino. De acordo com estimativas do Instituto Nacional de Câncer (Inca), em 2017 surgirão 57.960 novos casos de câncer de mama.

“O Ministério da Saúde recomenda a realização anual da mamografia a partir dos 50 anos. Em mulheres com histórico familiar de câncer de mama deve ser a partir dos 40 anos. A ultrassonografia também é um recurso eficiente para investigar a doença. Mas um exame simples, atemporal, que auxilia na detecção de nódulos é o autoexame, que pode ser realizado ainda na adolescência. São métodos que contribuem muito para que o tratamento tenha êxito, desde que o câncer seja descoberto em sua fase inicial”, explica Ricardo César Pinto Antunes, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Cancerologia (SBC).

Alguns dos principais fatores de risco que podem indicar relação com o surgimento do câncer de mama são: primeira menstruação precoce (antes dos 12 anos), menopausa tardia (após os 55 anos), primeira gravidez após os 30 anos, não ter filhos (nuliparidade) e reposição hormonal por tempo prolongado pós-menopausa. Além de histórico familiar, tabagismo, consumo excessivo de álcool, sobrepeso e obesidade.

“Visitas regulares ao médico e a realização do exame de mamografia, uma vez ao ano, a ultrassonografia, o autoexame e o exame clínico contribuem com a cura de cerca de 90% dos casos de câncer de mama”, comenta o vice-presidente da SBC.

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Câncer de mama em homens

O câncer de mama não atinge somente as mulheres. A doença pode se desenvolver também no sexo masculino. A incidência, porém, é considerada baixa com cerca de 1% dos casos. Ou seja, cerca de 580 eventos, conforme número oficial do Inca.

“Nos homens o câncer se manifesta após os 50 anos e, na grande maioria dos casos, em apenas uma mama. Pode ser percebido com um simples toque e por meio de um exame de ultrassonografia”, acrescenta Ricardo.

Dicas de Prevenção

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· Realizar, pelo menos, 15 minutos de atividade física por dia (caminhar, subir e descer escadas são ações simples e benéficas).

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· Manter uma boa hidratação (ingerir pelo menos 1,5 litro de água por dia).

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Pixabay

· Dar preferência às carnes brancas (peixes são mais recomendados).

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Foto: iStock

· Consumir vegetais de todas as cores.

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· Dar preferência ao consumo de vegetais crucíferos, que ajudam na prevenção (couve flor e de Bruxelas, espinafre, rúcula, brócolis, agrião, por exemplo).

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· Abandonar o tabaco e não exagerar no consumo de álcool.

Fonte: Sociedade Brasileira de Cancerologia (SBC)