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Zeskia – Procurador de Gatos tem mais de 100 casos resolvidos

Página no Facebook que ajuda na busca por gatos que fugiram ou se perderam conta com mais de mil curtidas e já resolveu mais de 100 casos

Com o apoio da astróloga, taróloga e coach holística Virginia Gaia, um grupo de praticantes de magia promove campanha em prol dos bichanos. A iniciativa inclui a divulgação do Zeskia – O Procurador de Gatos, espécie de sortilégio que ajuda a encontrar animais perdidos nas ruas, e inclui também a disseminação de informações embasadas sobre a simbologia associada aos gatos em diversas mitologias e culturas ao longo da história.

“No início de sua domesticação, os gatos eram considerados protetores mágicos. Foi só na Idade Média que essa crença de que podem dar azar apareceu”, explica Virginia. A especialista cita o exemplo da deusa egípcia Bast, representada por um gato preto, para explicar que, no Egito Antigo, os gatos eram considerados sagrados, em parte, por manterem os alimentos estocados livres de ratos e demais pragas.

Em outra porção do globo e em um contexto histórico bastante diferente, há outro exemplo de como os gatos aparecem ligados à ideia de magia e proteção: com o mito de Freya, deusa nórdica da fertilidade. De acordo com a tradição, Freya tinha uma carruagem mágica que era puxada por gatos pretos.

Na Idade Média, com a estigmatização do paganismo, é que os gatos passaram a ser vistos de forma pejorativa. Com a popularização dos grimórios, textos de autoria duvidosa que propagavam ideias distorcidas do senso comum sobre práticas mágicas, que surgiram rituais que propunham o sacrifício de gatos. “Essas práticas não têm fundamento nenhum”, pontua Virgínia.

Magia para localizar gatos perdidos

Foi a partir da história de um gato preto salvo dos maus-tratos com a ajuda de ferramentas mágicas que surgiu o Zeskia – O Procurador de Gatos. O gato Zé frequentava as dependências de uma casa onde funcionava um estúdio coletivo de arte, no Rio de Janeiro. O mesmo local abrigava as aulas de Tarô do professor e praticante de ocultismo Pedro Pietroluongo, que colocou em prática seus conhecimentos mágicos, depois de o gato estar desaparecido há três semanas.

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O gatinho Zé reapareceu com marcas de agressão, teve que ser internado para receber tratamento veterinário, mas recuperou-se perfeitamente e, hoje, vive em um ambiente seguro e cheio de amor.

A receita para usar o Zeskia é bem simples: basta energizar a imagem gráfica, concebida com base nas técnicas de sigilização mágica propostas pelo ocultista inglês Austin Osman Spare, que ele ajuda a encontrar gatos perdidos de qualquer cor de pelagem, raça ou gênero. “O Zeskia funciona independente de religião e tem índices de sucesso altíssimos”, diz.

Dado o seu sucesso, o ZesKia ganhou uma fan page e um perfil no Instagram para que sua magia possa ajudar mais e mais gatinhos a voltar para casa. Desde abril 2018, quando a fanpage foi criada no Facebook, já são mais de 100 casos de sucesso registrados por quem usou o método e, espontaneamente, escreveu para contar o resultado. Isso sem contar outros casos de sucesso que não foram registrados. A fan Page já conta com mais de 1000 curtidas e os responsáveis pela página estão solicitando aos seguidores que tenham utilizado o Zeskia para que contem as histórias relacionadas.

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A campanha também inclui orientação sobre a segurança dos gatos domésticos, como o estímulo à aplicação de telas em janelas, sacadas, portões e portas para evitar a fuga dos animais. Outra orientação é a da castração dos bichanos. “Temos certeza que o lugar mais seguro para os gatinhos é dentro de casa. E é por meio da informação que podemos prevenir fugas e facilitar o resgate de animais perdidos com a ajuda do ZesKia”, concluir Virgínia.

Facebook / Instagram

Perfil

Virginia Gaia é astróloga, taróloga e estudiosa de mitologia e religião comparada há mais de 15 anos. Tem um quadro no programa A Tarde É Show com Nani Venâncio (Rede Brasil de Televisão) e leva o conhecimento que acumulou nas Ciências Herméticas para os mais diversos públicos. Propagadora do Vama Marga Tantra, foi iniciada no Vajrayana – o chamado Budismo Tântrico ou Budismo Tibetano –, além de ter sido integrante de ordens iniciáticas e ocultistas. Com base na certificação de Capacitação em Sexualidade que obteve pela Abeme (Associação Brasileira das Empresas do Mercado Erótico e Sensual), é também educadora sexual, ministrando cursos e palestras sobre o amor e os relacionamentos que abordam o estreito vínculo entre sexualidade, afetividade e espiritualidade.

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Bebedouro, tapete e colete gelados viram ‘combo do verão’ para os pets

A rede Petz tem registrado aumento na procura por produtos que ajudam a refrescar os bichinhos de estimação com a alta da temperatura. No caso dos tapetes gelados, por exemplo, chega a vender 30 vezes mais que no inverno.

Para manter a hidratação dos pets, o hit do verão é o pet drink, garrafinha que pode ser levada junto da coleira ou à tiracolo, e em casa, bebedouros e fontes que mantêm a água fresca e limpa. Para a diversão, os brinquedos interativos que podem ser preenchidos com conteúdo líquido ou congelado são boas opções, além do sorvete de pelúcia.

Já os acessórios como o tapete e o colete gelados são os que chamam mais a atenção para refrescar os peludos. Mas o principal é manter o check-up veterinário em dia, assim como a vacinação. A seguir, dicas de produtos para conforto e bem-estar dos bichinhos no calor.

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1 – Colete Gelado Azul Jambo Pet: nos tamanhos P, M, G e XG, depois de seco, basta umedecer com água para ser reutilizado – a partir de R$ 89,90.

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2 – Tapete Gelado Chalesco Pet Cooling Mat para Cães e Tapete Gelado Jambo para cães e gatos: não precisam de água e ficam fresquinho de três a quatro horas; após esse período, é só deixar 30 minutos para reutilizá-lo – a partir de­ R$ 84,99.

 

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3 – Bebedouro Pet Drink Portátil Transparente: com capacidade para 500 ml, a água saiu por um suporte que se adapta a todos os tamanhos de pets. Alça ajuda a levar à tiracolo ou junto da coleira – a partir de R$ 19,99.

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4 – Fonte Bebedouro Truqys 2 Litros para Cães e Gatos: capacidade de 2 litros, nas voltagens 110V e 220V, bebedouro elétrico vem com 2 tipos de bicos, estimulando o pet a beber mais água – a partir de R$ 189,90.

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5 – Brinquedo Kong Classic: interativo para cães, que dá para colocar petiscos gelados dentro – a partir de R$ 69,90.

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6 – Brinquedo Fun Ice Cream Pet Brink para Cães: sorvete de pelúcia para estimular a brincadeira – a partir de R$ 29,99.

Fonte: Petz

Casal cria aplicativo ideal para quem é apaixonado por pets

Nascido no Brasil e lançado globalmente, o GoApp é um projeto inovador que, entre 1038 startups em todo mundo, foi selecionado para apresentar no Xcite, evento de um dos mais importantes programas de aceleração da Europa.

O GoApp se propõe a revolucionar a forma como humanos e pets se conectam, facilitando o registro por usuários do dia a dia de seu pet e a busca por animais disponíveis para adoção, perdidos ou em busca de amigos.

Quem tem um animal de estimação sabe o amor que ele proporciona. Por outro lado, ter um pet traz diversas responsabilidades. Com o dia a dia cada vez mais corrido, mesmo pets que já possuem um lar acabam tendo suas necessidades essenciais não atendidas. Além disso, há mais de 30 milhões de animais abandonados somente no Brasil. Com o objetivo de ajudar a resolver essas questões, surge o GoApp – um aplicativo inovador que traz o que há de mais essencial dentro do universo pet em um único ambiente.

Idealizado em fevereiro de 2017 e lançado em dezembro de 2018 para smartphones e tablets iOS e Android pelo casal de apaixonados por animais, Marcela Grezes (advogada, 26 anos) e Caetano Altafin (advogado, 35) –também integram o time de fundadores Isabel Machline (designer, 30) e Angelino Cruz (cientista da computação, 44) – o GoApp é um aplicativo pioneiro no mundo ao ajudar ONGs, protetores e governos a darem visibilidade para animais perdidos e abandonados e, ao mesmo tempo, possibilitar que donos de pet administrem melhor a vida de seus animais e se conectem com outros apaixonados por bichos.

 

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Na foto, o casal fundador do GoApp, Caetano Altafin e Marcela Grezes. Eles apresentaram o GoApp no Web Summit, em Lisboa, em novembro, e em Graz, na Áustria, em dezembro de 2018

Os fundadores observaram que havia um gap enorme entre pets a serem adotados e o usuário final: enquanto, por um lado, as pessoas interessadas em adotar animais não sabem exatamente onde encontrá-los, há abrigos superlotados sem capacidade de divulgar todos os animais que estão em busca de uma casa. Por outro lado, donos de pet possuem dificuldade de cuidar de seus animais diante dos tantos compromissos inerentes à vida moderna.

“Criamos o GoApp com o objetivo de conectar animais e humanos. Entendemos que as pessoas se conectam por afinidade; por gostarem de algo em comum. No GoApp, ajudamos apaixonados por pets a se conectarem entre si e com seus animais; bichos perdidos e abandonados a terem uma segunda chance; e ONGs, protetores e governos a endereçarem uma causa tão socialmente relevante. Além disso, a comunicação do aplicativo ressalta a experiência da adoção de animais como algo feliz e prazeroso para ambos humano e bichinho”, comenta Caetano Altafin, CEO e cofundador do GoApp.

Como funciona

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Pelo GoApp, que já possui cerca de 1.000 animais cadastrados em três continentes, o usuário procura pets por tipo e localização. Ao acessar o GoMap, um mapa onde o usuário pode ver todos os animais cadastrados, é possível se conectar com pets próximos e filtrar especificamente o tipo de pet que se deseja encontrar, de acordo com seu status (em busca de amigos, perdidos ou para adoção).

Para usuários que já tenham pets, fica muito mais fácil administrar a vida de seus bichinhos e se conectar com outros apaixonados por animais. “Tendo dois cachorros e dois gatos, sei como é difícil administrar todas as datas importantes para meus bichinhos. Criamos o GoApp justamente para ajudar donos de pet a se lembrarem de consultas ao veterinário, medicamentos, compras e tudo mais que seus pets precisam”, explica Marcela Grezes, CMO e cofundadora do GoApp.

Por fim, é possível gerar e compartilhar um documento – o GoDoc – com todo o histórico de saúde do animal, facilitando, assim, a vida dos veterinários também. “O GoApp é um aplicativo one-stop shop para qualquer apaixonado por animais. A ideia é continuarmos a adicionar ferramentas úteis e chegarmos até 2020 como o app pet mais utilizado no mundo”, finaliza Caetano.

O aplicativo é gratuito. Para baixar o app basta acessar a App Store ou o Google Play e pesquisar por GoApp.Pet.

Sobre o GoApp

Criado no Brasil, o GoApp é primeiro aplicativo que reúne em um único ambiente digital animais abandonados em busca de um lar, donos de animais que desejam cuidar melhor e com maior facilidade de seus pets e que têm vontade de se conectarem com outros loucos por bicho. O app já possui cerca de 1.000 animais cadastrados em três continentes e seus fundadores foram selecionados para apresentar o GoApp no Web Summit, a maior feira de tecnologia do mundo, em Portugal. Em dezembro, entre 1038 startups de todo mundo, o GoApp, juntamente a outras 14 startups, foi selecionado para apresentar no Xcite, programa desenvolvido pela aceleradora 360o lab, em Graz, na Áustria. O objetivo do quarteto fundador, Marcela Grezes, Caetano Altafin, Isabel Machline e Angelino Cruz é transformar o GoApp na maior plataforma de adoção de animais do mundo até o final de 2019 e na maior plataforma pet do mundo até 2020.

Férias: deixe seu cão num hotel fazenda e viaje tranquilo

Com 60 mil metros quadrados, Clube de Cãompo, localizado em Itu (SP), oferece conforto e lazer para seus hóspedes caninos

Muitas pessoas adiam e até mesmo cancelam suas viagens ou férias por não ter com quem ou onde deixar seus cães. Afinal, nem todos os locais são pet friendly e fica difícil relaxar sem ter a certeza de que seu bichinho de estimação está em um local seguro e com pessoas que dão o mesmo carinho a que estão acostumados. Por isso, para evitar estresse, tanto para o tutor como para o animal, hoje existem diversos hotéis para cães.

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De acordo com Aldo Macellaro Júnior, médico veterinário e fundador do Clube de Cãompo, hotel fazenda para cães localizado no município de Itu (SP), é mais aconselhável deixar o animal num espaço qualificado para recebê-los do que submetê-los a longas horas de viagem. Afinal, isso pode provocar desgaste físico no pet, que durante o deslocamento de uma cidade para outra, deixa de se alimentar corretamente e de ter pausas para fazer as necessidades físicas.

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Um dos locais mais requisitados nesta época do ano é o Clube de Cãompo, que se diferencia por oferecer, desde sua abertura em 1996, muito conforto e lazer para seus hóspedes de quatro patas.Com 60 mil metros quadrados de área verde, o local oferece uma programação com diversas atividades, que vão desde passeios simples até aulas de natação e agility. Diariamente o local recebe cerca de 70 cães, número que pode dobrar durantes as férias de final de ano.

Além das atividades, o espaço possui chalés exclusivos com monitoramento 24 horas. Os ambientes são divididos em áreas que separam os cães maiores dos menores para garantir a segurança do animal. Existem ainda acomodações especiais para alojar cães de temperamento mais bravo para que fiquem confortáveis e relaxados durante a estadia. Há, também, suítes de 30 metros quadrados com ventiladores de teto, quintal acoplado e programação recreativa personalizada.

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Para que os cães não estranhem o ambiente, os tutores podem levar brinquedos e rações. “Queremos que eles se sintam como se estivessem numa colônia de férias: descansem, se socializem, se divirtam e, o principal, tenham liberdade. Isso ajuda a minimizar a saudade de casa e dos tutores”, diz Macellaro Júnior.

Para tranquilizar a família, o Clube de Cãompo possui um sistema de monitoramento do cão à distância. Os donos podem receber fotos do animal se divertindo durante o dia e acompanhar as atividades que ele terá na semana. O espaço conta ainda com um serviço de transporte porta a porta em veículos climatizados para a comodidade e segurança dos clientes.

Clube de Cãompo – Rodovia SP 300 (Dom Gabriel Paulino Bueno Couto), km 95 – Itu/SP 

Vai viajar com o pet nas férias? Aprenda a transportá-lo com segurança no carro

Veterinário Jorge Morais, da rede Animal Place, dá dicas para uma viagem segura e tranquila

É tempo de férias e chegou a hora de curtir o verão viajando ao lado daqueles que mais gostamos. Nossos pets, como grandes amigos, também acabam se deslocando conosco e muitas vezes, a chegada até o local pode ser um tormento.

cachorro na janela do carro

As leis para condução de animais em carros exige uma conduta que muitas vezes não conseguimos seguir, por conta da agitação e estresse dos bichinhos dentro do carro. Segundo o veterinário Jorge Morais, fundador da rede Animal Place, algumas dicas podem ajudar a relaxar o animal durante o transporte.

Gatos

Apesar de não ser obrigatório o uso da caixa transportadora, essa é a melhor opção para os gatos, que ficam mais agitados dentro do carro por não se sentirem seguros.

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“Deixe a caixa transportadora aberta pelo menos um dia antes em um local onde o gato possa entrar e se acostumar com aquele ambiente. Isso faz com que ele perca o medo e não se recuse a entrar nela antes da viagem”, comenta o veterinário. Outra dica é prender a caixa com o cinto de segurança, para evitar que o animal se machuque com o movimento do carro.

Cachorros

Levar o cachorro no colo ou do lado do passageiro é uma infração média que resulta em penalidade. Outro costume muito comum, que também é proibido pela legislação, é deixar o pet curtir o vento com a cabeça para fora do veículo. O correto é manter o animal preso, de forma que ele não possa distrair o dono e tenha sua movimentação reduzida.

cachorro cinto carro

“O correto é prender o cachorro com o auxílio de uma guia no cinto de segurança, impedindo ele de conseguir pular para os bancos da frente ou atrapalhar o motorista de alguma forma”, explica Morais. Outra alternativa são as cadeirinhas para cachorros, aconselhadas para os bichos de pequeno porte e que garantem mais segurança para motorista.

Segundo o veterinário, todos os equipamentos mencionados para transportar cães ou gatos durante viagens de carro podem ser encontrados em pet shops. Se você seguir essas dicas poderá viajar de forma segura e descomplicada ao lado do seu melhor amigo.

Fonte: Animal Place

Pets: personalizar medicamento manipulado traz mais eficiência ao tratamento

Fórmulas são mais atrativas ao paladar e facilitam bastante a vida do tutor na hora de dar o remédio ao bicho de estimação

Uma das maiores dificuldades para tratar as doenças dos bichos de estimação é medicá-los. Pensando nisso, as farmácias de manipulação lançaram soluções que deixam esse momento mais prazeroso e bem menos traumático. Segundo o farmacêutico e diretor executivo da Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais (Anfarmag), Marco Fiaschetti, os medicamentos manipulados facilitam e podem, principalmente, auxiliar na aderência do tratamento médico.

“São produzidos na dose certa e de uma forma que facilita a administração, com diversos sabores para atender à preferência do animal”, revela Fiaschetti. Biscoitos com cheiro de carne para cães, xarope sabor de peixe para gatos, além de torrões de açúcar com gosto de maçã e forma de cenoura para cavalos. Essas são algumas das inúmeras possibilidades da manipulação de medicamentos veterinários.

“A indústria humana tem dificuldade em produzir a quantidade exata ou oferecer o necessário para todo o tratamento do animal, o que gera desperdício. Além disso, dependendo da faixa de peso, a administração para os muito pequenos e de diferentes espécies fica restringida”, conta o especialista.

Nesses casos, o medicamento manipulado é uma excelente opção, não só porque tem a dose certa que o animal precisa, mas também porque é uma ótima solução quando a forma farmacêutica não é bem aceita pelo bicho de estimação. “Comprimidos e cápsulas, por exemplo, são mais difíceis de serem administrados, pois não são palatáveis aos pets”, completa Fiaschetti.

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Foto: Pawesome Cats

As farmácias de manipulação devem seguir critérios rígidos estabelecidos pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, desde 2014. “Para preparar todo e qualquer produto para animais, é preciso ter licença de funcionamento desse órgão, que é o responsável pela fiscalização e regulamentação dos estabelecimentos que manipulam produtos veterinários. No caso de medicamentos de uso controlado, é necessário portar também Autorização Especial da Agência Nacional de Vigilância Sanitária”, conclui.

Marco Fiaschetti é Diretor Executivo da Anfarmag, farmacêutico articulista, palestrante, docente e consultor. Especialista em marketing farmacêutico e diretor executivo da Anfarmag. Formado pela Unesp como farmacêutico em 1984, especializou-se em marketing de varejo pela FIA-USP e ESPM, pós graduou-se em marketing de negócios pela IPEP e em 2010 fez mestrado em marketing farmacêutico na Unesp.

Fonte: Anfarmag

Cegueira em cães e gatos: dá para prevenir? por Úrsula Silva*

Os animais de companhia conseguem se comunicar por meio da troca de olhares com os seus tutores e, dessa forma, podem expressar fome, alguma situação que cause desconforto ou mesmo reconhecer o universo a sua volta. Por esse motivo, os cuidadores precisam estar sempre alertas aos problemas que podem causar cegueira em cães e gatos.

O desenvolvimento da cegueira em pequenos animais pode estar associado à vários fatores, sendo portanto, multifatorial, podendo até – em alguns casos – estar associada a quadros reversíveis. Como principais causas encontradas na literatura, nós temos a conjuntivite, glaucoma, catarata, doenças da córnea, doenças da retina, ceratoconjuntivite e doenças sistêmicas como Diabetes Mellitus, Hipertensão Arterial, Hipotireoidismo, Ehrlichiose e viroses como Cinomose nos cães e Herpesvírus nos gatos.

veterinario olho oftalmo

Não existe uma única faixa etária para o acometimento da cegueira em nossos bichinhos, pois depende da causa envolvida no processo. Por exemplo, a catarata que é uma das causas de cegueira, pode estar presente desde o nascimento como no caso da catarata congênita, mas pode também estar presente em animais de dois a quatro anos de idade (cataratas juvenis) ou ainda cataratas senis, que são observadas geralmente a partir dos oito anos de idade em cães.

Não existe um único “tipo” de animal predisposto ao desenvolvimento da cegueira, uma vez que se trata de uma condição patológica multifatorial e apenas o médico veterinário, por meio de uma complexa avaliação clínica, poderá responder de forma mais adequada a esse questionamento.

O tratamento das doenças é bastante variável, pois está associada ao fator desencadeante. De acordo com a causa temos tratamentos medicamentosos, como é o caso da conjuntivite, ceratoconjuntivite seca e glaucoma, podendo chegar aos tratamentos cirúrgicos como nos casos de catarata, ectrópio e entrópio.

Certamente nossos amiguinhos terão algumas limitações, mas de uma maneira geral, a cegueira é um problema de visão com o qual eles podem perfeitamente conviver. Com relação ao ambiente em que o animal vive, deve-se evitar mudar objetos e móveis de lugar e o fornecimento de alimento e água deve ser feito sempre no mesmo local, pois como já observado, o animal se acostuma com a arrumação do ambiente em que vive. Um cuidado especial precisa ser tomado com relação às piscinas, que devem ser cobertas.

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Dessa maneira, a prevenção da cegueira em animais de companhia está intimamente associada à avaliação médica veterinária, realizada por profissionais com o objetivo de identificar possíveis fatores predisponentes e a forma mais adequada para o controle, eliminação ou tratamento dos mesmos, a fim de evitar o aparecimento dessa condição patológica que, muitas vezes, compromete a qualidade de vida de nossos animais.

*Úrsula Silva é professora do curso de Medicina Veterinária da Anhanguera de Niterói

Pets x fogos de artifício: confira dicas para amenizar o medo dos animais

A passagem do ano é marcada por confraternizações com som alto e fogos de artifício. Para alguns, uma forma de celebrar o início de um novo período. Para muitos, um momento de preocupação com seus animais de estimação. A audição dos cães e gatos faz com que eles escutem quatro vezes mais que o homem. Esse fator, associado à não compreensão dos motivos dos fogos, gera medo nos animais e pode trazer consequências graves.

Estresse, traumas emocionais, quedas, fugas e, até mesmo, paradas cardiorrespiratórias são algumas consequências que podem afetar os pets durante a queima de fogos. “O tutor deve observar com antecedência a intensidade do medo do seu pet com sons altos e fogos de artifício e procurar auxílio profissional. O cuidado deve ser ainda maior com animais idosos ou cardiopatas”, aconselha o médico veterinário e responsável técnico do HiperZoo, Adolfo Yoshiaki Sasaki.

Um especialista em comportamento canino pode auxiliar os tutores com técnicas de dessensibilização. “O trabalho consiste em recriar os estímulos que deflagram o comportamento medroso, porém com baixa intensidade, evitando o aparecimento de estresse e medo. Gradativamente o estímulo é aumentado, buscando a não resposta do animal”, explica o comportamentalista canino do Meu Cão Companheiro, Rafael Wisneski. No entanto, essa técnica exige alguns meses de trabalho conjunto entre o profissional e o tutor.

cachorro natal fim de ano

Para o ajudar a amenizar o estresse e ansiedade dos animais no momento dos fogos, o veterinário sugere recursos como manter o animal em local onde se sinta em segurança, preferencialmente dentro de casa com janelas e portas fechadas. Também deve-se evitar deixar o animal acorrentado, já que ele pode se machucar ao tentar fugir ou se esconder com o barulho dos fogos.

“O ambiente fechado ajuda a reduzir o ruído dos fogos e também protege contra eventuais tentativas de fuga. Além disso, nunca devemos esquecer de manter os animais com coleira, placa de identificação e microchip, para que sejam facilmente identificados caso consigam fugir”, alerta Sasaki. Música suave também ajuda a acalmar e disfarçar os ruídos, assim como a utilização de pequenas bolas de algodão nos ouvidos.

No pet center também é possível encontrar diversas opções de produtos como florais, homeopáticos e calmantes naturais, palitos com ingredientes calmantes e feromônios sintetizados que promovem o bem-estar e induzem o animal a relacionar o ambiente a uma área de proteção e conforto. Outra dica é manter o pet distraído com brinquedos que podem ser recheados com petiscos e alimentos úmidos, mantendo a atenção do animal no objetivo de retirar o alimento. Quanto antes esses recursos forem inseridos na rotina dos pets, melhores serão os resultados.

“O ideal é buscar orientação do médico veterinário, que conhece o perfil e saúde do animal, para indicar as melhores alternativas e doses adequadas. E não fazer uso de dicas e medicamentos sugeridos por conhecidos ou na internet sem antes consultar seu veterinário”, alerta Sasaki.

Final do ano: como proteger o cachorro dos fogos de artifício?

Para ajudar pais e mães de cachorro a deixarem os pets mais confortáveis durante as festas, Amanda Peres, veterinária da DogHero, aplicativo de hospedagem e passeios para cães, levantou algumas dicas. Confira:

Como identificar o medo?

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A reação do cãozinho aos sons permite identificar se ele se incomoda ou lida bem com o barulho. Veja como:

=O primeiro sintoma entre os cachorros que têm medo é adotar uma postura mais alerta. Eles evitam fazer coisas que o deixem “vulnerável”, como comer, beber água, dormir, ou mesmo fazer suas necessidades com tanta frequência quanto costuma;

=Cães mais ansiosos podem se esconder ou ficar pedindo colo, pulando e chorando;

=Posturas curvadas, com as orelhas abaixadas, pupilas dilatadas, rabo abaixado ou entre as patas traseiras são sinais de que o cãozinho está assustado, com medo ou estressado;

=Ficar “lambendo o focinho” e mostrando os dentes também representam desconforto;

=Os sintomas mais extremos são salivação excessiva, batimento cardíaco acelerado, respiração ofegante e tentar fugir. Alguns cães podem também ficar agressivos.

Como ajudar o pet?

Algumas atitudes podem ajudar a deixar o cãozinho mais confortável durante a virada do ano. Conheça algumas delas:

=Feche portas e janelas, principalmente de vidro, para evitar fugas e acidentes perto da hora da virada. Muitos cães, quando estão assustados ou se sentem ameaçados, reagem tentando fugir do ambiente.

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Foto: K9 of Mine

=Coloque algum som no ambiente que consiga ser mais alto ou que seja o suficiente para distrair o cãozinho dos fogos. Pode ser o barulho da TV, de alguma música ou até o barulho do ventilador ligado. O importante é que o volume seja confortável e não cause mais medo a ele;

=Enquanto isso, ofereça petiscos ou brinquedos que ele adora, com animação e sorrindo. É um ótimo jeito de fazê-lo perceber que está seguro, já que cães entendem muito bem nossas expressões faciais;

=Muitos cães em situações de medo procuram esconderijos para se protegerem. Por isso, é válido o preparo de um local seguro e silencioso da casa para eles. Muitas vezes, a própria caixa de transporte, uma caixa de papelão ou até mesmo o espaço debaixo da cama, já basta para ele se sentir protegido. Ofereça comida e água para ele e deixe-o ficar ali até o momento que ele se sinta confortável e seguro para sair.

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=Não pegue o cãozinho no colo, mesmo que ele peça. Isso é entendido por ele como sinal de insegurança e o nervosismo dele vai continuar ou até piorar;

=Evite posições curvadas. Esse também é visto pelo pet como um sinal de insegurança;

=Lembre-se de mostrar a ele que você está no controle da situação e assegurar que está protegido.

Cuidado: medo e estresse podem gerar trauma

O trauma pode fazer mal para o cãozinho, porque a situação tende a se agravar com o tempo. Se for esse o caso do seu pet, procure um profissional para dar início ao tratamento. A superação de um trauma é quase sempre demorada e envolve recaídas, tentativas, erros e acertos. Por vezes, é necessário o acompanhamento de um adestrador, que pode identificar métodos mais eficientes para cada cãozinho a lidar da melhor forma com esse medo. Enquanto o cãozinho não estiver livre desse medo, é importante evitar que ele passe por uma situação crítica como durante os fogos de final de ano.

Mais dicas para proteger os animais de estimação dos fogos de artifício

Os cães têm uma audição aguçada, por isso detectam sons a longa distância. Durante a queima de fogos os animais ouvem o barulho alto e estridente dos fogos em uma frequência diferente e não conseguem identificar a origem do ruído, por isso, o interpretam como uma ameaça, isso causa pânico e medo. É comum que os cães se escondam, e em casos graves a fobia pode até mesmo provocar a fuga ou acidentes.

Por isso, é necessário investir em medidas que auxiliem os pets a lidarem com o problema. Pensando nisso, a médica-veterinária e Gerente de Produtos da Unidade de Pets da Ceva Saúde Animal, Priscila Brabec, preparou dicas que ajudam a melhorar o bem-estar dos cães durante a queima de fogos.

Não deixe o animal sozinho: é comum que o cão fique agitado. Alguns podem correr pela casa, outros podem tentar se esconder em locais perigosos. O ideal é que o animal não fique sozinho, pois ele pode se machucar ou até mesmo tentar fugir por conta do pânico. É indicado que o tutor deixe o cão em quarto preparado e aconchegante (veja dica 3) fique junto ao pet. Isso evita acidentes e muitas vezes serve como ferramenta para minimizar o medo do animal.

Algodão no ouvido: abafar o som é uma estratégia que pode auxiliar a diminuir o estresse do animal. A medida é simples, basta enrolar um chumaço de algodão e colocar no ouvido do pet. O item deve ficar firme para não cair da orelha durante o momento de agitação, porém é preciso tomar cuidado ao introduzir o algodão para não machucar o animal.

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Prepare o ambiente: para segurança do pet, prepare um quarto com os acessórios, brinquedos preferidos e comidas/petiscos que ele goste. Mantenha as janelas e portas fechadas (para abafar o barulho) e torne o momento agradável, oferendo o petisco preferido e brincando com ele. Como muitos animais se escondem por conta do barulho e podem acabar buscando abrigo em locais perigosos, a melhor saída é criar um refúgio em um ambiente seguro.

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Adaptil difusor é uma opção: trata-se de uma ótima ferramenta para auxiliar os cães a lidarem com o desafio dos artefatos. O produto, um análogo sintético do odor materno canino, auxilia na adaptação dos cães em situações adversas do dia a dia, trazendo a sensação de segurança, conforto e bem-estar. O tutor deve plugar o Adaptil Difusor na tomada no ambiente onde o cão ficará durante a queima de fogos com pelo menos 3 dias de antecedência. O produto é espécie-específico, ou seja, só os cães conseguem identificar o odor no ambiente e tem a duração de 30 dias.

Nota da redação: quer evitar tudo isso? Não solte fogos com sons. O mais bonito são as luzes e as cores. Já há no mercado essa opção. A prefeitura da maior cidade do país, São Paulo, começará a troca neste réveillon. Espero que todas as cidades do país, quiça do mundo, um dia façam isso. Civilidade e respeito com nossos irmãos animais. 

 

Não esqueça de seu animal nas férias*

Estima-se que existam mais de 30 milhões de animais abandonados no Brasil e, nos meses de dezembro e janeiro, esse número aumenta significativamente em razão do período de férias, no qual as famílias normalmente viajam. Se você tem um animal e não pode levá-lo consigo porque a casa de veraneio não apresenta segurança para ele ou porque o hotel de destino da família não aceita animais ou, ainda, por outros motivos, procure deixar o seu animal com alguém que tenha certeza absoluta que irá cuidar bem dele.

Deixe com alguém da família, com um amigo ou vizinho que goste de animais e que não irá viajar nessa época. O responsável deve dar comida, água fresca e limpar o ambiente. No caso de cães, é importante também manter o hábito de passear com o animal, sempre com coleira e guia, para conter a ansiedade e amenizar a tristeza decorrente da separação da família.

cat sitter

Existem profissionais autônomos especializados em cuidar de cães e gatos na própria residência dos tutores. Eles fazem uma visita uma vez por dia e cuidam de tudo que o animal necessita. Também existem serviços que podem ser consultados por meio de aplicativos para smartphones como o Dog Hero, onde pessoas se cadastram e se dispõem a receber o animal em suas residências, cuidando deles por determinado período. Procure informar-se com antecedência sobre esses serviços e converse com pessoas que já se utilizaram deles.

Outra opção é deixar o seu animal em um hotel para pets. Existem vários, mas o recomendável é visitar o local e ver como é o espaço e a forma de como tratam os animais. Faça a sua reserva com antecedência. Se optar por levar o seu animal nas férias, lembre-se que ele pode estranhar o local e fugir, principalmente os gatos. Verifique se o local é seguro contra fugas, isto é, se possui muros e portões adequados. No caso de gatos é essencial que o imóvel tenha tela de proteção nas janelas para evitar quedas e fugas.

Caso o seu animal tenha medo de fogos de artifício, converse com seu veterinário e peça orientações de como proceder. Existem medicamentos capazes de atenuar o pavor e que além de trazer mais conforto para o animal, também evitam fugas decorrentes do estado de pânico.

cachorro abandonado na rua

Jamais abandone seu animal. Ele é incapaz de sobreviver sozinho, pois sente fome, sede, medo, angústia, ansiedade e saudade. Seja um dono responsável. Divirta-se nas férias, mas tome as providências necessárias para que o seu animal fique bem.

*Roseli Denaldi é coordenadora da ESPA – Equipe Singulariana de Proteção aos Animais

Lixo jogado nas praias gera impactos ambientais, econômicos e prejuízo aos banhistas

Além de deixar a água imprópria para o banho, poluição na areia e nos oceanos causa a morte de animais marinhos

As festas de fim de ano e as férias levam às praias um grande número de turistas que nem sempre descartam o lixo em local adequado. Segundo um levantamento do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (IO-USP), todos os anos, cerca de 190 mil toneladas de materiais plásticos são lançados ao mar, na costa brasileira. Em Santos, 117 toneladas de resíduos foram removidas da beira-mar durante a primeira quinzena de 2018, segundo dados da prefeitura. O peso é equivalente a 13 baleias francas adultas, espécie que costuma visitar o litoral paulista.

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Pixabay

O descarte incorreto do lixo, principalmente nas praias, interfere diretamente no desenvolvimento das espécies marinhas. De acordo com um estudo realizado pela Universidade de Queensland, na Austrália, a contaminação dos oceanos, principalmente por plásticos, é responsável pela morte de cerca de 100 mil animais todos os anos.

Segundo o presidente do conselho da Associação MarBrasil, Ariel Scheffer, cerca de 260 espécies marinhas estão ameaçadas de extinção devido ao descarte incorreto de plásticos no mar. “Muitos animais se enroscam e ficam feridos ao terem contato com esse tipo de material, mas o problema principal é a ingestão do plástico, que é tóxico e não é um elemento natural do trato digestivo”, explica.

O biólogo, que é membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza, destaca que as aves marinhas e as tartarugas são as mais prejudicadas por confundir sacolas com alimentos da cadeia alimentar, como águas vivas e pequenos organismos. “Dos animais encontrados mortos, 100% das tartarugas verdes e 75% das aves marinhas possuem plástico no estômago.”

Além de impactar as espécies marinhas, os resíduos descartados nas praias também interferem na vida dos banhistas, que podem se ferir com determinados objetos. A sujeira também reduz a balneabilidade, que é o índice usado para verificar a qualidade da água destinada à recreação. Desse modo, ela se torna imprópria para o banho, podendo gerar doenças.

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Os prejuízos afetam ainda a economia dos municípios, que precisam aumentar as despesas com a limpeza das praias e perdem a receita com o turismo. No setor da navegação e nas atividades pesqueiras, a produtividade tende a diminuir devido à morte dos peixes e à poluição dos oceanos.

Sobre a Rede de Especialistas

A Rede de Especialistas de Conservação da Natureza é uma reunião de profissionais, de referência nacional e internacional, que atuam em áreas relacionadas à proteção da biodiversidade e assuntos correlatos, com o objetivo de estimular a divulgação de posicionamentos em defesa da conservação da natureza brasileira. A Rede foi constituída em 2014, por iniciativa da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza.

Nota da redação: por favor, não seja uma dessas pessoas que fazem isso!