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Como prevenir e identificar o câncer de próstata nos pets

Veterinária da Petz fala da importância do check-up na prevenção da doença que vem crescendo com o aumento da expectativa de vida

A campanha Novembro Azul alerta sobre os perigos do câncer de próstata nos homens, mas é importante também para a prevenção do problema nos pets. Assim como nos humanos, a idade avançada é o principal fator de risco.

“Por isso, as medidas preventivas são fundamentais para os cães e gatos, que envelhecem mais rápido que os homens. A doença costuma aparecer com mais frequência em bichinhos com idade acima de seis anos”, afirma a veterinária Karina Mussolino, gerente do setor de clínicas da Petz.

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Ela explica que a castração é o procedimento mais eficiente para evitar o surgimento do câncer em pets e que pode diminuir a incidência do problema em até 90%. “O processo, quando feito nos bichinhos ainda pequenos, impede a produção excessiva de hormônios. Com isso, não ocorre o desenvolvimento do tecido prostático, evitando assim o crescimento da próstata e a formação de tumores (próstata e testículo)”, esclarece.

Mas a melhor forma de prevenção é o check-up regular dos pets, seja para orientar sobre a realização da castração ou para o diagnóstico precoce da doença. “O toque retal do pet durante o exame físico, geralmente, já é o suficiente para detectar a presença do problema; que é confirmado pela realização de um ultrassom mais específico”, orienta Karina.

Portanto, antes mesmo que apareçam os sinais é fundamental fazer as visitas de rotina ao veterinário e manter avaliações, exames e vacinas em dia.

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Confira os principais sinais da doença

1 – O aumento da quantidade de vezes que o pet faz xixi, com gotejamento;

2 – Presença de pus ou sangue na urina;

3 – Dor;

4 – Constipação;

5 – Perda de peso;

6 – Apatia;

7 – Dificuldade para defecar, urinar ou andar.

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Fonte: Petz

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Urologista alerta que homens não esperem sintomas para fazer exames de próstata

A Campanha Novembro Azul, que incentiva o público masculino a realizar um check-up preventivo para investigar os riscos do câncer de próstata, vêm ganhando cada vez mais relevância no calendário nacional de saúde. Apontado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como um dos tumores de maior incidência entre os homens no Brasil e no mundo, o câncer de próstata acomete um em cada seis homens acima dos 40 anos – somente neste ano, devem ser registrados cerca de 61 mil novos casos, segundo projeções do Instituto Nacional de Câncer (Inca).

Em cerca de 60% dos diagnósticos o paciente apresenta lesões mais agressivas. E como é muito comum que as companheiras insistam para que os homens façam exames e se consultem com médicos com mais frequência, é importante que divulguemos ao máximo esse alerta. Isso porque, em quase todos os casos, conforme explica Antonio Corrêa Lopes Neto, cirurgião urológico do HCor – Hospital do Coração, a doença demora a se manifestar.

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Freepik

“Não há sinais e nem alterações clínicas significativas que podem levantar alguma suspeita. A ausência de sintomas camufla o surgimento e o crescimento do tumor. Como não sentem nada, muitos homens não procuram o urologista, fazendo com que o diagnóstico seja realizado tardiamente”, revela o médico, completando: “É importante reforçar que a consulta preventiva deve ocorrer a partir dos 40 anos, principalmente em homens com antecedentes familiares, pele negra e obesos, que são os principais fatores de risco relacionados a este tipo de tumor”.

Flagrar a doença em fase inicial possibilita que o tratamento tenha êxito em nove entre dez casos. Com o avanço da medicina, os exames e o tratamento vêm se tornando cada vez menos invasivos e mais precisos. Como resultado, as taxas de cura em pacientes com doença precoce podem chegar até a 90% e com melhores índices de sobrevida.

“Os dois grandes aliados na detecção precoce do câncer são o exame de toque e a dosagem de PSA – substância produzida pela próstata e cujo aumento no sangue denuncia problemas na glândula. Em alguns casos, são indicados exames de ressonância magnética multiparamétrica e biópsia prostática para o diagnóstico”, destaca Neto.

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Próstata em números
· É o segundo tipo de câncer mais frequente em homens;
· Cerca de 10% dos homens, após os 50 anos, desenvolvem a doença;
· 60 mil novos casos de câncer de próstata são diagnosticados por ano no Brasil;
· Em fase inicial, as chances de cura chegam a 90%;
· Quando alguns sintomas começam a aparecer, 95% dos tumores já estão em fase avançada;
· São registrados quase 14 mil óbitos anualmente.

Fonte: HCor

 

 

Câncer de pulmão: AstraZeneca, Bristol e Pfizer unidas para acelerar diagnóstico

Objetivo é agilizar a identificação do subtipo do tumor e o tratamento correto para os pacientes

AstraZeneca, Bristol-Myers Squibb e Pfizer anunciaram uma parceria inédita que reúne, pela primeira vez, as três farmacêuticas multinacionais em torno de um objetivo comum: ajudar os pacientes que enfrentam o câncer de pulmão a obter, de forma mais rápida, a correta identificação de seu câncer – tumor e subtipo, iniciando assim o tratamento mais adequado com mais agilidade.

As companhias passam a realizar, de forma consecutiva, três testes comercialmente disponíveis para identificação dos diferentes subtipos da doença: mutação EGFR, translocação ALK e a expressão de PD-L1. Desta forma, utilizando a mesma amostra de tumor retirada para biópsia e, de maneira sequencial, será possível reduzir o tempo de análise e, consequentemente, antecipar o correto diagnóstico da doença.

A realização sucessiva dos testes dará mais velocidade no processo de detecção do subtipo do tumor, diminuindo o tempo de espera do resultado de 90 para 17 dias úteis. “Identificar a correta mutação de maneira rápida ajuda a direcionar o tratamento e, com isso, melhorar os resultados do tratamento”, comenta Marcelo Cruz, oncologista clínico.

Para os pacientes com câncer de pulmão, tempo é um fator muito importante devido a velocidade de progressão da doença, especialmente em fases mais avançadas. Dar agilidade ao diagnóstico significa diminuir a chance de os pacientes serem submetidos a novos procedimentos invasivos para retirada de material tumoral para novas análises e início rápido do tratamento, tempo que pode ser decisivo segundo o médico.

Como funciona

Para implantar o sistema, cada empresa desenvolveu uma plataforma específica que conta com uma infraestrutura de apoio aos programas, compreendendo websites próprios, centrais de atendimento 0800, parceria com laboratórios, entre outros. Os programas foram batizados de ID (AstraZeneca), I-O Detect (BMS) e ALK Alvo (Pfizer). Em cada um deles, os médicos cadastrados poderão fazer as solicitações dos exames de seus pacientes.

As três plataformas possuem mecanismos de compartilhamento das requisições, o que significa que o médico pode optar por solicitar os testes por qualquer um dos programas, além de decidir quais exames são necessários para cada paciente. Os laboratórios credenciados são os mesmos para as três empresas, o que possibilita que todos os pedidos sejam recebidos de uma única vez e, desta forma, o processo seja acelerado para dar a resposta ao paciente o mais rapidamente possível.

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Sobre o teste EGFR

O gene do receptor do fator de crescimento epidérmico (EGFR), também é uma proteína associada com crescimento e sobrevida celular expressa nos tumores de pulmão. O teste de EGFR é feito justamente para identificar se há este tipo de biomarcador no paciente para definir se o tratamento será feito com medicamentos que previnem a ativação desses biomarcadores, melhorando a sobrevida dos pacientes.

Sobre o teste ALK

O teste do receptor de tirosina kinase (ALK), assim como os anteriores, identifica a proteína presente na superfície dos tumores de câncer de pulmão e associada ao crescimento e desenvolvimento do tumor. Caso a expressão tumoral apresente alterações no gene ALK, o médico saberá indicar qual o melhor tratamento para combatê-lo.

Sobre o teste PD-L1

O teste de proteína de morte celular programada 1 (PD-L1) é hoje o principal biomarcador relacionado a imuno-oncologia. Sua função é indicar a probabilidade de resposta ao tratamento com I-O (imuno-oncológicos), ou seja, identificar quem mais se favorecerá deste tipo de terapia, por meio da análise de uma biópsia do tumor que deve apontar qual o nível de expressão da proteína PD-L1. Quanto maior for esse valor, maior será o benefício da terapia para o paciente.

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Sobre o câncer de pulmão

O câncer de pulmão é a principal causa de morte entre homens e a segunda entre as mulheres no país, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA). No Brasil, há previsão de 28.190 novos casos de câncer de pulmão entre 2016 e 2017, sendo 17.330 em homens e 10.860 em mulheres. Nos países desenvolvidos, é a principal causa de morte pela doença entre homens e mulheres, de acordo com estudo conduzido pela Sociedade Americana do Câncer em parceria com a Agência Internacional para Pesquisa sobre o Câncer (IARC).

Fontes: AstraZeneca /  Bristol-Meyers Squibb / Pfizer

 

 

Sociedade Brasileira de Cancerologia dá dicas de prevenção do câncer de mama

O movimento Outubro Rosa foi criado no início da década de 1990, nos Estados Unidos, e logo ganhou notoriedade em todo mundo, por meio da promoção de diversas ações de conscientização sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama, que é o segundo de maior incidência no mundo e o primeiro no sexo feminino. De acordo com estimativas do Instituto Nacional de Câncer (Inca), em 2017 surgirão 57.960 novos casos de câncer de mama.

“O Ministério da Saúde recomenda a realização anual da mamografia a partir dos 50 anos. Em mulheres com histórico familiar de câncer de mama deve ser a partir dos 40 anos. A ultrassonografia também é um recurso eficiente para investigar a doença. Mas um exame simples, atemporal, que auxilia na detecção de nódulos é o autoexame, que pode ser realizado ainda na adolescência. São métodos que contribuem muito para que o tratamento tenha êxito, desde que o câncer seja descoberto em sua fase inicial”, explica Ricardo César Pinto Antunes, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Cancerologia (SBC).

Alguns dos principais fatores de risco que podem indicar relação com o surgimento do câncer de mama são: primeira menstruação precoce (antes dos 12 anos), menopausa tardia (após os 55 anos), primeira gravidez após os 30 anos, não ter filhos (nuliparidade) e reposição hormonal por tempo prolongado pós-menopausa. Além de histórico familiar, tabagismo, consumo excessivo de álcool, sobrepeso e obesidade.

“Visitas regulares ao médico e a realização do exame de mamografia, uma vez ao ano, a ultrassonografia, o autoexame e o exame clínico contribuem com a cura de cerca de 90% dos casos de câncer de mama”, comenta o vice-presidente da SBC.

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Câncer de mama em homens

O câncer de mama não atinge somente as mulheres. A doença pode se desenvolver também no sexo masculino. A incidência, porém, é considerada baixa com cerca de 1% dos casos. Ou seja, cerca de 580 eventos, conforme número oficial do Inca.

“Nos homens o câncer se manifesta após os 50 anos e, na grande maioria dos casos, em apenas uma mama. Pode ser percebido com um simples toque e por meio de um exame de ultrassonografia”, acrescenta Ricardo.

Dicas de Prevenção

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· Realizar, pelo menos, 15 minutos de atividade física por dia (caminhar, subir e descer escadas são ações simples e benéficas).

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· Manter uma boa hidratação (ingerir pelo menos 1,5 litro de água por dia).

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Pixabay

· Dar preferência às carnes brancas (peixes são mais recomendados).

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Foto: iStock

· Consumir vegetais de todas as cores.

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· Dar preferência ao consumo de vegetais crucíferos, que ajudam na prevenção (couve flor e de Bruxelas, espinafre, rúcula, brócolis, agrião, por exemplo).

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· Abandonar o tabaco e não exagerar no consumo de álcool.

Fonte: Sociedade Brasileira de Cancerologia (SBC) 

Projeto Mechas de Amor ajuda mulheres em fase de quimioterapia

Visando apoiar mulheres em fase de quimioterapia ou alopécia, evento contou com o apoio da rede Lúcio Matias e presença de personalidades

Mulheres em fase de quimioterapia ou alopécia, tiveram uma tarde de diva, usufruindo dos serviços de cabeleireiro, maquiagem, esmaltação, reiki, entre outros. A iniciativa da Rede Lúcio Matias em parceria com o Projeto Mechas de Amor, também ofereceu cortes de cabelo gratuitos, que foram doados para confecção de perucas, destinadas a pacientes que passam pelo tratamento de câncer.

No local, elas ainda puderam desfrutar de um show com a cantora Paulah Gauss. Entre os presentes, estavam Marly Lamarca, Vera Tabach, presidente da ABIME, Bruna Brito, Miss Teen 2017, Patrícia Fernandes, jornalista, as blogueiras e digital influencers, Izabela Toledo e Daniele Penariol.

“O objetivo da ação é apoiar mulheres que estejam em fase de quimioterapia ou alopécia, que tenham perdido os cabelos em decorrência do tratamento, ajudando a recuperar a autoestima e qualidade de vida”, declarou Lúcio Matias, hair stylist, influencer de beleza e padrinho do projeto.

A ação ocorre continuamente e quem tiver interesse em participar, pode doar mechas de cabelos enviando diretamente para a Caixa Postal 78304 – CEP 01504-970
São Paulo – SP

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Informações: Projeto Mechas de Amor

 

 

Duloren mergulha de peito no Outubro Rosa

A Duloren é uma empresa focada na mulher, que desde seu nascimento sempre enalteceu todas as conquistas femininas e está sempre empoderando e dando voz a todas as mulheres, não poderia deixar um assunto tão importante de lado. O movimento Outubro Rosa propõe falar da realidade atual do câncer de mama e a importância do diagnóstico precoce.

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Para abraçar a causa, a Duloren realizará uma doação à Fundação Laço Rosa e ainda está convocando as clientes a participarem. A cada compra de lingerie feita pelo e-commerce da marca até o final de outubro, R$ 4,00 serão revertidos para o instituto e serão somados ao valor que a marca doará.

Outubro Rosa

 

 

Sol forte acelera preocupações com câncer de pele; saiba fazer autoexame

Dermatologista explica dicas para realizar o autoexame da pele e identificar lesões – caso haja dúvida um médico deve ser consultado imediatamente.

Ainda estamos na primavera, mas as temperaturas estão bem altas e o sol não dá trégua. Diante deste clima, é importante saber que o melanoma é o tipo de câncer de pele com o pior prognóstico e o mais grave com relação à possibilidade de metástase. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), apesar de não ser o mais frequente câncer de pele, no ano de 2016 foram 5670 casos no Brasil. A última estimativa do órgão sobre as mortes é de 2013, com 1547 casos.

Causas

Embora a principal causa do melanoma seja genética, a exposição solar também influencia no aparecimento da doença — principalmente com os elevados índices de radiação que atingem níveis considerados potencialmente cancerígenos, onde ocorre exposição à radiação UVA/UVB E IR (infravermelho).

“O filtro solar deve ser usado diariamente independentemente da estação do ano e de se está num dia nublado, chuvoso ou encoberto; a radiação UV mesmo em um dia 100% encoberto, ela só é barrada em 30% e 70% dessa radiação passa”, alerta a dermatologista Claudia Marçal, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e da Academia Americana de Dermatologia.

Esta fotoexposição, ao longo dos anos, pode gerar lesões novas ou modificar aquelas que já existiam previamente na pele de qualquer pessoa. Com uma exposição solar frequente, seja por lazer ou ocupacional, muitas vezes, as pessoas não percebem a medida da exposição ao sol silencioso no trabalho de campo, no dirigir ou andar na rua.

Diagnóstico Precoce: embora o diagnóstico de melanoma normalmente traga medo e apreensão aos pacientes, as chances de cura são de mais de 90%, quando há detecção precoce da doença, segundo a SBD. “Por isso, a realização do autoexame dermatológico é necessária”, explica a médica.

Autoexame: o autoexame deve ser realizado principalmente nas pessoas de pele clara, aquelas que possuem antecedentes familiares de câncer de pele, têm mais de 50 pintas, tomaram muito sol antes dos trinta anos e sofreram queimaduras. Quem tem lesões em áreas de atrito, como área da peça intima, sutiã, palma das mãos, planta dos pés e área do couro cabeludo, também deve seguir as instruções. A indicação também vale para as pessoas que apresentam muitas sardas e manchas por exposição solar anterior, já retiraram pintas com diagnóstico de atípicas, não se bronzeiam ao sol, e consequentemente acabam adquirindo a cor vermelha com facilidade e apresentam qualquer lesão que esteja se modificando. “Podemos realizar este procedimento com certa regularidade, uma vez por mês, na frente do espelho e de preferência com luz natural, para verificar o surgimento de alguma mancha, relevo ou ferida que não cicatriza”, indica Claudia.

As dicas para o autoexame são:

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-Examine seu rosto, principalmente o nariz, lábios, boca e orelhas.
-Para facilitar o exame do couro cabeludo, separe os fios com um pente ou use o secador para melhor visibilidade. Se houver necessidade, peça ajuda a alguém.

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Foto: Birthorderplus

-Preste atenção nas mãos, também entre os dedos.
-Levante os braços, para olhar as axilas, antebraços, cotovelos, virando dos dois lados, com a ajuda de um espelho de alta qualidade.
-Foque no pescoço, peito e tórax. As mulheres também devem levantar os seios para prestar atenção aos sinais onde fica o sutiã. Olhe também a nuca e por trás das orelhas.
-De costas para um espelho de corpo inteiro, use outro para olhar com atenção os ombros, as costas, nádegas e pernas.

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-Sentada(o), olhe a parte interna das coxas, bem como a área genital.
-Na mesma posição, olhe os tornozelos, o espaço entre os dedos, bem como a sola dos pés.

De acordo com a dermatologista, este tipo de cuidado de rotina, principalmente para quem tem a pele muito clara e com muitas pintas, promove consciência e aguça o olhar sobre as lesões, aumentando a percepção de mudança ou seu crescimento. O passo seguinte, ou mesmo em caso de dúvida, é visitar o dermatologista.

Lesões preocupantes

Para saber se uma lesão é mais preocupante, normalmente é usada a regra do ABCD (área, borda, cor e diâmetro) sobre pintas com pigmentação. “Dividimos a lesão em quatro partes iguais e comparamos os quadrantes observando a simetria, avaliamos as bordas identificando irregularidade na forma de desenhos circinados, observamos a presença ou não de várias cores compondo esta figura e observamos se apresenta diâmetro acima de 6 mm”, comenta a dermatologista.

Quanto aos sinais clínicos, qualquer lesão que coce, doa ou sangre e que aumente de tamanho com rapidez ou apresente sensibilidade, precisa ser examinada por um dermatologista, que fará então uma dermatoscopia manual ou de preferência digital avaliando a necessidade da retirada cirúrgica.

Além de prevenir o surgimento do melanona, o autoexame, por ser uma avaliação em que o paciente começa a detectar precocemente lesões que apresentam sinais e sintomas diferentes dos habituais ou que estão crescendo, proporciona visitas precoces ao dermatologista que decidirá sobre o tratamento terapêutico em questão com chances maiores de cura.

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“Outra lesão que hoje é bastante comum, principalmente após a quinta e sexta década de vida são os carcinomas, tanto provenientes da camada basal, como da camada espinhosa da epiderme, que quando diagnosticados também com rapidez trazem 100% de cura ao paciente”, informa a dermatologista.

A grande maioria destas alterações tem componente genético, pelo tipo de pele herdada, mas tem como gatilho principal a exposição solar crônica sem a proteção solar adequada. “Todos os pacientes devem aplicar FPS diariamente antes de sair de casa, principalmente quando em contato com o meio e precisam reaplicar pelo menos mais uma ou duas vezes ao dia, evitando assim a perda da saúde e da beleza da pele”, recomenda Claudia.

Fonte: Claudia Marçal é dermatologista da Clínica de Dermatologia Espaço Cariz, Membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia, Especialização pela AMB, Membro da American Academy of Dermatology e CME na Harvard Medical School.

Outubro Rosa: previna o câncer de mama em cães e gatos

Galeria de fotos com cachorros e gatos faz alerta para prevenção da doença, que também atinge o mundo animal

Prevenção do câncer de mama em cachorros e gatos também é destaque de uma campanha realizada pela Pet Model Brasil – agência de modelos pets presente no mercado nacional.

Para alertar tutores sobre a importância da prevenção do câncer de mama em cachorros e gatos, a agência preparou uma galeria de fotos com os pets e faz um alerta. “A doença é tão presente em cães e gatos quanto em humanos”, explica a médica veterinária parceira da Pet Model Brasil Carolina Rodriguez.

Em homenagem ao Outubro Rosa, a Pet Model Brasil preparou a campanha para conscientizar os tutores sobre a importância do diagnóstico precoce da doença. Além disso, separou algumas informações importantes que vão ajudar na prevenção. Confira:

Você sabia?

– O câncer de mama não surge apenas em fêmeas. Mesmo que elas sejam as principais atingidas, os machos também podem sofrer com a doença.

– A doença surge, com mais frequência, em animais de 7 a 12 anos. “É importante ficar atento aos sintomas em qualquer idade, pois existem casos de cadelas, por exemplo, com menos de dois anos que sofreram com a doença”, alerta a veterinária.

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– O câncer atinge principalmente as animais de raça pura, enquanto a miscigenação presente nos pets sem raça definida diminui a chance de desenvolver a doença.

– A castração pode reduzir o risco de desenvolver câncer para até 0,5%. “Castrar é um ato de amor! Além de diminuir o grande número de animais abandonados, diminui muito o risco de câncer de mama e de suas consequências”, afirma Carolina Rodriguez.

– É mito que se deve cruzar o animal caso não seja castrado. Estudos provam que não existe correlação da procriação com a diminuição da incidência do câncer de mama.

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“Considerando que os hormônios sexuais aumentam o fator de risco, o cio acaba estimulando. Então, enquanto as cadelas têm um cio a cada seis meses em média, as gatas têm o cio estimulado pela presença do macho, ou seja, com muito mais frequência, aumentando seu risco. Quanto mais vezes ela entrar no cio, maior o risco. Por isso o aparecimento é mais comum em cadelas e gatas a partir dos nove anos de idade”, explica Carolina.

Prevenções contra a doença

Prevenir é sempre a melhor opção quando se tem um animal de estimação em casa. Abaixo, conheça algumas dicas para ajudar a cuidar do seu bichinho:

Castração precoce: castrar o animal é sinônimo de redução nas chances de desenvolvimento da doença. Por isso, o quanto antes o tutor decidir pela castração, melhor.

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Exames em casa: esteja sempre atento. A maioria dos animais gosta de receber carinho na barriga. Este momento é bom para examinar cada mama (10 nas cadelas e de 8 a 10 nas gatas) e sentindo qualquer alteração, procure imediatamente seu veterinário de confiança.

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Anticoncepcionais: não caia em recomendações que só vão prejudicar o pet. “É extremamente perigoso submeter pets, como cães e gatos, a tratamentos com bombas de hormônio”, explica Carolina.

Primeiros indícios e tratamento

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Os animais, quando estão com alguma doença, ficam acima de tudo quietos. Fique de olhos nos seguintes sintomas: caroços, inchaços na mama e ao redor, desconforto abdominal, cheiro forte e desagradável nas secreções, perda de apetite, vômito e febre.

Normalmente, o tratamento para o câncer de mama é a remoção cirúrgica da mama afetada ou de toda a cadeia de mamas, como prevenção ou consequência de metástases. Posteriormente à cirurgia, de acordo com o tipo de câncer, pode ser necessário realizar quimioterapia e/ou radioterapia.

“Com o avanço da oncologia veterinária, hoje a chance de cura é muito alta, principalmente se for diagnosticado em estágio inicial”, explica Carolina.

Fonte: Pet Model Brasil

 

Especialistas tiram algumas dúvidas comuns sobre câncer de mama

No mês de conscientização sobre o câncer de mama, Outubro Rosa, a rede Docctor Med tira algumas dúvidas que são muito comuns às pessoas leigas. Quem sabe a sua não está entre elas, confira:

1) Quais são os principais sintomas do câncer de mama?

Esse talvez seja um dos maiores problemas na detecção da doença, este tipo de câncer é silencioso. É difícil descobri-lo por sintomas, já que fisicamente não acontece muita alteração com o corpo e não há dor. Por isso a importância de se ficar sempre atenta, fazer o autoexame, se consultar com o ginecologista todo ano e a realização de exames regularmente .

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2) Qual a faixa etária que concentra maior risco?

A partir dos 40 anos as mulheres devem ter maior atenção ao câncer de mama, mas se houver algum histórico familiar já é indicado começar os autoexames a partir dos 35 anos.

3) O câncer de mama é hereditário?

Cerca de 10% dos casos de câncer de mama acontecem por fatores hereditários (que passa de mãe para filha), já os 90% restantes acontecem devido a fatores reprodutivos e maus hábitos de vida.

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4) Existe um médico especialista no assunto?

Sim, o mastologista, mas inicialmente devemos procurar o ginecologista, é esse profissional que vai encaminhar a paciente para fazer a primeira mamografia. Caso haja algum problema no resultado do exame, como, por exemplo, o encontro de algum cisto ou nódulo, o ginecologista indica a paciente para um mastologista.

5) Qual a diferença entre cisto e nódulo?

Os cistos são formados por líquidos e são sempre benignos. Se forem pequenos, o médico vai tratá-los com remédios; se forem maiores, é preciso fazer uma punção, que retira o líquido de dentro do cisto. O importante é você saber que um cisto nunca será capaz de virar câncer, já o nódulo significa caroço ou tumor – que pode ser benigno ou maligno. Se for benigno, dá para viver com ele. Se for maligno, é câncer e pode exigir cirurgia. Vale lembrar que dificilmente um tumor benigno vira maligno ou vice-versa.

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Fonte: Docctor Med

 

 

HCor lança campanha Corte Solidário para incentivar doação de cabelos

No mês de conscientização do câncer de mama, o Hospital do Coração promove ação solidária para arrecadar cabelos para a ONG Rapunzel Solidária, que confecciona perucas para crianças e mulheres com câncer

Outubro é o mês de uma das mais importantes campanhas de conscientização do câncer: o Outubro Rosa. Mais do que levar informação sobre cuidados preventivos e diagnóstico precoce para o câncer de mama, o movimento foca, cada vez mais, no bem-estar, na qualidade de vida e na autoestima das pacientes acometidas pela doença – que deverá registrar quase 58 mil novos casos neste ano no país.

Para apoiar a causa, o HCor – Hospital do Coração lançou a Campanha Corte Solidário. O objetivo desta ação social, que ocorrerá durante todo o mês, e já é um sucesso, é convidar as pessoas a doarem 15 cm de seus cabelos e, com isso, promover a autoestima de diversas mulheres.

Os interessados em participar, devem entregar os cabelos diretamente à ONG Rapunzel Solidária, uma organização sem fins lucrativos que confecciona perucas para crianças e mulheres com câncer.

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Para renovar o visual e ainda ajudar outras mulheres, acesse o site aqui, e saiba como doar.