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“The Women”: nova proposta de autoconhecimento para mulheres

Lançado neste ano, projeto inovador propõe eventos para as mulheres com conteúdo sobre desenvolvimento pessoal, troca de informações e experiências inusitadas

A criação de conexões reais com outras pessoas e a absorção de conteúdo realmente enriquecedor e que promova desenvolvimento pessoal e profissional são buscas que fazem muito sentido na realidade que vivemos. Ainda mais se for algo voltado para o universo feminino. Por isso, acaba ser lançada em São Paulo uma proposta inovadora, o projeto “The Women”, da TKM Business Advisory, pensada exclusivamente para proporcionar essas experiências a mulheres de diferentes perfis.

Concebido por Theka Moraes, empreendedora que possui mais de 15 anos na área de negócios, o projeto “The Women” realiza um encontro mensal com 20 a 30 mulheres na capital paulista. Os temas dos eventos exclusivos podem ser uma aula de gastronomia, um coquetel ou um bate-papo com coach e especialistas sobre assuntos relevantes do dia a dia.

Experiências e networking

Cada experiência proporcionada pelo “The Women”, qualquer que seja o formato proposto, é feita para a mulher se desconectar das atribulações diárias, que podem estar relacionadas a emprego, família, relacionamento, maternidade e outras vivências do ser feminino, e se permitir fazer parte de um momento de descontração, troca de conhecimento e networking com outras mulheres.

“São reuniões mensais entre mulheres que têm como propósito manter conversas mais abertas sobre carreira, sentimentos e questões do universo feminino. O que o ‘The Women’ faz é atender a esse público que sente a necessidade de ter uma experiência de mais leveza e troca”, comenta Theka, fundadora do projeto.

Dois formatos de encontro dão cara ao “The Women”: o The Women Knowledge, com foco em conteúdo, autoconhecimento e networking, e o “The Women Tasty”, voltado para a experiência inusitada e o relacionamento, ou seja, um momento para bate-papos, descontração e relaxamento.

The Women

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O conceito inovador do “The Women” atende a mulheres que buscam ter um momento diferenciado do seu hall social e profissional. Nas reuniões e eventos já promovidos pela empresa, o público foi formado por profissionais como executivas, consultoras de imagem, empreendedoras, advogadas, professoras e psicólogas.

Experiência com jantar harmonizado

Além de todo o conhecimento promovido pelo “The Women Knowledge”, esse encontro será um momento exclusivo para as participantes se desconectarem das atribulações diárias e saborearem de um jantar feito pela personal Chef Luciane Cataneo, harmonizado com espumante oferecido pela Freixenet.

Como participar

O próximo evento abordará a imagem sustentável. O jantar acontecerá no dia 25 de outubro, das 19h30 às 22 horas, na Casa Miracolli, em São Paulo (SP). Para mais informações e reserva de vaga, as interessadas devem consultar o perfil no Instagram ou acesse aqui.

A promoção dos eventos é feita com patrocínio e apoio de empresas, como: Movida, Amilla, Dress & Go, Estética Santa Beleza, Luciane Cataneo personal chef, Cris Lopes, Suely Chapiro consultoria de imagem, Freixenet e Marcos Mesquita. A organização é feita pela TKM Business Advisory.

Quem participa do ‘The Women’

O conceito inovador do “The Women” atende a mulheres que buscam ter um momento diferenciado do seu hall social e profissional.

Sobre Theka Moraes

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Formada em Gestão Comercial na Anhembi Morumbi, de São Paulo, Theka Moraes possui ampla experiência no mercado de negócios e relacionamentos conquistados ao longo dos últimos 15 anos, com passagem pela área de negócios da revista Cool Magazine, da plataforma de networking Experience Club, da AEG World Wide, entre outras.

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Tiffany & Co. apresenta nova coleção de joias Save the Wild

Desde o seu lançamento em 2017, a Tiffany continua com sua promessa de 100% de lucros e uma doação total de US$ 4 milhões em apoio à conservação da vida selvagem até janeiro de 2020

A Tiffany & Co. revela sua coleção Tiffany Save the Wild com novos modelos. A coleção expandiu para incluir leões e rinocerontes, além de elefantes, tudo em apoio à Wildlife Conservation Network e seus inovadores fundos de crise para salvar animais selvagens africanos ameaçados de extinção.

Como parte do compromisso contínuo da Tiffany com a sustentabilidade e conservação, 100% dos lucros da Coleção Tiffany Save the Wild apoiarão a proteção das respectivas espécies ameaçadas de extinção: o elefante, o rinoceronte e o leão. A Tiffany & Co. é particularmente dedicada ao bem-estar do continente africano, onde obtém muitos dos diamantes e pedras preciosas e operam oficinas de lapidação e polimento de diamante.

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Depois de lançar a coleção em 2017 como parte da campanha #KnotOnMyPlanet, a Tiffany já mais que dobrou seu compromisso original, com US$ 2 milhões arrecadados a partir de abril de 2018 para apoiar os melhores investimentos em redução da demanda de combate à caça, combate ao tráfico e marfim . Como resultado, o Fundo de Crise de Elefantes da Rede de Conservação da Vida Selvagem, junto com seus parceiros, fez lobby com sucesso pelo fechamento do comércio doméstico de marfim na China e em Hong Kong.

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A Tiffany se compromete ainda com uma doação mínima adicional de US$ 2 milhões até 31 de janeiro de 2020. Com esses novos encantos, a Tiffany continua seus esforços para aumentar a conscientização pública e contribuir com os recursos financeiros necessários para proteger a fauna ameaçada e seus ecossistemas ameaçados.

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“Por mais de 180 anos, a Tiffany & Co. tem se inspirado na beleza do mundo natural – por isso, acreditamos que temos um imperativo moral para protegê-lo”, disse Anisa Kamadoli Costa, diretora de sustentabilidade da Tiffany & Co. “ Por isso, estamos especialmente entusiasmados por poder dar o nosso apoio aos esforços de conservação da vida selvagem através do importante trabalho da Wildlife Conservation Network ”.

De proteção ao ecossistemas marinhos do mundo a realocação de rinocerontes negros para portos seguros em Botsuana, Tiffany tem sido uma defensora de longa data da conservação da vida selvagem em todo o mundo. Em colaboração com a Aliança de Tráfico de Animais Selvagens dos EUA em 2016, a marca juntou-se a uma coligação de 16 empresas que estão empenhadas em impedir a procura de produtos ilegais da vida selvagem.

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Desde a sua criação em 2000, a Tiffany & Co. Foundation concedeu mais de US$ 70 milhões em subsídios focados em esforços de conservação, incluindo conservação de corais e marinhos, e mineração responsável. A missão da Fundação de preservar as paisagens e marinhas mais valorizadas do mundo alinha-se perfeitamente com o compromisso complementar da Tiffany com a conservação.

Com a Save the Wild Collection, a Tiffany & Co. está criando novos financiamentos significativos através de suas vendas de produtos corporativos para criar um futuro positivo para espécies ameaçadas de extinção.

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“Com mais da metade da vida selvagem perdida nos últimos 50 anos e menos de 1% da filantropia para conservar o mundo natural, o planeta precisa da liderança criativa e insuperável da Tiffany & Co.”, disse Jeffrey Parrish, vice presidente de Conservação na Wildlife Conservation Network. “Estamos orgulhosos de garantir que 100% do apoio da Tiffany vá para as melhores ideias de qualquer instituição para salvar essas espécies”.

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Disponível em prata de lei e ouro rosa 18k, os mais novos encantos da Coleção Tiffany Save the Wild podem ser comprados nas lojas e online a partir deste mês. Uma edição especial do broche de diamante elefante estará disponível apenas na loja principal da Fifth Avenue.

Informações: Tiffany & Co.

Hoje é o Dia Mundial do Pão

Entre tantas variedades de pães industrializados, você sabe quais são os mais consumidos pelos brasileiros? Pesquisa realizada pela Kantar aponta a Grande São Paulo como maior região consumidora do país

Pelo segundo ano consecutivo, a Abimapi (Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados) encomendou para a Kantar WorldPanel uma pesquisa sobre as preferências e os perfis dos consumidores de pão no país.

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Foto: Max Straeten

No Brasil, as versões industrializadas têm conquistado mercado por sua praticidade e tempo maior de vida útil e já estão presentes em 78% dos lares. Entre tantas opções disponíveis nos pontos de venda, você sabe qual é o preferido dos brasileiros?

Em 2017 foram consumidas 433,911 mil toneladas de pães industrializados. Os fatiados – também conhecidos como pães de forma – representaram 75,2% do volume de vendas da categoria, ou seja, 326,3 mil toneladas; em seguida aparecem as bisnaguinhas, com 11,9% (51,6 mil toneladas), e os específicos para hot dog e hambúrguer, com 3,1% (13,4 mil toneladas) e 2,7% (11,7 mil toneladas) respectivamente.

Quando restringimos os resultados para o universo dos pães de forma, a pesquisa concluiu que os especiais (nas versões integral, com grãos, preto, de centeio, entre outras) atraíram novos compradores e cresceram 12,6% na comparação entre 2016 e o ano passado. Somente em 2017 este tipo correspondeu a 21,6% do total de consumo dos fatiados, cerca de 70,4 mil toneladas, ficando atrás apenas dos tradicionais (pão branco), com 48% (156,6 mil toneladas).

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“A nova geração de consumidores, que está cada vez mais consciente e ligada às questões que envolvem saúde, bem-estar e praticidade, trouxe diversos desafios à indústria alimentícia. Atentos a esse conceito, os fabricantes de pães investiram no desenvolvimento de novos produtos e ampliaram seu espaço nas gôndolas com linhas que equilibram nutrição e sabor na medida certa”, comenta Claudio Zanão, presidente-executivo da Abimapi.

Assim como na primeira edição da pesquisa, o novo estudo analisou durante o ano de 2017 uma mostra de 11.300 lares que representam um universo de 53 milhões de famílias espalhadas por sete macrorregiões. Repetindo o ranking de 2016, a Grande São Paulo apresentou maior índice de compra, responsável por 20,5% do consumo; em seguida aparecem Sul (18,1%), Leste e interior do Rio de Janeiro (16,6%), Interior de São Paulo (16,2%), Grande Rio de Janeiro (13,3%), Norte e Nordeste (9,6%) e Centro-Oeste (5,7%).

Fonte: Abimapi

Site permite que pessoas registrem memórias, documentos e último desejo

Segundo dados das Organizações das Nações Unidas (ONU), 53 milhões de pessoas morrem por ano, impactando significativamente em média dez pessoas próximas, resultando em um total de 530 milhões de pessoas envolvidas emocionalmente todos os anos com a morte de uma pessoa querida.

Foi vivendo a perda inesperada do pai que Mário Cassio Maurício teve a ideia de criar o Meu Último Desejo. “Quando o meu pai faleceu, me senti completamente perdido para solucionar as questões do enterro e as burocracias que a morte traz. Além disso, quando eu ouvi a voz do meu pai na sua antiga secretária eletrônica, quatro anos após sua morte, foi uma alegria inesperada, por isso pensei em criar um serviço para transformar um pouco esse momento da perda na vida das pessoas”, diz o empresário.

Maurício acrescenta: “Certamente vamos embora sem dizer tudo o que temos para contar para as pessoas que amamos e o ato de gravar essas mensagens carinhosas e até mesmo esses dados burocráticos, reforça a nossa reflexão em relação ao que o outro representa em nossa vida, fazendo com que exista uma valorização maior das relações e os momentos sejam vividos de uma forma mais intensa em vida”.

A plataforma nasceu com o propósito de registrar orientações gerais para a família e amigos e salvar documentos importantes em vídeo, áudio, fotos e textos, para as pessoas que amamos, mas ela se tornou muito mais do que isso. Se transformou numa ferramenta que permite com que as pessoas façam uma reflexão, ainda em vida, sobre seus últimos desejos. Afinal, o momento da morte é sempre delicado demais e as pessoas que ficam, passam por um período de luto e muitas burocracias.

Meu Último Desejo possui uma tecnologia inteligente na qual os dados ficam armazenados de uma forma segura e criptografados (conjunto de regras que visa codificar a informação, onde apenas o emissor e o receptor recebem em um formato com visibilidade de leitura). Por isso suas informações pessoais, orientação em relação às preferências de como será o enterro, distribuição da herança, suas mensagens para seus filhos, amigos e parentes estarão seguras e somente repassadas após a passagem. Cada assinante possui dois tutores para que, após a morte, autorizem o início do envio das mensagens para as pessoas que foram definidas pelo contratante.

 

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O serviço é oferecido por meio de assinatura, a pessoa paga o valor de R$ 2,99 por mês, com direito a 500mb de espaço para fotos, vídeos, arquivos de texto, mensagens de voz e o disparo de cada mensagem no momento determinado pelo contratante, para os contatos por ele cadastrados. Outra opção é o Plano Familiar, custa o valor mensal de R$ 5,98, agregando até três dependentes por plano, que dispõe dos mesmos benefícios que o individual para cada pessoa.

Informações: Meu Último Desejo

Deu match! Confira qual pet combina com cada perfil de criança

Veterinária da Petz orienta sobre a importância de conhecer a característica dos bichinhos, da disponibilidade de tempo para dar atenção e do espaço onde eles vão viver

Além do afeto e da companhia, os pets também contribuem para ensinar respeito à vida, cuidado e solidariedade às crianças. Mas presentear com um bichinho de estimação, seja adotado ou comprado, requer cuidados. Por isso, a Petz orienta, tanto nos eventos de adoção como nas lojas, sobre a posse responsável, para evitar abandonos e maus-tratos.

“A decisão de ter um bichinho deve ser bem pensada. É importante avaliar tanto as características dele como a faixa etária da criança, a disponibilidade de tempo para dar atenção e cuidados e o ambiente onde ele vai viver”, afirma a veterinária Karla Marques, consultora técnica de filhotes da Petz.

Veja a seguir, dicas na hora de escolher o pet ideal para a garotada:

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. Dócil, brincalhão e de porte pequeno, o shith tzu, por exemplo, é indicado para crianças pequenas, de até dois anos. Nessa faixa etária, o ideal são raças pequenas, mas não as minis, por causa da fragilidade.

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Reprodução Facebook

. Se a criança for um pouco maior, é possível pensar em raças maiores como buldogue francês e o pastor de shetland. Além de brincalhões e companheiros, eles latem pouco, mas costumam ter bastante energia para interagir com a garotada.

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. Para maiores de 12 anos, os retrievers são uma boa opção: dóceis e amorosos, eles adoram brincar, mas precisam de espaço para viver

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.Mais independentes, eles se adaptam melhor às horas em que os donos estão fora de casa, porque dormem mais de 10 horas por dia. Mas também precisam de atenção e cuidados e são muito companheiros. Na casa, é importante incluir arranhadores e rede nas janelas.

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.Como são menores e frágeis, acabam passando a maior parte do tempo na gaiola. São recomendados para crianças maiores de cinco anos, por causa dos cuidados no manejo.

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.Esses ratinhos adoram carinho e se afeiçoam ao dono. São tão inteligentes que podem ser educados como se fossem cães. Também são indicados a crianças acima de cinco anos.

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.São bons companheiros, amáveis e independentes. Práticos, limpos, silenciosos, eles aprendem a fazer as necessidades na caixinha e não precisam de muito espaço para viver, sendo uma ótima opção para quem mora em apartamento pequeno. Por serem pequenos, o ideal e para crianças acima de 5 anos.

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.São animais crepusculares, costumam ser mais ativos no fim do dia para noite. São bastante comunicativos e assustados, mas se acostumam com seus donos e gostam de carinho.

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Foto: Bettafish.org

.Os bettas são resistentes e podem ser uma boa escolha para quem está começando. Com cera de 6,3 cm de comprimento, precisam de um aquário de tamanho adequado, com filtros, plantas e decoração.

Calopsita

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Foto: Volieresatlantiquefr

.É uma ave inteligente e calma quando acostumada a ter contato com pessoas desde filhote. Pode ser ensinada a obedecer comandos e adora carinhos, brinquedinhos e petiscos. Ela pode ficar solta no ambiente, desde que tenha supervisão.

Fonte: Petz

N.R.: Não compre, adote!

Felicidades para aquela criança que todos trazemos dentro de nós

BOLA DE MEIA, BOLA DE GUDE

Há um menino, há um moleque
Orando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança
Ele vem pra me dar a mão

Há um passado no meu presente
O sol bem quente lá no meu quintal
Toda vez que a bruxa me assombra
O menino me dá a mão

Ele fala de coisas bonitas que
Eu acredito que não deixarão de existir
Amizade, palavra, respeito
Caráter, bondade, alegria e amor

Pois não posso, não devo
Não quero viver como toda essa gente insiste em viver
Não posso aceitar sossegado
Qualquer sacanagem ser coisa normal

Bola de meia, bola de gude
O solidário não quer solidão
Toda vez que a tristeza me
Alcança o menino me dá a mão

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Foto: A2ua

Fernando Brant e Milton Nascimento

Antes de presentear uma criança com um pet lembre-se das responsabilidades

Crescer ao lado de um animal de estimação traz responsabilidades, bem-estar e mais companheirismo

Amanhã é o Dia das Crianças. Meninos e meninas já estão escolhendo o presente para a data. Se entre tantas opções de brinquedos, jogos, livros, eles insistirem em pedir um animal de estimação é importante analisar – com carinho – esse desejo.

Muito tem se falado dos benefícios de crescer ao lado de cães e gatos. Um estudo divulgado pela Universidade de Cambridge, em colaboração com o Centro de Nutrição e Bem-estar Animal Waltham, da Mars Petcare, mostrou que os animais de estimação têm grande influência no desenvolvimento da criança e impacto positivo nas habilidades sociais e bem-estar emocional.

Aqueles que convivem com pets tendem a ter autoestima mais elevada, se sentem menos sozinhos, têm mais habilidades sociais e costumam demonstrar mais empatia com os colegas. Na escola, as pesquisas sinalizam que os animais podem ajudar as crianças a aprender, mantendo-os interessados e motivados a terem bons comportamentos. Ter um pet na família também traz benefícios para a saúde como redução do risco de alergias associadas a asma, além de auxiliar crianças que sofrem de transtorno de déficit de atenção.

Apesar de todos os pontos positivos dessa interação, os pais devem estar atentos a algumas questões relacionadas a posse responsável. Há quem esqueça que cuidar de um pet exige tempo para levá-lo para passear, para visitas regulares ao médico-veterinário, assim como limpar cocô e xixi, e, infelizmente, muitas vezes os motivos acima são a causa para que eles sejam abandonados ou devolvidos aos abrigos. Segundo a Organização Mundial da Saúde, existem mais de 30 milhões de cães e gatos abandonados no Brasil.

Por isso, antes de dizer sim ao pedido da criança, é preciso levar muita coisa em consideração. Confira dez pontos de atenção listados pelo Programa Pedigtree Adotar é Tudo de Bom, que há dez anos no Brasil tem como objetivo mudar a realidade de cães abandonados por meio da sensibilização, conscientização e mobilização da população para a causa da adoção, do apoio aos abrigos que resgatam e promovem a adoção consciente e da educação da população sobre a posse responsável.

1) Pesquise sobre o animal e veja se ele é compatível com o seu estilo de vida e perfil familiar.

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2) Quanto menor é a sua casa, menor deve ser o cão. Cachorros grandes, em um ambiente pequeno, podem ter problemas de adaptação.

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3) Considere que o tempo médio de vida de um animal é de 12 anos. Pergunte à família se todos estão de acordo, se há recursos necessários para mantê-lo e verifique quem cuidará dele nas férias ou em feriados prolongados. Não haja por impulso.

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4) Caso já tenha outros cães em casa, apresente o novo morador de forma gradual e fique sempre atento à convivência.

5) Mantenha o pet sempre dentro de casa, jamais solto na rua. E na hora do passeio, leve-o com uma coleira ou guia.

6) Evite as ninhadas indesejadas. Castre machos e fêmeas. A castração é a única medida definitiva no controle da procriação e não tem contraindicações.

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7) Todo pet precisa de alimentação de qualidade, que leve em conta suas necessidades, e muita água fresca e limpa. Seu bem-estar também depende de uma boa nutrição.

8) Cuide da saúde física do animal. Forneça abrigo, alimento, vacinas e leve-o regularmente ao Médico-Veterinário. Dê banho, escove e exercite-o.

9) Zele também por sua saúde psicológica. Dê atenção, carinho, ambiente adequado e reserve um momento do dia para as brincadeiras.

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10) O Brasil tem milhões de cães abandonados. Cães adultos também se adaptam com facilidade às mudanças e tem condições de oferecer e receber muito carinho.

Fonte: Mars, Incorporated

O sexo e a síndrome do intestino irritável

“Minha SII parece incendiar-se depois de eu ter tido relações sexuais. Isso me afastou de qualquer ideia de sexo. Como posso lidar com essa situação?”

 

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Sexo e comida são os nossos dois impulsos essenciais e também são dois dos fatores principais associados com à SII, mas apenas um deles é realmente falado. O sexo permanece privado e secreto, mas é ainda mais poderoso. Quando questionados, um terço das mulheres e uma fração muito menor de homens com a síndrome, admitem que o sexo é um problema, mas isso ainda parece subestimado.

Eles relatam que a SII corrói qualquer desejo que tenham por sexo, que a relação sexual em si é dolorosa e dolorida e que depois o estômago fica perturbado por dias. Embora muitos digam como o sexo piora a dor e o inchaço, algumas mulheres nos disseram que fazer sexo pode causar um ataque de diarreia. Um episódio de incontinência pode matar qualquer paixão em segundos. A constipação, por outro lado, pode tornar a penetração difícil e dolorosa.

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O sexo é o drama e o quarto é o teatro. Como o intestino irritado, o sexo é uma interação complexa de ação e emoção. Durante a construção do sexo, os sentimentos de desejo aumentam a atividade dos nervos parassimpáticos, o mesmo sistema que facilita a digestão e o movimento intestinal. O desejo também libera o hormônio do amor, a oxitocina, que facilita o apego e altera a fisiologia reprodutiva.

Essas ações fazem com que o clitóris inche e se torne sensível, aumentando o fluxo sanguíneo vaginal, a secreção e a sensibilidade, relaxando as fibras musculares vaginais e inibindo o tônus ​​dos músculos estriados do assoalho pélvico e do períneo, o que torna a mulher receptiva. Mas não é apenas uma questão de fisiologia, ela também precisa estar aberta emocionalmente. Se houver muito medo ou desconfiança, a fisiologia simplesmente não funcionará.

Ações análogas nos homens fazem com que o pênis inche e se torne rígido, aumentando o fluxo sanguíneo para este órgão e reduzindo seu escoamento, prendendo-o nos espaços entre uma rede de cartilagem. O desejo também aumenta a secreção de líquido rico em potássio das vesículas seminais e da próstata, enquanto as contrações dos ductos deferentes impulsionam esse fluido para um bulbouretral, um reservatório, logo abaixo da próstata. O medo e a desconfiança inibem todas essas ações, deixando o pênis flácido.

A estimulação regular do pênis, do clitóris e da vagina durante a relação sexual aumenta esses efeitos. A oxitocina se constrói junto com uma mistura do sistema nervoso simpático, a excitação aumenta em um crescendo e, no orgasmo, o fluido seminal é bombeado por contrações regulares do músculo bulbocavernoso por meio da uretra e depositado no alto da vagina. Se o momento for correto, ocorrem contrações orgásmicas semelhantes nas mulheres, aumentando a excitação e a ligação.

Os casais geralmente se sentem relaxados e sonolentos após a relação sexual. Durante esse sono pós-coito, a oxitocina relaxa o colo do útero e contrai o útero ritmicamente, fazendo com que a poça de sêmen na parte de trás da vagina ao redor do colo do útero seja sugada para dentro do útero e da trompa de Falópio, onde, se o sexo tiver ocorrido na época da ovulação, o espermatozoide pode encontrar um óvulo e a concepção ocorrer.

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Uma mulher pode permanecer em um patamar sexual elevado e receptivo por algum tempo e pode atingir o orgasmo várias vezes, cada vez aumentando a chance de concepção. Enquanto isso, seu parceiro pode ter se tornado refratário, perdeu o interesse e foi dormir. Você pode pensar que isso permitiria que as mulheres escapassem da cama e procurassem outro parceiro aumentando suas chances de concepção. Fenômenos semelhantes ocorrem em alguns mamíferos e aves promíscuos. A fisiologia não está em conformidade com a moralidade e é sempre oportunista.

Isso tudo é muito interessante, você pode exclamar, mas o que isso tem a ver com a minha síndrome? Bem, a excitação durante a estimulação pode transbordar para outros órgãos abdominais ou pélvicos, por meio de conexões neurais na medula espinhal, aumentando a sensibilidade do intestino e provocando sintomas da SII, que se distraem dolorosamente do prazer. Também pode estimular contrações e secreções no intestino para que o orgasmo possa ser acompanhado da liberação de mais do que espermatozoides. Isso pode tornar o que deve ser o epítome do prazer, uma crise de medo e vergonha.

A SII é sempre acompanhada por um grau de ansiedade. Também pode haver sentimentos negativos ou ambivalentes em torno da ideia e do ato sexual: eu serei bom o suficiente? Ele realmente me ama? Eu o amo? Eu realmente quero fazer isso? É meu dever? Tenho medo de engravidar? Há mais pensamentos e sentimentos conflitantes em torno da ideia de sexo do que qualquer outra função fisiológica.

Não é apenas uma função fisiológica, o apego e identificação com a pessoa amada, a maneira como ela é vista, a maneira como ela fala, nossas fantasias podem alimentar a experiência, aumentando a tensão e o prazer, mas induzindo sentimentos negativos que tão facilmente estragam as coisas, inibindo a tumescência e a lubrificação durante a excitação, contraindo os músculos ao redor da vagina (vaginismo) suprimindo o orgasmo ou precipitando-o, ou apenas tornando-o um trabalho e não um prazer. “Meu marido e eu vamos tentar um bebê de novo hoje à noite.”

Ansiedade durante a relação sexual geraria conflitos no intestino da mesma forma que a ansiedade durante uma refeição; um antagonismo entre os ramos simpático e parassimpático do sistema nervoso autônomo. Há muito o que dar errado e tanta vergonha, embaraço e culpa.

O sexo também é uma das principais causas de trauma. Mais abuso e coerção sexual acontecem atrás de portas ou em quartos de hotel do que gostaríamos de ouvir. Meninas jovens vulneráveis, quase na puberdade e algumas até mais jovens, podem estar expostas ao aliciamento na Internet, à pressão dos colegas nas redes sociais, ao abuso sexual e à coerção e à desinibição de drogas recreativas. Reguladores tradicionais do comportamento sexual, a igreja, a lei, os pais e a escola não são mais eficazes.

Muitas mulheres tiveram algum prazer sexual prejudicado pela experiência sexual traumática no início da vida. Como resultado, o sexo sempre foi manchado pelo medo, de modo que o prazer é suprimido, tanto que as mulheres afetadas se fecham e tornam-se não receptivas, secas e tensas, de modo que o sexo é doloroso, se não impossível. Como o controle neural do reto e da vagina é muito semelhante, efeitos análogos podem ocorrer no intestino, causando falta de secreção, peristaltismo deficiente e contração paradoxal do esfíncter anal (anismus), o que torna a defecação muito difícil.

Tem sido relatado que mais de 40% das mulheres que sofrem de distúrbios anorretais inexplicáveis ​​têm uma história de abuso sexual. O ato sexual anal também é mais comum do que é geralmente reconhecido, adicionando a possibilidade de dano físico ao reto e ânus ao trauma psicológico.

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O trauma sexual não afeta apenas meninas jovens; meninos e homens jovens também podem ser afetados. Estima-se que cerca de 10% dos homens são abertamente homossexuais e alguns são predatórios (embora, eu acrescente, este não é um estereótipo). Jovens garotos vulneráveis ​​podem ser estuprados e maltratados de outra maneira, principalmente, mas não apenas, em ambientes institucionais.

Jovens vulneráveis ​​também podem ser traumatizados pelas exigências sexuais e por  mulheres predatórias. Na área do sexo, tudo é possível e a maioria das coisas acontece. O que deveria ser um jardim de prazer pode se tornar uma zona de guerra e resultar em distúrbios no intestino e na função da bexiga em ambos os sexos.

Eu me concentro nos aspectos psicológicos da disfunção sexual e retal, porque isso é mais comum, mas é importante não ignorar a possibilidade de uma doença física afetar ambos. A menos que você tenha sintomas óbvios como corrimento ou sangramento, é improvável que você tenha alguma outra doença, por meio de algumas possibilidades que precisam ser consideradas.

A endometriose geralmente causa dor, especialmente no momento da menstruação, embora tenha um distúrbio na motilidade da trompa de Falópio análogo aos distúrbios na motilidade do cólon na SII, que permitiram que o endométrio perdido fosse refluído para os tubos e aderisse a alças intestinais. Os cistos ovarianos podem tornar o sexo desconfortável e podem estar associados ao inchaço. Os ovários policísticos (síndrome de Stein Leventhal) podem prejudicar a função sexual, causar infertilidade e, muitas vezes, SII.

Pesquisas recentes sugerem que distúrbios no tecido elástico associados à dupla articulação (Síndrome de Ehlers Danlos) podem tornar o sexo difícil e induzir à constipação. Mas coisas comuns ocorrem e as conexões entre a experiência de uma pessoa, sua emoção e função pélvica parecem ocorrer com muito mais frequência.

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Para a maioria das pessoas, a reversão da função sexual e intestinal requer primeiro um reconhecimento do problema e, depois, trabalhar com o corpo por movimentos rítmicos, caminhar, dançar, dessensibilizar os movimentos dos olhos, trabalhar os pontos de acupuntura, desenhar, fazer música, o que for que funcione individualmente para obter um senso confiante de sua própria identidade que lhes permita explorar e falar sobre o que aconteceu.

Com o tempo, com essa abordagem, a tensão emocional pode desaparecer e o corpo relaxar e começar a funcionar normalmente, mas, às vezes, pode ser necessário que a pessoa se sinta forte o suficiente para se afastar de uma situação que as traumatize novamente.

Texto original retirado de: The Sensitive Gut – blog do médico gastroenterologista, nutricionista e fisiologista norte-americano Nick Reed.

Pediatra dá dicas de como apresentar alimentos às crianças

No mês em que se comemora o Dia das Crianças, falar sobre alimentação é muito importante

Quando se trata de Introdução Alimentar, existem diversas dúvidas sobre como, quando, e quais alimentos apresentar à criança, pois existem diferentes métodos, diversas fases pelas quais o bebê passa, entre outros fatores, que influenciam esse período de aprendizagem. Vale a pena entender um pouco para proporcionar uma experiência enriquecedora e tranquila para a família.

Segundo Priscila Moraes, médica pediatra e alergista da Docway, o recomendado é que as crianças, a partir dos seis meses de idade, comecem a ingerir alimentos sólidos. Nessa idade normalmente a criança já consegue se sentar sozinha, pegar objetos e levá-los à boca.

Por isso, é importante que haja firmeza do tronco e que tenha estabilidade para se concentrar naquilo que está em sua mão, para poder realizar o movimento de trazer o alimento até a boca. Além disso, é por volta dos seis meses que o intestino está mais maduro para receber o alimento sólido, fazendo uma melhor digestão e evitando a constipação.

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Em relação aos tipos de alimento naturais que podem ser introduzidos à dieta, não há nenhuma restrição: “Diferente do que se pensava antigamente, ovo deve ser oferecido desde o início da introdução alimentar, pois atrasar seu consumo pode favorecer o aparecimento de alergias, o mesmo serve para o peixe, que pode ser oferecido nos primeiros meses” explica a médica.

Já referente aos preparos industrializados, doces e temperos prontos, há ressalvas. O ideal seria não permitir que a criança os ingerisse até completar dois anos.

Grupos de alimentos sugeridos:

1. Cereais/tubérculos/raízes, como arroz, milho, batata, inhame e mandioquinha (carboidratos complexos);

2. Carnes em geral (proteínas de alto valor biológico, ferro, zinco, cobre);

leguminosas

3. Leguminosas, que são grãos de vagens, como feijão, grão de bico, ervilha, lentilha e soja (proteínas de baixo valor biológico, ferro, fibras e vitaminas);

4. Legumes e verduras (vitaminas, minerais e fibras).

Existem três métodos para fazer a introdução alimentar, são eles:

bebe comida pixabay
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Tradicional: esse método é feito com a já conhecida papinha, oferecida com colher, amassada e, a partir dos oito meses de idade, servida com pequenos pedaços. Nesse método, os alimentos devem ser triturados com um garfo, e as carnes podem ser desfiadas ou moídas, sempre respeitando a capacidade de mastigação do bebê.

BLW (Baby-Led Weaning): consiste na oferta de alimentos em pedaços, tiras ou bastões. Em geral, não inclui alimentação com a colher e nenhum método de adaptação de consistência para preparar a refeição, como amassar, triturar ou desfiar. A abordagem encoraja os pais a confiarem na capacidade da criança de se alimentar sozinha, sem interferências.

Participativa: nesse caso, o bebê é o agente ativo do processo, porque ele mesmo escolhe o alimento que vai comer. Porém, é assistido pelos pais, que intermedeiam as preferências dele e o ajudam enquanto não tem habilidade ou eficiência na ingestão adequada de nutrientes necessários para o seu desenvolvimento.

criança comida alimento
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Não há um método que seja mais indicado que o outro, seria interessante uma mescla entre eles: “O ideal é que o lactente receba os alimentos amassados oferecidos na colher, mas também experimente com as mãos, para explorar as diferentes texturas dos alimentos, como parte natural de seu aprendizado sensório motor”, sugere Priscila.

Finalmente, a médica dá algumas dicas para tornar a introdução alimentar algo prazeroso e divertido:

bebe 2

1. Faça um prato colorido, a criança precisa identificar o que é cada alimento, conhecer sua textura, seu cheiro e seu sabor;

2. Insista, mesmo que a criança rejeite alguns alimentos, não desista, é preciso provar várias vezes o mesmo alimento, apesar dela não gostar no começo;

3. Não use liquidificador nem peneira, pois as fibras são rompidas e aumenta a chance de constipação intestinal. A peneira faz com que o alimento perca sua consistência e isso facilita a seletividade alimentar mais tarde;

criança comendo

4. Não dê açúcar e industrializados nos primeiros anos de vida, especialmente até os dois anos. O paladar da criança vicia no açúcar e nos condimentos, aumentando risco de obesidade e desnutrição funcional;

5. Evite eletrônicos durante as refeições. A distração faz com que a criança perca o apetite e não preste atenção no que está comendo;

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6. Faça a introdução alimentar algo divertido. Não force, não exija que a criança coma tudo, seja flexível.

Fonte: Docway

Comunicação animal, é possível? Especialistas abordam pontos de vistas sobre o tema

No mês em que se comemora o Dia Mundial dos Animais e o Dia do Cão, muitas pessoas ainda questionam se há comunicação entre animais da mesma espécie e entre espécies. Segundo o professor do curso de Medicina Veterinária da Anhanguera de Anápolis, Marcus Vinicius Garcia de Oliveira, a comunicação entre os animais ocorre utilizando recursos como feromônio, vocalizações ou linguagem corporal.

cachorros brincando

“Os latidos possuem timbres diferentes. Estas variações estão relacionadas com o tipo de comunicação que o cão quer estabelecer. A comunicação entre os cães e os gatos também ocorre usando os mesmos princípios (linguagem corporal, feromônio ou vocalizações). Nesse caso, deve-se se salientar que a disputa por território é o principal fator”.

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Foto: Eskimokettu/Pixabay

A comunicação animal com os humanos também é possível. A coordenadora do curso de Ciências Biológicas da Anhanguera de Brasília, Pistão Sul, Giovanna Caramaschi, explica que, de uma maneira geral, os padrões de comunicação dos animais são muito semelhantes aos nossos, de tal forma que diversas espécies que evoluíram em conjunto com a nossa são capazes de reconhecer expressões faciais e padrões de comunicações verbais.

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“Diversos casos de meninos-lobos foram estudados e relatados na Índia. Esse fenômeno ocorreu principalmente no caso de crianças que eram abandonadas muito pequenas nas florestas da região e acabavam sendo adotadas por famílias de lobos que criavam os pequenos como integrantes do grupo”.

Contudo, para Marcus Vinicius, responder como os animais pensam é uma tarefa difícil dada a complexidade do desenvolvimento neural entre os animais (evolução) e a diversidade das espécies, bem como seus comportamentos. Já Giovanna complementa que essa comunicação ocorre de diversas formas, como: acústica, química, tátil, entre outras.

Fonte: Anhanguera