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Rastreador acoplado à coleira mostra localização do pet

Olá, escrevo antes da matéria para avisar que criei um novo blog para tratar apenas dos temas pets, animais de estimação, natureza, meio ambiente, comportamento: Se meu pet falasse. Vou começar a postar esses assuntos por lá, portanto, se gosta desses temas, comece a seguir clicando aqui. Os demais assuntos continuam neste espaço. Obrigada.

Você certamente ficaria preocupado se o seu bichinho de estimação sumisse, certo? Agora imagine um produto que possa rastreá-lo a qualquer hora do dia, no Brasil inteiro, e que faça esse monitoramento minuto a minuto.

Imaginou? Pois esse é o Mili, um GPS desenvolvido para ser acoplado às coleiras dos pets. Um dos maiores atrativos do rastreador está na cobertura. Enquanto alguns GPS só funcionam em determinadas regiões, o Mili pode ser utilizado em todo o Brasil. Ele recebe as informações e as transmite, utilizando as tecnologias GSM (Global System for Mobile Communication) e GPRS (General Packet Radio Service), padrões digitais de comunicação celular de voz e dados para os servidores em nossa Central de Atendimento, que disponibiliza, via web, todas as informações em tempo real, para os clientes.

Graças a essa conexão, é possível localizar e visualizar, em um mapa virtual, qualquer pessoa, animal, ou objeto que esteja portando o Mili dentro de uma área com cobertura GSM ou GPRS. Além disso, tem também plantão de monitoramento durante as 24 horas do dia.

mili coleira.jpg

Marcelo Berlim, um dos sócios da empresa que está lançando o produto, a Hitec, conta que quando resolveram investir em um produto para este mercado, um dos dados que mais chamaram a atenção da equipe foi o valor que cada tutor gastava com seus animais todos os meses.

“Já sabíamos que era um nicho com crescimento acelerado, mas não imaginávamos a gama de produtos existentes. As pessoas, muitas vezes, gastam mais com os animais do que com os próprios filhos”, comenta.

Sobre a funcionalidade do produto, além do rastreamento caso o animal se perca, Berlim contou um caso curioso: “Um dos nossos clientes colocou o Mili no cachorro, que era levado por um passeador todos os dias para caminhar. O combinado era contornar todo o condomínio, para que o animal gastasse a energia necessária. Até que um dia ele resolveu olhar o trajeto que percorriam pelo nosso aplicativo e descobriu que o tal passeador não saia da esquina, onde ficava conversando com amigos e o cachorro parado. Neste caso, embora o produto tenha sido colocado no cão para achá-lo caso fugisse, o tutor descobriu que o profissional contratado por ele não cumpria o prometido”, comenta Berlim.

cachorro mulher

Com rastreamento que indica a posição do animal em um raio de 40m², o Mili já está à venda em todo o Brasil pelo site Meu Mili. O valor da adesão é de R$ 299,00, com mensalidade de R$ 139,00.

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Pets sofrem com mudança de temperatura

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O inverno em algumas regiões do país não havia mostrado seus efeitos, como em São Paulo. Porém, com a queda de temperatura dos últimos dias, a incidência das doenças respiratórias entre cães e gatos pode aumentar.

Nesta época do ano, uma média de 30% dos atendimentos são por patologias relacionadas a baixas temperaturas nas clínicas da Petz. Além da vacinação contra a traqueobronquite canina ou a rinotraqueite felina e da visita semestral ao veterinário, é preciso ter alguns cuidados para manter os pets aquecidos e evitar complicações como bronquite e pneumonia.

“Essas doenças podem ser causadas por vírus, bactérias e até fungos e levam a crises de tosse semelhante a engasgos, espirros, secreção nasal ou ocular, febre, apatia e falta de apetite”, explica a veterinária Karina Mussolino, gerente de clínicas da Petz. “Nesta época, é importante que cães e gatos permaneçam em locais protegidos do frio, em áreas cobertas.”

Karina aconselha deixar sempre à disposição casinhas, caixas, cobertores, mantas e até as tradicionais roupinhas: “É preciso também ficar atento aos filhotes e aos pets idosos, que costumam sentir mais frio que os demais”.

Sinais do frio

Extremidades frias, tremedeiras, ficar encolhido ou procurar por lugares quentes para se abrigar são os sinais de que os pets estão sentindo frio. “Os cãezinhos de pelagem curta são os mais afetados, como pug, pinscher, buldogue francês, teckel, whippet e pit bull”, afirma Karina.

Já raças como spitz, chow chow, golden retriever, shih tzu e lhasa apso têm pelagem longa e alguns, até subpelos, que protegem dessa sensação térmica e mantém o animal aquecido. Mesmo alguns pets preferindo o clima mais fresco, é preciso ficar atento à friagem e aos desconfortos causados por ela.

Dicas para aquecer os pets

gato frio cobertor

1 – Para saber se os pets estão com frio, vale a mesma sensação térmica das pessoas, apesar de os cães terem a temperatura do corpo mais elevada.

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2 – As roupas devem aquecer, mas não podem comprometer o movimento dos bichinhos. Por isso, procure escolher tecidos naturais e estilos que sejam confortáveis.

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Pixabay

3 – Para se certificar do tamanho, é preciso sempre medir três dedos entre a roupinha e o corpo do pet, principalmente, na região do pescoço.

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4 – A roupinha deve ser retirada toda noite, principalmente para os cães de pelo longo, para fazer a escovação e evitar a formação de nós na pelagem.

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5 – Banho pode ser dado toda semana, desde que seja em local protegido do vento e que não tenha choque térmico. Após sair do centro de estética, dê uma volta na pet shop antes de ir para a rua, por exemplo.

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Foto: La Tienda de Frida

6 – Ao passear com os cães em dias frios, opte por horários mais quentes, principalmente pela manhã e ao meio dia.

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Foto: Vetstreet

7 – Alimentação deve ser normal, não é preciso aumentar a quantidade, pois há risco de engordar. Rações de qualidade suprem todas as necessidades e fortalecem o sistema imunológico.

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8 – Sempre deixe água fresca à vontade pela casa, para ajudar na hidratação. Gatos, por exemplo, costumam beber muito mais água quando é oferecida em bebedouros com fontes.

Fonte: Petz

Shopping Iguatemi Ribeirão Preto promove feira de adoção de animais

Evento será realizado todo primeiro sábado do mês, em parceria com a ONG Anjos da Rua e apoio da Cobasi

A partir deste sábado (7), o Shopping Iguatemi Ribeirão Preto começa a promover uma feira de doação de animais, em parceria com a ONG Anjos da Rua. O evento será realizado todo o primeiro sábado do mês, das 13 às 17 horas, no estacionamento do empreendimento, próximo à Cobasi, que apoia o projeto.

O objetivo é incentivar a adoção consciente de cães e gatos e encontrar um lar para animais abandonados e resgatados pela ONG. Todos os animais que participarão da feira estão com a primeira vacina e também vermifugados. Profissionais da ONG também vão orientar as famílias quanto aos cuidados, criação e porte dos animais.

“Faz parte da proposta do Shopping Iguatemi Ribeirão Preto trazer eventos que envolvam a comunidade e tragam experiências significativas. Promover a adoção consciente de animais abandonados é mais uma forma de envolver nossos clientes em ações responsáveis e que gerem bem-estar”, diz Manoela Whitaker, gerente de Marketing do Shopping Iguatemi Ribeirão Preto.

A Cobasi, que incentiva a adoção consciente desde 1999 e mantém dois centros de adoção, apoia o projeto com a organização do evento e fornecimento de kits de primeiro enxoval para os animais que forem adotados.

cachorro e gato brincando

Evento de Adoção
Quando: Sábado (7)
Horário: das 13h às 17h.
Local: Estacionamento Shopping Iguatemi Ribeirão Preto, ao lado da Cobasi – Av. Luís Eduardo Toledo Prado, 900, Ribeirão Preto – SP
Organização: Shopping Iguatemi Ribeirão Preto e ONG Anjos da Rua
Apoio: Cobasi

Pet envenenado: atendimento de emergência em clínicas veterinárias

Saber lidar com um animal envenenado é de suma importância para todos os tutores. Infelizmente, o envenenamento de pets não é uma ocorrência incomum

O cães não estão suscetíveis apenas à maldade de alguns humanos, que podem cometer essa crueldade propositalmente, mas também aos perigos que se encontram dentro de nossa própria casa.

Além do envenenamento causado por venenos, como os normalmente utilizados contra roedores e baratas, os animais podem se intoxicar com produtos de limpeza, medicamentos (tanto humanos como veterinários), alimentos e, até mesmo, plantas aparentemente inofensivas. Por essa razão, é necessário mantê-los longe do alcance deles.

Quais sintomas um animal envenenado pode apresentar?

cachorro deitado doente

Os sintomas podem variar de acordo com o porte do animal, a via de envenenamento (tópica ou oral) e a substância causadora da intoxicação. No entanto, é importante ficar alerta para os seguintes sinais:

=salivação excessiva; vômitos e diarreias que podem ou não conter sangue;
=pupilas dilatadas ou muito contraídas, tremores, paralisias, convulsões, dificuldade de movimentação e desorientação; apatia;
=dor; febre; sangramentos; sede excessiva; micção excessiva;
=dificuldade de respiração; tosse; alteração na cor das mucosas (língua azulada por exemplo);
=inchaços e vermelhidão na pele.

Como agir em casos de envenenamento?

gato no veterinario pixabay
Pixabay

O primeiro passo é, sem dúvidas, acionar um veterinário o quanto antes. A agilidade no atendimento faz toda a diferença nesses casos.

Lembre-se de não oferecer nenhum tipo de alimento ou água para o animal, pois algumas substâncias podem potencializar o efeito do veneno em vez de retardá-lo. Caso a intoxicação tenha ocorrido por via tópica, é importante lavar o local com muita água à temperatura ambiente e eliminar o agente do corpo do cão.

Se o veneno for identificável, guarde o frasco e leve-o consigo ao veterinário. Caso esteja se comunicando por telefone com o médico responsável, informe a ele qual foi a substância causadora, para que o antídoto correto seja administrado o mais rápido possível.

É muito importante manter a calma em caso de envenenamento, e não colocar a própria saúde em risco. Portanto, usar luvas para evitar o contato direto com a substância, remover o animal do local da intoxicação etc, enquanto o contato com o médico veterinário é realizado, é de grande importância.

Como funciona o atendimento emergencial?

veterinario olho oftalmo

O diagnóstico de envenenamento é baseado nos sinais clínicos, no histórico do animal e em alguns testes laboratoriais, como exames de sangue e de urina. O médico veterinário avaliará os parâmetros anteriormente descritos como: estado de consciência, frequências respiratória e cardíaca, diâmetro pupilar, temperatura corporal e pressão arterial,

Como muitas vezes o agente causador não é conhecido, o tratamento emergencial consiste, primeiramente, na estabilização dos sinais vitais do animal.

Nessa fase, as funções respiratórias e cardíacas são controladas com a administração de oxigênio e de fluidos. Outros procedimentos feitos incluem: indução do vômito, utilização de carvão ativado, lavagem gástrica e aumento da metabolização, para que tudo seja excretado rapidamente.

Quando o veneno é conhecido, o antídoto é dado. Em casos de intoxicação tópica, a higienização correta do local é feita.

É importante ressaltar que nenhum destes procedimentos deve ser realizado pelo tutor em casa sem orientação do médico veterinário, afirma Livia Romeiro do Vet Quality Centro Veterinário 24h.

Em seguida, caso seja necessário, o animal será monitorado e medicado. Exames posteriores podem ser requisitados para avaliar o estado geral de saúde do pet, e a internação pode ser recomendada em alguns casos.

Os cães são animais curiosos, exploradores e que adoram brincar com objetos diferentes, o que os torna alvos mais comuns do envenenamento.

Os gatos, devido sua natureza mais “reclusa” costumam ser intoxicados por seus tutores, que, inadvertidamente, administram medicamentos, ou mantem plantas tóxicas em casa. Mais uma vez, é importante consultar o médico veterinário quando houver dúvidas neste tópicos.

cachorro e gato

Mantenha os perigos longe dos cães e gatos! Em caso de suspeita de envenenamento, corra imediatamente para um veterinário. A rapidez pode fazer toda a diferença entre a vida e a morte.

Fonte: Vet Quality 

 

Como viajar com o pet sem estresse?

Confira dicas para aproveitar as férias garantindo o bem-estar e conforto dos pets

As férias de julho chegaram e muitas famílias irão viajar. Porém, vários tutores ficam em dúvida sobre qual a melhor forma de preparar os pets para o passeio. Pesquisas indicam que mais de 10% dos cães apresentam desconforto durante longos trajetos de carro. Entre as reações mais comuns estão sintomas como respiração ofegante, salivação excessiva, tremores e vômitos

Ações como manter o animal em local ventilado e fazer pequenas pausas durante o trajeto podem ajudar a minimizar esses incômodos. No dia da viagem, o indicado é fornecer uma alimentação leve e não restringir a água. “As paradas para as necessidades fisiológicas e pequenas caminhadas devem acontecer de duas em duas horas”, explica a médica-veterinária e Gerente de Produtos da Unidade Pets da Ceva Saúde Animal, Priscila Brabec

Outra dica importante é nunca deixar o pet sozinho no carro. “O calor e ambientes quentes ou situações de estresse podem aumentar a temperatura do corporal do cão”, conta Priscila.

cachorro no carro segurança hiperzoo

Acostumar o animal com o carro alguns dias antes da viagem pode fazer toda a diferença e ajudar no controle da ansiedade, agitação e medo. “O ideal é que o tutor leve o cão para passeios de curta distância, assim ele irá se acostumar com o veículo e ficará menos receoso no dia da viagem. Durante o treinamento e transportes, indicamos o uso do Adaptil, um análogo sintético do odor materno canino, que auxilia na adaptação dos cães em situações​ adversa​s do dia a dia, trazendo a sensação de segurança, conforto e bem-estar no ambiente”, afirma a veterinária.

Adaptil auxilia na adaptação dos cães em situações adversas do dia a dia. O tutor pode borrifar o produto na caixa de transporte e no veículo. Alguns minutos após a aplicação, pode começar o treinamento colocando o cão sentado no veículo enquanto ele está desligado. Na sequência, o ideal é recompensar e brincar com o animal para que o carro seja associado a coisas boas. O passo seguinte é incentivá-lo a entrar no carro com o motor em funcionamento, usando novamente recompensas na forma de brinquedos, elogios e petiscos”, explica.

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As sessões de treino devem ser curtas para permitir que o animal se sinta à vontade e se acostume com o ambiente. “O treinamento somado ao uso do Adaptil irá permitir que a viagem se torne confortável para o pet e para todos os membros da família”, finaliza Priscila.

Fonte: Ceva Saúde Animal

Curitiba: pets têm programação especial inspirada na Copa do Mundo

Torcida para o Brasil, aula de adestramento e feirinha de adoção são algumas das atividades desta semana

Não faltam opções para quem gosta de compartilhar as coisas boas da vida com o bichinho de estimação. A diversão começa na quarta-feira (27) com o terceiro jogo do Brasil na Copa do Mundo: pets e tutores podem torcer juntos pela seleção. Além dessa iniciativa, o pet center HiperZoo, localizado no bairro Parolin, em Curitiba, também promove durante o próximo fim de semana (30/6 e 1/7) mais uma edição da aula de adestramento e das feirinhas de adoção.

Em parceria com o Café do Mercado Co., foi preparado um espaço para que os tutores possam assistir aos jogos junto com seus cães, gatos e outros animais de estimação, num ambiente seguro e tranquilo. “Reunimos petlovers e seus bichinhos para uma torcida animada, mas adequada aos animais. Aqui não haverá queima de fogos de artifício e outros itens que façam barulho exagerado e façam mal aos pets”, destaca Patrícia Maeoka, sócia-proprietária do HiperZoo.

cachorro filhote beagle bola futebol

Para a torcida ficar ainda mais animada, o Café do Mercado Co. e o HiperZoo servirão comidinhas típicas de festas juninas, como pipoca, pinhão, bolo, cachorro-quente, paçoca, doces, quentão, café e sucos. Já para dar as boas-vindas aos bichinhos, o pet center servirá uma rodada de petiscos.

Fim de semana

No sábado (30), quem busca maior integração com seu cão pode aproveitar a aula de adestramento coletivo promovida pelo HiperZoo e pelo adestrador Rafael Wisneski, da Meu Cão Companheiro. O tema será “Xixi e cocô no lugar certo” e para participar os interessados devem se inscrever apresentando cupom fiscal de compras realizadas no HiperZoo, contendo ao menos um produto das marcas parceiras Purina, Kong, Petmais, Virbac ou Ferplast. A aula inicia às 10 horas e as vagas são limitadas a quinze clientes por turma.

gato e cachorro

Já para quem pensa em aumentar a família, não faltam opções. No sábado, das 11 às 17 horas, acontece mais uma feirinha de adoção com a ONG Beco da Esperança. E no domingo (1º/7) o pet center recebe cachorros provenientes do Projeto de Reabilitação e Sociabilização de Cães para Adoção da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), programa que visa preparar os animais para adoção de forma completa.

Além da castração, vacinação, alimentação superpremium e tratamento com antipulgas e desvermifugação, os animais passam por um processo de reabilitação comportamental com comandos de adestramento básico para, assim, aumentar as chances de adoção.

Para adotar o interessado deve ter mais de 21 anos, responder a uma entrevista sobre os motivos de adoção, aceitar receber a visita de um voluntário e apresentar RG, CPF e comprovante de endereço para assinar o termo de adoção.

Serviço

Torcida para pets e tutores com decoração, telão e espaço para tutores e pets
Quando: Quarta-feira, 27 de junho, às 15h

Aulas de adestramento com Rafael Wisneski
Quando: Sábado, 30 de junho, das 10h às 11h – Tema: “Xixi e cocô no lugar certo”
Vagas: limitadas a 15 clientes com um pet cada
Entrada: apresentação de cupom fiscal do HiperZoo contendo um produto dos parceiros Kong, Virbac, Ferplast, Petmais ou Purina.

Feirinha de adoção com Beco da Esperança
Quando: Sábado, 30 de junho, das 11h às 17h

Feirinha de adoção do Projeto de Reabilitação e Sociabilização de Cães para Adoção da PUCPR
Quando: Domingo, 1º de julho, das 11h às 16h
Entrada: gratuita

HiperZoo – Rua Desembargador Westphalen, 3.448 – Curitiba/PR

 

Cuidados ao dar banho em animais de estimação em casa

Olá, escrevo antes da matéria para avisar que criei um novo blog para tratar apenas dos temas pets, animais de estimação, natureza, meio ambiente, comportamento: Se meu pet falasse. Vou começar a postar esses assuntos por lá, portanto, se tiver interesse, comece a seguir clicando aqui. Os demais assuntos continuam por aqui. Obrigada.

Pessoas que têm animal de estimação em casa sabem dos cuidados que se deve ter com a higiene do pet. Identificar a frequência do banho e da escovação é importante para que o animal seja tratado corretamente.

De acordo com Karina Delia Albuquerque, Médica Veterinária da Universidade Univeritas/ UNG, os cuidados incluem uso de produtos adequados para a espécie, idade e comprimento dos pelos, por isso, é importante verificar a indicação quando fizer compras no Pet Shop.

“Os produtos contra pulgas e carrapatos, por exemplo, devem ser utilizados apenas com orientação de um Médico Veterinário, pois se tratam de substâncias tóxicas com suas indicações e contraindicações”, ressalta.

Confira os ensinamentos da Médica Veterinária e cuide de seu pet com responsabilidade.

Pergunta-A água do banho tem que ter uma temperatura específica?

cachorro banho amanda cullingford pixabay
Foto: Amanda Cullingford/Pixabay

Resposta-Sim, o ideal é manter em aproximadamente 37 graus (morna).

P-Quais são os melhores locais para se banhar o pet? É melhor usar, chuveiro, chuveirinho ou um tanque com água? Por quê?

gato tomando banho

R-O ideal é usar o chuveirinho, pois evita que a água penetre nos ouvidos gerando otites.

P-Como precisa ser feita a proteção dos olhos e ouvidos?

R-O indicado é colocar um chumaço de algodão hidrofóbico nos condutos auditivos, antes o início do banho, para proteger os ouvidos. Esse algodão deve ser retirado após o término do banho, secando-os externamente (pavilhão auricular e pina) com a toalha. Nas áreas dos olhos é necessário evitar espuma do sabonete ou xampu.

P-Quais os cuidados gerais na hora do banho?

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Foto: Pawesome cats

R-Antes de iniciar o banho, a pessoa deve calçar luvas descartáveis, ou lavar as mãos e sempre ter as unhas curtas para não gerar ferimentos no animal. Distribuir o xampu nas mãos e espalhá-lo por todo o corpo do animal massageando-o (o mesmo deve ser feito caso seja um sabonete). Enxaguar totalmente o “pet”, pelo menos duas vezes em sequência, para que não se deixem resquícios do produto na pele e pelos, causando irritações. Retirar o excesso de água com uma toalha de uso do animal, seca. Após secar com secador em temperatura morna, penteando-o ou escovando-o, em sentido da distribuição dos pelos (não contra os mesmos).

P-Quais são os produtos ideais para o animal?

cachorro pequeno tomando banho

R-Existem diversos xampus e sabonetes neutros para os “pets”, devendo ser escolhidos conforme idade, espécie e raça.

P-Pode ser usado remédio em caso de pulgas e carrapatos?

gato tomando banho pinterest

R-Os produtos contra pulgas e carrapatos devem ser utilizados apenas com orientação de um médico veterinário, pois são substâncias tóxicas com suas indicações e contraindicações.

P-Secar o animal com secador de cabelo é perigoso? Por quê? E quais são as formas de fazer a secagem?

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Foto: DogGroomingNottingham

R-Sim, conforme a temperatura e distância da pele do animal. Caso a temperatura esteja alta pode gerar lesões por queimaduras que às vezes não são notadas de imediato, mas que causam sérios problemas dermatológicos. Por isso, o secador deve ser utilizado em temperatura média. Quanto à distância entre secador e pele do “pet” ela deve ser de no mínimo 10 cm. Caso o proprietário tenha dúvidas, deve testar a temperatura e distância focando o ar no dorso da própria mão.

P-É errado escovar o cachorro durante o banho? Por quê?

cachorro banho meninos dreamstime

R-Não, pelo contrário, pois esse procedimento auxilia no desembaraçar dos pelos em “pets” de pelo longo, além de retirar pelos mortos em animais, independentemente do comprimento dos pelos. Para o uso no banho, deve-se utilizar pente adequado para a espécie e tipo de pelo. Lembrando sempre que o pentear deve ser feito com delicadeza, para não lesar a pele do animal.

P-Tem uma forma certa de escovar? Como, por exemplo, começar a escovar os pelos do cachorro pela cabeça e terminar na cauda?

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Foto: QuickandDirtyTips

R-Existem diversas formas, mas a proposta de iniciar a escovação a partir da cabeça em direção à cauda é bastante efetiva, pois segue a direção dos pelos. No entanto, se o animal tiver camadas de subpelo, como por exemplo, cães da raça Husky Siberiano, Collie e Golden Retriever, e felino das raças, Maine coon e Himalaia, antes da escovação no sentido cranial-caudal, deve-se escová-lo no sentido contrário ao crescimento dos pelos para retirar pelos mortos e desfazer nós. É importante fazer o uso de escovas próprias para cada tipo de pelo, especialmente para os animais com subpelo e pelos longos. Independente dos banhos, os animais devem ser escovados ao menos uma vez por semana. Isso auxilia na saúde da pele e pelos e pode evitar excesso de banhos.

P-Todos os cachorros precisam de spray para desembaraçar?

Não. Geralmente, somente os de pelo fino e longo. Mas sempre que for usado deve-se ter muita cautela, devido aos riscos já pontuados anteriormente.

R-Qual deve ser a frequência de banho de um cachorro? No inverno diminui a quantidade de banhos?*

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Foto: Pethealthzone

A frequência não deve ser inferior a sete dias. Cães com muito pelo (densos) como, por exemplo, Husky Siberiano, Pastor Alemão, Shar-pei e Chow-chow devem ter intervalo entre banhos entre 15 e 30, mas associado a escovações no mínimo, semanais. No inverno, a quantidade de banhos deve ser reduzida para prevenção de quadros respiratórios e alérgicos. Em filhotes, os banhos devem ser iniciados apenas após o término do protocolo de vacinação. Antes disso, podem-se utilizar produtos para banho seco e escovações semanais.

Fonte: Univeritas/ UNG

*O texto enviado não menciona gatos, porém, pesquisando em sites sérios, verifiquei que a frequência recomendada de banhos para um gato é de no mínimo uma vez por mês, dependendo do tipo de pelagem do felino.

N.R.: Dar banho em casa é mais econômico, porém é preciso lembrar que os secadores de pet shop são bem mais eficientes que os caseiros, ou seja, se o trabalho for bem feito, os animais sairão realmente com o pelo seco.

 

Fungos podem causar sérios problemas aos animais de estimação

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Animais domésticos, como cães e gatos são frequentemente afetados por micro-organismos, principalmente fungos. O que muita gente não sabe é que esses fungos são muito comuns.

Um estudo divulgado na revista PLOS Pathogens, publicação científica americana, abordou a esporotricose, uma das doenças mais graves causadas por fungo e que atinge principalmente gatos. Segundo a revista, o aumento do número de casos da doença aumentou no Brasil, e o fungo se mostra presente na epiderme, na derme, no colágeno, nos músculos e até nos ossos dos animais. Além disso, ele pode acometer até mesmo  os órgãos internos, agravando o quadro clínico do animal.

Grande parte dos fungos dos animais pode ser transmitido para humanos, o que pode provocar doenças chamadas de dermatofitoses ou micoses. Os sinais comumente apresentados por cães e gatos acometidos por fungos são: queda de pelo, prurido, descamação e lesões na pele e até mesmo processo inflamatório da região afetada, ocasionando perda da qualidade de vida.

gato esporotricose Foto Isabella Dib Gremião
Gato com esporotricose – Foto: Isabella Dig Gremião

Esses microrganismos podem ser encontrados em carpetes, almofadas, travesseiros, cama, e se alimentam de tecidos mortos, como a pele.

A veterinária Bruna Ronchezi, que trabalha como clínica na Provet em São Manuel, interior do Estado de São Paulo, alerta sobre os efeitos prejudiciais dos fungos em animais: “Dos atendimentos dermatológicos realizados por mim, um a cada cinco animais apresenta doença fúngica, associada ou não a outras afecções de pele. Além disso, as afecções causadas por fungos podem ser transmitidas aos humanos, ao que se dá o nome de zoonoses”.

Além de fungos, os animais podem sofrer com doenças respiratórias, assim como os humanos, devido à alta umidade relativa do ar. Para sobrevivência e proliferação de fungos é necessário que a umidade esteja acima de 70%, o que agrava bronquites, asmas e outras doenças em cães e gatos.

Mas afinal a grande pergunta é: como prevenir meu melhor amigo deste desconforto?

O excesso de umidade é prejudicial tanto aos humanos quanto aos animais. Hoje em dia, é muito comum animais tomarem banhos em pet shop, mas é importante notar que nem sempre saem de lá com o pelo totalmente seco, regiões mais úmidas como orelhas, cauda, face e barriga não ficam 100% secos.

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Para prevenção, o controle de umidade no ambiente do animal é importantíssimo. O desumidificador de ar é indicado, pois mede e retira do ar somente a umidade em excesso, garantindo um ar de qualidade e evitando a proliferação e sobrevivência dos fungos.

Com o controle da umidade, você previne que os fungos voltem a interferir na qualidade de vida do seu companheiro. Lembre-se: caso seu animal esteja com fungos, procure por um veterinário para o tratamento adequado.

Fonte: Thermomatic

 

Veterinária dá dicas para driblar o medo de fogos durante a Copa

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Cães e gatos sofrem com o excesso de barulho por terem maior sensibilidade auditiva

Com os jogos da Copa do Mundo, os fogos de artifício voltam a trazer transtornos aos pets. Para lidar com o problema, a veterinária Karina Mussolino, gerente de clínicas da Petz, orienta a fazer uma ‘força tarefa’ para habituar os bichinhos aos diversos barulhos, de uma maneira que se adaptem e não sintam medo nem estresse. Apesar de aprovada recentemente em São Paulo, lei que proíbe fogos com estampidos ainda falta ser regulamentada.

“Com a audição muito mais sensível que a dos humanos, os pets sofrem com o estampido dos fogos. No caso dos cães, coração acelerado, salivação excessiva e tremores são indicativos de que algo não está bem. Em pânico, os bichinhos podem ter reações inesperadas e se machucar. No caso de pacientes doentes, o quadro de saúde pode se agravar”, explica Karina.

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Sinais

Os sintomas do problema são agressão, eliminação de fezes/urina, derramamento de saliva, vômito, hiperatividade, hipervigilância, busca de atenção, fuga, postura abaixada/encolhida, vocalização e tremores.

Muitos tentam fugir nessas ocasiões e, por muitas vezes, podem ficar presos em portas, portões ou janelas; quebrar objetos ou até mesmo vidraças e se cortar ou ferir. Há risco de atropelamento, pois o animal pode escapar e ir para a rua. Se o artefato explodir muito próximo ao animal, pode lesionar o tímpano e, como consequência, comprometer a audição.

10 dicas para driblar o medo

1 – Utilizar sons com barulhos de fogos e trovões, ou barulhos de TV ou som alto no momento em que tem alguém em casa para acompanhar, desviar o foco, interagir com o pet, assim ele não associa o medo com algo negativo e sim com uma atividade divertida;

2 – Utilizar protetores auriculares próprios para pets;

3 – Deixar disponível na residência feromônios sintéticos que auxiliam na adaptação;

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4 – Para alguns pets que preferem se esconder, restringir o espaço e ficar quietinho num local. Exemplo: caixa de transporte “porto seguro”;

5 – Deixar roupas, toalhas e ou cobertores com o cheiro dos tutores para que os pets se sintam protegidos;

6 – Não punir, mostrar indiferença ao comportamento de medo, mas sempre se manter perto;

cachorro com brinquedo

7 – Usar recompensas positivas (petiscos, brinquedos);

8 – Cães e gatos costumam se esconder nesses momentos de medo, por isso é importante deixá-los livres, não prender na coleira e manter em espaço livre para que não se machuquem;

gato assustado escondido pinterest

9 – No caso dos gatos, é comum que sumam da vista dos donos. Se a casa ou o apartamento forem seguros, com redes nas janelas e portões fechados, deixe o bichano por lá, evite ficar chamando para não estressá-lo mais;

10 – Evite a automedicação, sem orientação do veterinário, pois há risco à saúde dos bichinhos.

Fonte: Petz

 

Temporada de Copa do Mundo exige cuidados com os pets

Com a chegada da Copa do Mundo e dos jogos do Brasil e de outras seleções, os brasileiros começam a organizar a torcida: vestem verde-amarelo, combinam de assistir aos jogos reunidos, decoram as ruas e preparam seus apitos e cornetas para fazer muito barulho.

E, é claro que o animal de estimação acaba não ficando de fora de toda essa movimentação. Sabemos que qualquer momento fica sempre mais especial tendo a companhia deles. Mas, será que eles estão preparados e o seu bem-estar sendo considerado?

É preciso tomar algumas precauções e cuidados com o pet para que ele não sinta medo, fique ansioso ou estressado com o barulho e movimentações das pessoas durante este período. Soma-se a isso o risco latente de fugas e acidentes como atropelamentos durante as comemorações, já que a mobilização em torno dos jogos é gigante e muito atípica para os cães e gatos.

“Para evitar que o pet fique assustado com o barulho natural das comemorações, por exemplo, o ideal é acostumá-lo previamente. Devemos promover uma atividade prazerosa, como brincadeiras, e gradualmente expor o animal a estímulos barulhentos. Nas primeiras vezes em que o pet apresentar sinais de medo, tente associar o momento a algo positivo, oferecendo a ele um petisco ou seu brinquedo preferido como forma de carinho.”, explica Flavia Rossi, Médica-Veterinária da Mars Petcare.

O Programa Pedigree Adotar é Tudo de Bom, que há dez anos promove a adoção consciente e a educação da população sobre a posse responsável de animais, preparou 6 dicas para preservar o bem-estar e a saúde do pet, deixando-o confortável durante o período dos jogos. Confira:

1) Mantenha os pets em um local seguro e acolhedor

gato assustado escondido pinterest

Para evitar o desconforto e agitação do animal durante o momento de chegada e saída de pessoas em sua casa, procure um espaço confortável e mais isolado para que ele se sinta seguro, evitando a ansiedade e fugas. Para que o pet não se sinta deslocado, importante que o espaço escolhido seja familiar e que sua caminha, recipiente de água e alimento estejam lá.

2) Cuidado com a comida dos convidados

leftovers-dog cachorro comida

Embora o clima seja de descontração e animação, lembre seus convidados que compartilhar comida de humanos com o pet pode ter consequências graves. Alguns alimentos são tóxicos para eles, incluindo cebola, uva, alho, álcool, chocolate, abacate, entre outros. Por isso, tome cuidado para que o pet não tenha acesso aos quitutes da festa e, caso isso aconteça, o recomendado é procurar sempre um médico-veterinário. Se sua vontade é integrá-lo às comemorações, a recomendação é oferecer a ele um petisco próprio para pets.

3) Cuidado com o barulho

cachorro medo fogos lifewith dogs

A audição dos animais é mais sensível que a nossa. Por esse motivo, barulhos altos tendem a causar medo e assustá-los. A dica é deixar o pet em um local familiar, com som ambiente como, por exemplo, TV ou rádio ligados em volumes apropriados. Isso reduz o stress e mascara o barulho.

4) Mantenha seu pet longe da sujeira da festa

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É importante prestar atenção a objetos que o pet pode engolir. Copos plásticos, guardanapos e toda a sujeira da festa devem ser sempre jogados no lixo para que não gerem um problema sério caso o animal de estimação venha a engolir algo.

5) A ajuda dos convidados é sempre bem-vinda

gato brinquedo pelucia pixabay

Pedir para que seus convidados ajudem a acalmar o pet ou até mesmo brinquem com ele faz com que o animal se distraia e não se estresse tanto com o evento. Além disso, ele irá se familiarizar mais rapidamente com o ambiente.

6) Fim da festa

cachorro e fogos

Ao terminar a festa certifique-se que o pet está em casa e não escapou durante a despedida dos convidados. A agitação da saída das pessoas pode confundir o pet e, caso ele esteja estressado, ser a oportunidade perfeita para uma possível fuga. Fique sempre atento.

Curtindo com o pet

Se a ideia é oferecer ao pet um agrado diferente para curtir o momento ao lado dele, tem sempre um petisco ideal para cada ocasião. A Mars possui em seu portfólio diversas opções, como os deliciosos petiscos Pedigree Biscrok e Pedigree Marrobone, que podem ser oferecidos ao cão entre as refeições, como forma de carinho e recompensa.

Para contribuir com a saúde oral, o tutor pode oferecer Pedigree Dentastix, que ajuda a reduzir em até 80% a formação do tártaro em cães. E para os felinos, o petisco Dreamies, que os gatos adoram e que possuem menos de 2 calorias por pedacinho. Mas, vale sempre estar atento a tabela nutricional de cada petisco para que o consumo de calorias respeite a necessidade diária do pet evitando, assim, o sobrepeso.

Fonte: Mars