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Alexandre Rossi e Estopinha dão dicas de comportamento animal

Evento gratuito faz parte do Bravecto Day, que acontece no dia 23 de setembro, a partir das 11 horas

Neste domingo, 23 de setembro, a partir das 11 horas, será realizado na Cobasi Tamboré, em Alphaville Industrial, Barueri – SP, o Bravecto Day. Durante o evento, os presentes podem aproveitar gratuitamente um dia inteiro de atrações para a família e seus animais, com barraca de pipoca e algodão doce, fotógrafo e caricaturista.

As 16 horas, Alexandre Rossi e Estopinha promovem gratuitamente uma palestra com dicas sobre comportamento animal, correção de comportamentos inadequados e demonstração de alguns truques. O público ainda terá acesso a informações sobre proteção adequada contra pulgas e carrapatos e poderá tirar algumas de suas dúvidas com o Alexandre, além de conhecer e interagir com a cadelinha Estopinha.

Bravecto Day é resultado da parceria da Cobasi e da empresa MSD Saúde Animal.

alexandre rossi e estopinha

Serviço – Bravecto Day
Realização: Cobasi e MSD Saúde Animal
Local: Cobasi Tamboré Alameda Araguaia
Endereço: Alameda Araguaia, 3023, Alphaville Industrial, Barueri – SP
Data: 23/09
Horário: A partir das 11 horas
Palestra com Alexandre e Estopinha Rossi: 16 horas
Evento gratuito. Classificação livre. Sujeito a lotação do espaço.

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Depois de Nova York, “Bichos do Brasil” retorna a São Paulo

Exposição gratuita é patrocinada pelo Centro Britânico e explora a riqueza da fauna brasileira, explicando sobre animais silvestres conhecidos e desconhecidos em português e inglês

A exposição gratuita Wild Brazil – Bichos do Brasil retorna à cidade de São Paulo, no Centro Britânico Idiomas, no bairro da Pompeia (Rua Caraíbas, 957 – São Paulo – SP). Serão 27 obras, incluindo telas, lenços, bolsas e bloco de construção. A mostra retrata animais da fauna brasileira, como tamanduá bandeira, tatu-bola, anta, peixe-boi, quati, ouriço e paca, entre outros, e tem o patrocínio do Centro Britânico Idiomas. As obras são da artista plástica Walkiria Barone, que representará a riqueza da fauna brasileira com sua arte atraente e colorida, possibilitando ao público conhecer ou relembrar diferentes espécies de animais do Brasil.

A mostra já esteve na cidade de Nova York, tanto na estação de trem da cidade quanto no parque suspenso High Line Park (2014). De volta ao Brasil, serão 27 obras expostas e 11 delas estarão acompanhadas de uma ficha técnica em inglês e português, além de seus nomes científicos para que o público conheça mais sobre as espécies. A exposição ocorre até 11 de outubro, de segunda a quinta-feira, das 8h30 às 20 horas, sexta-feira das 8h às 17 horas e aos sábados das 8h30 às 11h30, comemorando o mês do “Spring Time”, chegada da Primavera do Brasil, a unidade está com agenda de eventos sobre a flora e da fauna brasileira.

A exposição tem um caráter informativo e propõe um diálogo com o público no sentido da conscientização para a preservação das espécies, principalmente aquelas que correm o risco de extinção.  “A ação de incentivo à cultura é parte de nossos valores. A artista leva para outros países um pouco da nossa biodiversidade e, assim, outras pessoas nos conhecem também. Para isso, a artista precisa do segundo idioma para contar histórias tão ricas e só é possível com a língua inglesa”, explica Monique Svolkin, gerente de marketing do Centro Britânico Idiomas.

Bichos Brasil Cidade Universitária CPTM Apoio(8)

Agenda
Exposição gratuita Wild Brazil – Bichos do Brasil
Data: até 11/10
Horários: Segunda a quinta, das 8h30 às 20h | Sexta das 8h às 17h| Sábado das 8h30 às 11h30
Local: Rua Caraíbas, 957 – São Paulo (SP)

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Itens da exposição
A exposição contará com 13 pinturas: Ouriço, Jacaré de Papo Amarelo, Capivara, Preguiça, Lobo Guará, Quati, Tatu Bola, Anta, Peixe Boi, Veado Mateiro, Mico Leão, Tamanduá e Onça Pintada.
Serão 11 pinturas com fichas técnicas: Matamatá, Arraia do Xingu, Galo da Serra, Peixe Serra, Tamanduá, Tatu 15Kg, Preguiça de coleira, Olingo, Lagartinho, Cobra Cega, Caracol. Um bloco de cimento, uma jaqueta de couro, uma sacola do Centro Britânico e vários lenços pintados.

Walkiria Barone

Bichos Brasil (2)
Artista plástica formada pela FAAP, trabalha com arte e educação e tem um trabalho constante de pintura e pesquisa de novos suportes. Realiza exposições desde 1990 e atua em diversas séries/técnicas/temas em vários espaços. A série Bichos do Brasil surgiu em 2010. Na área da educação coordena projetos inovadores na Escola de Artes para crianças e na A Casa Imaginária.

Centro Britânico

Fundada em 1969, o Centro Britânico é uma escola especializada no ensino de idiomas de forma consistente, eficiente e diferenciada, através de constante reciclagem de métodos, treinamento de funcionários e adequação da infraestrutura às exigências do mercado.

Com mais de 45 anos de atuação, o Centro Britânico vem realizando o sonho de seus alunos que é torna-los proficientes em um idioma Os cursos seguem o nivelamento do Quadro Comum Europeu (padrão internacionalmente reconhecido para descrever a proficiência em um idioma), o que garante que o aluno avançado do Centro Britânico seja avançado no mundo todo, produzindo um reflexo direto no índice de aprovação nos exames internacionais: 92%. A instituição é homologada e chancelada por Cambridge Assessment como centro preparatório e aplicador de exames internacionais no Brasil. Desde 2008 atua no sistema de franquias e, atualmente, conta com 30 unidades espalhadas por São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná oferecendo aulas de inglês internacional, espanhol, alemão, italiano, francês e português para estrangeiros.

Por que a perda do animal de estimação pode ser tão difícil de suportar?

Para algumas pessoas, a morte de um animal de estimação pode ser mais difícil do que a perda de um parente. Aqui está o porquê.

Quem disse que os diamantes são o melhor amigo de uma garota nunca possuiu um cachorro ou gato. Se você já perdeu um amado animal de estimação, sabe o quanto esse velho ditado é verdadeiro.

De cães a gatos, de canários a lagartos, nós humanos formamos ligações inquebráveis com nossos amigos peludos, emplumados e escamados. De certa forma, quase todos os pets são animais de terapia. Eles podem não ter certificados ou usar coletes especiais que lhes dão status de assento autorizado em aviões, mas eles melhoram muito nossas vidas de várias maneiras.

Numerosos estudos mostraram evidências de que os animais de estimação não apenas proporcionam companhia e trazem alegria, mas também ajudam as pessoas a se recuperarem ou lidarem melhor com uma ampla gama de problemas de saúde, incluindo doenças cardíacas, câncer e distúrbios mentais.

E quando um animal de estimação morre, pode ser uma experiência emocionalmente devastadora que pode ter um impacto negativo em nossa saúde mental e física.

cachorro foto saudade getty images
Getty Images

Na verdade, o New England Journal of Medicine relata que uma mulher de 61 anos começou a sentir fortes dores no peito após a morte de seu cão. Ela foi internada no pronto-socorro, onde os médicos a diagnosticaram com Cardiomiopatia Takotsubo – também conhecida como “síndrome do coração partido” – uma condição com sintomas que imitam um ataque cardíaco.

Depois de ser tratada com medicamentos, ela finalmente se recuperou, mas a morte de seu Yorkshire Terrier literalmente quebrou seu coração. A perda de um animal de estimação pode ser tão difícil quanto perder uma pessoa – ou, em alguns casos, até pior.

Pesquisadores descobriram que o apoio social é essencial para a recuperação durante o processo de luto. No entanto, enquanto outros são rápidos em ajudar a confortar uma pessoa que está sofrendo com a perda de outra pessoa, a atitude da sociedade em relação à perda de pet é muito diferente.

As pessoas geralmente não recebem apoio suficiente após a morte de um animal de estimação, o que pode aumentar o sofrimento emocional e levar a sentimentos de vergonha e isolamento. Isso pode ser particularmente difícil para as crianças que estão experimentando a perda de um animal de estimação pela primeira vez.

A perda de animais de estimação pode ser especialmente difícil para as crianças

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Leah Carson, agora uma jovem adulta, lembra seu primeiro animal de estimação. Era uma cachorra mix de Golden Retriever chamada Sandy.

“Nós crescemos juntas e ela fez tudo com a nossa família. Lembro-me de brincar na neve, fazer caminhadas e [momentos doces como] Sandy me seguindo até o meu quarto quando cheguei da escola ”, diz Leah.  “Quando eu tinha 11 anos de idade, Sandy teve câncer e nós tivemos que colocá-la para dormir. Eu chorei uma tonelada. Eu estava tão triste e confusa. Foi a primeira vez que perdi alguém que amava. Depois, houve muito silêncio em sua ausência”.

As memórias que Leah tem de Sandy são ao mesmo tempo animadoras e dolorosas, especialmente para aqueles que experimentaram pessoalmente uma perda semelhante em uma idade jovem.

Roxanne Hawn, autora de “Heart Dog: Surviving the Loss of Your Canine Soul Mate” (coração de cachorro: sobrevivendo à perda de sua alma gêmea canina, em tradução livre) entende que as crianças são especialmente vulneráveis ​​a mal-entendidos e luto após a morte de um animal de estimação. Ela aponta que há uma variedade de maneiras pelas quais pais e adultos podem ajudar as crianças durante o processo de luto.

“Eu sugiro participar de projetos memoriais para focar sua dor e a tristeza de seus filhos de maneiras produtivas”, diz ela, acrescentando: “É melhor abraçar a dor por meio da ação do que ignorá-la.”

Roxanne diz que o luto como família pode ajudar as crianças a processar melhor a perda, e sugere atividades nas quais cada membro da família pode participar quando sentir a necessidade.

“Peça a todos que escrevam quantas lembranças felizes puderem em pedaços coloridos de papel e coloquem todos esses bons pensamentos em uma tigela bonita”, diz ela, oferecendo um exemplo. “Sempre que alguém experimentar um surto de pesar, pode pegar um desses pedaços de papel e, pelo menos por um instante, lembrar de um momento mais feliz. As crianças que ainda não sabem escrever ou soletrar podem contribuir com desenhos de seus animais de estimação. ”

Ela também sugere permitir que as crianças mantenham alguma lembrança de um animal de estimação com elas, como uma coleira ou um brinquedo favorito – especialmente durante os dias imediatamente após a perda -, pois isso pode ajudar.

A idade não facilita

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Com uma vida inteira de experiências, os idosos podem parecer estar melhor equipados para lidar com a perda de um animal de estimação, mas o oposto geralmente é verdadeiro.

“Perder um animal de estimação é extremamente difícil para os idosos. É mais do que o sofrimento normal ”, diz Lisa Frankel, PhD, psicoterapeuta de Los Angeles. “Os idosos já lidaram com tantas perdas: amigos, família, estrutura de vida, esperança, contato físico, comunidade”.

Ela acrescenta: “Animais de estimação, especialmente cães, dão a eles um propósito, companheirismo, uma razão para se exercitar e socializar. Quando um cachorro morre, tudo isso se vai”.

Na prática, Lisa trabalha com muitos pacientes que estão sofrendo de profunda tristeza pela perda de um animal de estimação. Ela aponta como sentimentos de culpa e vergonha muitas vezes podem complicar o processo de luto. Ela cita exemplos de pessoas que perderam seu animal de estimação quando atacaram coiotes ou porque foram atropelados por um carro, elas dizem que sentem que poderiam ter feito mais para salvar seu animal de estimação. Além disso, ela aponta outros que tomaram a difícil decisão de sacrificar o animal de estimação e que são assombrados pela decisão.

Ela insiste que as pessoas que perderam um animal de estimação nessas circunstâncias sejam compassivas e perdoem a si mesmas, além de passar tempo com outras pessoas que entendam seus sentimentos. Ela também sugere organizações como grupos de apoio a luto de animais de estimação, o que pode ser um grande conforto para alguns.

“A terapia individual pode ser útil também”, diz Lisa. “Muitas pessoas têm dificuldade em se abrir em grupos e se saem melhor com o aconselhamento individual. Se a terapia desencadear outras perdas ou traumas, essas perdas também podem ter que ser analisadas. O sofrimento que é realmente debilitante ou dura excepcionalmente por muito tempo pode ser complicado pela associação a outras perdas e traumas. A terapia individual pode ser realmente importante para entender essa conexão e trabalhar com ela.”

Como lidar

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Ilustração: LoveThisPic

Embora nenhuma abordagem ao enfrentamento funcione para todas as pessoas que perderam um animal de estimação, há muitas opções e recursos disponíveis para ajudar.

Além das sugestões oferecidas por Lisa, ela também recomenda dois livros, “How to ROAR: Pet Loss Grief Recovery” (como rugir: a recuperação do sofrimento da perda do animal de estimação) de Robin Jean Brown, e “The Loss of a Pet: A Guide to Coping with the Grieving Process When a Pet Dies” (a perda de um animal de estimação: um guia para lidar com o processo de luto quando um animal de estimação morre”) por Wallace Sife, fundador da Association for Pet Loss and Bereavement. Nenhum deles publicado no Brasil.

O blog Pet Loss Help publicou uma extensa lista de recursos de luto que inclui várias linhas diretas de suporte para perda de animais de estimação e informações sobre grupos de apoio em diferentes estados nos Estados Unidos, além de recursos online adicionais.

Você deveria adotar outro animal de estimação?

abrigo animais
Foto: Hamia

Nunca haverá outro animal de estimação como o que você perdeu, e o pensamento de adotar outro pode parecer desleal, mas não é. Animais de estimação enriquecem nossas vidas e nós, por outro lado, enriquecemos às deles.

Há muito a ganhar permitindo-se amar novamente e os tutores de animais de estimação têm muito amor para dar. Adotar um novo animal de estimação pode ser exatamente o que o médico pediu para ajudar a consertar um coração partido.

Fonte: HealthLine

Dicas para viajar com seu pet sem estresse

Este mês temos o Sete de Setembro e o começo da primavera. A temperatura aumenta e logo surge a vontade de organizar uma viagem para a família toda sair de casa e curtir os dias de sol e os feriados que ainda temos até o ano acabar.

Embora o planejamento seja uma delícia, é essencial que algumas preocupações não sejam deixadas de lado, a fim de evitar qualquer imprevisto e acidentes. E esses cuidados devem ser redobrados se o seu animalzinho de estimação estiver nos planos de viagem, pois existem várias decisões e medidas a serem tomadas para garantir total conforto e o mínimo estresse ao seu amiguinho.

No intuito de te ajudar nessa tarefa, o médico veterinário da marca Max, Marcello Machado, listou alguns cuidados essenciais antes de cair na estrada. Confira:

Transporte de pets

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O primeiro passo para planejar sua viagem com seu melhor amigo, é pensar em qual tipo de transporte irá usar e o que deve fazer para incluir animalzinho nessa viagem.

Para viajar de carro com seus pets, faça uma espécie de treinamento, acostumando os bichinhos a andarem de carro. Algumas lições básicas de adestramento também podem ajudar a manter seu fofuxo tranquilo durante a viagem e distraí-lo. Além disso, com algumas técnicas poderá respeitar o local designado a ele e pedir para sair para um passeio em caso de necessidade.

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Não se esqueça de levar os brinquedos que ele mais gosta e, principalmente, da segurança: cães devem usar cintos de segurança e os gatinhos precisam ser transportados em caixas apropriadas.

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Cachorros grandes podem viajar no porta-malas, desde que tenham rede de proteção. Jamais deixe-o sem esses cuidados. Além de você receber uma multa, o seu cão ainda corre perigo.

Hospedagem

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Busque um hotel ‘pet friendly’, ou seja, onde é permitida a entrada de animais de estimação. É importante entrar em contato antes para saber quais são as exigências, como, por exemplo, os atestados de vacinação e tratamentos contra pulgas e carrapatos.

Vacinação

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Foto: Cityofchicago

Fique atento à carteirinha de vacinação do seu bichinho. Todas as doses devem estar em dia para que ele não corra riscos. É importante também buscar contatos de veterinários que atendam no lugar onde irá, assim, estará preparado caso ocorra algum imprevisto.

Não esqueça de levar o atestado de vacinação, os remédios que ele costuma tomar e os medicamentos para casos de emergência.

Alimentação e água

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Planeje paradas a cada duas ou três horas e tenha bastante água. Afinal, os cães sofrem mais com o calor do que nós e precisam ficar hidratados. Leve também uma quantidade suficiente da ração que ele está acostumado a comer para os dias que ficarão longe de casa.

Seguindo estas dicas, o sucesso da sua viagem será garantido. Agora é só aproveitar e tirar várias fotos com o seu amigão.

Fonte: Total Alimentos

Raiva: o que é e como prevenir

Especialistas explicam como evitar a doença que pode comprometer o Sistema Nervoso Central (SNC)

Muito se fala sobre a raiva, uma doença grave que pode comprometer o Sistema Nervoso Central (SNC), mas dificilmente encontramos pessoas que realmente sabem como ela é transmitida, quais são seus sintomas e como prevenir.

Transmitida por meio da saliva de animais infectados, que pode entrar em nosso corpo por meio de uma mordida ou até mesmo após lambedura de uma lesão já existente na pele, o vírus pode viajar até o cérebro humano, causando inchaço ou inflamação.

“O tempo entre a transmissão e o aparecimento da infecção pela raiva é de, em média, 45 dias. os principais sintomas são febre, babar em excesso, dor ou sensibilidade exagerada no local da mordida, excitabilidade, perda de sensibilidade ou força em uma área do corpo, espasmos musculares, agitação, ansiedade, dificuldade de engolir e até mesmo convulsões”, explica Marianna Lago, infectologista do Docway.

Segundo a especialista, caso uma pessoa seja mordida por um animal desconhecido é importante manter a calma e obter o máximo de informações sobre ele. Isso vai facilitar muito o tratamento. A ferida deve ser limpa com sabão e água e um médico deve ser procurado para que sejam realizadas as medidas necessárias. “Se houver risco de raiva, o paciente receberá uma série de vacinas preventivas”, explica a especialista.

As vacinas são aplicadas, geralmente, em cinco doses durante 28 dias. A maioria dos pacientes também recebe um tratamento chamado imunoglobulina humana para raiva (HRIG). “Ele é administrado no dia do acidente, se a probabilidade do animal apresentar raiva for muito alta”, detalha Marianna.

Mesmo não existindo um tratamento efetivo conhecido para raiva, a vacina antirrábica ainda é a melhor maneira de se prevenir o contágio. “E mesmo nessa situação delicada, se possível, entre em contato com o controle de animais para que aquele animal seja capturado de forma segura e caso haja suspeita de raiva, ele possa ficar em observação e receber o tratamento adequado”, aconselha.

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Pixabay

Os animais e a raiva

Quanto aos animais que transmitem a doença, Jueli Berger, veterinária da EsalPet, explica que qualquer mamífero pode ser infectado pela raiva, que afeta o sistema nervoso central e pode levar o animal a óbito em apenas alguns dias após a contaminação. Mas os principais transmissores são animais silvestres como morcegos, gambás e macacos, além de cães, gatos, bovinos, suínos, caprinos, ovinos e equídeos.

Segundo Jueli, nos animais a doença tem um período de incubação que pode variar de 15 dias a dois meses e pode se manifestar de duas formar: a furiosa e a muda. “A furiosa, que é a mais comum, apresenta três fases de sintomas”, detalha a especialista. Na primeira, que costuma durar cerca de três dias, o animal contaminado apresenta mudança de comportamento, esconde-se em locais escuros, não obedece e tem momentos de agitação.

Na segunda fase, o pet começa a se mostrar extremamente agressivo, mordendo e atacando, e sendo comum, inclusive, a automutilação, além de apresentar salivação intensa e latido rouco devido à paralisia dos músculos de deglutição e das cordas vocais causados pela doença. Na fase final, o animal tem convulsões generalizadas, falta de coordenação motora e paralisia do tronco e membros que geralmente após 48 horas evolui para óbito.

cachorro lindo

Já na forma muda, o animal se torna melancólico e calmo demais, esconde-se em locais escuros, não come, não late, não responde aos chamados do dono e, também, apresenta paralisia gradativa dos músculos. “A melhor maneira de prevenção é a imunização adequada. Animais domésticos devem receber uma dose anual da vacina, para que não corram riscos”, completa a veterinária.

 

Aprenda a fazer bolo de aniversário para cães e gatos

A Petz criou duas receitas especiais para os peludos se divertirem nas festas sem prejudicar a saúde

A Petz faz 16 anos e para comemorar criou duas receitas simples e práticas de bolo para cães e gatos, que podem ser feitas também nas festas de aniversário deles. Todos os ingredientes utilizados são exclusivos para dos bichinhos de estimação. A quantidade recomendada é de 2 gramas do bolo por quilo do pet, caso as demais refeições do dia terem ocorrido normalmente.

Porém, se o bolo for substituir uma refeição, a porção deve ser equivalente à quantidade habitual de ração. A rede de pet shop também lançou um vídeo que mostra como preparar o quitute.

“Festinha de aniversário para os pets promove uma interação muito positiva entre os bichinhos de estimação. O ideal é deixar que os ‘cãonvidados’ tenham toda a liberdade possível para brincar uns com os outros e aproveitar o momento de socialização”, afirma a veterinária Karina Mussolino, gerente de clínicas da Petz.

“É importante consultar o veterinário para entender se não há nenhum tipo de restrição na dieta dos pets. Caso contrário, só precisa ficar atento para não deixá-los exagerar no bolo e nos petiscos”, completa.

Receita de bolo para cães (assista ao vídeo aqui)Petz bolo cachorro 2

Ingredientes
Ração úmida
Ração úmida de frango
Chocolate para cachorro
Biscoito pequeno em forma de osso para decoração
Biscoito pequeno em forma de osso para colocar ao redor

Modo de preparo
– Misture 360 g de ração úmida com 30 ml de água morna.
– Coloque 195g de patê de frango para cães em uma forma circular sem fundo e leve à geladeira por 1h.
– Derreta 225g de chocolate para cachorro no micro-ondas.
– Tire o patê de frango da geladeira. Tire da forma e decore em volta com biscoitos caninos. Use o chocolate derretido como se fosse cola. Depois cubra com restante do chocolate.
– Termine de decorar com biscoitos caninos menores.

Receita de bolo para gatos (assista ao vídeo aqui)

Petz bolo gato 1

Ingredientes
Ração úmida patê de frango
Ração úmida

Modo de preparo
– Misture 290 g de ração úmida com 30 ml de água.
– Coloque metade da mistura numa travessa redonda. Cubra com 70g de ração úmida de peito de frango. Depois, cubra tudo com a outra metade de ração. O resultado final é parecido com um biscoito recheado.
– Leve à geladeira por 1h30
– Use mais 70 g de ração úmida dentro uma forminha e ponha sobre papel manteiga. Leve à geladeira por 1h30.
– Depois de 1h30, desenforme o bolo e ponha em um prato. Cubra com mais 70g de ração úmida sabor peito de frango.
– Tire a ração úmida da forminha e ponha por cima de tudo.

Fonte: Petz

Inauguração da Petz em Campo Grande terá festa e palestra de Alexandre Rossi

Festa de inauguração da rede de pet shop em Campo Grande será neste domingo, dia 2 de setembro, das 13 às 17 horas

Para comemorar a abertura de sua primeira loja em Campo Grande, a Petz vai promover neste domingo, 2 de setembro, uma festa com várias atrações gratuitas para o público e seus bichinhos de estimação.

As atrações começam às 13 horas, com workshop sobre como montar uma horta caseira, apresentado pelo gerente comercial de garden da Petz, Márcio Alexandre, conhecido como Dr. Planta. Em seguida, às 14 horas, uma ‘aula’ de tosa e banho, com o groomer premiado e gerente de estética da Petz, William Galharde.

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E das 15 às 17 horas, o especialista em comportamento animal Alexandre Rossi dará uma palestra e participará com sua mascote Estopinha de sessão de fotos. Além disso, durante toda a festa haverá “welcome drink” e distribuição de brindes.

Nova loja

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Com um investimento de R$ 5 milhões e 900 metros quadrados de área construída, a nova unidade fica na Avenida Afonso Pena. Oferece clínica veterinária completa para atender desde cães e gatos a roedores, peixes e aves, centro de estética, setor de filhotes, jardinagem e um mix variado de mais de 20 mil itens nacionais e importados, tudo para o bem-estar e qualidade de vida do pet em um só lugar.

Evento de inauguração
Data: 2/9
Horário: das 13h às 17h
Endereço: Av. Afonso Pena, 5.420, Chácara Cachoeira
Telefone: (67) 3222-6097
Estacionamento: gratuito, com 55 vagas de carros, 8 vagas de motos e bicicletário
Programação:
Das 13h às 14h: workshop como montar uma horta caseira com o Dr. Planta
Das 14h às 15h: dicas de tosa com William Galharde
Das 15h às 17h: palestra com Alexandre Rossi e sessão de fotos com Estopinha

Você gosta de ouvir Bach? Os porcos também

Música diminuiu brigas entre os suínos em experimento; animais também consumiram menos ração mantendo ganho de peso normal
Por Ane Cristina – Editorias: Ciências Agrárias, Ciências Biológicas
porcos FotoHeribert Duling via Wikimedia Commons
A música foi escolhida com base em referencial teórico, o que era necessário por ser validação de um novo método – Foto:Heribert Duling via Wikimedia Commons / CC BY-SA 3.0 de

Suínos tiveram uma melhoria em seu bem-estar, algumas mudanças de comportamento e até apresentaram alterações alimentares ao ouvir música clássica. Esses foram os resultados da tese de doutorado Enriquecimento sensorial do ambiente buscando o bem-estar de suínos, realizada por Érica Harue Ito, com orientação de Késia Oliveira da Silva Miranda, na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba.

Segundo a zootecnista, houve uma diminuição dos comportamentos agonísticos (brigas e perseguições) e um aumento nos comportamentos lúdicos (brincadeiras e interações entre eles) nos animais que ouviram o prelúdio da Suíte nº1 em Sol Maior para Violoncelo (BWV 1007), composta pelo alemão Johann Sebastian Bach (1685-1750). Você pode ouvir a versão tocada para os porquinhos clicando aqui.

Outro fator observado pela pesquisadora foi o consumo de ração e ganho de peso. Érica diz que ficou surpresa em perceber que os porcos que ouviram música tiveram o mesmo ganho de peso consumindo uma quantidade menor de ração. Ela ressalta a importância dessa descoberta para o produtor de suínos: “50% do custo da produção de suínos é a ração. A melhora de 1% disso faz uma diferença muito grande para produtores de animais, que ganham em centavos.”

50% do custo da produção de suínos é a ração. A melhora de 1% disso faz uma diferença muito grande para produtores de animais, que ganham em centavos.

O estudo buscou validar o uso em campo aberto do método conhecido como enriquecimento sonoro. Em ambiente fechado, essa técnica já é melhor pesquisada e oferece a possibilidade de controlar fatores como temperatura e umidade. Em um campo aberto, esses fatores podem apenas ser monitorados. A música foi escolhida com base em referencial teórico, o que era necessário por ser validação de um novo método. “Como eu estava validando uma metodologia em instalações abertas, eu tinha que seguir alguma coisa que já existia na literatura. Pesquisei sobre rock, pagode, mas não encontrei nada. Por mim, eu colocaria”, comenta a pesquisadora.

A pesquisa foi feita com os porcos divididos em duas baias, que ficavam lado a lado, separadas por uma parede. A baia tratamento ouvia música, enquanto a baia controle não. A intensidade e a frequência do som foram monitoradas e a temperatura dos animais também, para garantir que não estavam com nenhuma doença. Os suínos ouviram a música durante um mês e a pesquisadora coletava dados a cada hora.

Segundo a zootecnista, para entender o mecanismo que levou a música a influenciar no consumo de ração e consequente ganho de peso dos animais, seria necessária uma pesquisa multidisciplinar, com psicólogos e neurocientistas. “Nós sabemos como é que a música influencia os seres humanos. Mas como influencia os animais? Será que ativa as mesmas regiões cerebrais que ativa em nós? Não há pesquisas sobre isso.”

porcos_suinos FotoAlexas_FotosCC0 Creative Commons via Flickr
Porcos que ouviram música tiveram o mesmo ganho de peso consumindo uma quantidade menor de ração. Essa é uma importante descoberta para os produtores de suínos – Foto: Alexas_Fotos/CC0 Creative Commons via Flickr

Érica comenta que o estudo é apenas parte de um quebra-cabeça, pois além de faltar entender como a música afeta os animais, há também a possibilidade de se testar outros gêneros musicais e avaliar se possuem o mesmo efeito. Ela pretende continuar pesquisando, mas ressalta que provavelmente será mais difícil agora, por ser bolsista da Capes (Conselho Superior da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), que, no início deste mês anunciou uma possível suspensão no pagamento de bolsas e a interrupção de programas de fomento à pós-graduação no País. “É um pouco difícil, ainda mais agora, com os problemas de bolsa e financiamento. Então os recursos vão ser prioritários para a área de saúde, para o que é ‘considerado importante’. Eu sei que vai ficar mais difícil agora, mas o intuito é continuar”, avalia a pesquisadora.

A aplicação direta da pesquisa seria para os produtores de animais, que podem utilizar a música, um recurso barato, ao qual todo mundo tem acesso, e se mostrou eficiente. Para além disso, fica a reflexão para a sociedade: “É muito fácil alguém que é leigo no assunto ter um cachorro ou um gato de estimação e entender que aquele animal sofre, sente fome, precisa de carinho e tem sentimentos. Mas é muito difícil ainda, para a grande maioria das pessoas, entender que a vaca que dá leite, o porco que dá carne, a galinha que dá ovo, também têm esses mesmos sentimentos”, afirma Érica. Sendo assim, nada mais justo do que buscar situações que proporcionem aos bichos viverem, se reproduzirem e crescerem de maneira agradável e de forma ética.

Você pode ter acesso à versão simplificada da tese Enriquecimento sensorial do ambiente buscando o bem-estar de suínos clicando aqui.

Mais informações: e-mail ericaito@usp.br com Érica Harue Ito

Fonte: Jornal da USP

 

Ampara Animal faz campanha para castrar 700 animais por mês

Você sabia que em nosso país temos mais de 30 milhões de animais abandonados – 9 milhões deles só na cidade de São Paulo? As ONGs estão superlotadas e sem condições de dar o tratamento adequado aos cães e gatos resgatados diariamente.

Faltam recursos e projetos com preços populares para mudar essa triste realidade. Foi então que, para reverter essa situação e controlar a superpopulação de cães e gatos, a Ampara Animal e a Dadivar se uniram.

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A campanha se chama #auaumiau, vai durar 60 dias e tem o objetivo de captar recursos para castrar cães e gatos no CCPA (Centro de Controle Populacional Animal), construído, mantido e gerenciado pela Ampara Animal. O objetivo é castrar 700 animais por mês com profissionais qualificados, atendendo quem mais precisa.

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Para participar, é muito simples: clique aqui e doe qualquer valor a partir de R$ 10,00. Além de contribuir com os animais, você estará concorrendo a uma visita ao CCPA ao lado da madrinha da campanha, a atriz Thaila Ayala. Quem contribuir com R$ 100,00 ou mais receberá como agradecimento uma ecobag personalizada. “Participe, doe, ampare!”

Fonte: Ampara Animal

Pets não são os maiores vilões das rinites, mas levam a fama

Médica do Hospital IPO explica como isso ocorre e dá dicas de como conviver com os animais e prevenir as alergias

Os animais de estimação ganham cada vez mais espaço na vida dos brasileiros, tanto que já ultrapassaram a casa dos 52 milhões — segundo dados do IBGE– número que deixa o Brasil na quarta população mundial de pets, mas o que acontece quando seu animalzinho parece te fazer mal?

Espirar, sentir coceira no nariz e nos olhos são alguns dos incômodos mais comuns. “O importante é manter a calma e buscar um especialista para fazer os exames possíveis para poder fazer um diagnóstico correto”, orienta Renata Becker, otorrino do Centro de Rinites e Alergias do Hospital IPO.

Segundo a especialista, o número de pessoas que são alérgicas aos animais é menor do que se pensa. “Há diversos exames que podemos fazer quando detectamos que a rinite é provocada por animal, temos como opção fazer um tratamento com base em vacina, mas grande parte dos casos a rinite é provocada por ácaro. Acontece que a descamação da pele dos animais favorece a proliferação de ácaros, então os animais, muitas das vezes agem como catalizadores nesse processo”, frisa.

A médica preparou uma lista para que os amantes dos animais de estimação possam prevenir as alergias:

gato e cachorros na cama

1 – evite a entrada do pet nos quartos;

gato-no-sofa

2 – evite a permanência do pet em áreas de permanência, como o sofá;

lavando --mãos

3 – depois de brincar com o pet, troque de roupa, lave bem as mãos, os olhos e o nariz com soro fisiológico para evitar o contato do alergeno com a mucosa;

mulher domindo cama sono c_scott pixabay
Foto: C_Scott/Pìxabay

4 – depois do banho, antes de ir para a cama, não brinque com o animal, principalmente se já estiver vestido para dormir;

cachorro banho pethealthzone
Foto: Pethealthzone

5 – verificar a indicação de banhos nos animais com o veterinário e segui-las à risca;

medico mulher teste pulmão

6 – busque auxílio de um otorrino para fazer o diagnóstico correto da rinite, para que, desta forma, se possa realizar os tratamentos necessários para ter um tratamento adequado.

Fonte: Hospital IPO