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Conheça as dez maiores mentiras já contadas sobre o vinho

Material especial preparado pela Evino tem como objetivo desmistificar alguns tabus e fazer você compreender de vez quais são os mitos e verdades sobre o universo da bebida

As maravilhas do universo do vinho são quase equivalentes às lorotas que o povo espalha por aí. Com o passar do tempo, foram criados muitos rituais e mitos que transformaram o feliz momento de aproveitar uma taça de vinho num acumulado de regras que, na maior parte dos casos, são dispensáveis ou simplesmente desnecessárias. Isso faz com que muitas pessoas se afastem da bebida medo de passar vergonha ou por achá-la complicada demais.

Já pensou que pecado perder a chance de provar um bom vinho porque um dia alguém te falou uma besteira? Para desmistificar alguns tabus e fazer você compreender de vez quais são os mitos e as verdades sobre o universo da bebida, a Evino, um dos maiores e-commerces de vinho do Brasil, identificou alguns tabus conhecidos pela população e reuniu um material especial com dicas da sommelière Natália Cacioli.

1. Quanto mais velho o vinho, melhor.

barris vinho adega

Provavelmente você já ouviu aquela frase “assim como o vinho, fico melhor com o passar dos anos”. Algumas pessoas, de fato, melhoram, já outras viram vinagre. Brincadeiras à parte, a maior parte da produção de vinho é pensada para atender à demanda de consumo imediato. São vinhos de safras mais recentes (de até cinco anos), frutados, macios, fáceis de beber. Uma parcela bem pequena de vinhos é feita para envelhecer, como os famosos Barolo, Brunello de Montalcino ou um Pinot Noir de um grande produtor da Borgonha. São vinhos bem caros e que precisam de um longo tempo de amadurecimento para atingir seu ápice. Esses vinhos encarecem com o passar dos anos e tem quem ganhe dinheiro com isso. Portanto, se você está interessado em beber e não em investir, pode ficar com os vinhos mais jovens sem medo de ser feliz.

2. Se a garrafa é pesada, o vinho é bom

vinho tinto taças shutterstock

Se a garrafa é pesada é porque o vidro é mais espesso. Ou seja, foi gasto mais material e a garrafa é, consequentemente, mais cara. Vinhos de guarda usam garrafas espessas para reduzir a incidência de luz (sim, isso influencia o processo de envelhecimento) e para ter uma garrafa mais resistente, já que o vinho ficará guardado por muito tempo. Para vinhos de consumo imediato a espessura da garrafa faz alguma diferença? Não. O produtor pode escolher uma garrafa mais simples para reduzir o custo final do produto. E se gostamos de vinho mais barato? Ah sim, gostamos muito.

3. O fundo da garrafa côncavo indica qualidade. Esse furo deve ser usado para colocar o dedo na hora de servir

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Pixabay

Mesma história da garrafa pesada. Sinceramente? Não sei de onde saiu o mito do fundo côncavo – mas ele existe. Já perguntei para diversos produtores de Itália, Chile e Argentina o que isso significa e todos eles me disseram: nada. É apenas uma característica da linha de produção, mas seguramente não é para colocar o dedo. Ao segurar a garrafa por ali, ela pode escapar da mão e fazer um estrago. Segure com firmeza, pelo corpo da garrafa, mesmo. Isso não é suficiente para fazer o vinho esquentar, como algumas pessoas justificam.

4. Se o vinho é fechado com rosca ou rolha sintética ele não presta

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Foto: NHPR

Dá para escrever uma tese de mestrado sobre esse assunto. Cortiça é um material natural, retirado de uma árvore chamada Sobreiro, presente principalmente em Portugal e que precisa de 25 anos para estar pronta para a primeira extração da cortiça. Ou seja, é um recurso caro e finito. Mas e o que isso tem a ver com o vinho? A cortiça é um tipo de material que permite uma pequena troca de oxigênio entre o líquido na garrafa e o ambiente externo, processo importante para vinhos de guarda. Se você comprou o vinho e vai tomá-lo hoje ou semana que vem, a cortiça não faz diferença. Rolhas sintéticas e tampas de rosca são mais sustentáveis e baratas. E já falamos que gostamos de vinho barato?

5. Vinho meio-seco é doce e não é bom

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Vinho meio-seco não é doce ou mais-ou-menos-doce. A nomenclatura não ajuda – mas a verdade é que os vinhos etiquetados como meio-seco têm, na maioria dos casos, a mesma percepção em boca de um vinho seco. Mas por que isso acontece? Por uma questão de legislação. Quem define se o vinho será etiquetado como “seco” ou “meio-seco” no Brasil é o Ministério da Agricultura. Aqui, a legislação leva em conta apenas a quantidade de açúcar residual, enquanto que, na Europa, é feita uma relação entre açúcar e acidez. Isso faz com que muitos vinhos considerados “secos” na Europa sejam classificados como “meio-secos” no Brasil.

6. Vinho tinto é mais complexo que vinho branco

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São estilos diferentes mas cada um com suas maravilhas e momentos. A principal diferença do vinho tinto para o vinho branco é que o primeiro tem propriedades que vêm da casca da uva: cor e tanino – aquela sensação de adstringência que “seca” a boca. Tanino é um conservante natural e, por isso, é um fator importante para a longevidade do vinho. Os brancos se destacam pela refrescância (tecnicamente chamada de acidez) e, apesar de serem vinhos majoritariamente feitos para consumo rápido, alguns têm grande potencial de guarda. E mais: a vida é mais feliz acompanhada dos deliciosos aromas de um vinho branco.

7. Vinhos com mais de 13% (ou coloque o número de sua preferência aqui) de álcool são superiores

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Foto: Vinhosegins

Tem muita gente que usa o teor alcoólico como indicativo de qualidade, mas sem entender de onde vem esse número. O álcool é resultado da fermentação, que tem origem na transformação do açúcar das uvas pelas leveduras. Ou seja, quanto mais açúcar tem o fruto, maior o potencial alcoólico daquele vinho. Lembrando que o açúcar é da uva – não há adição. Regiões quentes produzem frutos com maior concentração de açúcar e, portanto, seus vinhos têm mais álcool. Vinho tintos variam, normalmente, entre 12% e 15%, enquanto os brancos ficam, na maior parte dos casos, entre 10% e 13%. Mas o fato é que a percepção do álcool na boca depende de muitos outros fatores, que vão além do número estampado no rótulo.

8. Vinho tinto é com carne vermelha e vinho branco é com peixe

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Harmonização é muito pessoal. Existem orientações básicas, mas não regras. Vinhos tintos têm taninos (aquela sensação de adstringência) e a gordura ajuda a disfarçar essa sensação, daí a harmonização com carnes vermelhas. Já vinhos brancos e rosés costumam ser mais leves, por isso normalmente são indicados para carnes brancas e outros pratos igualmente leves. Agora imagine um frango à parmegiana: fritura, queijo, molho vermelho – um tinto vai cair muito bem. Outra situação: pleno verão brasileiro, churrasco à beira da piscina e, em vez de um Malbec encorpadão, que tal um espumante geladinho? Resumindo: harmonização não é ciência exata e você pode comer/beber o que tiver vontade.

9. No restaurante o garçom coloca um pouco de vinho na taça para você analisá-lo e decidir se gostou

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Na verdade, a proposta desse ritual em restaurantes é verificar se o vinho tem algum defeito. A degustação é feita rapidamente e não há necessidade (na verdade pega mal) de ficar cinco minutos analisando o vinho e dissertando sobre aromas e sabores. Se você não se sente confortável para fazer essa avaliação, peça ao sommelier do restaurante – faz parte da função dele. E mais: a etiqueta não manda servir o vinho para degustação ao homem da mesa e sim para quem fez o pedido.

10. Vinho rosé é feito da mistura de branco com tinto

vinho rose kaboompics pixabay
Foto: Kaboompics/Pixabay

Mito. Rosé, na verdade, é um vinho produzido com uvas tintas. Durante a vinificação, o mosto das uvas (ou seja, o suco antes de ser fermentado) fica em contato com as cascas por um breve período para extrair apenas um pouco de cor e aromas.

Fonte: Evino

 

 

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Workshop sobre vinho espanhol na Decanter Itaim

Um dos fundadores da Eno Cultura, Paulo Brammer – instituição de vinhos eleita a educadora do ano 2017 pela WSET (Wine & Spirit Education Trust) – ministra workshop “Jerez” em São Paulo. O curso será na Decanter Itaim, no dia 17 de outubro, quarta-feira.

O vinho Jerez também conhecido como Xerez em português, ou Sherry em inglês, é o vinho de uma denominação de origem espanhola, da região de Andaluzia. São vinhos brancos e fortificados, com um método de produção bastante peculiar, que pode resultar em estilos distintos e uma grande variação de aromas, intensidade e sucrosidade.

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Com um teor alcoólico que varia normalmente entre 15% e 22%, um elemento central que afeta o estilo do Jerez é o tipo de envelhecimento, que pode ser totalmente “biológico” (evitando o contato com o oxigênio) ou com graus diferentes de oxidação. Estes processos diferentes de envelhecimento darão origem a estilos diferentes de Jerez: Fino e Manzanilla, Amontillado, Palo Cortado, Oloroso etc.

Além disso, há os estilos que já são doces (Pedro Ximénez e Moscatel) e os que são originalmente secos, mas são transformados em doces (medium, pale cream e cream). Este workshop será uma grande oportunidade para mergulhar neste universo do Jerez, entendendo suas diferenças e degustando belos rótulos!

Workshop & Recepção com finger food e espumantes

Paulo Brammer eno cultura
Paulo Brammer da Eno Cultura

Workshop: Jerez
Local: Decanter Itaim, 838 – Itaim Bibi / SP
Endereço: Rua Joaquim Floriano,
Horário: 19h00 às 21h30
Investimento: R$ 295,00
Inscrições – sujeita à disponibilidade de vagas

Informações: ENO

Chandon apresenta drinque tendência para amantes das borbulhas

O Bubbles Chandon, criado pelo Help! Bar, exalta ainda mais as borbulhas delicadas originais da Chandon e já é a escolha perfeita para o brinde.

Além de delicioso, o drinque tem um preparo rápido e fácil, confira:

Bubbles Chandon

100ml Chandon Brut;
1 drops Flavorizado (Cranberry/ Bitter Angustura/ Vanilla/ Violeta);
Twist de Siciliano (opcional).

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Fonte: Chandon

Grand Cru promove Wine Dinner Zuccardi em São Paulo

A Grand École, escola de vinhos da Grand Cru, realizará uma experiência enogastronômica com a presença da Eleonora Ridi, export manager da Vinícola Zuccardi.

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No próximo dia 27, na Grand Cru Itaim, será realizada o Wine Dinner Zuccardi com presenças especiais vindas da Argentina. Na ocasião serão apresentados os rótulos: Serie Q Tempranillo, Zuccardi Poligonos Malbec 2015, Tito Zuccardi Paraje Altamira Blend 2015 e Jose Zuccardi Malbec 2013.

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Os vinhos serão servidos junto com couvert, entrada, prato principal e sobremesa.

Local: Grand Cru Itaim
Endereço: R. Prof. Tamandaré Tolêdo, 51 – Itaim Bibi, São Paulo – SP
Data: 27 de setembro às 19h30
Valor: R$ 295,00

Os convites podem ser adquiridos no site da Grand École.

Eataly Festival Del Vino: vinhos para todas as ocasiões

Com a maior adega de vinhos italianos da cidade, Eataly prepara diversas ações com rótulos a preços especiais

Você sabia que o Eataly tem uma das maiores adegas de vinhos italianos de São Paulo? São mais de 800 rótulos dos melhores tintos, rosés e brancos da Itália. Por isso, o empório gastronômico preparou uma programação especial enaltecendo uma das bebidas mais apreciadas do mundo e os pratos clássicos do país da bota. Até o fim de setembro, todos os rótulos do empório gastronômico estarão com desconto de até 40%. Além disso, o Eataly preparou ações especiais durante todo o período.

Festival del Vino

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Uma das bebidas mais icônicas da Itália é celebrada no Eataly com o Festival del Vino. De segunda a sexta, sempre no jantar, as cartas dos restaurantes Bistecca, Mare Pesce & Vino, Pasta & Pizza e Radici por Brace estão com descontos de 15%. Cada restaurante tem uma carta que harmoniza perfeitamente com cada tipo de culinária.

Os amantes de vinhos ganham uma programação especial às quintas-feiras de setembro. A partir das 19h30, degustações de rótulos italianos e workshop gratuito são comandados pela especialista em vinhos Luisa Lima.

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Festa Vino e Griglia

Já consolidado no Eataly, nos dias 29 e 30 de setembro, acontece a terceira edição da Festa Vino e Griglia. Os chefs renomados do Eataly convidam cinco mestres churrasqueiros para participar com pratos criados especialmente para o evento.

São 10 opções de pratos diferentes e mais de 40 rótulos italianos, entre tintos, brancos e rosés. O festival acontece em barraquinhas na parte externa do mega empório gastronômico. A entrada é gratuita e as fichas variam de R$25, para um prato ou uma taça de vinho, ou R$190 com combo que vale por 10 porções de pratos ou vinhos a sua escolha, ideal para compartilhar com os amigos.

Eataly: Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 1.489, São Paulo – SP

Conheça os alimentos que mais podem auxiliar à saúde do coração

Doenças do coração podem afetar pessoas nas mais diferentes condições. Muitas vezes, os problemas aparecem de forma sutil, sem afetar muito o cotidiano como um leve aumento na pressão, dores pontuais ou famoso colesterol. Segundo o cardiologista Augusto Scalabrini Neto, há várias formas de diminuir os riscos dessas doenças. Redução de estresse, evitar a obesidade, cafeína, álcool e cigarros são algumas.

Mas as principais medidas se enquadram em uma dieta saudável e exercícios físicos, porque além de reduzir riscos cardiovasculares, também aumentam a disposição e retardam o envelhecimento daqueles que as praticam. “Estudos recentes demonstram claramente que as pessoas que mantêm um bom condicionamento cardiovascular envelhecem melhor, com mais saúde e menos eventos negativos”, explica o especialista.

Outro fator determinante para se manter saudável é manter o nível de colesterol LDL (o colesterol ruim) baixo . Logo, uma dieta com pouca gordura saturada, baixa em carboidratos e rica em fibras pode ser o que vai manter essas enfermidades longe. “Essa fração LDL aumenta a quantidade de gorduras no sangue, e facilita o depósito dessas gorduras nas artérias, provocando o aparecimento das chamadas placas gordurosas e consequentemente a obstrução das artérias, como se fosse ferrugem em um cano”, aponta Augusto.

truta recheada com palmito

Por apresentar um grande percentual de gordura saturada, a carne de porco se enquadra neste caso e, por isso, deve ser evitada. Mas nem todas as gorduras são prejudiciais. Embora as saturadas aumentem o colesterol podendo induzir obstruções arteriais, as mono e poli-insaturadas aumentam a fração HDL do colesterol (o colesterol bom) e podem ter um efeito benéfico para o coração. O colesterol “bom” remove gorduras do sangue e evita o depósito dessas substâncias nos vasos. Portanto quanto mais alto o nível da fração HDL, menor o risco cardiovascular.

Para ajudar a manter os níveis de colesterol equilibrados, a alimentação é uma grande aliada. Enquanto alguns alimentos podem deteriorar as artérias, outros podem amparar, não somente o coração, mas a saúde do corpo de maneira integral.

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O azeite extravirgem, por exemplo, é rico em gorduras monoinsaturada, que ajudam a aumentar os níveis de colesterol “bom”. O médico recomenda que o azeite seja sempre puro e de excelente qualidade. “O benefício é atingido quando se ingere azeite de oliva puro, sem misturas, e preferencialmente sem aquecer, já que o aquecimento pode promover a saturação das gorduras monoinsaturada com consequente perda de suas propriedades benéficas”, destaca o cardiologista.

Alguns alimentos são constantemente associados com benefícios para o coração, mas não foram estudados o suficiente e nem comprovaram a sua eficácia real. É o caso das frutas ricas em vitamina C, como laranja, morango e acerola, chocolates puros (+70%), que contêm grandes quantidades de antioxidantes e, portanto, fazem bem à saúde, mas não necessariamente para o coração.

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O alho também tem sido citado como benéfico. “Existem alguns estudos demonstrando efeitos benéficos do alho na redução das gorduras do sangue e, portanto, do colesterol, na redução da agregabilidade das plaquetas, reduzindo assim o risco de coágulos que poderiam causar infarto e aumento no relaxamento das artérias, reduzindo assim a pressão arterial”, informa o médico.

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Outros alimentos surpreendem ao ser associados com a saúde do sistema cardiovascular, como o vinho e suco de uva, pois possuem resveratrol. “Estudos mostram que o resveratrol é capaz de aumentar os níveis da fração HDL do colesterol, reduzir os radicais livres e diminuir a coagulação de forma adequada, assim evitando eventos como o infarto do miocárdio”, conclui o cardiologista, mas recomendando moderação, especialmente se tratando de álcool.

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Fonte: Augusto Scalabrini Neto é cardiologista, graduado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Professor Adjunto e Coordenador de Ensino do Departamento de Emergências Clínicas na mesma Universidade, Coordenador Geral e Didático do Laboratório de Habilidades e Simulação da Faculdade de Ciências Médicas Minas Gerais e Docente Invitado da Universidad Finis Terrae em Santiago, Chile. Coordena vários projetos de investigação nacionais e internacionais em Educação Médica e Simulação.

Receita de ojo de bife e polenta cremosa com parmesão e vinhos para harmonizar

A Wine.com.br apresenta a receita de ojo bife e polenta com parmesão além de dicas de um sommelier para harmonizar com os pratos com os vinhos. Os rótulos estão disponíveis no site da Wine.com.br.

Ojo de bife e polenta cremosa com parmesão

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Ingredientes

Para a polenta

• 600 ml de caldo de legumes
• 100 g de polenta ou fubá pré-cozido
• 200 ml de creme de leite fresco
• 70 g de queijo parmesão ralado
• 2 colheres (sopa) de manteiga
• Sal e pimenta-do-reino a gosto

Para o ojo de bife

• 4 porções de ojo de bife
• 1 colher (sopa) de manteiga
• Sal e pimenta-do-reino a gosto

Para o molho

• 1 colher (sopa) de manteiga
• 1 cebola picada
• ¼ de xícara (chá) de vinho tinto
• ½ xícara (chá) de caldo de carne
• 1 colher (sopa) de mostarda Dijon
• Sal e pimenta-do-reino a gosto
• 1 colher (sopa) de azeite
• 8 tomates-cereja
• Folhas de manjericão

Modo de preparar a polenta

1. Coloque o caldo de legumes para ferver em uma panela media.
2. Quando estiver fervendo, reduza para o fogo medio, acrescente a polenta e mexa por dois minutos.
3. Mude para fogo baixo/médio, junte o creme de leite e misture por dois minutos.
4. Acrescente o queijo parmesão e mexa por mais dois minutos.
5. Desligue o fogo, adicione a manteiga e mexa ate incorporar.
6. Tempere com sal e pimenta-do-reino e misture.

Modo de preparar o ojo de bife

1. Tempere o ojo de bife com sal e pimenta-do-reino.
2. Em uma frigideira grande, em fogo alto, derreta a manteiga e sele a carne. Reserve.
3. Na mesma frigideira, você vai preparar o molho para a carne.

Modo de preparar o molho

1. Leve a frigideira ao fogo médio e, quando aquecer, reguecom a manteiga e adicione a cebola e a mostarda.
2. Refogue por quatro minutos e tempere com sal e pimenta-do-reino.
3. Junte o vinho e o caldo de carne e raspe o fundo da frigideira com uma colher de pau.
4. Deixe apurar por cerca de 10 minutos e acerte o sal. Transfira o molho para uma tigela.
5. Na mesma frigideira, adicione o azeite e cozinhe os tomates-cereja até eles começarem a abrir. Tempere com sal e pimenta-do-reino.
6. Sirva a polenta com o ojo de bife e o molho. Decore com os tomates cerejae folhas de manjericão.

Rendimento: 4 porções. Preparo: 1h. Nível de dificuldade: médio.

Indicações do sommelier

vinhos

Soul D.O.P. Jumilla Monastell 2011
O caráter tostado, adquirido na selagem, combina com o toque amadeirado do vinho. A maciez equilibra-se com a textura da carne e da polenta.

Goulart Grand Vin Malbec Single Vineyard 2009
Os taninos e a boa acidez são ideais para a suculência da carne, que possui um corte alto. As especiarias do vinho se mesclam com os temperos da receita.

Fonte: Wine.com.br

Festa do Vinho conta a história de tradição centenária na Ilha da Madeira

Destino português produz um dos vinhos mais famosos do mundo há 500 anos

Reconhecido e apreciado no mundo todo, o vinho Madeira tem uma história de cinco séculos. E é em razão disso que, anualmente, a Ilha da Madeira, onde é produzido, promove a tradicional Festa do Vinho. Este ano, o evento começou dia 26 de agosto e vai até 9 de setembro, mesmo período em que são realizadas as vindimas (colheita das uvas).

É nesta época do ano que a bebida começa realmente a tomar forma. Depois do cultivo das mais de 30 castas de uvas, que é feito à mão, o ritual da colheita é o próximo passo para transformar os frutos em alguns dos melhores vinhos conhecidos. Recriando hábitos ancestrais da ilha, são feitas vindimas ao vivo e, posteriormente, a pisa das uvas, em que qualquer um pode participar, tudo em um lagar tradicional, com clima de festa.

Passeio Vinicolas - Credito Turismo da Madeira
Passeio Vinícolas – Foto: Turismo da Madeira
Vinhas - Ilha da Madeira - Credito Turismo da Madeira
Vinhas – Ilha da Madeira – Foto: Turismo da Madeira
Madeira Wine Festival_Funchal1©Sara_Discovering Madeira
Madeira Wine Madeira
Wine Festival - Funchal
Wine Festival, Funchal

Além das vindimas, também fazem parte da programação degustações de diversos rótulos diferentes, exposições de artesanato, shows de música, apresentações de folclore e jantares com harmonização de vinhos e pratos. O centro da cidade de Funchal, capital deste destino português, fica todo decorado de acordo com o tema.

Os cenários impressionantes da Madeira são uma paisagem improvável para o cultivo das uvas, mas isso não impediu que os colonizadores portugueses, há mais de 500 anos, investissem na atividade no litoral ou em encostas vulcânicas, em lugares, muitas vezes, de difícil acesso. A riqueza do solo e a diversidade do clima se mostrou favorável para a criação de uma bebida que, com seus processos de produção de alta qualidade, se tornou única e uma das favoritas dos enófilos.

Historicamente, o vinho Madeira foi escolhido por George Washington para celebrar a independência dos Estados Unidos, elogiado por Shakespeare na peça Hamlet e muito apreciado por Sir Winston Churchill, personalidades de peso que atestam o renome da bebida.

Garrafas - Vinho Madeira - Credito Turismo da Madeira
Garrafas – Vinho Madeira – Foto: Turismo da Madeira
Caves - Vinho Madeira - Turismo da Madeira
Caves – Vinho Madeira – Foto: Turismo da Madeira
Blandy's Wine em Funchal - Credito Greg Snell
Blandy’s Wine em Funchal – Credito Greg Snell
Madeira-Blandys Funchal-Turismo da Madeira
Madeira-Blandys Funchal-Foto: Turismo da Madeira
Vinho Madeira 2 - Credito IBVAM
Vinho Madeira 2 – Credito IBVAM
Barbeiro Estate Winery - Credito GregSnell
Barbeiro Estate Winery – Foto: Greg Snell
Vinho Madeira - Credito IBVAM
Crédito: IBVAM

Sobre a Ilha da Madeira

Considerado o melhor destino insular do mundo, a Ilha da Madeira é um pequeno paraíso português situado em meio à imensidão do Oceano Atlântico. De origem vulcânica, sua localização privilegiada proporciona clima ameno e mar com temperatura agradável o ano inteiro, além de impressionantes cenários de montanhas, vales e penhascos, todos cobertos pela exuberante vegetação Laurissilva, nomeada Patrimônio Natural da Humanidade pela Unesco. O arquipélago é formado por um conjunto de ilhas, sendo as principais e únicas habitadas Madeira e Porto Santo. Há excelentes opções em balneários, monumentos históricos e ótimos hotéis e restaurantes, onde se pode provar a deliciosa gastronomia e os premiados vinhos madeirenses.

Informações: Madeira All Year 

Vinhos turcos para agradar o paladar

O Brasil é um país que ainda consome pouco vinho, se comparado com países europeus, mas, ano a ano, o consumo vem crescendo. Desde 2016, o país importa vinhos turcos que, segundo especialistas do setor, oferecem uma qualidade excepcional.

A Turquia ocupa o quarto lugar no ranking mundial de cultivo de uvas e na fabricação de vinhos. O clima e as questões geográficas de solo favorecem a produção, que tem nas uvas cultivadas ao sul do país as mais famosas e desejadas qualidades da fruta. Para quem pretende visitar o destino, há algumas dicas de roteiros e degustações imperdíveis para deixar o passeio ainda mais encantador. Confira:

A cidade de Istambul abrigou uma das maiores vinícolas do mundo nos tempos bizantinos e, ainda hoje, ostenta os melhores rótulos da Turquia. Em Izmir, grandes e pequenos produtores fabricam a bebida, onde vinhedos nas regiões de Manisa, Denizli, Aydin e Uşak, por exemplo, ainda permitem estender o passeio para conhecer as maravilhas naturais e histórias da cidade. Outras cidades que esbanjam riqueza na produção de uvas são Tekirdağ, Edirne, Kirklareli e Çanakkale, na região de Marmara e Trácia, maior região vinícola da Turquia.

Já na terra dos balões, Capadócia, é possível visitar produções com diferentes variedades de uvas pretas e brancas, além de receber informações sobre as práticas de viticultura modernas e tradicionais da cidade. Já em Trácia, o clima muito ensolarado, extremamente úmido e muitas vezes arejado do noroeste da Turquia é ideal para a produção de vinho. O charme dos vinhedos da região é um trunfo que encanta os turistas que os visitam. Já em Anatólia, a bebida ganha destaque em Ancara, Nevsehir, Kayseri e Tokat, que levam o título de produtoras de vinho.

vinho turquia gde

Não há forma melhor de conhecer a bebida do que participando de uma degustação em uma das vinícolas. É possível visitar os vinhedos, conhecer o processo de produção da bebida e experimentá-la. Seja do grande ao pequeno produtor, os rótulos são um convite para apreciar o vinho acompanhado de uma gastronomia fabulosa oferecida pelo país.

A Turquia desempenhou um papel fundamental no início da história do vinho e foi uma das primeiras regiões produtoras da bebida. Por onde há vinícolas, há produtos de boa qualidade e boas histórias para contar. A mistura perfeita para apreciadores e turistas que visitam a região.

Sobre a Turquia

Localizada no mediterrâneo, dividida entre os continentes asiático e o europeu e separada pelo famoso Estreito da Turquia, sua geografia é rica e permite diferentes modelos climáticos, que vão do oceânico ao mediterrâneo. A Turquia faz fronteira com 8 países e tem Ancara como capital, enquanto Istambul é a maior cidade e principal centro cultural e comercial, abrigando o Grand Bazaar, ponto turístico que reúne mais de 4 mil lojas e diversos visitantes por dia. Com uma população de aproximadamente 80 milhões, o país abriga diversas cidades encantadoras como Bodrum, Antália, Kusadasi, Göreme, além de ter um povo afetuoso e hospitaleiro e gastronomia riquíssima.

Informações: Descubra Turquia

Happy Wine no Trabuca Bar tem noites de jazz e seleção de vinhos em dobro

Até o final do ano, o happy hour das terças-feiras tem ação para o cliente que, na compra de uma garrafa dos vinhos selecionados Grand Cru, ganha a segunda.

O Trabuca Bar realiza todas as terças-feiras o Happy Wine, projeto que fica até o final do ano e celebra grandes vinhos de diferentes países. Nestes dias, a trilha sonora da casa ganha o jazz do Strasbourg Trio, acompanhada por uma seleção especial de rótulos da importadora Grand Cru – na compra de uma garrafa, o cliente ganha a segunda – e que podem ser apreciados com sugestões do chef inspiradas em cada região.

A partir de hoje (28) será a vez do Chile ser representado por seis rótulos selecionados, entre eles, a carta inclui o Errazuriz Max Reserva Cabernet Sauvignon, da região do Vale do Aconcágua e o Leyda Reserva Pinot Noir, do Vale do Leyda. Até o dia 18 de setembro, os vinhos poderão ser harmonizados com uma variedade de comidas típicas chilenas, como as Empanadas (duo nos sabores carne picante e queijo e cebola – R$ 25,00), o Ceviche (de Saint Peter com cebola roxa, tomate, milho crocante, dedo de moça, batata roxa doce e rabanete – R$ 22,00) e outras delícias locais, além da clássica Seleção de queijos Trabuca (manchego, grana padano, brie e chevrotin, acompanhados com uva e geleias de pimenta caseira – R$ 40,00).

Os próximos países homenageados serão França, Espanha, EUA e África do Sul. Confira a programação abaixo e a lista completas de vinhos e menu do Chile.

trabuca vinhos

Happy Wine 2018:
24/09 até 16/10 – França
23/10 até 13/11 – Espanha
20/11 até 11/12 – EUA e África do Sul

Vinhos e menu Chile – de 28/08 a 18/09

Carta de Vinhos
Vinho Errazuriz 1870 Carmenere 2017 (R$ 110,00)
Vinho Errazuriz 1870 Chardonnay 2016 (R$ 110,00)
Vinho Leyda Reserva Pinot Noir 2016 (R$ 120,00)
Vinho Leyda Reserva Sauvignon Blanc (R$ 120,00)
Vinho Errazuriz Max Reserva Cabernet Sauvignon 2015 (R$ 160,00)
Vinho Errazuriz Max Reserva Cabernet Sauvignon 2014 (R$ 140,00)

Menu
Empanadas: Duo de típicas empanadas chilenas nos sabores carne picante e queijo e cebola (R$25,00).
Ceviche: Saint Peter, cebola roxa, tomate, milho crocante, dedo de moça, batata roxa doce e rabanete (R$ 22,00).
Seleção de queijos Trabuca: Manchego, grana padano, brie e chevrotin, acompanhados com uva e geleias de pimenta caseira (R$ 40,00).
Tostada: Salmão defumado, avocado e dill. (R$ 32,00).

trabuca bar

Trabuca Bar: Av. Juscelino Kubitschek, 1.444 – Itaim Bibi – São Paulo. Horários de funcionamento: terça-feira a quarta-feira, das 18h à 1h