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Verão é a época perfeita para o aumento de parasitas; saiba como proteger o pet

Estamos no verão, estação marcada por dias de muito sol, temperaturas mais altas, chuvas fortes e um ambiente perfeito para parasitas. Pulgas, carrapatos e mosquitos adoram esse clima e, por isso, os cuidados com os pets devem ser redobrados.

Pulgas e carrapatos podem sobreviver em um ambiente por diversos meses em fases imaturas e é justamente durante períodos mais quentes e úmidos que concluem seu ciclo e tornam-se adultos, assumindo a forma encontrada nos pets. E é no verão que animais de estimação ficam mais vulneráveis e infestações acontecem com mais frequência, seja por conta de ambientes infectados ou transmissão de um animal para outro durante passeios, que também ficam mais frequentes.

Parasitas provocam coceiras, alergias e transmitem doenças graves. A melhor maneira de combatê-los é a prevenção. Para ajudar os tutores a manterem os parasitas longe de casa, confira algumas recomendações da Comac (Comissão de Animais de Companhia do Sindan – Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal):

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=Mantenha a higiene do pet em dia com banhos e tosas regulares e utilização de produtos recomendados para prevenção e controle de parasitas no ambiente que ele vive;

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=Consulte o veterinário assim que perceber algo fora do normal. Quanto antes a presença de parasitas for detectada, mais fácil e rápido será se livrar deles.

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=Após os passeios, reforce a procura por parasitas e fique de olho no comportamento do seu pet nos dias seguintes. Pulgas saltam altas distâncias e podem, facilmente, ir de um pet a outro.

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=Use somente produtos adequados para a proteção de cães ou gatos contra os parasitas e indicados pelo veterinário. A eliminação ainda na fase imatura das pulgas reduz a infestação ambiental.

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=Gatos também têm problemas com parasitas, merecem atenção especial e medicamentos que os protejam de infestações, principalmente por pulgas.

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=Cheque as dobrinhas e os pelos do pet. Carrapatos podem se esconder debaixo da pelagem ou em locais menos expostos, como entre os dedos ou dentro das orelhas;

Proteger o pet contribui para a não proliferação de parasitas e, assim, preserva a família e outros animais de estimação com os quais convivem. A prevenção é sempre a melhor opção e na dúvida, pergunte ao veterinário.

Fonte: Comac

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AACD entrega mais um cão para auxiliar pessoas com deficiência

Projeto em parceria com o Governo do Estado treina cães que auxiliam questões específicas de cada paciente

Na última segunda-feira (8), a AACD – Associação de Assistência à Criança Deficiente – entregou mais um cachorro do projeto Genocão, que tem financiamento do FID (Fundo de Interesses Difusos), gerido pela Secretaria Estadual da Justiça e da Defesa da Cidadania. O projeto é coordenado pela geneticista Mayana Zatz, conselheira da AACD. O programa tem como objetivo desenvolver um trabalho para treinar cachorros para exercer a função de cão-assistência às pessoas com deficiência.

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A entrega ocorreu na Unidade Lar Escola, com presença do secretário adjunto da Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania, Luiz Souto Madureira, do Superintendente Geral da AACD, Valdesir Galvan, e de outros representantes da diretoria da Instituição. Esteve presente também o adestrador do animal, Leonardo Toshimitsu Gravina Ogata, responsável por treinar o cão da raça Golden Retriever.

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Batizado de Camaro, o animal auxiliará o pequeno Heitor Silva Chicrala, de 9 anos, diagnosticado com uma doença degenerativa que prejudica seus movimentos, elevando o risco de quedas. Segundo o adestrador, o cão foi treinado justamente para evitar esse tipo de acidente, auxiliando o menino a se levantar ou ter mais equilíbrio.

A interação entre pessoas com deficiência e cachorros já é conhecida. São comuns os cães-guias para cegos e até a visita de cachorros para alegrar os pacientes. Agora, a AACD faz um trabalho específico para a pessoa com limitações motoras. Os cães que são treinados precisam ser seguros, confiantes e terem certa sensibilidade ao toque e barulho.

Após serem identificados com esses aspectos, inicia-se a fase de socialização e educação do cachorro, que leva em média um ano para se concretizar e mais seis meses de treinamento para então aprenderem os comandos de obediência e fazerem alguns treinos específicos.

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Em fevereiro de 2017, foi entregue o primeiro cão do programa. Batizado de Paçoca, o animal, uma fêmea da raça golden retriever, de dois anos de idade, foi doado ao paratleta Lucas França Couto Junqueira, da Seleção Brasileira Paralímpica de Rugby Masculino, que sofreu um acidente de mergulho na praia de Ponta Negra – RN, em janeiro de 2009, e ficou tetraplégico.

Fonte: AACD

Férias com o pet? Saiba o que fazer com seu animal de estimação

Conheça dicas e cuidados importantes para quem quer levar seu pet junto ou deixá-lo na cidade

As férias chegaram e, além de organizar a viagem, é preciso decidir o que fazer com os pets. Dá para levá-los? Ou é melhor deixá-lo sob cuidados de outras pessoas? É importante que os tutores tenham consciência que é necessário se programar e pensar se o pet será parte dos planos ou não. Nada de deixar seu cão ou seu gato para trás.

Inclusive, uma pesquisa inédita realizada no Brasil pelo Ibope e o Centro de Nutrição e Bem-Estar Animal Waltham revelou que o fato de não ter com quem deixar o pet ao viajar é uma das principais justificativas apontadas para uma pessoa não ter um animal de estimação. Mesmo assim, o número de animais abandonados no Brasil é alto, cerca de 30 milhões segundo a OMS, e tende a aumentar no período de férias.

Prova disso, é o índice de abandono que cresce em torno de 30% entre dezembro e fevereiro, segundo dados das ONGs que fazem parte do Programa Pedigree Adotar é Tudo de Bom. As ONGs, que chegam a ficar no limite da capacidade, recebem cerca de 30 pedidos a mais de resgate por mês, enquanto normalmente, em média, costumam receber 15 chamados.

Por isso, é fundamental analisar os prós e os contras de levar o animal junto na viagem. Pense bem no destino, no meio de transporte, nas atividades e na duração da viagem. Para ajudar, algumas dicas para quem pretende viajar com seu pet:

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Foto: Alvimann/MorgueFile

· Levar gatos e cães à praia exige cuidados especiais com alguns tipos de parasitas. Informe-se previamente com o médico-veterinário de sua confiança e lembre-se que em muitas praias a permanência de animais de estimação é proibida.

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Pixabay

· Fique atento ao piso quente que pode queimar as patas e causar sofrimento aos animais. Também atente ao calor que ele sente quando exposto ao sol, principalmente os gatos e cães de pelos longos. Os animais também sofrem com o sol forte.

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Foto: FoodfurLife

· Mantenha sempre água limpa e fresca à disposição.

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· Se a viagem for de carro, passeie com o animal antes de ele entrar no veículo para que ele faça suas necessidades. O ideal é acostumar o animal com o movimento antes de iniciar o percurso. Não é indicado que o animal seja alimentado antes das viagens e durante o trajeto, já que eles podem ficar enjoados. Nunca deixe o pet solto dentro do carro. O recomendado é utilizar caixa de transporte adequada ou, para cães, cinto de segurança próprio. Não permita que o animal coloque a cabeça para fora da janela, pois isso pode causar otite ou machucados em caso de impacto com insetos ou pedras.

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· Importante que se altere o mínimo possível a rotina do animal (horários de alimentação, passeios e brincadeiras por exemplo).

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· Vale lembrar que o pet deve estar devidamente identificado com plaquinha na coleira ou microchip, além de estar em dia com vermifugação, vacinações, anti-pulgas/carrapatos.

Se a opção for por deixar o animal de estimação em casa, também é necessário uma série de cuidados essenciais como:

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Petstyle

· Não deixar o animal sozinho durante o período em que estiver ausente.               Disponibilizar alimento e água não garantirá que ele estará bem durante a ausência dos tutores. O simples fato de ele estar sozinho em casa já gera um grande estresse para o animal, que sentirá falta da rotina da família, da presença física das pessoas, das brincadeiras e carinho.

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· O recomendado é buscar um serviço profissional especializado, dentre eles hoteizinhos que estejam prontos para recebê-lo ou, então, pet-sitters que visitem a residência diariamente e amenizem a ausência da família, além de zelar pelos cuidados de saúde e bem-estar do animal.

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· Importante que seja realizada uma pesquisa criteriosa e uma visita no local (no caso de hotéis), além de um período de adaptação com o animal antes de ele ficar sob os cuidados profissionais contratados.

Fonte: Pedigree

 

Lansay lança linha Pet para viagens aéreas ou passeios do dia a dia

Desenvolvidos para segurança e o bem-estar dos bichinhos de estimação no transporte do dia a dia ou em viagens aéreas, os produtos contam com um ano de garantia e o mesmo acabamento das malas da marca

Pets já fazem parte da família e não precisam ficar de fora das viagens de fim de ano. Com regras rígidas para o conforto e segurança dos animais de estimação, as companhias áreas permitem que cães e gatos viajem na cabine junto com os tutores. Para isso, basta que estejam bem acomodados em uma sacola ou bolsa Pet da Lansay, que seguem todas as recomendações das companhias aéreas.

Confeccionadas em poliéster e tela emborrachada, a bolsa Pet possui ampla abertura para que os bichinhos possam ficar em pé durante o traslado. Já a sacola, é ideal para um passeio ou uma visita de rotina ao veterinário. O fundo é reforçado com uma placa rígida de PVC para que fique firme durante o transporte.

Os produtos são laváveis, contam com bolso para guardar a documentação exigida para a viagem e porta cartão de identificação, que permite colocar foto e endereço dos pets. A Lansay é especializada em malas e mochilas e, por isso, o acabamento e materiais utilizados para as bolsas e sacolas pet contam com a mesma qualidade de confecção. A garantia dos produtos segue o padrão da marca, um ano contra defeitos de fabricação.

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A bolsa e a sacola Pet Lansay podem ser encontradas na loja da marca na Vila Leopoldina. E antes de embarcar com seu animal de estimação, visite um veterinário e se atente as diferentes regras de cada companhia.

Lansay – Rua Major Paladino, 205 – Vila Leopoldina (próximo a estação da CPTM – Imperatriz Leopoldina). Horário de funcionamento: segunda a sexta 9h00 às 17h30 e aos sábados 9h às 13h

 

Riviera dos Cães: creche e hotel para cachorros

A Riviera dos Cães, localizada na zona oeste de São Paulo, é reconhecida pelos tutores como o paraíso dos pets. Os cães podem frequentar diariamente a creche e também pernoitar no hotelzinho, sempre com acompanhamento veterinário.

O espaço oferece uma ampla estrutura de dois andares, com capacidade de divisão em cinco áreas independentes, todas separadas por rampas e grades. A área interna do local comporta sala de banho seco e molhado, sala de alimentação com baias individuais, corredor de segurança, onde são guardados os pertences dos pets, como coleiras, alimentos, roupinhas, etc. e um amplo salão interno, onde os cães podem brincar em dias de chuva, descansar e relaxar após o almoço com cromoterapia e dormir acompanhados de seus amigos.

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Segundo a proprietária da Riviera, a veterinária Flavia Engles, o local foi construído especificamente para esta finalidade. “Em vez de uma casa adaptada, tudo foi minuciosamente planejado, sendo este um grande diferencial. Todas as tomadas elétricas foram estrategicamente posicionadas em altura acima do convencional.

O local não possui nenhuma escada, apenas rampas para fácil acessibilidade e conforto dos cães. Os ambientes foram estruturados para possibilitar uma adequada e constante higienização. A área ao ar livre foi priorizada para que os cães, acostumados ao confinamento de um apartamento, possam desfrutar de muito sol, sombra e água fresca”, explica.

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Há também ambientes com diferentes tipos de pisos para aguçar o sensorial dos animais e uma “prainha” adaptada, com 10 cm de água, para que eles se refresquem nos dias mais quentes. Algumas datas comemorativas, como Páscoa, Natal e Carnaval são sempre festejadas com brincadeiras e petiscos diferentes.

As atividades diárias, divididas entre brincadeiras de alta intensidade, adestramento básico e jogos de enriquecimento cognitivo, começam às 7h e terminam às 17h com um caprichado banho a seco. Cada cão possui seu kit individual de higiene, composto de toalhas, rasqueadeira, escova de dentes e pente.

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Para frequentar o local são realizados exames admissionais, onde os profissionais da Riviera verificam se as vacinas e o antipulga dos cães estão em dia, se eles foram vermifugados e se o exame Elisa para giárdia foi realizado.

“Não são aceitos cães adoentados, idosos ou agressivos, fêmeas no período do cio e machos não castrados, com o objetivo de manter a segurança da matilha. Antes da socialização, os cachorros passam por um período de adaptação que varia de um a três dias. A adaptação serve para preparar os cães para a separação provisória entre eles e seus tutores. Com ela, eles associam que seus tutores voltarão para pegá-los”, destaca Flávia.

Somente cães matriculados na creche podem utilizar os serviços de acompanhamento veterinário do local, para que não haja transmissão de doenças infectocontagiosas provenientes de cães que não passaram pelo rigoroso processo de admissão.

Riviera dos Cães – Rua Brentano, 321, Vila Leopoldina.

Informações e agendamento de visitas -Tels.: (11) 3641-9521 ou (11) 94365-4321

“Segunda Sem Carne” em estabelecimentos dentro de órgãos públicos em SP

No dia 27 de dezembro foi aprovado na Alesp (Assembleia Legislativa de SP), o PL 87/2016, do deputado estadual Feliciano Filho (PSC), que institui a “Segunda Sem Carne” em restaurantes, lanchonetes, bares, escolas, refeitórios e estabelecimentos similares que exerçam suas atividades nos órgãos públicos do Estado de São Paulo. Se sancionada pelo governador, a Lei da Segunda Sem Carne dará à população de São Paulo um dia por semana para refletir sobre a aflição dos animais nos abatedouros e lembrar que, como nós, eles também têm direito a uma vida livre de sofrimento.

Isso significa que nesses locais nenhum tipo de carne e seus derivados poderão ser servidos as segundas-feiras, ainda que gratuitamente. O fornecimento de alimentos com carne fica proibido também nas escolas da rede pública de ensino. Além disso, os estabelecimentos deverão fixar em local visível ao consumidor um cardápio alternativo.

Segundo o deputado, o objetivo da lei é chamar a atenção da sociedade sobre as consequências do consumo de carne e de seus derivados: “São várias questões como o direito dos animais, a crise ambiental, o aquecimento global, a perda de biodiversidade, as mudanças climáticas e as diversas doenças que afligem a população humana, incluindo doenças cardiovasculares, doenças crônicas degenerativas, colesterol elevado, diversos tipos de câncer e diabetes, conforme tem sido apontado por Órgãos de Saúde Pública”.

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A Campanha Meat Free Mondays (Segunda Sem Carne), encabeçada por Paul McCartney no Reino Unido e com alcance em outros 44 países, visa conscientizar as pessoas para uma alimentação sem sofrimento animal, afinal, segundo a Organização “A Well Fed World” (Um Mundo Bem Alimentado) que incentiva o veganismo, por ano, são mortos cerca de 70 bilhões de animais para alimentação humana.

Segundo dados do IBGE de 2016, por dia são mortos no Brasil 81 mil bois, 117 mil suínos e 1,5 milhão de aves. São cerca de 6 bilhões de animais abatidos todos os anos no país – quase a população de seres humanos na Terra que hoje está 7,6 bilhões. A questão ambiental também preocupa. Segundo dados da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) a indústria de carne é responsável por 18% das emissões globais de gases causadores do efeito estufa, ao passo que todos os transportes somados geram 13%.

“Sabe-se que o reino vegetal é plenamente capaz de suprir as necessidades de uma população. Uma alimentação sem ingredientes de origem animal é ética, saudável e sustentável. Assim como nós, os demais animais querem ser livres e ter uma vida normal junto a membros da sua espécie. Desde milênios, o homem vem explorando e subjugando os animais, os quais, considerados inferiores, são transformados em mercadoria. Impedi-los de desenvolver uma vida plena não é justo, já que possuímos alternativas saudáveis e menos impactantes ao meio ambiente para nos alimentar”, argumenta o deputado.

O “Guia Alimentar” elaborado em prol da população brasileira, publicado em 2006 pelo Ministério da Saúde, faz um alerta sobre o consumo de carne: “No passado, acreditava-se que as crianças e também os adultos fisicamente ativos precisavam consumir alimentação com alto teor de proteína de origem animal. Hoje, sabe-se que não é assim. Uma alimentação rica em proteína animal contém altos teores de gorduras totais e de gorduras saturadas, portanto poderá não ser saudável”.

O descumprimento da Lei acarreta multa de 300 Ufesp’s (Unidade Fiscal do Estado de São Paulo), dobrando o valor para cada reincidência. Veja o PL na íntegra acessando aqui.

Campos do Jordão terá pela primeira vez festa da virada com fogos silenciosos

A festa da virada, em Campos do Jordão, neste ano tem um ingrediente a mais: o Show Pirotécnico, que deverá durar de 10 a 12 minutos será silencioso.

A novidade atende à Lei Municipal sancionada neste ano, que proíbe a queima de fogos com estampidos na cidade. A medida vale também para particulares. O não cumprimento da Lei acarretará multa que varia de R$ 952,66 para pessoas físicas, até R$ 2.256,30 para empresas.

“O objetivo da Lei é respeitar crianças, idosos e evitar danos aos animais, sensíveis aos ruídos causados pelos fogos de artifício tradicionais. Os danos por conta do barulho atingem tanto animais domésticos quanto os silvestres. Os pássaros, por exemplo, estão entre os mais atingidos”, explica o Prefeito Fred Guidoni.

Os shows e a queima de fogos acontecem na Praça do Capivari. Ás 18 horas, sobe ao palco o DJ Mateo. As 22h será a vez da Banda Tardis, com sucessos de pop, mpb e rock. A meia noite haverá contagem regressiva e o show pirotécnico, com um espetáculo de luzes e cores. A Banda Tardis volta ao palco e continua sua apresentação até as 2 horas da manhã. O evento é gratuito.

A demanda por fogos de artifício sem som têm aumentado em todo o país e é uma tendência que deve ser seguida por outras prefeituras. Na região, Campos do Jordão é a primeira a implantar os fogos silenciosos.

A promoção do evento é uma parceria entre a Prefeitura e empresários locais e está sendo organizada pelo Campos do Jordão Convention Bureau. A estrutura da festa prevê seguranças e a instalação de banheiros químicos no entorno da praça São Benedito, no Capivari.

Campos do Jordão - fogos silenciosos

N.R. Espero que muitos outros municípios sigam este exemplo, muito comum na Europa, e que os animais não sofram mais. 

 

Mais dicas para proteger os pets do estresse da queima de fogos

Uma das preocupações nesta época do ano para quem tem pet na família é o que fazer na hora dos fogos na passagem do ano. Com maior sensibilidade auditiva, cães e gatos sofrem com medo, desconforto e estresse provocado pelo barulho, além do risco de se machucarem, ao buscar esconderijo ou tentar escapar. Para proteger os bichinhos de estimação, a veterinária da Petz Camila Lozano da Silva dá as seguintes dicas:

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1 – Cães e gatos costumam se esconder nesses momentos de medo, por isso é importante deixá-los livres, não prender na coleira (em alguns casos eles podem ficar rodando em círculos e até se enforcar) e manter em espaço livre para que não se machuquem (por exemplo: áreas pequenas, portões, lanças).

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2 – Alguns bichinhos toleram bem o colo do dono, pois se sentem mais seguros, outros preferem buscar áreas que possam se esconder, como embaixo de móveis. Deixe o seu pet se ajeitar da melhor maneira para ele, não force situações desconfortáveis.

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3 Uma das formas de evitar transtorno é manter o pet quieto em um local fechado e silencioso, o que pode ajudá-lo a se sentir mais protegido (por exemplo: um quarto).

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Foto: Cesar’sWay

4 – Alguns pets toleram bem a colocação de algodões nos ouvidos para abafamento dos sons. Mas vale lembrar que o algodão deve colocado com cuidado e retirado imediatamente após o término dos ruídos.

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5 – O ideal é agir de forma natural, brincar com o pet, entretê-lo com seu brinquedo favorito, fazer festa, como se nada estivesse acontecendo.

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6 – No caso dos gatos, é comum que sumam da vista dos donos. Se a casa ou o apartamento forem seguros, com redes nas janelas e portões fechados, deixe o bichano por lá, evite ficar chamando para não estressá-lo mais.

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7 – Também não é recomendado deixá-los sozinhos nesta época. Em caso de viagens, é aconselhável deixá-los com parentes, vizinhos ou em hotéis especializados.

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Ilustração: AndreSantanaMS/Pixabay

 8 – Evite a automedicação, sem orientação do veterinário, pois há risco à saúde dos bichinhos.

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9 Cães e gatos que já tenham histórico de doença cardíaca devem ter cuidados especiais nessas situações. É importante que o dono converse com o veterinário.

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Pixabay

10 – Caso o animal apresente qualquer tipo de alteração ou acabe se machucando de alguma forma, ele deve ser levado imediatamente a um veterinário, para ser avaliado e ter certeza que nenhuma lesão mais grave aconteceu com ele.

 

Medo pode ser minimizado com o uso de difusor de ambiente

Dezembro está terminando e, com isso, surgem as comemorações de Ano Novo. Porém, o momento de confraternização pode gerar uma série de transtornos para os pets por conta dos fogos de artifício, típicos da época.

A fobia é muito comum para os cães, que se assustam com o barulho alto e repentino do artefato. A audição sensível dos animais é uma das razões para o transtorno, pois os cães são capazes de detectar o som a uma distância quatro vezes maior do que os humanos e em apenas 6 centésimos de segundo. Além disso, eles ouvem sons em uma frequência diferente.

O medo pode ser minimizado com alguns cuidados, como criar um ambiente onde o cão se sinta à vontade e seguro. Para auxiliar os animais a lidarem com o problema, os tutores também podem apostar no Adaptil Difusor no ambiente, um análogo sintético do odor materno canino, que auxilia na adaptação dos cães em situações adversas proporcionando a sensação de segurança, conforto e bem-estar no ambiente.

Durante a amamentação, as cadelas produzem um odor específico que transmite conforto e segurança aos cães. “Com tecnologia patenteada, a Ceva Saúde Animal desenvolveu o Adaptil, réplica sintética desse odor. O uso do produto no ambiente irá auxiliar os cães a se acalmarem e se sentirem mais seguros durante a queima de fogos e em outras situações desafiadoras, explica a Médica- veterinária a Gerente de Produtos da Unidade de Pets da Ceva Saúde Animal, Priscila Brabec.

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O difusor deve ser colocado no ambiente onde o cão ficará durante a queima de fogos. “O uso de Adaptil somado ao apoio do tutor ao pet e adaptações no ambiente durante o período irá auxiliar no bem-estar e conforto do cão frente a essa situação desafiadora. São ações simples que tornarão as festas de fim de ano muito mais agradáveis para pet e para toda família”, finaliza Priscila.

 

Verão exige cuidados especiais com os animais de estimação

A temporada de sol e calor já chegou. Com as temperaturas cada vez mais altas, é comum sentir alguns incômodos e perceber a saúde afetada. Mas, essa condição não se limita apenas aos humanos. Os animais também sofrem com o verão e exigem cuidados especiais para se manter saudáveis na estação mais quente do ano.

É que eles também precisam se adaptar às condições climáticas e, para evitar problemas, vale colocar em prática algumas mudanças na rotina. Conforme a veterinária Daniela Brecht, a observação tem um papel importantíssimo, garantindo bem-estar aos peludos. “Certas atitudes dão clareza de que o calor atrapalha, inclusive, a movimentação deles, como, por exemplo, a boca aberta e a respiração ofegante que os impedem até de caminhar”, explica.

Segundo a especialista, algumas raças também são mais sensíveis às altas temperaturas e podem apresentar sintomas como insolações e vômitos. No caso dos cães braquicéfalos, como os Bulldogs, Pugs, Boxers, Shitsus, Lhasas Apso e Pequinês, ou seja, que têm em comum o focinho curto, o problema se deve à anatômica dificuldade de respirar e perder calor.

Nos pets, a transpiração não ocorre como nos humanos e, por isso, qualquer sinal de incômodo deve ser verificado com cautela. “A respiração é a forma de controlar o processo de refrigeração e manutenção da temperatura corpórea ideal. Por isso, quando submetidos a calor intenso ou situações de estresse, eles podem não ter condições de perder calor e entram em um processo conhecido como hipertermia”, explica Daniela.

Além disso, de acordo com a veterinária, o verão ainda costuma trazer infestações de ectoparasitas, picadas de mosquitos e pernilongos, viroses e doenças de pele. Dessa forma, é importante procurar um profissional de confiança para aplicação dos preventivos, antiparasitários e de exames de sangue, quando necessário, bem como vermifugar o animal.

Cuidados

– Evite passeios nos horários mais quentes do dia. Prefira sair com o pet antes das 9 horas ou a partir das 18 horas;

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– Troque a água, pelo menos, duas vezes ao dia e tente oferecer o líquido ao animal sempre com temperatura mais fresca;

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– Se possível, diminua o comprimento dos pelos de cães e gatos;

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Foto: swdclub.org

– Certifique-se que o local onde o pet fica boa parte do dia tenha uma boa área de sombra;

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– Nunca deixe o pet preso em locais pequenos e fechados sem ventilação;

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– Cães e gatos, geralmente, comem menos no verão;

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– Evite deixar as rações expostas por muito tempo, especialmente as úmidas.

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Foto: Vetstreet

Além de manter os pets longe do calor, tutores também devem dar atenção às vacinas para evitar problemas típicos da estação.

Técnica simples ajuda a proteger animais do barulho dos fogos

Momento de festas para uns e de terror para outros. Quem tem animal de estimação sabe como é estressante para eles lidar com os barulhos feitos por explosivos, como os fogos de artifício. Situações que os expõem a altos níveis de ruídos.

Para amenizar o sofrimento do seu filho peludo existe uma técnica muito simples chamada “Tellington Touch”. Esse método baseia-se na informação de que animais que possuem esse tipo de pavor também têm grande sensibilidade nas regiões traseiras, patas e orelhas. Sendo assim, consiste em atar o cão com um pano, para que a circulação sanguínea das regiões extremas do corpo seja estimulada, amenizando as tensões localizadas no dorso do animal, diminuindo sua irritabilidade.

Passo a passo na imagem: amarre seu cachorro de forma que a faixa englobe peito e dorso (formando um oito). Finalize dando um nó na região traseira, mas certifique-se que não esteja exatamente sobre a coluna.

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Por que funciona?
O ato de “amarrar” o cachorro reverbera no sistema nervoso dele, que recebe a informação sensitiva, a envia ao cérebro e o deixa mais calmo – visto que essa pequena pressão ativa seu sistema nervoso autônomo. Conforme o corpo sente a pressão das faixas, sua psique e tronco entram em harmonia, fazendo com que o ‘pet’ sinta-se mais seguro, e possa enfrentar momentos que lhe causam medo e pavor.

De acordo com Helena Truksa – bióloga com foco em psicologia e especializada em comportamento animal na Ethos Animal – a técnica funciona, mas não pode ser considerada como a salvação, pois há a questão do nível da fobia que o cão possui e isso varia de acordo com cada ‘pet’. Contudo, ela complementa dizendo que “os cães se sentem mais seguros em locais pequenos e apertados, e as faixas e camisetas desenvolvidas com essa finalidade, simulam esta sensação”.

Quem criou?

Segundo uma publicação no site “The Ann Arbor News”, a técnica ‘Tellington Touch” foi desenvolvida por Linda Tellington-Jones que inicialmente aplicava esse método em cavalos. No entanto, hoje o procedimento é utilizado no mundo todo para amenizar também as fobias e traumas em outros animais, como os cães.

Pela internet é possível encontrar produtos específicos como tecidos e camisetas caninas antiestresse. “Mas isso não quer dizer que o cachorro vai ficar tranquilo, apenas vai ter menos medo da situação”, ressalta Truska.

E lembre-se: pegue leve na hora de apertar a faixa.

Texto: Raphael Domingos

N.R.: apesar de o autor não citar gatos, em uma pesquisa pela Internet chequei que a técnica também funciona para eles.