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Conhece a metatarsalgia, dor na região plantar do antepé?

Uma pessoa ativa dá, em média, 10 mil passos por dia. O pé, um membro vital para nossa locomoção diária, para ser forte e estável, precisa de atenção e cuidados específicos. Nossos pés são a base do nosso corpo e, por conta disso, são alvos de lesões de diferentes tipos.

Um desses problemas é a metatarsalgia. A doença é caracterizada pela dor localizada ou generalizada na região plantar de todo o antepé (parte da frente do pé, logo antes dos dedos) e está relacionada aos calos e as calosidades da planta dos pés.

Segundo Marco Túlio Costa, presidente da Associação Brasileira de Medicina e Cirurgia do Pé – ABTPé, a metatarsalgia geralmente acomete adultos, mas um estudo dinamarquês mostrou predominância da patologia no sexo feminino, com idade média de 47 anos, contudo, 1/4 de pessoas com mais de 65 anos têm a doença.

 

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Ilustração: NewEnglandOrthopedicSurgeons

Podendo ser classificada como metatarsalgia primária, de origem funcional ou postural, quando alterações anatômicas dos metatarsais são a gênese da patologia, ou metatarsalgia secundária, quando se observa condições sistêmicas, traumas, doenças reumatológicas, osteonecrose das cabeças dos metatarsais e patologias neurológicas causando a dor.

A principal causa de metatarsalgia primária envolve a diferença entre o tamanho dos metatarsos (parte mediana do pé), principalmente quando a segunda e/ou a terceira parte mediada do pé são mais longas que a primeira, ou deslocamento plantar, ou flexão plantar, de um ou mais metatarsos.

Já a metatarsalgia secundária ocorre devido a diversas condições clínicas que, indiretamente, provocam alguma deformidade, geram sobrecarga mecânica ou processos inflamatórios na região frontal do pé.

Costa evidencia que nem sempre é possível evitar a doença, uma vez que em alguns casos, alterações anatômicas inatas culminarão com a dor. Porém, evitar o encurtamento da cadeia posterior com alongamentos, assim com evitar o uso contínuo de saltos muito altos, permite uma distribuição de carga mais fisiológica sob o antepé, preservando sua função.

O presidente da ABTPé reforça ainda as diversas opções de tratamentos para a metatarsalgia: “Normalmente, inicia-se com o tratamento não cirúrgico, que consiste em modificação do padrão de calçados ou no uso de palmilhas e, outras vezes, dependendo do caso, a fisioterapia. Quando a resposta não é satisfatória com essas abordagens, teremos as opções cirúrgicas, com técnicas que variarão de caso a caso, por isso é indicado o diagnóstico de um cirurgião do pé”.

Fonte: ABTPé

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Pipoca formulada com fósforo e silício reduz dores nas mãos

Atualmente o celular se tornou um item inseparável no cotidiano por facilitar várias atividades em nosso dia a dia. No entanto, muitos desconhecem que, seu uso exagerado, pode causar danos à nossa saúde, principalmente nos pulsos e polegares. Isso por que o movimento repetitivo da digitação, ou até mesmo o hábito constante de segurar o dispositivo celular com apenas uma das mãos, pode favorecer o aparecimento de dores e lesões por esforço repetitivo (LER), enfraquecendo os músculos, desgastando ligamentos e tendões e levando a inflamações como a tendinite.

Mas um lançamento promete acabar com a dores comuns de quem sofre com o problema: a pipoca para dores. Desenvolvida pela Biotec Dermocosméticos, a pipoca, por conta do ativo Osteosil, promove proteção e hidratação das articulações, diminuição das dores osteoarticulares, efeito anti-inflamatório, regeneração das cartilagens e estímulo da formação óssea, com rápido alívio das dores e efeito duradouro.

“A ação do produto deve-se à presença do ativo Osteosil em sua composição, uma molécula baseada na associação inteligente de dois elementos fundamentais para a composição e manutenção da integridade dos ossos e articulações: o fósforo e o silício. Dessa forma, o ativo atua na diminuição da produção de citoquinas inflamatórias, ao mesmo tempo que diminui a quantidade de enzimas degradadoras de colágeno presentes nas articulações, além de estimular a fixação do cálcio e promover a melhora da mobilidade”, explica Mika Yamaguchi, farmacêutica e diretora científica da Biotec Dermocosméticos.

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A especialista reforça, no entanto, que é de suma importância buscar ajuda médica para correto diagnóstico.

Fonte: Biotec Dermocosméticos

Dor na coluna? Seu penteado pode ser o vilão

Você sabia que além das bolsas e sapatos, os penteados também podem afetar a coluna das mulheres? Pesquisas apontam que o público feminino sofre muito mais com dores nas costas do que o masculino. Uma das explicações, segundo o quiropraxista David Porto, da Clínica Mais Coluna, é porque os fatores de riscos deste nicho são bem maiores e, um deles, são os penteados – desde o preparo até a forma usada.

Coques e até a maneira de fazer chapinha podem influenciar negativamente a postura e, em consequência, causar dores e problemas mais sérios no futuro. Secar o cabelo, fazer chapinha, escovar o cabelo…

Ao puxar o cabelo, a mulher flexiona a cabeça e eleva o ombro – que segura o secador -, gerando pressões articulares e exaustão muscular. Isso pode causar cervicalgias, torcicolos, cervicobraquialgias, dorsalgias e muitos outros tipos de desordens da coluna vertebral.

cabelo molhado

Cabelo molhado no frio: quando o nosso corpo percebe que a temperatura local reduz, extintivamente ele começa a reagir com o objetivo de aquecer a região e manter a temperatura interna. Um mecanismo muito usado pelo corpo é a contração da musculatura local quando recebe um estímulo frio. Esta contração pode gerar falhas no funcionamento articular e causar alguns tipos de lesões e inflamações.

cabelo coque noiva pixabay
Pixabay

Coque: esse penteado geralmente exige um cuidado quase que inconsciente da mulher em nunca encostar a parte de trás da cabeça quando se sentar para que o penteado não desmanche. Isso gera um aumento da tensão local devido ao uso excessivo da musculatura estabilizadora do pescoço, aumentando o risco de desenvolver algum tipo de alteração no funcionamento destes segmentos da coluna.

Penteado com os fios mais soltos Passo 3 - Beleza Natural

Penteado lateral: muitas mulheres que usam esse estilo, de forma frequente, costumam rodar a cabeça mais para o lado oposto de onde o cabelo está do que do mesmo lado do cabelo. É um comportamento quase inconsciente devido ao medo de estragar o penteado. A rotação frequente mais de um lado do que o outro gera um desequilíbrio muscular que pode gerar alterações mecânicas na região cervical.

“As mulheres não sabem o mal que determinados penteados e a forma de fazê-los impacta a coluna e o quanto é importante mantê-la saudável. Diante de todo este cenário, um ponto crucial para que a moda esteja em harmonia com a coluna é de ter uma consciência corporal e um planejamento que sempre nos leve a questionar sobre como devemos fazer o que fazemos, preservando e cuidando da nossa saúde. Agir desta forma é escolher o look mais adequado diante do cenário do momento, é protagonizar a própria vida e ser responsável pela sua saúde e bem-estar”, ressalta David Porto.

Acessórios e sapatos

salto alto

O quiropraxista lembra ainda que a postura das mulheres também é totalmente influenciada pelo uso de sapatos e acessórios. No caso dos calçados, o certo é pensar na altura do salto e por quanto tempo este será usado na posição ortostática (em pé). Quando se trata de um salto superior a quatro centímetros que eleva o calcanhar em relação aos dedos, isso obriga a coluna a encurvar para trás, e desta forma, as articulações da coluna vertebral sofrem maior pressão e os músculos podem sofrer exaustão e inflamarem.

O recomendado é evitar mais de três horas em pé e usando salto alto. Por isso, uma boa dica é sempre alternar a postura em pé com o sentar. Isso gera descanso muscular e evita processos inflamatórios por sobrecarga.

Já em relação aos acessórios, existem três tipos muito comuns que influenciam direta ou indiretamente na saúde da coluna feminina.

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Sentar com carteira, celular e chaves no bolso de trás: desalinha a base da coluna, sobrecarregando as articulações. Além disso, o objeto do bolso pressiona o músculo do glúteo (músculo piriforme e músculo glúteo médio), causando lesões nestas estruturas. Isso pode evoluir para sintomas de dor ciática.

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Pulseiras e relógios que geram incômodo: quando apoiados sobre uma mesa para trabalhar no computador induzem o usuário a levantar os braços e tencionar os ombros, causando fadiga muscular e alterações na articulação da coluna.

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Bolsas pesadas penduradas sempre do mesmo lado: desalinham o eixo da coluna e causam desequilíbrios musculares e sobrecargas articulares.

OMS recomenda quiropraxia

Segundo a Organização Mundial de saúde (OMS), a quiropraxia é considerada uma das mais eficazes ciências para a prevenção de desordens da coluna vertebral causadas pelos maus hábitos posturais do cotidiano – tanto na velocidade como na qualidade dos resultados. Por meio da prática, o profissional entenderá quais os padrões posturais que causam sobrecarga e utilizará técnicas de correção articular para que estas estruturas voltem a funcionar normalmente e se mantenham íntegras.

Dor de cabeça: quando devo procurar um médico?

Estar atento à frequência e aos sintomas que acompanham as cefaleias é fundamental para saber o melhor momento de marcar uma consulta com um especialista

A cena é familiar: após chegar em casa do trabalho, a cabeça lateja e o corpo pede repouso. Basta um simples comprimido analgésico e uma noite de sono para a dor desaparecer e o dia seguinte ser produtivo. Mas, quando esse cenário vira rotina e prejudica a qualidade de vida, ou vem acompanhado de outros sintomas, deve-se ficar atento e procurar ajuda médica.

dor cabeça mulher

“Existem inúmeros tipos de dor de cabeça. Por vezes não é ela própria o problema, como no caso da habitual enxaqueca ou da cefaleia tensional, mas, sim, um sintoma de algo mais grave. Caso a dor de cabeça mude de característica em relação ao que se está acostumado, tornando-se intensa e noturna, ou venha acompanhada de alterações na visão, enjoos, vômitos e até crises convulsivas, é preciso procurar um médico. Para o diagnóstico correto da causa desses sintomas, podem ser solicitados exames como tomografia e ressonância magnética cerebral”, explica Marcelo Prudente do Espirito Santo, neurocirurgião do Hospital Santa Catarina (SP).

Ao consultar o médico, tenha em mãos as seguintes informações sobre as dores de cabeça que vem sentindo, para facilitar o diálogo com o profissional e até o diagnóstico: quanto tempo a dor costuma durar? Em qual região ela é sentida? Qual é a intensidade? Que tipo de dor é (crônica, aguda)? Quais outros sintomas a acompanham?

O que não fazer se as dores de cabeça forem frequentes

Evite o uso excessivo de analgésicos, pois eles podem levar a um ciclo vicioso de dor e por vezes agravar o caso. Se os episódios de crise de enxaqueca ocorrerem dez ou 15 vezes por mês, essa recomendação deve ser seguida à risca. “Algumas células no sistema nervoso central produzem endorfina, que ajuda no combate à dor. O uso frequente de analgésicos acaba prejudicando a produção dessa substância, obrigando o paciente a toma-los cada vez mais, uma vez que as dores de cabeça se intensificam bastante”, afirma doutor Marcelo.

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Nesses casos, é indicado suspender a medicação para que o sistema nervoso volte a produzir endorfinas e o organismo desenvolva sua defesa natural contra as dores de cabeça frequentes.

“Embora a interrupção do uso de analgésicos nesta situação possa fazer com que o indivíduo sofra por um período, depois ele estará livre delas, graças ao aumento da produção de endorfinas”, conclui o especialista.

Fonte: Hospital Santa Catarina

Dores lombares prejudicam a qualidade de vida, por Renato Andrade Chaves*

As dores lombares ocorrem em diversas faixas etárias e nem sempre têm uma única causa específica. Geralmente, aparecem em pessoas que trabalham em serviços com muita exigência física, obesas ou por causa genética. Pesquisas publicadas no The Lancet concluíram que, em todo o mundo, 540 milhões de pessoas são afetadas pela dor lombar, uma das maiores causas de incapacitação no trabalho. Este resultado se deu após uma avaliação das conclusões de pesquisadores entre 1990 e 2016, em 195 países.

As primeiras opções de tratamento devem ser a reeducação postural, fisioterapia, atividade física e uma vida mais ativa. Isso, quando o problema está no início, pois, assim, o tratamento é mais eficaz, trazendo resultados bem positivos. Quando o estágio está mais avançado, o uso de medicamentos se torna indispensável, para que o paciente tenha uma melhor qualidade de vida.

Corticoides e opioides são algumas das substâncias que os médicos utilizam em infiltrações. São procedimentos de baixo risco e podem solucionar o problema, sem a necessidade de uma cirurgia. Estas infiltrações se dividem em dois tipos: as superficiais e as profundas.

hernia de disco

As superficiais são indicadas nos casos em que há uma dor muscular ou miofascial. A infiltração é realizada em um ou mais pontos específicos e pode diminuir a dor com alta eficácia. Seu objetivo é diminuir a dor durante um período, para que o paciente possa realizar a fisioterapia ou atividade física, com maior eficiência. O melhor é que não exige internação hospitalar e seus efeitos colaterais são quase inexistentes. O paciente apenas deve ficar em repouso relativo, por três dias, após a infiltração.

As infiltrações profundas são realizadas nos casos de compressão neurológica, como estenose de canal e hérnia de disco, com compressão de nervo (conhecida como dor no ciático). Os medicamentos utilizados são os mesmos da infiltração superficial: anestésicos e corticoides. Na estenose de canal, a infiltração realizada é peridural (muitas vezes chamada de “bloqueio”), sendo, na maioria das vezes, feita pelo médico anestesista. O objetivo é a melhora da dor e da capacidade de caminhar. Na hérnia de disco, as medicações entrem em contato com o nervo e não com a hérnia. Dessa maneira, é realizada uma anestesia e diminuição da inflamação ao redor do nervo, com diminuição importante da dor ciática, muitas vezes desaparecendo totalmente.

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*Renato Andrade Chaves é Neurocirurgião, especialista em Cirurgia de cérebro e coluna

 

Cirurgiã vascular explica as causas das dores nas pernas, de cãibras a artrite

Nem sempre a dor nas pernas é um problema óbvio e pode ser um grande incômodo para quem está em atividade constantemente, mas se sente impedido de se movimentar durante as tarefas rotineiras sem sentir dor. A maioria das dores ocorre devido ao uso excessivo das pernas ou a lesões menores e o desconforto geralmente desaparece em pouco tempo.

Porém, em muitos casos, algum problema pode estar impedindo sua melhora. Como suas causas são variadas, a cirurgiã vascular e angiologista Aline Lamaita, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular elenca as prováveis causas e recomenda que o diagnóstico preciso deve ser realizado por médico especialista em consultório, pois há ainda mais causas que são somente diagnosticadas com exames específicos.

– Cãibras – uma das principais causas da dor nas pernas é a cãibra muscular ou o espasmo que geralmente desencadeia dor súbita e aguda à medida que os músculos das pernas se contraem e podem formar um nódulo visível e duro sob a pele. Pode haver vermelhidão e inchaço na área circundante. “A fadiga e a desidratação muscular podem levar a cãibras nas pernas, bem como certos medicamentos, incluindo diuréticos e estatinas”, comenta Aline.

woman's legs

– Lesões – a dor nas pernas também é frequentemente um sinal de lesão, que pode ser tensão muscular, algo comum que acontece quando as fibras musculares se rompem como resultado do excesso de exercício. Outra lesão comum é a inflamação de um tendão, tendinite. Quando se inflama, pode ser difícil mover a articulação afetada. Também pode ocorrer a bursite do joelho, quando há inflamação. Tendão de Aquiles é um forte cordão fibroso que liga os músculos na parte de do osso do calcanhar, e ele pode se romper completamente ou apenas parcialmente, causando uma dor aguda que afetará a habilidade de caminhar.

– Flebite – pernas inchadas, doloridas, avermelhadas e aquecidas podem ser sinal de flebite (também conhecida como tromboflebite): inflamação na parede das veias, que ficam endurecidas devido à coagulação do sangue. É causada normalmente pelo fluxo do sangue mais lento, um dano local e mudanças na composição do sangue.

– Tendão de Aquiles – se o seu tendão de Aquiles se rompe, você pode sentir um estalido ou pressão, seguido de uma dor aguda imediata na parte traseira do tornozelo e da perna que provavelmente afetará sua habilidade de caminhar corretamente. “A cirurgia geralmente é a melhor opção para reparar uma ruptura do tendão de Aquiles, mas para muitas pessoas, no entanto, o tratamento não cirúrgico funciona tão bem”, alerta a cirurgiã.

dor nas costas uma vida sem dor

– Dor ciática – uma das dores mais comuns, irradia ao longo do caminho do nervo ciático, que se ramifica da parte inferior das costas aos quadris e nádegas e para baixo em cada perna. Normalmente, a ciática afeta apenas um lado do corpo e ocorre com mais frequência quando há uma hérnia de disco, esporão ósseo na coluna vertebral ou estreitamento da coluna vertebral (estenose espinhal), o que comprime parte do nervo. Isso causa inflamação, dor e, muitas vezes, algum entorpecimento na perna afetada. Embora a dor associada à ciática possa ser grave, a maioria dos casos é resolvida com tratamentos não-operatórios em algumas semanas. As pessoas que têm ciática severa, que está associada a fraqueza significativa da perna ou alterações no intestino ou na bexiga, podem ser candidatas a cirurgia.

– Aterosclerose – certas condições médicas geralmente levam a dor nas pernas, como a aterosclerose, estreitamento e endurecimento das artérias devido ao acúmulo de gordura e colesterol. “Se os tecidos na perna não recebem oxigênio suficiente, isso pode resultar em dor nas pernas, particularmente nas panturrilhas”, esclarece a médica.

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– Veias varicosas –  veias alargadas e nodosas, chamadas de varicosas também podem causar muita dor. Para muitas pessoas, pequenas varizes são simplesmente uma preocupação cosmética. Para outras pessoas, podem causar dor e desconforto. As varizes também podem indicar um maior risco de outros problemas circulatórios. O tratamento pode envolver medidas ou procedimentos médicos para fechar ou remover veias.

– Trombose –  trombose venosa profunda (TVP) pode causar dor e ocorre quando um coágulo de sangue se forma em uma veia. As TVPs geralmente se formam na perna após longos períodos de repouso na cama, causando dor de inchaço e cãibras.

– Artrite –  causa muita dor também e pode causar inchaço, dor e vermelhidão, em função da inflamação das articulações. “A gota é uma forma de artrite que pode ocorrer quando muito ácido úrico se acumula no corpo”, comenta Aline.

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– Hérnia de disco –  pode doer muito, pois é capaz de comprimir nervos na coluna vertebral, o que pode desencadear a dor que viaja de sua coluna para os braços e pernas.

Prevenção de dor nas pernas

– Procure sempre alongar-se antes dos exercícios físicos, para evitar dor nas pernas devido. Também é útil comer alimentos ricos em potássio, como banana e frango, para ajudar a prevenir lesões nos músculos das pernas e nos tendões.
– Faça pelo menos 30 minutos de exercícios por dia, cinco dias por semana.
– Mantenha um peso saudável.
– Evite fumar.
– Monitorize seu colesterol, açúcar no sangue e pressão arterial e tome medidas para mantê-los sob controle.
– Consulte sempre seu médico.

Fonte: Aline Lamaita é cirurgiã vascular e angiologista formada pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, Membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular, da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia e do American College of Phlebology. A médica possui título de especialista em Cirurgia Vascular pela Associação Médica Brasileira / Conselho Federal de Medicina. 

 

Dia Nacional de Combate à Cefaleia: saiba como prevenir e tratar a doença

O Dia Nacional de Combate à Cefaleia é lembrado hoje, 19 de maio, por iniciativa da Sociedade Brasileira de Cefaleia (SBCe), com o objetivo de chamar a atenção da população a respeito das dores de cabeça. A doença está entre as que mais incapacitam as pessoas de realizarem suas atividades diárias e, apenas no Brasil, atinge cerca de 140 milhões de habitantes.

Segundo a Academia Brasileira de Neurologia, estima-se que 94% dos homens e 99% das mulheres apresentam cefaleia ao longo da vida. Cerca de 70% das pessoas apontaram a dor no último ano. De acordo com a Associação Internacional para o Estudo da Dor, a prevalência média da enxaqueca ao longo da vida é de 18%, tendo seu pico na população com idade entre 30 e 50 anos, enquanto da cefaleia tensional é de 52%.

“Os números são alarmantes. Quando não tratada adequadamente, existe maior risco de a cefaleia se tornar crônica, ou seja, no início o paciente experimenta poucos dias de dor, podendo até ser considerada ‘normal’, e, com o passar do tempo, associando a diversos fatores (como o uso excessivo de analgésicos), passa a ter dores praticamente diárias, com grande impacto no trabalho, vida social e pessoal”, afirma Alexandre Bossoni, neurologista do Instituto de Neurologia do Hospital Santa Paula.

Segundo o especialista, as cefaleias podem ser classificadas em primárias e secundárias

Cefaleia primária: é quando a própria dor de cabeça é a doença a ser tratada e não há nenhum problema estrutural, como tumores, anomalias ósseas ou anatômicas provocando a dor de cabeça. O problema está na maneira em como o cérebro recebe e processa os estímulos da sensibilidade e das dores. Fazendo um paralelo com a informática, é como se fosse um defeito de “software”, que analisa de forma errada a informação. Exemplos desse caso são as cefaleias de tensão e a enxaqueca.

As cefaleias primárias podem evoluir com piora da frequência e da intensidade das crises, transformando-se em uma cefaleia crônica diária – essa mudança é decorrente de diversos fatores, um deles, bastante frequente, é o uso excessivo de analgésicos orais por automedicação. De 3 a 5% da população mundial adulta sofre de cefaleia crônica diária, tendo dificuldades no trabalho, na vida pessoal, emocional e social por ter de convier diariamente com a dor. É importante ressaltar que, independente da gravidade e intensidade da dor, existem tratamentos disponíveis para amenizar os sintomas e melhorar a qualidade de vida.

Neuropatias cranianas dolorosas, outras dores faciais e outras cefaleias são parte do grupo de cefaleias primárias e engloba a neuralgia do trigêmeo, uma dor aguda ou semelhante a um choque elétrico em partes do rosto. Outros nervos cranianos também podem ser acometidos.

dor cabeça mulher

Cefaleia secundária: é quando a cefaleia é sintoma de outra doença, como sinusite, gripes, tumores cerebrais, aneurismas e meningite. A avaliação de um médico é importante para recomendar exames que possam confirmar ou descartar um ou outro diagnóstico, que terá um tratamento específico.

Os sinais que frequentemente indicam uma cefaleia decorrente de outra doença são: febre, início súbito de dores muito fortes, além de outros sintomas no corpo. O paciente já convive com alguma dor e, ao longo do tempo, ela piora progressivamente, ficando mais forte, frequente e resistente aos medicamentos.

Além disso, a mudança do padrão da dor, ou seja, do jeito como o paciente a sente, e as dores que ocorrem durante a prática de atividades físicas são sinais de alarme para dores decorrentes de outras doenças. Cefaleias novas, que aparecem após os 50 anos, merecem uma avaliação especial.

Tratamento

Segundo o neurologista, para cada tipo de cefaleia há um tratamento específico, que contempla desde terapias não-farmacológicas (mudança de hábitos e vícios, fisioterapia e psicoterapias, técnicas de relaxamento e acupuntura) a terapias farmacológicas (analgésicos, antidepressivos, anti-hipertensivos e anticonvulsivantes, ou medicações injetáveis, como a toxina botulínica em casos específicos, como os de enxaqueca crônica). Já o tratamento das cefaleias secundárias é direcionado à sua causa e pode envolver cirurgias, antibióticos e anticoagulantes.

Alguns tipos de cefaleia são mais comuns em mulheres, influenciadas pelas oscilações hormonais do ciclo menstrual. A principal delas é a enxaqueca, três vezes mais comum entre elas do que em homens. Após a menopausa, quando não há mais uma oscilação hormonal tão grande, a proporção em mulheres e homens tende a se igualar. Já nos homens, são mais comuns as cefaleias em salvas, uma das mais intensas dores descritas na medicina. Trata-se de um tipo de dor que é localizada somente em uma parte da cabeça.

A toxina botulínica, aquela mesma usada para tratamentos estéticos, tem sido aplicada para controle das crises de enxaquecas. Em cada sessão, a substância pode ser injetada em até 39 pontos da cabeça e do pescoço, com intervalos de aproximadamente 12 semanas, controlando bem os sintomas. A terapia é indicada para os casos de enxaqueca crônica.

Uma novidade, anunciada nos Estados Unidos, são os novos medicamentos injetáveis: um anticorpo (anti–CGRP) a ser aplicado na veia que também pode controlar crises de enxaqueca e, se usado regularmente, preveni-las. O tratamento ainda não chegou ao Brasil.

Prevenção

O médico afirma que diversos fatores podem desencadear uma crise, entre eles, aspectos emocionais, estresse, variações bruscas de temperatura e umidade do ar, fatores hormonais e alimentação.

“A ideia de normalidade atribuída à cefaleia é perigosa, atrasa o diagnóstico e o tratamento adequado, podendo ainda levar à automedicação, grave problema cultural em nosso país, mas também não significa que toda e qualquer mínima dor de cabeça signifique uma doença ou algo grave. Escute seu corpo. Se algo te incomoda, busque orientação e ajuda especializada de um neurologista de confiança. A dor é o meio de que seu corpo tem de chamar sua atenção de que algo não vai bem, mas não é sinal, necessariamente, de uma doença orgânica, pode ser, por exemplo, apenas um hábito de vida ruim”, ressalta Bossoni.

Veja abaixo algumas dicas do neurologista:

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– Dor de cabeça também pode ser fome. Ficar muito tempo em jejum pode levar à queda de açúcar no sangue (hipoglicemia), que é um dos principais desencadeadores da enxaqueca, e à abstinência de outras substâncias, como a cafeína, que também pode desencadear a cefaleia. O consumo de alimentos que liberam açúcar podem também causar dores muito rapidamente.

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– Problemas oftalmológicos, como hipermetropia, miopia e astigmatismo, podem causar dor de cabeça. Nesses casos, o paciente relata acordar bem, mas durante ou no final do dia começam as dores. A este tipo de queixa damos o nome de astenopia. Uveítes (doenças inflamatória nos olhos) e glaucoma agudo também podem provocar essas dores de cabeça.

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– Durante uma crise sempre tenha o medicamento indicado pelo médico por perto. Em caso de dor intensa, procure um local fresco e escuro para recostar. Beba muita água, coma moderadamente e mantenha-se em repouso. Colocar gelo sobre as áreas doloridas também pode minimizar a dor.

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– A herança genética tem sua contribuição no desenvolvimento da cefaleia, mas observa-se que os hábitos de vida do paciente também influenciam muito. Um indivíduo que come mal, fuma, bebe, não faz exercícios físicos regularmente e não tem um sono reparador terá uma maior chance de desenvolver ou agravar uma cefaleia preexistente.

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– A cafeína potencializa os efeitos de outros analgésicos e tem sido usada no auxilio do tratamento da cefaleia, principalmente na enxaqueca e na cefaleia do tipo tensional, inclusive em casos de abstinência da bebida. Porém, o uso abusivo ou em indivíduos sensíveis a esta substância pode precipitar alguns tipos de cefaleia, principalmente a chamada cefaleia em salvas que, como foi falado anteriormente, é a mais intensa de todas.

Fonte: Hospital Santa Paula

 

Dia Nacional de Conscientização e Enfrentamento à Fibromialgia

Os desafios de diagnosticar e tratar a doença que é ligada ao estresse e depressão e afeta principalmente mulheres

Dores musculares fortes em diferentes regiões do corpo, de forma crônica, podem ser um indício de uma doença que atinge principalmente mulheres entre os 35 e 44 anos – que chegam a representar 90% dos pacientes em tratamento para a Fibromialgia. A enfermidade é uma das doenças mais frequentes e acomete 2,5% da população brasileira. Este sábado, 12 de maio, é o Dia Nacional de Conscientização e Enfrentamento à Fibromialgia.

Quem sofre de Fibromialgia vive não só o incômodo das dores, mas o desconhecimento da origem e causa dos sintomas, já que a doença não é diagnosticada por exames laboratoriais, apenas pela identificação das queixas e dos pontos dolorosos. Algumas das características que indicam o mal são a fadiga, rigidez muscular, dor após esforço físico e anormalidades do sono – além de sintomas depressivos, ansiedade, deficiência de memória, desatenção e cefaleia.

Por englobar uma série de sintomas em diferentes partes do corpo e particularmente em relação ao quadro psicológico do paciente, especialistas indicam que o tratamento aconteça por equipe multidisciplinar, formada por reumatologista, fisioterapeuta, psicólogo e nutricionista).

dores nas costas

“A conduta terapêutica varia de acordo com a necessidade de cada pessoa e permeia entre o tratamento convencional e as terapias alternativas. Aos que sofrem desta enfermidade, temos à disposição aliados de fácil acesso como: compressas quentes ou frias, banhos de imersão, automassagem, alongamentos, cataplasmas com argila e meditação entre outros”, explica a fisioterapeuta do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF) Valquíria, Francielli Teixeira Luttig.

Mudanças de hábitos, escolha saudáveis e pequenos ajustes na rotina são ações que podem gerar bons resultados no tratamento da Fibromialgia, dando mais qualidade de vida aos pacientes. Seguem algumas dicas de especialistas que podem trazer melhoras:

– Faça atividade física regular;

– Escolha alimentos mais saudáveis, uma dieta rica em verduras, legumes e frutas;

– Evite carregar pesos;

– Elimine perturbadores do sono como luz, barulho, eletrônicos e uso de estimulantes antes de dormir;

– Fuja de situações que aumentem o nível de estresse;

– Considere a possibilidade de buscar ajuda psicológica.

Fonte: NASF

Descoberta de novo órgão humano amplia perspectiva de tratamentos de doenças

Hérnia de disco: ortopedista especialista em coluna explica como a descoberta pode ajudar no tratamento

Uma equipe de pesquisadores norte-americanos descobriu um novo órgão do corpo humano, o interstício. A descoberta mostrou que ele se espalha por todo o organismo como nos tecidos que revestem o aparelho digestivo, nos pulmões, nos vasos sanguíneos e nos músculos.

A pesquisa foi publicada pela revista ScientificReports e é fruto de um estudo conduzido por especialistas da Universidade de Nova York e do Centro Médico Mount Sinai Beth Israel. Os pesquisadores relacionaram o novo órgão aos princípios de ação de tratamentos como a homeopatia, a acupuntura, o shiatsu, a fisioterapia e a ozonioterapia medicinal.

Os pesquisadores mostraram que o interstício funciona como uma espécie de “rede amortecedora”. Localizado em todas as partes do corpo humano, ele teria a função de diminuir os impactos, pressões e movimentos contínuos, impedindo que os tecidos se rompam.

Outra grande descoberta dos estudiosos é que essa rede formada de colágeno e elastina, cheia de líquido, representaria mais de um quinto de todo o fluído do organismo. O contínuo movimento desse fluído pode ser a explicação, por exemplo, do porquê tumores que invadem o interstício se espalham com mais rapidez pelo corpo e evoluem de forma mais agressiva.

As células desse órgão, bem como as fibras de colágeno que as sustentam, se alteram com o passar dos anos e podem contribuir para a formação de rugas e também para o endurecimento das articulações e avanço de doenças inflamatórias ligadas a fenômenos de esclerose e fibrose.

De acordo com o ortopedista Maurício Marteleto, Chefe da Clínica Pró-Movimento em São Paulo, esse fato científico da descoberta do interstício é a principal peça do quebra-cabeças que faltava na interpretação das observações clínicas feitas por médicos chineses que utilizaram terapias consideradas alternativas como a acupuntura há pelo menos 5 mil anos, e mais modernamente por meio da homeopatia, das vacinas e da ozonioterapia, por exemplo, sem que um modelo científico de estudo pudesse ser constituído por meio de tais observações.

intersticio Jill Gregory - Mount Sinai Health System
Intersticio – Jill Gregory – Mount Sinai Health System

Segundo o médico, pacientes com hérnia de disco e outras doenças degenerativas da coluna e articulações podem se beneficiar muito com a comprovação da existência do interstício.

“O espaço discal é preenchido por proteoglicanos repletos de fluído intersticial. Se todo o fluído intersticial do organismo, como querem provar os pesquisadores, tem comunicação entre si pela matriz extracelular, no decorrer da vida e por exposição à poluentes do ar, da água, dos alimentos, dos remédios e também por causas externas e peculiares a cada pessoa, o organismo acaba sofrendo degeneração e produzindo doenças em uma ou várias dessas regiões”, explica o médico.

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Coincidentemente, os pontos de maior degeneração da matriz extracelular (propensas às sobrecargas mecânicas ou funcionais) são também os de maior acúmulo de toxinas, que se acumulam em razão da perda da capacidade de eliminação e pronta resposta do sistema imunológico. Conforme Marteleto, tais pontos devem ser adequadamente tratados a partir de uma “limpeza”, eliminando a causa da doença degenerativa. Isso explicaria porque a estimulação de determinados meridianos da acupuntura acelera a cura do paciente.

“O mesmo pode ser dito da homeopatia, cujo princípio da similaridade pode acionar órgãos específicos de eliminação de toxinas. A administração do ozônio medicinal, por exemplo, teria uma função semelhante”, informa o médico. O gás ozônio combina-se com toxinas e metais pesados desativando-os ou tornando-os solúveis na forma de óxidos. Essas toxinas, por sua vez, podem ser drenadas com maior facilidade pelo fluxo do fluido intersticial para fora do organismo melhorando inflamações e quadros de dor.

Fonte: Maurício Martelletto Filho é médico ortopedista formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia – SBOT. Há mais de 10 anos atua na área de cirurgia da coluna vertebral, sendo membro efetivo da Sociedade Brasileira de Coluna (SBC), Sociedade Brasileira de Patologia da Coluna Vertebral (SBPCV), da Sociedade Brasileira de Cirurgia Minimamente Invasiva da Coluna Vertebral e da Sociedade Norte Americana de Coluna (NASS)

 

Dor nas costas pode estar ligada à SII?

Pessoas com síndrome do intestino irritável (SII), por vezes, relatam sintomas que parecem não estar relacionados ao problema. Um sintoma frequentemente mencionado e, aparentemente não relacionado, é a dor lombar, especialmente durante a noite.

Isso pode ser uma dor não relacionada, ou pode ser uma “dor referida”.  Dor referida  é sentida em outro lugar que não o local de origem. No caso da SII, essa dor vem do intestino. Muitas vezes, devido a constipação, gases ou inchaço.

Tratamento para dor SII

Não existe um tratamento único e definitivo para a SII ou para a dor relacionada a ela. O tratamento é diferente para todos e você deve trabalhar com seu médico para encontrar a melhor maneira de aliviar sua dor. É provável que seja necessária uma combinação de medicação e terapias complementares.

Medicamentos que aliviam a constipação e gases podem aliviar sua dor nas costas no processo. Certos probióticos também se mostraram eficazes para aliviar o inchaço e dor. Eles estão disponíveis em pós, comprimidos e em certos alimentos como iogurte.

Verifique com seu médico antes de adicionar suplementos dietéticos sem prescrição na sua rotina diária. Alguns suplementos podem piorar as coisas, enquanto outros podem interagir com outros medicamentos.

dor nas costas

Tratamentos complementares que podem ajudar a combater a dor incluem:

-Técnicas de relaxamento: respiração profunda, respiração abdominal, relaxamento muscular progressivo e exercícios de visualização podem ajudar a reduzir o estresse e a fadiga e melhorar seu humor.
-Terapia cognitivo-comportamental: alguns estudos mostram que isso pode ajudar a mudar o humor e os hábitos negativos. Pode reduzir o estresse e aliviar os sintomas físicos também.
-Acupuntura: pode ser usada para relaxar espasmos musculares, o que pode aliviar sua dor nas costas.
-Meditação, massagem e hipnoterapia: qualquer uma dessas práticas pode ajudar a relaxar os músculos e reduzir a dor.
-Exercício regular: opções como Tai Chi e yoga podem ajudar.

Dor nas costas e sono

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A dor lombar pode ser especialmente problemática quando você está tentando dormir. Você pode melhorar suas chances de conseguir uma boa noite de sono criando uma rotina.

Siga estas dicas para começar:

=Consiga um tempo de relaxamento antes de ir para a cama. Não vá para a cama direto, após alguma atividade.
=Evite comer alimentos pesados ou beber cafeína por pelo menos quatro horas antes da hora que planeja ir para a cama.
=Vá para a cama mais ou menos na mesma hora todas as noites e levante-se na mesma hora todas as manhãs.
=Use sua cama apenas para duas coisas: sono e sexo. Isso significa não trabalhar, comer ou assistir televisão.
=Faça um pouco de exercício todos os dias.

Para ter uma rotina de sono, você pode treinar seu corpo para ser mais receptivo ao sono.

Se mesmo assim sua dor nas costas continuar mantendo você acordado, apesar de seus melhores esforços, fale com seu médico sobre medicamentos e outros tratamentos que podem ajudar.

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Se você tiver dores nas costas junto com a síndrome do intestino irritável, não pressuponha que elas estão relacionadas. Marque uma consulta para avaliar sua dor nas costas pelo seu médico. Você precisa saber exatamente com o que está lidando e quais opções de tratamento estão disponíveis.

Fonte:HealthLine