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Grupo ajuda causa ambiental e ONG de animais doando esponjas

Voluntários na cidade de Ibirubá (RS) coletam esponjas e acumulam pontos na Brigada Scotch-Brite, revertidos depois em renda para instituição que ajuda animais

O Programa Nacional De Reciclagem de Esponjas da Scotch-Brite, desenvolvido em parceria com a TerraCycle, incentiva a reciclagem de esponjas de limpeza em todo o país. E as boas ações do projeto não acabam por aí, um exemplo é o grupo de voluntários Juntos Somos Mais, de Ibirubá, no Rio Grande do Sul, que coleta esponjas para reverter a renda arrecadada à ONG de animais.

Os voluntários recolhem esponjas usadas para enviá-las ao Programa Nacional De Reciclagem de Esponjas da Scotch-Brite pelo correio. A cada esponja enviada para a reciclagem R$ 0,02 são doados para uma escola ou uma organização sem fins lucrativos escolhida pelos participantes.

No caso do Juntos Somos Mais a doação é para a ONG “MiAuJuda”, que atende animais em situação de risco, no canil e em casas de passagem. São auxiliados em torno de 450 animais, entre cachorros e gatos. Desde 2015, foram arrecadados em torno de 34 kg do material e mais de 4 mil unidades.

Para facilitar a coleta, a equipe espalhou Eco Pontos pela cidade de Ibirubá, em escolas, mercados, empresas. Segundo a idealizadora do Juntos Somos Mais, Mari Ribeiro, a ideia da coleta surgiu depois que viu uma postagem em uma rede social comentando sobre o destino correto para esponjas de cozinha. Ela afirma ter ficado empolgada com a ação após se informar mais. “Fiz meu cadastro e fiquei imensamente feliz por poder ajudar o meio ambiente e também reverter um valor para uma Instituição sem fins lucrativos”, conta.

Como participar

Para participar gratuitamente do Programa Nacional de Reciclagem de Esponjas Scotch-BriteMR, basta se cadastrar no site, juntar a quantidade mínima de esponjas (500 gramas) para o envio e imprimir uma etiqueta pré-paga dos Correios na página do programa.

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Sobre o Programa Nacional de Reciclagem Scotch- Brite

O Programa Nacional de Reciclagem de Esponjas Scotch-Brite, desenvolvido em parceria com a TerraCycle, celebra o marco de mais de 700 mil esponjas de limpeza doméstica coletadas para a reciclagem em 3 anos, o equivalente a 6 toneladas de material que serão reaproveitadas.

A iniciativa é a única no mundo a oferecer um novo destino para esponjas de limpeza doméstica, transformando os resíduos em matéria-prima para fabricar novos produtos como baldes, vasos, lixeiras e pás de lixo, entre outros. Além de oferecer uma solução ambientalmente adequada, o programa oferece aos consumidores a oportunidade de se engajarem em uma causa social.

Ao longo de quase três anos, a ação é resultado do engajamento e mobilização de cerca de 5 mil participantes, distribuídos em aproximadamente 700 times de coleta em todo o país. O estado de São Paulo foi o responsável pelo maior número de esponjas coletadas no período, superando a marca de 240 mil unidades. O Rio Grande do Sul é o segundo Estado que mais enviou esponjas para a reciclagem: 110 mil unidades, seguido por Santa Catarina (97 mil) e Paraná (79 mil).

“O desafio é grande, pois o primeiro passo é a conscientização dos consumidores em separar a esponja usada e enviá-la ao programa pelos Correios, ao invés de descartá-la no lixo doméstico”, explica Emerson Mota, Gerente da Scotch-Brite para Divisão de Cuidados com o Lar da 3M do Brasil. Para conferir o processo de reciclagem completo acesse este vídeo.

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Saúde e conservação: ameaças aos macacos também põem humanos em risco

Desmatamento e mudança climática estão entre os fatores que põem em risco mais da metade das espécies de primatas do mundo

Existem cerca de 500 espécies de primatas no planeta Terra e 60% delas correm risco de extinção. No Brasil, país com o maior número de espécies conhecidas, 35 das 139 são consideradas ameaçadas, de acordo com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). No entanto, as principais ameaças aos macacos também são grandes riscos para a humanidade, e a maior parte é gerada justamente pelo homem.

Um exemplo é o novo ciclo de febre amarela que preocupa o Estado de São Paulo. A morte de aproximadamente 300 macacos até o início de novembro provocou o fechamento de parques como o Horto Florestal e o Parque Ecológico do Tietê, entre outros. De acordo com o especialista em primatas e membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza (RECN), Sérgio Lucena Mendes, o desenvolvimento da doença se torna mais propício pela redução das áreas silvestres e consequente avanço das cidades. Quando adicionamos outros fatores, como mudança climática, por exemplo, a equação se torna ainda mais complicada.

“É preciso ver o surto com um olhar ecológico, além da preocupação com a saúde humana. Para controlar a febre amarela é preciso, necessariamente, preservar os habitats naturais e suas espécies nativas. Desflorestar e matar macacos não impede a circulação do vírus da doença e pode até piorar a situação”, analisa Mendes.

O especialista explica a relação entre a sobrevivência de humanos, dos primatas e o desmatamento: “Enquanto os macacos precisam da floresta para sobreviver e são afetados diretamente pelo desmatamento, nós humanos gostamos de acreditar que não sentimos os impactos tão rapidamente e invadimos o habitat deles para plantar ou para realizar obras. O que não percebemos é que os serviços ambientais prestados pelas florestas são essenciais para nós. Qualidade do ar, abastecimento e qualidade da água, manutenção da temperatura e do clima, entre outros, são vitais para a humanidade”.

Um estudo publicado em janeiro, na Revista Science Advances divulgou que, além das espécies ameaçadas, outras também devem desaparecer nos próximos 25 anos, a não ser que a conservação se torne uma prioridade. A expansão da humanidade pode ser citada como a principal causa para a redução que está sendo observada. A perda de habitat, causada pelo desmatamento, é uma das razões mais impactantes, explica o biólogo Fabiano Melo, membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza (RECN).

“A redução de habitat é a principal causa de ameaça aos primatas há décadas, com a caça sendo um impacto decisivo nesses ambientes fragmentados”. O desmatamento que acontece em todo o país é consequência de grandes obras de infraestrutura, da ampliação do agronegócio e do crescimento humano desordenado, entre outras questões”, alerta o biólogo.

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Muriqui-do-norte está entre as espécies mais ameaçadas – Foto: Central Press

Planeta dos macacos em risco

A redução da população de primatas no Brasil e no mundo é um alerta importante por diversos aspectos. Além do desmatamento, uma ameaça mais visível, há também outros fatores relevantes, como o grau de conservação das florestas e questões de saúde tanto dos animais como da comunidade.

A bióloga Cecília Kierulff explica que a diversidade de animais também é importante para a manutenção da qualidade de vida das pessoas. “Além da preocupação com o desmatamento, também temos que garantir a presença de diferentes animais nessas áreas. Não basta ter uma floresta vazia, é preciso ter toda uma rede de animais que exercem diferentes funções na natureza, desde insetos polinizadores até animais como onças e gaviões que estão no topo da cadeia”, conta ela, que também faz parte da RECN.

A febre amarela é outro exemplo de como a degradação das florestas pode prejudicar o bem-estar da comunidade e colocar em risco as populações de primatas. No início do ano, milhares de mortes, tanto de humanos e muito mais de primatas, aconteceram devido à contaminação provocada por mosquitos dos gêneros Sabethes e Haemagogus, que vivem especificamente em ambientes florestais. A proximidade cada vez maior das áreas urbanas às florestas facilita a disseminação da doença, que é letal para os primatas e dizimou espécies nas regiões Sudeste, Nordeste e Norte.

“A saúde humana está intimamente relacionada à saúde do meio ambiente. O controle da febre amarela inclui, necessariamente, a preservação dos habitats naturais e suas espécies nativas”, alerta Mendes, que também ressalta: “com a volta das temperaturas altas, a doença pode voltar a ter as mesmas consequências que vimos no início do ano. Alguns casos de morte de macacos em São Paulo já nos apontam nessa direção”.

Com a falta de vacinação, uma tragédia muito maior pode ocorrer, uma vez que o mosquito transmissor da dengue, da chikungunya e da zika, conhecido como Aedes aegypti, também pode ser o vetor da febre amarela nas áreas urbanas, potencializando os riscos. Felizmente, isso não ocorre no Brasil desde 1942.

Conservação da saúde e do meio ambiente

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Vítimas fáceis da febre amarela, população de primatas está sendo reduzida pela doença – Foto: Theo Anderson

Como a conservação dos primatas e a preservação do habitat onde vivem são fatores intimamente ligados, pesquisadores de diferentes áreas do Brasil atuam em projetos que atuam em ambas as frentes.

Cecília, por exemplo, comemora a ampliação da Reserva Biológica União, criada em 1998 na região de Rio das Ostras, no estado do Rio de Janeiro. O mico-leão-dourado (Leontopithecus rosalia) estava extinto no local, mas, em 1994, Cecília remanejou 42 micos-leões-dourados para a área por meio de um projeto apoiado pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza.

Hoje há mais de 300 micos-leões na Reserva. Além do benefício para o meio ambiente, que ganhou mais uma área de proteção ambiental, que beneficia todas as espécies que ali existem, os micos puderam passar de “Criticamente em Perigo”, de acordo com a classificação da Lista Nacional de Espécies Ameaçadas de Extinção, a chamada Lista Vermelha, para “Em Perigo”. Apesar de continuar ameaçado, a situação de conservação do mico-leão-dourado melhorou.

Na região Sudeste, o muriqui-do-norte (Brachyteles hypoxanthus), uma das espécies de primatas mais ameaçadas do mundo, está sendo beneficiado por dois projetos apoiados pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza. Um no Espírito Santo, que prevê a elaboração de um plano de manejo e maior conhecimento da população de muriquis na região serrana do estado, além de ações de conscientização e engajamento da comunidade. Em Minas Gerais, a conservação do muriqui-do-norte ganhou apoio tecnológico inédito, com o desenvolvimento de um drone com câmera ultra HD e termal para monitoramento da espécie.

O mesmo acontece com o muriqui-do-sul (Brachyteles arachnoides). Uma pequena população da espécie, que era considerado extinto no Paraná há décadas, foi encontrada em fragmentos florestais, em 2002, em uma região com baixa densidade populacional. Esse fato ressaltou a importância da conservação dessas áreas em que a espécie ainda sobrevive.

Carlos Hugo Rocha, engenheiro agrônomo, professor da UEPG e membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza, conduz o projeto para caracterização socioeconômica da região, no Vale do Ribeira, no Paraná. O objetivo é apoiar estudos para a criação de uma área protegida associada à definição de políticas públicas para a conservação do muriqui-do-sul, que é considerado “em Perigo”, pelo ICMBio.

Sobre a Rede de Especialistas de Conservação da Natureza

Rede de Especialistas de Conservação da Natureza é uma reunião de profissionais, de referência nacional e internacional, que atuam em áreas relacionadas à proteção da biodiversidade e assuntos correlatos, com o objetivo de estimular a divulgação de posicionamentos em defesa da conservação da natureza brasileira. A Rede foi constituída em 2014, por iniciativa da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza.

Fonte: Fundação Grupo Boticário

Dia da Árvore: o que podemos fazer para combater o desmatamento?*

Hoje, 21 de setembro, é comemorado o Dia da Árvore. Mais que um motivo para celebração, a data é uma oportunidade para avaliarmos a questão do desmatamento e como podemos agir para minimizar os impactos ambientais ao longo dos próximos anos. Isso não quer dizer que algumas medidas positivas não existam, mas, sim, que devem ser sempre replicadas.

Para entender melhor a importância dessas medidas positivas, vale uma análise sobre a Amazônia Legal. Após cinco anos consecutivos de crescimento, a área registrou uma expressiva queda de 21% no desmatamento, entre agosto de 2016 e julho de 2017. A análise mostra que todos os estados registraram redução, mas o Pará foi o que conseguiu um desempenho melhor: obteve uma queda de 31% no número absoluto de quilômetros quadrados desmatados, além de uma redução de 28,8% para 25% na proporção total da Amazônia Legal afetada.

Ao avaliar os fatores que contribuíram para o desempenho positivo do estado, identificamos que, além de investimentos em novas tecnologias e ferramentas de gestão por parte do governo, o setor privado e a sociedade também passaram a apostar mais em ações que estimulam a valorização das florestas em pé.

Nesse sentido, podemos destacar o trabalho de empresas que apostam em parcerias com comunidades de diferentes biomas do Brasil (principalmente o amazônico) e que, por meio de treinamentos e capacitações, ensinam que é possível extrair frutos e sementes da biodiversidade sem agredir o meio ambiente – tudo isso com a geração de uma fonte de renda extra.

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Foto: Picography/Pixabay

Esse é um modelo de negócios que pode ser replicado em diferentes setores da economia, pois, atualmente, grande parte dos produtos deriva, em algum grau, da transformação de matérias-primas originadas na natureza. A proposta é que, por meio da conservação dos recursos naturais, o país tenha condições de ampliar o valor do patrimônio genético e de contribuir para desaceleração do aquecimento global.

Para exemplificar a eficiência dessa iniciativa, a Beraca promoveu um estudo sobre o serviço ecossistêmico de regulação global em áreas de extrativismo de andiroba, murumuru, açaí e pracaxi destinado às indústrias de beleza, cuidados pessoais e farmacêutica. A análise identificou que foi possível evitar a emissão de 1.400 ton CO² e ainda apoiar a regeneração de 2.350 hectares de floresta de um único fornecedor da matéria-prima, o que equivale a R$ 180 mil em estoque de carbono gerado.

Além disso, outro estudo, realizado em parceria entre a Beraca, a Universidade de São Paulo (USP) e a Columbia University, de Nova York, concluiu que, em um município do Pará com histórico de atividade madeireira ilegal, a cada R$ 1,5 investido no extrativismo sustentável, são retirados R$ 3,6 da mão de obra de serrarias ilegais.

Diante desses números, é possível notar que começamos a caminhar na direção correta, porém ainda temos que fazer muito para que o desmatamento seja cada vez menor em nosso país. Ao replicar modelos positivos de manutenção das florestas, transformamos as áreas verdes em uma perpétua fonte de renda, capaz de contribuir com a saúde do planeta e restaurar a dignidade das comunidades locais. O primeiro passo é enxergar que qualquer espécie viva depende das árvores para garantir a sua sobrevivência.

* Érica Pereira atua na área de Sustentabilidade da Beraca, líder global no fornecimento de ingredientes naturais provenientes da biodiversidade brasileira para as indústrias de cosméticos, produtos farmacêuticos e cuidados pessoais

Situações consideradas crime ambiental que você pode desconhecer

O meio ambiente é protegido pela Lei nº 9.605 de 12 de fevereiro de 1998. Considera-se crime ambiental todo e qualquer dano ou prejuízo causado aos elementos que compõem o ambiente, são classificados 5 tipos de crimes (contra a fauna, contra a flora, poluição, contra o ordenamento urbano/patrimônio cultural e crimes contra a administração ambiental). Mas, muitos desconhecem as leis e acabam sofrendo punições sem conhecer as reais causas.

Alessandro Azzoni, especialista em direito ambiental, esclarece aqui cinco situações consideradas crime contra o meio ambiente que a maioria das pessoas desconhece e pratica.

1- Comprar ou receber animais da fauna silvestre:
Recebeu um papagaio, um passarinho com um lindo canto, um filhote de tartaruga e assim por diante? Saiba que, se esses animais não possuírem chip ou anilha autorizada pelo Ibama/Secretária do Meio Ambiente do Estado, você poderá sofrer punições. Azzoni explica que não há possibilidade de regularizar animais sem autorização e nestes casos se efetua a entrega voluntária ou a pessoa será apresentada junto ao órgão competente – de Lei de Crimes Ambientais Lei nº. 9.605/98, em seu artigo 29 a 37 que elenca as agressões cometidas contra animais silvestres e ainda a comercialização sem autorização;

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2- Outra situação considerada crime ambiental é a pesca sem autorização, portanto, antes de pegar um barco e sair pescando você precisa de autorização. Ou poderá ser surpreendido pela policia militar ambiental, ser multado, além de, responder por crime ambiental;

3- Adquirir área com abundância de mata nativa com diversas espécies de plantas e animais, com um valor extremamente convidativo, ou preço fora do mercado, não é um ótimo negócio. Geralmente essas ofertas são de terreno com Área de Proteção Permanente, ou seja, quem adquirir não poderá construir e nem desmatar nada, caso o faça estará cometendo crime ambiental contra a flora (artigos 38 a 53 da lei de crimes ambientais a 9605/98), que deixa claro que é crime causar dano ou destruição a vegetação de APP – áreas de preservação permanente em qualquer estágio de recuperação ou em unidades de conservação. O mesmo aplica-se para quem provocar incêndio em mata ou floresta. O especialista aconselha pesquisar sempre a área que deseja comprar para verificar se existe algum passivo ambiental.

4- Toda e qualquer obra em propriedade rural e ou urbana precisa de licença ambiental. Caso precise remover qualquer árvore, não pense! Peça autorização sempre, saiba até para retira uma árvore de sua casa, “Sempre será necessário autorização da prefeitura local. Além disso, fique atento e não use um ‘jeitinho’ para resolver pois o Ministério Público poderá promover uma ação civil pública exigindo responsabilidade pelo dano causado. Na dúvida questione o órgão ambiental e peça a resposta sempre por escrita em forma de documento”, Azzoni.

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5- Existem ainda crimes de poluição (art. 54 a 61)

Tudo que estiver acima dos limites autorizados será crime de poluição, portanto acima dos índices permitidos é crime ambiental. Poluição que causar danos à saúde humana, mortandade de animais e destruição significativa, se enquadra aqui.

“Fiquem atentos, pois todo o dano causado ao meio ambiente será obrigatório à recuperação deste. E como já julgado pelo STF, a recuperação do dano ambiental é imprescritível, ou seja, pode ser cobrada a qualquer momento não importando quem foi o autor, basta estar na propriedade do bem”, finaliza Azzoni.

Fonte: Alessandro L. O. Azzoni é graduado em Ciências Econômicas pelo Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas; graduado em Direito pelo Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas, Pós graduado em Direito Ambiental Empresarial pelo Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas. Mestrando em Direito, Conselheiro Cades – Conselho de Meio Ambiente – Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente, atuando principalmente no seguinte tema: AMBIENTAL, nos licenciamentos dos projetos urbanísticos da Cidade de SP, analisando e aprovando os EIA/RIMA dos referidos projetos.

Tinder se une a PETA para incentivar usuários a remover selfies com tigres

Movimento global de proteção aos tigres receberá US$ 10 mil dólares do app em homenagem ao Dia Internacional do Tigre

O Tinder se une a PETA (People for the Ethical Treatment of Animals) para lançar uma campanha para incentivar os usuários a remover fotos com tigres de seus perfis. A campanha, que teve início em 29 de julho, data em que é comemorado o Dia Internacional do Tigre, incentiva que os usuários excluam suas fotos com tigres, marquem seus amigos para que façam o mesmo ou participem da discussão nas redes sociais usando a hashtag #NoTigerSelfies. Além disso, o aplicativo doará US$ 10 mil para o Project Cat, movimento global para proteger os tigres.

A comunidade de usuários do Tinder é conhecida por criar os perfis mais interessantes e divertidos da web, porém alguns perfis são um pouco selvagens demais e utilizam selfies de usuários com tigres. Como esses animais estão fora do seu habitat natural, geralmente precisam ser dopados tirar fotos com pessoas. Nesse contexto, o Tinder criou a campanha para sensibilizar seus usuários e sugerir outras fotos de perfis que mostrem a preocupação com o meio ambiente e com os animais selvagens.

“Há inúmeras formas de deixar o perfil divertido com fotos de situações que não agridam o meio ambiente e que não incentivem que animais sejam retirados de seu habitat e dopados para virar atração turística”, comenta Andrea Iorio, diretor de marketing e comunicação do Tinder na América Latina. “Estamos muito orgulhosos da parceria com a PETA e também dos usuários da plataforma que estão aderindo a essa causa, removendo as fotos com animais selvagens e buscando outras formas criativas de continuar garantindo muitos matches com perfis divertidos”, comenta.

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Confira quais fotos você pode incluir em seu perfil no Tinder para mostrar a sua preocupação com o meio ambiente e com a preservação dos animais selvagens:

·Plantando uma árvore: plantar árvores contribui para a purificação do ar, qualidade da água e evita a erosão do solo.

·Caminhando até o trabalho: quando possível, deixar o carro em casa para ir ao trabalho ajuda a combater a poluição, além de trazer ganhos em bem-estar e qualidade de vida, já que melhora a saúde cardiovascular e previne uma série de doenças.

·Fazendo trabalho voluntário em um abrigo de animais: é muito gratificante dedicar algumas horas do seu dia para ajudar alguém, além disso é uma forma de você descobrir novas habilidades e conhecer realidades diferentes da sua, o que representa uma grande experiência de vida. Isso pode também fazer com que você obtenha ganhos para sua carreira, já que pode se destacar em um processo seletivo por essa atividade.

·Saboreando um lanche natural no seu quiosque vegano favorito: uma alimentação natural gera inúmeros benefícios para a saúde, além de manter sua consciência tranquila em relação ao que você consome, já que você não consumirá produtos que são resultados de exploração animal.

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Confira também formas de proteger os tigres e outros animais selvagens:

1) Reporte atividades suspeitas de tráfico de animais, maus-tratos ou exploração animal às autoridades locais.
2) Se você encontrar atividades suspeitas no Facebook, informe a página ou comente sua suspeita no post. Grande parte das vendas ilegais está sendo feita nas redes sociais e é preciso ajuda da comunidade para combater isso.
3) Não faça selfies com tigres ou outros animais selvagens para que seu dinheiro não patrocine acidentalmente atividades questionáveis.
4) Não compre produtos que sejam resultado de exploração animal.

Fonte: Tinder

N.R.: Eu poderia falar muito sobre o quanto acho isso de tirar fotos com animais selvagens, na maioria das vezes dopados, cafona, jeca, cruel, estúpido, ignorante e tantos outros adjetivos nada positivos. Eu jamais daria match para alguém com uma foto destas. NUNCA!

Produtos garantem limpeza pesada sem agredir o meio ambiente

Limpar a casa sem agredir o meio ambiente. É com essa premissa que Super Storm, nova marca da Pulvitec, apresenta ao mercado uma linha completa de saneantes para limpeza ecologicamente correta. Atendendo a demanda crescente por produtos sustentáveis, Super Storm oferece, além de produtos inovadores e tecnológicos, um conceito baseado na preservação dos recursos naturais.

A começar pelas embalagens, que são desenvolvidas com 70% de material reciclado, os produtos são totalmente sustentáveis, produzidos sem a geração de resíduos e sem adição de ácidos, fosfatos, parabenos e corantes. Além disso, nenhum dos produtos da marca é testado ou tem origem animal.

“Acreditamos que um mundo saudável começa em casa, e é com esse pensamento que apresentamos a linha Super Storm, com produtos ecologicamente corretos. Aliamos as melhores matérias-primas à fórmulas inovadoras para oferecer produtos concentrados, que cumprem a promessa de limpar profundamente sem agredir o meio ambiente”, diz Tais Abambres, Gerente de Marketing e Produto da Pulvitec.

Disponíveis em frascos com 500ml , 1 litro e bombonas de 5 litros, os produtos podem ser usados concentrados ou diluídos em água e têm fragrâncias especiais de Lavanda de Provence, Alecrim Mediterrâneo e Bamboo Oriental.

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Pedra miracema, portuguesa, mineira, goiana, são tomé, carranca, luminária e até cimento queimado ficarão limpos como mágica! Super Storm Limpa Pedras limpa sua casa sem agredir o meio ambiente, além de deixar um perfume inconfundível.

Encardidos e manchas em pisos laminados e vinílicos serão facilmente removidos com Super Storm Limpa Pisos Laminados E Vinílicos, que limpa e perfuma sua casa como mágica.

Encardidos e manchas em pisos de porcelanato, manchas superficiais causadas por bebidas, óleo e urina animal? Nada disso é problema para Super Storm Limpa Porcelanato, que age em cada poro do piso, limpando e perfumando sua casa.

Limpa, clareia e remove diversos tipos de manchas, encardidos e sujeiras pesadas em pisos cimentícios, cerâmicos, cimento queimado, granito, ardósia, mármore, granilite, pastilhas e lajotas, além de deixar o ambiente com um perfume incomparável. Super Storm Limpeza Pesada Para Pisos cuida da sua casa sem agredir o meio ambiente.

Restos de argamassa, rejunte, terra e gesso? Super Storm Pós-obra é a solução! Com formulação exclusiva, sem substâncias nocivas ao meio ambiente, deixa a casa incrivelmente perfumada.

Resíduos de rejunte, argamassa, cimento, terra, gesso e manchas de ferrugem em porcelanatos naturais, retificados e polidos serão eliminados como mágica pelo Super Storm Pós-obra Porcelanato. Sua formulação exclusiva limpa sem agredir o meio ambiente e deixa no ar um perfume incomparável.

Informações: Pulvitec

 

 

 

Fundação Grupo Boticário recebe troféu ambiental em Congresso Nacional

A Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza foi premiada com o Troféu Empresa Amiga do Meio Ambiente, durante o XVII Congresso Brasileiro do Ministério Público de Meio Ambiente. A homenagem, recebida por Leide Takahashi, gerente de projetos ambientais da instituição, foi um reconhecimento às ações de conservação da natureza realizadas em todo o Brasil, ao longo dos 26 anos de história da Fundação Grupo Boticário.

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Foto: Christiana Marques

A premiação foi concedida pela Abrampa (Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente), que realiza todos os anos o congresso com o propósito de promover debates sobre temas ambientais e estimular pesquisas relacionadas ao Direito Ambiental. Este ano, o evento foi realizado entre os dias 26 e 28 de abril, na cidade de São Paulo.

Morada da Floresta participa da 3ª Feirinha Positiva

Neste sábado, 25, acontece a 3ª Feirinha Positiva em São Paulo, e a Morada da Floresta estará lá com seus produtos. O evento, promovido pela Livraria da Vila, acontece das 10 às 17 horas e foi instituída com o objetivo de comercializar produtos que nos ajudam a ter um estilo de vida mais conectado a natureza.

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Para quem ainda não conhece, a Morada da Floresta possui Composteiras Domésticas (Minhocários) e Composteiras Empresariais (em cilindros). Além disso, a empresa possui uma série de outros produtos ecologicamente aprovados, tais como fraldas ecológicas, ecoabsorventes, coletores menstruais, maquiagens orgânicas e livros.

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Serviço:
3ª Feirinha Positiva
Data: 25 de março, sábado
Horário: 10h às 17h
Local: Livraria da Vila – Rua Fradique Coutinho, 915 – Vila Madalena – São Paulo

Informações: Morada da Floresta

Dia da Água: como lidar com a falta do saneamento básico no Brasil? por Elias Oliveira*

Avançamos muito pouco no quesito de saneamento e isso é grave, pois são inúmeros os danos que esse cenário pode trazer à população. De acordo com uma pesquisa realizada em 2015 pelo Instituto Trata Brasil, em parceria com a consultoria GO Associados, 50,3% dos brasileiros têm acesso à coleta de esgotos e, desse resultado, somente 42% dos esgotos são tratados. Diante desses números, é importante aproveitar o Dia Mundial da Água, celebrado hoje, 22 de março, para debater a questão do saneamento básico.

É que outro dado significativo apresentado nesse estudo também chama a atenção: em 24 capitais brasileiras, menos de 80% dos esgotos são tratados.

Basta olhar para um dos grandes problemas da saúde pública no momento: a proliferação do mosquito Aedes aegypti e o consequente aumento desenfreado dos casos de dengue, chikungunya e vírus zika. Isso ocorre porque o esgoto a céu aberto se acumula em poças, que se misturam às águas da chuva e se transformam em novos criadouros para o mosquito.

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Uma publicação da Organização Mundial da Saúde (OMS), World Health Organization (WHO), de 2002, trata sobre a redução de riscos e promoção de uma vida saudável, o documento diz que efeitos adversos à saúde estão ligados à ingestão de água insegura associada à higiene inadequada e motivadas pela falta de acesso ao saneamento e gestão inadequada dos recursos e sistemas hídricos, sendo que a diarreia infecciosa é o maior fator de contribuição para carga de doenças associadas à água, ao saneamento e à higiene. A diarreia infecciosa é responsável por cerca de 4 bilhões de casos a cada ano.

Outras doenças, como a febre tifoide, hepatite A e E, pólio e cólera também são potencialmente causadas pela falta de tratamento da água.

Além das muitas vítimas, o combate a essas doenças também afeta diretamente os cofres públicos, afinal investir em saneamento e prevenir os danos custa bem menos que cuidar de um paciente internado. Já é de conhecimento que, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cada dólar gasto com o saneamento básico representa uma economia de US$ 4,3 com a saúde.

Embora seja uma realidade distante de boa parte da população, algumas soluções químicas são extremamente eficazes para minimizar os níveis de contaminação da água e capazes de contribuir diretamente com a qualidade de rios, lagos, represas e lençóis freáticos.

Para auxiliar no tratamento feito tanto por administrações públicas quanto por privadas, empresas nacionais trabalham constantemente no desenvolvimento de sistemas e produtos altamente eficazes e seguros, como o Cloro ideal para desinfecção de águas e esgoto. Soluções a base de cloro já são aplicadas a mais de cem anos, por exemplo, em estações de tratamento e também em indústrias de alimentos e bebidas. É o meio mais eficaz e barato para prevenir doenças, eliminar parasitas, vírus, fungos e bactérias.

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Ter água limpa e saneamento básico é mais que um direito, é sinônimo de qualidade de vida e saúde para a população. Por isso, o Dia da Água deve ser visto como uma oportunidade perfeita para chamarmos a atenção do poder público, da sociedade civil e da iniciativa privada para um dos grandes problemas do país que necessita urgente de uma solução.

*Elias Oliveira é gestor institucional da unidade de negócio Sabará Químicos e Ingredientes, pertencente ao Grupo Sabará. É membro da Comissão de Estudo de Produtos Químicos para Saneamento Básico, Água e Esgoto da ABNT; Membro da Comissão de Manuseio e Transporte da ABICLOR (Associação Brasileira da Indústria de Álcalis, Cloro e Derivados); Membro do Comitê Gestor Prodir (Processo de Distribuição Responsável) da ASSOCIQUIM; Membro da Comissão de Estudos e Prevenção de Acidentes no Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos da Secretaria de Logística e Transportes do Estado de São Paulo; e Coordenador da Sub Comissão de Estudos e Prevenção de Acidentes no Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos da Região de Campinas.

Morada da Floresta promove visita pedagógica e almoço vegetariano

Empresa tem como missão despertar o desenvolvimento integral do ser humano e proporcionar mudanças comportamentais na sociedade

A Morada da Floresta é uma empresa que oferece soluções socioambientais, cursos, produtos, serviços e desenvolve projetos para incentivar práticas sustentáveis cotidianas e contribuir para o despertar de uma consciência natural e ecológica. E sábado (11), irá promover uma visita ecopedagógica, um almoço vegetariano e a dança de Vênus.

Com uma agenda extensa para o dia, as ações iniciam às 11 horas, com uma visita ecopedagógica pela Morada. Nela, os participantes terão uma experiência rara de contato com as possibilidades de se viver em respeito e harmonia com a natureza na cidade. Em um diálogo aberto em meio a hortas verticais, cipós e sons de passarinhos, serão oferecidas reflexões sobre Sustentabilidade e Ecologia na vida prática e cotidiana, além de exemplos de como cada um pode reduzir seu impacto ambiental com escolhas conscientes. Ainda estarão inclusos nos debates temas como Compostagem, Gestão de Resíduos, Ecologia Feminina, Bebês Ecológicos, Consumo Consciente, Agricultura Urbana e Alimentação, entre outros.

Após a visita, será realizado um Almoço Vegetariano, assinado pela chef Adriana Nogueira, das 13 às 15h30. Nele, serão oferecidos maravilhosos pratos e sabores, feitos com 90 % de alimentos orgânicos, ou seja, livres de transgênicos, fertilizantes químicos ,agrotóxicos e de crueldade animal.

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Ao final, será apresentada a Dança de Vênus, conhecida como “o movimento de embelezar a vida”, pela facilitadora Jacqueline Sandes, das 17 às 19 horas. Para quem não conhece, a Dança da Vênus é um processo de autoconhecimento que visa a facilitar, para a mulher moderna, as pazes com seu ciclo menstrual, por meio da dança, de novos conhecimentos e orientações práticas, aliviando a pressão, a rigidez, a sobrecarga e a desconexão que muitas sentem, tornando assim a vida mais leve, fluida, bela e vibrante.

dança venus

Com vagas limitadas, os ingressos para a Visita Ecopedagógica, para o Almoço Vegetariano e para a Dança de Vênus podem ser adquiridos individualmente clicando aqui.

Para a Dança da Venus inscreva-se aqui. 

Visita Ecopedagógica, Almoço Vegetariano e Dança de Vênus
Data: 11 de março
Horário: das 11h às 19h
Local: Morada da Floresta – R. Diogo do Couto, 47 – Vila Universitária – São Paulo (SP)