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Telefone sem custo para prevenção do suicídio chega a mais oito estados

188, já em operação no Rio Grande do Sul, é operado pelo CVV resultado de convênio com o Ministério da Saúde

Em operação desde setembro de 2015, exclusivamente no Rio Grande do Sul, o 188, primeiro número sem custo de ligação para prevenção do suicídio, passará a funcionar a partir do dia 30 de setembro em mais oito estados: Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Piauí, Roraima, Acre, Amapá, Rondônia e Rio de Janeiro.

O serviço é operado pelo CVV (Centro de Valorização da Vida), entidade sem fins lucrativos que oferece esse serviço gratuitamente e de forma sigilosa há 55 anos. Em março deste ano, o CVV assinou convênio com o Ministério da Saúde expandindo o 188 para todo o território nacional de maneira gradual, o que deve ocorrer até 2020.

Com essa primeira expansão, passam a ser atendidos pelo 188 os cinco estados com maiores índices de suicídio do país*: Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Piauí e Roraima. Ao mesmo tempo, 21% da população brasileira reside nos nove estados atendidos, o que garante uma ampla cobertura já na primeira fase do projeto.

Sobre o CVV

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O CVV presta serviço voluntário e gratuito de apoio emocional para todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo. Mais de um milhão de atendimentos anuais são realizados por 2.000 voluntários pelo telefone 188 ou 141 (de acordo com a região), pessoalmente (nos mais de 70 postos de atendimento) ou pelo site da CVV via chat, Skype e e-mail.

Sobre o suicídio

setembro amarelo

O suicídio é um problema de saúde pública que mata pelo menos um brasileiro a cada 45 minutos, mais do que a Aids e muitos tipos de câncer, porém pode ser prevenido em 9 de cada 10 casos. O movimento Setembro Amarelo, mês mundial de prevenção do suicídio, iniciado em 2015, visa sensibilizar e conscientizar a população sobre a questão.

*Dados do Ministério da Saúde

Fonte: CVV

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Repassa: consumo sustentável e economia colaborativa

Idealizado a partir dos objetivos do publicitário e empresário Tadeu Almeida em gerar impacto positivo na sociedade e na natureza, o Repassa chegou ao mercado como uma nova tendência, baseado nos verdadeiros conceitos de sustentabilidade, projetos sociais e qualidade. E também para trazer a acessibilidade necessária ao produto, vendedor e comprador. O mercado brasileiro de roupas usadas em excelente estado é muito grande e é aonde a empresa busca ser referência.

Além de tudo, o uso de roupas de segunda mão é uma tendência cada vez mais forte em todo mundo, já que agrega um importante valor: o consumo consciente, avesso ao ritmo descartável que chegamos hoje. Segundo o Ibope, existem mais de R$ 50 bilhões em roupas paradas no guarda-roupa das pessoas, que não usam 60% das roupas que têm. Mas, esse mercado está em forte crescimento, pois cada vez mais as pessoas compram peças gentilmente usadas e entendem melhor o conceito de utilidade do que se consome, e passam a acumular menos coisas.

“A indústria da moda é a segunda mais poluente do mundo e a forma mais eficiente de diminuir esse impacto é dando mais ciclos de vida para as nossas roupas. Afinal, uma peça gentilmente usada, é tão boa, bonita e útil quanto uma nova, mas é até 90% mais barata e muito mais exclusiva”, diz Tadeu.

foto 3 - BAIXA

Só que muitas pessoas doam as peças que não usam mais, e por mais que estejam em excelentes condições, para um projeto social é muito melhor receber uma doação em dinheiro, que será usado diretamente em sua causa, do que em peças de roupa. Assim, o empresário juntou essas informações e definiu a missão da empresa: repassar o bem através das peças de roupa que não são mais usadas. “Na era da conexão, do compartilhamento, a gente repassa o tempo todo, mas só coisa boa, em que a gente acredita, então, o nome veio bem a calhar”, completa.

A versão beta da plataforma foi desenvolvida em 2015. Quem queria vender, fotografava e cadastrava as peças no site, e quando eram vendidas, os vendedores eram avisados e as enviavam pelos correios para quem comprou. A aceitação dos usuários foi ótima, mas nesse momento foi constatado que a maioria das pessoas não tem tempo nem paciência para fazer todo o trabalho que dá para vender algo pela internet.

Foi aí que o Repassa desenvolveu a Sacola do Bem, uma forma muito mais fácil de vender roupas pela internet sem ter trabalho algum. O cliente pede a Sacola do Bem pelo site no valor de R$ 14,99, recebe-a em casa e a enche com as peças que amou, mas não usa mais, e a envia de volta.

Com experiência, bom gosto e cuidados especiais na seleção das peças, a equipe do site faz todo o trabalho de curadoria e certificação, fotografia, cadastro, armazenamento e envio. O cliente não tem que fazer mais nada e recebe 60% do valor das vendas.

No momento em que pedem a sua sacola, os clientes também podem fazer um Repasse Solidário, escolhendo uma porcentagem de suas vendas para doar para uma das ONGs parceiras como Graacc, Fundação Abrinq, Mães da Sé e Saúde Criança.

Desde essa mudança no modelo da empresa, as compras também se multiplicaram, pois os compradores se sentem mais seguros ao verem fotos profissionais publicadas, ao saberem que a peça passou pela avaliação de profissionais treinados antes de ir para o ar e em saberem que as peças estão fisicamente com a equipe do Repassa e que vão recebê-las, além de poder devolvê-las sem custo algum.

Como a empresa assume todo o processo, também consegue anunciar produtos melhores, com fotos e descrições melhores, além de preços mais competitivos. Isso faz com que os compradores se sintam mais seguros para comprar e achem ofertas mais interessantes. O resultado é que todo mundo fica feliz: quem vende, quem compra e quem doa.

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“Muitas clientes entram em contato com a gente agradecendo e dizendo que vão divulgar para todas as suas amigas. Adoramos quando isso acontece e como achamos que toda boa ação deve ser retribuída, desenvolvemos uma forma justa de remunerar cada recomendação que um cliente faz de forma recorrente e em vários níveis de conexão” explica Tadeu.

O principal público do empreendimento é o feminino, de 20 a 40 anos, da classe A até a C. Normalmente, pessoas com maior poder aquisitivo vendem no site e quem quer economizar em peças de grandes marcas em excelente estado, compram. O público é bem dividido e com a consciência do consumo cada vez mais em alta, o nível de renda importa cada vez menos.

A empresa tem muito interesse em expandir no segmento masculino, que não tem tantas opções e, esse público, preocupa-se casa vez mais com o visual. Também estão nos planos a expansão no segmento kids, em que as peças são perdidas muito rápido, tendo sido usadas poucas vezes.

O Repassa ainda conta com a parceria de influenciadoras como Paty Scaringela, Lu Taboada e Luiza Sobral, que têm uma vitrine solidária dentro do site. Elas se aproximam de seus seguidores, que podem ter o que foi delas, ganham dinheiro no processo e ainda ajudam ONGs incríveis, passando valores de solidariedade e sustentabilidade.

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Por último, foi desenvolvido também um algoritmo de recomendação inteligente de peças, que envia sugestões por e-mail das roupas que podem ser interessantes para os seus usuários.

A empresa cresceu 420% desde o início do ano e a meta é crescer três vezes mais até o final de 2017. Outra meta do Repassa é estruturar pontos físicos de coleta e entrega de Sacolas do Bem, em que também serão expostos alguns produtos em destaque para venda.

Brinquedos que mantêm os pets ativos, saudáveis e sem estresse

Brincar faz bem à saúde dos pets. Além da diversão, os brinquedos estimulam as atividades cerebrais e mantêm os bichinhos de estimação ativos, saudáveis e felizes. A dica é da veterinária Flávia Cruz, coordenadora técnica da Petz: “Antigamente, era só a bolinha de tênis. Hoje, existe uma gama enorme de brinquedos, com variadas funções, como os interativos, por exemplo, que distraem os pets, principalmente, nos momentos em que eles ficam sozinhos”.

Com cores, formas, texturas e até sabores diferentes, os produtos atraem a atenção dos cães e gatos, auxiliando para que eles deixem de pegar os objetos da casa. “Mas é importante escolher brinquedos adequados para cada idade, peso e tamanho dos bichinhos”, orienta a veterinária. “Nunca dar uma bolinha pequena, por exemplo, para um cão grande, pois ele pode engasgar”, orienta a veterinária. Veja a seguir as dicas de Flávia para manter o bem-estar dos pets:

Os tipos de brinquedos:

1 – Interativos

brinquedo

São aqueles com buraquinhos para colocar petiscos ou bolinhas de ração. Quando o pet brinca, os petiscos são liberados. Estimulam o raciocínio, além de distrair e aliviar o estresse e a ansiedade dos que ficam muito tempo sozinhos. Mas é preciso ter cuidado para não exagerar na dose de ração e petiscos, para manter a dieta em dia.

2 – Caça

Tabby cat, Tiger Lily, playing with a toy catnip mouse
Warren Photographic

Para os gatos, o ideal são aqueles que simulam a “caça”, com barulho, para correr atrás, brigar e ficar mordiscando.

3 – Esconde-esconde

cachorro e gato brincando
Warren Photographic

Esconder os brinquedos pela casa para que os pets os encontrem estimula as atividades cerebrais e deixa a brincadeira mais interessante.

4 – Gastar energia

Sable-and-white Border Collie Lark, catching a Frisbee
Warren Photographic

Frisbee e bolinha são ótimos para fazer exercícios e ajudar a gastar energia, principalmente para as raças mais ativas. Eles estimulam o pet a correr atrás e a devolver ao tutor.

5 – Saúde bucal

Ginger cat, Benedict, 15 months old, playing with a mouse toy
Warren Photographic

Com corda, nylon ou borracha, existem brinquedos produzidos para auxiliar na limpeza dos dentes, ao mesmo tempo que satisfazem a necessidade de mastigação e distraem os pets. O ato de mastigar também alivia o estresse, mas não substitui a escovação diária.

Fonte: Petz

 

Por que fumar em filmes influencia as crianças?

Não há desculpa para continuar a exibir cenas de tabagismo em filmes que são feitos para crianças

Queremos acreditar que estamos criando nossos filhos para pensar por si mesmos, e não para escolher coisas não saudáveis, só porque “as crianças legais” estão fazendo isso ou aquilo. Mas pesquisas mostram que, quando se trata do tabagismo, as crianças são fortemente influenciadas por algumas pessoas que consideram “mais legais” que outras: os atores dos filmes.

“Há um relacionamento de dose-dependência: quanto mais as crianças veem fumantes nas telas, é mais provável que fumem”, disse Stanton Glantz, professor e diretor da Universidade da Califórnia, São Francisco, do Centro de Pesquisa e Educação em Controle do Tabaco. Ele é um dos autores de um novo estudo que descobriu que os filmes populares estão mostrando mais o uso do tabaco nas telas.

“As evidências mostram que esse é o maior estímulo único para fumar, superando o exemplo dos pais, a influência dos amigos ou até mesmo a publicidade de cigarros”, afirma o pediatra e homeopata Moises Chencinski.

Os estudos epidemiológicos demonstram que se você controla todos os outros fatores de risco para o tabagismo (se os pais fumam, atitudes em relação à tomada de risco, status socioeconômico e assim por diante), os adolescentes mais jovens que estão mais expostos ao tabagismo nos filmes apresentam de duas a três vezes mais probabilidade de começar a fumar em comparação com as crianças expostas levemente aos mesmos estímulos.

Aqueles cujos pais fumam são mais propensos a fumar, defendem as pesquisas, mas a exposição ao tabagismo nos filmes pode superar o benefício de ter pais que não fumam. Em um estudo, filhos de pais que não fumavam, com uma forte exposição ao tabagismo nos filmes, eram tão propensos a fumar quanto os filhos de pais que fumavam com forte exposição ao tabagismo nos filmes. Para Glantz e  os outros pesquisadores do tema, isso faz do tabagismo nos filmes uma “toxina ambiental”, um fator que ameaça as crianças.

“Não há desculpa para continuar a exibir cenas de tabagismo em filmes que são feitos para crianças e, portanto, o objetivo de saúde que temos é que esse seja um tema controlado”, defende Chencinski.

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Filme com Tina Fey, Uma Repórter em Apuros (Whiskey Tango Foxtrot), tem mais de 50 citações ao tabaco

O pesquisador Glantz mantém um site chamado Smoke Free Movies. “A pressão social é para que os estúdios se policiem. O sistema de classificação dos filmes precisa começar a considerar o tabagismo como uma obscenidade proscrita”, defende o pesquisador.

A ficha informativa dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças sobre o tabagismo nos filmes estima que esse controle pouparia 18% dos 5,6 milhões de jovens que morreriam de doenças relacionadas ao tabaco – um milhão de vidas. “Não há nada que você possa fazer que seja tão barato e economize tantas vidas”, defende Glantz.

Fenômeno global

O fato foi estudado em 17 países diferentes e, embora as políticas variem amplamente e as culturas sejam muito diferentes, os resultados são notavelmente similares. “Constata-se, consistentemente, um risco de duas a três vezes maior em crianças que são expostas ao tabagismo na tela, em todo o mundo”, diz  Chencinski.

Até cinco anos atrás, as pessoas que se preocupam com o impacto do tabagismo nas telas sobre os jovens pensaram que as coisas estavam bem. Nos filmes classificados para o público jovem houve uma queda constante no número de incidências de tabaco na tela. Em 2012, convencido por uma grande variedade de evidências científicas, o Surgeon General emitiu um relatório dizendo explicitamente que ver pessoas fumando em filmes faz com que as crianças comecem a fumar: “estudos longitudinais descobriram que os adolescentes cujas estrelas de cinema favoritas fumam na tela ou que estão expostos a uma grande quantidade de filmes que retratam fumantes apresentam alto risco de fumar”.

Mas depois de 2010, apesar das evidências acumuladas, a taxa de tabagismo cinematográfico começou a aumentar nos filmes indicados para a juventude, de acordo com o novo estudo, publicado no Relatório Semanal de Morbidade e Mortalidade dos CDC, que analisou o tabaco em filmes de alta demanda de 2010 a 2016.

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Cena de 101 Dálmatas com Glenn Close interpretando Cruella de Vil

Quando comparamos 2010 a 2016, houve uma ligeira diminuição no número de filmes, mas um aumento no número de incidentes com tabagismo. O número de vezes que um ator usou um produto de tabaco, em um filme para a juventude, aumentou 72% entre todos os filmes. Em outras palavras, até 2016, havia mais incidentes de tabaco concentrados em menos filmes.

“Os filmes indicados para a juventude hoje continuam a considerar aceitável o uso do tabaco, mas já sabemos que isso é prejudicial e faz com que a juventude seja sujeita a essa influência nociva. A frequência do uso do tabaco nos filmes deve ser uma preocupação de saúde pública”, diz o pediatra.

As políticas que os estúdios implementaram em relação à questão claramente não são suficientes. Então, o que pode ser feito? “Uma mudança possível seria avaliar filmes com uso de tabaco com mais restrições de público. Outra medida que pode ajudar são os estúdios não aceitarem merchandising de produtos e marcas de tabaco reais na tela. Todas essas estratégias são apoiadas pela American Academy of Pediatrics, que emitiu uma declaração classificando o novo estudo como alarmante”, finaliza Chencinski.

Fonte: Moises Chencinski

O poder da mente e como isso pode ajudar a atrair um relacionamento

Saiba mais sobre a lei da atração e de que forma a compreensão da mente auxilia na conquista de sonhos

Com frequência, o cinema e a TV retratam um amor que cativa e emociona, fazendo com que as pessoas desejem viver esse sentimento, mas elas criam expectativas e se frustram, quando não têm em suas vidas esse amor retratado nas telas. Para a psicoterapeuta Maura de Albanesi, antes de buscar uma relação que “enche a alma de vigor”, é preciso, primeiramente, amar-se e cercar-se de pensamentos que estimulam a conquista desse desejo.

“Tudo o que buscamos no outro precisa existir dentro de nós. Temos também de nos despir de sentimentos de fracasso e impossibilidade. Esses são passos importantes para projetar nossa mente e conquistarmos o que desejamos, por meio da lei da atração, que está ligada profundamente ao que pensamos e sentimos”, pontua. De acordo com a especialista, esses conceitos são fatores que influenciam a realidade, como até a própria física quântica atesta.

Física quântica e o pensamento

A física quântica é um ramo da ciência que estuda as partículas compostas por átomos, que produzem radiação eletromagnética invisível aos olhos, mas que se propaga ao universo, que é todo feito de energia. E o pensamento é também uma partícula eletromagnética, que se conecta a esse mesmo universo e cria a realidade, segundo o físico norte-americano Walter Zajac, em seu artigo, no site “SelfGrowth”.

Um dos indícios que faz analogia à física, pensamento e realidade, tem a ver com o seguinte cenário: o elétron, que se movimenta sem cessar – de um lado para outro – consegue parar quando é observado através de um microscópio, num laboratório científico. Neste caso, o cientista focou sua atenção no elétron e houve alteração da realidade, quando a partícula subatômica parou de se movimentar.

Zajac cita que o pensamento é poderoso, para ele, a medida que o indivíduo pensa e observa sobre algo, são emitidas ondas magnéticas (vibrações), que podem ser positivas ou negativas. Sem os pensamentos, não haveria a lei da atração, porque ao pensar, a pessoa se liga ao universo, onde as vibrações e energias circulam, atraindo situações. “Isso significa que tudo começa dentro de nós. Dependendo da forma como o cérebro e mecanismo agem, a pessoa atrai para si contextos que podem ser benéficos ou maléficos”, afirma Maura.

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Pensamento e o DNA

E o sentimento, de fato, tem muito poder, inclusive, influenciando até na qualidade do DNA, segundo estudos do The HeartMath Institute, da Califórnia (EUA). Com base nos levantamentos, sentimentos de amor e gratidão contribuíram para ampliar o DNA e aumentar a imunidade em 300 mil vezes, enquanto que sentimentos de medo, raiva e estresse propiciaram redução do DNA, além de diminuição de códigos genéticos, tendo impacto negativo à saúde e ao cérebro, como observa Lisandro Lambert, do Hospital Albert Einstein, em São Paulo.

O levantamento do instituto norte-americano, coordenado pelo pesquisador Gregg Braden, avaliou o DNA na placenta humana. Foram distribuídas amostras do tubo de ensaio com parte do material genético. Os participantes tiveram de gerar sentimentos. Os resultados, então, comprovaram que enquanto sentiam amor e felicidade, isso contribuiu para o aumento na extensão do DNA, trazendo mais atividade aos códigos. Em situações opostas, com sentimentos de raiva e tristeza, notou-se encolhimento do DNA e muitos códigos também foram apagados. Num segundo momento do experimento, houve melhora no quadro, mas apenas quando os participantes focaram em sentimentos positivos.

Combater as barreiras mentais

Artigo do site de ciência e bem-estar “MindBodyGreen”, dos EUA, cita que as pessoas têm de 50 a 70 mil pensamentos inconscientes por dia, dos quais cerca de 80% são negativos. “Esse fato mostra que o cérebro humano preferencialmente digitaliza e armazena as experiências negativas, então, o desafio é construir, conscientemente, uma mente que vibra positivamente”, explica.

Dessa forma, Maura ressalta que, basicamente, a pessoa precisa conhecer os mecanismos de suas mentes e combater os bloqueios e ‘barreiras mentais’, pensamentos negativos em relação à conquista do objetivo. “Você deseja um amor, mas tem aquele pensamento que forma um bloqueio. É preciso equalizar essas sensações, mas isso é um hábito que se conquista com treino, pois será preciso treinar a mente. Inclusive, a lei da atração não é uma ‘varinha mágica’, para que ela funcione, a mente precisa lidar com as barreiras, crenças, limites e medos que desencorajam as pessoas a buscarem seus sonhos. A pessoa precisa reprogramar e entender a mente, para se beneficiar”, explica.

Maura ressalta que a partir do momento em que o ser humano consegue lidar com os seus sentimentos, vibrações e obter compreensão sobre o funcionamento do cérebro e sua relação com o universo, ela se mantém preparada para colocar em prática todos os mecanismos que a ajudarão a concretizar seus desejos.

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Pilares do poder mental

Maura ainda enfatiza que ao trabalhar o poder mental, a pessoa modifica as vibrações que a cercam. “Resumindo, quando mergulhamos nas energias positivas, emanamos alegria, resgatamos nossa essência, autoestima e nutrimos o sentimento de capacidade e autoconfiança. Com esses pilares, temos motivação e coragem para conquistar nossos objetivos”, explica. E para ativar a projeção mental, a especialista indica três dicas práticas:

– Criar uma tela mental do seu objetivo. “Isso significa visualizar situações que deseja, com o máximo de detalhes possíveis, a mente cria a realidade, mas ela acontece primeiro internamente. Quando temos um objetivo, o cérebro já cria as conexões necessárias”, afirma.
– Trazer o sentimento a essa realidade. “Ao imaginar que está ao lado do ser amado, entregue-se às sensações e sentimentos propiciados. E através desses sentimentos nós nos comunicamos com a nossa mente, que vibra e emana essas cargas elétricas ao universo”, define.
– Questionar-se: quem se beneficiará com o seu sonho? “Neste passo, é muito importante identificar os beneficiados com a conquista do seu sonho. Por exemplo, ao encontrar um amor, a sua felicidade também proporcionará alegria às pessoas que te amam e te querem bem”, declara.

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Academia da mente

O poder e projeção mental são aprofundados pela especialista através do programa Academia da Mente. “Em geral, as pessoas que participam do curso tornam-se mais serenas e autoconfiantes. Ocorre um resgate de autoestima, pois essa pessoa começa a ter seus sonhos realizados e, então, nutre o sentimento de capacidade de que é possível, sim, conquistar o que se quer. Podemos dizer que temos benefícios como: autoestima, autoconfiança, coragem, persistência, dedicação, dentre outros”, afirma.

Isabel Cristina, 39, participou do curso e conta que hoje consegue lidar melhor com os desafios da vida. Ela conquistou dois grandes desejos: fazer intercâmbio cultural e encontrar um amor. “Hoje estou morando na Alemanha e estou casada. Eu quero compartilhar essa felicidade com as pessoas. Todas as infelicidades que temos têm cura e essa cura está em nossa mente. Apenas precisamos aprender a pedir ao universo, que ele nos responde. Eu percebo que posso conquistar o que quiser, desde que seja bom para mim e para os outros. Hoje sou uma pessoa com mais gratidão”, afirma.

O programa é pago e 100% online, mas também conta com um encontro presencial na cidade de São Paulo. As inscrições podem ser feitas no site da psicoterapeuta.

Fonte: Maura de Albanesi é mestre em Psicologia e Religião pela PUCSP, Pós-Graduada em Psicoterapia Corporal, Terapia de Vivências Passadas (TVP), Terapia Artística, Psicoterapia Transpessoal e Formação Biográfica Antroposófica, atua com o ser humano há mais de 30 anos. 

 

 

Cachorro também tem medo de ficar sozinho

Entenda como a Síndrome de Ansiedade da Separação afeta os cães

A correria de nossa rotina faz com que tenhamos pouco tempo livre e, infelizmente, o fiel companheiro é um dos primeiros a sentir isso. É fundamental antes de escolher um pet levar em consideração o tempo que gastará para garantir a felicidade dele.

Algumas raças são mais independentes do que outras. Elas tendem a se adaptarem melhor às horas de solidão, o que pode ser uma boa escolha para aqueles que não param em casa. Isso não significa que não sintam a ausência do tutor. Nem mesmo as espécies mais desprendidas da presença do dono estão imunes à Síndrome de Ansiedade da Separação, a SAS.

“Essa Síndrome é caracterizada pelo conjunto de sinais clínicos demonstrados pelos cães quando deixados sozinhos ou afastados da pessoa que eles têm como referência. Dentre esses sinais, podem ser citados: uivos, choro ou latidos em excesso, comportamento destrutivo (como roer, rasgar objetos e roupas, por vezes da pessoa de referência), micção e defecação em locais inapropriados”, explica a professora Angélica Silva, do Curso de Medicina Veterinária da UNG Universidade.

Os motivos que despertam a SAS no animal são diversos, passando pela morte de outro animal da casa, mudança de residência, insegurança ao estar só ou até mesmo por apego excessivo ao dono. Filhotes, em geral, costumam ser excessivamente dependentes e afetuosos por serem gregários – animais que vivem em bandos. Essa característica torna a família o grupo do cão e alterações como a ausência do dono podem desencadear a SAS.

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Cães que vivem exclusivamente dentro de casa, sem passeios ao ar livre ou outras atividades lúdicas podem ser mais propensos ao problema, segundo Angélica. A professora explica que animais que têm comportamentos disfuncionais, como seguir o dono pela casa o tempo todo ou levar mais de dois minutos ao saudá-lo quando chega em casa, tem três a cinco vezes mais chances de desenvolver a patologia. Por isso, preste atenção para identificar os sinais que o seu animalzinho transmite.

O problema deve ser tratado de acordo com a origem do trauma. Em casos de medo, deve-se focar na superação do trauma com o manejo do ambiente. A dica é retirar possíveis fatores que provoquem essa fobia e mostrar que a situação não é temerosa. Se a SAS é decorrente da morte de um animal próximo, o recomendado é que consiga outra companhia.

Para aqueles que sofrem de hiperapego, o tutor deve reduzir a dependência afetiva, reforçando os comportamentos de calma e obediência, mostrando os limites por meio de afagos. Angélica sugere condicioná-lo a ficar em um local confortável com brinquedos ou uma peça de roupa do dono em alguns períodos do dia, quando o tutor estiver presente. Após algumas repetições desse processo, deve-se colocá-lo neste mesmo local um pouco antes de sair. E quando voltar, se ele estiver tranquilo, soltá-lo e brincar com o bichano. A conscientização do proprietário é fundamental de que atenção em excesso pode ser prejudicial.

mulher e cão

Apesar das dicas, a professora reforça a necessidade da visita ao médico veterinário, caso haja mudança de comportamento, pois somente o profissional conseguirá diagnosticar com propriedade o caso e instruir conforme as necessidades específicas de seu animalzinho.

Pensando nos cuidados com os pets, a Clínica Escola de Medicina Veterinária da UNG Universidade realiza agendamento de consultas nas áreas clínicas e cirúrgicas para animais domésticos de grande e pequeno porte, além de silvestres. O atendimento no hospital é aberto a toda sociedade, as consultas e cirurgias têm um custo mais baixo do que em clínicas particulares, tonando o serviço mais acessível.

Pessoas interessados devem entrar em contato pelo telefone: (11) 2423-7601.

Clínica Escola Veterinária Universidade UNG
Local: Prédio H da Unidade Guarulhos – Dutra
Endereço: Rua Anthon Philips, 446 – Vila Herminia, Guarulhos
Atendimento: de Segunda a sexta-feira, das 8h30 às 20h30;
Agendamento: (11) 2423-7601

 

Especialista explica a visão da medicina chinesa sobre o suicídio

Para os religiosos, um pecado; para os médicos, uma patologia; e para a maioria da sociedade um grande tabu. Assim é visto o suicídio que, apesar de ser uma questão de saúde pública e alvo principal da Campanha Setembro Amarelo – que tem o objetivo de conscientizar sobre a valorização da vida -, ainda não é discutido como deveria, se tornando um mal silencioso. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, 800 mil pessoas se suicidam no mundo e, a cada 40 segundos, uma pessoa tenta se matar. No Brasil, são 32 brasileiros mortos por dia, taxa superior às vítimas da Aids e da maioria dos tipos de câncer.

Na visão da Medicina Chinesa, tanto a saúde quanto a doença – ou a vida e a morte – fazem parte do mesmo aspecto e precisam ser considerados em sua plenitude. “Negar pensamentos suicidas não é eficaz, negar sentimentos depressivos não é efetivo. É muito importante que qualquer pessoa possa conversar para tentar resolver as próprias emoções. Não adianta só falar para quem está sofrendo pensar positivo. Isso não funciona no estado depressivo. As pessoas precisam se preocupar em interagir com as outras, de uma forma mais autêntica, vivencial e presencial. Estamos cada vez mais solitários. A agitação faz com que haja pouca interação presencial. Nós interagimos muito mais virtualmente e o mundo virtual não permite a emoção”, afirma Márcia Lika Yamamura, diretora do Centro de Estudo e Pesquisa da Medicina Chinesa.

acupuntura

Para a especialista, o suicídio é somente um desfecho de um processo que vem acometendo a pessoa durante um longo período. Diante disso, é muito importante que familiares ou pessoas próximas prestem atenção nos pequenos sinais, como princípio de depressão, embotamento social e introspecção.

“Todo mundo dá sinais de depressão e doenças. Assim, é muito melhor ajudar alguém no início do processo e não no final”, comenta Márcia, fazendo um alerta aos pais. “O combate deve começar lá na base, na infância. Converse muito com o seu filho, saiba o que passa na cabeça dele, já que tudo, desde a barriga da mãe, está sendo registrado em sua memória e vai ser armazenado como uma emoção. É importante que todos saibam que a partir do momento em que é elaborado de forma inconsciente que não vale a pena viver nós estamos deflagrando o processo de adoecimento”, diz.

Outro ponto ressaltado por ela e que deve ser considerado é a maneira como as pessoas enxergam quem está do lado, sejam pais, filhos, companheiros e até ela própria. “Muitas vezes olhamos para tudo o que é externo e não olhamos para dentro. As emoções e tudo de ruim que passamos ao longo da vida vão sendo ‘engavetados’ e isso tem um preço. Muitas vezes, a mente elabora que não vale a pena viver. Chegar à conclusão que vale a pena morrer pode, num estágio muito precoce, provocar uma doença de algum órgão interno. Essa é a filosofia da medicina chinesa. Quando nós pensamos ‘perdi a alegria de viver’, ‘para que viver?’ ou ‘por que Deus não me leva’, nós já estamos doentes há algum tempo”, explica.

tristeza dor depressão mulher pixabay

O que muitas pessoas também não se dão conta é que a acupuntura, uma das esferas da medicina chinesa, é também um importante aliado na redução de danos e prevenção do suicídio. Ela age na desordem mental, por meio da coordenação entre o yin (negativo) e o yang (positivo), além de ser um método efetivo contra a depressão, que é o gatilho que mais contribui para uma pessoa tirar a própria vida.

Fonte: Márcia Lika Yamamura é professora colaboradora do Setor de Medicina Chinesa-Acupuntura da Disciplina de Ortopedia do Departamento de Ortopedia e Traumatologia da UNIFESP / EPM. Supervisora do PRM Acupuntura da UNIFESP. Mestre em Epidemiologia pelo Departamento de Medicina Preventiva da UNIFESP. Diretora Científica do Colégio Médico Brasileiro de Acupuntura (CMBA). Diretora do Center AO (Centro de Estudo e Pesquisa da Medicina Chinesa).

 

 

Rock in Rio: FYI apresenta coleção licenciada com produtos multifuncionais

A marca traz mais de 20 peças com referencias da primeira edição – 1985 

A FYI lança, em parceria com o Rock in Rio, uma linha exclusiva de roupas e acessórios com pegada rock n’ roll. Na sua realidade urbana, mas sem perder a essência feminina, a marca desenvolveu mais de 20 produtos, entre maxi t-shirts, jaquetas, calças e shorts de couro ecológico, jeans, moletons e acessórios – como mochilas e pochetes – todos inspiradas na primeira edição do evento, que aconteceu em 1985.

“Pra gente é sempre uma alegria participar de projetos que a gente acredita e ama. O Rock in Rio é um hub de experiências, que a cada ano são reinventadas. Todos aqui fomos a quase todas as edições. Pensamos então em trazer referencias do ano da 1a edição – 85 – criando uma coleção com ares vintage, mas muito moderna. A coleção fica nas lojas até a setembro, quando começa essa edição do RiR, ou até quando durarem os estoques, já que acabamos de lançar e os looks são sucesso de vendas”, afirma Luis Gasparini, Gerente de Marketing FYI .

Os bodies com shapes superfemininos em versões candy color se mesclam a shorts e bombers metalizados. O quadriculado – um tabuleiro xadrez PB – relembra as lonas de diversos shows do festival e aparece em calças e shorts. A transparência vem em tecidos tecnológicos que remetem a capas de chuva, em diferentes versões. Pochete que vira bolsa. Bolsa que vira mochila. Chockers e brincos. Uma coleção feita para quem sabe bem o que vestir em festivais para encantar e curtir muito.

Informações: FYI

Pets: cursos gratuitos sobre comportamento animal e acidentes domésticos

Com duas opções de horários, evento conta com a presença do especialista Rapha Aleixo

Amanhã, 14 de setembro, a Strix Clínica Veterinária Especializada realiza mais um evento gratuito para conscientização e cuidados com cães e gatos. O tema deste mês será dividido em duas aulas diferentes: a primeira, sobre acidentes domésticos, será ministrado por Amanda Carvalho, às 13 horas.

Às 20 horas, o adestrador e especialista em comportamento animal, Rapha Aleixo, da DogLion e parceiro da Strix, falará sobre comportamento animal, alguns dos perigos que animais com problema de comportamento correm e como melhorar a qualidade de vida dos pets.

Quem tem um animal de estimação como parte da família sabe que os cuidados nunca devem cessar e que para evitar acidentes a atenção sobre eles deve ser constante. Assim como com crianças, os tutores devem estar sempre atentos às bagunças e aventuras dos pets, que estão sempre em busca de novas maneiras para se divertir. É justamente este comportamento ativo e curioso dos animais que tornam os cuidados tão necessários já que qualquer momento sozinho em casa é uma oportunidade para explorar territórios desconhecidos e, em grande parte das vezes, proibidos – o que podem causar acidentes desde os mais corriqueiros até os mais graves e fatais.

cachorro e gato brincando pixabay

Alguns dos problemas de comportamento dos animais incluem agressividade indevida, puxar a coleira, destruir e comer objetos dentro de casa, e muitos destes podem causar sérios problemas de saúde ou acidentes para os pets.

Saber como evitar estes comportamentos e estes acidentes com os animais domésticos deve ser uma prioridade nas casas que abrigam qualquer integrante de quatro patas, garantindo o bem-estar e segurança do pet e de toda a família.

Na aula sobre comportamento será mostrado como lidar com alguns problemas dos pets como destruição de móveis e objetos dentro de casa, latido constante, agressividade com outros animais e mesmo com humanos e dificuldades na hora do passeio, entre outros.

Na aula sobre acidentes domésticos, os principais assuntos que serão tratados são:

Cuidados com filhotes

Um dos acidentes domésticos mais comuns é aquele caracterizado como “corpo estranho”. Pelo comportamento curioso e explorador de filhotes, eles tendem a investigar objetos que, em alguns casos, podem ser facilmente engolidos como, moedas, brincos, peças de brinquedos infantis. Esse tipo de ocorrência pode gerar uma série de lesões no estômago e intestino dos animais e, em casos mais graves, pode ser necessária intervenção cirúrgica.

filhotes

Intoxicações

Estas podem ocorrer por produtos de limpeza, tintas ou quaisquer produtos em que o animal tenha acesso. Algumas plantas também são toxicas e comprometem a saúde do pet; fornecimento de medicações humanas ou em doses acima do recomendado para o animal.

Diversos outros acidentes podem ocorrer no ambiente doméstico, caso não tomadas as medidas adequadas, que incluem desde mudanças em domicílio, educação do pet e, em alguns casos, intervenção de especialista.

Sobre os palestrantes

Amanda Carvalho é médica veterinária formada pela Universidade Anhembi Morumbi em 2007 e fez residência em clínica cirúrgica pela mesma universidade, terminando em 2011. Fez ainda o curso de pós-graduação com gestão de negócios com ênfase em Marketing pela ESPM.

Rapha Aleixo é amante dos animais, teve uma passagem por treinamento de cavalos para apresentações quando ainda pequeno. Com o passar do tempo, se formou em Publicidade e Propaganda, mas não contente com a profissão escolhida resolveu largar tudo para fazer o que realmente sempre amou: treinar e adestrar animais. Porém dessa vez o foco foi voltado aos cães, a partir disso se especializou, montou a Dog Lion pensando em melhorar a relação homem x cão e dar boa qualidade de vida aos cães.

A Dog Lion oferece hoje serviços para soluções caninas, como adestramento, consultas comportamentais e hospedagem canina. Rapha também faz parte da Unidade K9 Centro de formação de cães, treinadores e condutores de cães. Condutor de Cães de Busca na empresa Busca Pet Brasil, e diretor, formador e condutor de cães K9 atuando efetivamente na Canix Corp.

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Curso “Acidentes Domésticos e comportamento animal”
Data: 14 de setembro de 2017
Horários: 13h – Acidentes domésticos / 20h – Comportamento animal
Valor: Gratuito mediante reserva antecipada
Capacidade: 15 pessoas por horário
Endereço: Av. Professor Vicente Ráo, 1275 – Jardim Petrópolis

Informações: Clínica Strix

Oito sinais de desconexão em um relacionamento

Você já deve ter ouvido falar da importância da conexão para um casal. Estar conectado ao outro vai muito além de conversar no final do dia ou de dormir juntos. Quanto mais longo o relacionamento, maior a chance de desconexão. Isso porque a rotina, o trabalho, os filhos e a falta de tempo são fatores importantes que se não forem bem administrados contribuem para o distanciamento do casal.

Segundo Denise Miranda de Figueiredo e Marina Simas de Lima, psicólogas, terapeutas de casais e fundadoras do Instituto do Casal, a conexão é algo muito particular de cada casal e pode ser afetada por diversos fatores, como pressão no trabalho, doenças na família de origem, entre outros.

“O importante é estar ciente de que há sinais que podem indicar que esse casal precisa melhorar a conexão e, na maioria dos casos, é possível. Entretanto, na correria diária pode ser difícil perceber com clareza que estamos nos distanciando do(a) parceiro(a)”, comentam.

Para ajudar os casais brasileiros, Denise e Marina listaram os oito principais sinais que podem demonstrar que é hora de se reconectar. Confira:

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1- Preferir usar o celular que conversar com o (a) parceiro (a): hoje, podemos dizer que o celular é um dos principais fatores de desconexão dos casais. Damos atenção a quem ou ao que está longe e nos distanciamos de quem está ao nosso lado.
Como melhorar: estabeleça um tempo para usar o celular e faça um acordo com o (a) parceiro (a). Evite usar o celular quando estiverem juntos conversando ou fazendo outra atividade a dois.

mulher piscina sol

2- Fazer atividades isoladas durante uma viagem: viajar é o programa preferido de 75% dos casais brasileiros, segundo pesquisa do Instituto do Casal. Quem não gosta de viajar? Porém, se o casal viaja e cada um faz um programa diferente, é preciso atenção. Claro que não precisam fazer tudo juntos, mas na maior parte do tempo o ideal é aproveitarem o passeio para aumentar a conexão.
Como melhorar: realizar as refeições juntos, fazer caminhadas, programar passeios, namorar, dançar etc. Se um dos parceiros quiser fazer algo sozinho, sem crise. Mas, lembrando que a viagem é uma oportunidade incrível para melhorar a conexão, então atividades em conjunto podem ser mais interessantes.

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3- Ficar sem sexo por um período prolongado: cada casal tem seu tempo quando o assunto é sexo. Há casais que transam todo dia, outros uma vez por mês. O que vale é o acordo que existe. Entretanto, quando o sexo é praticamente inexistente ou ainda feito para “cumprir tabela”, é um claro sinal de desconexão.
Como melhorar: o primeiro passo é conversar abertamente. Algumas perguntas são importantes, como: você ainda sente desejo por mim? Você está com algum problema que eu não sei? Se há problemas físicos, o ideal é procurar um médico. Se a questão é emocional, a terapia pode ajudar.

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4- Não abrir-se com o(a) parceiro(a): meu melhor amigo é o meu amor! Para 81% dos casais brasileiros, essa afirmação é verdadeira. Então, nada mais normal que poder falar sobre seus problemas com o (a) parceiro (a). Se isso não está acontecendo, pode ser um sinal de falta de intimidade e vínculo, que leva à desconexão.
Como melhorar: O(a) seu(sua) parceiro(a) certamente é a pessoa mais indicada para entender e falar com você sobre um problema, afinal vocês estão intimamente ligados e envolvidos. No casamento, temos a chance de sermos verdadeiros e imperfeitos, essa é a mágica. Por isso, mais do que qualquer outra pessoa, o cônjuge deve ser capaz de nos ouvir e nos ajudar.

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Foto: FreeGreatPictures

5- Fazer programações sem incluir o parceiro: a individualidade é fundamental para a saúde de qualquer relacionamento. Porém, se o casal passa mais tempo fazendo atividades isoladas do que juntos, é preciso repensar.
Como melhorar: dedicação ao relacionamento é fundamental. Isso envolve fazer programas juntos, como sair, viajar, ver filmes, fazer esportes ou planos em conjunto. Quando se escolhe ter uma vida a dois, é preciso ceder o tempo todo em prol do relacionamento e isso envolve, inclusive, fazer mais atividades juntos do que separados.

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Foto: FreeGreatPicture

6- Falta de tempo: 50% dos casais brasileiros afirmam que dedicar-se mais ao trabalho e a falta de tempo são os fatores que mais interferem negativamente no relacionamento. A distância é um prato cheio para a desconexão.
Como melhorar:  trabalho é fundamental, mas é preciso buscar um ponto de equilíbrio entre o tempo dedicado ao trabalho e o tempo dedicado ao relacionamento.

casal separado
Pixabay

7- Falta de toque, abraços e carícias: a conexão vai muito além do sexo. O casal desconectado é aquele que não se beija, não se abraça, não se toca, anda separado em público etc.
Como melhorar: Por mais longo que seja o relacionamento, não dá para abrir mão de conectar-se fisicamente com o outro. Portanto, beijar, abraçar, dar as mãos, tudo isso é fundamental para aumentar a conexão.

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8- Falta de diálogo:  comunicação é fundamental para qualquer relacionamento. Se o diálogo é inexistente ou se o casal “economiza” nas conversas, é preciso atenção.
Como melhorar:  casamento é um exercício diário de dedicação e investimento. A comunicação é a base da vida a dois. Falar sobre como foi o dia é importante, mas muito mais relevante é falar sobre o amor, sobre a relação, sobre os desejos, os sonhos, as emoções e pensamentos.

“O casamento deve ser um espaço seguro onde o casal possa experimentar amor, alegria e objetivos em comum. Mais do que em qualquer outro relacionamento humano, a vida a dois é uma incrível experiência de conexão. Embora em algumas situações possamos ficar um pouco mais distantes, é possível melhorar, basta querer. Então, mãos à obra”, concluem Marina e Denise.

Fonte: Instituto do Casal