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Cuidados para um cão adotado se adaptar ao novo lar

Antes de adotar um animalzinho é preciso se atentar aos cuidados que ele deverá receber para se acostumar com o ambiente da casa; adestrador e especialista em comportamento animal Cleber Santos lista dicas

Adotar um animal de estimação está cada vez mais comum. Com o crescimento das redes sociais nos últimos anos, as divulgações de criadouros que maltratam animais de raça vem chamando a atenção daqueles que atuam em defesa dos animais, e conscientizando a população. Atualmente no Brasil, 67% das pessoas que têm um pet o adotaram, de acordo com uma recente pesquisa realizada pela Opinion Box.

Com o aumento da demanda, os canis e ONGs que abrigam animais vêm apostando em campanhas de adoção e promovendo feiras de exposição em pontos estratégicos para facilitar que os animais encontrem um lar. E, por mais que as instituições ofereçam suporte para os bichinhos enquanto não encontram seus donos, é comum que anteriormente tenham sofrido maus tratos enquanto estavam na rua e, consequentemente, tenham alguns traumas.

O especialista em comportamento animal Cleber Santos, proprietário da ComportPet, explica que além de proporcionar um lar saudável, também é preciso ficar atento ao comportamento do cão, e procurar maneiras de confortá-lo. “O tutor que adota um animal tem que ter consciência de que precisará investir em cuidados dobrados para que ele se sinta seguro e feliz”.

Abaixo, ele lista dicas para que o cão adotado se adapte ao novo local:

Leve seu cão ao veterinário

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Essa é a primeira medida que deve ser tomada. O veterinário irá examinar o animal e passar o melhor tratamento, caso ele tenha alguma doença. “Pulgas e carrapatos são bastante comuns em cachorros que são encontrados na rua. Já os adotados diretamente de canis, geralmente se encontram em melhores condições, pois já receberam os primeiros cuidados depois de achados. Mesmo assim, levar para um veterinário avaliar a saúde do cão é essencial”.

Quando o pet vem da rua, o dono também irá perceber que ele precisará passar por um processo de higiene, como banho e tosa. “A vacinação também é um fator importante, pois nem todos os canis a mantêm em dia. Além disso, o veterinário poderá estimar qual a idade aproximada do cãozinho”, completa.

Invista em adestramento

adestramento cachorro cão

Sofrer maus-tratos não é o único problema que os cachorros passam na rua ou em lares anteriores não saudáveis. Em muitos casos, o cão também não recebeu um bom treinamento da pessoa que o abandonou, e pode chegar à casa do novo tutor com comportamentos inadequados.

“Quando o cachorro é novinho, é mais fácil ensinar os comandos para ele, mas pelo fato de muitos cachorros adotados serem adultos ou idosos, investir no trabalho de um adestrador profissional é muito importante para que ele se adapte com facilidade”, explica Cleber.

“É importante ressaltar que os primeiros dias do pet em casa são determinantes para os próximos anos, principalmente quando falamos dos filhotes”, completa.

Proporcione um ambiente seguro

cachorro para adoçao

O ambiente em que o cão vai viver depois de adotado deve estar seguro para recebê-lo. É fundamental retirar do alcance do animal materiais e objetos que possam fazer mal a ele, como produtos de limpeza, perfumes, objetos cortantes, e outros. Se o ambiente for aberto, também será necessário incluir toldos ou casinhas para que o animal possa se proteger do sol, frio e chuva.

“Quem mora em apartamento deve instalar redes de proteção para manter os pets fora de perigo. As redes trazem segurança para o cão correr e brincar por todo o ambiente, sem risco de acidentes”, complementa o especialista.

Compre utensílios para o animal

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Para o cachorro se sentir mais feliz, ainda mais em casos que tenha desenvolvido traumas da época que morava na rua, é interessante que o novo tutor compre alguns brinquedos/objetos como caminha, roupas, brinquedos e ossos, para que ele se distraia e consiga esquecer o que passou.

“Quando pegamos um cachorro para criar, além da atenção e do carinho, devemos ter consciência de que ele poderá viver durante 10 a 15 anos. Ou seja, é uma grande responsabilidade. Por isso, é válido investir, desde o início, em acessórios que proporcionem bem estar e qualidade de vida ao animal. Outra dica é pesquisar e conversar com o veterinário para definir qual tipo de ração é mais adequada para o cão, dependendo do porte, raça, idade”, finaliza.

Sobre Cleber Santos

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Especialista em comportamento animal, atua como adestrador de cães há 12 anos, quando cuidava do canil de treinamento durante o serviço militar. Trabalhou para grandes canis do interior de São Paulo, treinando cães de policiais de todo o Brasil. Além da experiência profissional, fez diversos cursos, estágios e especializações, inclusive em outros países – Canadá, Estados Unidos, Argentina, Chile e Alemanha. Desde 2010, está também à frente da ComportPet, centro que oferece consultoria comportamental, adestramento e serviços de hotelaria e creche, além de atendimento veterinário, estética animal e terapias alternativas para pets, como a musicoterapia. É um dos únicos profissionais do Brasil que também adestra gatos, e vem sendo requisitado como adestrador de pets de famosos, entre eles o DJ Alok.

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Como fugir das armadilhas das compras de Black Friday?

Todo ano é a mesma coisa, os consumidores ficam loucos com as promoções arrasadoras da tão esperada Black Friday, mas será que realmente vale a pena? Sabrina Espíndola é coach de desenvolvimento humano e dá algumas dicas para que o seu desejo de comprar não se transforme em um tormento.

Veja algumas dicas:

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1. Sempre que for comprar se pergunte: eu realmente preciso disso?
2. Procure fugir da tentação e do impulso de comprar só porque está mais barato.
3. Pense no que você poderia investir melhor o seu dinheiro.
4. Tenha uma lista de necessidades para sempre que pensar em comprar e não caia em tentação comprando coisas que não precisa.

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5. Busque pensar com a mentalidade da riqueza que visa não apenas o curto prazo, mas também no investimento em longo prazo. Será que esse dinheiro não poderia ser investido em uma viagem ou na compra da casa própria?
6. Tenha definido seus objetivos financeiros em longo prazo para não gastar com o que não vale a pena.

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7. Caso perceba que realmente precise comprar o que está na oferta verifique se é realmente um desconto que vale a pena. Compare com o preço que era antes da Black Friday.
8. Certifique-se que o vendedor ou a loja não receberam reclamações de clientes.
9. Lembre-se que no início do ano sempre temos um grande número de despesas altas como: matrícula da escola, material escolar, IPVA, IPTU, compras de natal a pagar, férias das crianças.

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10. A sua alegria momentânea de comprar na Black Friday não deve ser a dor de cabeça por entrar no ciclo de dívidas.

Fonte: Sabrina Espíndola é especialista em Desenvolvimento Humano e Coach de Liderança. Organizadora e Coautora do livro “O impacto do coaching no dia a dia: 20 perspectivas da teoria à prática”. Leadership and Coaching Certification | Ohio University College of Business In Partnership with Instituto Brasileiro de Coaching – IBC. Coach com certificação internacional, Global Coaching Community (GCC), European Coaching Association (ECA), Brasilian Coaching Institute (IBC) e International Association of Coaching (IAC). Atuando há 17 anos no mundo corporativo.

Shopping Pátio Paulista promove Feira de Adoção de Animais

Cães abandonados participarão do evento em busca de um novo lar no dia 10 de novembro

Levantando a bandeira pet friendly, o Shopping Pátio Paulista realiza uma Feira de Adoção de cães, em parceria com a ONG Adote Um Amicão, neste sábado, dia 10 de novembro, das 12 às 22 horas, no Piso Maestro Cardim.

Feira de Adoção

Com objetivo de conscientizar a população sobre a posse e adoção responsável, o evento contará com animais filhotes e adultos que foram resgatados pela Adote Um Amicão e eram vítimas de maus-tratos e abandono.

A ONG é uma organização sem fins lucrativos e atualmente mantém cerca de 35 cães no abrigo Arca Zuzarte, em Cotia, onde vivem em amplos bolsões com água e ração a vontade e brincam durante todo dia, até serem adotados.

Os animais estarão castrados, vacinados e vermifugados. Para adotar, os novos tutores precisarão ter mais de 18 anos, apresentar documento de identificação e comprovante de endereço.

Além da Feira de Adoção, a ONG ainda realizará um bazar para arrecadar fundos para custear o bem-estar dos animais, com ração de qualidade, medicamentos, cuidados e higienização. Os clientes poderão adquirir itens personalizados com tema pet, como pano de prato e avental com desenho de patinhas, camisetas da Amicão, chaveiro, cumbuca, coleiras e roupinhas. O evento será realizado no Piso Maestro Cardim, em frente a Camicado.

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Feira de Adoção do Shopping Pátio Paulista
Data: Sábado, 10 de novembro
Horário: Das 12 às 22 horas
Local: Shopping Pátio Paulista
Endereço: Rua Treze de Maio, 1947, Bela Vista, São Paulo, Piso Maestro Cardim, em frente a Camicado)
A entrada é gratuita

Vira-latas: os pets mais amados pelos brasileiros

Pesquisa revela que 41% dos lares no país têm pelo menos um cão sem raça definida

Sem raça definida, vira-latas ou mestiços – esses são alguns dos nomes que definem os pets mais populares e presentes em 41% dos lares brasileiros. A informação é da pesquisa realizada pelo Instituto QualiBest, de São Paulo, que ouviu mais de 7 mil pessoas, de diversas classes sociais e de todas as regiões do país. Inteligentes, espertos e apaixonantes, a adoção por esse tipo de animais também aumentou.

Segundo Luciano Granemann e Silva, médico veterinário e sócio proprietário da Clínica e Hospital Veterinário 24h Cão.Com, de Florianópolis (SC), há uma tendência das pessoas de acolher pets abandonados ao invés de comprar. Algumas pessoas ficam se perguntando: por que vou gastar para comprar um animal, sendo que posso adotar um animal que está precisando de ajuda e de um lar”, destaca. Somente na Cão.Com, 60% dos atendimentos são de cães e gatos adotados e sem raça definida.

Para o veterinário, os animais de raças definidas têm histórico familiar conhecido, que ajuda a prever o comportamento, determinados tipos de doenças e até mesmo as estruturas do esqueleto e dos músculos. Já os vira-latas, embora não se saiba seus antecedentes, costumam ser mais resistentes que os demais.

Silva destaca que isso não significa que sejam imunes e não possam apresentar alguma enfermidade. Pelo contrário, é fundamental visitar regularmente o veterinário, vaciná-los, desvermifugá-los e até mesmo castrá-los. A recomendação do médico é que tanto machos quanto fêmeas sejam castrados logo no início da puberdade (5 a 6 meses).

Já em relação ao temperamento dos SRD, o médico explica que isso poderá ser observado no convívio diário com a família ou logo nos primeiros contatos com um profissional, já que os vira-latas não apresentam um comportamento que seja padronizado.

Custo médio para se ter um animal em casa

Gato e ração

Os vira-latas têm as mesmas necessidades dos animais de raça: precisam de ração adequada, veterinário, amor, atenção e o comprometimento permanente do tutor com o bem-estar deles. “A diferença, além do alto custo de se comprar um animal de raça pura, é que, quando você adota um bichinho, a gratidão será eterna, além da companhia, a alegria e uma série de benefícios que ele vai proporcionar a você”, afirma o veterinário.

Dog Animal Pet Portrait Animal World
Animal World

De um modo geral todos os animais necessitam: estar com as vacinas em dia, uma alimentação de boa qualidade e uma visita eventual ao veterinário. “O custo médio para a manutenção de um animal, entre ração, medicamentos e cuidados médicos é em torno de R$ 230,00 por mês”, destaca Silva.

Espaço para os vira-latas

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Um vira-lata pode se adaptar a diversos espaços, seja casa ou apartamento. O ponto que deve ser levado em consideração, segundo o veterinário, é o tamanho e comportamento do animal. “Se for um cão pequeno e dócil, por exemplo, ele pode viver em qualquer lugar, já um cão maior com certeza vai precisar de um espaço adequado para ele”, explica.

Fonte: Cão.com

Três dicas para ajudar o organismo a se adaptar ao horário de verão

No horário de verão, como todos sabem, adiantamos o relógio em uma hora. Assim, os dias amanhecem “mais tarde”, muitas vezes, quando você olha no relógio já são altas horas da noite ou até mesmo da madrugada e você nem viu que a hora passou.

Se você fica perdido com essa mudança imagine o seu organismo que leva um tempo para se adaptar à nova rotina. Para encarar essa mudança com mais tranquilidade, a médica Cintia Rios, especialista em Medicina Funcional, listou três dicas que podem ajudar a minimizar os impactos dessa mudança.

Durma mais

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A adaptação ao sono é o mais complicado nesse período. Nosso relógio biológico segue a luz do dia, desperta ao amanhecer e quando escurece se prepara para dormir. Com a mudança de horário essa rotina é alterada e o organismo precisa se acostumar a acordar com o dia ainda escuro. Comece a adaptação aos poucos, 15 minutos mais cedo a cada dia, o seu organismo irá se acostumar gradativamente e você conseguirá se adaptar ao horário do relógio e dormir as horas que o corpo precisa para reparar o organismo.

Evite mudar sua rotina

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Siga os horários de acordo com o relógio externo e não o biológico. Com o horário de verão o dia parece mais longo, mas continua com 24 horas. Aproveitar esse tempo a mais de claridade com outras atividades e dormir por um tempo menor faz com que o seu organismo não se recupere e com que você tenha dificuldades para acordar no dia seguinte, se sinta cansado e sem disposição.

Não exagere nas refeições

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Não exija muito esforço do seu organismo em refeições noturnas, faça refeições mais leves e evite o consumo de carne vermelha à noite, alimentos pesados fazem com que o corpo não descanse e o sono fique mais pesado. Prefira alimentar-se mais cedo, de preferência três horas antes de dormir para não atrapalhar a digestão e o sono.

Fonte: Cintia Rios Camilo é formada na Escola de Medicina e Saúde Pública da Bahia, fez sua primeira Residência médica pela Faculdade de Medicina de Jundiaí e a segunda Residência médica no Hospital Ipiranga. Além disso, é especialista em Cirurgia Geral pelo ministério de Educação e Cultura e especialista em Cirurgia Plástica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica – SBCP. Além de atuar como cirurgiã plástica por duas décadas, nos últimos cinco anos vem se aprofundando em uma outra vertente da profissão, a medicina funcional. Atualmente, tem uma clínica em São Paulo, localizada no bairro Jardins, também nos hospitais Albert Einstein, no Hospital São Luiz, no Hospital Saint Peter e Hospital Santa Catarina, entre outros.

Cobasi realiza evento de adoção de cães em parceria com a Uipa de Jundiaí

A partir de sábado, 3 de novembro, a Cobasi, em parceria com a ONG Uipa Jundiaí, irá realizar um evento de adoção de cães nas dependências da loja localizada na Ponte de Campinas, Jundiaí – SP.

O evento ocorrerá aos sábados, das 10 às 14 horas. Para adotar é necessário ser maior de 18 anos, portar o documento de identidade, ler e assinar o termo de adoção. Todos os animais disponíveis para adoção estão castrados, vacinados e vermifugados.

Esse projeto faz parte das ações de incentivo a adoção da Cobasi que realiza eventos em parceria com instituições de proteção animal em diferentes cidades do Brasil.

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Evento de adoção de cães
Realização: Cobasi e ONG UIPA Jundiaí
Data: A partir de 3 de novembro (todos os sábados)
Horário: das 10h às 14h
Local: Cobasi Jundiaí
Endereço: Rua José Amato, 150, Ponte de Campinas, Jundiaí – SP

 

Dia de Finados: como lidar com a perda dos pais?

Hoje, 2 de novembro, é celebrado o Dia de Finados, data em que, tradicionalmente, homenageamos nossos entes queridos falecidos. No entanto, os ocidentais ainda encaram a morte de uma forma muito dolorida.

“A morte mexe muito com o nosso sistema de crenças e escancara nossa impotência, humanidade e fragilidade. A dor da perda ainda é um dos nossos maiores medos, pois é quando perdemos também nossa segurança e estabilidade”, afirma Heloísa Capelas, especialista de inteligência emocional e diretora do Centro Hoffman.

Para Heloísa, a perda dos pais ou daqueles que nos criaram é uma das mais doloridas. Isso porque somos 100% identificáveis com eles por conta da infância. “Quando criança, precisamos do apoio de adultos para termos o nosso aprendizado e, até os 12 anos, estamos na fase de construção da capacidade intelectual, mental e neurológica”, explica.

Estes aspectos fazem com que – mesmo com as brigas na adolescência e até um distanciamento na vida adulta – criemos um amor incondicional por eles. “Com a morte dessas pessoas, é como se estivéssemos perdendo também um pedacinho de nós mesmos”, completa.

Quando a pessoa cria, ao longo do tempo, algum tipo de mágoa ou rancor com relação a seus pais, a perda desses entes pode ser ainda mais dolorida e carregada com uma grande dose de culpa. Diante disso, Heloísa separou alguns pontos a serem refletidos e que podem ajudar na superação deste tipo de sentimento. Veja abaixo:

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Entenda que a mágoa é algo que está em nosso interior: segundo Heloísa, a primeira coisa da qual precisamos ter consciência é de que a mágoa que eventualmente criamos em torno de nossos pais é um problema individual nosso e não deles – está em nosso coração. Como estamos falando de um sentimento interior, o perdão pode vir a qualquer momento – antes ou depois da morte destes familiares.

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Entenda que é possível perdoar, mesmo que as pessoas que nos fizeram mal já tenham partido: Heloísa afirma que é preciso olhar para dentro de si e fazer uma escolha – se eu quero levar adiante essa mágoa, que vai ficar dentro do meu coração, dificultando meu caminhar, me envelhecendo precocemente e trazendo doenças para o meu corpo físico, ou perdoar e me sentir mais livre. “Seja lá o que vivemos com nossos pais, nós podemos resolver com eles vivos ou mortos. Claro que, quando eles morrem, nossa culpa aumenta e alguns vivem paralisados por conta disso. Pensam que agora que seu pais faleceram, não há mais tempo – que não é mais possível perdoar. Mas isso não é verdade. Podemos perdoar a qualquer momento e a qualquer hora, basta saber que essa escolha existe”, diz.

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Entenda que, quando a pessoa decide não perdoar, existe uma grande possibilidade de se tornar reflexo de seus pais: quando atingimos a vida adulta e temos algum tipo de rancor ou mágoa dos nossos pais, a tendência é que lutemos ao máximo para sermos indivíduos completamente opostos a eles. No entanto, com a morte, a probabilidade de ficarmos extremamente parecidos com eles é muito grande, por conta da culpa inconsciente de não ter liberado essa raiva antes da morte deles. A liberação da culpa e o perdão nos ajudam a lidar melhor com este aspecto e permitem com que a vida siga em frente.

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Compreenda que o amor nunca pode nos prender: muita gente não guarda rancor de seus pais, muito pelo contrário: os admira tanto que suas mortes levam à uma profunda tristeza que pode acarretar também a uma não aceitação do ocorrido. “É preciso entender que isso não está dentro do nosso controle e que a tristeza pela morte gera um apego que não é saudável para ninguém. O amor incondicional, pelo contrário, liberta”, afirma Heloísa. Para ela, morrer faz parte da continuidade do meu amor.

Curso

Essas e outras estratégias de inteligência emocional serão apresentadas, em sete dias de treinamento intenso no curso do Processo Hoffman, que terá suas próximas edições realizadas em Cabreúva (SP) entre os dias 14 e 20 de novembro e, em Petrópolis (RJ), entre 26 de novembro a 4 de dezembro.

Considerado um curso intensivo de autoconhecimento e reeducação que proporciona amplo desenvolvimento das Inteligências Emocional e Comportamental, o Processo Hoffman fornece instrumentos para que cada um possa ampliar seu potencial e, ao mesmo tempo, eliminar barreiras que impedem seu crescimento, conduzindo ao encontro do ser humano consigo mesmo, com seu amor-próprio e sua autoliderança. Seus resultados foram comprovados cientificamente pela Universidade da Califórnia (EUA) e indicam aumento nos índices da Inteligência Emocional gerando, entre outros benefícios, empatia, liderança, perdão, espiritualidade, bem-estar, vitalidade e alta performance.

Curso Processo Hoffman

Cabreúva – SP: 14/11 a 20/11
Hotel Solar das Primaveras – Cabreúva (SP)
Av. Pascoal Santi, 285 – Jacaré do Bonfim – Cabreúva, SP

Petrópolis – RJ: 26/11 a 4/12
Hotel Pedra Bonita – Petrópolis (RJ)
Rodovia BR-040, Km 69,2, Fazenda Inglesa – Petrópolis, RJ

Informações: Centro Hoffman

 

Shopping Parque das Bandeiras terá dois dias de Feira de Adoção

Nesta sexta-feira e sábado, cães e gatos estarão no centro de compras à espera de um novo lar

Reforçando a bandeira de centro de compras pet friendly, o Shopping Parque das Bandeiras realiza dupla Feira de Adoção de Animais nesta sexta-feira e sábado, dias 02 e 03 de novembro, respectivamente, das 14 às 18 horas, no Espaço Pet.

Os animais presentes no evento foram resgatados pela Like Bichos, uma instituição que abriga cerca de 50 animais. Para auxiliar nos cuidados dos bichos resgatados, a associação pede a doação de ração.

Para adotar, os novos tutores precisarão ter mais de 18 anos, apresentar documento de identificação e comprovante de endereço. Além disso, todos passarão por uma triagem e precisarão assinar um termo permitindo o contato dos voluntários que irão acompanhar o bem-estar dos bichinhos de estimação.

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Feira de Adoção
Data: sexta-feira e sábado, dias 2 e 3 de novembro
Horário: das 14 às 18 horas
Local: Espaço Pet do Shopping Parque das Bandeiras (Av. John Boyd Dunlop, nº 3900, Jardim Ipaussurama, Campinas, Piso L3, próximo ao Acesso A).
Entrada gratuita

Hoje é o Dia Mundial do Veganismo

Em celebração à data, nutricionista esclarece dúvidas sobre a transição alimentar e sobre o estilo de vida

Comemorado em várias partes do mundo, 1º de novembro é dedicado ao Dia Mundial do Veganismo, estilo de vida que exclui o consumo de qualquer produto de origem animal. No Brasil, 55% da população têm interesse em consumir mais produtos veganos, de acordo com pesquisa realizada pelo IBOPE Inteligência e encomendada pela Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB).

Além da mudança de hábitos relacionada ao consumo de roupas, acessórios e cosméticos, por exemplo, a transição da alimentação também requer cuidado e atenção, para que o organismo se adapte ao novo cardápio.

Segundo Cyntia Maureen, nutricionista e consultora da Superbom, empresa alimentícia especializada na fabricação de produtos saudáveis, é fundamental que essa mudança seja feita de forma gradual, eliminando os produtos de origem animal das refeições em um dia da semana e depois, estender para outros dias aos poucos.

Confira abaixo mais cinco dicas que podem facilitar o processo de transição:

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Orientação profissional: a especialista pontua que é importante procurar avaliação médica e realizar exames periódicos, além de consultar sobre como fazer as substituições corretas e evitar deficiência nutricional. “A vitamina B12, por exemplo, é encontrada em carnes, ovos e laticínios, e sua ausência pode causar anemia e distúrbios sanguíneos, por isso é importante consumir diariamente outros alimentos que possuem essa vitamina como cereais integrais e proteínas à base de soja e de ervilha”, explica.

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Substituições: além de incluir alimentos ricos em nutrientes como feijão, lentilha e grão-de-bico nas principais refeições, a nutricionista aponta que também é válido procurar por snacks saudáveis e sem insumos de origem animal, como uma solução para aquela fome repentina.

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Foto: Shutterstock

Fazer as próprias refeições: uma maneira de se adaptar ao novo hábito alimentar é preparar as refeições, aprendendo a ter ideias de pratos veganos e saudáveis, para diversificar o cardápio, redescobrir o próprio paladar e ainda ter um controle maior da qualidade dos alimentos consumidos. “Outro ponto essencial é que os pratos saciem a fome. Assim, é possível evitar a vontade por mais comida logo após as refeições”, indica.

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Escolher comércios veganos: com o aumento da procura por comidas veganas, tem crescido o número de restaurantes, padarias e cafés que possuem opções saudáveis voltadas para esse público, principalmente nas grandes cidades. Por isso, a dica é procurar por lugares que ofereçam essas alternativas no cardápio.

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Foto: Depositphotos

Compartilhar ideias: “Há muitos grupos nas redes sociais e sites dedicados ao universo vegano que fornecem dicas de receitas, produtos, lugares e eventos. Essas notícias são extremamente úteis para auxiliar na transição. Até mesmo compartilhar a própria experiência de mudança com outras pessoas pode contribuir na otimização do processo e encontrar amigos que compartilham do mesmo estilo de vida”, conclui.

Fonte: Superbom

O comportamento inadequado dos jovens e a promessa de um cargo dos sonhos

No início deste mês, a Catho divulgou uma pesquisa apontando que a maior dificuldade para os jovens conseguirem emprego não está na falta de experiência ou de qualificação, mas, sim, no comportamento inadequado da maioria deles.

Segundo a empresa de recrutamento online, durante a seleção, o recrutador observa atentamente o comportamento do candidato e, no caso dos jovens, não é incomum que uma pesquisa nas redes sociais também seja feita. Esta serviria para observar como o pretendente à vaga se porta.

Por comportamento inadequado podemos entender desde o desleixo na vestimenta ou modo de se sentar até uma falsa intimidade ou falar ao celular enquanto atende o cliente. Até mesmo a falta de higiene, em casos de pessoas que vão a baladas na noite anterior e seguem direto para a entrevista ou para o novo emprego, foi apontada.

Para o coach Edson Moraes, formado pelo Instituto EcoSocial e certificado pelo ICF – International Coach Federation, não podemos generalizar. “Claro que há jovens com perfis diferentes. E não ser educado ou higiênico, por exemplo, são coisas imperdoáveis. Porém, hoje em dia é muito comum, durante o recrutamento, o responsável pelo processo prometer um ‘padrão Google’ para o candidato. Aquilo de espaços de conveniência, extensão do ambiente descompromissado que se tem com amigos, horário flexível etc. Porém, quando o jovem começa a trabalhar, percebe que não é bem assim”.

homem trabalho emprego inadequado

Moraes também chama a atenção para o que chama de “choque de gerações”: “A empresa tem uma expectativa e o candidato também. O entrevistador pode encarar a postura do jovem como de um ‘folgado’. Ele, por seu lado, pensa que ali é um lugar ‘careta’. Hoje, o modelo de trabalho mudou muito e as empresas precisam se modernizar também”.

Para ele, hoje com 54 anos, gerações passadas se adequavam às vagas. Os jovens de hoje se recusam a isso: “A minha geração, por exemplo, costumava pegar o primeiro emprego e ir se moldando. Isso não é muito aceito hoje em dia. Tanto que muitos jovens se formam e criam as próprias startups, para não se sujeitarem a horários e regras”.

Classe média

Moraes comenta que este comportamento de não aceitar tantas imposições vem de jovens da classe média e média alta. “Pessoas de baixa renda e sem tanta qualificação ficam sem escolha. Porém, ao entrarem, se adaptarem, serem resilientes e se superarem, é bem possível que muitos cheguem a se tornar líderes”.

Já os jovens que foram criados em situação financeira mais confortável e com certas liberdades, muitas vezes pelos chamados “pais-helicópteros”, tendem a não aceitar muitas regras: “Há uma questão de comportamento séria. Muitos veem esses jovens como mimados. E eles podem até ser, e isso irá atrapalhar muito a carreira, pois eles não têm a plasticidade necessária para se adaptar”.

Porém, Moraes frisa que o que mais cria desapontamento de ambos os lados são mesmo as expectativas: “Se elas não ficarem claras durante a entrevista e surgir aquela paixão, não verdadeira, mas idealizada, de quem está contratando e de quem está se candidatando, o relacionamento não durará três meses”.

Para ele, a empresa não pode se apresentar como moderna se a postura de seus líderes não for essa. Isso vale também para recrutadores, que muitas vezes não enxergam que a empresa está em fase de mudança, e acabam escolhendo perfis que não se encaixam a esse novo momento.

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Já ao candidato, Moraes aconselha: “Entender o contexto da empresa e se está preparado ou disposto a se adequar a ele. A resiliência, que é algo muito importante e necessária, nos impede de mudar, em relação ao objetivo final. Porém, é preciso lembrar que também precisamos ser críticos e reflexivos para revisar nossa meta se notarmos que estamos no caminho errado”.

Fonte: Edson Moraes é sócio do Espaço Meio, Executive Coach desde 2014 e Consultor (Gestão & Governança) desde 2003. Foi Executivo do Bank of America entre 1982 e 2003. Seguiu carreira na Área de Tecnologia da Informação, foi Head do Escritório de Projetos e CIO por 4 anos. É Master em Project Management pela George Washington University. Participou de programas de educação executiva na área de TI ( Stanford University, Business School São Paulo e Fundação Getúlio Vargas). Conselheiro de Administração formado pelo IBGC, Coach pelo Instituto EcoSocial e certificado pelo ICF. Articulista e palestrante nas áreas de Governança, Tecnologia da Informação e Gestão de Projetos.