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Compartilhamento é alternativa para o Dia Mundial Sem Carro

Nesta sexta-feira (22), é comemorado o Dia Mundial Sem Carro. Além de deixar o trânsito mais fluído e menos estressante, não usar o veículo tem impacto direto na qualidade de vida da população. Ir de bicicleta, a pé ou de transporte coletivo são algumas alternativas para quem vai deixar o automóvel em casa.

Outra opção são os serviços de compartilhamento de carros, que facilitam o acesso a veículos e desestimulam a aquisição desse bem nos casos em que se faz um uso pontual do automóvel. Pensando nisso, a Zazcar, primeira empresa de carsharing da América Latina, separou cinco itens, sobre como o compartilhamento de carros pode trazer benefícios para as cidades:

1. Melhora no trânsito

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A diminuição da quantidade de carros nas vias deixa o trânsito mais fluído e menos estressante, impactando positivamente na mobilidade urbana e na qualidade de vida da população. A relação entre estes dois itens já foi comprovada: em cidades onde o tempo de deslocamento é pequeno e o período gasto no congestionamento é mínimo as pessoas vivem melhor. Estudos sobre carsharing apontam que cada carro compartilhado retira, em média, 13 carros particulares da rua. Apesar do carro compartilhado ser usado por mais tempo e mais vezes durante um único dia do que um carro normal, as pessoas que passam a utilizar estes veículos se tornam usuários “multimodais”, ou seja, elas passam a usar outras formas de transporte que não seja o carro, como, por exemplo, metrô, ônibus ou bicicleta, ao invés de utilizar quase que exclusivamente um carro particular.

2. Redução da poluição do ar

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Outro efeito direto e já observado em cidades que estimulam a redução do número de carros é o impacto positivo na qualidade do ar. Os veículos são um dos principais causadores da poluição nos centros urbanos, pois as substâncias emitidas na queima do combustível são nocivas ao meio ambiente e à saúde. O monóxido de carbono é tóxico e pode provocar até alterações do sistema nervoso central, enquanto os outros gases presentes na fumaça dos carros podem causar danos aos pulmões e a outros órgãos do aparelho respiratório.

3. Diminuição da área de estacionamento

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Os carros não “lotam” somente as ruas, eles também ocupam muitos outros espaços da cidade que poderiam ser aproveitados para outros fins. 25% da área construída na cidade é vaga de estacionamento. Uma cidade “construída” para os carros e não para as pessoas claramente não atende às necessidades dos seus habitantes. Nesse sentido, o compartilhamento de veículos também pode ser importante: além de reduzir o número de novas aquisições, os carros já em circulação acabam tendo mais uso, o que minimiza o tempo que eles ficam parados, demandando assim menos espaço de estacionamento.

4. Cria laços de amizades

carro dirigir compartilhar estrada
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Os sistemas de compartilhamento também ajudam na retomada do conceito de “comunidade” e no fortalecimento do espírito coletivo, deixado um pouco de lado nas últimas décadas. Através desses serviços, são criadas redes de troca e colaboração que podem ser muito benéficas para os participantes e também para o lugar onde eles vivem: juntos, são mais fortes e podem pensar em melhorias concretas para a rua, o bairro ou a cidade onde vivem.

5. Incentivo a uma cidade mais viva

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Amsterdam- Foto: Pixabay

Você já se perguntou por que costumamos gostar tanto das cidades europeias? Com certeza, um dos fatores que chamam a atenção de um brasileiro é a presença de pessoas na rua, a vivacidade desses lugares. É evidente que se tratam de realidades bem diferentes ao comparar São Paulo com Amsterdam, por exemplo, mas também é verdade que quem possui um veículo acaba por utilizá-lo bem mais do que o necessário, o que restringe ainda mais o seu contato com a cidade e com as outras pessoas. O compartilhamento de carros auxilia na construção de uma cidade com menos veículos e onde estes sejam usados de forma compartilhada.

Fonte: Zazcar

 

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E a primavera chegou

Minha singela homenagem à estação mais bonita do ano, que representa a renovação, e que começa agora, exatamente às 17h02min.

abelha flor mel pixabay

A PRIMAVERA É ASSIM

Olha, olha aquela andorinha
Como ela voa airosa!
Passou junto a uma rosa
Para acariciar uma borboleta
Que nessa rosa estava poisada.
Olha, olha aquele malmequer
Que estende os seus brancos braços
Prontos a dar a saber quem me quer.
As abelhas vão beijando as flores
Nesta estação dos amores
Que agora vem de começar.
Olha…. naquele banco do jardim…
Dois corações que se adoram,
Quatro lábios que se devoram,
Que querem? A primavera é assim.

Alberto da Fonseca

jardim flores casal estatua pixabay
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Setembro Amarelo: taxa de suicídio é maior em idosos com mais de 70 anos

Dados inéditos do Ministério da Saúde apontam ainda que suicídio é a quarta causa de morte entre jovens. Diagnóstico orientará qualificação e expansão da rede de atenção à saúde mental

Em alusão ao Setembro Amarelo, mês de conscientização sobre a importância da prevenção do suicídio, o Ministério da Saúde divulgou, nesta quinta-feira (21), o primeiro Boletim Epidemiológico de Tentativas e Óbitos por Suicídio no Brasil. Um dos alertas é a alta taxa de suicídio entre idosos com mais de 70 anos.

Nessa faixa etária, foram registradas média de 8,9 mortes por 100 mil nos últimos seis anos. A média nacional é 5,5 por 100 mil. Também chamam atenção o alto índice entre jovens, principalmente homens, e indígenas. O diagnóstico inédito vai orientar a expansão e qualificação da assistência em saúde mental no país.

 

O Ministério da Saúde, com base nos dados do boletim, lança uma agenda estratégica para atingir meta da Organização Mundial da Saúde (OMS) de redução de 10% dos óbitos por suicídio até 2020. Entre as ações, destacam-se a capacitação de profissionais, orientação para a população e jornalistas, a expansão da rede de assistência em saúde mental nas áreas de maior risco e o monitoramento anual dos casos no país e a criação de um Plano Nacional de Prevenção do Suicídio. Desde 2011, a notificação de tentativas e óbitos é obrigatória no país em até 24 horas.

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Pixabay

“Temos o compromisso de reforçar agora toda nossa rede de atenção psicossocial junto aos gestores locais, visando fortalecer e ampliar a assistência a todos os indivíduos que necessitam de atenção e cuidado neste momento”, afirmou o Secretário de Vigilância em Saúde, Adeilson Cavalcante.

O diagnóstico registrou entre 2011 e 2016, 62.804 mortes por suicídio. Os homens concretizaram o ato mais do que as mulheres, correspondendo a 79% do total de óbitos registrados. Os solteiros, viúvos e divorciados, foram os que mais morreram por suicídio (60,4%). Na comparação entre raça/cor, a maior incidência é na população indígena.

A taxa de mortalidade entre os índios é quase três vezes maior (15,2) do que o registrado entre os brancos (5,9) e negros (4,7). “A reúne esforços entre as áreas de vigilância e assistência em saúde com programas de prevenção e cuidado da saúde mental para diminuir a mortalidade por suicídio”, ressaltou Quirino Cordeiro Junior, coordenador geral de Saúde Mental, álcool e outras drogas do Ministério da Saúde.

Entre os jovens de 15 a 29 anos, o suicídio é maior entre os homens, cuja taxa é de 9 mortes por 100 mil habitantes. Entre as mulheres, o índice é quase quatro vezes menor (2,4 por 100 mil). Na população indígena, a faixa etária de 10 a 19 anos concentra 44,8% dos óbitos.

“A notificação de casos é muito importante para que consigamos visualizar onde se encontram as regiões com maiores indicadores e reunir esforços para diminuir as taxas de suicídio. Já trabalhamos com ações de prevenção nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) que, em breve, devem chegar nas áreas de maior incidência”, enfatizou Maria de Fátima Marinho, Diretora do Departamento de Doenças e Agravos Não-Transmissíveis do Ministério da Saúde.

O documento apresenta ainda que, entre os anos de 2011 e 2016, ocorreram 48.204 tentativas de suicídio. Ao contrário da mortalidade, foram as mulheres que atentaram mais contra própria vida, 69% do total registrado. Entre elas, 1/3 fez isso mais de uma vez. Por raça/cor, a população branca (53,2%) registrou maior taxa. Do total de tentativas no sexo masculino, 31,1% tinham entre 20 e 29 anos.

Entre os fatores de risco para o suicídio estão transtornos mentais, como depressão, alcoolismo, esquizofrenia; questões sociodemográficas, como isolamento social; psicológicos, como perdas recentes; e condições clínicas incapacitantes, como lesões desfigurantes, dor crônica, neoplasias malignas. No entanto, tais aspectos não podem ser considerados de forma isolada e cada caso deve ser tratado no Sistema Único de Saúde conforme um projeto terapêutico individual.

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Assistência é fator de proteção

Os serviços de assistência psicossocial tem papel fundamental na prevenção do suicídio. O Boletim apontou que nos locais onde existem Centros de Apoio Psicossocial (CAPS), uma iniciativa do SUS, o risco de suicídio reduz em até 14%. Existem no país, 2.463 CAPS e, no último ano, foram habilitadas 146 unidades, com custeio anual de R$ 69,5 milhões do Ministério da Saúde. Por isso, a agenda estratégia prevê a expansão dessas unidades nas regiões de maior risco.

Outro ponto para ampliar o atendimento é a parceria com o Centro de Valorização da Vida (CVV). O Ministério da Saúde tornou gratuito a ligação para a instituição que faz o apoio emocional por para prevenção de suicídios. A partir do dia 30/09, além do Rio do Grande do Sul, o 188 ficará disponível sem custo de ligação para mais oito estados: MS, SC, PI, RR, AC, AP, RO e RJ. A expansão beneficiará 21% da população brasileira. Para se ter ideia do impacto da medida, no Rio Grande do Sul, onde já funciona desde setembro, número de atendimento aumento em treze vezes: de 4.500 ligações em setembro de 2015 para 58.800 em agosto deste ano.

depressão

Além disso, a entidade também presta assistência pessoalmente, via e-mail ou chat. A representante do CVV, Leila Herédia, ressalta a importância da gratuidade das ligações para o aumento dos atendimentos. “O custo das ligações era um fator impeditivo na hora das pessoas procurarem ajuda. No momento de angústia, as pessoas querem ser ouvidas, querem conversar. A medida vai facilitar o acesso da população aos serviços do CVV”, afirmou.

Também está previsto materiais de orientação para ampliar a comunicação social e qualificar a informação aos jornalistas, profissionais de saúde e a população. Por isso, o Ministério lançou um folheto informativo para os jornalistas, com sugestões sobre como abordar o tema. Para a população, foi feito um folder com foco na identificação de sinais de alerta, como o que fazer e o que não fazer diante de uma pessoa com risco de suicídio.

Já para profissionais de saúde, foi feito documento sobre a importância da notificação compulsória da tentativa de suicídio em até 24 horas e que traz informações técnicas sobre acolhimento na rede do SUS.

Já para a Educação Permanente dos profissionais de saúde na prevenção do suicídio, o Ministério da Saúde oferta, em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), um curso à distância sobre Crise e Urgência em Saúde Mental. Desde 2014, já foram capacitados 1.994 profissionais. A próxima turma, prevista para 2018, capacitará outros 1.500 profissionais da RAPS, com capítulo sobre suicídio. Outra capacitação prevista é a Oficina Nacional de Qualificação das Ações de prevenção suicídio entre povos indígenas, que será realizada em novembro.

Também para os índios, ainda neste ano, haverá a implantação das linhas de cuidados de prevenção do suicídio com capacitações em 16 DSEI prioritários e formação de jovens indígenas multiplicadores em estratégias de valorização da vida nas regiões com maior incidência de suicídio.

Por Victor Maciel, da Agência Saúde

Morana traz diversidade e união entre mulheres em nova campanha

Para a Morana, diversidade é tema sério e deve continuar em pauta. A marca de acessórios dá voz para quatro fortes personalidades em sua nova campanha. São elas: Sabrina Sato, a Miss Brasil Raissa Santana, a modelo plus size Fluvia Lacerda, a modelo trans Marcela Thomé lançam, em Juntas Somos Mais, #ForçaFeminina, nova campanha da marca.

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Um time de peso se juntou às musas para dar vida à coleção. Gui Paganini trouxe em seus cliques a personalidade de cada uma das modelos. Coube a Daniel Hernandez ressaltar a diversidade, ao propor uma beleza fresh que realçasse os traços naturais de cada uma.

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Sabrina Sato

morana sabrina

Engajada, à frente de causas sociais e apoio à ONGs de todo o país com seu Instituto Sabrina Sato, a apresentadora afirma nunca ter se importado com julgamentos. “Trouxe à tona para este trabalho a minha verdade e meu jeito livre de agir para dar vida, pela segunda vez, à uma coleção da Morana”.

Raissa Santana

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“Precisamos dar voz e representatividade para todas as mulheres. E claro, também para a mulher negra. Fico feliz em fazer parte deste movimento que a Morana já tem criado nas últimas campanhas ao trazer mulheres reais. As marcas precisam mostrar a diversidade para que todas as mulheres se sintam representadas!”

Fluvia Lacerda

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Uma das maiores modelos plus size do país, Fluvia nunca se abalou com julgamentos. “A sororidade feminina é necessária, só não deve ser tratada de forma vazia. Por isso, acho importante trazer uma campanha que realmente trate a diversidade como algo natural. Não devemos julgar outra mulher pela aparência”. Sem papas na língua, Fluvia ainda completa: “A mulher plus size consome muito acessório. A oferta de moda plus size no Brasil é limitada – temos um sério problema com a falta de opções e numeração – e por isso, investimos bastante no acessório para dar um up no visual. Nada mais justo do que uma campanha democrática, para todas”.

Marcela Thomé

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Revelação na última edição da SPFW, a modelo trans estreia sua primeira campanha com a Morana. “Comecei minha carreira como modelo há pouco tempo e ser chamada para uma campanha deste porte me enche de orgulho. Ser a primeira modelo trans a representar a Morana mostra o grande passo que eles estão dando. Ainda mais ao lado de pessoas incríveis, que também estão dispostas a falar sobre representatividade, um tema tão necessário e urgente”.

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Informações: Morana

 

Exploflora faz chuva de pétalas no exato momento da chegada da primavera

A primavera começa nesta sexta-feira, dia 22. Para dar as boas-vindas à nova estação – que simboliza o começo de um novo ciclo, representa o renascimento, a renovação, o recomeço, as mudanças da energia da natureza dentro de nós mesmos – a Expoflora, maior exposição de flores e plantas ornamentais da América Latina, promoverá uma chuva de pétalas de rosas, pontualmente às 17h02 para marcar e comemorar sua chegada.

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Diz a tradição que quem consegue pegar uma das pétalas no ar antes que ela toque o chão terá os seus desejos realizados. Assim, a atração transforma-se em um momento de muita emoção.

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A Expoflora termina no domingo, dia 24 de setembro. E, de sexta a domingo, o evento funciona das 9h às 19h, em Holambra (a 140 km da capital paulista). Os ingressos custam R$ 46,00 e podem ser adquiridos nas bilheterias do evento ou, antecipadamente, pelo site.

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Para a preparação dessa chuva colorida, a Expoflora utiliza 150 quilos de pétalas, que correspondem a 800 dúzias ou 18 mil botões de rosas. Uma equipe de 13 pessoas despetala os botões de rosas, manualmente, um a um, para que as impurezas não irritem os olhos dos turistas. As rosas são fornecidas por 25 produtores de Holambra e, após despetaladas, são guardadas em uma câmara fria especial para que as pétalas não murchem até o momento do espetáculo.

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36ª Expoflora
Localização: Holambra/SP
Data: somente até 24 de setembro, de sexta a domingo
Horário: das 9 às 19 horas
Ingressos: R$ 46,00
Onde comprar: na bilheteria do Parque da Expoflora (nos dias do evento), no site ou com os representantes informados aqui.
Informações: (19) 3802-1499 / (19) 3802-1421

 

Telefone sem custo para prevenção do suicídio chega a mais oito estados

188, já em operação no Rio Grande do Sul, é operado pelo CVV resultado de convênio com o Ministério da Saúde

Em operação desde setembro de 2015, exclusivamente no Rio Grande do Sul, o 188, primeiro número sem custo de ligação para prevenção do suicídio, passará a funcionar a partir do dia 30 de setembro em mais oito estados: Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Piauí, Roraima, Acre, Amapá, Rondônia e Rio de Janeiro.

O serviço é operado pelo CVV (Centro de Valorização da Vida), entidade sem fins lucrativos que oferece esse serviço gratuitamente e de forma sigilosa há 55 anos. Em março deste ano, o CVV assinou convênio com o Ministério da Saúde expandindo o 188 para todo o território nacional de maneira gradual, o que deve ocorrer até 2020.

Com essa primeira expansão, passam a ser atendidos pelo 188 os cinco estados com maiores índices de suicídio do país*: Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Piauí e Roraima. Ao mesmo tempo, 21% da população brasileira reside nos nove estados atendidos, o que garante uma ampla cobertura já na primeira fase do projeto.

Sobre o CVV

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O CVV presta serviço voluntário e gratuito de apoio emocional para todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo. Mais de um milhão de atendimentos anuais são realizados por 2.000 voluntários pelo telefone 188 ou 141 (de acordo com a região), pessoalmente (nos mais de 70 postos de atendimento) ou pelo site da CVV via chat, Skype e e-mail.

Sobre o suicídio

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O suicídio é um problema de saúde pública que mata pelo menos um brasileiro a cada 45 minutos, mais do que a Aids e muitos tipos de câncer, porém pode ser prevenido em 9 de cada 10 casos. O movimento Setembro Amarelo, mês mundial de prevenção do suicídio, iniciado em 2015, visa sensibilizar e conscientizar a população sobre a questão.

*Dados do Ministério da Saúde

Fonte: CVV

Brinquedos que mantêm os pets ativos, saudáveis e sem estresse

Brincar faz bem à saúde dos pets. Além da diversão, os brinquedos estimulam as atividades cerebrais e mantêm os bichinhos de estimação ativos, saudáveis e felizes. A dica é da veterinária Flávia Cruz, coordenadora técnica da Petz: “Antigamente, era só a bolinha de tênis. Hoje, existe uma gama enorme de brinquedos, com variadas funções, como os interativos, por exemplo, que distraem os pets, principalmente, nos momentos em que eles ficam sozinhos”.

Com cores, formas, texturas e até sabores diferentes, os produtos atraem a atenção dos cães e gatos, auxiliando para que eles deixem de pegar os objetos da casa. “Mas é importante escolher brinquedos adequados para cada idade, peso e tamanho dos bichinhos”, orienta a veterinária. “Nunca dar uma bolinha pequena, por exemplo, para um cão grande, pois ele pode engasgar”, orienta a veterinária. Veja a seguir as dicas de Flávia para manter o bem-estar dos pets:

Os tipos de brinquedos:

1 – Interativos

brinquedo

São aqueles com buraquinhos para colocar petiscos ou bolinhas de ração. Quando o pet brinca, os petiscos são liberados. Estimulam o raciocínio, além de distrair e aliviar o estresse e a ansiedade dos que ficam muito tempo sozinhos. Mas é preciso ter cuidado para não exagerar na dose de ração e petiscos, para manter a dieta em dia.

2 – Caça

Tabby cat, Tiger Lily, playing with a toy catnip mouse
Warren Photographic

Para os gatos, o ideal são aqueles que simulam a “caça”, com barulho, para correr atrás, brigar e ficar mordiscando.

3 – Esconde-esconde

cachorro e gato brincando
Warren Photographic

Esconder os brinquedos pela casa para que os pets os encontrem estimula as atividades cerebrais e deixa a brincadeira mais interessante.

4 – Gastar energia

Sable-and-white Border Collie Lark, catching a Frisbee
Warren Photographic

Frisbee e bolinha são ótimos para fazer exercícios e ajudar a gastar energia, principalmente para as raças mais ativas. Eles estimulam o pet a correr atrás e a devolver ao tutor.

5 – Saúde bucal

Ginger cat, Benedict, 15 months old, playing with a mouse toy
Warren Photographic

Com corda, nylon ou borracha, existem brinquedos produzidos para auxiliar na limpeza dos dentes, ao mesmo tempo que satisfazem a necessidade de mastigação e distraem os pets. O ato de mastigar também alivia o estresse, mas não substitui a escovação diária.

Fonte: Petz

 

61% veem animais de estimação como membro da família

Pesquisa feita com internautas pelo SPC Brasil mostra que alimentação saudável, saúde e conforto para dormir são principais cuidados; apenas 8% associam seus animais de estimação à despesas financeiras e 46% dão preferência a lugares que permitem a presença de gatos ou cachorros

Alimentação saudável, cuidados com a saúde, bem-estar físico e mimos de todo tipo. Foi-se o tempo em que a expressão ‘vida de cão’ era usada como sentido negativo. Uma pesquisa inédita realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em todas as capitais com internautas que possuem ou são responsáveis financeiros por um animal de estimação revela que 61% dos entrevistados consideram seus pets como um membro da família. E para cuidar do bem-estar desses companheiros, eles gastam, em média, R$ 189,00 todos os meses, cifra que aumenta para R$ 224,00 entre os consumidores das classes A e B. Para quem recebe até dois salários mínimos, esse valor pode representar até 10% da renda familiar.

O levantamento revela ainda que um terço (33%) dos donos de pets admite que na hora das compras sempre opta por itens que vão além do básico e 21% nunca deixam de comprar algo para seus animais de estimação por falta de dinheiro.

No total, 76% dos brasileiros com acesso à internet possuem animação de estimação, sendo que os mais comuns são os cachorros (79%), gatos (42%) e pássaros (17%). Completam o ranking os peixes (13%), tartarugas (6%) e roedores (5%), como coelhos, camundongos, furões e porquinhos da índia.

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52% dos entrevistados compram ração premium, 37% dos animais de estimação sempre tomam banho em pet shop e 13% fazem tratamentos estéticos com frequência

De acordo com a pesquisa, os produtos e serviços mais adquiridos no dia a dia para cuidados com cães ou gatos são as rações (88%), seguidas dos xampus e condicionadores (57%), petiscos (52%), medicamentos e vitaminas (50%) e brinquedos (44%). Com perfil mais exigente, mais da metade (52%) dos entrevistados disse que só alimenta seus animais de estimação com rações da linha premium, que são mais adequadas para o porte e raça de seus pets, sobretudo os entrevistados das classes A e B (62%). Há ainda 21% de tutores entrevistados que oferecem comida natural, feitas exclusivamente para os cães e gatos.

Considerando os produtos e serviços utilizados com mais frequência, a lista é liderada pelas vacinas (63%), idas ao veterinário (44%) e banhos em pet shop (37%). Outros serviços realizados constantemente e que merecem destaque são os tratamentos estéticos (13%), gastos com passeadores de cachorros (13%), tratamentos dentários (9%), tratamentos contra obesidade (8%), acompanhamento comportamental (8%), adestramento (7%) e idas a creches (7%).

Indagados sobre produtos e serviços que gostariam de adquirir, mas não o fazem por falta de condições financeiras, a pesquisa revela que planos de saúde (33%), serviços de spa (23%), assinaturas mensais de caixas com brinquedos (20%) e idas frequentes ao veterinário (20%) são os mais citados.

Para o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, o tratamento humanizado dos pets é uma tendência que abre inúmeras oportunidades de negócios e evidencia a força de um mercado bilionário que já é realidade e deve se diferenciar ainda mais nos próximos anos. “A composição da cesta de compras dos donos de animais de estimação está mudando. É cada vez maior a demanda por cuidados especializados, além de produtos que atendem às características específicas dos animais. Moda e estética, alimentação saudável, hospedagem, atendimento em casa, exercícios físicos e saúde comportamental são algumas das áreas que deverão se desenvolver intensamente nos próximos anos”, afirma Pellizzaro Junior.

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Pixabay

41% participam de eventos e comunidades do universo pet; cuidados com a saúde do animal é fonte de atenção de 79% dos entrevistados

A troca de experiências assume um papel fundamental entre os entrevistados: 41% dos donos de pets participam de eventos e comunidades ligadas ao universo pet, seja por meio de redes sociais (29%) ou encontros presenciais (10%). Além disso, 93% dos entrevistados assumem o hábito de procurar informações sobre os produtos e serviços que adquirem para seus pets, sendo que as referências mais comuns são com o veterinário de confiança (61%), sites especializados (47%), amigos ou familiares (32%) e redes sociais (32%).

As pequenas lojas de bairro especializadas em produtos para animais (53%) despontam entre os locais onde os consumidores mais fazem compras, mas 20% optam pelas grandes redes de pet shops. Os supermercados são citados por 16% da amostra. Para definir o local de compra, são levados em consideração principalmente o preço (59%), qualidade dos produtos e serviços (49%) e a confiança no estabelecimento (44%). As compras à vista predominam, seja em dinheiro (42%) ou no cartão de débito (20%). Já o cartão de crédito é usado por 34% desses consumidores.

Em sintonia com a importância que os tutores dão ao bem-estar de seus animais de estimação, quase a totalidade (99%) dos entrevistados garante cuidar de alguma forma da saúde de seus pets, sendo que 63% zelam pela higiene, como banho e tosa e 58% mantém os exames periódicos e as vacinas em dia. Há, ainda, 55% que evitam oferecer alimentos não recomendados como doces e itens gordurosos e 51% que procuram dar uma alimentação balanceada.

De acordo com os entrevistados, as principais prioridades para quem tem um animal de estimação como cão, gato ou roedor, é proporcionar alimentação saudável (79%) aos pets, além de cuidados com a saúde (79%) e confortos para dormir (58%) – neste último caso, 23% dos entrevistados disseram que o pet costuma dormir no mesmo quarto que o dono. Os passeios (55%), atividades físicas (47%) e banhos em casa (46%) também são lembrados, indicando que a disposição dos donos vai além de meramente garantir comida e abrigo para seus companheiros.

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Reprodução Facebook Luz, Câmera, Ação!

Apenas 8% associam seus pets a gastos financeiros e 46% dão preferência a lugares que permitem presença de pets

A pesquisa demonstra que os tutores não veem seus animais de estimação como mera fonte de despesas ou mais uma dentre tantas responsabilidades no dia a dia. Tanto que, apenas 8% dos entrevistados associam seus animais de estimação a gastos financeiros e somente 2% o veem como sinônimo de problemas ou dores de cabeça. Os principais sentimentos despertados entre os entrevistados são amor (61%), alegria (61%), companheirismo (59%) e amizade (52%). Há ainda 21% que veem seus pets como o guardião da casa. Para os entrevistados, os aspectos negativos de se ter um pet são não ter com quem deixá-lo quando viajam (53%) e a sujeira em casa (47%).

A dimensão afetiva ainda ganha outros contornos. Muitos gostariam de integrar seus animais de estimação a outras esferas da vida cotidiana que vão além de suas residências. Seis em cada dez (62%) entrevistados sentem falta de espaços públicos que permitam a permanência de pets, como restaurantes, lojas, shopping centers etc. Além disso, uma parcela expressiva afirma dar preferência a lugares onde a presença dos animais é permitida (46%).

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Adoção foi escolha de quatro em cada dez donos de pets, mas 32% compraram animal de estimação

Sobre o perfil dos internautas donos de animais de estimação, a pesquisa mostra um relativo equilíbrio: 50% são mulheres contra 50% de homens; 54% pertencem às classes C, D e E e 46% às classes A e B. A maioria tem entre 25 e 44 anos (58%) e mora em casas (77%). Os que moram em apartamentos somam 23% da amostra e 82% cuidam pessoalmente de seu pet.

Pouco mais da metade estão com seus animais de estimação há mais de cinco anos (55%). Os que ganharam seus pets de presente são 45% da amostra, mas também se pode notar uma proporção similar (42%) que resolveu adotar um animal. Neste último caso, 27% adotaram quando viram o animal abandonado ou perdido na rua e 13% recorreram a uma instituição especializada. Os que compraram o animal de estimação somam 32% da amostra.

Dentre os que compraram seus pets ao invés de optarem pela adoção, as principais justificativas são o desejo de ter uma raça específica (61%), saber as características de antemão (16%) e por não encontrarem um animal para adoção que se adequasse ao perfil procurado (9%). Por outro lado, 45% dos que adotaram tomaram essa decisão por não concordarem com a venda de animais.

gato e cachorro amigos

Metodologia

Em um primeiro levantamento foram ouvidas 796 consumidores com o objetivo de identificar o percentual de entrevistados que possuem animais de estimação. Em seguida, um novo levantamento foi realizado com 610 casos para identificar as características das pessoas que têm animal de estimação. Resultando, uma margem de erro no geral de 3,5 p.p para o primeiro levantamento e 4,0 p.p para o segundo levantamento. Em ambos os casos trabalhou-se com um intervalo de confiança a 95%.

Se quiser ver a íntegra da pesquisa, clique aqui.

Fonte: SPC Brasil

Por que fumar em filmes influencia as crianças?

Não há desculpa para continuar a exibir cenas de tabagismo em filmes que são feitos para crianças

Queremos acreditar que estamos criando nossos filhos para pensar por si mesmos, e não para escolher coisas não saudáveis, só porque “as crianças legais” estão fazendo isso ou aquilo. Mas pesquisas mostram que, quando se trata do tabagismo, as crianças são fortemente influenciadas por algumas pessoas que consideram “mais legais” que outras: os atores dos filmes.

“Há um relacionamento de dose-dependência: quanto mais as crianças veem fumantes nas telas, é mais provável que fumem”, disse Stanton Glantz, professor e diretor da Universidade da Califórnia, São Francisco, do Centro de Pesquisa e Educação em Controle do Tabaco. Ele é um dos autores de um novo estudo que descobriu que os filmes populares estão mostrando mais o uso do tabaco nas telas.

“As evidências mostram que esse é o maior estímulo único para fumar, superando o exemplo dos pais, a influência dos amigos ou até mesmo a publicidade de cigarros”, afirma o pediatra e homeopata Moises Chencinski.

Os estudos epidemiológicos demonstram que se você controla todos os outros fatores de risco para o tabagismo (se os pais fumam, atitudes em relação à tomada de risco, status socioeconômico e assim por diante), os adolescentes mais jovens que estão mais expostos ao tabagismo nos filmes apresentam de duas a três vezes mais probabilidade de começar a fumar em comparação com as crianças expostas levemente aos mesmos estímulos.

Aqueles cujos pais fumam são mais propensos a fumar, defendem as pesquisas, mas a exposição ao tabagismo nos filmes pode superar o benefício de ter pais que não fumam. Em um estudo, filhos de pais que não fumavam, com uma forte exposição ao tabagismo nos filmes, eram tão propensos a fumar quanto os filhos de pais que fumavam com forte exposição ao tabagismo nos filmes. Para Glantz e  os outros pesquisadores do tema, isso faz do tabagismo nos filmes uma “toxina ambiental”, um fator que ameaça as crianças.

“Não há desculpa para continuar a exibir cenas de tabagismo em filmes que são feitos para crianças e, portanto, o objetivo de saúde que temos é que esse seja um tema controlado”, defende Chencinski.

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Filme com Tina Fey, Uma Repórter em Apuros (Whiskey Tango Foxtrot), tem mais de 50 citações ao tabaco

O pesquisador Glantz mantém um site chamado Smoke Free Movies. “A pressão social é para que os estúdios se policiem. O sistema de classificação dos filmes precisa começar a considerar o tabagismo como uma obscenidade proscrita”, defende o pesquisador.

A ficha informativa dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças sobre o tabagismo nos filmes estima que esse controle pouparia 18% dos 5,6 milhões de jovens que morreriam de doenças relacionadas ao tabaco – um milhão de vidas. “Não há nada que você possa fazer que seja tão barato e economize tantas vidas”, defende Glantz.

Fenômeno global

O fato foi estudado em 17 países diferentes e, embora as políticas variem amplamente e as culturas sejam muito diferentes, os resultados são notavelmente similares. “Constata-se, consistentemente, um risco de duas a três vezes maior em crianças que são expostas ao tabagismo na tela, em todo o mundo”, diz  Chencinski.

Até cinco anos atrás, as pessoas que se preocupam com o impacto do tabagismo nas telas sobre os jovens pensaram que as coisas estavam bem. Nos filmes classificados para o público jovem houve uma queda constante no número de incidências de tabaco na tela. Em 2012, convencido por uma grande variedade de evidências científicas, o Surgeon General emitiu um relatório dizendo explicitamente que ver pessoas fumando em filmes faz com que as crianças comecem a fumar: “estudos longitudinais descobriram que os adolescentes cujas estrelas de cinema favoritas fumam na tela ou que estão expostos a uma grande quantidade de filmes que retratam fumantes apresentam alto risco de fumar”.

Mas depois de 2010, apesar das evidências acumuladas, a taxa de tabagismo cinematográfico começou a aumentar nos filmes indicados para a juventude, de acordo com o novo estudo, publicado no Relatório Semanal de Morbidade e Mortalidade dos CDC, que analisou o tabaco em filmes de alta demanda de 2010 a 2016.

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Cena de 101 Dálmatas com Glenn Close interpretando Cruella de Vil

Quando comparamos 2010 a 2016, houve uma ligeira diminuição no número de filmes, mas um aumento no número de incidentes com tabagismo. O número de vezes que um ator usou um produto de tabaco, em um filme para a juventude, aumentou 72% entre todos os filmes. Em outras palavras, até 2016, havia mais incidentes de tabaco concentrados em menos filmes.

“Os filmes indicados para a juventude hoje continuam a considerar aceitável o uso do tabaco, mas já sabemos que isso é prejudicial e faz com que a juventude seja sujeita a essa influência nociva. A frequência do uso do tabaco nos filmes deve ser uma preocupação de saúde pública”, diz o pediatra.

As políticas que os estúdios implementaram em relação à questão claramente não são suficientes. Então, o que pode ser feito? “Uma mudança possível seria avaliar filmes com uso de tabaco com mais restrições de público. Outra medida que pode ajudar são os estúdios não aceitarem merchandising de produtos e marcas de tabaco reais na tela. Todas essas estratégias são apoiadas pela American Academy of Pediatrics, que emitiu uma declaração classificando o novo estudo como alarmante”, finaliza Chencinski.

Fonte: Moises Chencinski

O poder da mente e como isso pode ajudar a atrair um relacionamento

Saiba mais sobre a lei da atração e de que forma a compreensão da mente auxilia na conquista de sonhos

Com frequência, o cinema e a TV retratam um amor que cativa e emociona, fazendo com que as pessoas desejem viver esse sentimento, mas elas criam expectativas e se frustram, quando não têm em suas vidas esse amor retratado nas telas. Para a psicoterapeuta Maura de Albanesi, antes de buscar uma relação que “enche a alma de vigor”, é preciso, primeiramente, amar-se e cercar-se de pensamentos que estimulam a conquista desse desejo.

“Tudo o que buscamos no outro precisa existir dentro de nós. Temos também de nos despir de sentimentos de fracasso e impossibilidade. Esses são passos importantes para projetar nossa mente e conquistarmos o que desejamos, por meio da lei da atração, que está ligada profundamente ao que pensamos e sentimos”, pontua. De acordo com a especialista, esses conceitos são fatores que influenciam a realidade, como até a própria física quântica atesta.

Física quântica e o pensamento

A física quântica é um ramo da ciência que estuda as partículas compostas por átomos, que produzem radiação eletromagnética invisível aos olhos, mas que se propaga ao universo, que é todo feito de energia. E o pensamento é também uma partícula eletromagnética, que se conecta a esse mesmo universo e cria a realidade, segundo o físico norte-americano Walter Zajac, em seu artigo, no site “SelfGrowth”.

Um dos indícios que faz analogia à física, pensamento e realidade, tem a ver com o seguinte cenário: o elétron, que se movimenta sem cessar – de um lado para outro – consegue parar quando é observado através de um microscópio, num laboratório científico. Neste caso, o cientista focou sua atenção no elétron e houve alteração da realidade, quando a partícula subatômica parou de se movimentar.

Zajac cita que o pensamento é poderoso, para ele, a medida que o indivíduo pensa e observa sobre algo, são emitidas ondas magnéticas (vibrações), que podem ser positivas ou negativas. Sem os pensamentos, não haveria a lei da atração, porque ao pensar, a pessoa se liga ao universo, onde as vibrações e energias circulam, atraindo situações. “Isso significa que tudo começa dentro de nós. Dependendo da forma como o cérebro e mecanismo agem, a pessoa atrai para si contextos que podem ser benéficos ou maléficos”, afirma Maura.

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Pensamento e o DNA

E o sentimento, de fato, tem muito poder, inclusive, influenciando até na qualidade do DNA, segundo estudos do The HeartMath Institute, da Califórnia (EUA). Com base nos levantamentos, sentimentos de amor e gratidão contribuíram para ampliar o DNA e aumentar a imunidade em 300 mil vezes, enquanto que sentimentos de medo, raiva e estresse propiciaram redução do DNA, além de diminuição de códigos genéticos, tendo impacto negativo à saúde e ao cérebro, como observa Lisandro Lambert, do Hospital Albert Einstein, em São Paulo.

O levantamento do instituto norte-americano, coordenado pelo pesquisador Gregg Braden, avaliou o DNA na placenta humana. Foram distribuídas amostras do tubo de ensaio com parte do material genético. Os participantes tiveram de gerar sentimentos. Os resultados, então, comprovaram que enquanto sentiam amor e felicidade, isso contribuiu para o aumento na extensão do DNA, trazendo mais atividade aos códigos. Em situações opostas, com sentimentos de raiva e tristeza, notou-se encolhimento do DNA e muitos códigos também foram apagados. Num segundo momento do experimento, houve melhora no quadro, mas apenas quando os participantes focaram em sentimentos positivos.

Combater as barreiras mentais

Artigo do site de ciência e bem-estar “MindBodyGreen”, dos EUA, cita que as pessoas têm de 50 a 70 mil pensamentos inconscientes por dia, dos quais cerca de 80% são negativos. “Esse fato mostra que o cérebro humano preferencialmente digitaliza e armazena as experiências negativas, então, o desafio é construir, conscientemente, uma mente que vibra positivamente”, explica.

Dessa forma, Maura ressalta que, basicamente, a pessoa precisa conhecer os mecanismos de suas mentes e combater os bloqueios e ‘barreiras mentais’, pensamentos negativos em relação à conquista do objetivo. “Você deseja um amor, mas tem aquele pensamento que forma um bloqueio. É preciso equalizar essas sensações, mas isso é um hábito que se conquista com treino, pois será preciso treinar a mente. Inclusive, a lei da atração não é uma ‘varinha mágica’, para que ela funcione, a mente precisa lidar com as barreiras, crenças, limites e medos que desencorajam as pessoas a buscarem seus sonhos. A pessoa precisa reprogramar e entender a mente, para se beneficiar”, explica.

Maura ressalta que a partir do momento em que o ser humano consegue lidar com os seus sentimentos, vibrações e obter compreensão sobre o funcionamento do cérebro e sua relação com o universo, ela se mantém preparada para colocar em prática todos os mecanismos que a ajudarão a concretizar seus desejos.

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Pilares do poder mental

Maura ainda enfatiza que ao trabalhar o poder mental, a pessoa modifica as vibrações que a cercam. “Resumindo, quando mergulhamos nas energias positivas, emanamos alegria, resgatamos nossa essência, autoestima e nutrimos o sentimento de capacidade e autoconfiança. Com esses pilares, temos motivação e coragem para conquistar nossos objetivos”, explica. E para ativar a projeção mental, a especialista indica três dicas práticas:

– Criar uma tela mental do seu objetivo. “Isso significa visualizar situações que deseja, com o máximo de detalhes possíveis, a mente cria a realidade, mas ela acontece primeiro internamente. Quando temos um objetivo, o cérebro já cria as conexões necessárias”, afirma.
– Trazer o sentimento a essa realidade. “Ao imaginar que está ao lado do ser amado, entregue-se às sensações e sentimentos propiciados. E através desses sentimentos nós nos comunicamos com a nossa mente, que vibra e emana essas cargas elétricas ao universo”, define.
– Questionar-se: quem se beneficiará com o seu sonho? “Neste passo, é muito importante identificar os beneficiados com a conquista do seu sonho. Por exemplo, ao encontrar um amor, a sua felicidade também proporcionará alegria às pessoas que te amam e te querem bem”, declara.

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Academia da mente

O poder e projeção mental são aprofundados pela especialista através do programa Academia da Mente. “Em geral, as pessoas que participam do curso tornam-se mais serenas e autoconfiantes. Ocorre um resgate de autoestima, pois essa pessoa começa a ter seus sonhos realizados e, então, nutre o sentimento de capacidade de que é possível, sim, conquistar o que se quer. Podemos dizer que temos benefícios como: autoestima, autoconfiança, coragem, persistência, dedicação, dentre outros”, afirma.

Isabel Cristina, 39, participou do curso e conta que hoje consegue lidar melhor com os desafios da vida. Ela conquistou dois grandes desejos: fazer intercâmbio cultural e encontrar um amor. “Hoje estou morando na Alemanha e estou casada. Eu quero compartilhar essa felicidade com as pessoas. Todas as infelicidades que temos têm cura e essa cura está em nossa mente. Apenas precisamos aprender a pedir ao universo, que ele nos responde. Eu percebo que posso conquistar o que quiser, desde que seja bom para mim e para os outros. Hoje sou uma pessoa com mais gratidão”, afirma.

O programa é pago e 100% online, mas também conta com um encontro presencial na cidade de São Paulo. As inscrições podem ser feitas no site da psicoterapeuta.

Fonte: Maura de Albanesi é mestre em Psicologia e Religião pela PUCSP, Pós-Graduada em Psicoterapia Corporal, Terapia de Vivências Passadas (TVP), Terapia Artística, Psicoterapia Transpessoal e Formação Biográfica Antroposófica, atua com o ser humano há mais de 30 anos.