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Animais de estimação também podem sofrer de depressão

A depressão nos animais pode se manifestar de várias maneiras, assim como nos humanos. As principais causas são as mudanças de rotina e ambiente, solidão e falta de atividades físicas.

Segundo a Médica Veterinária e professora do curso de Medicina Veterinária da Universidade Univeritas/UNG, Karina D’Elia Albuquerque, todos os animais domésticos podem sofrer de depressão, principalmente cães e gatos.

cachorro e gatinho

“Atualmente, com a humanização dos animais domésticos, temos nos deparado com recorrentes manifestações de depressão, ansiedade e outros distúrbios psicológicos que afetam diretamente a personalidade desses animais, como por exemplo irritabilidade, destruição de móveis e objetos pessoais, e urinar e defecar fora dos locais preestabelecidos”, explica.

Confira entrevista com Karina D’Elia:

cachorro deitado doente

Pergunta – Os cães são seres mais dependentes, como os sintomas de depressão se manifestam?

Resposta: Há diversas formas de aparecimento da depressão. Os cães podem manifestar a perda do apetite, apatia acentuada, lambedura excessiva nas patas e no corpo, tristeza profunda, rejeição ao toque e isolamento.

P – Os gatos têm depressão? Como identificar?

gato assustado escondido pinterest
Pinterest

R: Os gatos são ainda mais propensos a desencadear a patologia, pois a mudança de rotina pode levar à depressão e, com isso, o aparecimento de doenças, como a Síndrome da Pandora (cistite idiopática no felino), principalmente nas fêmeas, cujos sintomas iniciais são cistite e hematúria (sangue na urina). Alguns animais se escondem e param de se alimentar.

P – Por que a depressão aparece?

cachorro sofá dois

R: Os cães e os felinos são muito resistentes às mudanças de rotina, como a introdução de um novo animal na casa, a morte de uma pessoa próxima, o afastamento de um animal companheiro. Devido à correria do mundo moderno, os tutores dos pets passam muito tempo no trabalho e os animais se sentem sozinhos e abandonados.

P – Existe tratamento? Quais alternativas existem para reverter o quadro de depressão?

gato com medo

R: Em primeiro lugar, precisamos minimizar ao máximo as mudanças de rotina, levar ao veterinário para realizar exames laboratoriais e de imagem, e ter certeza que não há doenças primárias, tentar manter uma rotina diária com os animais, como passeios e brincadeiras. Manter um acompanhante sempre que possível na ausência do tutor. Há casos que são recomendados o uso de antidepressivos e sessões terapêuticas.

Fonte: Universidade Univeritas/UNG

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Dia Nacional do Surdo: discutir sobre perda auditiva é importante

A perda auditiva é uma condição natural – perde-se conforme os anos passam, mesmo que, em sua maioria, as pessoas a percam ainda durante a idade ativa, por problemas auditivos antes da meia idade.

A otorrinolaringologista e mestre em cirurgia clínica Rita de Cássia Cassou Guimarães explica que uma das causas mais comuns da deficiência auditiva é a exposição prolongada a ruídos – dentre eles, principalmente, se encontra o som alto, com ou sem uso de headphones, que pode levar a pessoa a adquirir diversos graus de surdez.

Os fones de ouvido transmitem altos níveis de vibração sonora (decibéis). Em um censo, foi apontado que cerca de 28,8% de adolescentes brasileiros (os usuários mais frequentes) já têm zumbidos – uma pressão nos ouvidos que causa dificuldade em compreender o que se ouve – em níveis comparados a adultos.

“A probabilidade desses jovens, ao entrarem em um contato prolongado com elevados níveis de ruídos, apresentarem problemas auditivos já aos 30 ou 40 anos é enorme”, explica Rita. Em geral, no Brasil estima-se que, ao menos, 15 milhões de pessoas já sofrem com algum tipo de perda auditiva ao entrar em contato com barulhos intensos.

Para os fones, a solução não é aboli-los, mas, sim, usá-los com moderação, sem o exagero no volume do aparelho – como explica a médica. O limite auditivo seguro do som contínuo é de 80 decibéis: “É preciso escutar o som e, ao mesmo tempo, o que está a sua volta”, orienta a especialista. O modelo de concha é o mais recomendado, então opte em usá-lo.

mulher ouvindo musica fone de ouvido stocksnap pixabay

“Essas dicas são importantes para cuidar da audição e proteger os ouvidos. Fique atento ao tempo de exposição ao som alto: o ideal é fazer uma pausa de dez minutos a cada hora de barulho intenso”, finaliza Rita.

Fonte: Rita de Cássia Cassou Guimarães é otorrinolaringologista, otoneurologista, mestre em clínica cirúrgica pela Universidade Federal do Paraná

Nutricionista dá dicas para eliminar inchaço com mudanças na alimentação

Você já teve aquela sensação de inchaço que não vai embora? A origem mais comum desse incômodo é a retenção de líquidos, que pode ser provocada pelo acúmulo de água no organismo. O inchaço pode ocorrer de diversas formas, no corpo inteiro ou apenas em algumas partes como nas pernas e nos pés.

Para a nutricionista Graciela Vargas, do Comitê Umami, com ajustes apropriados no cardápio, é possível combater o desconforto de maneira simples. “Uma alimentação equilibrada, sem o consumo excessivo de sódio, a prática regular de atividade física e a hidratação são fatores cruciais tanto para a redução do inchaço como para a melhoria da qualidade de vida”, explica.

A especialista afirma que alguns alimentos que conferem o gosto umami, como o tomate e a cebola, possuem propriedades diuréticas que ajudam a diminuir o inchaço do corpo, além de micronutrientes importantes para o organismo.

tomate

“O tomate é rico em licopeno, possui também boa quantidade de vitaminas C, A e complexo B, além de sais minerais como ácido fólico, potássio e cálcio. Já a cebola é rica em flavonoides, apresenta as vitaminas C e complexo B, além de possuir sais minerais como ferro, potássio, sódio, fósforo e cálcio. Esses dois ingredientes deixam o prato mais saboroso e a comida ainda mais umami”, explica Graciela, referindo-se a um dos cinco gostos básicos do paladar humano, descoberto em 1908 pelo cientista japonês Kikunae Ikeda.

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Foto: FreeGreatPicture

Outra dica é apostar no consumo de proteínas com menor teor de gordura, como ovos, queijos magros e carnes brancas. Esses alimentos podem agir como um diurético natural, ajudando o corpo a eliminar o excesso de água. “As carnes brancas são fontes de ômega 3 e ômega 6 e possuem ácidos graxos, que são substâncias que melhoram o funcionamento do organismo e contribuem para a boa nutrição, além de serem fontes de proteína de alto valor biológico”, destaca Graciela.

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A nutricionista ressalta que o cloreto de sódio, conhecido como sal de cozinha, é muito utilizado na culinária para dar sabor aos alimentos e relaciona o consumo em excesso ao problema do inchaço. “Em quantidade correta, o sal é um grande aliado, por ajudar a evitar problemas de desidratação e o equilíbrio do volume hídrico do corpo humano. Mas, se usado de maneira exagerada, ele faz com que o organismo retenha muitos líquidos”, comenta.

Uma dica para diminuir o consumo exagerado do cloreto de sódio é a utilização de glutamato monossódico para realçar o sabor das refeições. Graciela explica que o glutamato contém 2/3 a menos de sódio em sua composição.

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“Para funcionar de maneira correta, a porção de glutamato monossódico deve substituir metade da porção de sal. Por exemplo, se a receita pede duas colheres de chá, você utiliza uma colher de glutamato e uma de sal, reduzindo o teor de sódio na preparação, sem perder o sabor”.

#DicaDaNutri

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Foto: Alamy

“Para combater o inchaço, é recomendado o consumo de alimentos ricos em água, que aumentam a produção de urina e reduzem a retenção hídrica, de fibras, que ajudam a diminuir o inchaço, dores abdominais e combatem a prisão de ventre, e de probióticos, que mantêm o bom equilíbrio de bactérias benéficas no intestino”.

Umami

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Pixabay

É o quinto gosto básico do paladar humano, descoberto em 1908 pelo cientista japonês Kikunae Ikeda. Foi reconhecido cientificamente no ano 2000, quando pesquisadores da Universidade de Miami constataram a existência de receptores específicos para este gosto nas papilas gustativas. O aminoácido ácido glutâmico e os nucleotídeos inosinato e guanilato são as principais substâncias Umami. As duas principais características do Umami são o aumento da salivação e a continuidade do gosto por alguns minutos após a ingestão do alimento.

Informações: Portal Umami

 

Confira 18 mitos e verdades sobre endometriose

A endometriose é uma doença de saúde reprodutiva comum, que ocorre quando o tecido semelhante ao revestimento uterino (o endométrio) cresce fora do útero. Porém, como muitas outras, ela é cercada de muitos mitos e crenças. O médico ginecologista e especialista em Medicina Reprodutiva Arnaldo Cambiaghi, diretor do Centro de Reprodução Humana do Instituto Paulista de Ginecologia e Obstetrícia, comenta 18 mitos muito comuns sobre a doença. Confira:

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Foto: Is-Med.com

1 – É fácil diagnosticar a endometriose
Mito: não é fácil diagnosticar a endometriose. É comum que demore até cerca de 8 anos, essa é a média esperada para o diagnóstico da endometriose. Essa é uma das primeiras dificuldades na vida reprodutiva da mulher: o diagnóstico não ser feito precocemente. Uma mulher que chega ao consultório de um ginecologista reclamando de cólica, menstruação irregular e infertilidade, as chances de ter endometriose são muito altas. Se ela acrescentar cólicas muito fortes, abdômen inchado, dor ao evacuar, dor para urinar e dor durante a relação sexual, essa paciente deve ter endometriose profunda. Se o médico estiver atento, o diagnóstico não será difícil, pois a endometriose será uma possibilidade bastante provável.

2 – É normal que os períodos da menstruação sejam extremamente dolorosos
Verdade: mulheres com endometriose se referem a cólicas fortes durante a menstruação. Portanto, se uma mulher estiver sentindo uma dor severa e que não encontra alívio com medicação, a endometriose pode, sim, ser a causa do problema. O melhor é marcar uma consulta com o ginecologista.

3 – Os sintomas estão sempre presentes em mulheres com endometriose
Mito: nem sempre, algumas mulheres não sentem dor alguma, elas só vão perceber que têm endometriose quando forem ao ginecologista e ele pedir um exame de ultrassom de rotina.

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Foto: Jeviniya-Pixabay

4 – Terapias complementares não têm lugar no tratamento da endometriose
Mito: são sempre alternativas possíveis. Porém, o tratamento da endometriose é basicamente cirúrgico, por vídeolaparoscopia, no qual se ressecam as lesões endometrióticas. Podem ser complementos, além dos medicamentos convencionais, terapias como acupuntura, naturopatia e ioga. Porém, sem o tratamento cirúrgico não haverá resultado.

5 – Mulheres com endometriose não podem ter filhos
Mito: cerca de 30% das mulheres com endometriose têm dificuldade em engravidar. Quando se realiza uma pesquisa correta, por meio de exames complementares, como ultrassom e ressonância magnética, é possível diagnosticar em detalhes a doença e, em seguida, realizar a cirurgia ressecando esses focos de endometriose. Após esse tratamento, a mulher pode engravidar, mas é importante que não se esqueça de avaliar também outros problemas de infertilidade, como obstrução tubária, trombofilias, fator ovulatório e fator masculino. Muitas vezes se foca tanto na endometriose que se esquece de verificar a fertilidade do homem.

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Foto: Veggiegretz/Morguefile

6 – Gravidez cura endometriose
Mito: este é um dos maiores mitos sobre o problema. Gravidez não cura endometriose. Pode amenizar os sintomas, mas a melhora só é possível com a realização da cirurgia e, mesmo assim, não há garantia de cura da doença. Isso porque os sintomas podem ser amenizados, mas se for algo provisório, a doença pode voltar com o tempo.

7 – Histerectomia cura endometriose
Mito: a endometriose é um tecido endometrial fora do útero. A remoção do útero e/ou dos ovários, sem remover os importantes focos de endometriose não levará à cura. Portanto, histerectomia não cura endometriose, e é um erro gravíssimo acreditar que tirar o útero será a solução para a doença.

8 – Mulheres com endometriose devem evitar exercícios físicos
Mito: pelo contrário, o exercício físico ajuda a melhorar a vascularização e a circulação sanguínea, isso pode amenizar o mal-estar e as cólicas. Mulheres com endometriose devem, sim, realizar exercícios físicos. Além disso, podem tomar outras atitudes como manter uma dieta alimentar adequada.

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9 – Adolescentes não têm endometriose
Mito: muito pelo contrário. Muitas já têm sintomas de endometriose no início da adolescência e é fundamental que se faça um diagnóstico precoce para se evitar as complicações futuras, como a infertilidade e o comprometimento de outros órgãos. Isso porque, em casos de endometriose mais avançada, é necessário fazer cirurgias muito mais agressivas. O diagnóstico precoce da endometriose é fundamental e não deve ser descartado porque a paciente é adolescente.

10 – Mulheres com endometriose sofrem dor somente durante o período menstrual.
Mito: a dor pode ser intermitente ou contínua. Ela é mais frequente nos períodos menstrual e pré-menstrual. Às vezes, pode ocorrer durante ou após a atividade sexual, o que é mais comum quando houver um comprometimento do intestino ou bexiga, ou regiões próximas ao fundo da vagina.

11 – Endometriose é mais comum entre mulheres caucasianas na faixa dos 20 e 40 anos.
Mito: até meados do século 20, pensava-se que o problema existia apenas em mulheres brancas. Isso acabou sendo resultado da falta de cuidados médicos contínuos para muitas mulheres afrodescendentes. Hoje, inclusive, se entende que qualquer mulher, de qualquer etnia, adolescente ou mais velha, pode ter endometriose.

12 – A endometriose não tem cura
Verdade: infelizmente, não há cura. Quando a endometriose é diagnosticada criteriosamente e existe o mapeamento da doença por meio de exames complementares, como ressonância magnética e ultrassom, e um bom exame ginecológico, pode se realizar uma cirurgia bem detalhada para que se ressequem todos os focos da endometriose. Mulheres que passaram por uma cirurgia bem indicada e pelas mãos de profissionais qualificados, alcançam uma cura provisória por muitos anos. E pode ser até que nunca mais tenham endometriose, mas não de pode descartar que existe chance de a doença voltar.

MULHER DOR ESTOMAGO COLICA

13 – A endometriose afeta apenas os órgãos pélvicos.
Mito: embora a endometriose encontra-se principalmente na região pélvica, pode ser descoberta em outros órgãos, como diafragma, pulmão, parede abdominal, estômago e até mesmo nos olhos.

14 – Qualquer ginecologista pode efetivamente tratar a endometriose.
Parcialmente verdade: os ginecologistas, de um modo geral, estão preparados para o diagnóstico e para o tratamento, desde que estejam atentos aos sintomas e saibam mapear a doença. Porém, o tratamento cirúrgico, feito por laparoscopia, deve ser realizado por profissionais qualificados que tenham experiência em laparoscopia e em cirurgia pélvica. Encontrar um especialista em endometriose pode ser fundamental para o sucesso do tratamento.

15 – A endometriose sempre piora.
Parcialmente verdade: para algumas mulheres, sim, pode piorar. Isso porque muitas vezes a endometriose se comporta como uma doença benigna, progressiva e invasiva. Ou seja, ela vai invadindo os órgãos com o passar do tempo. Por isso o diagnóstico precoce é fundamental.

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16 – Menopausa cura a endometriose.
Mito: a diminuição dos níveis hormonais pode amenizar a endometriose, porém, os focos vão permanecer. No caso de uma reposição hormonal, comum na menopausa, esses focos poderão retroceder a endometriose, abrandar a dor, diminuir o inchaço, amenizando os sintomas, mas não cura a doença.

17 – É comum confundir a endometriose com a síndrome do intestino irritável (SII)
Verdade: isso pode acontecer em uma fase inicial, pois os sintomas intestinais podem ser confundidos. Faz parte do diagnóstico diferencial verificar se a dor pélvica é uma endometriose, um problema intestinal ou até mesmo um problema urinário. Entretanto, com os exames complementares de ultrassom e ressonância magnética, é possível diferenciar uma da outra.

18 – A endometriose pode ser prevenida
Mito: não existe uma maneira de se prevenir. Porém, ter bons hábitos, boa alimentação e rigor no estilo de vida pode amenizar sintomas ou diminuir a chance dela surgir.

Fonte: Arnaldo Schizzi Cambiaghi é diretor do Centro de reprodução humana do IPGO, ginecologista-obstetra especialista em medicina reprodutiva. Membro-titular do Colégio Brasileiro de Cirurgiões, da Sociedade Brasileira de Cirurgia Laparoscópica, da European Society of Human Reproductive Medicine. Formado pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa casa de São Paulo e pós-graduado pela AAGL, Illinois, EUA em Advance Laparoscopic Surgery. Também é autor de diversos livros.

Mini, nova linha de doces da Flormel inova com embalagem on the go

Flormel expande seu portfólio com o lançamento dos chocolates Minis. A nova linha de sobremesas chega ao mercado em duas versões: minibombom de coco e minibombom de amendoim, ambos cobertos com chocolate ao leite. Ambos são adoçados com taumatina 100% natural, possuem zero adição de açúcares e corantes artificiais e levam coco e amendoim de verdade.

Os doces da linha Mini celebram o sucesso da tradicional cocada e do pé de moleque, mas agora com uma proposta diferente. “É a primeira vez que trabalhamos com o produto no formato mini. A linha tem muito sabor e alto valor nutricional – é uma escolha mais saudável se comparada às opções tradicionais do mercado que possuem altíssima quantidade de açúcar”, sinaliza Alexandra Casoni, diretora geral da Flormel.

A linha Mini é ideal para quem busca praticidade e sabor e está cada vez mais interessado por produtos com melhor qualidade nutricional. “Os minibombons podem ir na mochila do cursinho, na bolsa para o escritório e na lancheira para as aulas”, complementa Alexandra. Com o lançamento, a Flormel dá mais um passo na tendência on the go apresentando embalagens que permitem o consumo da sobremesa a qualquer hora do dia.

Os produtos Flormel não têm restrições e podem ser consumidos por crianças, adultos, idosos, diabéticos, intolerantes à glúten e celíacos.

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Minibombom com amendoim: 36% amendoim, zero adição de açúcares, sem glúten, sem adoçantes artificiais e fonte de fibras.

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Minibombom com coco: 63% coco, zero adição de açúcares, sem glúten, sem adoçantes artificiais, fonte de fibras, coco in natura.

Preço: R$ 9,90 cada

Informações: Flormel

Margarina ou manteiga: saiba qual a opção mais saudável

Manteiga ou margarina? Com certeza a dúvida já passou pela sua cabeça, seja na hora de preparar uma receita, tomar café da manhã ou comprar os produtos no mercado. Apesar de serem igualmente saborosas, as duas possuem grandes diferenças no que diz respeito a sua origem e valores nutricionais.

Para ajudar a entender melhor, Renata Domingues, médica especializada em Nutrologia, diretora responsável da Clínica Adah e vice-presidente da Associação Brasileira de Nutrologia Médica (Abranutro), explicou cada uma delas. Confira:

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Foto: Doornekamph / Pixabay

– Margarina: “É um produto feito a partir do óleo vegetal, que passa por um processo chamado hidrogenação que o transforma de líquido em sólido por meio da adição de hidrogênio. Nesse processo, uma parte das gorduras insaturadas do óleo se transforma em gordura trans. Ou seja, a margarina é uma gordura criada artificialmente que conta com conservantes e componentes em sua composição que aumentam os riscos de doenças cardíacas, acidente vascular cerebral e as chances do desenvolvimento de diabetes tipo 2.”

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Pixabay

– Manteiga: “Já a manteiga é um produto de origem animal derivado do leite. É obtida por meio da nata do leite batida que se transforma em um creme de leite com soro e glóbulos de gordura. A parte líquida é então retirada e o que sobra, ou seja, a parte gordurosa, é a manteiga. Por ser composto exclusivamente da gordura retirada do leite, a manteiga é rica em gorduras saturadas e colesterol.”

Mas afinal, qual a melhor? De acordo com Renata, por serem compostas basicamente de gorduras, tanto a manteiga como a margarina são calóricas, então resta analisar quais os tipos de gorduras presentes em cada uma delas. “Primeiro é preciso entender que nem sempre gorduras são ruins para o corpo, já que nosso organismo precisa delas para absorver as vitaminas A, B e K, por exemplo”, destaca a médica.

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“Mas, as gorduras diferenciam-se entre si. Por ser de origem animal, a gordura saturada, presente na manteiga, é melhor reconhecida pelo nosso corpo e logo é digerida com mais facilidade. O que não quer dizer que seja 100% saudável, pois esse tipo de gordura aumenta tanto o colesterol ruim quanto o bom, além de existir o risco de se acumular nas paredes das artérias, favorecendo doenças cardíacas, como o infarto. Já a gordura trans, que compõe a margarina, é mais difícil de ser reconhecida e digerida pelo organismo por ser de origem vegetal e quimicamente alterada, o que aumenta as chances de ficar acumulada nos vasos sanguíneos e órgãos importantes”, completa.

Resumindo, a manteiga é a opção mais saudável por ser produzida de forma natural e ser melhor digerida pelo organismo. Apesar disso, ela deve ser consumida com moderação, de preferência seguindo a medida recomendada, que é de uma colher de chá por dia.

Fonte: Renata Domingues é médica especializada em Nutrologia, vice-presidente da Associação Brasileira de Nutrologia Médica (Abranutro) e diretora responsável pela Clínica Adah. Pós-graduada em Nutrologia Médica e em Ciência da Fisiologia Humana e Longevidade Saudável, é membro da World Society of Interdisciplinary of Anti-Aging Medicine (WOSIAM).

Cinco sinais de que seu gato está saudável

Uma das grandes responsabilidades de se ter um gato, é saber identificar os sinais que eles emitem quando não estão bem. Muitos acreditam que o único indício é quando se percebe que estão amuados, mas nem sempre esse é o fator que determina se o felino está bem ou não. Pensando nisto, o médico veterinário da Naturalis lista alguns tópicos a serem analisados para manter a saúde do bichano em dia.

“Atente-se principalmente nas primeiras semanas de vida do gatinho, entre o sexto e oitavo período, pois é quando ficam mais frágeis e se registra uma taxa grande de mortalidade, por estarem mais suscetíveis a contraírem doenças”, orienta Marcello Machado.

Olhe nos olhos do gatinho

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Os olhos precisam estar com aspecto natural, vivos e brilhantes, demonstrando a aparência saudável. Felinos possuem uma terceira pálpebra escondida e que só aparece quando é preciso proteger os olhos de alguma irritação ou ferimento.

“Essa pálpebra é visível, então, quando aparecer no seu gato, algo estará errado e será necessário levá-lo ao veterinário. Outros sintomas que também indicam que o peludo merece atenção especial são as alterações na cor dos olhos e lacrimejamento constante”, explica o veterinário.

Mais atenção às orelhas

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Bigstock

O ouvido sadio de um gatinho não tem secreção ou odor, por isso, fique atento ao limpar a orelhinha com um chumaço de algodão. Não deve haver mau cheiro ou secreção amarelada ou amarronzada. Orelhas saudáveis têm coloração cor de rosa bem claro.

De acordo com o especialista, se o felino passar a coçar bastante as orelhas e balançar a cabeça bruscamente, leve-o rapidamente a um médico veterinário, pois pode se tratar de uma infecção de ouvido – elas podem ter consequências graves se não tratadas a tempo.

Cuidado especial com a boca

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Foto: Pitsch685/Pixabay

Essa avaliação é indicada somente em casos de gatinhos mansos, pois podem ser agressivos ao serem tocados nessa região. Caso contrário, o procedimento é simples. Basta levantar o lábio superior do felino e olhar as gengivas – elas devem estar sempre rosadas. A palidez pode ser um diagnóstico de anemia. Assim como a gengiva, a língua também precisa de uma coloração rósea.

Focinho úmido? Bom sinal!

gato branco

O focinho deve estar sempre úmido e frio, pois quando seco e quente, pode ser um sinal de febre. Fique de olho em outros sinais como a perda de apetite.

Fique de olho na pelagem do felino

gato filhote carinho

É muito comum a queda do pelo do bichano de maneira uniforme e sem falhas, pois a troca de pelos acontece anualmente. Mas é necessário ficar de olho se há a presença de parasitas, ou então de nódulos ou verrugas grandes, uma vez que, caso existam, devem ser checadas pelo médico veterinário.

Alimentação

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Todo animalzinho merece uma atenção especial quando o assunto é alimentação. Afinal, é por meio dela que a qualidade e expectativa de vida do nosso amiguinho aumentam. Jamais ofereça comidas de humanos ao felino e alimente-o com uma ração adequada, como Naturalis, que possui formulação 100% natural, desenvolvida que os gatos tenham uma vida mais saudável e mais natural. Vegetais e frutas fazem parte desse alimento inovador e nutritivo.

Com vitaminas e minerais, Naturalis é elaborada com proteínas selecionadas, como frango, peru e salmão. Além disso, a linha não possui conservantes e corantes artificiais.

Fonte: Naturalis

Tatuador redesenha gratuitamente aréolas de mulheres que fizeram mastectomia

Depois do sucesso do último Y Rosa, tatuador Yurgan Barret passará a oferecer mais serviços às mulheres que tiveram câncer

Depois do sucesso da última edição da Iniciativa ‘Y Rosa’, oferecida gratuitamente pelo tatuador Yurgan Barret e que pretende resgatar autoestima das mulheres que tiveram câncer, o projeto voltará em seu estúdio, agora, disponibilizando mais serviços.

Em outubro, o estúdio do profissional oferecerá os seguintes serviços: Tattoo Aréola (reconstrução das aréolas por meio de tatuagem 3D para mulheres com mastectomia); micropigmentação de sobrancelhas para quem perdeu os pelinhos devido à quimioterapia; corte de cabelo para doação; presença do Instituto Vamos Viver, com venda de materiais e grupos de discussão/palestras; e exposição de fotos de mulheres que venceram o câncer.

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“Fico feliz com o crescimento do Y Rosa e em ver outros tatuadores entrando nesse movimento de usar sua arte pra ajudar mulheres guerreiras que venceram o câncer de mama”, disse Barret.

A última edição do Y Rosa aconteceu em julho. Nela, Barret pôde oferecer o serviço de reconstrução aréolas para várias mulheres. Elen e o jornalista Matheus Rodrigues, do portal G1, que produziu uma matéria sobre o trabalho solidário do tatuador, foram homenageados na primeira edição do Jornalismo com Cidadania no Tribunal de Justiça do Rio.

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Projeto ‘Y Rosa’

Data: 25 e 26 de outubro.
Endereço: Av. Alfredo Balthazar da Silveira, 520 – Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro. WhatsApp 21 97152 1303

Nutricionista explica por que as fibras alimentares são tão importantes

Elas fazem muito mais do que saciar a fome. A melhor opção é escolher alimentos integrais, que contêm esse importante nutriente. Reconheça um produto integral

Você já ouviu falar que as fibras alimentares são ótimas para a saúde, certo? Além de manter aquela sensação de saciedade, elas ajudam no trânsito intestinal, são aliadas na redução do colesterol LDL (também conhecido como mau colesterol) e ainda ajudam a equilibrar os níveis de açúcar no sangue. Estudos também mostram que as fibras podem estimular o crescimento de bactérias boas no intestino, como as bifidobactérias e lactobacilos, contribuindo para o equilíbrio da flora e o bom funcionamento intestinal.

Mas como saber se o alimento que você está consumindo é rico ou não em fibras e se é integral para valer? A primeira dica da nutricionista Jaqueline Mathias, da Equilibrium, consultoria nutricional da marca de biscoitos, cookies e bits de cereais integrais Adria Plus Life, é verificar o rótulo na embalagem do produto.

“A lista de ingredientes é feita em ordem decrescente. Assim, o primeiro ingrediente da lista é o que entra em maior quantidade na formulação do produto”, explica a nutricionista. Assim, para saber se seus biscoitos ou cookies prediletos são formulados com cereais integrais, verifique se o primeiro ingrediente da lista é farinha de trigo integral, aveia integral ou outro cereal integral.

Outro ponto é ficar de olho na quantidade de fibras alimentares. “Para ser considerado fonte de fibras, o alimento deve ter pelo menos 2,5g por porção”, explica. Na linha Adria Plus Life, todos os biscoitos doces, salgados e cookies possuem esta quantidade ou mais. No caso dos cookies, que têm como primeiro ingrediente da lista a aveia integral, a quantidade de fibras é ainda maior: 3,4g por porção para os sabores Aveia e Passas e Cacau e Cereais; e 3,5g por porção no sabor Granola e Mel.

Veja os benefícios das fibras e dicas da Equilibrium para uma alimentação saudável:

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Pixabay

=As fibras alimentares são definidas como uma classe de compostos vegetais que, quando consumidos, não são digeridos e absorvidos pelo intestino. Elas fazem parte do grupo de alimentos funcionais, dessa forma, seu consumo pode promover diversos benefícios para a saúde, como: redução do tempo de trânsito intestinal e aumento do volume fecal; redução do LDL-colesterol; redução dos níveis de glicose ou insulina no sangue após as refeições;

lactobacilos
=As fibras também podem estimular o crescimento de bactérias boas no intestino, como as bifidobactérias e lactobacilos, contribuindo para o equilíbrio da microbiota e bom funcionamento intestinal. sucos
=O consumo de fibras deve sempre ser associado a uma alimentação equilibrada e a hábitos de vida saudáveis, como a ingestão de frutas, legumes e carnes magras, além da ingestão de muito líquido, de preferência água, chás ou sucos de frutas;

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Foto: Taste

=Nas refeições intermediárias, os famosos lanches da manhã ou da tarde, vale ter sempre a mão alimentos com fibras, como biscoitos integrais, que podem ajudar com mais saciedade. Para tornar o lanche ainda mais equilibrado, vale complementar com uma fruta ou uma fonte láctea.

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=Ao escolher seus produtos, fique de olho no rótulo, optando sempre por produtos com cereais integrais em maior quantidade em sua composição.

Fonte: Adria

Diagnóstico precoce de Alzheimer garante bem-estar aos pets

Com o aumento da expectativa de vida, cada vez mais bichinhos de estimação apresentam a degeneração cognitiva, doença que causa mudança no comportamento

Os pets estão vivendo mais e enfrentam os riscos de doenças crônicas e degenerativas. A síndrome da disfunção cognitiva é um dos problemas que têm sido frequentes entre os cãezinhos idosos. Assim como o Alzheimer nos humanos, a doença é caracterizada pelo envelhecimento das células do cérebro.

“Apesar de não ter cura, quando diagnosticada no início é possível retardar o seu avanço e controlar os sintomas, proporcionando cuidados para garantir melhor qualidade de vida aos bichinhos de estimação”, afirma a veterinária Carolina Dias Jimenez, especialista em neurologia da Petz.

Por isso, o Dia Mundial de Conscientização do Alzheimer, comemorado hoje, 21 de setembro, é importante também para alertar sobre os riscos nos bichinhos de estimação. Com o envelhecimento, ocorre a deposição de uma proteína chamada amiloide nos neurônios e em todo tecido cerebral, que causa a morte gradual das células.

Sinais

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A doença se manifesta geralmente a partir dos dez anos, com a desorientação (envolve momentos de agitação e/ou de sonolência), redução de atividade física, mudanças no padrão do sono, perda de memória visual e alteração nos hábitos de higiene. “Eles começam a olhar para o nada, se perdem atrás de móveis, não reconhecem o dono, dormem mais tempo durante o dia e, à noite, ficam zanzando pela casa compulsivamente”, explica a veterinária.

Com a evolução do problema, eles passam a não saber mais como beber água ou comer, não conseguem mais deglutir, podem parar de andar, perder a atividade locomotora, com uma série de consequências à saúde.

Tratamento

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Além do acompanhamento veterinário, o tratamento é feito com antioxidantes, que vão retardar o envelhecimento celular e, consequentemente, a liberação da substância amiloide. Também é usada medicação que aumenta a vascularização no cérebro, melhorando o seu funcionamento. “É uma doença degenerativa, como no ser humano. O acompanhamento veterinário poderá retardar os sintomas e minimizar os efeitos, mas vai continuar evoluindo”, esclarece Carolina.

Quando o animal começa com os sinais neurológicos, é importante fazer uma ressonância magnética ou algum outro tipo de exame mais apurado para excluir problemas como tumor cerebral, que tem tratamento oposto ao Alzheimer. Mas o diagnóstico é clínico, pois nenhum exame mostra as alterações.

Prevenção

Além de ter uma alimentação equilibrada e praticar atividades físicas frequentemente, a indicação é começar com antioxidantes e vitaminas o mais precoce possível, por exemplo, a partir dos 8 anos. Outra opção são rações ricas em antioxidantes que auxiliam no combate aos radicais livres e, por sua vez, combatem o envelhecimento.

Normalmente, as raças pequenas como Yorkshire, Maltês e schnauzer são mais predispostas à doença, principalmente porque a expectativa de vida delas é maior. Para que o pet fique bem, no entanto, a compreensão e atenção dos donos são ótimos tratamentos. Veja abaixo algumas dicas da veterinária.

1 – Não deixar o pet sozinho por longos períodos, já que eles podem ficar confusos ao se enfiarem em lugares restritos da casa e não conseguirem sair, como embaixo de móveis, atrás de portas.

cachorro dormindo cama coberto

2 – Eles vão dormir por mais tempo. Isso acontece não só pela doença, como pelo envelhecimento. O ideal é levá-los mesmo dormindo para fazer as necessidades ou recorrer às fraldas descartáveis (mas nem todos se adaptam).

cachorro idoso

3 – Se possível, deixar o espaço livre onde eles ficam para que possam caminhar, quando desejarem, sem acidentes. Manter a caminha higienizada e respeitar a lentidão nos momentos de passeio.

cachorro comendo

4 – Como podem ocorrer também mudanças no apetite do pet, que troca o dia pela noite, deixe a ração disponível e a água por tempo indeterminado. Converse com o veterinário para indicar opções pastosas para facilitar a mastigação do cão.

veterinarian dogs

5 – Faça check-up e acompanhamento veterinário de seis em seis meses para garantir bem-estar e controlar os efeitos da doença.

Fonte: Petz