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Queda das sobrancelhas pode ser provocada por doenças

Produtos à base de vitaminas do complexo B e aminoácidos ajudam a deixar os pelos mais fortes e saudáveis

As sobrancelhas têm papel importante no design do rosto, afinal, são responsáveis pela harmonia dos traços. Mas, algumas vezes, elas podem ser acometidas pela queda demasiada dos pelos e, dessa forma, trazendo mudanças que comprometem a aparência e abalam a autoestima.

Primeiramente, é importante ressaltar que, todos os dias, alguns pelinhos são perdidos e isso faz parte do processo natural. Segundo o médico dermatologista Amilton Macedo, quando esse fator ocorre é que os fios estão em um período de renovação, ou seja, enquanto alguns estão crescendo e outros estabilizados, uns começam a cair para que surjam novos.

Contudo, é preciso se atentar a situações nas quais as quedas são em excesso. “Nem toda falha tem a mesma causa, ou seja, os motivos variam de pessoa para pessoa. Há quem apresente a perda em decorrência de males como hipotireoidismo, sífilis, hanseníase, dermatite ou psoríase. Outras, no entanto, exibem devido às doenças que atingem, especificamente, os pelos, como alopecia, líquen plano pilar e muitas outras”, afirma Macedo.

Nestas situações em que as sobrancelhas ficam mais finas e expõem falhas é essencial realizar uma consulta com o médico para investigar as causas e iniciar o tratamento. “É feita uma análise da pele local, dos fios e, se necessário, exames complementares para a identificação das causas o mais breve possível e, assim, com a indicação do melhor tratamento”, acrescenta.

Para quem tem poucos fios naturalmente, uma recomendação é o uso de produto que estimula o crescimento. “Existem produtos com princípios ativos que fazem com que os pelos cresçam e se regenerem de forma saudável”, conclui Amilton.

Durante o período de tratamento, para disfarçar as falhas causadas pela queda em excesso, a dica é recorrer ao emprego de maquiagens formuladas especificamente para a região.

“Entre os best sellers está o Duo Corretivo para Sobrancelhas, com dois tons de sombras que corrigem falhas, definindo o traçado. Já o Corretivo Líquido para Sobrancelhas proporciona uma aplicação com traços precisos e controlados (fio a fio), não borra e nem mancha, pois sua secagem é rápida, resistente à água e dura pelo menos 12 horas”, sugere Fernanda Barriviera, diretora técnica do Grupo Sobrancelhas Design.

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Ela também recomenda a utilização de dermocosméticos especialmente elaborados para estimular o crescimento dos fios e, assim, corrigir naturalmente o traçado comprometido, como o Sérum Nutritivo para sobrancelhas e cílios, que contém diversos ativos, vitaminas e aminoácidos que estimulam a restauração e saúde do pelo.

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Informações: Sobrancelhas Design

 

Especialista alerta: nem todo psicólogo tem capacitação para tratar criança autista

Entenda a importância da especialização na área da Análise do Comportamento Aplicada no momento de buscar tratamento para a criança com TEA (Transtorno do Espectro Autista)

É de conhecimento geral da população que um médico cardiologista, oftalmologista, ginecologista, ou de qualquer outra especialidade tenha formação nas áreas de atuação. Não basta ele apenas ser médico, precisa de uma pós-graduação, se aprofundar na técnica, teoria para depois buscar experiência na prática, para então, estar apto a atender na especialidade.

Você sabia que na psicologia funciona da mesma forma? Todo o profissional que deseja tratar de crianças autistas e aplicar a terapia chamada ABA (Análise do Comportamento Aplicada), deve passar por um curso de especialização, após a formação acadêmica na área.

Se estivéssemos diante de um conselho médico e fosse relatado que um paciente passou por uma cirurgia cardíaca realizada por um clínico geral a comoção, sem dúvida, seria generalizada. Na Psicologia, entretanto, isso tem se tornado comum e, o que é mais grave, com pacientes altamente vulneráveis e que necessitam do tratamento correto e intensivo para que possam ter um melhor prognóstico no futuro.

Infelizmente, muitos profissionais de psicologia não seguem o importante pré-requisito e têm oferecido o tratamento em ABA, sem ao menos ter o conhecimento profundo na área. Motivo para os pais ficarem atentos. Afinal, entregam o bem mais preciso que são os filhos, para serem tratados da melhor maneira por um profissional capacitado.

menino criança

Atualmente, tem crescido no país o número de casos de crianças e adolescentes diagnosticados com TEA (Transtorno do Espectro do Autismo). Por consequência, muitos pais têm procurado o tratamento a seus filhos e, muitas vezes, buscado judicialmente que o Estado ou planos de saúde custeiem o tratamento em ABA, prescrito pelo médico. Com a demanda crescente para Analistas do Comportamento Aplicados ao campo do Autismo, e a ampla oferta de psicólogos no mercado, cada vez mais, profissionais que não possuem qualquer titulação de pós-graduação ou experiência comprovada de atuação sob supervisão em Análise do Comportamento Aplicada, atuam com ABA ao autismo.

“ABA é um Ciência aplicada do comportamento que pode ser utilizada para trazer soluções de problemas a fenômenos de relevância social, entre eles, o autismo. O clássico livro americano ‘Applied Behavior Analysis’ de Cooper, Haron e Heward (2007), descreve cerca de 95 habilidades necessárias para a prática de tal profissional. Tais habilidades vão desde a realização de uma análise funcional apurada, passando por procedimentos de ensino e de mudança de comportamentos, até a forma de registro e avaliação de resultados. Portanto, o aprendizado de uma ciência além de complexo, tem de ser contínuo. A quem deseja atuar em uma ciência natural que se propõe a predizer comportamento e desenvolver repertórios comportamentais, cabe o enfrentamento de anos de estudo e dedicação que nunca devem se exaurir. Além disso, a atuação de modo competente é também resultado da experiência do profissional sob supervisão de um analista do comportamento experiente e esse quesito deve, também, ser considerado”, afirma a especialista em neuropsicologia e Analista do Comportamento Aplicada ao Autismo do Grupo Conduzir, Renata Michel.

Nos Estados Unidos, país com maior número de analistas do comportamento do mundo, foi criado há cerca de 30 anos a certificação denominada BCBA (Behavior Analyst Certification Board). Para obter esse certificado é exigido mestrado, horas de experiência (cerca de 1500), e, ao final, aprovação em um exame. O título do BCBA é reconhecido internacionalmente e tais critérios evidenciam a especificidade de conhecimentos necessários ao Analista do Comportamento. A adoção de um critério similar na realidade do nosso país faz-se cada vez mais necessária.

Tendo isso em vista, associações como a ABPMC (Associação Brasileira de Psicologia e Medicina Comportamental), ACBr (Associação Brasileira de Análise do Comportamento) e o LAHMIEI (Laboratório de Aprendizagem Humana), inserido na estrutura administrativa do Departamento de Psicologia da UFSCar (Universidade Federal de São Carlos) recomendam na procura do Analista do Comportamento o nível de pós-graduação, o que pode mais claramente atestar sua qualificação profissional para atuação.

“Como se trata de uma ciência, com produção de conhecimento ininterrupta, é também necessário que o Analista de Comportamento se mantenha constantemente atualizado. A Análise de Comportamento Aplicada (ABA) é a base para os tratamentos mais indicados para o TEA, segundo a Organização Mundial de Saúde. As mudanças recorrentes no campo da Educação Especial, principalmente a partir da década de 90, através das políticas de inclusão, deveriam fazer com que todos os profissionais refletissem sobre suas práticas e buscassem capacitação. É condição Sine Qua Non que os governos apoiem tais profissionais e auxiliem e oportunizem essas capacitações, pois não existe inclusão sem especialização”, afirma a Profa. Dra. Giovana Escobal, vice-coordenadora do Instituto LAHMIEI, da UFSCar.

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Paciente do Grupo Conduzir durante terapia em ABA com sua terapeuta.

Celso Goyos, cordenador do Instituto LAHMIEI, da UFSCar, afirma: “O melhor tratamento para o TEA, baseado em ABA, implica em início precoce, duração mínima de dois anos, intensidade de 30 a 40 horas por semana, e supervisão de um analista de comportamento capacitado e experiente. O tratamento é altamente complexo e exige uma integração dos recursos, envolvendo aplicadores (técnicos e profissionais da área da saúde ou educação), escolas e pais, e exige a supervisão capacitada e experiente”.

Rosane Cardoso Lacerda, administradora de empresas, tem um filho de 4 anos, que é tratado pela abordagem ABA há um ano. Ela comenta que chegou a procurar por tratamento em vários locais, que diziam ter a especialização na área, mas que na verdade não possuíam habilitação. Ela decidiu, então, pesquisar a fundo, exigir comprovação até encontrar o lugar ideal para o tratamento do filho: “O progresso no meu filho só se deu após ingressarmos no tratamento correto, em um local verdadeiramente especializado em ABA. Após isso, a evolução foi notória, tanto na postura dele, quanto na linguagem. Sem contar que ele adora as terapeutas, já criou um vínculo e afinidade por todo o carinho dedicado a ele ao longo do tempo.”

Por isso é importante que os pais estejam atentos. Procure apenas profissionais que tenham a especialização ou supervisão e um especialista em ABA. Dessa maneira, a evolução no tratamento da criança com TEA pode ser realmente vista nos resultados apresentados.

Fonte: Grupo Conduzir

 

Inverno, a estação da rinite

Não sei se você é como eu, e sofre com a rinite, especialmente quando o tempo fica seco, como está aqui na cidade de São Paulo hoje. Resultado: espirros, dor de cabeça, voz anasalada, vários lenços de papel pela casa…

O importante é saber lidar com o problema, pois mudanças bruscas de temperatura e baixa umidade do ar são características do inverno. Nesta época do ano é comum ambientes fechados, pouco arejados e com grande volume de pessoas, o que contribui para proliferação de doenças respiratórias como a rinite.

Maura Neves, otorrinolaringologista da Clinica MedPrimus em São Paulo, explica que a rinite é uma inflamação da mucosa nasal que pode ser alérgica ou não alérgica (irritativo, gestacional, senil) e pode ser intermitente (sintomas por menos de 4 dias na semana) ou perene (sintomas em mais de 4 dias da semana por mais de 1 mês). A rinite se manifesta por coriza, congestão com obstrução ou semiobstrução nasal, prurido (coceira), espirros, ardor ou irritação nasal.

A rinite alérgica atinge de 15% a 30% da população. É geralmente causada por alérgenos inalatórios, como ácaros da poeira doméstica, mofo, pólen e pelos de animais domésticos. E agentes irritantes, como fumaça de cigarro, poluição ambiental e odores fortes (perfumes, produtos de limpeza etc).

Ela aumenta a frequência de infecções respiratórias bacterianas (otite, sinusite, faringites) e viroses respiratórias (como gripes e resfriados). Isso ocorre porque a inflamação nasal causada pela rinite diminui a eficácia das defesas nasais. Maura Neves elenca os principais sinais e sintomas:

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• Coriza e secreção nasal intensa;
• Obstrução e congestão nasal;
• Espirros frequentes;
• Piora noturna da dificuldade para respirar;
• Dor de cabeça;
• Perda do olfato;
• Voz anasalada;
• Irritação nos olhos.

O tratamento pode ser medicamentoso mas segundo a médica é importante seguir algumas orientações:
· Controle ambiental e dos ácaros;
· Manter o ambiente ventilado e realizar limpeza frequente com pano úmido;
· Encapar colchões e usar revestimento impermeáveis (corino, corvim, napa etc.) em estofados e almofadas, evitar tapetes grandes e carpetes, pelúcias, pilhas de jornais e revistas, madeiras e outros itens que retém poeira e mofo;
· Trocar e lavar a roupa de cama com água quente pelo menos a cada duas semanas;
· O travesseiro deve ser colocado no sol várias vezes por semana e trocado por um novo com frequência. Deve ser realizada a aspiração do pó de colchão, cortinas, tapetes e estofados semanalmente;

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· Manter animais fora de casa ou, pelo menos, fora do quarto de dormir. Lavar as mãos após contatos com animais. Cães devem tomar banho com frequência;
· As janelas devem ficar abertas e o ambiente bem ventilado nos casos relacionados a ácaros e mofo e devem ficar fechadas (ou bloqueadas com tecido grosso) nos casos relacionados a pólen de gramíneas e árvores na época de polinização.

Entre as medidas de suporte para os sintomas, estão:

– Aplicar solução fisiológica no nariz em forma de aerossol ou spray, ou com o auxílio de uma seringa, ajuda a aliviar os sintomas e a congestão nasal através da hidratação e fluidificação das vias aéreas;

– Para amenizar os desconfortos respiratórios, uma opção são os umidificadores de ar, especialmente em dias com umidade relativa do ar mais baixa. Mas, é preciso ficar atento para não deixá-lo ligado por períodos longos, uma vez que o excesso de umidade pode colaborar com a proliferação de fungos e bactérias. “O ideal é manter o aparelho ligado em uma intensidade baixa e uma porta ou janela aberta para escape e por períodos curtos”, completa Maura.

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-Outra medida mais econômica e efetiva é colocar uma toalha de rosto úmida no quarto de dormir, perto da cama. Já as bacias não são efetivas porque a superfície e evaporação são pequenas;

– Não esquecer da recomendação universal que é a hidratação, ou seja, ingerir bastante água.

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Fonte: Clínica Medprimus

 

Conheça cinco gorduras que podem melhorar sua saúde

Médico Theo Webert elenca os alimentos que, aliados a uma dieta equilibrada, podem ajudar no funcionamento de órgãos, como o cérebro e o coração

O termo “gordura”, apesar de hoje ser reconhecido também em contextos saudáveis, ainda carrega o peso de ser relacionado aos problemas de saúde. No entanto, há sim as gorduras boas que ajudam numa dieta equilibrada e no reequilíbrio do organismo. A informação é do médico Theo Webert, que atua em nutrologia e em qualidade de vida. Segundo ele, a gordura boa é necessária para a função cerebral, a produção de hormônios, metabolismo, perda de peso, energia, função imune e resposta inflamatória.

“Praticamente, 60% do cérebro são constituídos por gordura. A gordura que comemos literalmente alimenta o nosso cérebro, ajudando nossas funções neurológicas e a clareza mental que nos permite viver de forma saudável”, afirma o especialista.

O médico explica que os efeitos de obtenção de gordura boa na alimentação equilibrada pode melhorar radicalmente a energia, estabilizado os hormônios e alimentando o sistema nervoso. “O óleo de coco é geralmente a melhor gordura para se usar na cozinha, porque a sua integridade nutricional permanece estável, mesmo em altas temperaturas”, informa.

Segundo Theo Webert, é fundamental a ingestão de ômega-3, essenciais para o metabolismo, saúde mental e cardiovascular, além de atuar como anti-inflamatório. “Eles também ajudam a prevenir distúrbios relacionados ao desenvolvimento de câncer e podem ser encontrados em vegetais de folhas verdes, algas, sementes de chia, sementes de linhaça, nozes, morango e até no kiwi”, diz.

O médico elenca cinco fontes naturais de gorduras consideradas boas para o organismo. “É claro que o seu consumo deve ser orientado e observado por um especialista. Qualquer excesso pode ser prejudicial ao nosso corpo”, ressalta.

1. Abacate

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O abacate é dos principais alimentos ricos em gordura positiva. “Se embrulhado como um burrito em uma folha de nori (alga japonesa), com brotos e verduras cultivadas, pode ser uma boa opção e fonte de nutrientes. Por ser de rápido consumo, pode ainda ser descascado, picado e armazenado no congelador. Antes de consumido, pode ser batido no liquidificador com cacau e ate mesmo leite de amêndoas. Fica delicioso”, sugere.

2. Ghee

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Foto: WhatsCookingAmerica

Conhecido como manteiga caseira, na verdade trata-se de um óleo purificado da própria manteiga, onde toda a água e os elementos sólidos e toxinas da gordura do leite e lactose são completamente removidos. “Embora seja inteiramente preparado a partir da manteiga, suas propriedades diferem muito da manteiga em si. Ghee é um óleo de cozinha maravilhoso, que suporta o calor, mas pode ser usado também em um misto de chá, onde utilizamos tulsi (erva medicinal), adicionando uma colher de ghee, água de rosas, mel ou estévia”, ensina.

3. Óleo de coco

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O óleo de coco é excelente para cozinhar, uma vez que também pode suportar o calor. “Há quem utilize o óleo também nas receitas de uma barra de chocolate energético. Ele se une ao cacau, cogumelo reishi, cordyceps (fungo que com propriedades de combater o câncer) e um toque de mel. Para muitos, este é o impulso diário de energia”.

4. Nozes e sementes

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As sementes de cânhamo, amêndoas, sementes de abóbora, castanha do Pará, semente de linhaça, castanhas, sementes de gergelim, avelãs, nozes, macadâmia e sementes de chia compõem uma boa parte de uma dieta equilibrada, ao lado de vegetais verdes. “Leites produzidos a partir destas nozes, castanhas e sementes podem ser grandes fontes nutritivas numa alimentação balanceada. Há também como usar para receitas com panquecas, purê cremoso de batatas-doces, pudim de chia, macarrão e até queijo… as possibilidades são infinitas”, afirma Theo Webert.

5. Azeitonas e azeite de oliva

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As azeitonas e, obviamente, o azeite de oliva são uma excelente fonte de gorduras boas. “Os ácidos gordos monoinsaturados presentes no Azeite de Oliva ajudam na redução do colesterol mau (LDL) no corpo, reduzindo assim o bloqueio de artérias e formação praga. Ele também ajuda na redução da coagulação do sangue, além de ser também uma boa fonte de antioxidantes como fenóis e Vitamina E, que ajudam a manter o coração forte e funcionando corretamente”. Umas das maneiras de consumo do azeite pode ser por meio de molhos. ”Um dos favoritos é aquele que mistura azeite, limão e sal marinho. Você pode fazer alguém feliz com qualquer prato de legumes rápido e saboroso com esse simples molho”, finaliza.
 

Pets precisam de produtos específicos na hora do banho

Muitas pessoas costumam usar produtos humanos na hora de dar banho nos bichinhos de estimação, em especial, cães e gatos, o que pode desencadear diversos problemas dermatológicos.

“Os cães e gatos possuem uma pele com constituição e pH distintos da humana. Portanto, os produtos de higiene específicos para os pets foram desenvolvidos para respeitar estas características, além de possuírem uma formulação equilibrada e testada, que garante a limpeza e hidratação da pele, conferindo ainda um cuidado especial à pelagem, a fim de evitar cheiro desagradável, pelos embaraçados e, até mesmo, o surgimento de irritações e alergias”, aponta Aline Ramires Pedrosa, veterinária responsável da Petbrilho.

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Os produtos de higiene de uso humano, por outro lado, são mais ácidos, para atender o pH da pele humana. Geralmente, possuem formulações bem perfumadas, o que para os animais é uma grande desvantagem, uma vez que seus olfatos são muito mais sensíveis, além de possuírem componentes que não seriam bons de usar nos pets. “Eles podem causar um ressecamento intenso, irritações, coceira, alergias, entre outros transtornos à pele e ao pelo do animal”, diz Aline.

Na hora da compra dos produtos de higienização para pets é muito importante levar em consideração o tipo de pelagem do animal, desde a cor ao comprimento do pelo, assim como o tipo de pele – oleosa, seca, normal, sensível – buscando dentro da linha de produtos pet disponível, aqueles que atendam à demanda dessas caraterísticas mais individuais do animal.

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“Por exemplo, animais com pelos longos muitas vezes necessitam da complementação de um condicionador, que ajude a desembaraçar melhor o pelo. Já animais com pelos escuros tendem a perder mais facilmente o brilho do pelo, então pode-se usar um produto específico para manter a hidratação e brilho. Já animais com pele e/ou pelo oleosos, podem se dar bem com produtos com maior poder de limpeza e adstringência”, finaliza Aline.

Como cuidar do pet após uma cirurgia ortopédica?

Atenção ao comportamento e adequações da casa colaboram com a recuperação

Certas raças de cães e gatos são mais propensas a desenvolverem doenças nas articulações e ortopédicas, especialmente quando chegam à velhice. Por isso, há sempre aquela preocupação sobre os cuidados necessários para colaborar com a sua recuperação. Algumas das doenças ortopédicas conhecidas são artrites e artroses, comuns em pets com idade mais avançada.

Há também casos de displasia* coxofemoral (doença que apresenta alteração no desenvolvimento da articulação do quadril) que ocorre com mais frequência em cães de raças grandes, mas pode acometer gatos grandes como os Maine Coon e Ragdoll. Já os cachorros de raças pequenas como Maltês, Yorkshire e Poodle são predispostos à luxação de patela (também conhecida como rótula, esse osso auxilia nos movimentos e protege a articulação do joelho).

Segundo Karin Botteon, médica veterinária, membro da COMAC (Comissão de Animais de Companhia do SINDAN – Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal), e coordenadora técnica da Agener, “algumas dessas doenças podem predispor às fraturas ósseas e rupturas de ligamentos, geralmente como consequência de acidentes ou esforço em articulações já doentes”. Por isso, o cuidado tem que ser sempre redobrado.

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Como detectar o problema?

Infelizmente, as mascotes não conseguem se comunicar verbalmente com seus tutores para sinalizar que sofrem de dores ou incômodos. Por isso, é muito importante manter o olhar atento à falta de atividade, alimentação ou distúrbios de eliminação, ou seja, dificuldades em evacuar, urinar ou fazer isso em locais não usuais. Na presença desses ou mais sintomas, a avaliação do médico veterinário, através de exames clínicos e ortopédicos adequados, é fundamental para revelar o que impede o pet de viver normalmente.

Reabilitação pós-cirúrgico

Animais com doenças nas articulações e ortopédicas podem ser submetidos à cirurgia e retornam para a casa exigindo cuidados especiais que vão além de observar mudanças físicas como inchaços. Veja como colaborar com a sua recuperação:

Ambientes: se a casa tem pisos lisos, o recomendado é utilizar tapetes emborrachados para diminuir o atrito e evitar movimentos brutos como subir em camas, sofá e escadas para não forçar o membro debilitado. Adaptar o acesso com rampas ajuda muito.

Alimentação: animais obesos tendem a desenvolver mais doenças desse tipo, assim é muito importante uma dieta indicada pelo veterinário. A falta de apetite também deve ser observada, pois pode indicar que algo não anda bem.

Exercícios: dependendo do problema, não é recomendada a prática de exercícios por um tempo, pois isso pode sobrecarregar o membro em recuperação. Há casos em que são indicadas sessões de fisioterapia aplicadas pelo veterinário especializado. Somente ele pode indicar os exercícios corretos para se aplicar em casa.

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Um animal com boa rotina de exercícios, caminhadas e brincadeiras, não necessariamente irá desenvolver doenças ortopédicas. “Desde que não haja esforço maior do que aquele demandado para seu peso, idade e raça, os animais que praticam exercícios tendem a ter força na musculatura que pode ajudar na recuperação”, alerta Karin.

*Termo usado para determinar alteração do desenvolvimento de um órgão ou tecido do corpo animal e humano.

Fonte: COMAC (Comissão de Animais de Companhia do SINDAN – Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal),

Dormir mal pode consumir seu cérebro

Se você não gosta de perder tempo dormindo, um alerta: privação de sono pode contribuir para a autodestruição do cérebro. Ao menos é o que sugere um experimento com camundongos feito na Universidade de Wisconsin, Estados Unidos, e na Universidade Politécnica de Marche, Itália.

O trabalho indica que deixar o sono de lado causa um aumento na atividade dos astrócitos, células do cérebro responsáveis por remover conexões (sinapses) desnecessárias e tornar os circuitos mais eficientes (Journal of Neuroscience, 24 de maio). Essa faxina cerebral ocorre normalmente durante o sono. No estudo, quando os animais dormiam o suficiente, foi constatado que 6% das sinapses foram removidas. Esse nível de limpeza é considerado saudável. O índice subia para 8% quando os camundongos eram mantidos acordados por mais oito horas e 13,5% se a privação de sono se tornava crônica e drástica e se prolongava por cinco dias seguidos.

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Privação de sono altera atividade dos astrócitos (em verde e azul) e pode ser prejudicial ao cérebro

A conclusão geral do estudo é de que a faxina exagerada de sinapses em razão de um período estendido de vigília pode causar danos cerebrais. Outros trabalhos já apontaram malefícios decorrentes da privação crônica de sono no funcionamento de outras células, como as micróglias, responsáveis pelo sistema de defesa imunológica do cérebro. Dormir pouco faria com que as micróglias alterassem seu regime de trabalho, um distúrbio que poderia estar associado ao desenvolvimento de demências, como a doença de Alzheimer.

Fonte: Revista Fapesp

Saúde promove testagem de sífilis no Terminal Jabaquara

Testes gratuitos, preservativos e sachês de gel lubrificante serão ofertados hoje, entre as 9 e 16 horas; ação visa incentivar a prevenção contra sífilis adquirida e congênita

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo oferece nesta terça-feira, 27 de julho, a partir das 9 horas, testes gratuitos de sífilis para os frequentadores do Terminal Jabaquara. A finalidade da ação é orientar a população quanto à importância de se prevenir contra a sífilis adquirida e congênita no estado de São Paulo.

A testagem ocorre na plataforma A do Terminal Jabaquara e é realizada pelo Centro de Referência e Treinamento DST/ Aids, em parceria com a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU). Serão ofertados 500 testes e haverá distribuição de 7 mil preservativos masculinos, 3 mil preservativos femininos e 5 mil sachês de gel lubrificante.

Nos últimos anos, verifica-se o crescimento no número de casos de sífilis adquirida, ou seja, sexualmente transmitida. Em 2015, foram 25.987 casos em SP, contra 2.685 em 2007. Em todo o período, foram notificados 113.004 casos. A maior parte dos casos foi do sexto masculino (61,3%). A adoção de comportamentos preventivos e a importância do tratamento é fundamental para combater a doença.

Embora também seja prevenível, a sífilis congênita tem aumentado. Foram notificados 28.121 casos de sífilis congênita doença entre 1986 e junho de 2016. O cuidado no pré-natal, bem como o diagnóstico e o tratamento precoces, são essenciais para evitar a propagação da sífilis.

“Cada etapa do processo na linha de cuidado da gestante, especialmente na atenção pré-natal, deve ser rigorosamente cumprida. É fundamental a ampla cobertura na oferta de testes para sífilis e retorno dos resultados em tempo hábil, tratamento adequado para gestante e parceiro sexual, orientação para prática sexual segura e planejamento reprodutivo”, afirma Maria Clara Gianna, coordenadora do Programa Estadual DST/ Aids-SP.

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Para obter mais informações sobre sífilis e os serviços especializados disponíveis pelo SUS (Sistema Único de Saúde), basta acessar o site ou ligar para Disque DST/Aids, pelo número 0800-16- 2550, de segunda à sexta-feira, das 8 às 18 horas.

Gatos: alimentação correta previne formação de bolas de pelo

O indicado é escolher alimentos que contenham óleo mineral e fibras, que estimulam a regulação intestinal e ajudam a evitar bolas de pelo

Os gatos são animais extremamente limpos e fazem sua higiene com sucessivas lambidas pelo corpo. Os gatos se lambem para se limpar e para remover pelos mortos, o único problema é que esses pelos viram uma bola de pelo depois que eles engolem.

As bolas de pelo formam o que se chama de tricobezoar, que além do pelo contém secreções gástricas, isto é o que o gato costuma vomitar, que foi se acumulando no sistema digestivo, formando as famosas bolas.

“Em alguns casos, quando o felino não as expele, pode ocorrer até obstrução intestinal e a necessidade de uma intervenção cirúrgica”, explica a Coordenadora da Comunicação Científica da Equilíbrio e médica veterinária Bárbara Benitez.

Para o gato, expelir essas bolas de pelo por meio do vômito é melhor do que defecá-las, entretanto, se ele tiver dificuldades em vomitá-las, deverá ser da segunda forma, pois o importante é eliminar o problema.

“Os gatos costumam passar até duas horas diariamente se lambendo, então você pode imaginar a quantidade de pelo que ele acaba ingerindo”, complementa a médica veterinária. Os mais afetados são os gatos de pelos longos, como os persas. Por isso é fundamental que o tutor escolha um alimento específico para eles. “Uma dica é escolher alimentos que contenham óleo mineral e fibras, que estimulam a regulação intestinal e ajudam a evitar bolas de pelos”, explica Bárbara.

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A linha Super Premium da Total Alimentos, Equilíbrio, possui produtos indicados para prevenção das “Hair balls”. “Esses produtos são feitos especialmente para ajudar a lidar com esse hábito tão comum, mas que pode ser problemático, dos gatos”, finaliza Bárbara.

 

Informações: Total Alimentos

Diagnóstico precoce é fundamental para prevenir ou tratar câncer em pets

Também é muito importante a conscientização dos tutores sobre a relevância de exames periódicos com médicos veterinários

A oncologista veterinária Aline Iara Franciosi do Hospital Veterinário Intensiva (HVI), de Curitiba, recomenda aos tutores de animais de estimação que, por existir diferentes fatores envolvidos no surgimento de neoplasias em cães e gatos, a prevenção é a melhor maneira de evitar o câncer.

De acordo com ela, o diagnóstico precoce é fundamental. A castração de fêmeas antes do primeiro cio e o cuidado com a exposição ao sol nos horários com incidência maior de radiação também são cuidados importantes para prevenir o câncer de mama e de pele.

Segundo a veterinária, assim como a oncologia em seres humanos enfrenta o desafio do diagnóstico tardio do câncer, “em animais passamos pelas mesmas dificuldades”, coloca. Principalmente porque os animais não relatam dor, mal-estar ou outros sinais de que estão doentes. “Então o diagnóstico é mais difícil e, em muitos casos, quando apresentam algum sinal clínico já estão com a doença em estágio avançado, não sendo possível mais a cura, somente tratamento paliativo”, assinala.

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​Se tutor perceber mudança de comportamento é bom levar para uma consulta com veterinário

É muito importante a conscientização dos donos de pets sobre a relevância de exames periódicos e de diagnóstico precoce da patologia, destaca Aline. “O acompanhamento do clínico é essencial desde os primeiros meses de vida do animal, quando os tutores recebem orientações sobre vacinação, alimentação e cuidados gerais”, explica.

Esse acompanhamento a partir dos sete anos de idade é fundamental porque a probabilidade de surgir uma neoplasia é muito maior, afirma. “Então é importante que não seja feita só a vacinação anual, mas um bom exame clínico, com exames de sangue e, dependendo do caso, exames de imagem também para avaliação geral. Muitos casos que tratei tiveram bons resultados por ter sido feito o diagnóstico precoce”, destaca.

Oncologista veterinária Aline Iara Franciosi, do Hospital Veterinário Intensiva
Oncologista veterinária Aline Iara Franciosi, do Hospital Veterinário Intensiva

Aline afirma que o tratamento adequado traz benefícios tanto na qualidade de vida do animal como no aumento de sua expectativa de vida. Com o tratamento adequado será possível ter o controle e, muitas vezes, até a cura do paciente. Mesmo quando curar não é possível, conhecendo-se o comportamento da neoplasia conseguimos melhorar muito a qualidade de vida. De acordo com a veterinária, existem regiões que são mais comuns haver neoplasias, outras em que são acometidos por tipos mais agressivos, mas em qualquer área que possua células vivas pode surgir um câncer.

A médica explica que entre as fêmeas, as neoplasias mamárias são as mais comuns. “Mas o câncer de pele (mastocitoma, hemangiossarcoma, carcinoma de células escamosas) pode desenvolver em machos e em fêmeas. Outro tipo de neoplasia, o tumor venérea transmissível, é contagioso e associado a animais não castrados porque a transmissão ocorre pelo contato sexual”, salienta.

“O diagnóstico precoce pode ser um achado quando fazemos um exame de rotina para avaliação geral e encontramos alguma alteração, mesmo o paciente ainda apresentando alteração clínica. Muitas vezes um tutor cuidadoso percebe um aumento de volume palpável ou nota alguma mudança de comportamento e leva o animal para avaliação, permitindo também o diagnóstico precoce. Quando surge um nódulo palpável pequeno ou mesmo uma alteração inespecífica, sempre recomendo diagnosticar a causa porque é nesse momento que podemos fazer o diagnóstico precoce”, descreve a médica.

De acordo com Aline, todas as neoplasias estão associadas a mutações genéticas que fazem com que as células se multipliquem desordenadamente. “Essas mutações têm maior chance de acontecer à medida que os animais envelhecem e seu sistema imune passa a não funcionar tão bem. Animais jovens podem ter neoplasias, mas elas são muito mais comuns em idosos, a partir de 7 anos”, esclarece. Alguns tipos de câncer têm grande influência do fator hereditário, que está associado a genes defeituosos transmitidos pelos pais, e podem ser observados em neoplasias associadas a determinadas raças. O mastocitoma é muito comum na raça labrador retriever, exemplifica.

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Animais jovens podem ter neoplasias, mas elas são muito mais comuns em idosos, a partir de 7 anos

Aline detalha que os sinais clínicos variam muito de acordo com o local e tipo de neoplasia presente. Muitas vezes os animais não têm mudança de comportamento, mas é possível ver ou palpar um aumento volume em pele ou subcutâneo. Inapetência ou diminuição do apetite, perda de peso e apatia são sinais comuns em estágios avançados do câncer. Dor e coceira podem ser sinais de câncer e devem ser investigados, completa.

A oncologista acentua que o HVI tem registrado um aumento em diagnóstico precoce. “Além de profissionais competentes e qualificados, o hospital tem uma estrutura adequada para a realização de procedimentos, muitas vezes cirurgias extensas que necessitam de muito cuidado no trans e pós-operatório. Há também internamento e UTI para suporte e controle da dor em tratamento seguro de neoplasias agressivas.

Fonte: Hospital Veterinário Intensiva